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To restore people's trust in the EU we need quick and tangible results on youth employment and tax fraud, warned Parliament president Martin Schulz at the...(read more) Facebook
Water is the theme of this year's International Day for Biological Diversity. Essential to life, water has always been an important topic for the Parliament....(read more) Facebook O Parlamento Europeu concordou hoje com a adesão da Islândia à União Europeu e exortou ao estabelecimento de uma data para a Antiga República Jugoslava da Macedónia iniciar as negociações de adesão. No entanto, manifestou reservas quanto aos progressos limitados da Bósnia-herzegovina como potencial candidato. As posições foram aprovadas em três resoluções, uma sobre cada país.
Islândia
O Parlamento Europeu tomou nota das divisões políticas existentes naquele país no que respeita à adesão da Islândia mas espera que esta se concretize. A Islândia é uma das mais antigas democracia da Europa e os eurodeputados congratularam-se pelos seus progressos para cumprir os critérios da UE. O relator foi o deputado romeno Cristian Dan Preda (PPE).
Os eurodeputados salientaram que a disputa Icesave (filial do banco islandês Landsbanki no Reino Unido e Holanda) não está resolvida mas sublinharam que tal não pode pôr em causa a adesão da Islândia como Estado-membro. Ao mesmo tempo, referiram que a UE e a Islândia ainda não chegaram a acordo em alguns pontos, nomeadamente nas quotas pesqueiras da cavala e na caça à baleia, banida na UE. E exortaram a mais progressos no que respeita ao combate à intervenção do Estado, particularmente nos sectores da banca, financeiro e da energia.
A resolução foi aprovada por 596 votos a favor, 52 contra e 35 abstenções.
Antiga República Jugoslava da Macedónia
O PE quer que seja definida uma data para o início das negociações de adesão deste país, pedido que faz desde 2005. A falha do Concelho em fazê-lo está a causar "uma frustração legítima e insatisfação" na opinião pública macedónia, alegam os eurodeputados.
E salientou que as perspectivas de adesão estão bloqueadas pela disputa com a Grécia devido ao nome do país (a Grécia recusa-se a aceitar o nome Macedónia por constituir o mesmo nome de um das suas regiões), congratulando-se, por outro lado, com a iniciativa do comissário do Alargamento, Štefan Füle's, de lançar um "diálogo de adesão alto nível" informal, a 15 de Março.
Os eurodeputados salientaram ainda a eleição de um novo parlamento e a formação de um governo de coligação mas manifestaram-se preocupados com questões ligadas às liberdades fundamentais, dando como exemplo a concentração dos órgãos de comunicação social.
Ao mesmo tempo, a corrupção existente é "uma série preocupação", afirma o Parlamento, embora se manifeste satisfeito com os esforços feitos para combater a situação.
O Parlamento exortou ainda a mais esforços no combate à segregação das crianças de diferentes grupos étnicos no seio do sistema de educação. A performance económica do pis é boa, afirmou, embora os níveis de desemprego e de pobreza se mantenham altos.
A resolução foi aprovada por 582 votos a favor, 70 contra e 34 abstenções e o relator foi o eurodeputado britânico Richard Howitt (S&D).
Bosnia-Herzegovina
O PE manifestou-se preocupado com os progressos limitados registados pela Bosnia-Herzegovina em reformas consideradas essencial para se constituir como potencial membro da UE. Embora considere que o seu futuro passa pela UE, insiste que esta perspectiva só será possível se for um país "soberano, único e unido", com os poderes estatais necessários para cumprir os critérios de adesão à UE.
Os eurodeputados congratularam-se com a formação de um novo governo, esperando que tal estimule as reformas constitucionais necessárias e outras.
Os eurodeputados manifestaram-se ainda "preocupados com o extremismo dos Wahhabis, bem como com outras tendências extremistas na região dos Balcãs Ocidentais" e pediram às autoridades do país que "combatam o extremismo, o ódio religioso e a violência, em estreita colaboração com a comunidade internacional".
A resolução foi aprovada por 557 votos a favor, 40 contra e 37 abstenções e a relatora foi a eurodeputada alemã Doris Pack (PPE).
Procedimento: Resoluções