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Capitais Europeias da Cultura 2017: Aarhus e Pafos

Outros Artigo - Instituições06-01-2017 - 12:16
 
Muitas pessoas junto a um rio ©AP Images/European Union-EP.   Capitais Europeias da Cultura 2017: Aarhus (em cima) e Pafos (em baixo) ©AP Images/European Union-EP

A cidade dinamarquesa Aarhus e a cidade cipriota Pafos são as Capitais Europeias da Cultura para 2017. Há mais de 30 anos que esta iniciativa realça a diversidade e a riqueza da cultura europeia. Com Aarhus e Pafos são já 56 as cidades designadas como Capitais Europeias da Cultura desde 1985, incluindo as portuguesas Lisboa, Porto e Guimarães.


Aarhus


 Aarhus é a segunda maior cidade da Dinamarca, contando com uma população de 331 mil habitantes. É ao mesmo tempo a cidade mais antiga e mais jovem do país: mais antiga porque tem origem num povoação viking fundada no século VIII; mais jovem porque os estudantes representam 13% da sua população.


Aarhus é conhecida pela sua catedral, pelos seus museus incluindo o museu de Arte Moderna, ARos, o museu ao ar livre “De Gamle By” o museu Moesgaard que possui uma ampla coleção arqueológica. A cidade também possui uma rica história mundial.


“A Segunda Guerra Mundial e o movimento da resistência desempenharam um papel importante nas histórias que me contaram durante a minha infância e estas tiveram um papel muito importante na minha imaginação e na minha vida”,  destaca a eurodeputada dinamarquesa dos Verdes/ALE, Margrete Auken, ao recordar a cidade onde foi batizada. O tema central de Aarhus 2017 como Capital Europeia da Cultura é “repensar”.


Pafos


A cidade cipriota Pafos já foi a capital do país. Hoje a cidade conta com 88 mil habitantes e possui um rico legado histórico.


Pafos pretende tornar-se numa “Fábrica ao Ar Livre”, inspirando-se na ideia de que a cultura se desenvolve ao ar livre e no reconhecimento da necessidade de uma nova abertura na forma de pensar, viver e agir. A proximidade da cidade com o Médio Oriente e o Norte de África permite a Pafos realizar um intercâmbio cultural.


"Pafos conta com 4000 anos de história”, recorda o eurodeputado cipriota Takis Hadjigeorgiou (CEUE/EVN). “A sua longa história e a sua abertura multicultural dão um brilho especial a este destino turístico”, afirma, destacando o castelo de Pafos, o teatro, os túmulos dos reis e os seus famosos azulejos, bem como os centros arqueológicos de “New Pafos” e “Palepafos”, reconhecidos como Património da Humanidade pela Unesco

REF. : 20161207STO54931