A interpretação no Parlamento Europeu

Intérprete numa cabina em Bruxelas

O intérprete assegura a restituição tão fiel quanto possível das intervenções nas várias línguas da União Europeia. Nas reuniões, os participantes podem exprimir-se em determinadas línguas a partir das quais a interpretação é assegurada (interpretação passiva). Podem também acompanhar o desenrolar dos debates numa ou em diversas línguas, que são as línguas para as quais a interpretação é fornecida (interpretação activa).

Tipos de interpretação praticados no Parlamento Europeu

Consola de interpretação numa cabina
Consola de interpretação

Excepto no caso dos encontros a dois e das deslocações no exterior de Bruxelas ou de Estrasburgo, praticamente todas as reuniões parlamentares são realizadas com interpretação simultânea, em salas equipadas com cabinas de interpretação simultânea.

É nessas cabinas que os intérpretes trabalham em equipas de dois ou de três consoante o número de línguas utilizadas. Regra geral, os intérpretes traduzem a partir de pelo menos três línguas para a sua língua materna. No caso de certas línguas, os intérpretes trabalham também a partir da sua língua materna para uma outra língua (interpretação bi-activa).

As cabinas de interpretação

Nos locais de trabalho oficiais do Parlamento Europeu, as salas de reunião estão todas elas equipadas com cabinas de interpretação conformes com as normas internacionais: são devidamente insonorizadas e climatizadas, bem iluminadas e equipadas com cadeiras ergonómicas. A visibilidade que se desfruta das cabinas deve ser de molde a permitir o acompanhamento do desenrolar da conferência.

Quando não se encontram disponíveis cabinas fixas (durante as deslocações em serviço, por exemplo), os intérpretes trabalham em cabinas de tradução simultânea móveis.