Rodyklė 
 Ankstesnis 
 Kitas 
 Visas tekstas 
Procedūra : 2006/2612(RSP)
Procedūros eiga plenarinėje sesijoje
Dokumentų priėmimo eiga :

Pateikti tekstai :

B6-0525/2006

Debatai :

PV 11/10/2006 - 22
CRE 11/10/2006 - 22

Balsavimas :

PV 12/10/2006 - 7.28
CRE 12/10/2006 - 7.28
Balsavimo rezultatų paaiškinimas

Priimti tekstai :

P6_TA(2006)0420

Diskusijos
Ketvirtadienis, 2006 m. spalio 12 d. - Briuselis Atnaujinta informacija

8. Paaiškinimai dėl balsavimo
PV
  

- Informe: Cavada (A6-0326/2006)

 
  
MPphoto
 
 

  Carlos Coelho (PPE-DE), por escrito. Apoio a conclusão destes acordos bilaterais para a participação no Observatório Europeu das Drogas e da Toxicodependência quer da Roménia, quer da Bulgária, quer da Turquia.

Estes 3 países estão incluídos na lista dos 13 países candidatos abrangidos pelo processo de adesão e este tipo de acordo pretende reforçar a estratégia de pré-adesão, que permite que lhes possa ser a dada autorização para participarem em programas e agências comunitárias.

Traduzem-se, deste modo, numa das principais formas de reforço da capacidade dos países candidatos para aplicar o acervo comunitário, uma vez que acabam por servir como uma espécie de preparação, para estes países e os seus cidadãos, se poderem familiarizar com as políticas e os métodos de trabalho da União.

Estes acordos estipulam condições de participação, no OEDT, similares às que regem a participação da Noruega.

Serão, sem dúvida, inúmeras as vantagens destes acordos, ao mesmo tempo que não vejo quaisquer problemas relativamente às modalidades de participação, quer ao nível técnico (terão uma ligação à REITOX, partilharão dados, com o pleno respeito das regras comunitárias e nacionais relativas à protecção de dados), quer financeiro (deverão contribuir de forma a cobrir os custos da sua participação), participando no Conselho de Administração, mas sem direito a voto.

 
  
  

- Informe: Chichester (A6-0314/2006)

 
  
MPphoto
 
 

  Jens-Peter Bonde (IND/DEM), skriftlig. Galileo-programmet er et EU-program for satellitbaseret radionavigation. I dag er al satellitbaseret radionavigation baseret på det alment kendte GPS-system sammen med et russisk system. Galileo er et civilt system, hvor det amerikanske GPS er militært. Teknisk bliver det også et bedre system baseret på 30 satellitter, hvilket giver en bedre dækning. For den erhvervsmæssige del vil det betyde en præcision hel ned til 3mm, hvor GPS ligger på ca. 2-3 cm. I dag er satellitnavigation en uundværlig teknik i dagligdagen. Det er derfor utrolig risikabelt, at dette er afhængigt af det amerikanske militærs forgodtbefindende. Galileo er således helt nødvendigt for at få et sikkert og uafhængigt navigationssystem. Det bliver gratis for alle at benytte sig af den mere grove del. Det er en dyr spøg. Det koster ca. 30 mia. kr.. Men det er et projekt, som Danmark ikke ville kunne løfte alene. Hvis vi i sidste ende vil være uafhængige af USA's militær, er det et projekt, som JuniBevægelsen kan støtte.

Betænkningen støtter en forlængelse af projektet også udover anlægsperioden. JuniBevægelsen stemmer derfor for forslaget.

 
  
  

- Informe: Pahor (A6-0274/2006)

 
  
MPphoto
 
 

  Jean-Pierre Audy (PPE-DE), par écrit. – J'ai voté en faveur de l'excellent rapport de mon collègue Borut Pahor relatif à la modification des articles 3 et 4 du règlement intérieur du Parlement européen, lesquels traitent de la vérification des pouvoirs et de la durée du mandat dans ses aspects relatifs aux incompatibilités. Il est en effet normal que les administrations des États membres soient impliquées dans la vérification des pouvoirs; notamment dans le cas d'incompatibilités risquant de frapper un nouveau parlementaire européen.

 
  
  

- Informe: Moraes (A6-0278/2006)

 
  
MPphoto
 
 

  David Martin (PSE), in writing. I fully support the strategy that my friend Claude Moraes outlined in the House during the vote. Hopefully we have sent a political message to the Council without blocking the legislation.

 
  
  

- Informe: Moraes (A6-0279/2006)

 
  
MPphoto
 
 

  Carlos Coelho (PPE-DE), por escrito. O PE tem sido coerente ao rejeitar todas as iniciativas que lhe foram apresentadas, quando consultado sobre questões de pormenor relativas à Europol.

Encontramo-nos, mais uma vez, nessa situação. Apoio, assim, a posição do relator - Claude Moraes - no sentido de rejeitar quer a iniciativa relativa à alteração do estatuto do pessoal da Europol, quer a relativa à adaptação dos seus vencimentos de base.

Compreendo perfeitamente a necessidade que a Europol tem de proceder a adaptações internas, mas não faz sentido nenhum que o Parlamento se pronuncie uma vez que, tratando-se de uma instituição intergovernamental, o Parlamento não desempenha nenhum papel relevante na tomada de decisões administrativas desta instituição.

Temos vindo a apoiar inúmeras iniciativas no sentido de alargar o mandato da Europol e dotá-la de competências operacionais, contribuindo para que a Europol se transforme num instrumento eficaz na luta contra o crime organizado. Mas, temos vindo também a insistir na necessidade desse processo ser acompanhado por medidas que garantam um controlo democrático e jurisdicional.

Espero, assim, que a Comissão nos apresente brevemente uma proposta no sentido de integrar a Europol no sistema institucional da UE, devendo a Convenção Europol ser substituída por uma decisão do Conselho, em que a estrutura, os métodos de trabalho, os domínios de actividade e as missões deverão passar a ser definidas em co-decisão.

 
  
MPphoto
 
 

  David Martin (PSE), in writing. I fully support the approach to this report outlined by my friend Claude Moraes during the vote in the House. We will hopefully send an important political signal to Council without blocking the legislation.

 
  
  

- Informe: Mann, Erika (A6-0291/2006)

 
  
MPphoto
 
 

  Bruno Gollnisch (NI), par écrit. – Même si certains membres du groupe de contact font tout pour arriver à un accord dans les délais impartis, c'est-à-dire la fin de cette année, le statut du Kosovo n'est pas encore fixé.

Je sais bien que la partition du Kosovo n'est pas envisagée dans les négociations et que la communauté internationale se moque de la Constitution que vient d'adopter la Serbie, accordant une large autonomie à la province du Kosovo, considérée à juste titre par les Serbes comme le berceau de leur pays. Je sais bien que ces négociations sont un leurre et qu'il s'agit d'imposer la sécession du Kosovo.

Mais le rapport qui nous est proposé aujourd'hui semble considérer que l'indépendance du Kosovo est d'ores et déjà acquise, puisque l'aide qu'il propose de lui accorder n'est ni plus ni moins qu'un don classique à un pays tiers. Les quelques amendements relatifs au respect des droits de l'homme ne sont que gesticulation, la persécution des minorités serbes, sous l'oeil indifférent des forces multinationales, étant une réalité qui devrait justifier la plus grande prudence.

Nous ne nous sentons pas obligés de cautionner cette situation.

 
  
  

- Informe: Gál (A6-0306/2006)

 
  
MPphoto
 
 

  Carlo Fatuzzo (PPE-DE). – Signor Presidente, onorevoli colleghi, sono abituato a vedere i parlamentari europei lasciare l'Aula quando comincio a parlare io. Ringrazio coloro che restano ad ascoltare questa importante dichiarazione circa la relazione sull'istituzione dell'Agenzia dei diritti fondamentali.

Ho votato a favore del rinvio in commissione ma ci tengo a dire che tra i diritti fondamentali ci sono i diritti dei pensionati a riscuotere una pensione. Il governo social-comunista, attualmente al potere in Italia e guidato dal Presidente Prodi, sta diminuendo la pensione di 500.000 cittadini italiani che hanno lavorato all'estero, in Svizzera, nella misura di 2/3 dell'importo che percepiscono attualmente. E' come se noi ricevessimo una indennità di 1/3 di quella riscossa fino a oggi.

Non è così che si trattano i pensionati, che hanno il diritto di vivere e di poter contare su una pensione sicura. Quale sicurezza per chi si accorge, all'inizio dell'anno, che la propria pensione è diminuita addirittura del 66%? Vergogna al governo Prodi di centro-sinistra in Italia.

 
  
MPphoto
 
 

  Eija-Riitta Korhola (PPE-DE). – Mr President, the interpretation of my speech in Finnish yesterday was misleading and, in some parts, even contradictory to the original message. I find it very regrettable, especially because I had sent my speech in advance. It is a pity that even during the Finnish Presidency these kinds of mistakes take place. As much as we love to speak our own mother tongue and we are proud of it, these kinds of mistakes do not leave us much choice.

Therefore I would ask my colleagues to read my original arguments on the requested closure of certain units in the Kozloduy nuclear power plant in Bulgaria when the final and accurate translation is available.

 
  
MPphoto
 
 

  El Presidente. Muchas gracias, señora Korhola. Tiene usted razón: el multilingüismo integral que practicamos en este Parlamento muchas veces nos causa problemas, pero crea usted que los servicios hacen lo que pueden.

Teniendo en cuenta el número de lenguas y las dificultades técnicas, a pesar de que a veces se puedan producir algunos problemas como el que usted señala, en conjunto creo que somos una Asamblea ejemplar en el mundo en cuanto al respeto del multilingüismo.

 
  
MPphoto
 
 

  Bruno Gollnisch (NI), par écrit. – S'il est un domaine dans lequel Bruxelles est prolixe, c'est bien celui de la création d'agences: de la défense, de lutte contre la drogue, de la sécurité maritime, routière, aérienne, de l'énergie, de la reconstruction...

Aujourd'hui c'est au tour de celle des droits fondamentaux de l'UE. Énième "machin" de l'Europe ou organe indispensable au bon fonctionnement des démocraties dans l'Union ? Selon ce rapport: "Les droits fondamentaux devraient être au coeur de toutes les politiques et initiatives de l'Union européenne afin que l'Europe puisse vraiment être le symbole des droits fondamentaux". Magnifique! Superbe! Seulement il semble qu'il en soit bien différemment en réalité.

Aujourd'hui, dans le royaume de Belgique, véritable oligarchie bananière, un leader de l'opposition est condamné à dix ans d'inéligibilité pour un simple délit d'opinion. En France, pareillement, Jean-Marie Le Pen est condamné lourdement pour avoir exprimé sur les conséquences d'une immigration musulmane massive une opinion modérée très largement partagée par les Français. En Grande-Bretagne, ce mois-ci, M. Nick Griffin est, toujours pour délit d'opinion, poursuivi après une provocation indigne d'un journaliste de la BBC.

Force est de constater qu'aujourd'hui, les libertés d'expression et de pensée sont de plus en plus menacées et bafouées et cèdent la place à l'autocensure et au terrorisme intellectuel.

 
  
MPphoto
 
 

  Hélène Goudin och Nils Lundgren (IND/DEM), skriftlig. ”Med hänsyn till att processen med att skapa en konstitution för Europeiska union har stannat av anser föredraganden att detta är rätta tillfället för EU att lyfta fram skyddet och främjandet av de grundläggande mänskliga rättigheterna.”

På detta sätt väljer föredraganden att motivera behovet av en ny byrå för att efterleva rättigheter. Denna funktion har övervakats på högsta nivå sedan 1953 av den väl respekterade Europadomstolen för mänskliga rättigheter som omfattar så många fler länder än EU:s medlemsstater, med mycket gott resultat.

Betänkandets uppenbara motiv är att upprätthålla en byrå för övervakning av de grundläggande mänskliga rättigheterna, eftersom konstitutionen har fallit. Detta är högst anmärkningsvärt och visar ytterligare på EU:s outtröttliga strävan att bli en överstatlig makt som ska hantera allt inom alla områden utan att ta hänsyn till existensen av mellanstatliga avtal och överenskommelser samt nationell självbestämmanderätt.

Junilistan har dock röstat för en rad ändringsförslag som berör demokratisk insyn i byråns verksamhet samt en rättvis könsfördelning bland dess ledamöter. Vi har även röstat för att om förslaget går genom så skall barnens rättigheter ha en framskjutande plats i byråns arbete.

Junilistan säger nej till betänkandet i dess helhet.

 
  
MPphoto
 
 

  David Martin (PSE), in writing. I welcome this legislation, which concerns the transformation of the European Union Monitoring Centre on Racism and Xenophobia into a fully fledged Agency for Fundamental Rights.

The aim is to have an independent body which monitors in a continuous and systematic manner the conformity of national and European laws against established international Human Rights norms. The Fundamental Rights Agency will in turn be able to draft reports and opinions for the EU institutions and provide guidance and opinions. Member States and EU institutions will not be bound by its findings.

 
  
MPphoto
 
 

  Bernadette Vergnaud (PSE), par écrit. – Il me semble important de créer une Agence des droits fondamentaux à la fois indépendante et responsable. Il est nécessaire de trouver un équilibre entre ces deux exigences, en gardant toujours à l'esprit que l'essentiel est de concevoir un organe fonctionnel et efficace.

Pour réaliser cet objectif, une coopération active et rapprochée est indispensable entre les trois institutions européennes. Il s'agit avant tout de trouver un consensus politique. Or, le Conseil a fait savoir qu'il ne souhaitait pas que les compétences de l'Agence européenne des droits fondamentaux soient étendues au troisième pilier, c'est-à-dire la coopération intergouvernementale dans le domaine de la police, de la justice, de l'immigration et des actions antiterroristes. Les Pays-Bas ont même annoncé qu'ils utiliseraient leur droit de veto afin d'empêcher l'Agence de démarrer ses activités au 1er janvier 2007 en raison du double emploi avec les travaux du Conseil de l'Europe.

C'est pourquoi, si j'ai voté en bloc en faveur de tous les amendements au rapport de Mme Kinga Gál, j'ai en revanche voté en faveur du report du vote final afin que le Conseil revoie sa position.

 
  
  

- Informe: Kósáné Kovács (A6-0282/2006)

 
  
MPphoto
 
 

  Carl Lang (NI), par écrit. – Selon ce rapport: "l'Agence des droits fondamentaux doit constituer une instance adéquate pour fournir un examen régulier de l'application des droits de la personne".

De ce fait, s'il est un dossier que la future Agence devra étudier c'est bien celui des atteintes à la liberté d'expression qui se multiplient en Europe.

Les exemples malheureusement abondent: des caricatures de Mahomet publiées dans un journal danois, provoquant la mort de prêtres en Turquie, des manifestations violentes et des incendies d'églises, au discours du pape Benoît XVI considéré comme "haineux et hostile" par un dirigeant turc musulman, en passant par, encore récemment, le philosophe français Redeker menacé de mort et contraint de changer d'adresse chaque jour pour un texte sur le Coran dont le contenu serait préjudiciable et offensant pour le prophète, l'islam et les musulmans.

L'autocensure, les menaces et les agressions ne cessent de progresser au détriment des libertés d'expression et de pensée, au point qu'aujourd'hui, elles sont probablement les libertés les plus menacées en Europe.

Alors, si le premier dossier de cette future Agence consiste à défendre effectivement ces libertés et à en dénoncer les atteintes, nous y sommes favorables. Dans le cas contraire, il s'agira d'un énième comité Théodule inutile et coûteux.

 
  
  

- Futuro de la política europea de patentes (B6-0522/2006)

 
  
MPphoto
 
 

  Marco Cappato (ALDE). – Signor Presidente, onorevoli colleghi, ho votato contro la risoluzione sul futuro dei brevetti perché credo che il Parlamento europeo avrebbe dovuto lanciare un messaggio chiaro, per il quale noi chiediamo regole comunitarie in materia di brevetto europeo. La via di mezzo che prefigura la Commissione consiste nell'aggiungere alcuni elementi europei a un sistema che invece è e resterà essenzialmente intergovernativo.

L'Ufficio europeo dei brevetti ha già dimostrato la propria capacità di fare danni in materia di brevettabilità del software. Spero che la Commissione, invece di esplorare la via ibrida che ci propone, voglia riprendere con coraggio l'idea del brevetto comunitario, anche contro la tendenza alla rinazionalizzazione, che è ormai imperante in tutti i settori dell'Unione europea.

 
  
MPphoto
 
 

  Ilda Figueiredo (GUE/NGL), por escrito. Apesar de ter sido rejeitada, no Parlamento Europeu, por uma vasta maioria (648 votos), em Julho de 2005, a posição comum do Conselho sobre uma proposta de directiva relativa à patenteabilidade dos inventos que implicam programas de computadores, a Comissão Europeia relançou o debate, em Janeiro deste ano, sobre o futuro do sistema de patentes na União Europeia, contornando, desta forma, o resultado dessa votação que, por sua vez, resultou de uma grande mobilização e contestação popular.

A questão central reside na tentativa de criação de uma organização europeia para os litígios em matéria de patentes e de um tribunal europeu de patentes, cujas decisões se sobreporiam às dos tribunais nacionais de cada Estado-Membro. Este tribunal ficaria sob a alçada dos representantes nacionais que fazem parte do conselho de administração do Instituto Europeu de Patentes e que seriam responsáveis pela nomeação dos juízes. Ora, esse instituto tem, nos últimos anos, concedido centenas de patentes, por exemplo, sobre software, que alguns países consideram inválidas. Com a perda de soberania, os tribunais nacionais não se poderiam pronunciar contra as patentes.

Sobre a resolução hoje aprovada, a qual votámos contra, reafirmamos que não se pode admitir que se passe a atribuir patentes a ideias, ao conhecimento, e se coloque entraves à liberdade intelectual, à inovação tecnológica e à própria competitividade da economia da Europa.

 
  
MPphoto
 
 

  Mathieu Grosch (PPE-DE), schriftlich. Da nach Artikel 1 das Parlament lediglich die Kommission auffordert, verschiedene Möglichkeiten zu prüfen, geht es dabei noch nicht um Entscheidungen, welche Lösung(en) gewählt werden soll(en). Deshalb können und sollten der Vollständigkeit halber auch Maßnahmen analysiert werden, die nicht von allen Seiten a priori als positiv bewertet werden.

 
  
  

- Informe: Jeggle (A6-0290/2006)

 
  
MPphoto
 
 

  Michl Ebner (PPE-DE). – Signor Presidente, onorevoli colleghi, ho votato a favore della relazione Jeggle, in modo convinto e ragionato, perché sono del parere che si tratti di una delle iniziative per portare avanti la discussione sul tema della ricerca sugli animali, ovvero di limitare il più possibile la ricerca su animali vivi. Credo che vada colta ogni occasione in tal senso, cosa che abbiamo fatto anche nella relazione d'iniziativa in oggetto. Sono consapevole del fatto che la base giuridica per altri settori non è quella più lampante ma ritengo comunque che abbiamo fatto un passo avanti e mi auguro che ne seguano altri in questa direzione.

 
  
MPphoto
 
 

  Jan Andersson, Anna Hedh, Ewa Hedkvist Petersen, Inger Segelström och Åsa Westlund (PSE), skriftlig. Vi röstade emot initiativbetänkandet A6-0290/2006 av Jeggle i sin helhet, eftersom det på flera punkter motverkar unionens arbete för förbättrat djurskydd. Vi kan inte ställa oss bakom tanken att EU skall skjuta upp införandet av bättre djurskydd innan våra handelspartner inom WTO gör detsamma. Detta kommer på ett allvarligt sätt att bromsa utvecklingen på området.

Dessutom vänder vi oss emot införandet av handelshinder gentemot tredjeland med sämre djurskyddsnormer än EU. Detta riskera att drabba utvecklingsländer som är beroende av jordbruksexport till EU.

Vi vill dock betona att vi är positivt inställda till kommissionens handlingsplan för djurskydd och djurs välbefinnande. Vi välkomnar även de delar av betänkandet som vill gå vidare på flera viktiga områden för djurskyddet.

 
  
MPphoto
 
 

  Luis Manuel Capoulas Santos, Fausto Correia, Edite Estrela e Joel Hasse Ferreira (PSE), por escrito. Votei a favor da primeira parte do ponto 71 do relatório Jeggle, pelas seguintes razões:

1. As touradas representam uma tradição multissecular, arreigada em várias regiões de diferentes Estados-Membros da UE, com características diferentes entre elas, sendo que, no caso português, a morte do touro foi proibida pela primeira vez em 1836;

2. As touradas são responsáveis pela existência do touro bravo. Sem elas há muito que esta espécie estaria extinta, uma vez que a sua criação não se reveste de qualquer interesse económico para a produção de carne ou de leite;

3. Tal não significa que o espectáculo "tourada", e a tradição a que está associado, não devam evoluir e adaptar-se aos valores morais de cada momento histórico, tendendo neste caso, tão depressa quanto possível, para a eliminação de qualquer sofrimento físico dos animais. Existem hoje modalidades com um estatuto desportivo elevado que evoluíram a partir de tradições violentas, como a esgrima, por exemplo, que para ser praticada actualmente, não obriga a que os praticantes sejam fisicamente molestados. A farpa de ferro pode perfeitamente vir a ser substituída por um bastão electrónico cujo contacto com o animal provoque o mesmo efeito em termos de espectáculo.

4. A proposta 71 do relatório, ao propor de forma simplista que se ponha fim às touradas...

(Declaração de voto encurtada nos termos do nº 1 do artigo 163º do Regimento)

 
  
MPphoto
 
 

  Ilda Figueiredo (GUE/NGL), por escrito. Sendo importante a protecção e o bem-estar animal, até porque a qualidade de vida humana está também ligada à segurança alimentar e à qualidade dos produtos de origem animal, há que ter em conta tradições e culturas específicas.

Apoiamos diversas ideias contidas no relatório, nomeadamente: a protecção dos animais é um sinal de humanidade; alargar o âmbito da política europeia do bem-estar animal para além dos animais de exploração; ter-se em conta a especificidade regional e ambiental da União Europeia; defender uma política de protecção animal transversal que contemple legislação, formação profissional, apoio financeiro e investigação científica.

Sublinhamos positivamente a referência à necessidade de ter em conta a dimensão das explorações agrícolas e os custos adicionais que a protecção animal acarreta, devendo os agricultores, sobretudo os pequenos e médios agricultores e a agricultura familiar, ser compensados pelos prejuízos financeiros sofridos ao aplicarem as medidas relativas ao bem-estar animal.

Quanto às touradas, discordamos da posição da relatora, dado que não é correcto incluir tudo no mesmo plano. Por exemplo, não é correcto considerar ao mesmo nível as touradas à corda nos Açores com touradas de morte, embora estas também tenham de ser compreendidas no contexto de culturas e tradições locais que podem evoluir para novas práticas.

 
  
MPphoto
 
 

  Robert Goebbels (PSE), par écrit. – Je me suis abstenu lors du vote final sur ce rapport parce que le Parlement européen, comme il en a l'habitude, mêle les intentions généreuses à une avalanche de règlements inexécutables. Qui peut contrôler le temps que passent les vaches à brouter dans les prés? Qui peut contrôler l'âge réel d'un porcelet avant qu'il soit castré? L'enfer est pavé de bonnes intentions!

 
  
MPphoto
 
 

  Ana Maria Gomes (PSE), por escrito. Votei a favor da alteração do PPE que previa a exclusão da palavra "touro" do parágrafo 71 do relatório Jeggle.

Votei desta forma porque é importante zelar pela sobrevivência do touro bravo, que é garantida pela instituição da tourada.

No entanto, repugna-me o espectáculo da tourada, tal como é praticado neste momento em Portugal e noutros países da UE. Trata-se de espectáculos que, ao abrigo do efémero argumento da "tradição" banalizam o sofrimento dos animais como entretenimento colectivo.

Tal como outros aspectos da vida quotidiana das nossas sociedades, também as touradas terão que evoluir de forma a perderem as características bárbaras que herdaram e ainda as distinguem. Nenhum aspecto da vida colectiva deve ser imune ao progresso e à evolução das sensibilidades.

Nesse sentido, esta resolução deve servir de aviso àqueles que rejeitam qualquer tipo de mudança nas touradas: é imperativo que esta actividade evolua rapidamente no sentido de deixar de viver do sofrimento dos animais. Caso contrário, o meu país, Portugal, e a UE devem tomar medidas drásticas.

O modo como uma sociedade trata os animais revela mais do que apenas a sua atitude para com eles. Revela o grau de civilização, humanidade e de progresso em que se encontra.

 
  
MPphoto
 
 

  Hélène Goudin (IND/DEM), skriftlig. Att föra en politik inom EU som syftar till att skydda djur och öka deras välbefinnande anser vi absolut höra till en grundläggande värdeunions ansvar.

Jag instämmer därför i huvudsak med betänkandet och röstar ja till det i dess helhet. Jag ställer mig dock inte bakom tankarna i betänkandets motivering om att skapa ett EU-centrum eller laboratorium för djurskydd och djurs välbefinnande. Det är medlemsstaterna som skall se till att bedriva en djurskyddspolitik i enlighet med den allmänna strategin för djurskydd som man kommer överens om på EU-nivå.

 
  
MPphoto
 
 

  Jens Holm och Eva-Britt Svensson (GUE/NGL), skriftlig. Vi välkomnar kommissionens förslag till en handlingsplan för djurskydd 2006-2010. Det finns ett stort behov av att i praktiken förbättra villkoren för djur, och kommissionens förslag innehåller många viktiga förslag. Dessvärre har vi varit tvungna att konstatera att Jeggles betänkande inte levt upp till våra höga förväntningar, bland annat genom betoningen av försämrad konkurrenskraft till följd av höga standarder för djurskydd, vilket i praktiken riskerar att omöjliggöra en progressiv politik på detta område. Därför valde vi att lägga ned våra röster i slutomröstningen om betänkandet idag.

 
  
MPphoto
 
 

  Nils Lundgren (IND/DEM), skriftlig. Att föra en politik inom EU som syftar till att skydda djur och öka deras välbefinnande anser vi absolut höra till en grundläggande värdeunions ansvar.

Jag instämmer därför i huvudsak med betänkandet och röstar ja till det i dess helhet. Jag ställer mig dock inte bakom tankarna i betänkandets motivering om att skapa ett EU-centrum eller laboratorium för djurskydd och djurs välbefinnande. Det är medlemsstaterna som skall se till att bedriva en djurskyddspolitik i enlighet med den allmänna strategin för djurskydd som man kommer överens om på EU-nivå.

Jag ansluter mig inte heller till en del av uppmaningen i punkt 71 i förslaget till betänkande om att på EU-nivå sätta stopp för hundkamper samt tjur- och tuppfäktning genom lagstiftning på EU-nivå. Det är enligt vår mening sist och slutligen medborgarna i en medlemsstat som i nationella val eller folkomröstningar skall avgöra om de vill förbjuda de ovan nämnda verksamheterna inom sin stats territorium.

 
  
MPphoto
 
 

  David Martin (PSE), in writing. I voted for this Report, which contains many sensible suggestions for improving the welfare of animals. However, we must not only set high welfare standards, we must also enforce them. The enforcement of our existing laws on animal welfare is far too patchy. The Commission needs to challenge Member States to properly implement the law with improved inspection and the application of sanctions.

 
  
MPphoto
 
 

  Luís Queiró (PPE-DE), por escrito. Este relatório de iniciativa peca por duas razões. No que toca à condenação das touradas, felizmente não aprovada, porque a matéria dificilmente justifica uma preocupação comunitária. Não estando em causa o cumprimento dos mínimos exigíveis para a condição de Estado-Membro da União Europeia, não creio que as instituições comunitárias se devam pronunciar sobre a matéria.

Para além disso, a tentação de, por via "legislativa" comunitária, procurar impor a um Estado-Membro as tradições e os valores culturais de outro, ou a particular visão que qualquer um deles tenha sobre tradições ou valores culturais alheios - o que, além do mais, comporta uma atitude arrogante e totalmente inaceitável -, é um método e uma prática indesejável. Independentemente da opinião que tenhamos sobre as tradições em causa.

Deixemos à União Europeia aquilo que deve ser comunitário, e deixemos aos Estados-Membros aquilo que, por natureza, deve ser da sua competência.

 
  
  

- Informe: Ehler (A6-0272/2006)

 
  
MPphoto
 
 

  Jean-Pierre Audy (PPE-DE), par écrit. – J'ai voté le rapport de mon excellent collègue Jan Christian Ehler sur le suivi du rapport sur la concurrence dans le secteur des professions libérales. Néanmoins, sur certaines dispositions relatives à la publicité, je me suis abstenu en l'absence d'informations précises sur l'impact de la communication sur la qualité professionnelle et éthique des services rendus ainsi que sur le prix des prestations.

Je partage le point de vue selon lequel il est indispensable d'insérer les professions libérales dans notre marché intérieur européen, mais nous devons tenir compte de leurs spécificités liées à la protection particulière et indispensable du consommateur européen dans un marché des services qui s'internationalise fortement. Au-delà de ces considérations, il me paraît tout à fait indispensable de faire en sorte que les professions libérales soient davantage reconnues au sein des institutions politiques européennes et aient toute leur place dans la logique d'économie sociale de marché en Europe.

 
  
MPphoto
 
 

  Ilda Figueiredo (GUE/NGL), por escrito. O presente relatório tem um só objectivo: aferir e promover reformas no sector dos serviços das profissões liberais, através da desregulamentação e da eliminação de todos os entraves à concorrência. Aliás, no cumprimento dos objectivos de desregulamentação total e de reforço da concorrência inscritos no relatório Kok, de Novembro de 2004, e incluídos na revisão da Estratégia de Lisboa de 2005.

Inscreve-se, também, no processo de liberalização do sector dos serviços e de criação de um mercado interno dos serviços, conforme proposto na denominada Directiva Bolkenstein. Neste sentido, existe uma tendência para considerar as organizações que auto-regulam as profissões liberais como entraves à livre prestação de serviços.

Estamos de acordo que alguns destes serviços são de interesse geral e devem ser considerados "bens" públicos, devendo haver regras para a garantia da qualidade do serviço e garantindo a protecção dos utentes/consumidores.

Mas, por isso, não pode ser posto em causa o direito de os Estados regulamentarem estas actividades a nível nacional ou autorizarem a auto-regulação pelas organizações profissionais. Tem de ser garantida a legitimidade de elaborarem regulamentação, com base em particularidades tradicionais, geográficas e demográficas, ou outras regulamentações especiais (por exemplo sobre a publicidade).

 
  
MPphoto
 
 

  Marianne Thyssen (PPE-DE), schriftelijk. Vrije en intellectuele beroepen worden zo genoemd, omdat ze zich nu eenmaal van andere dienstverleners onderscheiden op meerdere punten. Ook al moeten wij hen begeleiden, opdat zij maximaal kunnen bijdragen aan de Lissabon-doelstellingen en respect opbrengen voor de fundamentele beginselen van het Verdrag, toch betekent dit niet dat wij hun specificiteit mogen miskennen.

In het verslag-Ehler wordt deze specificiteit wel degelijk erkend; daarom kan ik het ook steunen. Rapporteur Ehler heeft zijn verslag op de juiste manier aangepakt: de vraag naar het aanbrengen van meer structuur in het debat, zodat heldere vragen heldere, rechtszekere antwoorden kunnen krijgen. Dit is in het belang van de afnemers (ondernemers [amp] consumenten/cliënten), van de onderlinge concurrentiële en collegiale verhoudingen binnen de beroepsgroep en van het algemeen belang.

 
  
  

- Informe: Varela Suanzes-Carpegna (A6-0302/2006)

 
  
MPphoto
 
 

  Jean-Pierre Audy (PPE-DE), par écrit. – J'ai voté l'excellent rapport de mon collègue et ami Daniel Varela Suanzes-Carpegna sur les relations économiques et commerciales entre l'Union européenne et le Mercosur. Je lui suis reconnaissant, notamment, d'avoir bien voulu accepter des amendements relatifs à la place des petites et moyennes entreprises dans la partie "coopération" de l'accord d'association avec le Mercosur et aux financements qui y seront attachés, ainsi qu'au rôle des organisations représentatives de PME.

Au moment où les négociations devant l'Organisation mondiale du commerce sont en situation d'échec et où l'Union européenne va négocier des accords bilatéraux, ce rapport trace le chemin d'une coopération commerciale avec cette partie très importante du continent américain. Si l'accord d'association pouvait être finalisé, la zone de libre-échange ainsi créée sera la plus importante entre régions du monde et ouvrira des opportunités majeures pour le commerce et, donc, pour la croissance économique des deux parties, tout en améliorant la compétitivité internationale des deux marchés.

 
  
MPphoto
 
 

  Bruno Gollnisch (NI), par écrit. – Bien qu'elle s'en défende, l'Union européenne multiplie les négociations commerciales bilatérales pour pallier l'échec prévisible du cycle de négociations de Doha. Et ces négociations ont les mêmes défauts que celles de l'OMC: les concessions de l'Union européenne à ses partenaires sont bien plus importantes que les concessions des partenaires à l'UE; l'agriculture européenne est sacrifiée sans aucune garantie de réelle ouverture des marchés étrangers aux produits industriels ou aux services européens. Certains des États membres du Mercosur bénéficient d'ailleurs déjà du régime de préférences généralisées de l'Union européenne, c'est-à-dire d'un accès au marché européen en franchise de droits et de contingents.

On se demande d'ailleurs où sont les intérêts réciproques des futurs partenaires commerciaux, les coûts d'un "non-accord" représentant une part infime du volume des échanges commerciaux entre les deux parties.

Le principal objectif de cet accord semble bel et bien être la vanité d'avoir créé la première zone de libre échange interrégionale du monde, bientôt étendue à tout le continent américain. Un énième exemple de la propension de Bruxelles à faire passer les objectifs idéologiques avant toute autre considération, notamment économique et sociale.

 
  
MPphoto
 
 

  Hélène Goudin (IND/DEM), skriftlig. Junilistan anser att en friare handel gynnar välståndet i världen. Frihandelstanken bygger på att ju fler som är med, desto bättre blir resultatet för de inblandade parterna.

Detta initiativbetänkande innehåller många förtjänstfulla delar, som skulle kunna leda till ökat välstånd. Dessvärre, som så ofta sker i denna församling, lägger man till ovidkommande och negativa skrivningar.

Det talas bland annat om de utrikespolitiska strategiska aspekterna av ett avtal, om bistånd och att ge parlamentet mer makt, såväl i handels- som utrikespolitiska frågor.

De nyss nämnda aspekterna överskuggar tyvärr det önskvärda som skulle kunna uppnås. Jag har således röstat emot betänkandet vid dagens omröstning.

 
  
MPphoto
 
 

  Pedro Guerreiro (GUE/NGL), por escrito. A proposta de conclusão de um Acordo de Associação e de uma Zona de Comércio Livre entre a UE e o Mercosul integra-se na actual ofensiva de abertura dos mercados à concorrência a nível mundial, nomeadamente no quadro do actual impasse na OMC.

O relatório comete a proeza de explicitar a ambição da UE relativamente ao domínio da América Latina - nomeadamente dos países do Mercosul -, face à ALCA, ao mesmo tempo que não a coloca em causa. Contradições?!

Aliás, a maioria do PE procura introduzir nesta ZCL todos os sectores, incluindo os denominados "temas de Singapura" (investimentos, concorrência, mercados públicos e facilitação do comércio). Mais, esta maioria arroga-se em apontar a UE como modelo de integração para a América Latina.

Consideramos que a liberalização dos mercados coloca em causa a soberania dos povos e dos (alguns) Estados sobre os seus recursos e sobre a definição quanto ao caminho para o seu desenvolvimento. Com a liberalização do comércio mundial, os trabalhadores sofrem pressões sobre os salários e os direitos laborais, para além de ser colocada em causa a grande maioria dos pequenos e médios agricultores e as PME, promovendo-se os interesses das grandes multinacionais e a concentração do capital.

Daí o nosso voto contra.

 
  
MPphoto
 
 

  Nils Lundgren (IND/DEM), skriftlig. Frihandel är det viktigaste medlet för välstånd i världen, och ju fler länder som deltar i sådan frihandel, desto mer stiger välståndet i de länder som deltar. Att få med stora delar av Sydamerika i ett frihandelsområde med EU är därför ett stort steg mot välstånd och utrotande av fattigdom.

Detta initiativbetänkande innehåller därför många förtjänstfulla förslag, som kan leda till ökat välstånd om de förverkligas. Som så ofta i denna församling innehåller det dessvärre också en mängd skrivningar, vars syfte är att främja utvecklingen av EU till en federal stormakt och att öka parlamentets makt på medlemsländernas bekostnad. Det talas bland annat om de utrikespolitiska strategiska aspekterna av ett avtal, om bistånd och om att ge parlamentet mer makt över såväl handelspolitiken som utrikespolitiken.

Trots dessa starka invändningar, gör jag bedömningen att det är bättre att detta regionala associeringsavtal ingås än att det stoppas.

 
  
MPphoto
 
 

  David Martin (PSE), in writing. In general I welcome this report, which promotes the relaunching and strengthening of the bi-regional strategic partnership with Mercosur. It aims to reinforce regional integration as a priority dimension of support for development in Latin America, recognising the principles of ‘less than full reciprocity’ and ‘special and differential treatment’ depending on the levels of development and sectoral competitiveness of the two regions. It also advocates gradual and reciprocal liberalisation of trade.

I feel, however, that there should be some caution in liberalising services (particularly public services). There should at all times be recognition of the specific needs of developing countries. If applied in a timely and gradual manner, liberalisation has the key to unlock commercial potential and stimulate economic growth to the satisfaction of both parties. But it is not an end in itself and should not be seen as a panacea for all the problems that our partners face.

 
  
MPphoto
 
 

  Tobias Pflüger (GUE/NGL), schriftlich. Der Bericht Varela Suanzes-Carpegna liest sich wie der Wunschkatalog der größten europäischen Unternehmen sowie des Agrobusiness des Mercosur. Ziel ist die schnellstmögliche Errichtung einer Freihandelszone EU-Mercosur. Die Einhaltung von Menschenrechten und die Auswirkungen auf breite Bevölkerungsteile beider Regionen spielen dabei keine Rolle.

Der Bericht hebt zwar einerseits die Kosten eines Nichtabschlusses des Abkommens hervor, erwähnt aber mit keinem Wort die sozialen Kosten einer Freihandelszone EU-Mercosur. Dabei zeigen die Freihandelsabkommen der vergangenen Jahrzehnte drastisch, dass die in den Abkommen festgeschriebene Liberalisierung der Handelsbeziehungen nicht zu einer Erhöhung des Wohlstandes beiträgt. Kleinproduzenten zählen zu den ersten Verlierern von Freihandelsabkommen, weil diese den Zugang nur für einige Agrarindustrieprodukte auf den europäischen Markt erwirken.

In den Bereichen öffentliche Beschaffung, Dienstleistungen und Investitionsregeln verhält sich die EU offensiv und fordert z. B. gleichen Zugang zu den öffentlichen Aufträgen der Mercosur-Regierungen in den Bereichen Wasser, Transport und Energie.

Es wird deutlich, dass die EU Menschenrechts- und Demokratiefragen nicht zu zentralen Anliegen der Handelsabkommen mit Lateinamerika machen möchte. Priorität genießt stattdessen wirtschaftlicher Freihandel, bei dem die ärmeren Bevölkerungsteile weiter verlieren würden.

Statt eine neue Verhandlungsrunde für den Abschluss des EU-Mercosur-Abkommens einzuleiten, sollte die EU eine Untersuchung über die sozialen und ökonomischen Folgen der Liberalisierungen in Lateinamerika einleiten.

 
  
MPphoto
 
 

  Luís Queiró (PPE-DE), por escrito. Como nos ensina a história, o comércio é um factor eficaz de promoção das boas relações entre os povos e de desenvolvimento económico. Essa, por si só, seria uma boa razão para desejarmos e procurarmos a conclusão de um acordo com o Mercosul - como, aliás, tenho tido a oportunidade de defender tanto em intervenções públicas como em iniciativas políticas junto da Comissão. Mas às razões expostas acrescem outras, de proximidade histórico-cultural, que tornam ainda mais justificado o nosso empenho nesta matéria. Pensamos em concreto no Brasil ou na fortíssima comunidade portuguesa na Venezuela.

Acresce que a recente adesão deste último país - a Venezuela - confere a este acordo uma nova dimensão de política externa, pois trata-se não só de um produtor de petróleo como de um país relativamente ao qual a União Europeia deve dar uma atenção especial.

O potencial de progresso e de desenvolvimento económico deste acordo é enorme e, por isso mesmo, insistindo numa matéria que tenho seguido, acompanho o relator no desejo de que a Comissão tudo faça para tornar viável a criação deste enorme espaço económico.

 
  
MPphoto
 
 

  Kathy Sinnott (IND/DEM), in writing. The claim is that the Commission wants there to be a balanced approach in dealing with ethanol-producing countries. In the two concrete cases that I am aware of, Mallow and Carlow sugar plants in Ireland, this balance is not apparent.

Because the Irish Government did not do due diligence in its negotiations with the Commission for the compensation package as part of the closure of Mallow and Carlow under temporary sugar restructuring rules, we now find that the Commission is inflexible about turning these factories into ethanol-producing plants. In fact, despite repeated appeals to Commissioner Fischer Boel to allow the ruling to be reconsidered and allow ethanol to be produced in these factories using the sugar beet immediately available, I have been assured that the plants will be completely dismantled.

 
  
  

- Situación del sector de las bayas y cerezas destinadas a la transformación (B6-0525/2006)

 
  
MPphoto
 
 

  Hélène Goudin och Nils Lundgren (IND/DEM), skriftlig. Vi har röstat nej till denna resolution då den i sitt innehåll dels vill begränsa och på olika sätt försvåra tredjeländers tillgång till den inre marknaden, dels införa olika nya stöd till EU:s odlare inom denna sektor.

Vi anser att marknaden i allmänhet måste öppnas upp för jordbruksvaror, vilket även gäller bär och körsbär för bearbetning.

Det är faktiskt en skandal att vi i Europaparlamentet helt plötsligt från jordbruksutskottet föreläggs ett resolutionsförslag som detta, vilket talar om överdriven import av bär från tredje länder och bland annat vill införa:

– kvalificerat marknadstillträde,

– stödsystem för grupperingar av producenter,

– särskilda skyddsklausuler för införselpris,

– ekonomiskt stöd för att likvidera fleråriga odlingar av bär och körsbär i situationer med bestående utbudsöverskott.

Vi motsätter oss definitivt sådana förslag i detta parlament.

 
  
  

- Informes: Gál (A6-0306/2006) y Kósáné Kovács (A6-0282/2006)

 
  
MPphoto
 
 

  Carl Schlyter (Verts/ALE), skriftlig. Jag röstar mot dessa två betänkanden, eftersom Kósáne Kovács betänkande mest troligen kommer att betona som EU:s uppgift att fastställa och genomföra en gemensam utrikes- och säkerhetspolitik. Jag anser att de resurser som finns bör satsas på befintliga organ såsom Europarådet, OSSE och Europeiska domstolen för de mänskliga rättigheterna och inte konkurrera med dessa.

 
Atnaujinta: 2006 m. gruodžio 4 d.Teisinis pranešimas