One in five under 25 can't find a job within the EU. Parliament wants to use unspent 82 billion euros from structural funds to create new job opportunities in...(read more) Facebook
The EU's trade deficit with China tripled in just 10 years. How do we rebalance? As a first step, Members want to establish a monitoring board to find out to...(read more) Facebook
Some Parliament members are suggesting that European politicians should show Euro 2012 in Ukraine the red card in protest over the treatment of opposition...(read more) Facebook
Strong - but not invulnerable. Despite an impressive 4 metres and 600kg, the blue fin tuna is an endangered species. And why? Overfishing and illegal catches....(read more) Facebook
No dia 26 de abril, o Presidente do Parlamento Europeu (PE), Martin Schulz, participa num debate sobre o Acordo Comercial Anticontrafação (ACTA) no perfil Facebook do PE, que o plenário irá votar brevemente. Os críticos receiam que o acordo venha a violar as liberdades cívicas e a limitar a liberdade na Internet. Os defensores consideram que o ACTA não só não irá alterar a legislação existente como irá auxiliar a mitigar a contrafação e a proteger a propriedade intelectual.
No dia 25 de abril, o processo de análise do Acordo Comercial Anticontrafação pelo Parlamento Europeu entra na sua fase final, com a apresentação da recomendação à comissão parlamentar do Comércio Internacional. David Martin (S&D), eurodeputado britânico responsável pela recomendação, defende que o ACTA deve ser rejeitado, uma vez que as ameaças que coloca às liberdades cívicas podem sobrepor-se aos benefícios previstos.
No dia 20 de março os membros da comissão parlamentar da Indústria debateram com cientistas, empresários e representantes da sociedade civil as melhores formas de utilizar os 80 mil milhões de euros previstos para a investigação e a inovação na UE, entre 2014 e 2020. O montante previsto para a investigação faz desta atividade a terceira maior linha orçamental da UE.
Este infográfico descreve o processo legislativo do Acordo Comercial Anticontrafação, que não poderá entrar em vigor sem o consentimento do Parlamento Europeu.
O ACTA tem por objetivo a aplicação efetiva dos direitos de propriedade intelectual a nível internacional e foi elaborado para mitigar os prejuízos decorrentes da contrafação e da pirataria para as economias de diversos países. Assinado por 30 países, só pode entrar em vigor depois de ser aprovado pelo Parlamento Europeu (PE). Entretanto e face à dúvidas levantadas, a Comissão Europeia decidiu requerer a verificação da sua compatibilidade com a legislação europeia junto do Tribunal de Justiça.
O presidente do Parlamento Europeu participou ontem na abertura do Conselho Europeu, em Bruxelas. Confrontados com esta crise, "os povos da Europa devem ser parceiros e não adversários", afirmou, manifestando a sua preocupação com os "estereótipos, preconceitos e receios" que a crise tem desenvolvido em muitas partes da Europa. Martin Schulz insistiu na necessidade de orientar as políticas europeias para o crescimento.
No dia 28 de fevereiro, será entregue no Parlamento Europeu uma petição assinada por mais de 2,4 milhões de utilizadores da Internet que consideram o Acordo Comercial Anticontrafação (ACTA) uma ameaça à abertura e liberdade cibernéticas. A comissão parlamentar das Petições vai analisar a petição e decidir as medidas a tomar.
O ACTA já foi assinado por 30 países mas só pode entrar em vigor depois de ser aprovado pelo Parlamento Europeu. Ao longo dos próximos meses, os eurodeputados irão decidir o futuro do Acordo Comercial Anticontrafação, aprovando-o ou rejeitando-o. Quais são os objetivos do Acordo e por que tem suscitado tantos protestos?
O Parlamento Europeu aprovou hoje normas para uma utilização coordenada do espetro radioelétrico da União Europeia, de forma a poder satisfazer as necessidades crescentes de transmissão de dados sem fios. Em 2013, os Estados-Membros deverão libertar mais frequências radioelétricas para a Internet móvel de alta velocidade.
Em 2020, as energias renováveis devem representar 20% de toda a energia consumida na UE mas para que isso seja possível são necessárias alterações e extensões da rede elétrica existente. No dia 6 de janeiro, a comissão parlamentar da Indústria, Investigação e Energia analisou um estudo sobre as Redes de Energias Renováveis.