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Debates
Quinta-feira, 18 de Abril de 2019 - Estrasburgo Edição revista

China, em particular a situação das minorias religiosas e étnicas
MPphoto
 

  João Pimenta Lopes (GUE/NGL). – Senhor Presidente, assistimos mais uma vez ao exercício de hipocrisia da União Europeia na instrumentalização dos direitos humanos como forma de interferir e ingerir sobre países soberanos, procurando alavancar uma posição de domínio ou de condicionar o seu desenvolvimento. Uma União Europeia que não é referência nem tem legitimidade em matéria de direitos humanos, seja por violação grosseira, como é bem patente nas migrações, seja pela cumplicidade com a sua violação com os seus aliados como os Estados Unidos, Arábia Saudita e Israel, entre outros, na agressão a países e povos.

A presente resolução não é mais do que uma subjugação e alinhamento à política de confronto de Trump contra a China e a operação de desestabilização interna daquele país.

O que aqui hoje como sempre defendemos, à luz da Constituição da República Portuguesa, é a cooperação com países terceiros, baseada no respeito pela soberania e não ingerência, tal como inscritos na Carta das Nações Unidas. Esse é o caminho que melhor serve e salvaguarda, nomeadamente os interesses de Portugal nas relações com aquele ou qualquer outro país.

 
Última actualização: 8 de Julho de 2019Advertência jurídica