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Eurodeputado Werner Langen        
Entrevista com Werner Langen. 

O tufão Haiyan deixou um rastro de destruição nas Filipinas na passada sexta-feira, matando cerca de 10 000 pessoas. O país não consegue fazer face a tal catástrofe sozinho. Falámos o eurodeputado alemão do grupo PPE, Werner Langen, presidente da Delegação para as Relações com os Países do Sudeste Asiático e a Associação das Nações do Sudeste Asiático (ANASE), da qual faz parte as Filipinas.

O que deve fazer a UE para ajudar a gerir o impacto do tufão?


A Comissão Europeia já confirmou que a União Europeia vai ajudar. A UE pode enviar especialistas na área da emergência ou materiais como medicamentos e alimentos. Também pode contribuir disponibilizando dinheiro ao governo das Filipinas. Mas a reconstrução será muito difícil.

Carros empilhados nas ruas das Filipinas        
Haiyan foi a 25ª tempestade violenta do ano nas Filipinas. ©BELGA/AFP/N.CELIS ©BELGA/AFP/N.CELIS 

Até que ponto será difícil?


É um país com problemas significativos. Tem sofrido sismos e cheias com frequência. Haiyan foi a 25ª tempestade violenta do ano.


Será um processo difícil porque se trata de um país densamente povoado e com problemas de infraestrutura significativos devido às ilhas. Vamos ajudar, mas penso que será um longo processo de reconstrução, comparável ao do Haiti.