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Procedūra : 2004/0154(COD)
Procedūros eiga plenarinėje sesijoje
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Pateikti tekstai :

A6-0169/2007

Debatai :

PV 22/05/2007 - 21

Balsavimas :

PV 23/05/2007 - 5.1
Balsavimo rezultatų paaiškinimas

Priimti tekstai :

P6_TA(2007)0198

Diskusijos
Trečiadienis, 2007 m. gegužės 23 d. - Strasbūras Atnaujinta informacija

6. Paaiškinimai dėl balsavimo
PV
  

– Report: Mauro (A6-0169/2007)

 
  
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  Hubert Pirker (PPE-DE). – Herr Präsident! Ich unterstütze den Bericht von Herrn Mauro. Was ich aber im Kommissionsdokument und im Bericht vermisse, ist, dass die Gemeinschaftszuschüsse an Maßnahmen zum Schutz vor Bahnlärm und Straßenverkehrslärm gebunden werden. Bei all den Ausbaumaßnahmen, die notwendig sind, ist auch auf die betroffenen Anrainer Rücksicht zu nehmen, und zwar aus gesundheitlichen Gründen und aus Gründen der Akzeptanz.

Ich fordere daher in diesem Zusammenhang, die Regelungen zum Lärmschutz bei Schienenfahrzeugen möglichst bald auf niedrigere Maximalwerte abzuändern und Maßnahmen zum Lärmschutz ebenso zu fördern wie den Ausbau von transeuropäischen Netzen.

 
  
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  Andreas Mölzer (ITS). – Herr Präsident! Ich habe gegen den Bericht Mauro gestimmt, weil das Verkehrsaufkommen in Europa in gewaltigem Maße wächst und überfüllte Straßen und Dauerstaus Vorboten eines drohenden Verkehrskollapses sind. Obgleich wir schon vor vielen Jahren Projekte im Rahmen der Transeuropäischen Verkehrsnetze festgelegt haben, hinken wir bei deren Umsetzung gewaltig nach. So gleicht etwa die Magistrale für Europa noch immer einem Flickwerk.

Wir müssen also Sorge dafür tragen, dass der Zugverkehr an Attraktivität gewinnt, und das gilt meines Erachtens nicht nur im transnationalen Kontext, sondern auch verstärkt für den Nahverkehr.

 
  
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  Pedro Guerreiro (GUE/NGL), por escrito. A proposta de regulamento sobre a concessão de apoio financeiro comunitário às redes transeuropeias de energia e de transporte, apesar de aumentar o nível de co-financiamento comunitário actualmente em vigor, fica aquém do inicialmente previsto, quer para as redes de transporte, quer para as de energia, resultado do mau acordo sobre as perspectivas financeiras para o período 2007-2013.

Mas coloca-se ainda uma questão de fundo. As "redes transeuropeias" são implementadas com um financiamento comunitário e dos Estados-Membros, ou seja, eminentemente público, com o objectivo de - como consta no primeiro ponto da posição comum do Conselho - alicerçar o mercado interno: "as redes de energia e de transporte fortes e integradas constituem a pedra angular do mercado interno europeu e que a melhor utilização das redes existentes e da conclusão das ligações que faltam tornará possível aumentar a eficiência e a concorrência". Ou seja, é a conclusão do mercado interno que está no cerne destes projectos, com a abertura dos mercados e a entrega a interesses privados de sectores chave da economia de um país, depois, claro está, do investimento público realizado.

Pelo que, tratando-se de sectores estratégicos para o desenvolvimento de qualquer país, defendemos a sua manutenção como sector público, rejeitando a sua privatização.

 
  
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  Alyn Smith (Verts/ALE), in writing. Mr President, my group wanted to see our amendments incorporated to this report which would have increased the powers of Parliament over future budgets on trans-European Energy and Transport networks, though they were unsuccessful. However, it remains important that this area of investment remain under close parliamentary scrutiny as it represents such a clear instance of ‘EU added value’. The EU has broken down barriers across Europe for many years, yet so many infrastructural barriers remain in energy and must be addressed. Scotland in particular has much to contribute to Europe’s energy needs but we need the necessary connections to do so, and I will be exploring all ways to lever EU funding into connections to maximise Scotland’s green energy potential.

 
  
  

– Report: Rübig (A6-0155/2007)

 
  
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  Gyula Hegyi (PSE). – Azt hiszem ez volt az egyik legfontosabb szavazás, legalábbis az állampolgáraink szempontjából. Az egyszerű állampolgárok ugyanis kevéssé ismerik az európai uniós jogszabályokat, annál inkább kíváncsiak arra, hogy mit jelent a mindennapi életükben az uniós tagság.

Ha leomlanak a határok, ha útlevél nélkül léphetünk át egyik országból a másikba, akkor felmerül a kérdés, hogy miért kell extra büntető összeget fizetni, hogyha telefonon kapcsolatba lépünk a határokon keresztül. Én azt gondolom, a leghelyesebb az lett volna, hogyha a Parlament olyan határozatot hoz, amely teljesen eltörli a roaming díjat és kimondja, hogy az Európai Unió határain belül azonosak a mobiltelefon-tarifák.

Belátom azonban, hogy ezt első lépésként nehéz lett volna bevezetni, és ezért üdvözlöm azt, hogy legalább fokozatosan sor kerül a roaming díjak csökkentésére. Magyarországon 10 millió ember él, ebből 9,5 millió mobiltelefont használ, azt gondolom nagyon-nagyon fontos az, hogy ezt megszavaztuk.

 
  
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  Ivo Strejček (PPE-DE). – Já jsem, co se týká roamingových hovorů, hlasoval proti z následujících důvodů. Zaprvé jde o opatření, které není ekonomické, ale je to opatření politické. Je to výraz ochranářství a moderního evropského merkantilismu. Zadruhé zcela odporuje vztahu nabídka a poptávka. Zatřetí sice neočekávám, že by ztrátu mobilní operátoři kompenzovali zvýšením cen na domácím trhu, ale dá se předpokládat, že omezí investice do svého vývoje a docela jistě se sníží dynamika poklesu domácích cen.

Nejpodstatnější zpráva pro Evropskou unii je to, že investoři dále ztrácejí důvěru v to, že jim regulační orgán nebude vstupovat do jejich podnikání v průběhu hry.

 
  
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  Jim Allister (NI), in writing. It makes a pleasant change to welcome a piece of EU legislation. The enforced reduction in mobile roaming charges is good for consumers across Europe. Though still high at 35p per minute to make a call and 17p per minute to receive a call, they are set to fall further over the next three years. Now reductions must be obtained on texting and email connections.

 
  
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  Derek Roland Clark (IND/DEM), in writing. UKIP MEPs, like all MEPs in Parliament, have a vested interest in reduced mobile roaming charges. Therefore, UKIP MEPs will not vote on the Rübig report. UKIP believes it is morally wrong for MEPs to vote on an issue which could lead to personal enrichment. Moreover, we never approve of EU regulation.

 
  
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  Richard Corbett (PSE), in writing. I warmly welcome the new deal on mobile roaming charges. Labour MEPs have been campaigning for two years to introduce these measures which represent a genuine triumph for European consumers and could not have been achieved without the EU. For too long mobile phone companies have been charging outrageous sums to people using their phones elsewhere in the EU.

It is a shame that Conservative MEPs sided with the mobile phone industry to oppose consumer protection, making the case for higher charges to be levied.

 
  
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  Brigitte Douay (PSE), par écrit. – J'ai voté en faveur du rapport Rübig concernant l'itinérance sur les réseaux publics de téléphonie mobile à l'intérieur de la Communauté, car les positions défendues dans ce rapport vont permettre d'améliorer considérablement la situation des consommateurs européens. De nombreux citoyens européens, notamment les frontaliers du Nord-Pas-de-Calais, se rendent fréquemment à l'étranger, pour des raisons professionnelles ou personnelles, et les tarifs en vigueur actuellement lorsqu'ils passent ou reçoivent des appels sur leur mobile sont excessifs et injustifiés.

Le rapport Rübig corrige une situation qui pénalise la mobilité. J'accueille donc favorablement les tarifs fixés dans ce rapport: les coûts à la minute qui ont été retenus sont tout à fait satisfaisants et très inférieurs à ceux qui sont appliqués actuellement. Nous aurions toutefois préféré des tarifs encore plus bas qui auraient pu constituer une meilleure incitation à la mobilité en Europe.

En plus des tarifs considérablement réduits, l'exigence de transparence demandée est un principe important. Le PSE a d'ailleurs souhaité plus de transparence sur les coûts des appels et obtenu que, dorénavant, les citoyens européens puissent savoir ce qu'un appel reçu à, ou émis de, l'étranger leur coûtera.

 
  
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  Edite Estrela (PSE), por escrito. Votei favoravelmente o Relatório Paul Rübig (A6-0155/2007) sobre o roaming nas redes públicas móveis da Comunidade porque considero que o acordo preliminar alcançado entre o Parlamento Europeu e a Presidência do Conselho sobre o texto do regulamento, e no qual os deputados do Grupo do Partido Socialista Europeu tiveram um papel fundamental, representa uma vitória significativa para os consumidores.

Considero que estas medidas serão determinantes para o futuro da sociedade da informação, permitindo poupar biliões de euros e servir melhor os interesses dos consumidores. A redução das taxas de roaming permitirá derrubar fronteiras que persistem no mercado interno, reforçando a competitividade da Europa.

 
  
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  Ilda Figueiredo (GUE/NGL), por escrito. Este regulamento afirma que tem por objectivo final "criar um mercado interno europeu das telecomunicações que funcione bem". Isto porque, conforme é afirmado no relatório, "a auto-regulação não funciona".

É interessante verificar que, neste caso, reconhecem o não funcionamento do mercado. Daí a necessidade de regular os preços. Assim, propõem uma regulamentação dos preços a nível grossista e retalhista, incluindo a criação da tarifa de retalho regulamentada (eurotarifa), que todos os operadores devem obrigatoriamente propor, de forma a alcançar uma redução significativa dos preços de roaming. No entanto, ainda se mantém a possibilidade de margens de lucros elevados para as grandes empresas do sector. Mas, mesmo assim, há vantagens para os utilizadores: uma redução dos custos das chamadas internacionais, impedindo que esses custos sejam reflectidos nos mercados nacionais, a escolha do operador e da tarifa mais favorável.

Este é mais um dos casos em que ficou claro que o "mercado" não protege os utentes e consumidores, impondo-se uma regulamentação. Era tempo da Comissão e dos Estados-Membros reconhecerem o mesmo em muitas outras áreas, com vantagens para as populações.

 
  
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  Bruno Gollnisch (ITS), par écrit. – Il est des moments, extrêmement rares dans cette Assemblée, où les députés sont appelés à voter un texte réellement utile pour les citoyens européens et où, pour une fois, l'Europe apporte une véritable valeur ajoutée.

Ce fut le cas, il y a quelques années, pour les virements transfrontaliers dans la zone euro: une règlementation européenne a imposé que leur coût soit identique à celui d'un virement national. Rien que de très logique et de très normal, puisque l'on venait d'imposer la monnaie unique.

C'est le cas aujourd'hui pour le règlement sur le coût de l'itinérance en matière de téléphonie mobile. Imparfait, comme tous les compromis, ce texte permettra cependant de mieux contrôler les tarifs prohibitifs pratiqués par les opérateurs sur les communications internationales communautaires. Et la clause de révision, prévue dans 18 mois, sera, nous l'espérons, l'occasion d'aller plus loin dans la défense des consommateurs.

 
  
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  Hélène Goudin (IND/DEM), skriftlig. Betänkandet innehåller många konkreta förslag i syfte att förbättra situationen för konsumenterna. Junilistan välkomnar dessa förslag som gynnar medborgarna när det gäller konsumentupplysning och lättillgänglig prisinformation.

Roamingavgifterna ter sig förvisso orimligt höga idag. Men innan man beslutar om politiska åtgärder måste det klarläggas vilket marknadsmisslyckande som förklarar missförhållandena. Är det fråga om bristande konkurrens genom s.k. implicit collusion? I så fall är det helt fel att införa prisreglering eftersom detta inte löser problemet alls. Att föreslå en behandling utan föregående diagnos är orimligt. Forskarna på området bör klara ut vilket marknadsmisslyckande vi står inför innan populistiska åtgärder vidtas.

I det långa loppet är det den fria konkurrensen och inte prisreglering som gynnar konsumenterna mest. Att låta politiker sätta priser istället för marknaden är nästan aldrig en långsiktigt bra lösning.

Förslaget kommer dessutom enligt min mening att drabba den del av befolkningen som av ekonomiska eller andra skäl sällan reser utomlands.

 
  
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  Bogusław Liberadzki (PSE), na piśmie. Głosuję za przyjęciem sprawozdania w sprawie wniosku dotyczącego rozporządzenia Parlamentu Europejskiego i Rady w sprawie roamingu w publicznych sieciach telefonii komórkowej wewnątrz Wspólnoty oraz zmieniającego dyrektywę 2002/21/WE w sprawie wspólnych ram regulacyjnych sieci i usług łączności elektronicznej (COM(2006)0382 – C6-02442006 – 2006/0133(COD))

Pan Paul Rübig trafnie podkreślił konieczność znalezienia rozwiązań, które umożliwiłyby korzystanie z aparatów komórkowych w czasie podróży obywateli wspólnotowych z kraju ojczystego za granicę. Obecnie rynek usług telefonii komórkowej jest niejednolity i stanowi barierę w codziennym użytkowaniu telefonów za granicą.

Zgadzam się z formułą określającą maksymalne stawki hurtowe i detaliczne. Bardzo ważne jest, aby ostatecznie obniżyć bezzasadnie wysoki poziom taryf roamingowych, wyjaśnić użytkownikom sposób aktywacji nowej taryfy oraz poinformować ich o dacie wejścia w życie powyższej legislacji.

Dobrą jest również inicjatywa, zgodnie z którą, jeśli klient nie dokona wyboru żadnej taryfy w ciągu 3 miesięcy od wejścia w życie rozporządzenia, będzie korzystał z regulowanej taryfy UE oraz to, że operatorzy telefonii komórkowej będą musieli przedstawić każdemu klientowi informacje o wysokości opłat za rozmowy wychodzące i przychodzące właściwe dla posiadanej przez niego taryfy.

 
  
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  Astrid Lulling (PPE-DE), par écrit. – J'ai voté le rapport sur l'itinérance sur les réseaux publics de téléphonie mobile la mort dans l'âme car il va à l'encontre de mes convictions politiques les plus importantes. En effet, je considère toute tarification par le législateur comme une intervention indue dans l'économie de marché et comme un vestige d'un autre âge qu'il ne fallait pas ressusciter.

L'application de l'eurotarif ainsi fixé suscitera de gros problèmes aux opérateurs des États membres de petite taille, qui auront des difficultés à financer les investissements nécessaires à l'application des nouvelles conditions de l'itinérance. Les effets à long terme de ce règlement pourraient même se solder par l'augmentation des tarifs des communications nationales, ce qui serait contre-productif et désastreux pour le bon fonctionnement des économies nationales.

Je soutiens une tarification transparente et une réduction des coûts des communications itinérantes dans un esprit de libre concurrence, mais cette réduction ne doit pas se faire pas le biais d'une fixation des prix de détail et aux dépens des tarifs des communications nationales.

Je me réjouis aussi que le principe de l'"Opt-in" soit sauvegardé dans ce compromis, même si un "Opt-in" sans conditions et sans délais aurait été préférable.

Ce règlement n'a qu'une durée de vie de trois ans: quelle consolation!

 
  
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  Nils Lundgren (IND/DEM), skriftlig. Betänkandet innehåller många konkreta förslag i syfte att förbättra situationen för konsumenterna. Junilistan välkomnar dessa förslag som gynnar medborgarna när det gäller konsumentupplysning och lättillgänglig prisinformation.

Roamingavgifterna ter sig förvisso orimligt höga idag. Men innan man beslutar om politiska åtgärder måste det klarläggas vilket marknadsmisslyckande som förklarar missförhållandena. Är det fråga om bristande konkurrens genom s k implicit collusion? I så fall är det helt fel att införa prisreglering eftersom detta inte löser problemet alls. Att föreslå en behandling utan föregående diagnos är orimligt. Forskarna på området bör klara ut vilket marknadsmisslyckande vi står inför innan populistiska åtgärder vidtas.

I det långa loppet är det den fria konkurrensen och inte prisreglering som gynnar konsumenterna mest. Att låta politiker sätta priser istället för marknaden är nästan aldrig en långsiktigt bra lösning.

 
  
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  David Martin (PSE), in writing. I supported this first-reading compromise agreement. This is an important victory which will benefit consumers, who will be able to enjoy cheaper roaming costs by this summer.

 
  
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  Claude Moraes (PSE), in writing. I voted for the report on the proposal for a regulation on roaming on public mobile networks, which will lead to a reduction in prices for millions of roaming customers. The initiative will help an enormous number of consumers who are affected by the roaming charges that are unjustifiably high.

The regulation will ensure that prices paid for international roaming when travelling within the European Union will not be unjustifiably higher than the charges for calls paid within the user’s country. Consumers will benefit from lower prices for making calls in the visited country, back home or to any other EU Member State. Consumers will also make considerable savings when receiving calls.

 
  
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  Δημήτριος Παπαδημούλης (GUE/NGL), γραπτώς. – Η Ευρωπαϊκή Ενωτική Αριστερά υπερψήφισε την έκθεση Rübig για την περιαγωγή, διότι μετά από τις πιέσεις του Ευρωπαϊκού Κοινοβουλίου επιτεύχθηκε ένας ικανοποιητικός συμβιβασμός προς όφελος των ευρωπαίων καταναλωτών.

Απομένουν φυσικά πολλά βήματα ακόμη προς την κατεύθυνση της διαφάνειας στις χρεώσεις, της επέκτασης του πεδίου εφαρμογής και της περαιτέρω μείωσης των ανεξέλεγκτων χρεώσεων που επιβάλλουν οι εταιρίες κινητής τηλεφωνίας.

Είναι αναγκαίο να επιταχυνθεί η διαδικασία και ενώπιον του Συμβουλίου Τηλεπικοινωνιών, ούτως ώστε ο κανονισμός να υιοθετηθεί ταχύτατα, για να επωφεληθούν οι καταναλωτές των ρυθμίσεων που εισάγει ήδη από το φετινό καλοκαίρι.

Το παράδειγμα αυτού του Κανονισμού πρέπει να έχει συνέχεια. Απαιτείται η δημιουργία ρυθμιστικών πλαισίων και σε άλλους τομείς όπου οι κανόνες της ελεύθερης αγοράς απεδείχθησαν ανεπαρκείς και βασιλεύουν τα καρτέλ.

 
  
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  José Ribeiro e Castro (PPE-DE), por escrito. Os preços do roaming actualmente praticados têm penalizado os utilizadores em trânsito por diversos Estados-Membros e constituem um obstáculo ao verdadeiro mercado único.

Atendendo à natureza transnacional das relações contratuais que decorrem destes serviços, os Estados-Membros mostraram pouca capacidade para fazer face a este problema. De igual modo, apesar de ser desejável que esta questão pudesse ter tido uma solução fundada na autoregulação do próprio sector, verificou-se que a mesma não foi possível.

Os consumidores europeus merecem um tratamento mais justo e transparente. Justifica-se, assim, uma alteração regulamentar à escala europeia que impeça abusos, crie transparência e um equilíbrio no mercado, permita uma maior comodidade na circulação e na comunicação e promova o aumento do dinamismo económico.

Apesar de os limites impostos aos preços das chamadas estarem ainda longe do valor inicialmente defendido pelo Parlamento, considero que é um primeiro passo no sentido certo, tendo o mérito de introduzir a clareza e a previsibilidade de que o mercado tanto carecia.

Faço votos que as operadoras não reajam à perda de receitas através do aumento injustificado dos preços das chamadas nacionais, mas aproveitem esta oportunidade para aumentarem a sua facturação através do acréscimo do número de clientes e da melhoria dos serviços prestados a nível nacional e internacional.

 
  
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  Frédérique Ries (ALDE), par écrit. – En approuvant ce midi le règlement sur les tarifs de téléphonie mobile à l'étranger, le Parlement européen vient d'adopter une législation attendue par des millions de consommateurs: des travailleurs ou des touristes, exaspérés par les coûts exorbitants des appels transfrontaliers donnés ou reçus sur le GSM et qui ont reçu le soutien de la Commission européenne auteur de cette proposition législative.

Et même si la philosophie libérale qui est la mienne s'accommode mal d'interventionnisme sur les prix du marché, je m'oppose avant tout au laisser-faire, laisser-aller et aux cartels constitués dans un secteur économique donné.

Cette loi européenne constitue une avancée considérable pour la protection des consommateurs qui verront fondre leur facture jusqu'à 70%. Autre progrès: la liberté de choix laissée à l'opérateur d'offrir au client une option entre le tarif réglementé et un tarif forfaitaire qui couvrirait également les SMS et les MMS. Un regret tout de même: cette réduction des coûts du roaming ne sera pas opérationnelle pour la saison estivale.

Les citoyens se consoleront avec cette volonté clairement affichée des 3 institutions européennes de partir à leur reconquête et de répondre à la première des missions: faire des lois qui changent positivement leur quotidien.

 
  
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  Olle Schmidt (ALDE), skriftlig. Idag lade jag ner min röst i roamingfrågan. Alla som någon gång har varit utomlands vet att det är mycket dyrt att ringa och ta emot samtal, men det finns risker med att EU sätter pristak. Jag hade kunnat acceptera en reglering på grossistnivån, alltså förhållandet mellan t.ex. Telia och ett företag i Spanien, men jag accepterar inte att man sätter ett tak på priset för konsumenten. Det blir inte ett tak utan ett golv. Sätts taket till 49 cent är det givetvis det som företagen kommer att ta ut. Företagens vinster kommer att minska då de tidigare dragit in pengar som kunnat användas till att konkurrera på den nationella arenan. Om vinsterna försvinner kan det leda till att företagen måste höja sina nationella priser. Då har EU istället försvagat den utsatta konsument som man hela tiden hävdar att man vill värna. Mobilmarknaden är en relativt ny marknad och i Sverige justerade marknaden sig så småningom och priserna har sjunkit markant. Om man endast hade ökat transparensen i systemet, verkat för bättre tekniska lösningar och infört de informationssystem det talas om i förslaget skulle det antagligen ha varit tillräckligt för att pressa priserna. Roamingpriserna har sjunkit rejält, visserligen ojämnt fördelat över Europa, men det är ändå ett tecken på att marknaden reglerar sig själv.

 
  
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  Peter Skinner (PSE), in writing. I voted in favour of this measure as so many European citizens are affected by higher than necessary roaming charges. The reduction of costs for so many people and businesses is a very useful contribution to peoples' private pockets, as well as business costs. The function of the mobile telephony market is to allow the maximum efficiency of the industry, while striking the right balance in consumer interests.

 
  
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  Andrzej Jan Szejna (PSE), na piśmie. Głosuję za przyjęciem rozporządzenia Parlamentu Europejskiego i Rady w sprawie roamingu w publicznych sieciach telefonii komórkowej wewnątrz Wspólnoty oraz zmieniającego dyrektywę 2002/21/WE w sprawie wspólnych ram regulacyjnych sieci i usług łączności elektronicznej.

Przyjmując Agendę Lizbońską wyznaczyliśmy sobie za cel uczynienie z Unii Europejskiej najbardziej konkurencyjnej na świecie gospodarki opartej na wiedzy. Dlatego też musimy zapewnić, że rynek usług telefonii komórkowej w ramach Unii Europejskiej jest rynkiem dynamicznym pozbawionym wewnętrznych barier.

Aktualnie około 80% obywateli Unii Europejskiej posiada telefon komórkowy, jednak poziom cen usług komunikacji w roamingu za pośrednictwem sieci komórkowych jest na tyle wysoki, że prowadzi do ograniczenia popytu na te usługi. A przecież usługi telefonii komórkowej to nie tylko telefonia głosowa, ale także innego rodzaju usługi komunikacyjne nowej generacji, jak GPS, Wi-Fi czy zdalny dostęp do internetu – są to rozwiązania bardzo przyszłościowe, które stanowią szczególnie ważny element, przyczyniający się do rozwoju gospodarki opartej na wiedzy.

Nie możemy zatem pozwolić na ograniczanie ich wykorzystania i rozwoju ze względu na zbyt wysokie ceny zaporowe.

 
  
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  Jeffrey Titford (IND/DEM), in writing. UKIP MEPs, like all MEP's in the Parliament, have a vested interest in reduced mobile roaming charges. Therefore, UKIP MEPs will not vote on the Rubig report. UKIP believes it is morally wrong for MEPs to vote on an issue which could lead to personal enrichment. Moreover, we never approve of EU regulation.

 
  
  

– Report: Lulling (A6-0148/2007)

 
  
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  Danutė Budreikaitė (ALDE). – Gerbiamas pirmininke, ponios ir ponai, akcizo mokesčio įvedimas alkoholiui ir alkoholiniams gėrimams 1992 metais buvo pradžia bandymų, kuriant bendrąją rinką, suderinti mokesčius. Tai buvo ir yra sudėtingas procesas.

Kol kas pavyko dalinai suderinti netiesioginius mokesčius, nustatant jų minimalų lygį alkoholiui, alkoholiniams gėrimams, tabakui ir kurui. Tačiau realiai mokesčių politika išliko valstybių narių kompetencija.

Didinti akcizų mokesčius remiantis per 1993–2006 metus ES padidėjusia infliacija nėra logiška. Kodėl šią infliaciją reikia taikyti ir šalims, įstojusioms į ES nuo 2004 metų?

Visiškas akcizo panaikinimas motyvuojant, kad tai mažos valstybių narių pajamos, taip pat nepagrįstas. Laikantis akcizų įvedimo tikslo analogiškai reikėtų panaikinti ir tabako bei kuro akcizus.

Palaikau status quo išsaugojimą nekeičiant akcizų ir leidžiant valstybėms narėms, remiantis subsidiarumu, toliau pačioms nustatinėti mokesčius. Tuo labiau, kad tarp pačių valstybių nėra bendro sutarimo akcizų panaikinimo klausimu.

 
  
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  Andreas Mölzer (ITS). – Herr Präsident! Ich habe, wie es die Berichterstatterin ja selbst wollte, gegen den Bericht Lulling gestimmt, weil einmal mehr Steuern erhöht werden sollen. Dieses Mal wärmt man das altbekannte Argument auf, dass es sonst Wettbewerbsverzerrungen gäbe. Dabei ist nun erwiesen, dass die 1992 eingeführten Mindestsätze – wie von Experten ohnedies vorausgesagt – nur die Kluft zwischen den Sätzen in den Mitgliedstaaten vergrößert haben. Manche haben die Sätze immer wieder erhöht und wollen nun, dass die anderen zum Nachziehen gezwungen werden.

Ein Umsetzen dieses Vorschlags würde meines Erachtens vom Bürger als ein weiterer Brüsseler Schildbürgerstreich empfunden werden.

 
  
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  Jan Andersson, Göran Färm, Anna Hedh, Inger Segelström och Åsa Westlund (PSE), skriftlig. Vi svenska socialdemokrater hade helst sett att parlamentet kunnat ställa sig bakom kommissionens ursprungliga förslag om en

höjning av minimiskatterna med hänsyn till inflationen sedan 1993.

 

Då omröstningen förutspåddes bli mycket jämn valde vi att stödja ändringsförslagen om en höjning av minimiskatterna med hänsyn till inflationen sedan utvidningen 2004.  

 

Vi ser positivt på att betänkandet nu har återvisats till utskottet och hoppas att utskottet denna gång kommer fram till att alkoholskatter behövs för att minska alkoholens skadeverkningar i EU.

 
  
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  Ilda Figueiredo (GUE/NGL), por escrito. Foi positivo que a maioria do Parlamento tenha rejeitado este relatório. Votámos contra a imposição de taxas de imposto ao nível supranacional por ser condicionador da soberania fiscal e das suas escolhas políticas por intermédio dos impostos e do orçamento.

No caso concreto dos impostos especiais sobre o consumo, que hoje são uma parte importante da receita de muitos Estados-Membros, o seu objectivo principal visa a moderação do consumo, como é o caso dos impostos especiais sobre o consumo de álcool e de bebidas alcoólicas, com o intuito de proteger a saúde.

Para além dos impactos directos deste imposto na actividade do sector agrícola e de uma parte importante do sector industrial, deve ser uma decisão sobretudo nacional, tendo em conta preferências de consumo, nomeadamente de produtos tradicionais, e diferentes opções sociais no que concerne ao consumo de bebidas alcoólicas, para além de opções diferenciadas ao nível do uso dos instrumentos fiscais, como é o caso do vinho em Portugal, onde é importante manter a actual taxa mínima a zero euros, o que, aliás, foi aceite no plenário.

Mas mereceram o nosso desacordo, quer os aumentos propostos das taxas mínimas da Comissão, quer a ideia transmitida pela relatora sobre a existência de uma taxa máxima.

 
  
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  Bruno Gollnisch (ITS), par écrit. – Comme le remarque le rapport lui même, la directive de 1992 sur les accises n'a abouti à aucun rapprochement de ces taux entre les États membres, ni même réglé les prétendus problèmes de distorsion de concurrence. Conformément à son programme "mieux légiférer", la Commission, si elle était cohérente, devrait elle-même demander l'abolition de ce texte.

La vérité c'est qu'il appartient aux États, et aux États seuls, de fixer l'impôt, qu'il soit direct ou indirect, sur leur territoire, en fonction de leurs impératifs budgétaires, économiques et sociaux. Et que l'harmonisation fiscale voulue par la Commission n'a en fait qu'un but idéologique.

Je conclurai en remarquant que ce n'est pas un mince paradoxe, pour ceux qui militent pour la suppression des contrôles aux frontières, la libre circulation des hommes, des marchandises et des services, et la libre concurrence, d'être les premiers à se plaindre quand cette abolition et cette liberté de circulation incitent les citoyens à faire jouer la concurrence.

 
  
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  Hélène Goudin och Nils Lundgren (IND/DEM), skriftlig. Vi har röstat emot detta betänkande eftersom det inte går in på de målkonflikter som är det centrala i problemet. Vad det egentligen handlar om är ju att medlemsländernas rätt att besluta i en så central fråga som alkoholpolitiken står i konflikt både med kravet på en fri inre marknad och medlemsländernas rätt att självständigt besluta om sina skattesystem. Alkohol är ingen vara vilken som helst, den inre marknaden är EU:s hjärta och beskattningsrätten är en av den suveräna statens viktigaste tillgångar.

Föredraganden har inte gjort något som helst försök att analysera och lösa dessa målkonflikter. Frågan bör därför tas upp till seriös behandling av experter och politiska representanter med insikter i ämnet innan parlamentet ställs inför nya förslag.

 
  
  

– Report: Vergnaud (A6-0173/2007)

 
  
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  Miroslav Mikolášik (PPE-DE). – Hlasoval som za realistický prístup v správe pani Vergnaud, pretože je jasné, že rozhodnutia Súdneho dvora Európskych spoločenstiev, ktoré dali za pravdu pacientom a obhajovali ich právo byť liečení aj v inej krajine, ako je ich vlastná, v prípade ak by bolo ich zdravie inak vážne ohrozené alebo ak by sa priamo jednalo o záchranu ich života, zasahujú do kompetencie národných štátov.

Ale vieme, že zdravotníctvo bolo v smernici o službách na vnútornom trhu vyňaté z pôsobnosti Európskej únie a zostáva v striktnej pôsobnosti národných štátov. Je nad slnko jasnejšie, že mobilita pacientov sa bude v Európe zvyšovať. Pacienti sa budú prirodzene domáhať prístupu k takej liečbe, ktorá zabezpečí ich liečbu podľa najnovších medicínskych poznatkov. A to sa nejedná len o pracovníkov, ktorí pracujú v inej krajine. Môže sa jednať aj o pacienta, ktorý v cudzine vyhľadá špičkovú liečbu, ktorej by sa mu z objektívnych príčin nedostalo v krajine jeho pôvodu, a rozhodne sa za touto starostlivosťou účelovo vycestovať.

 
  
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  Jim Allister (NI), in writing. Believing that the provision of quality and universal health services is the sole competence of the Member States, I voted against the Vergnaud report and the attempt to re-introduce healthcare into the Services Directive.

 
  
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  Jan Andersson, Göran Färm, Anna Hedh, Inger Segelström och Åsa Westlund (PSE), skriftlig. Vi har valt att rösta emot detta betänkande, bland annat för att vi anser att medlemsstaterna själva skall kunna bestämma för vilka vårdtjänster man kan kräva förhandsbesked. Vi anser att ett system med planerad vård där man efter läkarundersökning snabbt kan få ett förhandsbesked skulle vara önskvärt för vårdtagarna, ett system som ger lika tillgång till gränsöverskridande vårdtjänster för alla och inte bara till dem som har råd att själva betala och sedan invänta ersättning. Vi har röstat för ändringsförslag som förordar politiska beslut framför domstolens praxis, även om vi är tveksamma till att alla politiska initiativ skall underställas medbeslutande från parlamentet. Vi har även röstat för en skrivning som innehåller referenser till etableringsfrihet, men understryker att vi inte anser att det behöver betyda tillgång till offentliga medel.

 
  
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  Françoise Castex (PSE), par écrit. – J'ai voté en faveur du rapport Vergnaud.

Le vote de ce rapport en plénière a confirmé clairement la spécificité des services de santé et dès lors leur exclusion de la directive sur les services. Ce vote a permis d'éviter de remettre en cause l'égal accès aux soins et la viabilité financière des systèmes de sécurité sociale.

Pour moi, la réflexion engagée, au niveau communautaire sur les services de santé, doit désormais se concentrer sur les incertitudes juridiques issues de la jurisprudence de la CJCE et sur les domaines pour lesquels l’Union européenne est susceptible de créer de la valeur ajoutée.

À mes yeux, une directive sur les services de santé s'accordant avec l'objectif d'une directive-cadre sur les services d'intérêt économique général reste le seul outil qui permettrait a l'Union Européenne d'apporter sa valeur ajoutée et de rétablir la confiance des citoyens européens dans un domaine qui est l'essence même de leur vie.

 
  
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  Ilda Figueiredo (GUE/NGL), por escrito. Este relatório de iniciativa, em linha com outras comunicações da Comissão sobre os cuidados de saúde, pretende, de certa forma, voltar a inserir os serviços de saúde na lógica do mercado interno dos serviços através da apresentação de uma nova proposta de directiva separada para os serviços de saúde. Por isso votámos contra este relatório. Mas consideramos muito positivo que tenha sido rejeitada a proposta que pretendia incluir os serviços de saúde na directiva relativa à liberalização dos serviços.

O acesso a serviços de saúde universais e de qualidade é um direito fundamental de todos os cidadãos, que deve ser garantido pelos regimes nacionais de protecção social existentes na União Europeia. Os serviços de saúde são um bem público e incumbe às autoridades públicas de cada Estado-Membro a missão fundamental de garantir a igualdade de acesso para todos a serviços de saúde de qualidade, que beneficiem de um financiamento público adequado. Por isso, opomo-nos à criação de um mercado interno dos serviços da saúde liberalizado e à tendência actual de reduzir ou privatizar os serviços de saúde ou de os tornar cada vez mais dependentes da regulamentação do mercado interno ou das regras da concorrência.

 
  
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  Bruno Gollnisch (ITS), par écrit. – Les services de santé ne sont pas des services comme les autres. Ils ne doivent donc en aucun cas être soumis aux règles européennes concernant la concurrence, les aides d'Etat, les marchés publics ou le marché intérieur. Surtout, leur organisation et leur financement ne doit relever que de la seule compétence des États membres.

Malgré le rejet prévisible du paragraphe demandant que ces services soient soumis à la directive dite Bolkestein, le texte du rapport nous paraît encore dangereux. Il propose d'encourager la mobilité des personnels de santé au risque de créer des pénuries de ces mêmes personnels, et donc d'offres de soins pour tous les citoyens, dans certains pays; ou encore d'encourager sans contrôle la mobilité des patients, ce qui peut remettre en cause de la qualité des offres de soins, conduire à la saturation des infrastructures et compromettre l'équilibre des systèmes de protection sociale.

L'objectif de l'accès, pour tous les citoyens européens, à des soins de qualité et de proximité ne peut en aucun cas être atteint par une directive européenne fondée sur la jurisprudence de la Cour de Justice européenne statuant sur quelques cas litigieux transfrontaliers. Et à vrai dire, cet objectif ne peut être atteint que s'il est garanti que Bruxelles ne pourra jamais légiférer dans ce domaine.

 
  
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  Jean Lambert (Verts/ALE), in writing. I voted against this report, as amended, because I believe it still leaves our national health services at risk from creeping liberalisation and legal uncertainty. I welcome Parliament maintaining its position to exclude health services from the scope of the Services Directive. However, we are now apparently refusing to set boundaries on the role of the market in relation to the right of Member States to decide on the method, financing and scope of the health services they provide. Unless we adopt a clear legislative framework, preferably backed by a Treaty change, we are actively encouraging the Court of Justice to decide what is, or is not, a medical treatment and whether or not it should be reimbursed or require prior authorisation. As the Rapporteur on Regulation (EC) No 883/2004 on the coordination of social security systems, I wish to make it clear to some in this House that the reimbursement situation is not a new system: it has been in place for over 30 years and has proved invaluable to thousands of citizens but its scope and workings should be determined by Parliament and Government – not the Court, so I regret the adoption of amendment 24 from the Liberals.

 
  
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  Carl Lang (ITS), par écrit. – Ce rapport marque la volonté de contourner le contenu de la directive Services qui avait légitimement exclu les services de santé de son champ d'application. Les services de santé ne sont pas des services marchands mais des services vitaux pour nos peuples vieillissants. La santé doit échapper aux convoitises des rapaces ultralibéraux ainsi qu'à l'idéologie fédéraliste européenne qui va tout harmoniser vers le bas. La question de l'exclusion des services de santé relève de la compétence des États membres et doit le rester.

Il est inquiétant ensuite de constater que l'on fait toujours référence à cette fumeuse stratégie de Lisbonne comme passage obligé alors que nous savons depuis longtemps qu'elle est un symbole d'inefficacité européiste. De plus, à la vue des différences existant entre nos pays, on peut affirmer que l'universalité d'un soi-disant modèle social européen relève de l'utopie. Finalement créer un cadre juridique dans ce domaine revient à mettre en place un quasi-marché intérieur des services de santé ou du moins à en assurer les fondations.

Notre devoir est d'empêcher que soit mise en cause la qualité des services de santé, de préserver une éthique médicale, d'assurer des contrôles stricts en matière d'autorisation et de remboursement des soins à l'échelle des nations et de leurs ministères.

 
  
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  Διαμάντω Μανωλάκου (GUE/NGL), γραπτώς. – Η έκθεση για τον αντίκτυπο του αποκλεισμού των υπηρεσιών υγείας από την οδηγία Μπολκενστάιν, στο όνομα της προστασίας ασθενών και επαγγελματιών υγείας προωθεί την εμπορευματοποίηση και την περαιτέρω ιδιωτικοποίηση ενός τομέα - φιλετο για το κεφάλαιο, προκειμένου να υπηρετήσει την κερδοφορία του.

Οι Ευρωβουλευτές του ΚΚΕ εκφράσαμε ξεκάθαρα την αντίθεσή μας στην Μπολκενστάιν και παλέψαμε μαζί με τους εργαζόμενους για την απόσυρσή της.

Η έκθεση έχει σαν δεδομένο ότι τα εθνικά συστήματα υγείας θα είναι ανεπαρκή και οι υπηρεσίες υγείας δεν θα είναι δωρεάν. Γι' αυτό προωθείται η ενοποίηση υγειονομικών παροχών καλυπτόμενων από τα ασφαλιστικά ταμεία προς τα κάτω, με εργαλείο εφαρμογής την κάρτα υγείας. Προτείνεται η εργασιακή περιπλάνηση για τους εργαζόμενους, υποτιμάται η αναγκαία ολόπλευρη επιστημονική γνώση αναγόμενη σε κατάρτιση και συλλογή δεξιοτήτων. Επίσης υποχρεώνει τους επαγγελματίες να έχουν ασφάλιση σε περίπτωση βλάβης, ανάγοντας σε ατομική ευθύνη την υποχρέωση του κράτους για άσκηση της ιατρονοσηλευτικής πράξης. Σε ατομική ευθύνη ανάγεται και η επιλογή θεραπείας του ασθενούς, μέσα από δίκτυα ενημέρωσης, αντικαθιστώντας την κρατική υποχρέωση.

Γι' αυτό οι Ευρωβουλευτές του ΚΚΕ καταψηφίζουμε. Η υγεία είναι κοινωνικό αγαθό, και οι εργαζόμενοι είναι ανάγκη να εντείνουν την πάλη τους ενάντια στην εμπορευματοποίησή της, απαιτώντας σύγχρονα αποκλειστικά δημόσια και δωρεάν εθνικά συστήματα υγείας, που να απαντούν στις σύγχρονες ανάγκες των εργαζομένων.

 
  
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  David Martin (PSE), in writing. I voted for this report on the consequences of excluding health services from the Services Directive. In particular I am pleased that the report asked the Commission to propose "an appropriate instrument" to codify the case law of the Court of Justice.

 
  
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  Luís Queiró (PPE-DE), por escrito. Apesar da controvérsia gerada por este relatório, em devido tempo resolvida, creio que o relatório tal qual está confirma os direitos existentes e estimula a mobilidade dos pacientes. Ora, era exactamente isso que se pretendia.

Como se percebe pelo conhecimento dos diferentes regimes dos Estados-Membros da UE, e pela especial relevância e discussão desta matéria, compreendem-se as cautelas que devem estar associadas a este debate. De toda a forma, o mais relevante é deixar claras e viáveis as faculdades abertas pela mobilidade dos pacientes.

A saúde é um dos temas mais sensíveis aos cidadãos e não se deseja que por via da legislação comunitária se imponham aos Estados-Membros soluções que violem as regras sobre as quais os cidadãos e os decisores políticos acordaram. Todavia, tal não impede que num espaço livre como é o da União Europeia, onde há uma tradição de mobilidade em diversas matérias, se introduzam regras que facilitem o aproveitamento dessa faculdade.

Creio, pois, que o resultado obtido é positivo e favorável aos interesses e aos direitos dos cidadãos.

 
  
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  Bart Staes (Verts/ALE), schriftelijk. Het Europese beleid op het gebied van gezondheidszorg mag zich niet beperken tot het regelen van de patiëntenmobiliteit of het creëren van een eengemaakte markt. Geen beleid met twee snelheden: wie het zich kan veroorloven, verplaatst zich om de beste zorgen te krijgen.

Dit is ongepast, want het ondermijnt de sociale en territoriale samenhang en ondergraaft de solidariteit. Gezondheidszorg is - net als andere sociale diensten van algemeen belang - vaak onderdeel van het nationale stelsel van sociale bescherming dat de burgers waarborgt dat hun grondrechten zijn gevrijwaard.

Om die redenen werden de gezondheidsdiensten vorig jaar door dit Parlement uit de dienstenrichtlijn geweerd. Dit mogen we vandaag niet ongedaan maken!

De zopas goedgekeurde tekst die de impact en de gevolgen van die uitsluiting nagaat, roept de Commissie op een geschikt instrument te ontwikkelen om de jurisprudentie inzake de rechten en plichten van mobiele patiënten én zorgverstrekkers te codificeren. Dit gaat volgens mij niet ver genoeg.

Rechtspraak alleen als basis nemen voor een beleid doet afbreuk aan het belang van dit domein in een sociaal Europa. Gezondheid is een basisrecht. Eenieder heeft het recht zich voor de beste zorgen te verplaatsen naar een ander land. Elke zorgverstrekker én de betrokken lidstaten hebben de plicht alle patiënten gelijk te behandelen.

 
  
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  Marc Tarabella (PSE), par écrit. – Lors du vote sur le Projet de rapport Vergnaud en Commission du marché intérieur et de la protection des consommateurs, les députés de droite ont soutenu un amendement visant à réintroduire les services de santé dans la directive "services". Par ce vote, le groupe PPE-DE a rompu un compromis antérieur avec le groupe PSE qui protégeait les services de santé en les maintenant à l'extérieur du champ d'application de la directive "services".

Fort heureusement, les députés du groupe PPE ont décidé lors du vote en plénière de respecter ce compromis, et de respecter les soins de santé, en refusant de faire de la santé une marchandise. A l'issue de ce vote, la volonté des socialistes de défendre des services de santé accessibles, de grande qualité et à des prix abordables pour les citoyens de l'Union a triomphé.

 
  
  

– Report: Pleguezuelos Aguilar (A6-0150/2007)

 
  
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  Richard Corbett (PSE), in writing. I very much welcome the fact that, as of next year, agriculture will no longer be the biggest item of expenditure on the EU budget, but the various structural funds will. This is a welcome reallocation of resources – provided, of course, that the reallocated money is well spent! And here too, I would give a cautious welcome to the gradual shift within structural funding itself towards developing innovation and enterprise in our less prosperous regions.

Structural funding must be more than a simple transfer of resources from the more prosperous Member States to the less prosperous ones – if that were all it is, this could be done simply by adjusting budget contributions and rebates. Structural funding must bring added value and be a genuine European policy in its own right, helping less prosperous regions rather than Member States, developing transnational linkages and helping ensure that all can benefit from the European single market.

 
  
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  Pedro Guerreiro (GUE/NGL), por escrito. Sublinhando que o relatório pretende contribuir para o debate sobre o futuro da política de coesão na UE, não podemos deixar de sublinhar a nossa discordância com importantes aspectos nele inscritos, como:

- O condicionamento da concessão de fundos no âmbito da política de coesão ao cumprimento de critérios de desempenho económico estabelecidos a nível comunitário, enquanto instrumento suplementar de pressão sobre o modo como os Estados-Membros definem as suas políticas socio-económicas;

- O estabelecimento de tectos obrigatórios no modo como deverão ser utilizadas as verbas estruturais ao nível comunitário ou dos Estados-Membros, como por exemplo o "reservar pelo menos 20% dos fundos estruturais ao fomento da I[amp]D+i a partir do próximo período de programação";

- A defesa da utilização dos fundos estruturais para o financiamento da investimento privado, nomeadamente através das denominadas parcerias público-privadas;

- Ou ainda, a utilização de novos indicadores de coesão - emprego, disparidades do PIB entre regiões vizinhas, descentralização e acessibilidade, infra-estruturas e transporte, investigação e inovação, educação e formação e a diversidade das produções -, sem que se salvaguarde que o PIB per capita deverá continuar a ser utilizado como o indicador de base da elegibilidade no âmbito da política de coesão da UE.

 
  
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  Bogusław Liberadzki (PSE), na piśmie. Sprawozdanie trafnie podkreśla kluczową rolę polityki spójności we wspieraniu rynku wewnętrznego dzięki wymianie handlowej i miejscom pracy powstającym w związku z opracowywaniem i realizacją projektów współfinansowanych przez Unię Europejską. Należy także zauważyć rolę polityki spójności w zwiększeniu widoczności Unii Europejskiej w oczach obywateli i wzroście poparcia dla Unii Europejskiej w regionach, które w istotny sposób skorzystały na polityce spójności.

Zachęta do zbadania, czy przeznaczenie co najmniej 20% funduszy strukturalnych na wspieranie badań, rozwoju i innowacyjności jest wykonalne, skierowana w stronę Komisji i Rady, jest godna poparcia. Na uwagę zasługuje również propozycja utworzenia funkcji inicjatora technologicznego na szczeblu lokalnym i regionalnym, który poprzez dostęp do pomocy i programów europejskich ułatwi osiąganie innowacyjności przez przedsiębiorstwa.

Posłanka Francisca Pleguezuelos Aguilar domagając się większego eksponowania działań i reklamowania projektów wspieranych z funduszy strukturalnych przez państwa członkowskie ma na uwadze przybliżenie obywatelom Unii Europejskiej korzyści wynikających ze wspólnotowej polityki spójności.

 
  
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  Luís Queiró (PPE-DE), por escrito. A ideia de coesão, presente desde o Tratado de Roma, é um dos paradigmas estruturais da União Europeia. Em síntese, o desenvolvimento de uns é o desenvolvimento de todos.

Ora, esta ideia, que tem tanto de generosa como de realista, foi testada e aprovada pelo passar tempo, e ainda hoje o é, tanto relativamente aos Estados que aderiram recentemente como aos que já ingressaram há mais anos. Entendo, pois, como a relatora e a generalidade dos responsáveis políticos europeus, que o valor da coesão deve ser promovido e defendido. E, do mesmo modo, entendo que é necessário que a formulação seja actualizada. O que há dez ou quinze anos eram objectivos que ficavam fora da coesão, ou que poderiam ficar, por haver carências e divergências mais significativas, são hoje matérias que claramente devem estar incluídas face a uma economia em elevado ritmo de aceleração competitiva. Por assim ser, é necessário que a coesão promova o reforço das competências em matéria de I+D, por um lado. E, por outro, o apoio ao que é mais competitivo em cada área.

Coesão não é uniformidade; coesão é, sobretudo, investir na exploração das especificidades e assegurar a sustentabilidade e durabilidade desse investimento para garantir um desenvolvimento harmonioso.

 
  
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  Alyn Smith (Verts/ALE), in writing. Mr President, I was pleased to support this own-initiative report on the importance of Structural Funds to EU cohesion, as in Scotland we have vast experience of using the funds to develop our peripheral areas and regenerate our urban centres. As the new funds roll out, we have an expertise we are now using across Europe to assist our new colleagues as they set up their programmes, and we of course retain a crucial interest in this topic so I am pleased to see this report gain the majority it has today.

 
  
  

– Report: Martin David (A6-0088/2007)

 
  
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  Glyn Ford (PSE), in writing. I commend my colleague David Martin for his all too apposite report, which I will be supporting. The EU has a responsibility to ensure that developing countries have the capacity to engage in and benefit from the global economy. It is not just about a fairer, more open trading system. Despite enormous advances in market access including the ‘Everything but Arms’ initiative by the Commission, the Least Developed Countries’ share of world trade has halved over the last 40 years from 1.9 % to 1 %.

Aid for trade is necessary to create the conditions and infrastructure to trigger growth, but this aid must be under the control of the recipients themselves to fit within their own national development plans.

I am delighted that the UK is taking a lead in delivering its share of the EUR 2 billion annual aid for trade budget promised by EU Member States at Gleneagles by 2010. We can only eradicate Third World poverty by empowering businesses, particularly those engaged in fair trade, to provide the decent work so desperately needed.

 
  
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  Pedro Guerreiro (GUE/NGL), por escrito. Do nosso ponto de vista a "ajuda" da UE não pode nem deve ser considerada no quadro da "liberalização do comércio", como o relator propõe, ou sequer que tal deva ser utilizado como "uma das linhas condutoras mais eficazes para o crescimento económico" dos países mais pobres, nomeadamente por duas razões. Em primeiro lugar, porque a ajuda é condicionada à adequação das "políticas internas" destes países, e a uma "melhoria real da capacidade de boa governação", no interesse das poderosas multinacionais, tanto da UE como dos EUA. Ou seja, condiciona-se o desenvolvimento destes países através da "ajuda", utilizando as suas fragilidades estruturais que lhe advêm de processos históricos ligados ao colonialismo, em proveito próprio do capital da UE. Impõe-se a produção para exportação, sobretudo de produtos de baixo valor acrescentado e com um reduzido retorno financeiro, cujos preços não fazem face aos custos de produção, como no caso de muitos produtos agrícolas, obrigando-os a levantar as suas barreiras aduaneiras à entrada de produtos exteriores.

Em segundo lugar, porque esta orientação estabelece uma hierarquização entre países, aprofundando ainda mais a distância que separa os chamados países ricos e pobres, com consequências ao nível interno dos países da UE, como nos chamados países terceiros,...

(Declaração de voto encurtada nos termos do nº 1 do artigo 163º do Regimento)

 
  
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  David Martin (PSE), in writing. As rapporteur I gladly supported my report. There were only a handful of amendments submitted to the plenary vote, some of which added to the report or positively changed the language, some however changed the emphasis of the report too much, meaning I was unable to support some of the amendments.

 
  
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  Jean-Claude Martinez (ITS), par écrit. – Sur les objectifs de sortir enfin le monde du Sud de la pauvreté, nous sommes tous d'accord : même si les vraies mesures ne sont toujours pas prises pour l'Afrique noire. C'est-à-dire, la mise en commun de l'eau, de l'alimentation des médicaments de base et de l'instruction.

Le commerce international, comme outil de lutte contre la pauvreté, est nécessaire, mais non suffisant. À long terme peut-être. Mais Keynes nous l'a dit: "à long terme nous serons tous morts".

Il faut donc accélérer et innover. Notamment par l'invention d'une nouvelle technologie douanière des droits de douane déductibles sous forme d'un crédit douanier offert par l'importateur à l'exportateur, à valoir en achat sur l'économie du pays importateur et égal au montant du droit de douane supporté. Pour les pays du Sud, ce crédit douanier serait bonifié, comme le Matching credit ou Sparing credit déjà existant en fiscalité internationale.

Ainsi les pays pauvres ne perdraient plus les recettes précieuses de leurs droits de douane.

 
  
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  Luís Queiró (PPE-DE), por escrito. Como bem diz o relatório, “a liberalização do comércio é uma das linhas condutoras mais eficazes do crescimento económico, que é indispensável para reduzir a pobreza e promover o crescimento económico e o emprego a favor dos pobres, bem como um catalisador importante para o desenvolvimento sustentável à escala mundial”. Evidentemente, daqui não decorre, nem eu subscreveria tal opinião, que basta liberalizar o comércio e de seguida se verá florescer democracias estáveis em sociedades livres e plurais. Tal não é verdade e o tempo presente, com exemplos como o trazido pela China, mas não só, prova-o. No entanto – e isso sim é verdadeiro - não há sociedades livres, plurais e democráticas que não sejam, no essencial, lugares abertos às trocas comerciais.

É este entendimento, e não a sua versão equívoca ou a visão absolutamente iliberal, que deve presidir às orientações da UE em matéria de ajuda ao comércio internacional.

O nosso empenho à escala internacional deve orientar-se para a promoção de uma abertura constante do mundo ao comércio, sem que com isso se desprotejam economias e mercados que necessitam de um mínimo de resguardo.

 
  
  

– Report: Sturdy (A6-0084/2007)

 
  
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  Pedro Guerreiro (GUE/NGL), por escrito. Apesar da linguagem "politicamente correcta" o relatório não consegue esconder a verdadeira matriz e as reais intenções da UE com os actuais Acordos de Parceria Económica (APE), designadamente com os países da África, das Caraíbas e do Pacífico (ACP).

O que a UE pretende com os APE é alcançar o máximo do que ambiciona ganhar com as actuais negociações na OMC e que até à data ainda não conseguiu. Ou seja, entrar pela janela, depois de não ter conseguido entrar pela porta.

Por isso se apela a que "o ritmo, o calendário e o âmbito da liberalização sejam graduais e flexíveis". Ou se "salienta" que as "questões de Singapura" "podem proporcionar vantagens em termos de desenvolvimento". Ou se "crê" que "os acordos relativos a investimentos, à concorrência e a contratos públicos..., poderiam contribuir para objectivos comuns de boa governação e transparência, criando um ambiente propício a maiores parcerias público/privadas". E se "recorda" que "a existência de quadros regulamentares apropriados constitui uma parte essencial de qualquer processo de liberalização", nomeadamente dos serviços e dos serviços públicos. Ou seja, toda a agenda neoliberal cheia de "rodriguinhos" e de "falinhas mansas".

É necessária uma outra agenda totalmente diferente, que promova uma efectiva cooperação, solidariedade, desenvolvimento autónomo e justiça social.

 
  
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  David Martin (PSE), in writing. Economic Partnership Agreements have been highly divisive and controversial. At times it has seemed as though development considerations have not been foremost in the Commission's thinking on EPAs. This Parliament report presents a very timely and balanced contribution to the debate and the Rapporteur Robert Sturdy is to be congratulated on his approach to the report.

 
  
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  Luís Queiró (PPE-DE), por escrito. Dentro do quadro limitado pelas regras da OMC os Acordos de Parceria Económica podem – e devem – ainda assim ser um instrumento eficaz de promoção das trocas comerciais e, sobretudo, de apoio à formação de criação de infra-estruturas que potenciem as trocas comerciais. Nesse sentido, é bem-vindo este relatório, claro quanto aos princípios e correcto no essencial dos seus valores.

Tal como a propósito de temas idênticos em discussão nesta sessão plenária, também aqui renovo a convicção de que a promoção do comércio (livre, aberto e justo) constitui um sustento da democratização das sociedades e da promoção da pluralidade das forças sociais. Também por essa razão estes acordos de parceria são tão importantes.

 
  
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  Tokia Saïfi (PPE-DE), par écrit. – La négociation sur les accords de partenariat économique entre dans une phase cruciale, le 1er janvier 2008, marquant l'expiration des accords actuels.

En raison du caractère essentiel de ces accords, j'ai voté en faveur du rapport, considérant que ces accords permettent un nouveau cadre économique et commercial favorable au développement durable des économies des pays ACP. J'insiste sur cette dimension développement: ces accords ne peuvent être réduits à de simples accords de libre-échange au sens de l'OMC et doivent être des instruments au service du développement économique et humain. Aussi, les APE seront aussi asymétriques et progressifs que possible.

J'ai voté en faveur des amendements 20 et 28 sur la nécessité de prendre en compte, dans les négociations, les spécificités des régions et territoires d'outre-mer au titre de l'article 299, paragraphe 2, du TCE. Il convient en effet d'examiner les intérêts propres de ces territoires, d'envisager des différenciations en matière d'accès au marché et d'améliorer l'articulation des modalités existantes d'accompagnement avec celles des pays ACP. Je tiens aussi à nuancer le paragraphe 13 du rapport en rappelant les conclusions adoptées par le Conseil qui prévoient des périodes transitoires dans l'offre d'accès au marché de l'UE pour certains produits faisant l'objet d'une sensibilité particulière pour l'UE.

 
  
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  Bart Staes (Verts/ALE), schriftelijk. Tot nu toe garandeerde het Stelsel van Algemene Preferenties (SAP) de ACS-landen een bevoorrechte toegang tot de EU-markt, met lagere importtarieven aan de EU-grenzen en een betere markttoegang. De ontwikkelingslanden konden hun producten dus makkelijker naar de rijkere Europese landen exporteren.

Deze afspraak binnen de WTO is een formele uitzondering op de non-discriminatieregel van het Most Favoured Nation-principe. De Overeenkomst van Cotonou van 2000 wil deze uitzondering uiterlijk eind 2007 opheffen. In de plaats komen individueel onderhandelde Economische Partnerschapsovereenkomsten (EPO). Zoniet, kan elk WTO-lid discriminatie melden.

Het voorliggende verslag is terecht kritisch. Essentieel is dat de Europese Commissie over de EPO onderhandelt rekening houdend met de ontwikkeling van de ACS-landen. Niet het principe van de totale liberalisering van de markt mag spelen, want dit is voor hen een reële dreiging, sociaal én economisch.

Het verslag houdt echter te weinig rekening met de omstandigheden op het terrein. Of de EPO een positieve of een negatieve impact zullen hebben, blijft een vraag. Niet verwonderlijk dat de landen in kwestie deze overeenkomsten niet snel voor het einde van 2007 willen tekenen.

Als het Parlement de tijdsdruk niet wegneemt en niet bereid is het SAP+- systeem langer te laten bestaan, kan ik het verslag niet steunen.

 
  
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  Margie Sudre (PPE-DE), par écrit. – Dans l'esprit de l'accord de Cotonou, les APE ne sont pas de simples accords de libre-échange au sens de l'OMC, mais un véritable partenariat permettant d'aménager un nouveau cadre économique et commercial favorable aux pays ACP.

En raison de leur position géographique à proximité de nombreux pays ACP, les collectivités d'outre-mer sont au cœur de ces accords préférentiels et réciproques avec les pays ACP.

La situation particulière des RUP doit impérativement être prise en compte dans le cadre de cette négociation, sur la base de l'article 299§2 du Traité.

Les PTOM avoisinant des pays ACP doivent également faire l'objet d'une attention spéciale, dans le respect des accords d'association qui les lient déjà à l'Union, au titre de l'article 299§3 du Traité.

Il convient d'examiner les intérêts propres des RUP et des PTOM, sans omettre de les associer le plus en amont possible à la négociation, pour envisager des différenciations en matière d'accès au marché, et coordonner leurs modalités respectives d'accompagnement, afin de renforcer leur insertion dans leur environnement régional.

Je me félicite de l'adoption de l'amendement que j'ai déposé, destiné à trouver un équilibre intelligent entre l'intégration régionale de ces territoires ultramarins, et les liens qui les unissent à l'Europe.

 
  
  

– Report: Brok (A6-0130/2007)

 
  
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  Hubert Pirker (PPE-DE). – Herr Präsident! Ich habe diesem Bericht zugestimmt, weil die im Bericht vorgegebenen Schritte unbedingt unternommen werden müssen, um aus unserer Europäischen Union eine politische Union zu machen, die mit einer Stimme nach außen spricht und damit auch zu einem global player werden kann, ansonsten wird sie eine lame duck bleiben.

Insbesondere benötigt die Europäische Union dabei die Weiterentwicklung der Europäischen Sicherheits- und Verteidigungspolitik mit einer gemeinsamen Forschung, einem gemeinsamen Beschaffungswesen, gemeinsamen Verteidigungskräften, die fähig sind, autonom zu handeln, und mit aus dem EU-Haushalt finanzierten gemeinsamen Operationen. Voraussetzung dafür ist allerdings, dass wir ein neues Regelwerk, einen neuen Vertrag erhalten. Ich hoffe, dass mit dem Ratsvorsitz von Frau Merkel und dem Pragmatismus von Sarkozy hier ein entscheidender Schritt in die richtige Richtung getan wird.

 
  
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  Jan Andersson, Göran Färm, Inger Segelström och Åsa Westlund (PSE), skriftlig. Vi svenska socialdemokrater tycker inte att Elmar Broks betänkande är det rätta forumet för att diskutera fördraget och vad det skall och inte skall innehålla. Vi tycker att det utrikespolitiska samarbetet skall stärkas, men vi tycker inte att det är lämpligt att i detta läge binda upp sig för att vi skall ha en gemensam EU-utrikesminister. Därför valde vi att lägga ner våra röster på dessa punkter.

 
  
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  Pedro Guerreiro (GUE/NGL), por escrito. Entre outros aspectos saliente-se no relatório a cega defesa do rejeitado (!!!) "tratado constitucional", pugnando pela sua "ratificação plena" (?) e "entrada em vigor" (?), "para que a União esteja pronta para enfrentar as responsabilidades, ameaças e desafios globais do mundo actual", nomeadamente através da PESC (política externa) e PESD (a sua vertente militar), dizem...

Esta posição aprovada pelo PPE e pelo PSE (que integram, respectivamente, o PSD, CDS-PP e o PS) é tanto mais significativa quando são estas mesmas forças políticas que negoceiam a redacção de um dito tratado "simplificado" que dizem ser diferenciado do conteúdo da "constituição europeia". Entendamo-nos! Afinal, como é que se intenta apresentar algo como diferente, quando ao mesmo tempo se reafirma o essencial do conteúdo daquilo de que se pretende (hipoteticamente) diferenciar? Aqui há gato...

O que pretendem realmente as forças políticas e os grandes interesses económico-financeiros que estão na génese da integração capitalista europeia é sustentar num quadro jurídico-constitucional a acelerada militarização da UE - sublinhe-se, no quadro da NATO -, como seria estabelecido pela denominada "constituição europeia". Daí uma política externa "comum" de ingerência, com a sua vertente agressiva, comandada à medida das ambições e dos interesses dos grandes grupos económico-financeiros das grandes potências, nomeadamente com a Alemanha à cabeça.

 
  
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  Anna Hedh (PSE), skriftlig. Jag röstade emot Elmar Broks betänkande A6-0130/2007, dels därför att föredraganden har valt att blanda in frågan om konstitutionen, men också för att han lyfter frågan om att EU skall ha en gemensam utrikesminister. Inom EU har vi idag inga ministerfunktioner och skall heller inte ha det. Alla medlemsländer har redan egna utrikesministrar. Vad blir nästa steg? En gemensam miljöminister och kanske i slutändan en gemensam statsminister?

 
  
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  Richard Howitt (PSE), in writing. The European Parliamentary Labour Party supports much of this resolution, in particular the high priority given to the consolidation of democracy, promotion of human rights and non-proliferation, and the important EU role in conflict prevention and building effective multilateralism.

However, the resolution focuses too much attention on internal procedural changes rather than foreign policy priorities. The EPLP voted against paragraphs 1, 5 and 11, and abstained on 2, 3, 4 and 5, as the references to the Constitutional Treaty and the detailed provisions within are inappropriate whilst its future is still being discussed. In particular, the adoption of the Constitutional Treaty should not be seen as a prerequisite for future enlargement. The EPLP also abstained on paragraph 8(g), as the added value of an EU diplomatic academy has yet to be proven, and on paragraph 8(h) – whilst agreeing that there is certainly a need for external delegations to be strengthened, these will not be EU ‘embassies’. The EPLP fully supports reform of the UN Security Council and also supports improvements in the way that the EU speaks at the UN – however it is inappropriate to talk of a single EU seat, as in paragraph 10.

 
  
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  Jaromír Kohlíček (GUE/NGL), v písemné formě. Zpráva Elmara Broka obsahuje v celé nahotě bídu společné bezpečnostní a zahraniční politiky EU. Na jedné straně vyzývá k větší angažovanosti EU v konfliktech na Kavkaze a v Podněstří, tedy vyjadřuje se proti vzniku a mezinárodnímu uznání států v těchto oblastech, na druhé straně se snaží o zrušení nesplněné rezoluce 1244 a o vyhlášení „kontrolované nezávislosti Kosova“. Autor tím společně s poslankyní A. Beerovou za skupinu Verts/ALE otevírá opět Pandořinu skříňku územních změn v Evropě.

Jsem zvědav, kdy naplno zazní požadavek oddělení Katalánie a Baskicka (případně i Galicie) od Španělska, kdy se ozvou autonomisté na Slovensku, v Rumunsku, v Srbsku. Copak asi budeme dělat s požadavkem na dělení Makedonie (nebo stále ještě FYROM)? Bude tento příklad následovat poměrně kompaktní islámské obyvatelstvo některých krajů v jižní Francii? Nebo snad spíš přistěhovalci soustředění ve velkých městech západní Evropy?

Podobně kontraproduktivní je obava vyjádřená ve článku 25 ohledně prvních testů protisatelitní zbraně v Číně. U Spojených států podobné obavy nemáme. Podobných nepřijatelných částí tato zpráva obsahuje bohužel tolik, že ji v žádném případě ani já, ani má parlamentní skupina nemůže podpořit v závěrečném hlasování.

 
  
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  Bogusław Liberadzki (PSE), na piśmie. Panie Przewodniczący, głosuję za przyjęciem sprawozdania pana Elmara Broka w sprawie rocznego sprawozdania Rady dla Parlamentu Europejskiego dotyczącego głównych aspektów i podstawowych wyborów WPZiB w tym konsekwencji finansowych dla budżetu ogólnego Wspólnot Europejskich (lit. H ust. 40 porozumienia międzyinstytucjonalnego z dnia 6 maja 1999 r.) – 2005 r.

Sprawozdanie pana Broka trafnie podkreśla, że bez traktatu konstytucyjnego Unia Europejska nie stworzy zdolnej sprostać najważniejszym wyzwaniom współczesności wspólnej polityki zagranicznej i bezpieczeństwa. Powołanie Ministra Spraw Zagranicznych będącego członkiem Komisji i przewodniczącym Rady Ministrów Spraw Zagranicznych wpłynie na wzrost efektywności działania i znaczenia Unii Europejskiej na arenie międzynarodowej. Kwota 1 740 milionów euro przeznaczona w latach 2007-2013 na wspólną politykę zagraniczną i bezpieczeństwa jest niewystarczająca dla zrealizowania ambicji Unii jako międzynarodowego podmiotu.

Sprawozdanie właściwie zauważa potrzebę zwiększenia roli Parlamentu Europejskiego we wspólnej polityce zagranicznej i bezpieczeństwa. Rada nie powinna ograniczać się wyłącznie do informowania Parlamentu, ale przede wszystkim w pełni włączyć go w główne wybory i działania wspólnej polityki zagranicznej i bezpieczeństwa.

 
  
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  David Martin (PSE), in writing. I voted for this report and in particular am pleased that it emphasises the need for internal setting of external priorities, for example the fight against poverty, in order to have a common European voice in international affairs.

 
  
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  Marek Siwiec (PSE), na piśmie. Panie Przewodniczący! Sprawozdanie przygotowane przez Elmara Broka w sprawie głównych aspektów i podstawowych wyborów WPZiB bardzo dobrze definiuje meritum sprawy. Jeżeli nie przyjmie się traktatu konstytucyjnego, nie będzie można mówić o stworzeniu wspólnej polityki zagranicznej i bezpieczeństwa na miarę wyzwań, które stoją przed wspólnotą europejską.

Dodatkowo sprawozdanie właściwie definiuje obszary zainteresowania UE, na których powinniśmy się skupić – są to między innymi: walka z terroryzmem, imigracja, bezpieczeństwo energetyczne i nierozprzestrzenianie broni masowego rażenia. Sprawozdanie jest wyważone, akcenty postawione właściwie – dlatego też zdecydowanie opowiedziałem się za jego przyjęciem.

 
  
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  Γεώργιος Τούσσας (GUE/NGL), γραπτώς. – Η ετήσια έκθεση προτείνει ισχυροποίηση του στρατιωτικού και πολιτικού τομέα της ΚΕΠΠΑ με το ποσόν των 1,8 δισ. ευρώ, δηλαδή, τριπλασιασμό των δαπανών για την περίοδο 2007 - 2013, για την κλιμάκωση της επιθετικής πολιτικής της ΕΕ, προκειμένου να διεκδικήσει για τα ευρωενωσιακά μονοπώλια μεγαλύτερο κομμάτι της λείας των ιμπεριαλιστικών επεμβάσεων, που είναι σε εξέλιξη σε βάρος των λαών.

Επαναφέρει την υιοθέτηση του Ευρωσυντάγματος, το οποίο μετά τα δημοψηφίσματα στη Γαλλία και την Ολλανδία είναι "νεκρό", ως απαραίτητο εργαλείο για την προώθηση της ΚΕΠΠΑ. Για να υλοποιηθούν οι ιμπεριαλιστικές βλέψεις και να αρθούν πιθανά εμπόδια προτείνει κατάργηση της ομοφωνίας και εφαρμογή ειδικής πλειοψηφίας, ώστε οι κυρίαρχες ιμπεριαλιστικές δυνάμεις να προωθούν τα σχέδια τους.

Για την προετοιμασία και υλοποίηση νέων επεμβάσεων στο όνομα της αντιμετώπισης της τρομοκρατίας, της "αποκατάστασης της δημοκρατίας" και άλλων προσχημάτων προωθείται περεταίρω στρατιωτικοποίηση. Η ολοκλήρωση της συγκρότησης των επιθετικών ομάδων (battle groups), η προετοιμασία για στρατιωτικές δυνάμεις κατοχής στο Κόσσοβο για την αντικατάσταση των Νατοϊκών δυνάμεων.

Δε γίνεται καμιά αναφορά στην αντιπυραυλική άμυνα αποδεικνύοντας την έμμεση αλλά σαφή αποδοχή της μέσω ΝΑΤΟ ή και της ίδιας της ΕΕ.

Προτείνεται αύξηση χρηματοδότησης καλώντας ουσιαστικά τους Ευρωπαίους εργαζομένους να πληρώσουν την επιθετική πολιτική της ΕΕ.

Καταψηφίζουμε την έκθεση για τη ΚΕΠΠΑ.

 
  
  

– Report: Panayotopoulos-Cassiotou (A6-0068/2007)

 
  
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  Hubert Pirker (PPE-DE). – Herr Präsident! Ich unterstütze das, was in diesem Bericht gefordert wird, insbesondere die Einführung eines Mindestlohns in allen Mitgliedstaaten. Das ist ein Sicherheitsnetz und insbesondere eine Maßnahme, um vor Ausbeutung und Armut trotz Arbeit zu schützen. Es ist gleichzeitig eine Maßnahme, die die Wettbewerbsfähigkeit sichert und den Abbau von Arbeitsplätzen in Ländern mit höheren sozialen Standards, wie etwa Österreich, verhindert.

Ich unterstütze auch die Einführung eines Gütesiegels für Produkte aus Drittstaaten, die unter menschenwürdigen Bedingungen und unter Ausschluss von Kinderarbeit hergestellt werden. Die Konsumenten sind eingeladen, durch den Kauf solcher Produkte sicherzustellen, dass in Drittstaaten humane und faire Arbeitsbedingungen herrschen und dass heimische Arbeitsplätze nicht durch den Import von Billigprodukten vernichtet werden.

 
  
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  John Attard-Montalto (PSE). – Grazzi Sur President u l-istaff. Xtaqt nispjega li dwar ix-xogħol u d-deċenza tiegħu, il-Kostituzzjoni tagħna hija bbażata totalment fuq ix-xogħol. Xtaqt ukoll nippreċiża li Gvernijiet Laburisti matul iż-żmien dejjem ħasbu fuq l-importanza li jgħollu l-għajxien u d-deċenza tax-xogħol tal-ħaddiema f'pajjiżna. Huwa importanti li wieħed jinnota, li kważi kull ħaġa fejn il-ħaddiem tejjeb ix-xogħol tiegħu kienet kaġun għar-responsabilità u mqanqla minn Gvernijiet Laburisti. Nixtieq ukoll niżżi ħajr lill-Unjons ta' Malta, speċjalment il-General Workers Union, tax-xogħol li dejjem għamlu favur il-ħaddiema Maltin. Nirringrazzjak.

 
  
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  Jan Andersson, Göran Färm, Anna Hedh, Inger Segelström och Åsa Westlund (PSE), skriftlig. Vi svenska socialdemokrater i Europaparlamentet gav vårt stöd till betänkandet. Betänkandet är bra och vi ger vårt oreserverade stöd till EU:s engagemang för anständigt arbete. Det är viktigt att vi kan garantera människor produktivt arbete, utfört i fria, rättvisa och säkra förhållanden såväl inom EU som internationellt.

Vi vill dock göra ett antal förtydliganden. Det är viktigt att poängtera att en skatt på finansiella transaktioner och valutatransaktioner måste vara internationell eftersom en europeisk skatt skulle missgynna länder som står utanför den monetära unionen.

Vi motsätter oss gemensamma standarddefinitioner på begreppen tvångsarbete och utnyttjande av annans utsatta läge. ILO:s definition skall utgöra grunden och ytterliggare definitioner skall lämnas till medlemsstaterna.

I betänkandet uppmanas medlemsstaterna att överväga minimilöner. Detta har vi redan gjort i Sverige och aktivt valt en lösning där detta lämnas till arbetsmarknadens parter.

 
  
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  Marie-Arlette Carlotti (PSE), par écrit. – Ce rapport du Parlement européen est un pas dans la bonne direction.

Il fait du travail décent un outil de la politique européenne de développement, d'abord en cofinançant, avec l'OIT, un programme de développement pour le travail décent, ensuite en créant un label européen et en dressant une liste noire des entreprises qui violent les normes fondamentales du travail, et enfin en mettant en place des sanctions commerciales contre les pays qui portent gravement atteinte aux droits sociaux fondamentaux.

Il porte des avancées pour le travail décent en Europe, où il reste aussi beaucoup à faire: en poussant les États membres à ratifier les conventions de l'OIT sur la sécurité et la santé des travailleurs, la protection de la maternité ou les travailleurs migrants; en demandant l'introduction d'un salaire minimum en tant que filet de sécurité pour empêcher toute exploitation des travailleurs; en améliorant l'accès à l'apprentissage tout au long de la vie et en plaidant pour une meilleure harmonisation des régimes de pension.

Ce sont les bases de cette Europe sociale que les socialistes européens veulent construire. Je voterai donc en faveur de ce rapport.

 
  
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  Françoise Castex (PSE), par écrit. – J'ai voté en faveur du rapport relatif à la promotion d'un travail décent pour tous.

La notion de "travail décent" semble constituer une référence aux termes de déclarations et d'accords multilatéraux, mais les politiques, quant à elles, sont encore très éloignées du concept.

Les présentations et les déclarations sont une chose; les actions et les décisions politiques quotidiennes des institutions internationales en sont une autre. En effet, le monde est marqué par un "déficit" de travail décent: dans nombre d'emplois improductifs et de faible qualité, de travaux dangereux aux revenus précaires, les droits sont bafoués et l'inégalité entre les sexes domine.

Face à cette situation, l'OMC et l'OIT ont adopté des normes internationales sur le travail. Mais, le FMI et la Banque mondiale ne soutiennent aucune initiative pour garantir que les droits fondamentaux des travailleurs soient respectés.

Pour que le travail décent devienne une réalité à l’échelon mondial, la priorité doit lui être accordée par l’ensemble des institutions internationales qui devront travailler de concert pour en assurer la réalisation.

Le travail décent doit être un objectif universel pour toutes les institutions internationales. Il est impératif que la réalisation de ses fondamentaux -emploi de qualité, droits des travailleurs, protection et dialogue social - déterminent l’ensemble des politiques économiques et sociales à l’échelle mondiale.

(Explication de vote écourtée en application de l'article 163, paragraphe 1, du règlement)

 
  
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  Edite Estrela (PSE), por escrito. Votei favoravelmente o Relatório Marie Panayotopoulos-Cassiotou (A6-0068/2007) sobre promover um trabalho digno para todos porque a actividade laboral produtiva, em condições de liberdade, igualdade, segurança e dignidade deve ser uma das questões centrais nas relações comerciais da União Europeia.

Considero que devemos exigir aos nossos parceiros comerciais o respeito pelas Convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no que se refere aos direitos dos trabalhadores, designadamente no que diz respeito a salários justos e a uma protecção social adequada. Gostaria igualmente de salientar a necessidade de as empresas multinacionais assumirem a sua responsabilidade social, quer desenvolvam a sua actividade na Europa ou em qualquer outra parte do mundo.

 
  
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  Ilda Figueiredo (GUE/NGL), por escrito. Foi lamentável o que se passou na votação deste relatório em plenário. A maioria impediu que passassem alguns dos melhores parágrafos aprovados na Comissão do Emprego sobre este tema "Promover um trabalho digno para todos - Contributo da União Europeia para a realização da agenda do trabalho digno no mundo". É uma posição que não pode deixar de ser sublinhada por demonstrar que a sua posição não pode deixar de ser associada à crescente insistência na chamada flexigurança.

Como sabemos, entre 2000 e 2005, a UE viu aumentar o seu número de desempregados em um milhão, paralelamente a um gigantesco aumento do trabalho precário: mais de 4,7 milhões de trabalhadores com contratos a termo certo e, pelo menos, 1,1 milhão de pessoas involuntariamente em regime de trabalho a tempo parcial. É também inaceitável o elevado número de trabalhadores que, não obstante receberem um salário, se encontram, ainda, abaixo do limiar da pobreza.

A promoção de um trabalho digno para todos passa, sobretudo, por assegurar o cumprimento de uma legislação laboral progressista, de garantir o respeito pela dignidade de quem trabalha, de proporcionar condições de vida e de trabalho dignas a todos e todas, sem quaisquer discriminações e desigualdades, e não, por uma série de boas intenções, sem correspondência prática.

 
  
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  Glyn Ford (PSE), in writing. I will be voting for this report despite the Conservatives and Liberals gutting it of its most vital elements, for example deleting ‘binding initiatives in corporate social responsibility’, the need to introduce a ‘fair and innovative tax policy’ and investigating/listing companies violating core labour standards. I am appalled at their anti-labour movement attitudes.

 
  
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  Timothy Kirkhope (PPE-DE), in writing. UK Conservatives fully support the ILO principle of decent work.

We agree upon the importance of providing lifelong learning opportunities, the need to be proactive on increasing women's participation in the labour market, and the need to do so much more to resolve the challenges of reconciling work and family life.

However, we disagree with the idea that the European Parliament should take up its time issuing pronouncements on this subject, however worthy or well-intentioned. Parliament does not have the competence to instruct Member States on what to do in this area. It is for Member State Governments to decide, and rightly so.

So, while we have taken part in the debate, and also in the vote to curb the interventionist excesses of the Left, Conservative MEPs abstained on the final vote.

 
  
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  David Martin (PSE), in writing. I voted for this report and against the Liberal and EPP Amendments which sought to delete the references to binding initiatives on corporate social responsibility. CSR should be at the core of European businesses activities both internally within the EU and externally and I was highly disappointed that these two groups did not support the steps outlined in the report.

 
  
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  Esko Seppänen (GUE/NGL), in writing. I do not want EU policies to be imposed on national labour market policies.

 
  
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  Γεώργιος Τούσσας (GUE/NGL), γραπτώς. – Η πρόταση της ΕΕ καθώς και η έκθεση που συζητήθηκε στη Ολομέλεια του Ευρωκοινοβουλίου με τον ψευδεπίγραφο τίτλο "αξιοπρεπής εργασία" (COM - 2006- 0249), αποτελούν το νέο αντιδραστικό - αντιλαϊκό πλαίσιο της ΕΕ, για την επίτευξη των στόχων της "στρατηγικής της Λισσαβόνας", την ελαχιστοποίηση της τιμής της εργατικής δύναμης, το κτύπημα θεμελιωδών δικαιωμάτων των εργαζομένων, για την αύξηση των κερδών των ευρωενωσιακών μονοπωλιακών επιχειρηματικών ομίλων.

Η βάση των καπιταλιστικών αναδιαρθρώσεων που επεξεργάστηκαν και διαμόρφωσαν στην ΕΕ και στους διεθνείς ιμπεριαλιστικούς οργανισμούς η πλουτοκρατία και οι πολιτικοί τους εκπρόσωποι για τη δήθεν "αξιοπρεπή εργασία" ενσωματώνονται στην αντιλαϊκή πολιτική της ΕΕ, περιλαμβάνοντας μεταξύ των άλλων και τα εξής:

- τη διά βίου κατάρτιση, την επέκταση των ελαστικών μορφών απασχόλησης, το χτύπημα των Συλλογικών Συμβάσεων Εργασίας, τη χειροτέρευση των όρων ασφάλισης και συνταξιοδότησης, την παραπέρα ιδιωτικοποίηση της παιδείας, της υγείας και, γενικότερα, των δημόσιων υπηρεσιών κοινής ωφέλειας·

- τον καθορισμό ενός ελάχιστου εισοδήματος για τους εργαζόμενους, "δίχτυ" προστασίας στο επίπεδο της φτώχειας, προκειμένου να αποφευχθούν εργατικές-λαϊκές αντιδράσεις, ενώ η πλουτοκρατία αποκομίζει τεράστια κέρδη από την εκμετάλλευση της εργατικής τάξης.

Γι' αυτούς τους λόγους, η ευρωκοινοβουλευτική ομάδα του ΚΚΕ καταψηφίζει αυτή την πρόταση της ΕΕ.

 
Atnaujinta: 2007 m. liepos 4 d.Teisinis pranešimas