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Processo : 2014/2781(DEA)
Ciclo de vida em sessão
Ciclo relativo ao documento : B8-0081/2014

Textos apresentados :

B8-0081/2014

Debates :

Votação :

PV 18/09/2014 - 10.9
Declarações de voto

Textos aprovados :


Debates
Quinta-feira, 18 de Setembro de 2014 - Estrasburgo Edição revista

12.6. Regulamento Delegado - Mercadorias originárias de determinados Estados (ACP) (B8-0081/2014) (votação)
  

Written explanations of vote

 
  
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  Marina Albiol Guzmán (GUE/NGL), por escrito. - He votado a favor porque pide la anulación del acto de ratificación del Acuerdo de Asociación Económica con Fiji. El actual Gobierno militar autoproclamado de Fiyi no está legitimado para adoptar decisiones relativas a la aplicación y la ratificación del Acuerdo, por lo que la Decisión de 17 de julio de 2014 debe considerarse nula.

Creo que la Comisión debiera dejar en suspenso cualquier decisión que prevea la reintegración de Fiji en el anexo I del Reglamento sobre acceso al mercado como consecuencia de la aplicación del AAE provisional hasta que las elecciones anunciadas se hayan celebrado satisfactoriamente de acuerdo con las normas internacionales. Del mismo modo, la Comisión no debería proponer un nuevo acto delegado a este respecto hasta después de un periodo transitorio que permita evaluar debidamente la estabilidad y la irreversibilidad del proceso de reforma democrática.

 
  
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  Mara Bizzotto (NI), per iscritto. - Trovo la risoluzione oggetto del voto poco equilibrata, per questo non ho votato in suo favore.

 
  
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  Vilija Blinkevičiūtė (S&D), raštu. - Balsavau už šią rezoliuciją, nes svarbu užtikrinti pagarbą žmogaus teisėms, demokratijos ir teisinės valstybės principams šiame regione. Be to, žmogaus teisių užtikrinimas yra esminis Kotonu susitarimo, kuriuo reglamentuojami Afrikos, Karibų jūros ir Ramiojo vandenyno (AKR) šalių ir Europos Sąjungos (ES) santykiai, elementas. Kalbant apie šio regiono ir ES santykius, reikėtų pabrėžti, kad Kotonu susitarimas išlieka ES parterystės su AKR šalimis pagrindas. Todėl Europos Parlamentas laikosi nuomonės, kad dabartinė, savavališkai pasiskelbusi karinė Fidžio vyriausybė neturi teisėtų įgaliojimų priimti bet kokį sprendimą dėl laikinojo ekonominės partnerystės susitarimo taikymo ir ratifikavimo ir kad 2014 m. liepos 17 d. sprendimas atitinkamai turi būti laikomas niekiniu. Europos Parlamento pirmininkas informuoja Komisiją, kad deleguotasis reglamentas dėl šių priežasčių negali įsigalioti.

 
  
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  Gianluca Buonanno (NI), per iscritto. - Voto contrario alla proposta, a mio avviso strumentale, dei Gruppi politici GUE e Verdi che sollevano (ai sensi dell'articolo 105, IV del Regolamento) obiezione nei confronti di un atto delegato della Commissione Europea che reinserisce le Isole Fiji nell'allegato I del Regolamento 1528 del 2007 relativo alle preferenze commerciali dei paesi di Africa, Caraibi e Pacifico.

 
  
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  Alberto Cirio (PPE), per iscritto. - Mercoledì 17 settembre 2014 gli elettori delle Fiji si sono recati alle urne per eleggere un Parlamento democratico, potendo scegliere fra 262 candidati di ben sette partiti differenti. Alla luce quindi delle elezioni democratiche già svoltesi, ho votato contro questa risoluzione perché non ritengo sussista un valido motivo per escludere le Isole Fiji dall'accordo di partenariato economico provvisorio.

 
  
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  Ignazio Corrao (EFDD), per iscritto. - Voto a favore della presente risoluzione perché ritengo non opportuno fare accordi con governi militari auto-proclamati. Nonostante il Governo delle isole Fiji abbia ratificato l'accordo di partenariato economico provvisorio, ritengo illegittima la sua validità, fino a quando le elezioni non saranno svolte seguendo i principi democratici.

 
  
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  Javier Couso Permuy (GUE/NGL), por escrito. - He votado a favor porque pide la anulación del acto de ratificación del Acuerdo de Asociación Económica con Fiji. El actual Gobierno militar autoproclamado de Fiji no está legitimado para adoptar decisiones relativas a la aplicación y la ratificación del Acuerdo, por lo que la decisión de 17 de julio de 2014 debe considerarse nula.

Creo que la Comisión debiera dejar en suspenso cualquier decisión que prevea la reintegración de Fiji en el anexo I del Reglamento sobre acceso al mercado como consecuencia de la aplicación del AAE provisional hasta que las elecciones anunciadas se hayan celebrado satisfactoriamente de acuerdo con las normas internacionales. Del mismo modo, la Comisión no debería proponer un nuevo acto delegado a este respecto hasta después de un periodo transitorio que permita evaluar debidamente la estabilidad y la irreversibilidad del proceso de reforma democrática.

 
  
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  José Manuel Fernandes (PPE), por escrito. - O pedido das Ilhas Fiji não pode ser considerado nem pode entrar em vigor, porque o país ainda não demonstrou ter as condições para o regresso da democracia, como relatam vários organismos internacionais ao referirem-se a tentativas de silenciamento de jornalistas antes das eleições previstas para Setembro, por exemplo. A isto, acresce o facto de o autoproclamado Governo das Fiji não ter legitimidade para tomar qualquer decisão sobre esta matéria.

A Comissão não deve, portanto, tomar qualquer decisão enquanto as eleições anunciadas não forem corretamente realizadas, seguindo as diretivas internacionais e, mesmo depois disso, é necessário um período transitório que permita avaliar a situação de estabilidade e de recuperação dos padrões democráticos obrigatórios em todos os países.

 
  
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  João Ferreira (GUE/NGL), por escrito. - A resolução apresentada pelo nosso Grupo opõe-se ao ato delegado da Comissão, que visa a reintegração de oito países ACP no Anexo I do Regulamento (CE) nº 1528/2007 (Regulamento do acesso ao mercado).

Este regulamento prevê que os países que negociaram, mas ainda não ratificaram os Acordos de Parceria Económica (APE), beneficiem de um regime de importações isentas de direitos e contingentes pautais.

A Comissão, para forçar a assinatura pelos países africanos dos APE, alterou o regulamento para que estes sejam expulsos do anexo de países beneficiários, se até 1 de outubro de 2014 não concluírem os acordos, podendo a Comissão adotar atos delegados para os reintegrar.

Sempre demonstramos à nossa oposição aos APE. O que a UE pretende com estes acordos é assegurar a abertura dos mercados aos seus grandes grupos económicos e financeiros, vender mercadorias e serviços, explorar matérias-primas e impor um modelo de produção dirigido à exportação, segundo os seus interesses.

Ademais, a oposição ao ato delegado referente às Ilhas Fiji justifica-se devido à situação política no país, que está, desde o golpe de 2006, sob uma ditadura militar. O atual governo não tem legitimidade para tomar a decisão de ratificar o APE.

 
  
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  Ashley Fox (ECR), in writing. - Mr President, I have voted against the proposal to remove Fiji from the beneficiaries of duty-free quota-free access to the EU market, because of the disastrous impact it would have on the sugar, agriculture and processed agricultural product sectors of the Fijian economy. Many Fijian workers who rely on these export sectors could lose their jobs and livelihoods as a result, with no certainty that the aims of the proposed rejection would have any concrete political impact. Additionally, the new EPA contains a strong human rights clause, with the possibility of suspension of preferences should Fiji not respect its commitments. Therefore, the Greens and GUE are, by arguing that the EPA should not be implemented, making the chances of democratic transition more unlikely by removing possible EU leverage.

 
  
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  Agnes Jongerius (S&D), schriftelijk. - Onze delegatie heeft zich zojuist onthouden van stemming bij het rapport over Fiji. Wij zijn het ermee eens dat de situatie in Fiji zorgwekkend is. Sinds de staatsgreep van 2006 heeft de bevolking veel last van repressieve maatregelen. Mensenrechten worden stelselmatig geschonden, vooral de vrijheden van meningsuiting, vergadering en vereniging staan onder grote druk. Daardoor kunnen arbeiders zich bijvoorbeeld moeilijk organiseren in een vakbond en is het extreem ingewikkeld om een politieke partij op te richten. Deze omstandigheden in acht nemend, vinden wij het een verkeerd signaal wanneer de EU een EPO met Fiji zou afsluiten.

Aan de andere kant is het van belang dat de EU consequent is in haar beleid met betrekking tot internationale handel en het versterken van mensenrechten in de wereld. De EU moet een betrouwbare partner zijn die gelijke landen ook gelijk behandelt. In dit geval wordt Fiji gestraft voor het schenden van mensenrechten, terwijl er eerder EPO's zijn afgesloten met landen waar de situatie verre van ideaal is. Daarom pleiten wij ervoor dat niet alleen Fiji, maar alle landen waarmee de EU in onderhandeling is, evenals de landen waarmee al EPO's zijn afgesloten, onder de loep worden genomen met betrekking tot de mensenrechtensituatie.

 
  
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  Marc Joulaud (PPE), par écrit. - J'ai voté contre la résolution visant à exclure les îles Fidji du groupe des États ACP (Afrique, Caraïbes, Pacifique) bénéficiant d'avantages commerciaux dans leurs échanges avec l'UE. En effet, les îles Fidji avaient accompli des progrès dans le processus de négociation d'un accord d'association avec l'UE, ce qui les rendait éligibles à ces avantages commerciaux transitoires. Je me félicite du rejet de cette résolution.

 
  
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  Paloma López (GUE/NGL), por escrito. - He votado a favor porque pide la anulación del acto de ratificación del Acuerdo de Asociación Económica con Fiji. El actual Gobierno militar autoproclamado de Fiji no está legitimado para adoptar decisiones relativas a la aplicación y la ratificación del Acuerdo, por lo que la decisión de 17 de julio de 2014 debe considerarse nula.

Creo que la Comisión debiera dejar en suspenso cualquier decisión que prevea la reintegración de Fiji en el anexo I del Reglamento sobre acceso al mercado como consecuencia de la aplicación del AAE provisional hasta que las elecciones anunciadas se hayan celebrado satisfactoriamente de acuerdo con las normas internacionales. Del mismo modo, la Comisión no debería proponer un nuevo acto delegado a este respecto hasta después de un periodo transitorio que permita evaluar debidamente la estabilidad y la irreversibilidad del proceso de reforma democrática.

 
  
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  Jean-Luc Mélenchon (GUE/NGL), par écrit. - Un accord de Partenariat économique a été signé entre les îles Fidji et l'Union européenne en 2009. Le 17 juillet 2014, le président autoproclamé des îles Fidji a fait savoir à l'Union européenne qu'il avait décidé d'appliquer l'accord intérimaire de partenariat. La Commission a autorisée par acte délégué cette mise en oeuvre le 25 juillet 2014. Le rapport propose de revenir sur cette décision de la Commission puisque l'actuelle dictature militaire des Fidji n'a aucune légitimité pour prendre une décision quant à l'application et à la ratification de cet accord. J'ajoute que ces accords n'ont pour unique but que de piller les ressources des pays visés et qu'ils participent de la déstabilisation économique et politique de la région. C'est pourquoi je vote pour.

 
  
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  Marlene Mizzi (S&D), in writing. – I voted against because I am not in agreement with this resolution.

 
  
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  Nadine Morano (PPE), par écrit. - J'ai voté contre la proposition qui consistait à continuer d'exclure les Fidji comme partenaire commercial. La population ne doit pas être l'otage de la situation politique de leur pays. En tant que partenaire des pays ACP (Afrique, Caraïbe, Pacifique), l'Union européenne doit tenter de normaliser les relations avec l'ensemble des membres afin de créer des conditions stables qui pousseront vers le développement économique et politique des différentes régions.

 
  
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  Kati Piri (S&D), schriftelijk. - Onze delegatie heeft zich zojuist onthouden van stemming bij het rapport over Fiji. Wij zijn het ermee eens dat de situatie in Fiji zorgwekkend is. Sinds de staatsgreep van 2006 heeft de bevolking veel last van repressieve maatregelen. Mensenrechten worden stelselmatig geschonden, vooral de vrijheden van meningsuiting, vergadering en vereniging staan onder grote druk. Daardoor kunnen arbeiders zich bijvoorbeeld moeilijk organiseren in een vakbond en is het extreem ingewikkeld om een politieke partij op te richten. Deze omstandigheden in acht nemend, vinden wij het een verkeerd signaal wanneer de EU een EPO met Fiji zou afsluiten.

Aan de andere kant is het van belang dat de EU consequent is in haar beleid met betrekking tot internationale handel en het versterken van mensenrechten in de wereld. De EU moet een betrouwbare partner zijn die gelijke landen ook gelijk behandelt. In dit geval wordt Fiji gestraft voor het schenden van mensenrechten, terwijl er eerder EPO's zijn afgesloten met landen waar de situatie verre van ideaal is. Daarom pleiten wij ervoor dat niet alleen Fiji, maar alle landen waarmee de EU in onderhandeling is, evenals de landen waarmee al EPO's zijn afgesloten, onder de loep worden genomen met betrekking tot de mensenrechtensituatie.

 
  
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  Franck Proust (PPE), par écrit. - Je me suis opposé à la résolution du Parlement européen concernant l'accord de partenariat économique avec les Fidji car un tel rejet, tel qu'il est proposé par certains groupes politiques du Parlement européen, risquerait d'infliger une double peine à un pays à la veille d'élections démocratiques. Ce pays est en voie de développement et il dépend commercialement de l'Union européenne. Il doit ainsi pouvoir encore bénéficier d'avantages commerciaux spécifiques à l'accès au marché de l'Union européenne.

 
  
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  Lidia Senra Rodríguez (GUE/NGL), por escrito. - He votado a favor porque pide la anulación del acto de ratificación del Acuerdo de Asociación Económica con Fiji. El actual Gobierno militar autoproclamado de Fiji no está legitimado para adoptar decisiones relativas a la aplicación y la ratificación del Acuerdo, por lo que la decisión de 17 de julio de 2014 debe considerarse nula.

Creo que la Comisión debiera dejar en suspenso cualquier decisión que prevea la reintegración de Fiji en el anexo I del Reglamento sobre acceso al mercado como consecuencia de la aplicación del AAE provisional hasta que las elecciones anunciadas se hayan celebrado satisfactoriamente de acuerdo con las normas internacionales. Del mismo modo, la Comisión no debería proponer un nuevo acto delegado a este respecto hasta después de un periodo transitorio que permita evaluar debidamente la estabilidad y la irreversibilidad del proceso de reforma democrática.

 
  
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  Ελευθέριος Συναδινός (NI), γραπτώς. – Καταψηφίζω το συγκεκριμένο σχέδιο διότι δεν πρέπει να τεθεί σε εφαρμογή ο κανονισμός που αφορά το εμπόριο μεταξύ της ΕΕ και των νήσων Φίτζι μέχρις ότου υπάρξει νόμιμα εκλεγμένη κυβέρνηση για να μπορέσει να διαπραγματευτεί την εν λόγω συμφωνία.

 
  
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  Paul Tang (S&D), schriftelijk. - Onze delegatie heeft zich zojuist onthouden van stemming bij het rapport over Fiji. Wij zijn het ermee eens dat de situatie in Fiji zorgwekkend is. Sinds de staatsgreep van 2006 heeft de bevolking veel last van repressieve maatregelen. Mensenrechten worden stelselmatig geschonden, vooral de vrijheden van meningsuiting, vergadering en vereniging staan onder grote druk. Daardoor kunnen arbeiders zich bijvoorbeeld moeilijk organiseren in een vakbond en is het extreem ingewikkeld om een politieke partij op te richten. Deze omstandigheden in acht nemend, vinden wij het een verkeerd signaal wanneer de EU een EPO met Fiji zou afsluiten.

Aan de andere kant is het van belang dat de EU consequent is in haar beleid met betrekking tot internationale handel en het versterken van mensenrechten in de wereld. De EU moet een betrouwbare partner zijn die gelijke landen ook gelijk behandelt. In dit geval wordt Fiji gestraft voor het schenden van mensenrechten, terwijl er eerder EPO's zijn afgesloten met landen waar de situatie verre van ideaal is. Daarom pleiten wij ervoor dat niet alleen Fiji, maar alle landen waarmee de EU in onderhandeling is, evenals de landen waarmee al EPO's zijn afgesloten, onder de loep worden genomen met betrekking tot de mensenrechtensituatie.

 
  
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  Marc Tarabella (S&D), par écrit. - Je me suis prononcé en défaveur de la proposition de rèlement délégué de la Commission modifiant l’annexe I du règlement (CE) n° 1528/2007 du Conseil appliquant aux produits originaires de certains États appartenant au groupe des États d’Afrique, des Caraïbes et du Pacifique (ACP) les régimes prévus dans les accords établissant ou conduisant à établir des accords de partenariats économiques, modifié par le règlement (UE) n° 527/2013 du Parlement européen et du Conseil du 21 mai 2013 modifiant le règlement (CE) n° 1528/2007 du Conseil en vue d’exclure un certain nombre de pays de la liste des régions ou États ayant conclu des négociations. En effet, ce texte ne rencontre pas les objectifs vantés par leurs auteurs et n'apporte pas de plus vamlue à la reglementation existante.

 
  
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  Ángela Vallina (GUE/NGL), por escrito. - He votado a favor porque pide la anulación del acto de ratificación del Acuerdo de Asociación Económica con Fiji. El actual Gobierno militar autoproclamado de Fiji no está legitimado para adoptar decisiones relativas a la aplicación y la ratificación del Acuerdo, por lo que la decisión de 17 de julio de 2014 debe considerarse nula.

Creo que la Comisión debiera dejar en suspenso cualquier decisión que prevea la reintegración de Fiji en el anexo I del Reglamento sobre acceso al mercado como consecuencia de la aplicación del AAE provisional hasta que las elecciones anunciadas se hayan celebrado satisfactoriamente de acuerdo con las normas internacionales. Del mismo modo, la Comisión no debería proponer un nuevo acto delegado a este respecto hasta después de un periodo transitorio que permita evaluar debidamente la estabilidad y la irreversibilidad del proceso de reforma democrática.

 
  
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  Marie-Christine Vergiat (GUE/NGL), par écrit. - J'ai voté pour cette résolution commune GUE/NGL - Verts/ALE, dont j'étais co-signataire, concernant l'accord de partenariat économique de l'UE avec la République des Fidji.

Sept pays africains (Botswana, Cameroun, Côte-d'Ivoire, Ghana, Kenya, Namibie et Swaziland) ainsi que la république des Fidji risquent de perdre leur accès préférentiel au marché européen, dont ils bénéficiaient en tant qu'États du groupe ACP, à partir du 1er octobre prochain .

La République des Fidji, contrairement aux sept autres, a signé avec l'UE un accord intérimaire de partenariat économique en 2004.

Or, depuis 2006, et à la suite d'un coup d'État, une dictature militaire a été instaurée aux Fidji.

Et, par cette résolution, la GUE/NGL, a voulu rappeler que ce régime dictatorial n'a aucune légitimité pour ratifier un accord international, lequel devrait être considéré comme nul et contraire aux clauses démocratie et droit de l'Homme des accords de Cotonou.

 
  
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  Miguel Viegas (GUE/NGL), por escrito. - Esta resolução opõe-se ao ato delegado da Comissão, que visa a reintegração de oito países ACP no Anexo I do Regulamento (CE) nº 1528/2007 (Regulamento do acesso ao mercado). Com efeito, este regulamento prevê que os países que negociaram, mas ainda não ratificaram os Acordos de Parceria Económica (APE), beneficiem de um regime de importações isentas de direitos e contingentes pautais.

Sempre demonstramos à nossa oposição aos APE. O que a UE pretende com estes acordos é assegurar a abertura dos mercados aos seus grandes grupos financeiros, vender mercadorias e serviços, explorar matérias-primas e impor um modelo de produção dirigido à exportação, segundo os seus interesses.

Por outro lado, opomo-nos ao ato delegado às Ilhas Fiji devido à situação política no país, que está, desde o golpe militar de 2006, sob uma ditadura militar. Tendo em conta que há eleições marcadas para o dia 17 de setembro, qualquer negociação entre a UE e este país só deve ser feita a posteriori.

 
  
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  Inês Cristina Zuber (GUE/NGL), por escrito. - A resolução, apresentada pelo nosso grupo político no Parlamento Europeu, opõe-se ao ato delegado da Comissão, que visa a reintegração de oito países ACP no Anexo I do Regulamento (CE) nº 1528/2007 (Regulamento do acesso ao mercado).

Este regulamento prevê que os países que negociaram, mas ainda não ratificaram os Acordos de Parceria Económica (APE), beneficiem de um regime de importações isentas de direitos e contingentes pautais.

A Comissão, para forçar a assinatura pelos países africanos dos APE, alterou o regulamento para que estes sejam expulsos do anexo de países beneficiários, se até 1 de outubro de 2014 não concluírem os acordos.

Sempre demonstramos à nossa oposição aos APE. O que a UE pretende com estes acordos é assegurar a abertura dos mercados aos seus grandes grupos financeiros, vender mercadorias e serviços, explorar matérias-primas e impor um modelo de produção dirigido à exportação, segundo os seus interesses.

Opomo-nos ao ato delegado às Ilhas Fiji devido à situação política no país, que está, desde o golpe militar de 2006, sob uma ditadura militar.

Tendo em conta que há eleições marcadas para o dia 17 de Setembro, qualquer negociação entre a UE e este país só deve ser feita a posteriori.

 
  
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  President. - That concludes the explanations of vote.

 
Advertência jurídica