Paulo RANGEL
  • Paulo
    RANGEL
  • Groupe du Parti populaire européen (Démocrates-Chrétiens)
  • Vice-président
  • Portugal Partido Social Democrata
  • Date de naissance : 18 février 1968, V.N. Gaia

Vice-président

  • DACP Délégation à l'Assemblée parlementaire paritaire ACP-UE

Membre

  • AFCO Commission des affaires constitutionnelles

Membre suppléant

  • AFET Commission des affaires étrangères
  • D-RU Délégation à la commission de coopération parlementaire UE-Russie
  • DMAS Délégation pour les relations avec les pays du Machrek
  • DMED Délégation à l'Assemblée parlementaire de l'Union pour la Méditerranée

Dernières activités

  • Para todos os que gostam da Europa, a ideia de listas transnacionais parece generosa e romântica, a ponto de os europeístas, como eu, nos termos deixado seduzir por ela. Mas, depois de pensarmos bem sobre ela, a criação de listas transnacionais mostra-se injusta e perigosa para os países pequenos e médios e não tem paralelo nas boas experiências federais (Americana, alemã, suíça). Aqui fica o desafio que lancei ao Primeiro-Ministro irlandês em pleno debate sobre o futuro da Europa.
    19/01/2018 22:12 - facebook
  • As posições de Portugal no âmbito da defesa europeia foram seriamente abaladas pela deriva anti europeia e anti NATO dos partidos que suportam o Governo socialista. Felizmente, depois de hesitações e estranhos silêncios, no último minuto e a reboque do Presidente da República e do PSD e CDS, acabou a pôr o interesse nacional acima da barganha política de conjuntura.
    17/01/2018 11:29 - facebook
  • Na verdade, com plena consciência de que a Constituição não adoptou o modelo do mandato único, uma forte corrente de magistrados do Ministério Público, também dominante no respectivo sindicato, defende a bondade da solução do mandato único. Por outras palavras, reconhece que a lei não impõe essa solução, mas considera-a a mais adequada e conveniente à chefia daquela magistratura. É porventura nesta corrente, com a sua longa e prestigiada carreira de magistrada do Ministério Público, que se filia a Ministra da Justiça. Mas justamente por isso estava e tinha de estar perfeitamente ciente de que a Lei Fundamental permite a recondução. Ciência essa que, aliás, se manifesta flagrantemente no discurso tentativo da Ministra com a busca do contexto histórico e da alegada ideia “subjacente”. Nada desculpa, portanto, a declaração da Ministra, que outro intuito não teve senão o de desencantar um pretexto jurídico para o anúncio precoce e temporão de um juízo político. Marca o ano, mancha o exercício ministerial.
    16/01/2018 16:01 - facebook

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