One in five under 25 can't find a job within the EU. Parliament wants to use unspent 82 billion euros from structural funds to create new job opportunities in...(read more) Facebook
The EU's trade deficit with China tripled in just 10 years. How do we rebalance? As a first step, Members want to establish a monitoring board to find out to...(read more) Facebook
Some Parliament members are suggesting that European politicians should show Euro 2012 in Ukraine the red card in protest over the treatment of opposition...(read more) Facebook
Strong - but not invulnerable. Despite an impressive 4 metres and 600kg, the blue fin tuna is an endangered species. And why? Overfishing and illegal catches....(read more) Facebook
Todos os anos, cerca de um milhão de trabalhadores são colocados temporariamente, pelas respetivas entidades patronais, em outro país da União Europeia. Os comissários europeus László Andor e Olli Rehn debatem hoje com os deputados ao Parlamento Europeu as proposta da Comissão Europeia em matéria de colocação temporária de trabalhadores em outros Estados-Membros da UE, apresentadas no dia 21 de março.
No dia 15 de fevereiro, os eurodeputados irão votar três resoluções sobre a análise anual do crescimento para 2012, que estabelece as prioridades da Comissão Europeia para as políticas económicas e orçamentais para este ano. A análise anual do crescimento é o ponto de partida para o semestre europeu da coordenação macroeconómica, que tem por objetivo fornecer um enquadramento estruturado, de acordo com o qual os países da EU devem coordenar as políticas orçamentais e económicas.
O aumento do desemprego, sobretudo entre os jovens, tem sido uma das piores consequências da crise económica. O desemprego entre os jovens atingiu níveis sem precedentes, especialmente nos países da Europa Oriental e do Sul. No dia 15 de fevereiro, os deputados ao Parlamento Europeu vão debater possíveis formas de incentivar o emprego e relançar a economia.
80 milhões de cidadãos europeus – o equivalente a 16% da população – vivem em situação de pobreza, entre os quais 20 milhões de crianças. 22% da população activa encontram-se em risco de pobreza e 8% da população activa vivem em situação de pobreza. Face a esta realidade, que medidas têm os Estados-Membros da UE e as instituições europeias tomado para acabar com esta situação?
Os desequilíbrios nos padrões de crescimento económico aumentaram as desigualdades em todo o mundo e a crise financeira apenas contribuiu para reforçar esta tendência, afirma Juan Somavia, que participou na Conferência dos Presidentes do Parlamento Europeu, a semana passada, em Estrasburgo. "Chegou a hora de colocar a economia na cadeira do condutor" e de nos centrarmos na criação de empregos decentes para os trabalhadores, sublinha o Director-Geral da OIT.
O problema dos sem abrigo tem-se agravado com a crise económica e, na quarta-feira, os eurodeputados aprovaram uma resolução destinada a acelerar a tomada de medidas a este nível. "Trata-se da pior forma de exclusão social", refere Pervenche Berès (França, S&D), co-autora do texto aprovado. "Os governos têm de assumir as suas responsabilidades e o nosso primeiro dever é proteger as pessoas mais vulneráveis", acrescenta Karima Delli (França, Verdes/ALE).
Cerca de 80 milhões de cidadãos europeus – o equivalente a 16% da população da UE – sofrem de algum tipo de deficiência. Dificuldade de acesso aos serviços e problemas de mobilidade são apenas alguns dos problemas que se colocam e quem fica a perder é a própria sociedade. O primeiro eurodeputado surdo, Ádám Kósa, licenciou-se e trabalhou como advogado antes de ser eleito para o Parlamento Europeu e está empenhado em ajudar a abrir caminho para outros.
A crise económica teve efeitos dramáticos em toda a Europa e o número de pessoas que ficaram desempregadas na sequência de falências empresariais aumentou cerca de 20% entre 2008 e 2009. A UE protege os trabalhadores obrigando os Estados-Membros a pagar-lhes os salários em dívida em caso de falência da empresa, mas será esta ajuda suficiente em todos os Estados-Membros? No dia 13 de Abril, a Comissão do Emprego e Assuntos Sociais realizou uma audição pública para debater a questão.
"As sociedades estão a mudar e os padrões familiares também", pelo que "é necessário ter essas mudanças e novas situações familiares em consideração". Foi com estas palavras que a eurodeputada sueca Eva-Britt-Svensson, presidente da comissão dos direitos da mulher e igualdade dos géneros apresentou a audição pública dedicada à "Situação das mães solteiras", realizada no dia 31 de Janeiro, no âmbito de um relatório parlamentar de que será autora a eurodeputada italiana Barbara Matera.
Cerca de 85 milhões de cidadãos europeus vivem abaixo do limiar da pobreza, número que tem vindo a aumentar com a crise económica. Que medidas sugerem os cidadãos para erradicar a pobreza? Eis o tema da Ágora dos Cidadãos que se realizou o Parlamento Europeu entre os dias 27 e 28 de Janeiro e que reuniu eurodeputados, membros da sociedade civil e cidadãos a viver em condições precárias.