Paulo RANGEL
  • Paulo
    RANGEL
  • Grupo do Partido Popular Europeu (Democratas-Cristãos)
  • Vice-Presidente
  • Portugal Partido Social Democrata
  • Data de nascimento: 18 de Fevereiro de 1968, V.N. Gaia

Vice-Presidente

  • DACP Delegação à Assembleia Parlamentar Paritária ACP-UE

Membro

  • AFCO Comissão dos Assuntos Constitucionais

Membro suplente

  • AFET Comissão dos Assuntos Externos
  • D-RU Delegação à Comissão Parlamentar de Cooperação UE-Rússia
  • DMAS Delegação para as Relações com os Países do Maxereque
  • DMED Delegação à Assembleia Parlamentar da União para o Mediterrâneo

Últimas atividades

  • O momento dificílimo por que os portugueses afectados pela tragédia de Pedrogão Grande estão a passar, o esforço de tantos profissionais e a cadeia de solidariedade de todos nós exigiam e exigem mais do Governo de Portugal. É esse apelo a uma assunção integral de responsabilidades que aqui quero deixar.
    21/06/2017 22:09 - facebook
  • O momento dificílimo por que os portugueses afectados pela tragédia de Pedrogão Grande estão a passar, o esforço de tantos profissionais e a cadeia de solidariedade de todos nós exigiam e exigem mais do Governo de Portugal. É esse apelo a uma assunção integral de responsabilidades que aqui quero deixar.
    21/06/2017 21:08 - facebook
  • Todos os responsáveis políticos têm chamado a atenção para que este não é o tempo de apurar responsabilidades. Sejam elas responsabilidades colectivas nacionais, institucionais abstractas ou políticas e administrativas concretas e personalizadas. Perante a persistência e a iminência da ameaça, têm toda a razão. O tempo é de defender a vida e a integridade das populações e das forças de protecção civil, de proteger os bens e os haveres das famílias e das comunidades locais, de salvar a floresta na medida do possível. Dois pontos merecem, no entanto, reparo. Primeiro: não apurar de imediato responsabilidades não equivale a não as assumir. Ora, assumir responsabilidades é cuidar com todo o zelo e respeito das vítimas e dos afectados bem como de potenciais vítimas e afectados.
    20/06/2017 21:00 - facebook
  • Numa hora tão triste e grave todos os pensamentos estão com as vítimas e suas famílias, com as comunidades locais e com todas as mulheres e homens da protecção civil. E para todos nós portugueses que, lado a lado, procuramos dar consolo e conforto a quem tanto sofre. As minhas orações estão com todos os que em Pedrógão Grande, em Figueiró dos vinhos e em Castanheira de Pera choram os seus entes queridos, receiam pelos seus feridos e sofrem as suas perdas. Estamos convosco!
    18/06/2017 12:10 - facebook
  • A confirmar-se esta reviravolta na posição do Governo, quero desde já dar os parabéns ao meu colega José Manuel Fernandes pelo modo como, lado a lado, defendeu o interesse nacional só e a coesão territorial. Depois, saudar todos os que, antes e depois desta nossa iniciativa, apoiaram no espaço público esta causa. E em especial os que assinaram a petição! 1- Sabemos que é tarde e que o Governo e o Primeiro -ministro estiveram muito mal em todo este processo: de fevereiro até agora! Sempre com o preconceito centralista, a ver se a coisa passa... A forma como mostramos as contradições e trapalhadas do Governo Costa foi decerto decisiva para um emendar de mão, mesmo que tardio. Mais vale tarde do que nunca. 2- Como todos puderam notar, nem por um segundo fizemos aproveitamento partidário ou pré-eleitoral desta causa. É por isso inaceitável que seja o candidato socialista à Câmara do Porto a protagonizar a primeira notícia de mudança de orientação. Seria um mau caminho, um péssimo caminho. O objetivo é nacional , não é para apaziguar os estados de alma da táctica eleitoral socialista. Aí fica a notícia à espera de confirmação oficial!
    17/06/2017 19:47 - facebook
  • Helmut Kohl foi sem dúvida um dos maiores políticos mundiais e europeus do final do século XX. Kohl apostou decisivamente na integração europeia e, especialmente, na ideia de coesão territorial, antes mesmo de qualquer sinal de queda do muro de Berlim e do jugo soviético. A parceria com Mitterrand e o apoio a Jacques Delors são o melhor exemplo deste seu europeísmo genuíno. Depois, o modo como reagiu à queda do muro de Berlim e como pacientemente convenceu primeiro Gorbachev e de seguida Mitterrand e Thatcher foi proverbial. Os três eram sérios adversários da criação da Alemanha unida. Só o presidente George Bush pai era um adepto desta solução, pressuposto que fosse o reforço da participação na NATO. A forma como criou a CDU no leste da Alemanha foi outro passo decisivo para a reunificação. Neste quadro, apostou de tal maneira na União Europeia que é p grande impulsionador da moeda única. Voltarei aqui para recordar episódios e dimensões desta figura maior da política europeia. O seu exemplo é inspirador.
    17/06/2017 14:38 - facebook

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