Nuno MELO
  • Nuno
    MELO
  • Group of the European People's Party (Christian Democrats)
  • Member
  • Portugal Partido Popular
  • Date of birth: 18 March 1966, Joane

Member

  • AGRI Committee on Agriculture and Rural Development
  • PANA Committee of Inquiry to investigate alleged contraventions and maladministration in the application of Union law in relation to money laundering, tax avoidance and tax evasion
  • DMER Delegation for relations with Mercosur
  • DLAT Delegation to the Euro-Latin American Parliamentary Assembly

Substitute

  • ENVI Committee on the Environment, Public Health and Food Safety
  • LIBE Committee on Civil Liberties, Justice and Home Affairs
  • D-CN Delegation for relations with the People's Republic of China

Most recent activities

  • European meeting Facing the Future No encerramento da iniciativa da JP, em parceria com a Fundação Konrad Adenauer.
    04/12/2016 19:03 - facebook
  • A extrema-esquerda que contesta a legitimidade da eleição de Donald Trump nos EUA teve sucesso na homenagem a um déspota cubano que, como é sabido, nunca contou um voto nas urnas, ao mesmo tempo que, na caricatura do absurdo, se manifestou sentada no hemiciclo, sem respeito nem educação, contra a visita amiga do rei legítimo de Espanha, acusado de nunca ter sido submetido a sufrágio. Agiu a propósito, com a mesma facilidade com que grita "liberdade" de cravo ao peito em cada dia 25 de Abril, mas concretizou o 11 de Março e lutou para que o 25 de Novembro nunca visse a luz do dia. Conseguiu para o tirano do Caribe o que negou por ocasião da morte de José Hermano Saraiva, perigoso doutrinador do Estado Novo nos "Horizontes da memória" da RTP, António Champallimaud, pecaminoso porque criou riqueza e empregos em Portugal, Jaime Neves, que do lado de Ramalho Eanes teve o topete de ajudar a consolidar a democracia nacional, ou Shimon Peres que, azar nítido, foi prémio Nobel da Paz a par de Yasser Arafat, mas era judeu. Tratou-se também da mesmíssima extrema-esquerda que rejeitou o voto de congratulação pela libertação de Ingrid Bettencourt, sequestrada pelas FARC na Colômbia, sob argumento de que os terroristas é que estavam do "lado certo" da história. Infelizmente, no centro-direita, não faltou quem tenha ido na conversa. Esqueceram-se, talvez, de que os "ideais do progresso social e da paz" descobertos no finado Fidel Castro podem ser medidos pelo número de opositores mortos ou desaparecidos, de partidos políticos que nunca puderam nascer, de cubanos impedidos de circular, de se expressarem livremente ou de se manifestarem, dos "balseros" afogados em condições miseráveis na esperança de se livrarem do jugo e da absoluta proibição da liberdade de Imprensa. Em cada fotografia tirada ao lado de Fidel Castro, por líderes ocidentais fascinados pela ideia da moldura a ornamentar os armários lá de casa, o ditador foi ganhando anos de vida política, contados pela longevidade de um regime que Che Guevara ilustrou como poucos na ONU, em 11 de dezembro de 1964: Fuzilamentos? Sim. Fuzilamos e continuaremos fuzilando.
    01/12/2016 11:12 - facebook

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