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The chat with Jan Philipp Albrecht, who is charge of steering the data protection proposal through Parliament, has just started! Don't miss the opportunity to...(read more) Facebook
What would you do with €1 trillion? That's the amount of taxes lost to fraud and evasion in Europe: €2,000 per citizen per year. Read more about how Parliament...(read more) Facebook O Parlamento Europeu (PE) exigiu hoje medidas concretas para estimular o crescimento económico e a criação de emprego na União Europeia (UE). Numa resolução sobre o último Conselho Europeu, aprovada hoje em plenário, os eurodeputados reiteram o apelo à necessidade de euro obrigações e à introdução de um imposto sobre as transacções financeiras.
A resolução, aprovada por 443 votos a favor, 124 contra e 75 abstenções, valora positivamente a introdução, no novo tratado, de várias modificações sugeridas pelo PE, como a inclusão dos objectivos de crescimento sustentável, emprego, coesão social e competitividade ou o compromisso de incorporar o conteúdo do acordo no marco jurídico da UE num prazo de cinco anos.
Crescimento e emprego
O PE reconhece que a estabilidade orçamental é uma componente importante da solução da crise, mas sublinha que a recuperação económica exige medidas que reforcem a solidariedade e estimulem o crescimento sustentável e o emprego. Os eurodeputados acolheram ainda positivamente o facto do Conselho Europeu reconhecer a importância deste passo, mas insistem na necessidade de medidas concretas e de grande alcance.
Euro obrigações e imposto sobre transacções financeiras
O PE pede ainda uma calendarização para a criação de euro obrigações e a introdução de um imposto sobre as transacções financeiras à escala europeia (já existe uma proposta da Comissão Europeia neste sentido).
Melhorias insuficientes
O PE assinalou que o novo tratado melhorará em vários aspectos o texto original. No entanto, faltam elementos importantes, como o facto de todos os países, actuais e futuros membros da zona euro, desfrutem do mesmo direito a participar nas cimeiras do euro. Além disso, deveria evitar-se a duplicação das normas entre o novo acordo e o Tratado de Lisboa. Os eurodeputados lamentam ainda que não tenha sido possível alcançar um acordo entre todos os Estados-membros (Reino Unido e República Checa ficaram de fora)
Contexto
O PE esteve envolvido no grupo de redacção do novo tratado sobre governo económico, participando com quatro elementos: o alemão Elmar Brok (PPE), o italiano Roberto Gualtieri (S&D), o belga Guy Verhofstadt (Liberais) e o francês Daniel Cohn-Bendit (Verdes/ALE).
O grupo trabalhou em Dezembro e Janeiro para preparar o texto do novo tratado, que foi acordado pelos chefes de Estado e de Governo da UE a 30 de Janeiro.