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Debates
Terça-feira, 11 de Dezembro de 2018 - Estrasburgo Edição revista

Novo orçamento geral da União Europeia para o exercício de 2019 (debate)
MPphoto
 

  José Manuel Fernandes (PPE). – Senhor Presidente, começo por agradecer a toda a equipa de negociação, de uma forma muito especial ao presidente da comissão e de uma forma ainda mais especial aos relatores principais - Daniel Viotti e Paul Rübig.

Parabéns também ao comissário, um comissário que fez uma proposta positiva. A negociação não correu bem na primeira fase, mas depois insistiu num ponto que é a possibilidade de se poderem utilizar verbas que estavam afetadas e não foram usadas no que diz respeito à investigação e à inovação.

Este acordo é muito positivo e diria que é muito positivo apesar do Conselho. Estamos a falar de um orçamento pequeno, de um orçamento onde em pagamentos temos 0,9% do rendimento nacional bruto, mas que tem um importante, um enorme valor acrescentado: um orçamento sobretudo dedicado ao investimento, onde apenas 6% são para despesas administrativas.

As nossas prioridades para a investigação e a inovação, para as pequenas e médias empresas, a prioridade da juventude, do Erasmus, estão aqui colocadas.

Mas há uma pergunta para a qual não consegui uma resposta. Porque é que o Conselho não quis utilizar as verbas que não foram usadas em anos anteriores no Horizonte 2020 no que diz respeito à investigação e à inovação? Porque é que o Conselho proclama a investigação como uma prioridade e depois não aceita a possibilidade, não concretiza essa prioridade, não age em conformidade?

E gostava, por exemplo, de saber porque é que o ministro das Finanças da Alemanha ou o ministro das Finanças de França não quiseram utilizar 400 milhões de euros da investigação e inovação?

 
Última actualização: 22 de Maio de 2019Advertência jurídica