Nuno MELO
  • Nuno
    MELO
  • Grupo do Partido Popular Europeu (Democratas-Cristãos)
  • Membro
  • Portugal Partido Popular
  • Data de nascimento: 18 de Março de 1966, Joane

Membro

  • AGRI Comissão da Agricultura e do Desenvolvimento Rural
  • PANA Comissão de Inquérito para Investigar Alegadas Contravenções ou Má Administração na Aplicação do Direito da União relacionadas com o Branqueamento de Capitais e com a Elisão e a Evasão Fiscais
  • DMER Delegação para as relações com o Mercosul
  • DLAT Delegação à Assembleia Parlamentar Euro-Latino-Americana

Membro suplente

  • ENVI Comissão do Ambiente, da Saúde Pública e da Segurança Alimentar
  • LIBE Comissão das Liberdades Cívicas, da Justiça e dos Assuntos Internos
  • D-CN Delegação para as Relações com a República Popular da China

Últimas atividades

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PARECER sobre o óleo de palma e a desflorestação das florestas tropicais

AGRI
02-03-2017 AGRI_AD(2017)592126
  • Seria fácil encarnar em Dijsselbloem o estereótipo fácil de que num país onde se gasta dinheiro a comprar em "coffee shops" ervas esquisitas que se fumam, os disparates saem com maior facilidade. Ou atacar em caricatura a perspetiva pelo lado puramente comercial que, sejamos justos, nos Países Baixos tratam com reconhecido profissionalismo. É em Amesterdão que está o "Red Light District", a vender sexo nas montras com o aval do Estado. Em Portugal, o holandês encontraria quanto muito a reta de Pegões, numa certa tradição clandestina que, convenhamos, se intui menos lucrativa. E avaliados em "litros per capita", os compatriotas do presidente do Eurogrupo, que acarinhamos e gostamos de ver no nosso país, beberão mais e mais caro do que a generalidade dos portugueses, mais que não seja, por imposição do poder de compra. A questão, no entanto, é que todos sabemos bem onde Dijsselbloem quis chegar. Tentou o lugar-comum de que nos países do Sul se viveu acima das possibilidades, gastando-se como se não houvesse amanhã, sempre na expectativa de que no momento do aperto os países do Centro e do Norte da Europa estariam lá para ajudar. Esta era a moral da sua história, em certa medida legítima, consideradas intervenções externas passadas. Acontece que para o dizer, o presidente do Eurogrupo não precisava de ser malcriado. Também não precisava de confundir os seus colegas socialistas portugueses, que em seis anos arruinaram as contas públicas e tornaram inevitáveis os ditames da troika, com os milhões de portugueses que se sacrificaram e sacrificam diariamente desde 2011, para lhes pagar as faturas. Esta é a moral da minha história.
    23/03/2017 08:31 - facebook
  • #Dijsselbloem - num país onde se gasta o dinheiro a comprar com facilidade aqueles ervas esquisitas que se fumam, estas coisas acontecem http://www.tsf.pt/internacional/interior/dijsselbloem-europeus-do-sul-gastaram-dinheiro-em-copos-e-mulheres-5739484.html
    22/03/2017 12:56 - facebook

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