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Debates
Terça-feira, 26 de Novembro de 2019 - Estrasburgo Edição provisória

Resposta da UE a fenómenos meteorológicos extremos e às suas consequências: como proteger as zonas urbanas da Europa e o seu património cultural (debate)
MPphoto
 

  Isabel Carvalhais (S&D). – Senhora Presidente, fica por demais claro que a União Europeia é cada vez mais confrontada com fenómenos meteorológicos extremos, traduzidos, como aqui vimos nestes testemunhos, na perda de bens, de património cultural, material e natural inestimável, e também, pior ainda, na perda de vidas.

Mas também relembro que, só em 2018, quase 18 milhões de pessoas em todo o mundo foram obrigadas a deslocar-se das suas casas, precisamente em virtude de fenómenos climáticos.

Portanto, ninguém está a salvo desta realidade, como os prezados colegas aqui ilustraram. E, por isso, urge agir.

Ora, o Mecanismo de Proteção Civil da União Europeia, sobre o qual devemos, urgentemente, pensar no que respeita às formas de simplificar a sua ativação, será certamente importante nesta luta.

E, por isso, saúdo a proposta da Comissão em manter o princípio da subsidiariedade na revisão do mecanismo, mas relembro a necessidade de se aumentar o cofinanciamento da União Europeia, de modo a apoiar os Estados-Membros numa melhor prevenção, preparação e resposta às catástrofes.

Por fim, insto ainda a Comissão a rever as condições da ativação do Fundo de Solidariedade da União Europeia, sublinhando que nem todas as regiões têm a mesma capacidade financeira para prevenção e resposta a crises que podem assumir proporções gigantescas.

 
Última actualização: 9 de Dezembro de 2019Advertência jurídica