Indiċi 
 Preċedenti 
 Li jmiss 
 Test sħiħ 
Proċedura : 2017/2253(INI)
Ċiklu ta' ħajja waqt sessjoni
Ċiklu relatat mad-dokument : A8-0263/2018

Testi mressqa :

A8-0263/2018

Dibattiti :

PV 10/09/2018 - 26
CRE 10/09/2018 - 26

Votazzjonijiet :

PV 11/09/2018 - 6.9
Spjegazzjoni tal-votazzjoni

Testi adottati :

P8_TA(2018)0326

Dibattiti
It-Tlieta, 11 ta' Settembru 2018 - Strasburgu Edizzjoni riveduta

7.4. Relazzjonijiet bejn l-UE u pajjiżi terzi li jikkonċernaw ir-regolamentazzjoni u s-superviżjoni tas-servizzi finanzjarji (A8-0263/2018 - Brian Hayes)
Vidjow tat-taħditiet
 

Explicații orale privind votul

 
  
MPphoto
 

  Miguel Viegas (GUE/NGL). – Senhor Presidente, passados dez anos sobre a falência do Lehman Brothers, creio que é tempo de fazermos um balanço daquilo que foi feito em termos de supervisão e regulamentação do sistema financeiro e no relacionamento com países terceiros.

Lamentavelmente, nós temos que reconhecer que pouco ou nada se avançou. É sintomático que não tenha sido possível obter um consenso para a criação de um fundo único de resolução que seja suficientemente dotado e que possa, no fundo, de forma credível, corresponder às promessas feitas de que o dinheiro dos contribuintes nunca iria ser utilizado para recapitalizar a banca falida e, em relação à supervisão, são pseudo regras destinadas apenas a maquilhar o balanço dos bancos cujo rácio de alavancagem continua elevadíssimo. Não se avançou em relação à separação da banca de retalho da banca de investimento, a banca sombra continua a crescer sem qualquer tipo de regulação.

Isto prova duas coisas: em primeiro lugar que o poder político continua captado pelos lobbies financeiros e a segunda conclusão é que só um controlo público da banca permitirá alinhar o sistema financeiro com os imperativos de desenvolvimento dos países.

 
Aġġornata l-aħħar: 6 ta' Diċembru 2018Avviż legali