Paulo RANGEL
  • Paulo
    RANGEL
  • Grupo do Partido Popular Europeu (Democratas-Cristãos)
  • Vice-Presidente
  • Portugal Partido Social Democrata
  • Data de nascimento: 18 de Fevereiro de 1968, V.N. Gaia

Presidente

  • D-BR Delegação para as relações com a República Federativa do Brasil

Vice-Presidente

  • AFCO Comissão dos Assuntos Constitucionais

Membro

  • CPDE Conferência dos Presidentes das Delegações
  • DMER Delegação para as relações com o Mercosul
  • DLAT Delegação à Assembleia Parlamentar Euro-Latino-Americana

Membro suplente

  • AFET Comissão dos Assuntos Externos
  • D-RU Delegação à Comissão Parlamentar de Cooperação UE-Rússia

Últimas atividades

  • Hoje no Público dei nota negativa à máquina do PS. A reacção arrogante de António Costa ( “indiferença”) e a reacção mal-educada de Santos Silva (“bobo”) à candidatura de Henrique Neto mostra bem o incómodo que o espírito livre do candidato causa ao PS.
    25/03/2015 19:19 - facebook
  • Hoje escrevo sobre o exercício de funções políticas, a advocacia e o parlamento. Digo o que penso, sabendo que não é politicamente correcto, nem conveniente nem popular e que será sempre usado, à míngua de outros, o argumento da defesa em causa própria. Pergunto: acaso será crível que um deputado, por ser deputado, seja tão poderoso e influente que domestique e colonize uma câmara plural inteira e ainda a imprensa que nela respira e habita? Falando do binómio executivo-legislativo, será que já alguém parou para pensar que os políticos ou ex-políticos cujos nomes são habitualmente invocados como exemplos devem a sua alegada influência, não ao facto de terem sido deputados, mas à circunstância de terem sido membros de órgãos executivos (e do Governo, em particular)? A obsessão com os advogados – muito estimulada pelos próprios advogados, pela Ordem e por um antigo bastonário que é hoje político e que antes acumulava, sem qualquer prurido, as profissões de advogado e jornalista – é incompreensível. Se o princípio é o da desconfiança, por que razão tem mais interesses “corporativos, profissionais ou particulares” um advogado do que um médico, do que um dirigente sindical ou um professor? E nesse plano da desconfiança, não poderá alguém estar agenciado a defender um qualquer interesse, independentemente da profissão que exercia ou exerce? A questão merece desenvolvimentos e só se resolverá, não com proibições, mas com transparência. A regulamentação do lobby, o registo de interesses, a publicidade das declarações de património e rendimentos e até da matéria fiscal (agora tão controversa) podem ajudar. A proibição demagógica não ajudará.
    25/03/2015 08:53 - facebook
  • a análise dos resultados das eleições em França e na Andaluzia no Conselho Superior da Antena 1.
    23/03/2015 14:58 - facebook

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  • VILLAS-BÔAS Goncalo

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