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A luta da UE contra o terrorismo. Fotografia de Manu Sanchez no Unsplash.        

Após a sequência de atentados terroristas na Europa desde 2015, qual é a situação atual? Quem são os terroristas? Como é que a UE combate o terrorismo?

Visto Schengen no passaporte ©AP Images/European Union-EP        

O espaço Schengen está a enfrentar problemas que podem pôr em risco a sua própria existência. Descubra as possíveis consequências para este espaço sem fronteiras.

Javier Nart        

Os eurodeputados estão a concentrar esforços no combate ao branqueamento de capitais e crime organizado como forma de reduzir o financiamento do terrorismo.

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Video
       

Cerca de 5000 europeus viajaram para zonas de conflito para se juntarem a grupos terroristas. O regresso destes “combatentes estrangeiros” coloca em causa a segurança da UE. Neste momento, os membros do Parlamento Europeu estão a trabalhar num relatório que pretende criminalizar atos preparatórios para ataques terroristas e aumentar o controlo das entradas e saídas de cidadãos europeus da UE. Assista ao vídeo para saber o que está a ser feito pelo Parlamento no combate ao terrorismo.

As medidas levadas a cabo pelo Parlamento Europeu desde janeiro de 2015 para combater o terrorismo.        

A maioria dos recentes ataques terroristas UE foram levados a cabo por europeus, alguns deles combatentes estrangeiros de regresso ao seu país. Os cidadãos europeus radicalizados que viajam para a Síria ou o Iraque para combater representam uma ameaça crescente. Os eurodeputados aprovaram, esta quinta-feira, 16 de fevereiro, em sessão plenária, a criminalização atos preparatórios como a formação ou as deslocações ao estrangeiro e medidas para reforçar os controlos nas fronteiras externas da UE.

Europol_PT2.jpg        

O Serviço Europeu de Polícia (Europol) ajuda os Estados-Membros a combater o terrorismo e a criminalidade grave. O Parlamento Europeu aprovou esta quarta-feira, 11 de maio, novas regras já acordadas com os governos dos Estados-Membros para melhorar as competências e as capacidades da agência na luta contra o terrorismo e a criminalidade organizada.

Europol's new Headquarters on Eisenhowerlaan in The Hague        
Comunicado de imprensa 

Comunicado de imprensa 

O Parlamento Europeu aprovou hoje novas regras sobre o funcionamento e as funções da agência europeia responsável pela cooperação policial (Europol), dando-lhe melhor capacidade de reação para combater a criminalidade e o terrorismo e intensificando o intercâmbio de informações entre os Estados-Membros. O novo regulamento introduz também um mecanismo de controlo das atividades da Europol pelo Parlamento Europeu e pelos parlamentos nacionais e um regime de proteção dos dados pessoais.

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Infografia        

Após os ataques de 11 de setembro de 2001, os Estados Unidos pediram o acesso à informação pessoal dos passageiros aéreos de voos transatlânticos, de forma a identificarem mais facilmente potenciais terroristas. O Registo de Identificação de Passageiros (PNR) tem estado em debate na União Europeia há vários anos. Em dezembro de 2015, o Parlamento e os Estados-Membros chegaram a um acordo que foi aprovado a 14 de abril em sessão plenária.

Airport Check-In Counters With Passengers        
Comunicado de imprensa 

Comunicado de imprensa 

O Parlamento Europeu aprovou hoje, por 461 votos a favor, 179 contra e 9 abstenções, a diretiva sobre a utilização dos dados dos registos de identificação dos passageiros (PNR, na sigla inglesa), que exige que as transportadoras aéreas transmitam aos Estados-Membros os dados dos viajantes que chegam ou partem da UE para ajudar a prevenir e combater o terrorismo.

participantes no debate        

Os eurodeputados debateram, esta quinta-feira, 21 de janeiro, em plenário, as melhores formas para lidar com a crescente ameaça terrorista. Os participantes sublinharam a importância da troca de informação, a necessidade de reforçar dos controlos das fronteiras e apelaram aos Estados-Membros para aumentar a colaboração entre eles e com países terceiros.

Infografia: Cláusula de defesa mútua        

Na sequência dos ataques terroristas de novembro em Paris, a França pediu assistência aos outros Estados-Membros da UE invocando a cláusula de defesa mútua, incluída no Tratado da União Europeia. A ativação da cláusula, até então nunca utilizada, levantou muitas questões sobre o procedimento e o papel da UE. Explore a nossa infografia para mais informação.

Europol: Assisting Member States in fighting international crime  ©AP Images/ European Union-EP        

As organizações criminosas e terroristas são uma ameaça comum a todos os Estados-Membros, que podem contar com o apoio do Serviço Europeu de Polícia (Europol). Com a evolução das ameaças os governos da UE chegaram a acordo para melhorar as capacidades da Europol na luta contra o terrorismo A Comissão das Liberdades Cívicas vota os novos poderes da Europol esta segunda-feira, 30 de novembro.

"Je suis Bruxelles" at the display of Parliamentarium        

Os ataques terroristas em Bruxelas de 22 de março revelaram mais uma vez a necessidade de uma cooperação ainda mais estreita entre os Estados-Membros no combate ao terrorismo. Os eurodeputados vão debater novas estratégias de combate com representantes da Comissão Europeia e do Conselho, esta terça-feira, 12 de abril, em sessão plenária.

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European Parliament plenary debate on recent terrorist attacks in Paris        
Comunicado de imprensa 

Comunicado de imprensa 

Os ataques perpetrados em Paris em 13 de novembro e as medidas antiterroristas adotadas ou em discussão na UE, incluindo na reunião dos ministros da Justiça e da Administração Interna na passada sexta-feira, foram o tema central de um debate entre os eurodeputados, o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, e o ministro luxemburguês Nicolas Schmit, em representação do Conselho, que se realizou na quarta-feira de manhã, no plenário de Estrasburgo.

Jean-Claude Juncker, Federica Mogherini,Harlem Désire Martin Schulz canta        

Os eurodeputados e funcionários do Parlamento Europeu cantaram o hino francês e respeitaram um minuto de silêncio em homenagem às vítimas dos atentados terroristas em Paris, numa cerimónia em Bruxelas, esta terça-feira, 17 de novembro. “Os ataques em Paris foram um ataque às nossas liberdades, um ataque aos nossos valores e ao nosso estilo de vida, um ataque contra todos nós. Nós europeus mantemo-nos ao lado dos franceses na sua dor”, afirmou o presidente do Parlamento Europeu.

Frank-Walter Steinmeier        

A Comissão dos Assuntos Externos e o ministro dos negócios estrangeiros alemão debateram, esta segunda-feira, as repercussões dos atentados terroristas em Paris. Steinmeier alertou que "não existem receitas óbvias para lidar com o terrorismo” e que "a ação militar por si só não é suficiente". Para Elmar Brok, presidente da Comissão dos Assuntos Externos, é essencial distinguir migração de terrorismo. "Os refugiados são vítimas do terror, não fazem parte do terror”, afirmou.

Rachida Dati        

Estima-se que 5000 cidadãos europeus tenham aderido a organizações terroristas e combatam no Iraque e na Síria, o que revela que a questão dos combatentes estrangeiros está a criar cada vez mais desafios. Os eurodeputados da Comissão das Liberdades Cívicas votaram na segunda-feira, 19 de outubro, um relatório sobre a prevenção da radicalização e o recrutamento de cidadãos europeus por parte das organizações terroristas. A eurodeputada Rachida Dati explica a importância de uma resposta europeia.

Anna Elżbieta Fotyga and Claude Moraes        

Depois do choque vieram as reações. Apenas alguns dias após os ataques em Paris, governos e políticos começaram a exigir mais instrumentos para combater o terrorismo. Qual o impacto destas medidas em direitos como a privacidade e a liberdade de circulação? Falámos com Anna Elżbieta Fotyga, presidente da Subcomissão da Segurança e Defesa, e Claude Moraes, presidente da Comissão das Liberdades Cívicas, Justiça e Assuntos Internos.

Uma Europol mais forte seria capaz de prevenir atentados terroristas e travar os Jihadistas cibernéticos? As respostas do chefe Rob Wainwright.
       

"A situação em matéria de segurança na Europa mudou dramaticamente nos últimos anos” afirmou Claude Moraes, presidente da Comissão das Liberdades Cívicas, Justiça e Assuntos Internos, após uma audição dedicada à luta contra o terrorismo e aos desafios para a segurança interna da UE. A sessão, organizada a 14 de abril, juntou eurodeputados e especialistas para discutir as ameaças terroristas, instrumentos políticos da UE e a luta conta o extremismo e radicalização.

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Gilles de Kerchove        

Com a ameaça do terrorismo a crescer todos os dias, a missão de Gilles de Kerchove, o coordenador da luta antiterrorista da UE torna-se cada vez mais importante. A sua função passa por coordenar o trabalho dos Estados-Membros no combate ao terrorismo, supervisionar os instrumentos disponíveis e fazer recomendações. Falámos com Kerchove sobre o combate ao terrorismo e o papel do Parlamento Europeu.

Vídeo Kirkhope
       

O eurodeputado Timothy Kirkhope, responsável pelo relatório do Parlamento sobre o Registo de Identificação de Passageiros (PNR na sigla em inglês), responde às perguntas e às preocupações de organizações não-governamentais e das companhias aéreas sobre o equilíbrio entre segurança e as liberdades fundamentais.

pessoas em silêncio        

Um minuto de silêncio no Parlamento Europeu para recordar as vítimas do atentado mortal ao jornal francês Charlie Hebdo. A 8 de janeiro, eurodeputados, funcionários e cidadãos reuniram-se no exterior do Parlamento Europeu, em Bruxelas, para homenagear as 12 pessoas assassinadas no dia anterior. “Como vós, como todos nós, eu sou Charlie”, afirmou o Presidente do PE, Martin Schulz, num curto discurso antes do minuto de silêncio.