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Debates
Terça-feira, 16 de Julho de 2019 - Estrasburgo Edição provisória

Declaração pela candidata a Presidente da Comissão (debate)
MPphoto
 

  Paulo Rangel (PPE). – Senhora Presidente, em primeiro lugar queria cumprimentar a Senhora von der Leyen pelo discurso inspirado e inspirador, pela visão, pela convicção e pela ambição europeia que aqui demonstrou. Terá, com certeza, o nosso apoio, mas queria também fazer duas observações: a primeira é que tenho pena que, sendo médica, e tendo uma especial sensibilidade para a saúde, não se tenha referido ainda nunca ao Master Plan que o PPE propôs na sua campanha na luta contra o cancro. É uma ambição muito grande que nós temos no nosso grupo e que esperamos que a próxima Comissão possa preencher.

Dito isto, ia fazer uma pergunta, e esta é a pergunta central para mim, dado que ela ainda não foi tocada por ninguém e teve uma simples frase no seu discurso a respeito do MFF, das perspetivas financeiras para 2021-2027. Na verdade, o que nós verificamos nas políticas de coesão é que a proposta que a Comissão apresentou é injusta. Só para dar um exemplo: um país como a Itália, que está na média europeia, sobe 6 % na coesão, um país como a Croácia desce 6 %, um país como a Finlândia, que está muito acima da média europeia, sobe 5 %, um país como a Lituânia desce 23 %. Estou a falar de países vizinhos que podemos comparar para perceber como é injusta a estratégia de coesão que sai da proposta da Comissão e porquê? Porque a Comissão cortou 45 % do Fundo de Coesão sem explicação e o Fundo de Coesão equilibrava o FEDER e o Fundo Social Europeu.

Isto prejudica os países mais pobres. Há muitas prioridades na União Europeia, mas, Senhora von der Leyen, a questão da coesão e da convergência entre os Estados-Membros é central. Apelou aqui à unidade. Se não se vier a rever o MFF no sentido da solução e da posição que o Parlamento Europeu aprovou posso dizer que vai haver problemas de coesão, que vai haver problemas de unidade entre os vários Estados-Membros.

 
Última actualização: 17 de Julho de 2019Advertência jurídica