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Processo : 2009/2533(RSP)
Ciclo de vida em sessão
Ciclo relativo ao documento : B6-0100/2009

Textos apresentados :

B6-0100/2009

Debates :

PV 18/02/2009 - 14
CRE 18/02/2009 - 14

Votação :

PV 18/02/2009 - 15.1
CRE 18/02/2009 - 15.1
Declarações de voto
Declarações de voto

Textos aprovados :

P6_TA(2009)0057

Debates
Advertência
Quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2009 - Bruxelas Edição JO

17. Declarações de voto
PV
  

Declarações de voto escritas

 
  
  

- Proposta de resolução B6-0100/2009 (Papel da União Europeia no Médio Oriente)

 
  
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  Nicodim Bulzesc (PPE-DE), por escrito. (RO) Votei a favor da resolução do Parlamento Europeu sobre o papel da União Europeia no Médio Oriente porque concordo que precisamos de apoiar os planos de reconstrução da Faixa de Gaza.

Esta resolução visa a atribuição imediata de ajuda humanitária rápida e sem restrições, uma medida que é uma obrigação moral. A ajuda deve ser atribuída sem condições ou restrições. Está a ser pedido às autoridades israelitas que permitam um fluxo adequado e contínuo de ajuda humanitária, incluindo todo o material necessário para que as agências da ONU, tais como a UNRWA (Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Médio Oriente) e as organizações internacionais, possam desenvolver as suas actividades e dar resposta às necessidades da população.

 
  
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  Konstantinos Droutsas (GUE/NGL), por escrito. (EL) Com a resolução do Parlamento Europeu sobre a ajuda humanitária a Gaza, a UE, imbuída do princípio que consiste em tratar de igual forma os israelitas que massacram e os palestinianos que resistem, tenta ocultar a sua enorme responsabilidade pelo massacre do povo palestiniano durante a criminosa invasão israelita da Faixa de Gaza que causou mais de 1 300 mortos, na sua maioria crianças, mulheres e idosos, e mais de 5 000 feridos. A destruição total de milhares de casas e das infra-estruturas sociais, juntamente com o isolamento económico total imposto por Israel, deixou a população palestiniana a viver em condições dramáticas e desumanas.

O evitar de toda e qualquer referência e condenação a Israel e às causas do drama do povo palestiniano confirma, mais uma vez, o apoio da UE à actuação criminosa de Israel, na sua tentativa de ganhar maior protagonismo nas lutas internas em escalada entre imperialistas no Médio Oriente.

Do que o heróico povo palestiniano necessita acima de tudo não é da caridade dos imperialistas. Necessita, sim, da criação de um Estado palestiniano independente e soberano com capital em Jerusalém Oriental, em conformidade com as resoluções da Nações Unidas sobre as fronteiras de 1967, e da solidariedade incondicional dos outros povos para com a sua luta.

 
  
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  Hélène Goudin e Nils Lundgren (IND/DEM), por escrito. - (SV) A situação na Faixa de Gaza é extremamente grave, uma vez que o actual conflito está a privar a população civil de alimentos, medicamentos e combustíveis. A situação é de tal forma grave que exige ajuda externa imediata. Por esse motivo votámos a favor da resolução.

Contudo, achamos que é profundamente lamentável – apesar de, infelizmente, não estarmos especialmente surpreendidos – que o Parlamento Europeu esteja, uma vez mais, a utilizar uma catástrofe para fazer avançar, de forma lenta mas segura, a sua posição.

 
  
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  Pedro Guerreiro (GUE/NGL), por escrito. Após mais de 18 meses de desumano bloqueio, os 22 dias de brutal agressão israelita ao povo palestiniano na Faixa de Gaza causaram a morte de pelo menos 1 324 pessoas e mais de cinco mil feridos, grande parte dos quais são crianças. Mais de 100 000 pessoas foram deslocadas e mais de 15 000 habitações foram destruídas. Infra-estruturas básicas e serviços públicos essenciais foram destruídos ou desmantelados, colocando em causa a resposta às necessidades mais elementares da população palestiniana.

Face a este hediondo crime, o Parlamento Europeu não tem uma palavra de condenação de Israel.

Sem dúvida que é urgente a ajuda à população palestiniana. Sem dúvida que é necessário reconhecer o sofrimento da população palestiniana. No entanto é impreterível denunciar e responsabilizar o agressor. Pelo contrário, a resolução insiste no branqueamento da agressão israelita à Faixa de Gaza, escondendo-a no que designa por "conflito". Uma agressão que se insere na estratégia de esmagamento da legítima resistência do povo palestiniano à ocupação e de inviabilização das condições necessárias para a criação de um Estado palestiniano.

A UE, sempre tão expedita a invocar os direitos humanos, logo os "esquece" relativamente a Israel, que coloniza há mais de 40 anos os territórios palestinianos da Cisjordânia, Faixa de Gaza e Jerusalém Leste.

 
  
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  Flaviu Călin Rus (PPE-DE), por escrito. (RO) Votei a favor da resolução do Parlamento Europeu, de 18 de Fevereiro de 2009, sobre a ajuda humanitária à Faixa de Gaza (B6-0100/2009), dada a grande necessidade de ajuda por parte da população civil, devido à situação criada nesta região.

Penso que se deveria efectuar uma avaliação das necessidades da população na Faixa de Gaza e dar início aos planos para a reconstrução desta zona.

 
Última actualização: 6 de Maio de 2009Advertência jurídica