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A UE no mundo - Ajuda, direitos humanos e democracia

Relações externas 13-11-2013 - 17:06 / Atualizado em: 21-02-2014 - 17:10
 
 

A UE é o maior mercado mundial e o maior concorrente dos EUA e da China. Mas é mais do que isso. Defende os direitos humanos e promove a democracia e a boa governança para além das suas fronteiras. Com programas de ação e ajuda humanitária, a Europa também alcança aqueles que mais precisam de ajuda. (Ler mais: A UE para além das suas fronteiras)

A UE está a aumentar a sua capacidade de influência no mundo, assegurou Jerzy Buzek, durante a conferência ReACT sobre o papel e a influência da UE para além das suas fronteiras, esta quinta-feira, em Varsóvia. "Há alguns anos tivemos que pedir ajuda aos EUA para resolver os problemas nos Balcãs", lembrou o ex-Presidente do Parlamento Europeu. “Hoje graças ao nosso poder de influência, trouxemos paz à região e o mesmo está a acontecer com os nossos vizinhos a leste", acrescentou o eurodeputado. (Ler mais: Buzek: “A União Europeia é a solução para a crise, não é o problema.”)

Após a recente tragédia em Lampedusa, os líderes da UE pediram uma abordagem comum e humana à imigração, de forma a evitar que o Mediterrâneo se tornasse no “cemitério da Europa”. Os eurodeputados da Comissão das Liberdades Cívicas, Justiça e Assuntos Internos votam, esta segunda-feira, alterações às regras das missões de busca e salvamento levadas a cabo pela agência europeia Frontex. Falámos com o relator, o eurodeputado português Carlos Coelho. (Ler mais: Carlos Coelho: "salvar vidas deveria ser obrigatório")

A UE encontra-se a negociar acordos de comércio livre com importantes atores económicos, como os Estados Unidos, o Japão e a Índia e um acordo de investimento com a China. Estas parcerias vão abrir novos mercados para as empresas europeias. Atingida pela crise, a UE procura revitalizar a economia e impulsionar o crescimento e o emprego através das trocas comerciais. (Ler mais: Acordos de comércio livre: uma oportunidade para o crescimento económico?)

É importante manter boas relações com os vizinhos, relações baseadas em interesses mútuos e valores partilhados. A União Europeia oferece aos seus vizinhos uma relação privilegiada em troca de reformas políticas e económicas, nas quais se inclui o respeito pela democracia e pelos direitos humanos. Clique no mapa para saber mais sobre os 16 países que fazem parte da Política Europeia de Vizinhança. (Ler mais: A UE e os seus vizinhos mais próximos)

A colaboração entre a União Europeia e os seus parceiros da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) tem estado focada na promoção das trocas comerciais entre as duas regiões. No entanto, o eurodeputado alemão dos Verdes Reinhard Bütikofer defende que se poderão obter mais benefícios se se alargar o campo de cooperação a outras áreas, como os direitos humanos e o ambiente. Bütikofer explicou-nos como se pode alargar esta relação, na véspera da votação do seu relatório em plenário. (Ler mais: Relações UE-ASEAN: concentração no comércio não reflete oportunidades de cooperação)

A União Europeia não deve abandonar os ucranianos que protestam contra a decisão do seu governo em adiar o estreitamento dos laços com a Europa, de acordo com posição expressa pela maioria dos eurodeputados durante um debate sobre a situação no país, esta terça-feira. No entanto, alguns eurodeputados consideram que a decisão da Ucrânia em não assinar o acordo de associação expressa o fracasso da política externa da UE e a vitória da Rússia. (Ler mais: Debate: Eurodeputados pedem apoio para os manifestantes na Ucrânia)

A cimeira de Vilnius sobre a Parceira Oriental poderá tornar-se um marco nas relações entre a UE e a Ucrânia, se ambas as partes assinarem o Acordo de Associação. O presidente da delegação à Comissão Parlamentar de Cooperação UE-Ucrânia, Paweł Kowal, respondeu a algumas questões, em vésperas da apresentação do relatório sobre o caso Timoshenko em Conferência de Presidentes pelos enviados do Parlamento Europeu Pat Cox e Aleksander Kwasniewski. (Ler mais: Kowal: "Dentro de 10-15 anos será natural falar da adesão da Ucrânia" )

O acordo alcançado durante o fim de semana sobre a limitação do programa nuclear do Irão em troca do alívio das sanções é um “grande sucesso", que abre caminho a uma futura cooperação, afirmou Tarja Cronberg, presidente da delegação do Parlamento Europeu para as relações com o Irão. Pedimos a sua opinião sobre o acordo alcançado entre o Irão e uma equipa de negociadores dos EUA, China, Rússia, França, Alemanha e Reino Unido, liderada pela Alta Representante da UE Catherine Ashton. (Ler mais: Acordo sobre programa nuclear iraniano: um passo necessário para a cooperação afirma Tarja Cronberg)

Bósnios, sérvios e croatas, muçulmanos, ortodoxos e católicos, todos se têm manifestado nas ruas da Bósnia-Herzegovina contra o governo que consideram culpado pela deterioração do país. Após a Ucrânia, a Bósnia-Herzegovina é uma nova fonte de agitação nas fronteiras da UE. Falámos Doris Pack, eurodeputada alemã do PPE e relatora do relatório de progresso da Bósnia, sobre possíveis cenários para o futuro do país. (Ler mais: Doris Pack sobre a Bósnia: “Não podemos resolver a situação do exterior”)

A ONU estima que em dezembro de 2013 existam perto de 3,5 milhões de refugiados sírios, uma previsão que acrescenta uma nota sombria ao Dia Mundial do Refugiado, assinalado a 20 de junho. Após dois anos de conflito, a violência e a tragédia humana não dão sinal de abrandamento. A UE atribuiu mais de 300 milhões de euros para ajudar a combater a crise humanitária na Síria e os eurodeputados aprovaram recentemente mais 19,5 milhões de euros para o envio de alimentos, abrigos e medicamentos. (Ler mais: Síria: uma tragédia humanitária)

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Apoio à Ucrânia entre o tumulto
 

Os eurodeputados expressam apoio para as centenas de milhar de manifestantes ucranianos que exigem laços mais estreitos com a UE do que com a Rússia.

 
A Ucrânia está à beira de um acordo histórico com a UE
 

Na batalha para a parceria com a Ucrânia, será que a lenta reforma democrática e os medos da guerra comercial da Rússia pesaram na balança contra a ratificação do acordo? A EPTV foi investigar.

 
O que faz a UE para apoiar as vítimas do conflito na Síria?
 
Em defesa da humanidade com o Parlamento Europeu
 
Migração irregular: um assunto europeu
 

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