Voltar ao portal Europarl

Choisissez la langue de votre document :

  • bg - български
  • es - español
  • cs - čeština
  • da - dansk
  • de - Deutsch
  • et - eesti keel
  • el - ελληνικά
  • en - English
  • fr - français
  • ga - Gaeilge
  • hr - hrvatski
  • it - italiano
  • lv - latviešu valoda
  • lt - lietuvių kalba
  • hu - magyar
  • mt - Malti
  • nl - Nederlands
  • pl - polski
  • pt - português (seleccionado)
  • ro - română
  • sk - slovenčina
  • sl - slovenščina
  • fi - suomi
  • sv - svenska
 Index 
 Texto integral 
Debates
Terça-feira, 16 de Abril de 2019 - Estrasburgo Edição provisória

Proteção da integridade das eleições europeias, especialmente no que se refere às ciberameaças internacionais (debate)
MPphoto
 

  Carlos Coelho (PPE). – Senhor Presidente, Senhor Presidente do Conselho, Senhor Comissário King, nas eleições europeias de maio os cidadãos terão de escolher que Europa querem para enfrentar os desafios do futuro. E essa escolha tem de ser livre. Não sejamos ingénuos. Há quem queira destruir o projeto europeu. Temos forças externas que querem minar a União e que contam com aliados cá dentro. E que, como se viu em eleições recentes, estão dispostas a usar todas as armas que têm à sua disposição, sobretudo no mundo digital.

Mas desengane-se quem pensa que os europeus não estão conscientes dessas ameaças. 73% dos cidadãos estão preocupados com campanhas de desinformação, 67% estão preocupados com a proteção dos seus dados e 55% estão preocupados com a sua liberdade de intervenção pública online. É a estes receios que temos de responder.

Temos de assegurar a segurança da infraestrutura dos nossos sistemas eleitorais blindando-os a qualquer ataque informático. Temos de proteger os dados dos nossos cidadãos exigindo das plataformas digitais os mais elevados padrões de exigência. E temos de combater as campanhas de desinformação e as notícias falsas, as fake news, apelando à responsabilidade dos media tradicionais e das redes sociais.

Liberdade, democracia e Estado de direito são mais do que valores da União. São a nossa identidade. Uma identidade que alguns querem destruir com novas armas. Defendê-la não é uma decisão que tenhamos que tomar, é uma obrigação a que temos de responder.

 
Última actualização: 9 de Julho de 2019Advertência jurídica