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Proċedura : 2007/2017(BUD)
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Testi mressqa :

A6-0123/2007

Dibattiti :

PV 23/04/2007 - 20
CRE 23/04/2007 - 20

Votazzjonijiet :

PV 24/04/2007 - 7.29
CRE 24/04/2007 - 7.29
Spjegazzjoni tal-votazzjoni
Spjegazzjoni tal-votazzjoni

Testi adottati :

P6_TA(2007)0131

Dibattiti
It-Tlieta, 24 t'April 2007 - Strasburgu Edizzjoni riveduta

8. Spjegazzjonijiet tal-vot
PV
  

- Relazione: Cavada (A6-0136/2007)

 
  
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  Carlos Coelho (PPE-DE), por escrito. Embora compreendendo a necessidade que a Europol tem de proceder a adaptações internas, nomeadamente ao nível dos salários e subsídios, o Parlamento Europeu tem vindo, desde 1998, a rejeitar de forma coerente todas as iniciativas que lhe foram apresentadas quando consultado sobre questões de pormenor relativas à Europol.

De facto, este tipo de consulta não poderia ser considerada pertinente enquanto a Europol permanecesse no âmbito intergovernamental, sem controlo democrático e jurisdicional.

Regozijo-me por, finalmente, ter sido dada resposta aos sucessivos pedidos do PE, com a apresentação por parte da Comissão, em Dezembro último, da proposta que pretende dar à Europol um quadro jurídico mais aceitável, conferindo-lhe o estatuto de agência da UE, financiada pelo orçamento comunitário e sendo aplicado ao seu pessoal o Estatuto dos funcionários das Comunidades.

Embora o processo de transformação da Europol ainda não esteja concluído, resolvi dar o meu voto positivo a esta iniciativa finlandesa relativa à adaptação dos vencimentos e subsídios da Europol, como sinal de boa vontade e de total apoio a esse processo de transformação, que espero chegue a bom termo o mais rapidamente possível.

 
  
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  Hélène Goudin och Nils Lundgren (IND/DEM), skriftlig. Junilistan anser att en ökad demokratisk, rättslig och budgetrelaterad kontroll av Europol är önskvärd. Eftersom Europolkonventionen utgör ett mellanstatligt samarbete är det dock de nationella parlamenten som skall utöva denna kontroll och inte Europaparlamentet. Därför har vi röstat nej till betänkandet.

 
  
  

- Relazione: Graefe zu Baringdorf (A6-0072/2007)

 
  
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  Duarte Freitas (PPE-DE), por escrito. As refinarias búlgaras e romenas dependem significativamente da importação de açúcar de cana de países terceiros.

Assim sendo, e tendo em vista evitar a quebra do abastecimento em cana-de- açúcar para as refinarias a tempo inteiro destes dois países, torna-se necessário abrir os contingentes pautais aplicáveis às importações deste tipo de açúcar de países terceiros para a Bulgária e Roménia.

É neste seguimento que surge a proposta da Comissão Europeia, que não tem qualquer efeito sobre as refinarias de outros Estados-Membros.

Concordo com a proposta da Comissão Europeia, dado o carácter excepcional da medida, e voto favoravelmente o relatório de Graefe zu Baringdorf.

 
  
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  Hélène Goudin och Nils Lundgren (IND/DEM), skriftlig. Vi har röstat emot detta betänkande. Junilistan är av den uppfattningen att en genomgripande reformering av sockermarknaden inom EU är nödvändig i syfte att snarast liberalisera marknaden och ge sockerproducerande länder utanför EU möjligheten att kunna konkurrera på rättvisa villkor.

Det är då orimligt att lotsa in nya medlemsländer i ett dödsdömt system och vänja dem vid systemets regler. Eftersom Rumänien och Bulgarien har en fungerande sockermarknad bör de få behålla den och inte lotsas in i EU:s gemensamma organisation av sockermarknaden. Denna gemensamma organisation bör istället avskaffas.

 
  
  

- Relazione: Herczog (A6-0118/2007)

 
  
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  Glyn Ford (PSE), in writing. I will be voting for this report. As the Member representing the European Parliament on the Council of Ministers' Consultative Committee on Racism and Xenophobia, I strongly supported the establishment of the European Monitoring Centre on Racism and Xenophobia. Since its inception it has done some excellent work. When it was initially established I resisted its remit extending to cover not just the EU but the territory of the Council of Europe as I believed it would dilute the Centre's work and cause it to lose its focus on the rising tide of racism, xenophobia and anti-Semitism inside the Union.

Now we are to make it a fundamental rights agency. I believe this is a similar mistake that will lessen the attention that must be paid to extreme right-wing organisations and parties in the Union, particularly within some of the new Member States. Some who supported the change were merely misguided, but others knew exactly what they were doing!

 
  
  

- Relazione: Herczog (A6-0121/2007)

 
  
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  Bogusław Liberadzki (PSE), na piśmie. Panie Przewodniczący! Głosuję za przyjęciem sprawozdania pani Edit Herczog w sprawie udzielenia absolutorium z wykonania budżetu Europejskiej Agencji Bezpieczeństwa Lotniczego za rok budżetowy 2005.

Pani Edit Herczog trafnie zaważyła problem rosnącej liczby agencji wspólnotowych, które wydają się nie mieścić w ramach ogólnych założeń i których zadania nie zawsze odpowiadają rzeczywistym potrzebom Unii i oczekiwaniom jej obywateli.

Popieram apel do Komisji o określenie ogólnych ramowych założeń dotyczących tworzenia nowych agencji wspólnotowych, o przedstawienie analizy kosztów i korzyści przed powołaniem każdej nowej agencji oraz o przedstawianie co 5 lat analizy wartości dodanej każdej działającej agencji.

Z zadowoleniem przyjmuję decyzję Rady Zarządzającej Agencji o przyjęciu standardów kontroli wewnętrznej w oparciu o standardy przyjęte przez Komisję oraz o ISO 9000.

 
  
  

- Relazione: Gauzès (A6-0298/2006)

 
  
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  Ilda Figueiredo (GUE/NGL), por escrito. Na presente fase monopolista do capitalismo, a financeirização da economia tem sido a resposta para gerir as contradições do sistema que vive da especulação financeira, criando uma necessidade cada vez maior de trazer mais dinheiro para a esfera financeira. A presente directiva enquadra-se neste propósito.

Esta proposta pretende criar um mercado interno para os serviços de pagamentos e faz parte do plano de acção para os serviços financeiros que visa a integração dos mercados dos serviços financeiros da UE. Mais uma vez, esta área é marcada pela iniciativa privada, nomeadamente do sector bancário, mas o propósito é sempre o mesmo: promover a abertura dos mercados nacionais a prestação de serviços de pagamentos transfronteiriços, enfraquecer as regras de prevenção e permitir a operadores fora da supervisão do sector bancário a prestação destes serviços, ao mesmo tempo que se promove a concentração do sector ao nível da UE.

Países que, como Portugal, já têm operadores e serviços de pagamentos avançados (caso do sistema Multibanco) são especialmente prejudicados neste contexto, não ficando clara a questão da transmissão de dados a serviços de informação, nomeadamente externos.

Por tudo isto, votámos contra o presente relatório.

 
  
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  Astrid Lulling (PPE-DE), par écrit. – Les citoyens de l'UE sont intéressés à des systèmes de paiements rapides, abordables, à la création d'un marché intérieur efficace et fonctionnel pour les virements qu'ils font et pour les paiements qu'ils reçoivent.

Le vote du rapport de M. Jean-Paul Gauzès peut nous remplir de satisfaction, car il s'agit pour le Parlement européen d'un travail bien fait dans l'intérêt de tous, qui leur prouve que l'Europe facilite leur vie de tous les jours.

Mais ce résultat, nous aurions pu l'obtenir bien plus rapidement. Nous avions en effet terminé notre travail en commission économique et monétaire le 12 septembre de l'année dernière.

Malgré la bonne volonté du Parlement européen, le Conseil a mis sept mois pour enfin se laisser convaincre que nos propositions sont les meilleures également pour protéger le consommateur.

Il était aussi important d'assurer une concurrence équitable entre les institutions de paiement que crée ou que légitime cette directive et les banques qui sont soumises à des strictes régulations en matière de capital. Il importe de maintenir la bonne réputation du secteur des services de paiement en tenant à l'écart toute agence de paiement douteuse.

Le temps d'exécution du paiement fixé par le Conseil est plus rigoureux que celui que nous proposons.

(Explication de vote écourtée en application de l'article 163 du Règlement)

 
  
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  David Martin (PSE), in writing. I voted for this report as the Directive should ensure that European citizens have their payments processed more quickly by banks, that their cards will be more widely accepted in other countries and that their rights will be better safeguarded in the event of disputes. I believe that this will be an important improvement for European consumers.

 
  
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  Eoin Ryan (UEN), in writing. Payments are the financial lubricants that allow the real economy to function. Currently each EU citizen is making on average 138 non-cash payments per year and this is likely to grow. I firmly believe that if European citizens and businesses are to reap the full benefits of this internal market, then they have to be able to trust in efficient, cheap and secure payments. It is for this reason that I support the payment services report by Mr Gauzès.

Currently both consumers and retailers have to contend with the fact that goods can be physically moved across the EU in one or two days, yet the payment in relation to these goods can take between three and five days to clear. The slowness of payments is no longer tolerable in an age when we can boast of nanosecond technology.

I firmly believe that European competitiveness will only improve when, in Ireland for example, businesses and consumers can make a payment from Dublin to Madrid as easily as from Dublin to Cork.

 
  
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  Marianne Thyssen (PPE-DE), schriftelijk. Voorzitter, ik heb vóór gestemd, want ik geloof immers in de werking van de interne markt, ook van betalingsdiensten. Als SEPA goed wordt uitgevoerd, moet het leiden tot een toename van de concurrentie op een grotere markt, met meer veiligheid, een betere dienstverlening en aantrekkelijke prijzen. 'De beste dienstverlening tegen de laagste kosten', kunnen we het noemen.

Toch één voorbehoud. In landen met meer geavanceerde betaalmarkten, zoals België - maar wij staan niet alleen - bestaat de vrees dat de omzetting van de bestaande nationale betaalschema's wel eens tot een meerkost zou kunnen leiden voor onderneming en consument. Men verwijst hier in het bijzonder naar de hoogte van de zogenaamde "interbancaire afwikkelingsvergoedingen".

In antwoord op een schriftelijke vraag betreffende deze problematiek verzekerde de Commissie mij dat ze toezicht zal houden op het respect voor de mededingingsregels en zich het recht voorbehoudt, zo nodig, regulerend op te treden. Ik reken erop dat de Commissie, zonodig gebruik maakt van de correctiemechanismen die ter harer beschikking staan.

Ik hoop vooral dat de banksector zo slim is dit overbodig te maken en optimaal mee te werken aan de verdere éénmaking van de interne markt voor financiële diensten.

 
  
  

- Relazione: Wojciechowski, Janusz (A6-0137/2007)

 
  
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  Danutė Budreikaitė (ALDE). – Lietuvai stojant į Europos Sąjunga buvo paskirta tokia krakmolo kvota, kuri leido dirbti krakmolo gamybos įmonėms tik 9,32 % pajėgumu. Prieš dvejus metus Europos Sąjungos Žemės ūkio ir žuvininkystės tarybos posėdyje buvo išsiderėta, kad bulvių krakmolo kvota bus peržiūrėta po dviejų prekybos metų. Krakmolo sunaudojimas Lietuvoje didėja. Dabar jis yra 10 kartų didesnis už leistiną gamybos kvotą.

Turint omeny tai, kad 2007 m. sausio mėn., Komisijos duomenimis, Europos Sąjungos krakmolo gamybos kvotos nevykdomos 5 %, Lietuvai kvotos padidinimas iki 10 tūkstančių t nesudarytų net 0,5 % ES krakmolo gamybos kvotos.

Todėl Lietuva prašo padidinti jai gamybos kvotą iki 10 tūkstančių t Tai būtina ne tik vidaus vartojimui, bet sudarys prielaidas atnaujinti bulvių krakmolo gamybinius pajėgumus, padidinti jų išnaudojimą ir užtikrins pajamas krakmolingų bulvių augintojams. Nesąžininga Lietuvos krakmolo gamintojų pajėgumų ir žemės ūkio gamintojų sąskaita suteikti privilegijas kitoms šalims.

 
  
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  Hélène Goudin och Nils Lundgren (IND/DEM), skriftlig. Vi motsätter oss dagens gemensamma jordbrukspolitik och vänder oss emot förändringar av ringa principiell betydelse inom det rådande systemet. Vi kräver en samlad översyn och omprövning av hela den gemensamma jordbrukspolitiken, och det är då svårt att bryta ut enskilda områden som det ärende som nu är uppe till omröstning.

Vår mening är att kvotsystemet för potatisstärkelse absolut inte bör förlängas utan EU måste avskaffa kvotsystem av alla slag inom jordbruket.

Liksom i maj 2005 fortsätter parlamentets federalistiskt inriktade majoritet att förespråka en förlängning av kvotsystemet. Junilistan konstaterar att det i detta läge är tur att inte parlamentet har medbeslutande i EU:s jordbrukspolitik, för då skulle unionen hamna i en fälla av protektionism och tunga subventioner till samtliga grupper inom jordbruksnäringen.

 
  
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  Διαμάντω Μανωλάκου (GUE/NGL), γραπτώς. – Αν και είμαστε κατά των ποσοστώσεων σε οποιοδήποτε αγροτικό προϊόν, γιατί βάζει η ΕΕ φραγμούς στην ανάπτυξη της παραγωγής που θα μπορούσε να αναπτύξει το κάθε κράτος μέλος σύμφωνα με τις ανάγκες και τις δυνατότητές του, όμως συμφωνούμε με την αύξηση των ποσοστώσεων για την παραγωγή αμύλου από γεώμηλα για τη Λιθουανία και την Πολωνία. Γιατί διαπιστώνουμε άλλη μια φορά και στο καθεστώς ποσοστώσεων για την παραγωγή αμύλου από γεώμηλα, μια κατάφωρη αδικία κατανομής σε βάρος των νέων κρατών μελών. Είναι προκλητική αδικία σε βάρος των νέων κρατών μελών να παίρνουν μόνο το 10% περίπου των ποσοστώσεων, ενώ παράγουν το 30% περίπου της παραγωγής.

Και η σημερινή πρόταση για αύξηση της διάρκειας και των ποσοτήτων είναι μια μερική διόρθωση για Λιθουανία και Πολωνία. Μάλιστα είναι χαρακτηριστικό ότι, αν και η Πολωνία είναι η πρώτη παραγωγός χώρα γεωμήλων στην Ευρώπη, η κατανομή της ποσόστωσης που της δίνεται την εξαναγκάζει να εισάγει άμυλο γεωμήλων λόγω του περιορισμού της παραγωγής της και φυσικά αυτό σημαίνει εξαφάνιση των μικρομεσαίων αγροτών.

Παρόμοια προβλήματα υπάρχουν και στην Ελλάδα για άλλα προϊόντα, εξαναγκάζοντας ουσιαστικά τη χώρα μας, αν και έχει εδαφοκλιματολογικά πλεονεκτήματα παραγωγής αγροτικών προϊόντων, να τα εισάγει, εκτινάσσοντας το εμπορικό αγροτικό έλλειμμα σε εκατομμύρια ευρώ και αναγκάζοντας μικρομεσαίους αγρότες να ξεκληρίζονται.

 
  
  

- Relazione: Pieper (A6-0087/2007)

 
  
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  Czesław Adam Siekierski (PPE-DE). – Panie Przewodniczący! Sprawozdanie to podejmuje dwa zasadnicze problemy, przed jakimi stoi Unia Europejska. Pierwszy to przyszłe rozszerzenie, drugi to polityka spójności w jej nowym wymiarze, po przyjęciu kolejnych państw do Wspólnoty. Zaawansowanie negocjacji z Chorwacją a także potrzeba pełnej stabilizacji Bałkanów Zachodnich wymaga analizy skutków tego rozszerzenia dla całej Unii Europejskiej. Analiza jest tym ważniejsza, że jesteśmy w trakcie długiego stowarzyszenia, a obecnie negocjacji z Turcją, ale należy pamiętać o takich krajach, jak np. Ukraina. Sprawozdanie jest dobrym początkiem prac nad czekającym nas przeglądem budżetu w 2009 r. Prace tego typu to przygotowanie przyszłości naszej Wspólnoty na kolejne 50-lecie jej istnienia. Przystąpienie 10 państw Europy Środkowo-Wschodniej w 2004 r. oraz Bułgarii i Rumunii od 2007 r. wpłynęła na wzrost konkurencyjności i zdynamizowanie całej Wspólnoty a także przyczyniła się do stabilizacji i bezpieczeństwa oraz ugruntowania demokracji. Polityka spójności to solidarność i narzędzie integrowania krajów słabiej rozwiniętych, stąd tak duże znaczenie tego sprawozdania.

 
  
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  Andreas Mölzer (ITS). – Herr Präsident! Ich habe für den Bericht Pieper gestimmt, weil ich es begrüße, dass die EU endlich zu erkennen scheint, dass ein Beitritt der Türkei uns finanziell, politisch und sozial überfordern würde. Kroatien hingegen hat sich der Union schon so sehr angenähert, dass kaum ein Zweifel an dessen baldigem Beitritt bestehen kann, zumal ja auch festgestellt wurde, dass die diesbezüglichen finanziellen Auswirkungen gering wären. Bestehende Disparitäten zwischen den Mitgliedstaaten, aber auch zwischen den Regionen haben sich durch die letzte Erweiterungswelle, durch die Globalisierung und Überalterung und auch durch Wanderungsbewegungen aus Drittländern hin in städtische Zentren vertieft.

Es mag zwar sein, dass Städte wie London, Hamburg oder Brüssel, wie auf der EU-Homepage zu lesen ist, zu den wohlhabendsten Gebieten zählen, dabei darf man aber nicht vergessen, dass auch hier das Gefälle verschärft wurde und dass sich bereits Slums gebildet haben. Wozu das führen kann, haben wir ja in Frankreich gesehen. Es ist also allerhöchste Zeit, dass wir uns vermehrt um innere Kohäsion kümmern und damit vorhandene soziale Pulverfässer entschärfen.

 
  
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  Zita Pleštinská (PPE-DE). – .Európska kohézna politika je hnacím motorom trvaloudržateľného a vyváženého rozvoja predovšetkým v menej rozvinutých regiónoch. Významnou mierou prispieva k zvýšeniu životnej úrovne obyvateľov. Európsky parlament má spoločne s ministrami členských štátov rozhodujúce slovo pri schvaľovaní rozpočtu Európskej únie. V tomto sedemročnom programovacom období bolo na kohéznu politiku vyčlenených rekordných 347 miliárd eur. 84 regiónov v sedemnástich členských krajinách, ktorých HDP je oveľa menej ako 75% priemeru Spoločenstva, a 16 regiónov, ktorých HDP vďaka štatistickému spriemerovaniu po rozšírení len nepatrne presiahlo 75% priemeru Spoločenstva, s obrovskou nádejou sleduje írsky boom. Práve Írsko je významným úspechom kohéznej politiky. Keď úspešným čerpaním štrukturálnych fondov dokázalo zmeniť svoju pozíciu najchudobnejšieho európskeho regiónu na hospodársku špičku a dopriať z koláča európskej solidarity tým, ktorí to najviac potrebujú.

Vyjadrila som podporu správe Markusa Piepera, pretože Európsky parlament má veľký záujem o to, aby kohézna politika zaznamenávala úspechy aj smerom na východ Európy. Aby kohézna politika bola účinná, musíme sa vysporiadať s dôsledkami budúcich rozšírení, hlavne strednodobého, týkajúceho sa Turecka a Chorvátska, ktoré už malú oficiálny štatút prístupových krajín a s ktorými už Európska únia začala prístupové rokovania.

Ďalej je to sedem štátov Západného Balkánu, ktoré sú potenciálnymi kandidátskymi krajinami poberajúcimi prostriedky nástroja predvstupovej pomoci. Len tieto rozšírenia by si vyžiadali zvýšenie rozpočtu pre kohéznu politiku o 150 miliárd eur. Ak sa Európa má stať najkonkurencieschopnejším hospodárstvom...

 
  
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  Albert Deß (PPE-DE). – Herr Präsident! Ich wollte dem Bericht Pieper eigentlich zustimmen, weil ich ihn für einen guten Bericht halte. Da meine beiden Änderungsanträge aber abgelehnt worden sind, habe ich schließlich gegen den Bericht gestimmt. Ich bin verwundert darüber, dass eine Mehrheit in diesem Parlament meine Auffassung, dass der Beitritt der Türkei die Integrationsfähigkeit im Rahmen der Kohäsionspolitik der EU überlasten würde, nicht teilt.

Mein zweiter Änderungsantrag lautet wie folgt: „ist der Auffassung, dass es aus finanziellen und politischen Gründen nicht möglich ist, die Grundsätze der EU-Strukturpolitik auf die Türkei zu übertragen“. Auch wenn die Mehrheit heute gegen diesen Änderungsantrag gestimmt hat, bin ich doch überzeugt, dass ich längerfristig mit dieser Auffassung Recht bekommen werde.

 
  
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  Bernadette Bourzai (PSE), par écrit. – J'ai tenu à soutenir les amendements suivants.

Les amendements 25, 20 et 28 car un financement adéquat de la politique régionale est nécessaire pour diminuer les disparités économiques, sociales et territoriales entre les régions et mener à bien les futurs élargissements.

Les amendements 22 et 39 car j'estime qu'il n'est pas admissible de parler "d'une forme particulière d'adhésion à l'UE", "d'un concept progressif" de politique régionale exclusivement pour ce pays ni d'envisager, dès à présent, une autre issue aux négociations en cours avec la Turquie que l'adhésion.

Les amendements 14 et 24 car l'augmentation du cofinancement national dans les régions qui bénéficient de fonds structurels depuis plusieurs programmations, comme le propose le rapporteur, condamnerait la poursuite de cette politique dans les régions les plus en retard de développement des anciens États membres.

Je suis contre l'approche excessivement comptable du rapporteur, qui propose une période maximale pour la perception par les régions de fonds structurels. Selon moi, ce sont justement ces régions qui souffrent de handicaps naturels ou humains ou d'une difficile reconversion économique et qui ne sont pas vraiment armées pour faire face à la concurrence mondiale qu'il faut continuer à aider par le biais des fonds structurels.

 
  
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  Glyn Ford (PSE), in writing. This report is negative as regards future enlargement, and in particular Turkey's possible membership of the EU. I do not entirely agree, although I believe that any further enlargement will be unacceptable to the people of Europe for some significant time while we assimilate and integrate the twelve new Member States from 2004 and after. As for Turkey, there is still much work for it to do by itself, including on the treatment of trade unionists and human rights for the Kurdish and Assyrian minorities before it would be in a political position to join, even if it manages to achieve the economic criteria required of new members. On this basis, I will abstain on this report.

 
  
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  Ambroise Guellec (PPE-DE), par écrit. – La cohésion territoriale en Europe visant à réduire les disparités inter- et infra-régionales est un objectif fondamental de l'Union européenne. Je salue aujourd'hui l'adoption de ce rapport qui pose la question de la capacité d'absorption de l'Union européenne et qui précise, en particulier, qu'en l'état actuel du système des ressources de l'Union, d'éventuels futurs élargissements ne pourraient être financés sans nuire à l'efficacité des politiques de cohésion actuelles.

Dans cette perspective, la rationalisation des dépenses régionales est nécessaire. Une réforme institutionnelle, financière et politique est souhaitable dans le contexte d'une révision du cadre financier communautaire. Par ailleurs, une politique de cohésion honnête et efficace est impossible sans une augmentation du budget de l'Union européenne.

 
  
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  Pedro Guerreiro (GUE/NGL), por escrito. Congratulamo-nos por, tendo em conta as nossas propostas e intervenção, se terem conseguido eliminar do presente relatório algumas das suas propostas mais gravosas, que poriam em causa a política de coesão e iriam condicionar o debate em torno da revisão de meio percurso do actual quadro financeiro e da política de coesão, nomeadamente a rejeição:

- Do aumento do co-financiamento nacional da Política de Coesão;

- Do estabelecimento de um período máximo para receber Fundos Estruturais independentemente de critérios de elegibilidade;

- Do condicionamento da atribuição de fundos a determinados critérios de cumprimento de políticas económicas e/ou orçamentais, como o Pacto de Estabilidade.

Congratulamo-nos ainda, e independentemente do posicionamento que se tenha sobre o processo de alargamento da UE, com a eliminação do relatório de propostas que visavam a criação de um estatuto de adesão diferenciado para novos países, em que estariam completamente integrados no mercado interno, mas sem qualquer participação nas instituições ou no processo de decisão, criando-se um neocolonialismo onde as ditas ajudas estariam sempre condicionadas a imposições políticas.

Contudo, o relatório continua a manter aspectos gravosos, nomeadamente quanto aos meios financeiros e aos objectivos da política de coesão, com os quais não podemos estar de acordo, o que justifica o nosso voto contra.

 
  
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  David Martin (PSE), in writing. I was concerned about the negative references to Turkey in this report and as they were supported by the plenary I had no alternative but to vote against this report.

 
  
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  Luís Queiró (PPE-DE), por escrito. A coesão é um princípio e um valor da UE a doze ou trinta.

Em primeiro lugar, porque o pressuposto é que os parceiros do mesmo projecto devem dele beneficiar identicamente; por outro lado, a convicção é que, quanto maior e mais generalizado for o desenvolvimento económico desta Comunidade, maior será o sucesso do todo e de todos. Por essa razão, revejo-me em muitas das preocupações levantadas pelo relator, mesmo que não acompanhe integralmente todas as soluções propostas.

Mas há outros aspectos a ter em conta. O tipo de desafio económico que o tempo actual nos traz, com origem nas pressões da globalização e da modernização acelerada das estruturas económicas, aconselha a que procuremos os instrumentos mais adequados à modificação dos paradigmas. Assim, creio que, enquanto devemos ser firmes nos valores e princípios que nos guiam, devemos ainda ser criativos e inovadores na resposta aos novos desafios. Preparar as regiões menos beneficiadas economicamente para o século XXI já não é um gesto visionário, é uma exigência da actualidade. O tempo é outro, as respostas têm de ser inovadoras.

 
  
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  José Albino Silva Peneda (PPE-DE), por escrito. Votei favoravelmente o relatório porque, em primeiro lugar, chama a atenção para as dificuldades orçamentais que se prevê venham a passar os Estados-Membros, dada a previsível evolução demográfica no seio da União. Este aspecto é da maior importância porque, com o alargamento da UE, as despesas referentes à política de coesão atingiriam, do ponto de vista político, um valor irrealista.

Em segundo lugar, não seria aceitável que algumas regiões da UE viessem a deixar de ser beneficiadas só pelo efeito estatístico provocado por um novo alargamento, ao que se pode acrescentar os efeitos negativos que algumas regiões europeias virão a sentir como resultado da globalização.

Estamos assim perante uma questão que exige muita prudência e, por isso, apoio a solicitação feita à Comissão para avaliar as despesas de política regional que os próximos alargamentos poderão implicar, se forem aplicados os critérios actuais, bem como as consequências que daí resultarão para as regiões até agora consideradas elegíveis.

Finalmente estou de acordo com a necessidade de desenvolver concepções faseadas, que permitam uma maior diferenciação entre a assistência pré-adesão e a plena adesão no âmbito da política de coesão.

 
  
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  Catherine Stihler (PSE), in writing. The EPLP attempted to modify the Pieper report by removing the most contentious amendments. However, those amendments were carried and our efforts were unsuccessful. The EPLP voted against a very negative report in terms of its general view on future enlargement and its specific references to Turkey.

 
  
  

Relazione: Virrankoski (A6-0123/2007)

 
  
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  Andreas Mölzer (ITS). – Herr Präsident! Ich habe gegen den Bericht Virrankoski gestimmt, da bereits im Vorfeld der für 2009 angekündigten Überarbeitung des EU-Haushalts, bei der unter anderem durch ein Entwirren des Rabattdschungels mehr Transparenz entstehen soll, die Haushaltskontrolle effizienter zu gestalten wäre. Vor allem ist endlich dafür Sorge zu tragen, dass zu Unrecht ausbezahlte Summen wiedereingezogen werden, da sonst Betrüger ständig ungestraft davonkommen und Mitgliedstaaten keinen Anreiz haben, allzu leichtfertige und laxe Kontrollen zu verschärfen.

 
  
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  Pedro Guerreiro (GUE/NGL), por escrito. Com a apresentação da estratégia política da Comissão para 2008 dá-se início ao processo negocial para o orçamento da Comunidade. Pretende-se que 2008 seja encarado como o penúltimo ano da sexta legislatura do Parlamento e da Comissão Barroso, no contexto da tentativa de ressuscitar o já rejeitado Tratado Constitucional e do debate em torno do orçamento comunitário previsto para 2008-2009.

Das prioridades políticas apresentadas pela Comissão, salientam-se, e pela negativa, a liberalização do mercado de trabalho através da chamada flexigurança, o financiamento de infra-estruturas europeias que dêem suporte à liberalização do gás e electricidade, a criação de uma patente europeia ou o reforço da componente militarista da UE.

A Comissão afirma que o orçamento de 2008 será desenvolvido com base no orçamento de 2007, pelos vistos, uma vez mais aquém do tecto orçamentado nas Perspectivas Financeiras para 2007-2013 e manifestamente insuficiente para fazer face às necessidades de coesão económica e social da União Europeia alargada.

Rejeitamos tais propósitos e insistimos na necessidade da adopção de políticas que promovam o desenvolvimento económico sustentável e o emprego, que combatam o desemprego, a pobreza, a exclusão social e as desigualdades de rendimento e que diminuam as assimetrias regionais e promovam a convergência real.

 
  
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  Διαμάντω Μανωλάκου (GUE/NGL), γραπτώς. – Στην έκθεση για τις ετήσιες στρατηγικές προτεραιότητες της Επιτροπής για τον Προϋπολογισμό του 2008 παρουσιάζεται μια προσπάθεια ώστε ο προϋπολογισμός της ΕΕ του κεφαλαίου να γίνει πιο αποτελεσματικός για την καλύτερη προώθηση των αντιλαϊκών πολιτικών της.

Ζητούνται μελέτες για να πιστοποιήσουν πόσο αποτελεσματικά χρησιμοποιήθηκαν οι πόροι για τις προτεραιότητες της περιφερειακής ιμπεριαλιστικής ΕΕ. Δεν ζητούνται όμως στοιχεία για την ανεργία, το ξεκλήρισμα των μικρομεσαίων αγροτών, τα άλλα λαϊκά προβλήματα σε υγεία, παιδεία, ασφάλιση, που είναι αποτέλεσμα της αντεργατικής πολιτικής της ΕΕ.

Επιδιώκουν περισσότερα περιθώρια στον προϋπολογισμό, για "επείγουσες ανάγκες". Είναι περιθώρια για ικανοποίηση έκτακτων αναγκών του κεφαλαίου.

Εντατικότερα προωθούνται όλες οι αντιλαϊκές ευρωενωσιακές πολιτικές, καθώς αυξάνονται οι χρηματοδοτήσεις για προώθηση της αντεργατικής στρατηγικής της Λισαβόνας και αναμένονται μελέτες για την ανασκόπηση της ΚΓΠ, ώστε να επιταχυνθεί το ξεκλήρισμα της μικρομεσαίας αγροτιάς. Ενισχύονται οι δράσεις καταστολής της αντίστασης των εργαζομένων (αύξηση δαπανών Eurojust), και υποταγής μέσα από την ενίσχυση μηχανισμών προπαγάνδας.

Απροκάλυπτα ιεραρχείται η χρηματοδότηση των ιμπεριαλιστικών επεμβάσεων της ΕΕ. Οι λαοί έχουν πείρα από τις "ειρηνευτικές" ενέργειες καθυπόταξης των λαών, σύμφωνα προς τα συμφέροντα του κεφαλαίου.

Συμπερασματικά, πρόκειται για ένα σχέδιο προϋπολογισμού του 2008 που ενισχύει την επιθετικότητα του κεφαλαίου προς τους λαούς. Καταψηφίζουμε και καλούμε τους λαούς να τον αντιπαλέψουν, γιατί ο προσανατολισμός των πόρων εκφράζει την αντιδραστική πολιτική της ΕΕ.

 
  
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  Andrzej Jan Szejna (PSE), na piśmie. Głosuję za przyjęciem sprawozdania pana Virrankoski w sprawie rocznej strategii politycznej Komisji dotyczącej procedury budżetowej na rok 2008.

Sprawozdanie to stanowi pierwszy krok w ramach dorocznej procedury budżetowej. Określa ono priorytety polityczne Parlamentu Europejskiego na rok 2008 oraz stanowi swego rodzaju wskazówkę dla Komisji w ramach przygotowywania preliminarza budżetowego na rok 2008.

W sprawozdaniu ujęto większość ważnych kwestii. Poruszono problem zwiększenia spójności między programem prac legislacyjnych a procedurą budżetową oraz podkreślono konieczność respektowania założeń perspektywy finansowej 2007-2013.

Ponadto posłowie do Parlamentu Europejskiego uznali, że podczas prac nad budżetem na rok 2008 ponownie będą priorytetowo traktowali dewizę „budżet ukierunkowany na wyniki”, jak miało to miejsce podczas prac nad budżetem na rok 2007.

 
  
  

- Relazione: Garriga Polledo (A6-0095/2007)

 
  
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  Christopher Heaton-Harris (PPE-DE). – Mr President, obviously I voted against the discharge of the Commission’s accounts, as I always do. It has been such a long time that I cannot even remember when the Court of Auditors last gave a positive statement of assurance on the Commission’s accounts. I found it quite amusing that, on the day that this House’s Committee on Budgetary Control was voting to wipe the slate clean and pass the accounts, the Belgian police were piling into Commission offices to arrest individuals. They obviously thought there were some problems.

I did a massive survey in the region I represent. In one particular part, in the wonderful constituency of Daventry, I sent 15 000 surveys out and asked people whether they thought that Britain should continue with its contribution whilst the accounts have not been signed off. Over 10% of people returned that survey and 95% of those that returned it said we should not be paying any money in whilst this problem still goes on.

 
  
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  Gabriele Stauner (PPE-DE), schriftlich. Bei der heutigen Abstimmung über die Entlastung der Kommission für den Haushalt 2005 habe ich gegen die Entlastung gestimmt, weil der Europäische Rechnungshof wie schon in den Jahren zuvor auch für dieses Jahr keine Zuverlässigkeitserklärung ausgestellt hat. Damit wird festgestellt, dass eine sparsame und effiziente Mittelverwendung wie in vielen Jahren zuvor nicht gewährleistet ist. Kommissionspräsident Barroso hat bekanntlich erklärt, dass er bis zum Jahr 2009 eine uneingeschränkte DAS erreichen will. Auch bei der heute erteilten Entlastung sind für mich keine Schritte in diese Richtung ersichtlich geworden.

 
  
  

- Relazione: Staes (A6-0094/2007)

 
  
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  Christofer Fjellner (PPE-DE). – Herr talman! Jag skulle bara vilja ta tillfället i akt och tacka mina kolleger för stödet för de två ändringsförslag som jag lade fram. Jag har länge försökt att få reda på vad flyttcirkusen till Strasbourg egentligen kostar och det pinsamma är att ingen har kunnat svara! Ingen vet alltså vad flyttcirkusen kostar!

Det är trots allt inte våra egna utan skattebetalarnas pengar som vi gör av med. Det minsta som vi och skattebetalarna till syvende och sist har rätt att kräva är att man på allvar utreder kostnaden, något som jag framför i de två ändringsförslag som jag lade fram i dag. Enligt den enda uppgift som jag har hittat kostar flyttcirkusen 2 miljarder svenska kronor, men det är en uppgift som är från 2000 när vi bara hade 15 medlemsländer i EU.

Min förhoppning är att vi nu får nya siffror och nytt bränsle till den här debatten så att vi förhoppningsvis efter dagens omröstning kan ta första steget mot ett avskaffande av hela flyttcirkusen.

 
  
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  Jan Andersson, Göran Färm, Inger Segelström och Åsa Westlund (PSE), skriftlig. Vi svenska socialdemokrater har röstat ja till betänkande A6-0094/2007 om ansvarsfrihet för Europaparlamentet för 2005.

Omröstningen måste delvis ses som en framgång, trots att vissa ändringsförslag om ökad insyn i Europaparlamentarikernas pensionsvillkor som vi stödde i omröstningen förkastades.

Vi svenska socialdemokrater har valt att inte ingå i Europaparlamentets pensionssystem. Vi anser att systemet är omoraliskt utformat och har därför valt att ställa oss utanför det.

Att däremot rösta emot hela betänkandet för att just dessa ändringsförslag förkastades anser vi dock inte vara nödvändigt, eftersom pensionerna endast rör en mycket liten del av parlamentets verksamhet.

 
  
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  Astrid Lulling (PPE-DE), par écrit. – Notre commission du contrôle budgétaire a encore péché par excès de zèle.

Si nous mettions en œuvre certaines de ses propositions, il faudrait engager une petite armée de fonctionnaires pour des travaux et des contrôles superflus, qui n'apportent rien en matière de transparence ou de lutte contre des abus, mais dont le seul effet serait d'engendrer des frais et des chicanes inutiles.

Je regrette que ni le rapporteur, ni une majorité des membres de la commission n'aient été disposés à prendre en considération les observations du président du fonds de pension volontaire des membres pour éliminer des contrevérités manifestes, entre autres en ce qui concerne le statut qui entrera en vigueur en 2009.

Au lieu de se comporter en populistes irresponsables, certains membres de la commission du contrôle budgétaire feraient mieux de s'occuper de vrais problèmes, par exemple les charges potentielles exorbitantes résultant du système de pension pour les députés français et italiens, qui seront de l'ordre de 150 millions d'euros.

Je suis pour la décharge, mais j'ai voté contre toute une série de propositions aussi farfelues que coûteuses et parfaitement superflues qui n'ont rien à voir avec la décharge 2005.

 
  
  

- Relazione: Caspary (A6-0108/2007)

 
  
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  Jan Andersson, Anna Hedh, Inger Segelström och Åsa Westlund (PSE), skriftlig. Vi svenska socialdemokrater valde att stödja ändringsförslag 1 om att kostnaden för Europaparlamentets verksamhet i Strasbourg skall debiteras rådet, eftersom rådet förnekar parlamentet rätten att självt besluta om sitt säte. Den bästa lösningen vore dock att parlamentet självt fick bestämma, och att parlamentet valde att ha sin verksamhet enbart i Bryssel.

 
  
  

- Relazione: Caspary (A6-0106/2007)

 
  
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  Christopher Heaton-Harris (PPE-DE). – Mr President, ordinarily, I would just give one speech or explanation of vote on the discharges, saying why I voted against them. But in this particular case, I can imagine the champagne corks are already being popped in the Committee of the Regions because this House has quite happily swept under the carpet all sorts of problems that have been ongoing there for a number of years.

In this House, two or three years ago, we asked for an apology to be made to the Committee of the Regions’ then internal auditor, Mr Robert McCoy, who had made a plea to us for help in asking Parliament and the Committee on Budgetary Control to force the Committee of the Regions to change and to look after public money properly. We ignored that. We passed a resolution saying he should get an apology but the Committee of the Regions ignored that and, to this day, Mr McCoy has no apology and the Committee of the Regions knows it can flout whatever the Parliament decides because no one cares. It is a great shame.

 
  
  

- Relazione: Caspary (A6-0110/2007), Garriga Polledo (A6-0095/2007), Staes (A6-0094/2007), Caspary (A6-0108/2007) e Caspary (A6-0106/2007)

 
  
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  James Elles (PPE-DE), in writing. Conservatives will be voting against Parliament’s main reports on the budgetary discharge of the European Parliament, the Commission, the Council, the Economic and Social Committee and the Committee of the Regions on the grounds that for the 12th year running, the Court of Auditors has been unable to give a positive statement of assurance of the overall EU accounts. Conservatives believe that this situation must be resolved as a matter of urgency by the Commission and that there must be zero tolerance in all cases of mismanagement and fraud.

Apart from the implementation of the new accountancy systems and encouraging whistleblowers to come forward, Conservatives are focused on the key priority area of the 80% of the budget that is spent in Member States which concerned the Auditors. Through the concept of ‘shared management’, the Union system splits power from responsibility: the Commission is responsible for the expenditure of all EU funds but, in reality, the power is delegated to paying agencies in the Member States. Some progress has been made by including in the agreement on the 2007-2013 financial perspectives a commitment that a certification of expenditure by Member States will be required in future. It is essential that this is implemented in full. There must be greater transparency of the use of EU funds by Member States ...

(Explanation of vote abbreviated in accordance with Rule 163)

 
  
  

- Relazione: Virrankoski (A6-0123/2007), Garriga Polledo (A6-0095/2007), Staes (A6-0094/2007), Caspary (A6-0108/2007), Caspary (A6-0106/2007) e Herczog (A6-0116/2007)

 
  
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  David Martin (PSE), in writing. I supported the Court of Auditors’ view that discharge can be given to all seven institutions.

 
  
  

- Relazione: Andrejevs (A6-0091/2007)

 
  
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  Marcin Libicki (UEN). – Panie Przewodniczący! Proszę o odnotowanie, że w sprawozdaniu Andrejevsa, przy głosowaniu punktu L preambuły (było to głosowanie imienne) przez pomyłkę głosowałem za, a chciałem głosować przeciw.

 
  
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  Danutė Budreikaitė (ALDE). – Pirmieji ŽIV infekcijos atvejai užfiksuoti prieš 25 metus. Liga išplito po visą pasaulį. Nežinomas tikslus sergančiųjų skaičius. Gydymas yra brangus ir ne visiems, ypač naujose valstybėse narėse, yra prieinamas. Labai svarbus pranešime pažymėtas ŽIV/AIDS tamprus sąryšis su migracijos procesais.

Migrantų srautai, ypač iš šalių, kur ŽIV/AIDS yra smarkiai paplitęs, bei iš rytinių šalių, informacijos apie kurias turime labai mažai, kelia grėsmę dar didesniam ŽIV/AIDS paplitimui.

Tyrimai rodo, kad migrantai tampa didžiausi ŽIV/AIDS rizikos grupe ir Europos Sąjungoje, ir jos kaimynėse. Maskvoje, patikrinus 12 tūkstančių migrantų sveikatą, 10 % nustatyta ŽIV/AIDS ir kitų užkrečiamų ligų.

Pritariu siūlymui panaudoti kaimynystės politiką pagalbai ŽIV/AIDS susirgimų prevencijai ir gydymui pažeidžiamuose gyventojų, ypač migrantų, grupėse teikti. Taip pat būtina daugiau dėmesio skirti šiai problemai.

 
  
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  John Attard-Montalto, Louis Grech u Joseph Muscat (PSE), bil-miktub. Il-vot tiegħi għar-rapport ANDREJEVS dwar il-ġlieda kontra l-HIV / AIDS fl-Unjoni Ewropea u pajjiżi ġirien (2006 - 2009) huwa favur strateġija koerenti kontra din il-problema hekk kbira u traġika.

Nixtieq nikkwalifika li l-vot tiegħi m' għandux jiġi interpretat bħala approvazzjoni għal prattika ta' l-abort.

 
  
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  Liam Aylward, Brian Crowley, Seán Ó Neachtain and Eoin Ryan (UEN), in writing. It goes without saying that I and my colleagues from the Fianna Fáil delegation are very much in favour of the eradication and combating of HIV/AIDS within the EU and the neighbouring countries.

 

We and the Irish Government have concerns regarding references to a strong linking of HIV/AIDS prevention and sexual and reproductive rights in policies, programmes, strategies and public education. It is the Irish Government's position that such references should be contextualised by linking such rights to the Programme of Action of the International Conference on Population and Development (ICPD), held in Cairo in 1994, and the Beijing Platform for Action (1995) and the UNGA reviews of these in 1999 and 2000, so as to ensure that Irish national legislative/regulatory regimes are respected.

Both the ICPD in Cairo and the Beijing Declaration refer to the need to grant sexual and reproductive rights to women but these rights are qualified by the need to respect national legislative processes when considering the issue of abortion. 'Any measures or changes related to abortion within the health system can only be determined at the national or local level according to the national legislative process.' ...

(Explanation of vote abbreviated in accordance with Rule 163)

 

 
  
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  Ilda Figueiredo (GUE/NGL), por escrito. Votámos favoravelmente este relatório, pois há aí aspectos muito positivos, de que se destacam:

- insistir junto da Comissão para que sejam atribuídos recursos a medidas de prevenção no âmbito do programa de acção em matéria de saúde pública para combater o VIH/SIDA e exigir que os beneficiários dos fundos públicos da investigação farmacêutica dediquem àquelas doenças uma certa parte da sua investigação;

- sublinhar que os cuidados paliativos devem desempenhar um papel importante no tratamento das pessoas com VIH/SIDA, e instar ao desenvolvimento e alargamento dos mesmos em toda a União Europeia;

- solicitar à Comissão que dê especial atenção à promoção de programas de saúde sexual e reprodutiva destinados às mulheres, a fim de contrariar a propagação crescente da epidemia entre a população feminina;

- encorajar a Comissão e os Estados-Membros a subsidiar e financiar a investigação e o desenvolvimento de microbicidas e de preservativos femininos que são uma possibilidade de protecção contra o VIH/SIDA para as mulheres e os seus parceiros masculinos, com ou sem o consentimento dos mesmos, dado que os preservativos continuam a ser o meio de protecção mais conhecido e largamente disponível contra o VIH/SIDA e as doenças sexualmente transmissíveis, mas requerem o consentimento do parceiro masculino.

 
  
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  Bogusław Liberadzki (PSE), na piśmie. Głosuję za przyjęciem sprawozdania w sprawie zwalczania HIV/AIDS w Unii Europejskiej i w państwach z nią sąsiadujących w latach 2006-2009.

Sprawozdanie przygotowane przez pana Georgsa Andrejevsa jest bardzo dobrą odpowiedzią na program Komisji Europejskiej 2006-2009 dotyczący zwalczania HIV/AIDS w Unii Europejskiej i krajach sąsiadujących.

Sprawozdawca trafnie zauważa, że istnieje potrzeba rozpoczęcia kompleksowej kampanii społecznej, która pozwoli zarówno podnieść poziom wiedzy dotyczącej zapobiegania AIDS, jak i rozpocząć walkę z napiętnowaniem i dyskryminacją osób dotkniętych tą chorobą. Ostatnie tendencje wskazują bowiem na to, że liczba ludzi zarażonych wirusem HIV nieprzerwanie rośnie.

Georgs Andrejevs podkreśla rolę, jaką w przeciwdziałaniu AIDS odgrywają organizacje międzynarodowe, jednocześnie zauważając, iż pozbawione są one wystarczających środków finansowych.

Sprawozdawca wychodzi z godną poparcia inicjatywą, zachęcającą Komisję i państwa członkowskie do przeprowadzenia oceny sposobów udzielania pomocy systemom opieki zdrowotnej, które stawiają czoła trudnej sytuacji związanej z zapewnieniem powszechnego dostępu do drogiej terapii antyretrowirusowej.

 
  
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  Διαμάντω Μανωλάκου (GUE/NGL), γραπτώς. – Η έκθεση για την καταπολέμηση του HIV/AIDS στην ΕΕ και τις γειτονικές χώρες, 2006-2009 επισημαίνει ορισμένες ορθές πτυχές του θέματος. Αποφεύγει, όμως, όπως ο διάολος το λιβάνι, να αναφερθεί στην λαϊκή ανάγκη για πρόληψη, αντιμετώπιση, θεραπεία του HIV/AIDS, μέσα από ενιαία, δημόσια και δωρεάν, σύγχρονα συστήματα υγείας των κρατών μελών. Αρνείται να απαντήσει στη λαϊκή απαίτηση για δωρεάν παροχή όλων των απαραίτητων φαρμάκων για τους ασθενείς. Η έρευνα για την καταπολέμηση του HIV/AIDS εντάσσεται στο αντιλαϊκό, κομμένο και ραμμένο στα μέτρα των πολυεθνικών, 7ο πρόγραμμα πλαίσιο για την έρευνα.

Η καταπολέμηση του HIV/AIDS προϋποθέτει ολοκληρωμένο σχεδιασμό από τα κράτη μέλη. Η δράση ΜΚΟ δεν μπορεί να παίξει τέτοιο ρόλο. Το αίτημα για ενίσχυση των ΜΚΟ στοχεύει στον αποπροσανατολισμό των εργαζομένων από τις ευθύνες των κυβερνήσεων των κρατών μελών, από τις σύγχρονες λαϊκές ανάγκες στον τομέα της υγείας. Τα βάρη, μέσω της "εθελοντικής προσφοράς", πέφτουν πάλι στις πλάτες των εργαζομένων. Η ευθύνη για την καταπολέμηση του HIV/AIDS δεν είναι ατομική, ούτε μπορεί να φέρει αποτέλεσμα η σύμπραξη με τις επιχειρήσεις, γιατί αυτές μόνο για τα κέρδη τους ενδιαφέρονται. Είναι υπόθεση συνολικά των εργαζομένων για να παλέψουν και να υποχρεώσουν τις κυβερνήσεις να πάρουν ολοκληρωμένα μέτρα για την πρόληψη, έρευνα, αλλά και πρόσβαση σε φάρμακα και θεραπεία που σήμερα είναι πανάκριβα.

 
  
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  David Martin (PSE), in writing. I voted for this report, which seeks to strengthen the fight against HIV/AIDS by promoting prevention through education and information and by combating discrimination and inequalities with regard to access to treatment and drugs.

 
  
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  Kathy Sinnott (IND/DEM), in writing. I have abstained because I do not feel this is an initiative that has any hope of reversing the upward trend in HIV/AIDS infection in the EU.

HIV/AIDS causes great suffering and yet Parliament at committee stage refused to include all approaches known to be effective.

I want to save lives and I will wait and give a positive vote to any truly positive initiative.

 
Aġġornata l-aħħar: 10 ta' Mejju 2007Avviż legali