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O Presidente do Parlamento Europeu, Jerzy Buzek, apoiou hoje os avanços para a democracia no Médio Oriente e condenou a repressão na Síria e no Iémen. Na abertura da sessão plenária, Buzek criticou ainda a sentença de sete anos de prisão aplicada à líder da oposição e antiga primeira-ministra ucraniana Yulia Timoshenko.

Durante a abertura da sessão, o Presidente do PE congratulou-se com a melhoria da situação na Líbia, mas manifestou a sua preocupação relativamente à situação dos refugiados. Buzek sublinhou também a importância das eleições livres na Tunísia, no final do mês, e anunciou que viajará a este país nas próximas semanas.


O Presidente do PE condenou a violência no Egipto e pediu às autoridades deste país que não fomentem a discórdia e que promovam a tolerância religiosa. Condenou também a violência por parte das autoridades sírias e iemenitas e pediu à comunidade internacional que "ponham fim a estes regimes brutais".


Sentença de Timoshenko deve-se a "motivações políticas"


A sentença de sete anos de prisão aplicada a Yulia Timoshenko "responde a motivações políticas" e é um caso de "aplicação selectiva da lei", disse Jerzy Buzek.


Alterações à agenda


Na quarta-feira à tarde, a Alta Representante da UE para os Negócios Estrangeiros, Catherine Ashton, participa nos debates sobre assuntos externos (Síria, Bahrein, Iémen, Egipto e sentença de Yulia Timoshenko). O PE votará resoluções sobre estes assuntos na sessão plenária de 24-27 de Outubro.  


Na quinta-feira, os eurodeputados vão votar uma resolução sobre o Conselho Europeu de 23 de Outubro. 


Na quinta-feira, o PE vai pronunciar-se sobre a nomeação de Jörg Asmussen para membro da Comissão Executiva do BCE.