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Debates
Terça-feira, 16 de Abril de 2019 - Estrasburgo Edição provisória

Situação em Moçambique, no Maláui e no Zimbabué após o ciclone Idai (debate)
MPphoto
 

  Ana Gomes (S&D). – Solidariedade com as vítimas do ciclone Idai em Moçambique, Malawi e no Zimbabwe sim, mas em Moçambique é preciso entender que desgoverno e espiral de corrupção são a todos os níveis, incluindo ao mais alto nível político, o pior inimigo do povo que tenta recuperar da devastação e das doenças deixadas pelo Idai. São o inimigo que a União Europeia e todos os países doadores devem ajudar a combater para que o povo de Moçambique não seja mais prejudicado, apesar da solidariedade e da ajuda de emergência que não foi, e não devia ter sido, regateada.

Corrupção e impunidade são o que explica que as autoridades de Moçambique, incluindo, inacreditavelmente, a PGR, até hoje não tenham aceite as ofertas de ajuda das polícias e PGR de Portugal para localizarem o empresário português Américo Sebastião, raptado por forças governamentais há quase três anos, na província de Sofala.

Corrupção e impunidade são o que explica o assassinato do constitucionalista francês Gilles Cistac e os assassinatos, tortura, raptos e agressões a jornalistas e a outros corajosos moçambicanos que ousam expor e criticar as dívidas ocultas e as ostensivas que afundam Moçambique.

Não ajudaremos o povo Moçambique se fizermos vista grossa à corrupção e à impunidade que desgovernam este país irmão e entravam a recuperação pelo seu sacrificado povo de desastres climáticos como o ciclone Idai e de outros desastres.

 
Última actualização: 9 de Julho de 2019Advertência jurídica