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Debates
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Quarta-feira, 3 de Julho de 2019 - Estrasburgo Edição provisória
1. Abertura do período de sessões
 2. Comunicação dos candidatos à eleição para o cargo de Presidente
 3. Breves alocuções dos candidatos à eleição para o cargo de Presidente
 4. Eleição do Presidente do Parlamento (primeira volta do escrutínio)
 5. Reinício da sessão
 6. Eleição do Presidente do Parlamento (primeira volta do escrutínio) (comunicação dos resultados)
 7. Reinício da sessão
 8. Eleição do Presidente do Parlamento (segunda volta do escrutínio)
 9. Reinício da sessão
 10. Eleição do Presidente do Parlamento (segunda volta do escrutínio) (comunicação dos resultados)
 11. Constituição dos grupos políticos: Ver Acta
 12. Ordem dos trabalhos: Ver Acta
 13. Período de votação
  13.1. Composição numérica das comissões (B9-0001/2019) (votação)
 14. Declarações de voto
 15. Eleição dos vice-presidentes do Parlamento Europeu (prazo para a entrega de candidaturas)
 16. Reinício da sessão
 17. Aprovação da acta da sessão anterior: Ver Acta
 18. natura dos atos aprovados em conformidade com o processo legislativo ordinário (artigo 79.º do Regimento) : Ver Acta
 19. Eleição dos Vice-Presidentes do Parlamento (comunicação das candidaturas)
 20. Eleição dos Vice-Presidentes do Parlamento (primeira volta do escrutínio)
 21. Reinício da sessão
 22. Eleição dos Vice-Presidentes do Parlamento (primeira volta do escrutínio) (comunicação dos resultados)
 23. Reinício da sessão
 24. Eleição dos Vice-Presidentes do Parlamento (segunda volta do escrutínio)
 25. Reinício da sessão
 26. Eleição dos Vice-Presidentes do Parlamento (segunda volta do escrutínio) (continuação)
 27. Reinício da sessão
 28. Eleição dos Vice-Presidentes do Parlamento (segunda volta do escrutínio) (comunicação dos resultados)
 29. Reinício da sessão
 30. Eleição dos Vice-Presidentes do Parlamento (terceira volta do escrutínio) (comunicação dos resultados)
 31. Eleição dos questores (prazo para a entrega de candidaturas)
 32. Ordem do dia da próxima sessão: Ver Acta
 33. Encerramento da sessão


PRESIDENZA DELL'ON. ANTONIO TAJANI

1. Abertura do período de sessões
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(La seduta è aperta alle 9.13)

 

2. Comunicação dos candidatos à eleição para o cargo de Presidente
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  Presidente. – Questa mattina procederemo all'elezione del Presidente, conformemente alle disposizioni del nostro regolamento e non in base a decisioni e proposte esterne. Questo è un Parlamento libero e autonomo.

(Applausi)

Comunico di aver ricevuto, conformemente alle pertinenti disposizioni del regolamento, le seguenti candidature per la carica di Presidente del Parlamento europeo:

On. Ska KELLER

(Applausi vivi)

On. Sira REGO

(Applausi vivi)

On. David Maria SASSOLI

(Applausi vivi)

On. Jan ZAHRADIL

(Applausi vivi)

Tutti i candidati mi hanno confermato di accettare le rispettive candidature.

 

3. Breves alocuções dos candidatos à eleição para o cargo de Presidente
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  Presidente. – Prima di dare inizio alla votazione, darò brevemente la parola a ciascun candidato in ordine alfabetico. Ogni candidato avrà a disposizione 5 minuti per il proprio intervento.

 
  
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  Ska Keller (Verts/ALE). – Dear colleagues, but most importantly, dear European citizens. Five weeks ago you as citizens used your right to vote and elected us as your representatives. You have given us the mandate to shape the future of this House, and also the future of the European Union, and I want to thank you for putting your trust in this institution. But you have also given us a very clear message, and the message is that the European project is very much alive. You, the voters, have answered the hateful and divisive rhetoric of the populist right with a clear pro-European message, and I thank you for that.

(Applause)

Dear colleagues, the past elections have seen an increased voter turnout, and this is a very encouraging sign, but it also means responsibility to us as the European Parliament. Thanks to the voters, we now have a strong mandate to decide on the future of Europe and to hold the Commission and the Member States accountable. And as parliamentarians we have received a mandate to strengthen the European Parliament as an institution.

And I say: let’s strengthen the Parliament today and let’s strengthen it together by electing a Parliament President that embodies the independence of our institution. We cannot accept that the Presidency of this House is being treated as a bargaining chip in old-school backroom Council negotiations. This is not the signal we need to send to the citizens.

There can be no doubt the European Union is more important than ever. In the wake of climate crisis, growing social inequalities and international confrontation, we need Europe more than ever. But as EU institutions we haven’t always been very successful in reaching out to the citizens and telling them, convincing them, that we are actually working for them, addressing the issues that are most important to them. And as President I want to renew the trust and I want to make sure that the European Parliament is the space where citizens are discussing.

In the past few years we have been having debates on the future of Europe with heads of state and government, with presidents and so on, and this has been very interesting. But why not now change the direction and say “we’ll open the House and discuss the future of the European Union with the citizens, with civil society, with the people that shape our continent today”?

In Parliament we clearly defend human rights, democracy, the rule of law, and as Parliament President I want to be the ambassador for exactly those values and principles. And in order also to be credible as an institution we need to work, always and every day, to make sure we are fulfilling the principles that we ask others to fulfil, be it transparency, be it gender equality, be it inclusion, workers’ rights, and also reducing our ecological footprint. And, dear colleagues, the European Union is the biggest historic achievement of our continent. It has ensured peace, friendship and prosperity on a continent that used to be dominated by war and by hatred.

As elected Members of the European Parliament we have a shared responsibility to honour and to defend this historic achievement that we have inherited. I was born in a country that was divided by the Iron Curtain. I have lived on the border between Poland and Germany. I have seen for myself what it means when Europe brings people together, when Europe overcomes borders in the mines and on the ground. And I see also for myself a personal responsibility to defend that European heritage.

In order to defend Europe we also need to show the courage to change it for the better and, as the only directly elected EU institution, the European Parliament has a key role in making this leap forward. This House has been for many years fighting to defend and increase our rights as Parliament, because that means increasing the rights and representation of the citizens, the citizens who elect us, who send us to this Chamber. And to continue this work on parliamentary rights, I am running today for the honour of chairing this Parliament and I would be grateful for your support.

(Applause)

 
  
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  Sira Rego (GUE/NGL). – Señor presidente, es un orgullo representar la candidatura de un Grupo que es humilde en número pero que está firmemente comprometido con la defensa de los intereses de los pueblos de Europa y, en especial, de la gente trabajadora. Presentamos esta candidatura desde el convencimiento de que, mientras algunos grupos y los gobiernos de Europa han mercadeado con los sillones, la vida ahí fuera y el futuro de millones de personas dependen de las decisiones que tomemos en este Parlamento.

Por eso, para nosotras es imprescindible que hablemos de qué lado va a estar la persona que presida esta Cámara en los próximos años. ¿Va a seguir estando del lado de los lobbies y de las multinacionales? ¿Estará del lado de la Europa de los muros? ¿Seguirá alimentando al monstruo del neofascismo? O, como queremos nosotras, ¿se colocará de una vez por todas del lado de los pueblos, de las trabajadoras y de los derechos humanos?

Desde luego, nosotras defendemos un Parlamento que responda a las necesidades de nuestros pueblos, que ciña su mandato a la soberanía popular y, sobre todo, que trabaje para que la Unión Europea deje de progresar a costa de la explotación de las trabajadoras y de los recursos naturales del planeta.

Somos conscientes de que las políticas económicas de la UE han dejado malparados a países enteros. En España, en Grecia o en Portugal lo hemos sufrido especialmente. La doctrina neoliberal sobre la que se ha construido la Unión Europea genera sufrimiento, genera paro, genera precariedad y genera desigualdad. Estas políticas nos están abocando a una vida sin futuro y a una vida sin esperanza, y no solo en lo económico.

Esas mismas políticas y el modelo productivo y de consumo que conllevan también son corresponsables de la crisis ecosocial y de la emergencia climática que vive nuestro planeta. Negar esto es hacerse trampas. El barniz verde que la Unión Europea aplica a sus políticas no va a solucionar un problema que ya empezamos a sufrir claramente en cada uno de nuestros Estados. Creemos que este debe ser uno de los principales asuntos que aborde esta Cámara y por eso les pedimos que apoyen nuestra propuesta de crear una comisión especial sobre emergencia climática. Es imprescindible ahora.

Pero hay más. Las políticas neoliberales de esta Unión Europea son las que engendran el monstruo del fascismo. Aquí están sentados la extrema derecha y también los que asumís sus políticas xenófobas, racistas y machistas. No vamos a permitir que este Parlamento normalice el discurso del odio o que justifique la violación de los derechos humanos, escudándose en un discurso de seguridad tramposo.

Hace unos días fue detenida Carola Rackete. Una heroína que salva vidas en el Mediterráneo, por mucho que el señor Salvini quiera criminalizar su labor. Por eso proponemos que, en adelante, este Parlamento proporcione amparo y cobertura legal a toda persona que sea perseguida por salvar vidas.

Y yo, que vengo del sur, del país del 8 M, del país que para cuando paramos las mujeres, yo sé, sabemos, que el feminismo es el gran antídoto para parar al fascismo. Sabemos que viene a impugnarlo todo. Y propone una sociedad absolutamente nueva. Pedimos a los gobiernos y a la Comisión Europea que dejen de engañarnos. Las mujeres no nos conformamos con ser cuotas, queremos políticas feministas, queremos convertir la vida y los cuidados en categoría política, y por eso vamos a exigir que el feminismo esté presente en la agenda de las instituciones y de este Parlamento no como una etiqueta, sino como una matriz sobre la que construir nuestras sociedades.

Queremos hacer visibles las historias de las mujeres invisibles que soportaron sobre sus hombros la construcción de nuestros países. Aunque la historia se empeñe en borrarnos, somos nosotras quienes sostenemos los cimientos de nuestras sociedades.

Hoy nos presentamos aquí sabiendo en qué bando estamos. Aquí y ahora defendemos los derechos de nuestra gente, de la gente que se gana la vida con su trabajo y con su esfuerzo. Por ello, recordamos y hacemos nuestra la Europa fraterna y antifascista. La de la resistencia francesa encabezada por republicanos españoles en la liberación de París; la de Manolis Glezos arrancando la bandera de la barbarie nazi de la Acrópolis de Atenas; la del 25 de abril que se liberó del tirano al son de Grandôla, Vila Morena, la de los partisanos italianos del Bella Ciao que pusieran boca abajo a Mussolini. Esa es la Europa que reclamamos.

Pero, más aún, reivindicamos las luchas del presente y nos reconocemos en ellas. La dignidad de las activistas del Sea Watch y del Open Arms que rescataban personas frente a la Europa fortaleza. Nos reconocemos en las movilizaciones de las jóvenes que defienden su derecho al futuro en un planeta vivo. La Europa del feminismo que viene a cambiarlo todo; por eso nos empeñamos en que este Parlamento construya una Europa de paz, una Europa solidaria, que no se deje a nadie atrás. ¡Arriba las que luchan!

(Aplausos)

 
  
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  Presidente. – Prego i candidati alla Presidenza di parlare più lentamente perché gli interpreti hanno difficoltà a tradurre.

In questo Parlamento ognuno ha diritto di esprimere le proprie idee. Se su vuole essere rispettati, bisogna rispettare gli altri.

 
  
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  David-Maria Sassoli (S&D). – Signor Presidente, onorevoli colleghi, anch'io mi candido alla presidenza del Parlamento e lo faccio perché credo che l'Europa sarà più forte solo con un Parlamento in grado di giocare un ruolo più importante.

Abbiamo di fronte delle sfide decisive, che nel prossimo futuro ci metteranno a dura prova, minacciando anche l'idea stessa di Unione europea, sfide che potremmo affrontare solo se resteremo uniti, se riusciremo, nel rispetto delle nostre diversità, ad esercitare al meglio la nostra funzione legislativa di bilancio, di controllo e di indirizzo politico.

Io voglio essere il rappresentante, con voi, delle nostre differenze e della nostra capacità di decidere, per affermare la centralità del Parlamento, la sua autonomia e il valore della democrazia che esso rappresenta. Dobbiamo essere tutti, comunque la pensiamo, impegnati nel costruire davvero la casa della democrazia europea e questo Parlamento deve essere la casa della democrazia europea.

Le elezioni sono state un successo di partecipazione! Diciamolo: non ce lo aspettavamo nemmeno noi che eravamo molto impegnati nelle elezioni, perché si sono recati alle urne per la prima volta tanti nuovi elettori, una forte novità che si rispecchia anche in questa Assemblea: i nuovi parlamentari rappresentano il 62% del totale, una percentuale altissima di nuova energia. Gli elettori ci hanno dato un mandato, dicendoci che credono nella nostra Istituzione, che credono nella democrazia, nelle libere elezioni. Non li possiamo deludere e questo Parlamento e questa legislatura devono interpretare e guidare il cambiamento possibile e necessario per rendere l'Europa più forte e moderna.

Dobbiamo ristabilire la fiducia, una fiducia reciproca fra cittadini e istituzioni. Ed è qui che servirà tutta la nostra ambizione e tutto il nostro coraggio per affrontare le grandi sfide del cambiamento climatico, della giustizia sociale, del governo delle politiche migratorie, della crescita, del lavoro e di condizioni di pari opportunità e di diritti per tutti.

Se vorrete darmi la vostra fiducia da Presidente, ci batteremo insieme per un Parlamento moderno, più trasparente, ecosostenibile e accessibile ai cittadini. Mi impegnerò con tutte le mie energie perché il Parlamento sia rispettato: sì rispettato da Stati e istituzioni.

Voi, cari colleghi, siete qui perché rappresentate la speranza – anche la rabbia – dei nostri cittadini, ma certamente le emozioni, i sentimenti dei popoli europei e io sarò sempre a vostra disposizione: vi ascolterò, collaborerò con voi con grande attenzione, perché questo significa ascoltare in ogni momento il respiro e la volontà delle donne, degli uomini e dei nostri giovani che hanno delle straordinarie opportunità in questa Europa. Pensate, possono viaggiare, possono innamorarsi senza costrizioni.

Sarò garante di un confronto aperto, diretto e plurale, ma sempre nel pieno rispetto delle opinioni di tutti voi e, naturalmente, delle prerogative del Parlamento, perché è in quest'Aula – si è in quest'Aula e spesso non ce ne rendiamo conto – che si protegge la nostra indipendenza.

"Niente è possibile senza gli uomini, niente dura senza le istituzioni". Credo che il richiamo di Jean Monnet sia ancora, oggi, molto attuale.

 
  
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  Jan Zahradil (ECR). – Mr President, for those fellow MEPs who don’t know me yet, I’ve been sitting in this Parliament since 2004 and I have lived through five Presidents of the European Parliament already. That gives me a certain experience, I hope, and a certain expertise to understand what this Parliament could do and should do, what could be improved, and maybe changed, and what Parliament’s President should or shouldn’t do.

I believe that this expertise and this experience also tell me what makes a good President of the European Parliament. I believe that a good President of the European Parliament should be non-partisan, neutral and impartial. He or she should treat all Groups and all individuals in this Parliament equally, fairly and with respect, and the person should always remember that he or she doesn’t represent just himself or herself but this Parliament in its entirety, and I stress ‘in its entirety’.

I had a certain advantage in starting my campaign a little bit earlier so I have produced this leaflet with that very nice guy on the front page. It’s already been sent to you via email so I hope that at least some of you have had the chance to read it. I talk there about how to regain trust in this Parliament, how to have an open and fair Parliament, how to listen and to respond to the concerns of our citizens, how to have a more efficient and less wasteful Parliament, and also how to come with some strategic oversight for the future.

First and foremost, I speak in that set of principles about restoring balance. I believe that we should – and we must – restore the balance between the European level and the national level which enables us to work together, and also restore or find a new balance amongst our institutions – the European Parliament, the European Council and the European Commission – which will stop institutional infighting and will start a new level of cooperation.

Mentioning balance, I probably should not forget to mention one other aspect of that balance. Since 2004, over the last 15 years, 13 new member countries have joined the European Union, 11 of them from the central and eastern European region and, as far as I know, I am the only person from that part of Europe applying for any top job in the European Union. I think we also need that kind of balance.

One third of EU Member States are not part of the euro area and I am, as far as I know, the only candidate applying for a top EU job who comes from a non-euro area country and I believe that we also need that kind of balance. Last, but not least, there are big states, big nations, great nations, but also small or midsize nations. I believe – if I am not wrong – that apart from Belgium, I am the only representative of a small or midsize nation who is applying for a top job in the European Union. I believe that we also need that kind of balance.

So, Ladies and Gentlemen, I can only kindly invite you to vote for me and, in return, I can promise you that I will deliver you a good European Parliament President. Thank you in advance for every vote.

(Applause)

 
  
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  Presidente. – Abbiamo ascoltato i quattro candidati alla Presidenza, le loro idee, le loro proposte e i motivi per i quali chiedono il vostro consenso.

Prima di passare alla votazione, voglio ringraziare tutti coloro che ci permettono di svolgere nel modo migliore il nostro lavoro, tutti i funzionari, tutti gli assistenti, tutti gli uscieri, gli interpreti, perché senza di loro non potremo svolgere la nostra funzione di rappresentanti del popolo.

(Applausi)

Ringrazio inoltre in modo particolare il Segretario generale, Klaus Welle, che festeggia oggi il suo compleanno. Buon compleanno.

(Applausi)

 

4. Eleição do Presidente do Parlamento (primeira volta do escrutínio)
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  Presidente. – Passiamo ora alla nostra libera scelta. Ripeto: il Parlamento eleggerà il suo Presidente indipendentemente da qualsiasi sollecitazione esterna. Spetta ai deputati votare ed eleggere il proprio Presidente. Così come sono stato eletto io in maniera libera, sono convinto che anche il prossimo Presidente del Parlamento sarà eletto liberamente da tutti quanti voi.

Le istruzioni relative all'elezione del Presidente sono state distribuite per via elettronica a tutti i deputati e copie supplementari sono a vostra disposizione all'entrata dell'Aula.

Vi ricordo che, a norma dell'articolo 16, paragrafo 1, per essere eletto, un candidato deve ottenere, nei primi tre scrutini, la maggioranza assoluta dei suffragi espressi. Ripeto: per essere eletto, il candidato deve ottenere la maggioranza assoluta dei suffragi espressi.

Le schede bianche o nulle non saranno considerate ai fini del calcolo dei voti espressi.

Procediamo ora alla distribuzione delle schede di voto e delle buste. Vi invito ad attendere fino all'apertura della votazione mentre vi spiego le modalità dell'elezione.

Innanzi tutto vorrei sapere se sono presenti tutti gli scrutatori che abbiamo scelto ieri. Mi dicono di sì.

Per votare, bisogna apporre una crocetta sulla casella corrispondente al nome del candidato scelto. Vi ricordo che è possibile votare per un solo candidato.

Qualora vogliate rettificare il voto, chiedete una nuova scheda a un usciere, il quale ve la consegnerà in cambio della scheda errata, che sarà distrutta. La presenza sulla scheda di scritte o segni diversi da quelli necessari per esprimere il voto ne comporterà l'annullamento; lo stesso dicasi se si vota per più di un candidato.

Piegate la scheda in quattro prima di inserirla nella busta.

Per chi lo desideri, vi sono cabine elettorali all'ingresso dell'emiciclo.

Per la votazione, vi invito a servirvi dell'urna che corrisponde alla prima lettera del vostro cognome:

la prima urna è per le lettere A e B

la seconda urna è per le lettere C e D

la terza urna è per le lettere da E a G

la quarta urna è per le lettere da H a K

la quinta urna è per le lettere L e M

la sesta urna è per le lettere da N a R

la settima urna è per la lettera S e T

l'ottava urna è per le lettere da U a Z

Non potete votare finché non dichiarerò aperto il voto. Non procederò alla chiama dei deputati ma mi limiterò ad annunciare l'apertura e la chiusura della votazione.

I nomi dei deputati che hanno partecipato a una votazione a scrutinio segreto sono pubblicati nel processo verbale, ragion per cui vi invito a firmare l'elenco di presenza prima di depositare la scheda nell'urna.

Vi ricordo, per la votazione, di depositare la scheda elettorale nell'urna che corrisponde alla prima lettera del vostro cognome. All'atto di votare, vi invito a mostrare allo scrutatore un documento d'identità o il vostro badge.

Gli scrutatori voteranno alla fine dello scrutinio. Invito ora gli scrutatori a recarsi alle rispettive urne.

 
  
 

(La seduta è sospesa alle 10.16 per lo spoglio delle schede.)

 

5. Reinício da sessão
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(La seduta è ripresa alle 11.14)

 

6. Eleição do Presidente do Parlamento (primeira volta do escrutínio) (comunicação dos resultados)
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  Presidente. – Comunico l'esito della votazione.

Numero di votanti: 735

Schede bianche o nulle: 73

Voti espressi: 662

Maggioranza assoluta necessaria per l'elezione: 332

I candidati hanno ottenuto i seguenti voti:

On. Keller: 133 voti

On. Rego: 42 voti

On. Sassoli: 325 voti

On. Zahradil: 162 voti

Poiché nessun candidato ha ottenuto la maggioranza assoluta dei voti espressi, procederemo ora a un secondo scrutinio.

Se non vi sono osservazioni o altre candidature, considero ancora valide le candidature del primo scrutinio.

Vi sono osservazioni?

Comunico di aver ricevuto le seguenti candidature:

On. Ska KELLER

(Applausi)

On. Sira REGO

(Applausi)

On. David Maria Sassoli

(Applausi)

On. Jan Zahradil

(Applausi)

In assenza di ulteriori candidature, svolgeremo il secondo scrutinio alle 11.40.

(La seduta è sospesa alle 11.18)

 

7. Reinício da sessão
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(La seduta è ripresa alle 11.44)

 

8. Eleição do Presidente do Parlamento (segunda volta do escrutínio)
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  Presidente. – Procediamo ora al secondo scrutinio, ragion per cui invito gli scrutatori a prendere posto accanto alle rispettive urne. Voteranno al termine dello scrutinio.

Le schede di voto e le buste sono state distribuite.

La votazione è aperta.

 
  
 

(La seduta è sospesa alle 12.14 per lo spoglio delle schede)

 

9. Reinício da sessão
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(La seduta è ripresa alle 13.03)

 

10. Eleição do Presidente do Parlamento (segunda volta do escrutínio) (comunicação dos resultados)
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  Presidente. – Comunico l'esito della seconda votazione.

Numero di votanti: 704

Schede bianche o nulle: 37

Voti espressi: 667

Maggioranza assoluta necessaria per l'elezione: 334

I candidati hanno ottenuto i seguenti voti:

On.  Keller: 119 voti

On. Rego: 43 voti

(Applausi vivi)

On.  Sassoli: 345 voti

(Applausi vivi e prolungati)

Onorevole Zahradil: 160 voti

(Applausi)

L'on. Sassoli ha ottenuto la maggioranza assoluta dei voti espressi.

L'On. Sassoli è il nuovo Presidente del Parlamento europeo. Mi congratulo per la Sua elezione, le porgo i migliori auguri per il Suo mandato e la invito ad assumere la presidenza del Parlamento europeo.

 
  
  

PRESIDENZA DELL'ON. DAVID-MARIA SASSOLI

 
  
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  Presidente. – Cittadine e cittadini dell'Unione europea, signore e signori parlamentari, onorevoli colleghe e colleghi, cari amici, rappresentanti delle istituzioni, dei Governi, donne e uomini di questa amministrazione, tutti voi capirete la mia emozione in questo momento nell'assumere la Presidenza del Parlamento europeo e di essere stato scelto da voi a rappresentare l'Istituzione che più di ogni altra ha un legame diretto con i cittadini, che ha il dovere di rappresentare e anche di difendere, nonché di ricordare sempre che la nostra libertà è figlia della giustizia che sapremo conquistare e della solidarietà che sapremo sviluppare.

Permettetemi di ringraziare il Presidente Antonio Tajani per il lavoro che ha svolto, per il suo grande impegno, e la sua dedizione a questa Istituzione.

(Applausi prolungati)

Voglio anche dare il benvenuto ai parlamentari confermati e alle donne, che rappresentano il 40 % di tutti noi: è un buon risultato ma noi vogliamo di più.

(Applausi)

In questo momento, al termine di un'intensa campagna elettorale, ha inizio una legislatura che gli avvenimenti caricano di grande responsabilità, perché nessuno può accontentarsi di conservare l'esistente: ce lo dice il risultato elettorale e ce lo testimonia anche la composizione di questa Assemblea.

Siamo immersi in trasformazioni epocali: disoccupazione giovanile, migrazioni, cambiamenti climatici, rivoluzione digitale, nuovi equilibri mondiali, solo per citare alcune delle grandi questioni che, per essere tutte governate, hanno bisogno di nuove idee, del coraggio di saper coniugare con grande saggezza e il massimo di audacia.

Dobbiamo recuperare lo spirito dei padri fondatori, lo spirito di Ventotene, di coloro che seppero mettere da parte le ostilità della guerra e porre fine ai guasti del nazionalismo, dandoci un progetto capace di coniugare pace, democrazia, diritti, sviluppo e uguaglianza.

In questi mesi in troppi hanno scommesso sul declino di questo progetto, alimentando anche divisioni e conflitti che pensavamo essere un triste ricordo della nostra storia. I cittadini hanno dimostrato invece di credere ancora in questo straordinario progetto, l'unico in grado di dare risposte alle sfide globali, alle sfide che abbiamo di fronte.

Dobbiamo avere la forza di rilanciare il nostro processo di integrazione, cambiando la nostra Unione per renderla capace di rispondere in modo più forte alle esigenze dei nostri cittadini e per dare risposte vere alle loro preoccupazioni, al loro sempre più diffuso senso di smarrimento. La difesa e la promozione dei nostri valori fondanti di libertà, dignità e solidarietà deve essere perseguita ogni giorno dentro e fuori l'Unione europea.

Care colleghe e cari colleghi, pensiamo più spesso al mondo che abbiamo il dovere di vivere e alle libertà di cui godiamo. E allora diciamolo noi, visto che ad altri, ad est, a ovest, a sud fanno fatica a riconoscere che tante cose ci fanno diversi, non migliori ma diversi e che noi europei siamo orgogliosi delle nostre diversità. Ripetiamolo: perché sia chiaro a tutti che in Europa nessun governo può uccidere – e questa non è una banalità: il valore della persona e la sua dignità sono il nostro modo di misurare le nostre politiche; che in Europa nessuno può tappare la bocca agli oppositori, che i nostri governi e le nostre istituzioni che li rappresentano sono il frutto della democrazia di libere scelte, di libere elezioni; che nessuno può essere condannato per la propria fede religiosa, politica, filosofica; che da noi ragazze e ragazzi possono viaggiare, studiare, amare senza costrizioni; che nessun europeo può essere umiliato o emarginato per il proprio orientamento sessuale; che nello Spazio europeo, con modalità diverse, la protezione sociale è parte della nostra identità.

Il nostro modello di economia sociale di mercato va rilanciato. Le nostre regole economiche devono saper coniugare crescita, protezione sociale, rispetto dell'ambiente. Dobbiamo dotarci di strumenti adeguati per contrastare le povertà, dare prospettive ai nostri giovani, rilanciare investimenti sostenibili, rafforzare il processo di convergenza fra le nostre regioni e i nostri territori. La rivoluzione digitale sta cambiando in profondità i nostri stili di vita, il nostro modo di produrre e di consumare: abbiamo bisogno di regole che sappiano coniugare progresso tecnologico, sviluppo delle imprese, tutela dei lavoratori e delle persone.

Il cambiamento climatico ci espone a rischi enormi, ormai evidenti: servono investimenti per tecnologie pulite, per rispondere ai milioni di giovani che sono scesi in piazza e alcuni sono venuti anche qui, in quest'Aula, per ricordarci che non esiste un altro pianeta. Dobbiamo lavorare per una sempre più forte parità di genere e un sempre maggiore ruolo delle donne ai vertici della politica, dell'economia e del sociale.

Signore e signori, questo è il nostro biglietto da visita per un mondo che non ha regole ma che deve trovare regole e che noi vogliamo aiutare ad avere regole. Ma tutto questo non è avvenuto per caso. L'Unione europea non è un incidente della storia.

Io sono figlio di un uomo che a vent'anni ha combattuto contro altri europei. Sono figlio di una mamma, che anch'essa a vent'anni ha lasciato la propria casa e ha trovato rifugio presso altre famiglie. Io so che questa è la storia anche di tante vostre famiglie. E so anche che se mettessimo in comune le nostre storie e ce le raccontassimo davanti a un bicchiere di birra, non diremmo mai che siamo figli o nipoti di un incidente della storia, ma diremmo che la nostra storia è scritta sul dolore, sul sangue dei giovani britannici sterminati sulle spiagge della Normandia, sul desiderio di libertà, di Sofia e Hans Schöll, sull'ansia di giustizia degli eroi del ghetto di Varsavia, sulle primavere represse con i carri armati nei nostri paesi dell'Est, sul desiderio di fraternità che ritroviamo ogniqualvolta la coscienza morale impone di non rinunciare alla propria umanità e l'obbedienza non può considerarsi una virtù.

Non siamo un incidente della storia, ma i figli e i nipoti di coloro che sono riusciti a trovare l'antidoto a quella degenerazione nazionalista che ha avvelenato la nostra storia: se siamo europei è anche perché siamo tutti innamorati dei nostri paesi. Ma il nazionalismo che diventa ideologia e idolatria produce virus, che possono produrre conflitti distruttivi.

Colleghe e colleghi, abbiamo bisogno di visione e per questo serve la politica. Sono necessari i partiti europei sempre più capaci di essere l'architrave della nostra democrazia. Ma dobbiamo dare loro anche nuovi strumenti: quelli che abbiamo sono insufficienti. Questa legislatura dovrà rafforzare le procedure per rendere il Parlamento europeo protagonista di una completa democrazia europea.

Ma non partiamo da zero. Non nasciamo dal nulla. L'Europa si fonda sulle sue istituzioni che, seppure imperfette e da riformare, ci hanno garantito le nostre libertà, la nostra indipendenza. Con le nostre istituzioni saremo in grado di rispondere anche a tutti coloro che sono impegnati a dividerci. E allora diciamolo oggi in quest'Aula, all'inizio di questa legislatura, che il Parlamento europeo sarà garante dell'indipendenza dei cittadini europei e che solo loro sono abilitati a scrivere il proprio destino. Nessuno per loro, nessuno al posto nostro.

In quest'Aula, insieme a tanti colleghi e colleghe con molta esperienza, vi sono anche tantissimi deputati alla prima legislatura. Porgo loro un cordiale saluto di benvenuto. Ho letto molte delle loro biografie e mi sono convinto si tratti di una presenza molto positiva.

Il 63 % di questo Parlamento è composto da parlamentari di prima legislatura. Molti di loro sono impegnati in attività sociali, hanno grandi competenze, grandi professionalità. Tanti sono impegnati anche nella protezione delle persone. E questo è un campo su cui l'Europa deve migliorare perché abbiamo il dovere di governare fenomeni nuovi. Sull'immigrazione, ad esempio, vi è troppo scaricabarile fra governi e ogni volta che accade qualcosa siamo impreparati e si ricomincia daccapo.

Signori del Consiglio europeo, questo Parlamento crede che sia arrivato il momento di discutere la riforma del regolamento di Dublino, che quest'Aula a stragrande maggioranza ha proposto nella scorsa legislatura.

(Applausi)

A stragrande maggioranza.

(Applausi)

Lo dovete ai cittadini europei che chiedono più solidarietà fra gli Stati membri. Ma lo dovete anche alla povera gente, per quel senso di umanità che non vogliamo smarrire e che ci ha fatto grandi agli occhi del mondo. Molto, signori del Consiglio, è nelle vostre mani e con responsabilità non potete continuare a rinviare le decisioni, alimentando sfiducia nelle nostre comunità, con i cittadini che continuano a chiedersi, ad ogni emergenza: "dove l'Europa? Cosa fa l'Europa". Questo sarà un banco di prova per superare e sconfiggere tante pigrizie e troppi egoismi.

E ancora. Parlamento, Consiglio e Commissione devono sentire il dovere di rispondere con più coraggio alle domande dei nostri giovani quando chiedono a gran voce che dobbiamo svegliarci, aprire gli occhi e salvare il pianeta. Mi rivolgo a loro: considerate questo Parlamento, che oggi inizia la sua attività, come il vostro punto di riferimento. Aiutateci anche voi ad essere più coraggiosi, per affrontare le sfide del cambiamento.

Voglio assicurare al Consiglio e alle presidenze di turno la nostra massima collaborazione e rivolgo lo stesso messaggio alla Commissione e al suo Presidente: le istituzioni europee hanno la necessità di ripensarci e di non essere considerate un intralcio alla costruzione di un'Europa più unita. Tramite il Presidente del Consiglio europeo, voglio rivolgere anche un saluto a nome di quest'Aula ai capi di Stato e di governo: 28 paesi che fanno grande l'Unione europea. E si tratta di 28 Stati, dal più grande al più piccolo, che custodiscono tesori unici al mondo. Tutti vengono da lontano. Posseggono cultura, lingua, arte, paesaggio e poesia che sono inimitabili e inconfondibili. Sono il nostro grande patrimonio, un patrimonio che merita il rispetto di tutti.

Ecco perché quando andrò a visitarli a nome vostro non sarò mai distratto e davanti alle loro bandiere e ai loro inni sarò sull'attenti, anche a nome di coloro che in quest'Aula non mostrano analogo rispetto.

(Applausi)

Lasciatemi infine rivolgere un saluto ai parlamentari britannici, comunque la pensino sulla Brexit: per noi immaginare Parigi, Madrid, Berlino, Roma lontane da Londra è doloroso. Sì, sappiatelo, con tutto il rispetto che dobbiamo per le scelte dei cittadini britannici. Per noi europei si tratta di un passaggio politico che deve essere portato avanti con ragionevolezza, nel dialogo e con amicizia ma sempre nel rispetto delle regole e delle rispettive prerogative.

Voglio salutare anche i rappresentanti degli Stati che hanno chiesto di aderire all'Unione europea: il loro percorso è avviato per loro libera scelta. Tutti capiscono quanto sia conveniente far parte dell'Unione europea. Le procedure di adesione proseguono e il Parlamento si è detto più volte, soddisfatto dei risultati raggiunti.

Infine, un in bocca al lupo a tutta l'amministrazione e ai lavoratori di questo Parlamento. Ci siamo dati un obiettivo nella scorsa legislatura: far diventare il Parlamento europeo la casa della democrazia europea. Per questo abbiamo bisogno di riforme, di trasparenza, di innovazione. Molti risultati sono stati raggiunti, specie sul bilancio, ma questa legislatura dovrà dare un impulso maggiore. Per fare questo c'è bisogno di un maggiore dialogo fra parlamentari e amministrazione che sarà mia cura sviluppare.

Care colleghe e cari colleghi, l'Europa ha ancora molto da dire se noi e voi sapremo dirlo insieme, se sapremo mettere le ragioni della lotta politica al servizio dei nostri cittadini, se il Parlamento ascolterà i loro desideri, le loro paure, anche la loro rabbia, ma soprattutto le loro necessità. Sono sicuro che tutti voi saprete dare il massimo contributo per un'Europa migliore, che può nascere con noi, con voi, se sapremo metterci cuore e soprattutto ambizione.

 
  
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  Manfred Weber, im Namen der PPE-Fraktion. – Herr Präsident! Im Namen der Europäischen Volkspartei, der Christdemokraten, gratuliere ich Ihnen zur Wahl. Wir bieten Ihnen die enge Zusammenarbeit an, um dies, was Sie uns vorgetragen haben, mit Leben zu erfüllen. 201 Millionen Menschen haben sich an der Europawahl beteiligt, ein großes demokratisches Fest haben wir gefeiert, und das ist das Mandat, das wir als Abgeordnete erhalten haben, das uns die Basis gibt, unsere Arbeit für diese Menschen auf diesem Kontinent zu erfüllen Sie haben eine große Verantwortung übernommen. Die Europäische Volkspartei wünscht Ihnen eine glückliche Hand in den nächsten zweieinhalb Jahren. Sie haben uns bei einem starken Europäischen Parlament an Ihrer Seite. Gratulation zu Ihrer Wahl!

 
  
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  Iratxe García Pérez, en nombre del Grupo S&D. – Señor presidente, en nombre del Grupo de la Alianza Progresista de Socialistas y Demócratas comenzaré felicitando al presidente Sassoli por esta nueva responsabilidad. Nada puede dar más orgullo y honor a un parlamentario o parlamentaria de esta Cámara que poder presidir la institución que representa la soberanía ciudadana.

Estamos aquí representando a los hombres y mujeres que quieren construir más y mejor Europa. Está en nuestras manos conseguir dar respuesta a lo que la ciudadanía está esperando de nosotros, que es devolver la esperanza del proyecto europeo. Tendremos cinco años por delante para poder trabajar cooperando entre los distintos diputados y diputadas al Parlamento Europeo para hacer que este proyecto se fortalezca; para hacer una Europa de la ciudadanía; una Europa de los derechos y los valores; una Europa de la igualdad y de la justicia. Y en nuestras manos está conseguirlo. Tendrá toda la colaboración y cooperación del Grupo de la Alianza Progresista de Socialistas y Demócratas. Su suerte será la suerte de este Parlamento y será la suerte del proyecto europeo.

 
  
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  Dacian Ciolos, în numele Grupului Renew Europe. – Domnule Președinte, doresc să vă felicit, în primul rând, pentru alegerea de astăzi și să îmi exprim încrederea că, așa cum am început încă de ieri discuțiile, vom lucra foarte bine împreună.

Participarea la vot de anul acesta pentru alegerile europene arată că cetățenii europeni au în continuare încredere puternică în acest proiect, iar acest mandat pe care îl avem în față trebuie să stea sub semnul înnoirii.

Negocierile la care am asistat în aceste zile din Consiliu arată - și trebuie, cred, să privim foarte pragmatic lucrurile - că reînnoirea aceasta probabil nu o să vină nici din partea Consiliului, nici din partea Comisiei Europene, dacă Parlamentul European nu se va afla în centrul acestui proiect. Noi suntem cei care reprezentăm cetățenii europeni și trebuie să ne asumăm această reînnoire și această schimbare.

De aceea, în Grupul Renew Europe veți avea un partener. Vă propunem chiar de la început - și propunem partenerilor noștri pro-europeni - proiectul unei Conferințe pentru viitorul Europei, în care să gândim modul în care putem aduce Europa mai aproape de cetățeni, în care să putem să ne asigurăm că nu negocierile de culise sunt cele care determină figurile proeminente care trebuie să conducă Europa, ci cetățenii pot să se exprime din acest punct de vedere (râsete). Veți avea susținere din partea noastră pentru un astfel de proiect...

Asta o să facem, dragi colegi, asta o să facem împreună, pentru că trebuie să dăm posibilitatea ca ceea ce spunem în acest Parlament să și facem în relațiile cu cetățenii. Veți avea în Renew Europe un partener pentru acest proiect. Mulțumesc.

 
  
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  Ska Keller, on behalf of the Verts/ALE Group. – Mr President, congratulations on your election. We are looking forward to working with you. I think ‘rights of the Parliament’ are exactly the right words, this is exactly what we need to discuss, because so far as Parliament we have always been working on increasing, advancing, the rights of Parliament because that also means increasing the rights of the citizens.

Right now our position on that is being challenged, as we all know, so we have to make sure that were not giving up on that, that we’re working on further improving and increasing European democracy. That is our task and we cannot give up on that. We also need to continue to work to support the idea that someone for Commission president should have been, and should be, a lead candidate.

We need to work on transnationalists, but we also need to do our work inside the European Parliament because it needs to have us to push for all these democratic rights, and there we also need to do some work when it comes to transparency inside the European Parliament.

So I’ve mentioned that, but I would also like to ask you something else, Mr President. You remember the resolutions that we had in the last legislature about how to prevent and what to do about sexual harassment, which is also a problem inside the European Parliament, unfortunately. I ask you and urge you to take those resolutions seriously, because people might be patient but people who are victims certainly should not be.

And then there’s one more issue. We are here today as the Greens/EFA Group and we are missing one of our Members who is not able to come here because his Member State has not put forward his name, even though he has been elected as a Member of the European Parliament. Through no fault of his own he cannot be here today, so I would like to ask you to look into the case and help us to restore the parliamentary rights of Mr Oriol Junqueras.

 
  
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  Marco Zanni, a nome del gruppo ID. – Signor Presidente, con questo incarico lei avrà l'onore e l'onere di guidare quest'Aula e questa Istituzione, in un momento difficile, in un momento in cui il distacco tra le istituzioni europee e i cittadini è ai suoi massimi, perché non siamo stati in grado di far capire ai cittadini europei la vicinanza di queste istituzioni.

Io ho apprezzato le parole che Lei ha usato sia nella sua presentazione, sia nel suo discorso di insediamento e alcuni concetti li condivido pienamente. Ha parlato di cercare di rendere questa Assemblea la casa della democrazia europea, ha parlato di diritti delle minoranze, ha parlato di rispetto per le idee diverse. Sono tutti obiettivi condivisibili su cui il gruppo Identità e democrazia coopererà. Però queste dichiarazioni contrastano con quanto da Lei dichiarato alcuni giorni fa sulla necessita di un cordone sanitario che impedisca ad alcuni partiti e gruppi parlamentari l'accesso alle cariche o alla rappresentanza cui, per il principio democratico di rappresentatività, avrebbero diritto in questo Parlamento.

Io spero che al Suo discorso e alle Sue parole condivisibili facciano seguito i fatti e questa Assemblea e Lei stesso ne avrà l'occasione tra pochi minuti. Se veramente volete rendere questa Assemblea la casa della democrazia, se veramente volete rispettare la volontà dei cittadini europei che hanno dato ai partiti di questo gruppo milioni di voti, se veramente volete avere un approccio costruttivo, supportate i nostri candidati alle cariche perché anche le minoranze hanno diritto di rappresentanza e di esprimere le loro idee all'interno di questo Parlamento.

Le faccio in bocca al lupo, sperando che davvero alle parole seguano i fatti: altrimenti non potremo parlare di un'Istituzione democratica, non potremo parlare di un'Istituzione che rispetta le idee diverse e non potremo parlare di un'Istituzione che è vicina al cambiamento che i cittadini europei ci hanno chiesto.

 
  
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  Raffaele Fitto, a nome del gruppo ECR. – Signor Presidente, anch'io voglio associarmi a nome del gruppo dei conservatori e riformisti nel rivolgere gli auguri di buon lavoro. Ci conosciamo, La conosco e quindi posso sicuramente esprimere una valutazione positiva rispetto al Suo operato, nonostante ci siano evidentemente delle distanze politiche che si sono anche rappresentate nel voto.

La nostra posizione è molto chiara: abbiamo una posizione come gruppo diversa su molte delle questioni che sono state e che sono oggetto del confronto in quest'Aula. Riteniamo fondamentale che quest'Aula torni ad avere un ruolo da protagonista rispetto alle scadenze e alle grandi questioni che sono sul tappeto e che il metodo sia un metodo diverso da quegli accordi nelle stanze che vengono siglati e poi calati ad un'Aula parlamentare. Noi lavoreremo perché tutto ciò non accada e lavoreremo perché questa Europa possa realmente cambiare. Cambiare dal suo punto di vista organizzativo, dalle scelte e che possa ridare forza, visibilità e ruolo agli Stati membri rispetto anche a quelle che sono le grandi questioni indicate.

Non mancherà il nostro contributo, ma il nostro contributo sarà chiaramente un contributo per riequilibrare queste posizioni e per cambiare profondamente l'attuale impostazione e l'attuale assetto di questa Europa. Buon lavoro Presidente.

 
  
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  Martin Schirdewan, im Namen der GUE/NGL-Fraktion. – Herr Präsident! Auch meinerseits herzlichen Glückwunsch zu Ihrer Wahl! Sie haben ja in Ihrer Rede einige große politische Projekte angesprochen, von denen wir auch als Linke hier im Hause einige teilen können, zum Beispiel die Reform des Dublin-Systems oder die Stärkung sozialer Rechte in der Europäischen Union, die Stärkung von Arbeitnehmerinnen- und Arbeitnehmerrechten.

Aber ich glaube, dafür brauchen wir eine gemeinsame demokratische Basis, und diese Basis – das ist eine Bitte an Sie, aber zugleich auch eine Forderung – besteht unserer Ansicht nach darin, dass wir auf transparenter Ebene miteinander arbeiten und die demokratischen Rechte auch kleinerer Fraktionen und einzelner Abgeordneter in diesem Haus gewahrt werden.

Das ist unsere Bitte an Sie für die gemeinsame zukünftige Zusammenarbeit. Dann werden wir gemeinsam auch an progressiven Projekten arbeiten können und die Europäische Union sowohl einem Demokratisierungsprozess unterziehen als auch einen progressiven Politikwechsel herbeiführen.

 
  
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  Presidente. – Ringrazio tutti i presidenti dei gruppi politici per i loro interventi.

 

11. Constituição dos grupos políticos: Ver Acta
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12. Ordem dos trabalhos: Ver Acta
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13. Período de votação
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  Presidente. – L'ordine del giorno reca il turno di votazioni.

(Per i risultati delle votazioni e altri dettagli che le riguardano: vedasi processo verbale)

 

13.1. Composição numérica das comissões (B9-0001/2019) (votação)
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  Presidente. – Con questo si conclude il turno di votazioni.

 

14. Declarações de voto

15. Eleição dos vice-presidentes do Parlamento Europeu (prazo para a entrega de candidaturas)
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  Presidente. – E adesso dobbiamo concentrarci sull'elezione dei Vicepresidenti del Parlamento europeo.

Per tale elezione, il termine per la presentazione delle candidature è previsto per le ore 14.45 di oggi e la votazione si svolgerà alle 15.45. Le candidature devono essere trasmesse al Segretario generale aggiunto nell'ufficio 101 (l'ufficio "open space" della Presidenza nell'edificio Louise Weiss).

(La seduta è sospesa alle 13.39)

 

16. Reinício da sessão
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(La seduta è ripresa alle 15.57)

 

17. Aprovação da acta da sessão anterior: Ver Acta
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18. natura dos atos aprovados em conformidade com o processo legislativo ordinário (artigo 79.º do Regimento) : Ver Acta
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19. Eleição dos Vice-Presidentes do Parlamento (comunicação das candidaturas)
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  Presidente. – Comunico di aver ricevuto le seguenti candidature:

On. Barley

On. Beer

On. Bizzotto

On. Castaldo

On. Charanzová

On. Dobrev

On. Hautala

On. Huhtasaari

On. Járóka

On. Karas

On. Kolaja

On. Kopacz

On. Krasnodębski

On. McGuinness

On. Papadimoulis

On. Silva Pereira

On. Wieland

I candidati mi hanno confermato di accettare le rispettive candidature.

 
  
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  Neena Gill (S&D). – Mr President, 61% of the MEPs are new. We should have an opportunity to know who the vice-president candidates are. Could we at least have a short statement from them as to why they are standing? I know the candidates from my group but I don’t know all the candidates from the other groups.

 
  
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  Presidente. – La Sua osservazione mi permette di ricordare che la Conferenza dei presidenti ha deciso che ciò fosse consentito soltanto ai candidati alla Presidenza e non ai Vicepresidenti. Ecco perché non è stato possibile inserire tale punto nell'ordine del giorno.

 

20. Eleição dos Vice-Presidentes do Parlamento (primeira volta do escrutínio)
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  Presidente. – Poiché per i Vicepresidenti da eleggere sono 14, ciascun deputato dispone al massimo di 14 voti. Vi ricordo che dovete votare per almeno 8 candidati, altrimenti la vostra scheda sarà considerata nulla. Naturalmente non potete superare la soglia dei 14 perché, anche in questo caso, la scheda sarà dichiarata nulla.

(La seduta è sospesa alle 16.27 per lo speglio delle schede)

 

21. Reinício da sessão
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(La seduta è ripresa alle 18.04)

 

22. Eleição dos Vice-Presidentes do Parlamento (primeira volta do escrutínio) (comunicação dos resultados)
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  Presidente. – Comunico l'esito dello scrutinio per l'elezione dei Vicepresidenti:

numero di votanti: 702

schede bianche o nulle: 41

voti espressi: 661

maggioranza assoluta richiesta: 331

I candidati che hanno ottenuto i seguenti voti:

on. McGuinness: 618 voti. Eletta.

(Applausi)

On. Silva Pereira: 556 voti. Eletto

(Applausi)

On. Wieland: 516 voti. Eletto.

(Applausi)

On. Barley: 516 voti. Eletta.

(Applausi)

On. Karas: 477 voti. Eletto.

(Applausi)

On. Kopacz: 461 voti. Eletta.

(Applausi)

On. Dobrev: 402 voti. Eletta.

(Applausi)

On. Charanzová: 395 voti. Eletta.

(Applausi)

Onorevole Beer: 363 voti. Eletto.

(Applausi)

On. Járóka: 349 voti. Eletta.

(Applausi)

On. Hautala: 336 voti. Eletta.

Questi sono i candidati che hanno raggiunto la maggioranza assoluta.

Gli altri candidati che hanno ottenuto i seguenti voti:

On. Papadimoulis: 303 voti

On. Kolaja: 237 voti

On. Krasnodębski: 169 voti

On. Castaldo 143 voti

On. Huhtasaari: 135 voti

On. Bizzotto: 130 voti

Questi colleghi non sono stati eletti. Naturalmente mi congratulo con i colleghi per la loro elezione.

Ma per l'elezione dell'Ufficio di presidenza del Parlamento ci sono ancora 3 seggi da assegnare ed è pertanto necessario procedere a un secondo scrutinio.

Se non vi sono osservazioni considero ancora valide le candidature del primo scrutinio.

Ci sono osservazioni?

Se non ce ne sono, le candidature del primo scrutinio si considerano confermate.

(La seduta è sospesa alle 18.09)

 

23. Reinício da sessão
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(La seduta è ripresa alle 18.39)

 

24. Eleição dos Vice-Presidentes do Parlamento (segunda volta do escrutínio)
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  Presidente. – Procediamo al secondo scrutinio per l'elezione dei Vicepresidenti.

 
  
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  Marco Zanni, a nome del gruppo ID. – Signor Presidente, volevo comunicare che il gruppo Identità e democrazia ha deciso di escludere una delle due candidature, quella dell'onorevole collega Laura Huhtasaari, per cui manteniamo solo quella dell'onorevole Bizzotto.

 
  
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  Presidente. – Dobbiamo pertanto ristampare le schede di voto e per fare questa operazione diamo appuntamento per le votazioni alle ore 19.00.

(La seduta è sospesa alle 18.41)

 

25. Reinício da sessão
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(La seduta è ripresa alle 19.06)

 

26. Eleição dos Vice-Presidentes do Parlamento (segunda volta do escrutínio) (continuação)
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  Presidente. – Essendo state stampate le nuove schede di voto, procediamo ora al secondo scrutinio per l'elezione di tre Vicepresidenti.

Dobbiamo sostituire la scrutatrice on. Thaler, che purtroppo ha comunicato di essere impegnata in una riunione e dunque procedo all'estrazione a sorte per la nomina di uno scrutatore:

On. Roberta Metsola.

È presente? On. Metsola?

Non c'è. Procediamo dunque all'estrazione a sorte di un altro scrutatore:

On. Rovana Plumb.

Accetta di svolgere la funzione?

(L'on. Plumb accetta il ruolo di scrutatrice)

Allora invito gli scrutatori a prendere posto accanto alle rispettive urne. Voteranno al termine dello scrutinio.

L'on. Plumb è scrutatrice per l'urna da N a R. Può accomodarsi accanto alla Sua postazione.

Allora ripetiamo la regola: dobbiamo assegnare 3 seggi. Potete votare al massimo per 3 candidati, minimo 2, altrimenti la vostra scheda sarà considerata nulla.

 
  
 

(La seduta è sospesa alle 19.31 per lo spoglio delle schede)

 

27. Reinício da sessão
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(La seduta è ripresa alle 20.45)

 

28. Eleição dos Vice-Presidentes do Parlamento (segunda volta do escrutínio) (comunicação dos resultados)
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  Presidente. – Comunico l'esito del secondo scrutinio per l'elezione dei Vicepresidenti:

numero di votanti: 679

schede bianche o nulle: 16

voti espressi: 663

maggioranza assoluta: 332

I candidati che hanno ottenuto la maggioranza assoluta e risultano eletti sono l'on. Kolaja e l'on. Papadimoulis,

(Applausi)

i quali hanno ottenuto, rispettivamente, 426 voti e 401 voti.

Gli altri candidati hanno ottenuto i seguenti voti:

On. Castaldo: 284 voti

On. Krasnodębski: 261 voti

On. Bizzotto: 142 voti

Mi complimento naturalmente con gli eletti.

Conformemente all'articolo 17, paragrafo 2, del regolamento, l'ordine di precedenza dei Vicepresidenti è determinato dall'ordine secondo il quale essi sono stati eletti. In caso di parità di voti, dall'età.

Permane pertanto un seggio da assegnare.

Per l'elezione dei Vicepresidenti è pertanto necessario procedere a un terzo scrutinio.

Propongo dunque all'Aula, se non vi fossero obiezioni, di procedere con votazione elettronica. Però sono devo chiederlo formalmente: vi sono obiezioni a questa proposta?

Non vi sono evidentemente obiezioni. Posso considerare ancora valide le candidature del secondo scrutinio?

Se non vi sono interventi, le candidature del secondo scrutinio si considerano confermate.

Però devo anche chiedervi, per motivi di trasparenza, se tutti i deputati in Aula sono in possesso della scheda di voto.

Quindi devo presumere che tutti siano in grado di votare elettronicamente.

 
  
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  Jan Olbrycht (PPE). – Mr President, I think we’ve got the information about the results. Is it possible to have a 10-minute break for the technical arrangements? Ten minutes?

 
  
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  Marco Zanni (ID). – Signor Presidente, onorevoli colleghi, il gruppo Identità e democrazia chiede di procedere comunque per voto scritto come nelle altre votazioni.

 
  
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  Presidente. – Pongo ai voti dell'Aula la proposta di votazione elettronica. C'è qualcuno che si esprime a favore del voto elettronico?

 
  
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  Richard Corbett (S&D). – Mr President, yes, I think it would save everybody a lot of time to use this system. We have the system, we’ve used it before, it works perfectly well. It is, and remains, a secret ballot and it would suit everybody to get this done speedily and efficiently.

(Applause)

 
  
 

(Il Parlamento accoglie la proposta del Presidente)

(La seduta è sospesa alle 20.51)

 

29. Reinício da sessão
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(La seduta è ripresa alle 20.55)

 

30. Eleição dos Vice-Presidentes do Parlamento (terceira volta do escrutínio) (comunicação dos resultados)
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  Presidente. – L'articolo 191 del nostro regolamento stabilisce che per le nomine, fatta salva l'applicazione dell'articolo 15, la votazione ha luogo a scrutinio segreto. L'Ufficio di presidenza ha proposto di procedere a un'elezione a scrutinio segreto cartaceo e quindi con le schede depositate nelle urne: ma il regolamento non stabilisce questo e naturalmente l'Aula è sempre sovrana. Ecco perché la proposta che abbiamo messo in votazione, che ha riscosso l'approvazione della maggioranza dell'Aula, è la procedura con cui noi affronteremo questa votazione e tutto questo rispetto al mandato del nostro regolamento che, all'articolo 191, stabilisce le modalità di voto a scrutinio segreto.

Il terzo scrutinio si svolgerà pertanto in modalità elettronica.

Invito tutti i colleghi a inserire scheda di voto e a fare una prova perché è bene testare il sistema, visto che siamo alla prima seduta del Parlamento europeo.

Procediamo a una prova con cinque cantanti: invito il sistema a entrare in funzione. Vedrete comparire a schermo i nomi dei cinque cantanti e voi con il cursore potrete effettuare la vostra scelta. Selezionate quindi il candidato premendo i tasti blu in basso a destra dello schermo, oppure servendovi dei tasti tattili sulla destra. Si accende la spia blu e appare un asterisco davanti al nome. Il numero dei seggi da attribuire diminuisce di una unità. E per rispettare la segretezza dello scrutinio, si sposta il cursore eliminando la visualizzazione dell'asterisco.

Se siete pronti, possiamo fare una prova, con i cinque cantanti proposti.

Dichiaro la votazione aperta.

Hanno votato tutti?

La votazione è chiusa.

Vediamo quale cantante risultato primo in classifica. Bene, constatiamo che il sistema funziona.

Procediamo pertanto alla votazione vera e propria. Sul vostro schermo appariranno i tre candidati. Potete posizionare il cursore sul vostro schermo. La votazione è aperta.

Hanno votato tutti?

La votazione è chiusa.

Comunico che hanno votato 411 parlamentari. Ecco i risultati:

voti nulli: 61

voti espressi: 350

Risulta eletto l'onorevole Castaldo con 248 voti. L'on. Krasnodębski ha ottenuto 85 voti e l'on. Bizzotto 17 voti.

Complimenti all'on. Castaldo.

 

31. Eleição dos questores (prazo para a entrega de candidaturas)
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  Presidente. – Per l'elezione dei Questori del Parlamento europeo, propongo di fissare il termine per la presentazione delle candidature alle 22.00 di stasera. Le candidature devono essere trasmesse al Segretario al segretario generale aggiunto nell'ufficio. R00-101 (l'ufficio “open space” della Presidenza nell'edificio Louise Weiss).

 

32. Ordem do dia da próxima sessão: Ver Acta
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33. Encerramento da sessão
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(La seduta è tolta alle 21.05)

 
Última actualização: 22 de Julho de 2019Advertência jurídica