Nuno MELO
  • Nuno
    MELO
  • Group of the European People's Party (Christian Democrats)
  • Member
  • Portugal Partido Popular
  • Date of birth: 18 March 1966, Joane

Member

  • AGRI Committee on Agriculture and Rural Development
  • PANA Committee of Inquiry to investigate alleged contraventions and maladministration in the application of Union law in relation to money laundering, tax avoidance and tax evasion
  • DMER Delegation for relations with Mercosur
  • DLAT Delegation to the Euro-Latin American Parliamentary Assembly

Substitute

  • ENVI Committee on the Environment, Public Health and Food Safety
  • LIBE Committee on Civil Liberties, Justice and Home Affairs
  • TERR Special Committee on Terrorism
  • D-CN Delegation for relations with the People's Republic of China

Most recent activities

  • Porque a UE é construída sobre pilares de coesão e solidariedade, apelei por carta ao Presidente do Parlamento Europeu Antonio Tajani , para que se empenhe no sentido da interpretação mais inteligente, flexível e justa, de tudo quanto possa ser utilizado em benefício das vítimas , designadamente, do Fundo Europeu de Solidariedade, bem como, caso considere insuficientes as medidas preventivas existentes - como o Mecanismo Europeu de Protecção Civil - ou insuficientes os mecanismos de solidariedade, seja uma parte activa junto da Comissão Europeia, para que de forma célere, seja desencadeada a necessária discussão quanto à aplicação dos meios ao alcance das Instituições e para que a UE melhore a sua capacidade de resposta a tragédias como a que Portugal viveu .
    20/10/2017 21:33 - facebook
  • Perante incomparavelmente menos, dizia-se à Esquerda, em 2015, que o governo de Direita não podia refugiar-se na meteorologia. Hoje, com António Costa primeiro-ministro, é tudo meteorologia. Não é normal. Houve condições climatéricas singulares, ações criminosas e negligentes. Mas isso não invalida o resto. O Estado dispõe de recursos tecnológicos, logísticos e financeiros que fazem toda a diferença. Preveem-se alterações meteorológicas com semanas de antecedência. Existem satélites. Quando tanto falhou, não podem morrer mais de 100 pessoas sem que se assumam responsabilidades, que depois da recusa de dois pedidos de demissão da MAI e da prorrogação de uma estratégia errada, são necessariamente do primeiro-ministro. É grotesco que em pleno mês de agosto, apesar de Pedrógão, António Costa tenha tweetado "trabalhamos agora para prevenir as cheias do inverno". É imperdoável que o Governo tenha retirado do terreno meios vitais, não prolongando a Fase Charlie de alerta para incêndios. É inacreditável que comboios tenham circulado entre labaredas e condutores em pânico nas autoestradas, muitas vezes em contramão, as vias mais vigiadas, pejadas de câmaras, com assistência contratada, onde qualquer prevaricação se sinaliza e autua, por não ter havido quem as encerrasse. É inqualificável que perante a impotência do povo humilde e sacrificado, que combateu fogos devastadores com enxadas, mangueiras exíguas e até sem água, mesmo assim perdendo tudo, um secretário de Estado tenha dito que "não podemos ficar todos à espera que apareçam os nossos bombeiros e aviões para nos resolver o problema". É incompreensível que só anteontem, depois de consumada a segunda tragédia em quatro meses e não antes, apesar de avisos de riscos de incêndio, António Costa tenha decidido reforçar os meios aéreos até ao fim de outubro. É revelador que o MAI de um Governo Sócrates, António Costa tenha gasto milhões na compra de helicópteros russos obsoletos que não saem do chão por avaria e num SIRESP com redução de funcionalidades que falha e ninguém peça contas. É escandaloso que desde 5 de outubro, Portugal disponha de menos 29 meios aéreos, porque o MAI não relevou o fim dos contratos para sua utilização. Em agosto, o ministro Capoulas dos Santos garantiu que "o Governo fez a maior revolução que a floresta conheceu desde os tempos de D. Dinis". Tem toda a razão. Sete séculos depois de criado pelo Rei Lavrador, o Pinhal de Leiria foi destruído às mãos do Estado que não trata do que é seu, mas ameaça apropriar-se dos terrenos dos outros que não sejam limpos. Surreal.
    19/10/2017 09:13 - facebook

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