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Strong - but not invulnerable. Despite an impressive 4 metres and 600kg, the blue fin tuna is an endangered species. And why? Overfishing and illegal catches....(read more) Facebook Depois do escândalo causado pelos implantes mamários defeituosos, os eurodeputados da comissão parlamentar da Saúde Pública debateram a situação com representantes da Comissão Europeia."Antes de mais, deveria ser adotada uma abordagem comum em toda a UE na forma de lidar com este escândalo", alerta a eurodeputada britânica Catherine Stihler (S&D), autora do último relatório parlamentar sobre a matéria.
Estima-se que 500.000 mulheres, a maioria fora da União Europeia, tenham sido afetadas pela utilização de silicone industrial em implantes mamários por parte do fabricante francês PIP.
Há 20 anos que o Parlamento Europeu insiste na necessidade de proceder a controlos mais rigorosos e garantir a rastreabilidade dos materiais utilizados."Neste momento, a legislação europeia existente nesta matéria diz respeito a dispositivos médicos" e "está a ser atualizada", explicou Stihler.
Durante a reunião, a Comissão Europeia informou que está a realizar testes tendo em vista a atualização da legislação europeia sobre a matéria, cujos resultados deverão ser publicados em março.
"Fico satisfeita por saber que a Comissão Europeia está a lidar com este problema com a seriedade e a urgência necessárias", referiu a eurodeputada britânica Linda McAvan (S&D), autora de uma pergunta oral sobre a questão. Um dos problemas referidos diz respeito ao facto de muitas mulheres não saberem se os seus implantes mamários têm defeito.
Para a eurodeputada Stihler, o escândalo PIP "é uma oportunidade para criar regras mais rigorosas". Por outro lado, refere "é possível fazer muito mais, designadamente criar um registo que permita que as pessos saibam que tipo de implantes foram utilizados e, em caso de serem afetadas pelo escândalo PIP, tomarem as medidas necessárias".
"Deveria existir um esquema de seguros para fornecedores privados de cuidados de saúde e produtores de implantes, para evitar o que está a acontecer agora. Estamos perante um problema de responsabilidade: a empresa que produziu os implantes defeituosos não quer suportar os custos de substituição dos mesmos", lamenta.
Stihler instou a presidência dinamarquesa da União Europeia, que decorre até 30 de junho, a colocar a questão na agenda do próximo conselho de ministros da saúde, uma vez que "deveria ser adotada uma abordagem comum em toda a UE na forma de lidar com este escândalo. "Um implante não tem de ser para toda a vida, deveria ser normal susbtituí-lo", esclarecimento que nem sempre é dado antes da intervenção cirúrgica. "Os bons fornecedores têm de informar devidamente as pessoas", acrescentou.