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Proċedura : 2006/0250(CNS)
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Testi mressqa :

A7-0032/2009

Dibattiti :

Votazzjonijiet :

PV 20/10/2009 - 7.12
Spjegazzjoni tal-votazzjoni

Testi adottati :

P7_TA(2009)0041

Dibattiti
It-Tlieta, 20 t'Ottubru 2009 - Strasburgu Edizzjoni riveduta

8. Spegazzjonijiet tal-vot
Vidjow tat-taħditiet
PV
  

Dichiarazioni di voto orali

 
  
  

- Relazione: Simon Busuttil (A7-0013/2009)

 
  
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  Antonio Masip Hidalgo (S&D). - Señor Presidente, he votado a favor de los informes de Bahamas, Barbados, San Cristóbal y Nieves y Seychelles. Me parecen bien, en estos informes, la superación de trámites burocráticos de los acuerdos y la libertad de circulación de los ciudadanos, así como el carácter recíproco que han de tener todas estas actuaciones.

Ahora bien, con sumo respeto a todos estos países amigos y soberanos, quisiera aprovechar nuestras buenas relaciones que evidencian estos acuerdos para contribuir a que todos estos países, —insisto— amigos y soberanos, se vacunen contra una pandemia aún más mortífera que la de la gripe: los paraísos fiscales. Ya se ha debatido en el G-20 y en otros muchos foros.

Los paraísos fiscales han contribuido de forma muy importante y lamentable a la crisis económica que padecemos. Se está haciendo algo, quizá no mucho todavía, para erradicar los paraísos fiscales más activos, pero no seamos ingenuos, otros pueden activarse.

En España, está de actualidad el caso Gürtel: no sólo una amplísima red de corrupción sino también de evasión de capitales. Aprovechemos, pues, representantes de la Comisión y del Consejo, estos acuerdos para insistir en esta vacunación que, antes o después, hemos de exigir en medio de una política más amplia y radical contra los paraísos fiscales.

 
  
  

- Relazione: Carlos Coelho (A7-0034/2009)

 
  
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  Czesław Adam Siekierski (PPE). - Panie Przewodniczący! Traktat z Schengen to nadanie nowej jakości obszarowi większości krajów Unii Europejskiej. Pomimo że upłynęło tak niewiele czasu od jego wprowadzenia to często zapominamy jak wyglądała Europa z przejściami granicznymi i utrudnieniami w przemieszczaniu się osób między poszczególnymi krajami członkowskimi. Porozumienie z Schengen to kolejny sukces naszej integracji, ale to także wielka odpowiedzialność. Za znaczną cześć granic lądowych wzięły odpowiedzialność nowe państwa członkowskie.

Oprócz pozytywów są również negatywy, gdyż wprowadzono zbyt duże restrykcje w przemieszczaniu się mieszkańców państw ościennych graniczących głównie z nowymi krajami Unii, takimi jak np. Polska czy Łotwa. Skutkiem tych utrudnień są, między innymi, duże ograniczenia w ruchu na naszych wschodnich granicach. Powstaje nowy podział, rodzaj bariery między państwami, które miały i mają bliskie relacje wynikające z historii, powiązań rodzinnych, a przede wszystkim sąsiedzkich.

Zgodnie z postanowieniami z Schengen wprowadzono wspólny system kontroli wewnętrznej stosowany przez odpowiednie służby w krajach Unii Europejskiej będących sygnatariuszami tego układu. Wydaje się jednak, że ten system kontroli jest stosowany nadmiernie, co nie służy budowaniu pozytywnego wizerunku jedności Unii Europejskiej.

 
  
  

Dichiarazioni di voto scritte

 
  
  

- Relazione: Herbert Reul (A7-0026/2009)

 
  
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  Elena Oana Antonescu (PPE), în scris. − Am votat în favoarea acestui raport. Susţin pe deplin aderarea Comunităţii Europene la statutul Agenţiei Internaţionale pentru Energii Regenerabile (IRENA). Aceasta are ca obiectiv principal diseminarea de bune practici în domeniul energiei din surse regenerabile, atât în cadrul Uniunii Europene, cât şi la nivel global. Conform statutului său, agenţia va promova şi va sprijini utilizarea resurselor regenerabile la nivelul întregului glob.

Prin aderarea la statutul acestei agenţii, Comunitatea se va bucura de un acces mai bun, în mod direct, la informaţiile privind activităţile din domeniul surselor regenerabile de energie, atât la nivel european, cât şi la nivel global. Totodată, statutul de membru îi va permite să consolideze monitorizarea progresului pe care îl înregistrează statele membre în vederea atingerii în 2020 a obiectivului obligatoriu privind energia din surse regenerabile.

 
  
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  Zigmantas Balčytis (S&D), in writing. − I have voted for this report. Currently, there is no coordinated renewable energy strategy on both European and world scale. For this reason, there is a big gap between the countries which have achieved major progress and success in renewable energy and countries which are still lagging behind in this area.

If we want to accelerate the process of increasing the share of renewable energy sources, different countries should act in a coordinated way and leading countries should share their best practice. This agency, I think, would embark upon those goals and would give a new impetus and direction to renewable energy in general.

 
  
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  Maria da Graça Carvalho (PPE), por escrito. Congratulo-me pelo facto de a Comunidade Europeia vir a estar representada na Agência Internacional para as Energias Renováveis (IRENA). A Agência Internacional para as Energias Renováveis tem como objectivo promover a adopção e a utilização sustentável de todas as formas de energia renováveis, tendo em conta a sua contribuição para a conservação do ambiente, para a protecção do clima, para o crescimento económico e a coesão social (nomeadamente a redução da pobreza e o desenvolvimento sustentável), para o acesso e a segurança do aprovisionamento energético e para o desenvolvimento regional e a responsabilidade entre gerações.

Faz igualmente parte dos objectivos da Agência prestar aconselhamento técnico, financeiro e político aos governos dos países em desenvolvimento, contribuindo desta forma para o seu processo de transição para uma sociedade de baixo teor em carbono.

A utilização de energias renováveis é precisamente um dos objectivos que integra o pacote clima-energia da UE. Esta Agência irá contribuir para a concretização dos objectivos deste pacote, nomeadamente o objectivo de aumentar para 20% a parte das energias renováveis no consumo de energia até 2020.

 
  
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  David Casa (PPE), in writing. − IRENA was officially established on 26 January 2009. The purpose of this organisation is to become the headquarters for promoting a rapid transition towards the use of sustainable energy. The Statute of this organisation has been concluded. It is vital that this organisation starts to function as quickly as possible. I am in favour of the adoption of the Statute that has been presented and hence voted in favour of the report.

 
  
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  Proinsias De Rossa (S&D), in writing. − I support the conclusion of the Statute of the International Renewable Energy Agency by the European Community. The International Renewable Energy Agency aims to become a centre of excellence for renewable energy, which will enable it to help governments harness renewable energy sources, to disseminate know-how and best practice, and to provide training in this field. It is thus desirable for the Community to be represented in an institution whose goals coincide with an area of its competence, and whose Statute has already been signed by 20 member states.

 
  
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  Diogo Feio (PPE), por escrito. Portugal é o sexto país da UE-27 com maior dependência energética, razão pela qual a aposta em "Clean Tech" é primordial.

Defendo um projecto nacional para as energias renováveis, com uma particular atenção à energia eólica, à energia das ondas (atendendo às condições excepcionais da costa portuguesa), à energia solar térmica e fotovoltaica e à microgeração.

Defendo, também, a investigação e o desenvolvimento de métodos, tecnologias e estratégias que permitam o armazenamento da energia renovável excedente.

Defendo uma política energética sintonizada com os desafios económicos e com as carências socais, e que ao mesmo tempo promova um desenvolvimento sustentável, não sendo um custo ambiental a suportar por gerações futuras.

É, exactamente, por ter uma preocupação constante em limitar a nossa dependência energética e estar certo de que o caminho vai no sentido do apoio e do desenvolvimento das energias renováveis, que me congratulo com o facto de Portugal ser um membro fundador da Agência Internacional paras as Energias Renováveis (IRENA).

É também por esse motivo que apoio a adesão da Comunidade Europeia ao Estatuto da Agência Internacional para as Energias Renováveis (IRENA).

 
  
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  Rovana Plumb (S&D), în scris. − Votând acest raport vreau să subliniez importanţa înfiinţării acestei organizaţii internaţionale, care va promova şi va sprijini utilizarea resurselor regenerabile la nivelul întregului glob, având în vedere beneficiile care pot fi obţinute prin contribuţia acestora la protejarea mediului şi climei, creşterea economică şi coeziunea socială, inclusiv diminuarea sărăciei, la asigurarea securităţii aprovizionării cu energie şi dezvoltarea regională.

La conferinţa de la Bonn din ianuarie 2009 România, prima ţară semnatară, a fost desemnată vicepreşedintele acestei prime şedinţe şi totodată a fost admisă în comitetul administrativ al IRENA, nucleu care asigură secretariatul interimar al Agenţiei până în momentul în care aceasta va începe să funcţioneze. Astăzi, 137 de state, dintre care 24 de state membre ale UE au semnat Statutul.

 
  
  

- Relazione: Paolo De Castro (A7-0018/2009)

 
  
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  Luís Paulo Alves (S&D), por escrito. Votei favoravelmente o relatório sobre a proposta de regulamento do Conselho que revoga determinados actos do Conselho obsoletos no domínio da Política Agrícola Comum pois é necessário eliminar, do acervo comunitário, actos que perderam a sua relevância, de modo a melhorar a transparência e a segurança jurídica da legislação comunitária, com vista ao Acordo Interinstitucional "Legislar melhor", do Parlamento Europeu, do Conselho e da Comissão. Isto mesmo foi reafirmado recentemente na comunicação da Comissão "Uma PAC simplificada para a Europa – Um êxito para todos", cujo relatório do Parlamento Europeu sou responsável pela parte do Grupo Socialista e Democratas Europeus. Assim, no âmbito desta estratégia, é conveniente eliminar da legislação em vigor os actos que deixaram de produzir efeitos reais.

 
  
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  David Casa (PPE), in writing. − Due to the vast quantity of European legislation, it becomes essential that any defunct material is efficiently repealed. In view of this, I have voted in favour of this report.

 
  
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  Diogo Feio (PPE), por escrito. Considerando que é fundamental que todos os intervenientes em matéria de Política Agrícola Comum ("PAC") conheçam o quadro jurídico em vigor e as regras aplicáveis em cada momento;

Reconhecendo que a segurança jurídica impõe que actos obsoletos não permaneçam indefinidamente em vigor na ordem jurídica comunitária;

Defendendo que, atenta à importância fundamental da PAC para os governos e os cidadãos da União, esta deverá ser o mais simples e o mais clara possível quanto à sua aplicação e normas em vigor; e

Tendo em conta a centralidade da PAC para a vida da União, reconhecendo a sua enorme importância prática e percebendo que esta não pode ser um emaranhado de normas, regulamentos, actos e decisões que já não se aplicam, sob pena de perder eficácia,

Apoio a proposta da Comissão de revogação de actos obsoletos no domínio da Política Agrícola Comum.

 
  
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  Alan Kelly (S&D), in writing. − The Issue voted on refers to the need of the European Institutions to repeal Council Acts, which have through the passage of time and the development of technology, become obsolete and irrelevant to the correct functioning of the Union. This Vote refers to certain Council Acts in the field of the Common Agricultural Policy. I believe that certain aspects of the CAP have long been in need of review. If the policy is to be correctly implemented and used for the benefit of European Citizens, the Acts which it has created must be relevant to the world of agriculture as it is today. It is also my firm belief that something must be done to rid the Union of its red-tape image amongst the people of Europe. Acts such a these serve simply to confuse, without serving any real purpose. Aspects of EU policy such as this tarnish the image of the Union amongst its citizens and discourage people from interacting with it. In Conclusion, it is my firm belief that if the Union wishes to remain relevant, then modernisation of its laws and policies must always be voted in favour of.

 
  
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  Czesław Adam Siekierski (PPE), na piśmie. − Zagłosowałem z wielką przyjemnością za przyjęciem rezolucji w sprawie rozporządzenia uchylającego niektóre akty w dziedzinie WPR, gdyż ciągle słyszymy, że w UE mamy zbyt dużo regulacji, które ograniczają funkcjonowanie gospodarki rynkowej. Dotyczy to w znacznej mierze WPR, w której pomimo wprowadzenia wielu uproszczeń i likwidacji szeregu przepisów dalej dużo obowiązujących dotychczas aktów jest niepotrzebnych.

Szereg aktów nie wywołuje już skutków prawnych, a treść kolejnych włączono do innych dokumentów. Stwarza to ogromne obciążenie czasowe i finansowe dla naszych rolników i wymaga rozbudowanej administracji. Dlatego uważam, że konieczna jest dalsza aktualizacja, konsolidacja, uproszczenie prawa unijnego, a także uchylenie szeregu niepotrzebnych aktów prawnych tak, aby obowiązujące przepisy były proste, przejrzyste i zrozumiałe. Przybliży to Unię do jej obywateli.

 
  
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  Oldřich Vlasák (ECR), v písemné formě. − Dovolte mi vysvětlit mé hlasování k návrhu nařízení Rady, kterým se zrušují některé zastaralé akty Rady v oblasti společné zemědělské politiky. Během evropské integrace bylo v Evropském parlamentu a Radě přijato mnoho právních aktů. Acquis communautaire při našem vstupu do EU čítalo přibližně 80 tisíc stránek textu, z toho polovina se týkala zemědělství. Je proto chvályhodné, že se orgány Evropské unie v interinstituciální dohodě shodly na tom, že právo Společenství by mělo být aktualizováno a zestručněno.

Právní předpisy, které nemají trvající význam, by měly být z acquis communautaire odstraněny s cílem zlepšit transparentnost a jistotu právních předpisů Společenství. Naposledy prohlásila Komise za zastaralé 250 zemědělských právních předpisů. Nyní se jedná o 28 aktů, které jsou z praktického hlediska neúčinné, ale pořád formálně existují, a 6 aktů, které jsou zastaralé. Přestože jsem tento návrh podpořil, jsem přesvědčen, že prostor pro další zeštíhlování evropského práva a snižování bruselské byrokracie zde ještě existuje a žádám proto Komisy, aby ve zjednodušování evropské práva pokračovala i nadále.

 
  
  

- Relazione: Paolo De Castro (A7-0017/2009)

 
  
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  David Casa (PPE), in writing. − Laboratory tests must be carried out in order to identify harmful organisms that are not present within the EU. The regulations currently in place do not allow for certain laboratories to which such work can be delegated to take on this work due to the fact that they fall short of Article 2(1)(g)(ii) of Directive 2000/29/EC. I am in favour of allowing such laboratories to conduct this kind of work so long as certain conditions are complied with. Therefore I have voted in favour of this report.

 
  
  

- Relazione: Danuta Maria Hübner (A7-0039/2009)

 
  
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  Luís Paulo Alves (S&D), por escrito. Votei favoravelmente o relatório que autoriza Portugal a reduzir as taxas de imposto especial sobre o consumo aplicadas aos licores, aguardentes e rum produzidos e consumidos nos Açores e na Madeira, porque considero esta medida importante no apoio à subsistência das pequenas indústrias do sector que se dedicam à sua produção e que se encontram numa situação concorrencial muito desfavorável face à liberalização dos mercados e à crescente comercialização das bebidas espirituosas nestas regiões.

A redução deste imposto vem também contribuir para um maior equilíbrio económico e social nestas regiões, assegurando desta forma a manutenção e mesmo a criação de postos de trabalho, cruciais para a protecção das economias locais.

 
  
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  John Attard-Montalto (S&D), in writing. − The Government of Malta should follow similar initiatives for the island of Gozo. All EU Member States which have island regions have applied for similar measures and have been given the opportunity by the EU to take such special measures. The measures themselves differ from island region to island region. They have however one thing in common: that is to provide economic comfort to balance the negative aspects of island regions. The island of Gozo suffers from severe handicaps including double insularity, remoteness, small size and difficult topography. Countries much larger than Malta, such as Portugal, Italy and Greece, have been able to obtain special measures so as to provide attractive incentives to island regions. The smaller islands of the Maltese archipelago are particularly vulnerable.

The island of Gozo needs the assistance through the introduction of similar special measures. It is the duty of the Maltese Government to identify which special measures would be best suited and, subsequently, to apply to the EU to adopt such measures. It is up to the Government of Malta to reduce the hardships especially prevalent in the island of Gozo.

 
  
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  David Casa (PPE), in writing. − This is an extension of the 2002 tax derogation given to Portugal in respect of certain autonomous regions. I am in favour of such extension and have therefore voted in favour of this report.

 
  
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  Edite Estrela (S&D), por escrito. Votei favoravelmente o relatório Hübner sobre uma proposta de decisão do Conselho que autoriza Portugal a reduzir as taxas do imposto especial sobre o consumo aplicadas ao rum e aos licores produzidos e consumidos na Região Autónoma da Madeira e aos licores e aguardentes produzidos e consumidos na Região Autónoma dos Açores. Tendo em conta as especificidades das regiões ultraperiféricas, considero esta prorrogação fundamental para a sobrevivência da indústria local destes produtos e para a protecção do emprego no sector.

 
  
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  Diogo Feio (PPE), por escrito. Tendo em conta a importância para a actividade agrícola e, consequentemente, para a economia e o emprego nas Regiões Autónomas Portuguesas da Madeira e dos Açores da produção de rum e aguardente respectivamente, e de licores em ambas as regiões, considero fundamental que a taxa reduzida do imposto especial sobre o consumo destes bens se continue a aplicar, pois tal não levará a uma situação de concorrência desleal dentro do mercado interno.

O aumento do preço da venda a retalho causado pela eliminação da aplicação das taxas de imposto especial, que tornaria estes produtos ainda mais anticoncorrenciais relativamente a produtos similares importados do resto da UE, atentando consequentemente contra a subsistência dos produtos tradicionais, seria dramático para a indústria local e a economia regional a nível socioeconómico devido ao impacto que teria nas explorações agrícolas de estrutura familiar existentes naquelas regiões.

 
  
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  Nuno Teixeira (PPE), por escrito. A proposta aprovada hoje em plenário por uma esmagadora maioria permite prolongar uma excepção concedida em 2002 que autoriza Portugal a reduzir o imposto sobre o consumo aplicado ao rum e aos licores produzidos e consumidos na Madeira e aos licores e aguardentes produzidos e consumidos nos Açores. Desde o início deste processo fiz todas as diligências para que esta medida, que tinha expirado no final de 2008, fosse retomada com a maior urgência. Depois de ter conseguido o apoio unânime na Comissão do Desenvolvimento Regional, confirma-se este resultado com a votação de hoje, que mantém a redução de imposto com efeitos a partir de Janeiro de 2009 e até 2013.

Os produtores madeirenses de rum e licores enfrentam obstáculos permanentes relacionados com a sua situação geográfica ultra-periférica, insularidade, relevo e clima difíceis e explorações agrícolas de muito pequena dimensão. Se deixassem de beneficiar desta excepção teriam que aumentar os seus preços de venda, o que condicionaria a sua actividade e o emprego gerado por esta com consequências penosas para a região.

 
  
  

- Relazione: Lidia Joanna Geringer de Oedenberg (A7-0024/2009)

 
  
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  David Casa (PPE), in writing. − This consists of a simple codification of texts without any change to their substance. I am in favour of such codification and have therefore voted in favour of this report.

 
  
  

- Relazione: Lidia Joanna Geringer de Oedenberg (A7-0025/2009)

 
  
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  David Casa (PPE), in writing. − This is once again a codification without any alteration of substance, of which I am in favour, and I have therefore voted in favour of this report.

 
  
  

- Relazione: Lidia Joanna Geringer de Oedenberg (A7-0029/2009)

 
  
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  David Casa (PPE), in writing. − This consists of a simple codification of already existing texts and I have therefore voted in favour.

 
  
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  Cătălin Sorin Ivan (S&D), în scris. − Coordonarea anumitor acte cu putere de lege si acte administrative ale statelor membre, cu privire la difuzarea programelor de televiziune, este esenţiala pentru crearea unui spaţiu media caracterizat prin unitate in diversitate. La fel de importanta este si capacitatea noastră de a face legislaţia europeana cat mai accesibila pentru toţi cetăţenii. Raportul referitor la propunerea de directiva a serviciilor mass-media audiovizuale in versiunea codificata, adus in fata plenului, reprezintă o măsura pur tehnica si juridica, ale cărei beneficii sunt insa incontestabile. Codificarea unei legislaţii care se modifica in permanenta este un demers care aduce un plus de claritate si transparenta dreptului comunitar, făcându-l mai comprehensibil pentru cetăţenii UE. In cazul de fata, propunerea de codificare consta in înlocuirea vechii directive din 1989, cu o directiva noua (fara modificări de conţinut), la care au fost adăugate actele ce au completat-o de-a lungul timpului. Am susţinut aceasta iniţiativa, pentru ca dincolo de caracterul ei tehnic, valoarea sa pentru buna funcţionare serviciilor media audiovizuale, dar si in termeni de transparenta, nu poate fi neglijata.

 
  
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  Petru Constantin Luhan (PPE), în scris. − Sunt de acord cu textul acestui raport deoarece pluralismul informaţiilor ar trebui să reprezinte un principiu fundamental al Uniunii Europene. Diversificarea mijloacelor de informare în masă înseamnă o multiplicare a punctelor de vedere şi acest fapt este esenţial într-o societate democratică.

În plus, acest argument are şi o componentă economică: serviciile mass-media audiovizuale tradiţionale (precum televiziunea) şi cele nou apărute (de exemplu „video la cerere”/„video on demand”) oferă importante oportunităţi de ocupare a forţei de muncă în Europa, în special în cadrul întreprinderilor mici şi mijlocii, fapt ce stimulează creşterea economică şi investiţiile.

 
  
  

- Relazione: Lidia Joanna Geringer de Oedenberg (A7-0033/2009)

 
  
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  David Casa (PPE), in writing. − This concerns the codification of legislation concerning the protection of workers from exposure to asbestos. I am in favour of such codification and have hence voted in favour.

 
  
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  Elisabeth Morin-Chartier (PPE), par écrit. – J'ai voté, comme la majorité de mes collègues, pour l'amélioration de la transparence et de la clarté de la règlementation communautaire. En effet, par l'adoption de cette résolution, le Parlement européen a confirmé la volonté de la Commission européenne a procéder à un "nettoyage" des textes par la codification de la règlementation relative à la protection des travailleurs contre l'amiante. Cette résolution permettra une meilleure application de ces règles nécessaire pour les travailleurs.

 
  
  

- Relazione: Lidia Joanna Geringer de Oedenberg (A7-0028/2009)

 
  
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  David Casa (PPE), in writing. − This concerns the codification of legislation concerning veterinary checks on animals entering the EU, and I have therefore voted in favour.

 
  
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  Miroslav Mikolášik (PPE), písomne. − Vážené kolegyne a kolegovia, vítam schválenie správy kolegyne Geringer de Oedenberg týkajúcej sa návrhu smernice Rady stanovujúcej princípy organizácie veterinárnych kontrol zvierat vstupujúcich do Spoločenstva z tretích krajín. Nová smernica jasne prispieva k sprehľadneniu a lepšiemu pochopeniu doteraz existujúcej rozsiahlej právnej úpravy v danej oblasti. Smernica sa obmedzuje na kodifikáciu právnych aktov bez toho, aby menila ich hmotný obsah.

A keďže v kontexte Európy občanov zjednodušenie a jasnosť práva Spoločenstva prispieva k zvýšeniu právnej istoty, domnievam sa, že kodifikácia spomínanej smernice je správnym krokom smerom k efektívnej aplikácii pozitívneho práva. Zároveň súhlasím so skutočnosťou, že zosúladenie princípov na úrovni Spoločenstva prispeje nielen k zaručeniu bezpečnosti zásobovania, ale aj k zabezpečeniu stabilizácie vnútorného trhu, na ktorom boli zrušené vnútorné hraničné kontroly, a k ochrane zvierat vstupujúcich na pôdu Spoločenstva.

 
  
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  Andreas Mölzer (NI), schriftlich. Fliegt ein nicht tierschutzgerechter Transport auf, dann müssen nach geltendem Recht die Behörden derzeit nach einer „Abnahme“ aus Gründen des Tierschutzes z. B. ungeimpfte Jungtiere, die viel zu früh von ihren Müttern getrennt wurden, nach dem Abstellen des Missstandes dem Eigentümer wieder aushändigen. In der Praxis wird dieser Umstand natürlich schamlos ausgenutzt.

Die vorliegende Kodifizierung wäre ein guter Anlass, die EU-Transport-Verordnung entsprechend zu ändern, so dass Welpen bei nicht tierschutzgerechtem Transport dauerhaft abgenommen werden können und diese Hintertür geschlossen wird. Leider hat man diese Gelegenheit ungenützt verstreichen lassen. Dennoch scheint die Kodifizierung insgesamt eine Verbesserung der Tierschutzbestimmungen zu bewirken, weshalb ich für den Bericht gestimmt habe.

 
  
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  Franz Obermayr (NI), schriftlich. Nachdem die Ernährung ein wesentlicher Faktor für die Gesundheit der Bevölkerung ist und Tiere zu den essentiellen Nahrungsgütern zählen, ist es besonders wichtig, dass in dieser Hinsicht ein umfassender Schutz geboten wird, welcher unter anderem durch Veterinärkontrollen zu erfolgen hat. Die tierärztlichen Untersuchungen sind gerade an den Außengrenzen des Gemeinschaftsgebietes von Bedeutung, zumal die diesbezüglichen Standards in den Drittländern oft nicht dem europäischen Niveau entsprechen.

Hierzu bedarf es sinnvoller, einheitlicher und klarer Rechtsvorschriften, damit die Kontrolle bei der Einfuhr an allen Außengrenzen gleichermaßen gewährleistet wird. Der gegenständliche Vorschlag der Kommission zu einer kodifizierten Fassung der Richtlinie des Rates zur Festlegung von Grundregeln für die Veterinärkontrollen von aus Drittländern in die Gemeinschaft eingeführten Tieren ist ein Schritt in diese Richtung und findet daher meine Zustimmung.

 
  
  

- Relazione: Lidia Joanna Geringer de Oedenberg (A7-0031/2009)

 
  
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  David Casa (PPE), in writing. − This is a codification without any substantial changes and therefore I have voted in favour.

 
  
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  Elisabeth Morin-Chartier (PPE), par écrit. – J'ai voté, comme la majorité de mes collègues, pour l'amélioration de transparence et de la clarté de la règlementation relative aux réseaux d'information comptable agricole sur les revenus et l'économie des exploitations agricoles afin d'ameliorer cette règlementation et surtout de rendre le texte plus lisible.

 
  
  

- Relazione: Lidia Joanna Geringer de Oedenberg (A7-0027/2009)

 
  
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  David Casa (PPE), in writing. − This report consists of a simple codification of legislation on animal health conditions in the sphere of intra-Community trade. I am in favour of such codification and have voted in favour of this report.

 
  
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  Franz Obermayr (NI), schriftlich. Die Geflügelzucht ist auf der einen Seite ein wesentlicher Bestandteil der Wirtschaftstätigkeiten im Agrarsektor, wo sie eine Einkommensquelle für einen Teil der landwirtschaftlichen Erwerbsbevölkerung bildet. Auf der anderen Seite zählen Eier und Geflügel zu den häufigsten Nahrungsmitteln. Daher sollte der Handel mit diesen Gütern auch zum Schutze der Gesundheit der Bürger einheitlich und klar geregelt werden.

Der gegenständliche Vorschlag der Kommission zu einer kodifizierten Fassung der Richtlinie des Rates über die tierseuchenrechtlichen Bedingungen für den innergemeinschaftlichen Handel mit Geflügel und Bruteiern sowie für ihre Einfuhr aus Drittländern liegt sowohl im Interesse der in der Landwirtschaft Tätigen und der Handeltreibenden in diesem Bereich als auch in jenem der EU-Bürger als Konsumenten, weshalb ich zustimme.

 
  
  

- Relazione: Lidia Joanna Geringer de Oedenberg (A7-0032/2009)

 
  
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  David Casa (PPE), in writing. − This is a codification without any substantial change and therefore I have voted in favour.

 
  
  

- Relazione: Simon Busuttil (A7-0019/2009)

 
  
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  David Casa (PPE), in writing. − This provides for visa-free travel between Mauritius and Member States of the EU. I am in favour of such an agreement and have therefore voted in favour of the report.

 
  
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  Carlos Coelho (PPE), por escrito. Apoio este Acordo negociado entre a CE e a República da Maurícia estabelecendo uma isenção de visto para a entrada e as estadas de curta duração com o objectivo de facilitar as deslocações dos seus cidadãos. Os cidadãos da União e os nacionais da Maurícia que se deslocam ao território da outra parte contratante por um período máximo de 3 meses, no decurso de um período de 6 meses, estarão isentos da obrigação de visto. Com excepção do Reino Unido e da Irlanda, que não estão vinculados a este Acordo, bem como uma limitação territorial no que diz respeito à França e aos Países Baixos, em que este Acordo só incide sobre o seu território europeu.

Relembro que qualquer pessoa que viaje no intuito de exercer uma actividade remunerada durante uma estada de curta duração não deverá beneficiar deste Acordo, continuando a estar sujeito às regras comunitárias pertinentes e de cada Estado-Membro em matéria de obrigação ou isenção de visto, bem como de acesso ao emprego. Este Acordo pode ser suspenso ou denunciado, mas essa decisão só poderá ser tomada em relação ao conjunto dos Estados-Membros. Apoio, igualmente, a aplicação provisória do Acordo na pendência da sua entrada em vigor.

 
  
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  Franz Obermayr (NI), schriftlich. Das vorliegende Abkommen zwischen Mauritius und der Europäischen Gemeinschaft sieht eine Befreiung von der Visumspflicht vor, wenn die Bürger der Vertragsparteien innerhalb eines Sechs-Monats-Zeitraums für maximal drei Monate in das Hoheitsgebiet der jeweilig anderen Vertragspartei reisen.

Ich stimme gegen den Abschluss dieses Abkommens, da die Beibehaltung der Visumspflicht als gewisse Hürde eine unerwünschte Einwanderung hintanhalten würde, wohingegen eine Befreiung von der Visumspflicht für Aufenthalte von bis zu drei Monaten ausreichend Zeit zum Aufbau sozialer Netzwerke für Personen ließe, die in Wirklichkeit einen dauerhaften Aufenthalt planen.

 
  
  

- Relazione: Simon Busuttil (A7-0012/2009)

 
  
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  David Casa (PPE), in writing. − This provides for visa-free travel between the Seychelles and Member States of the EU. I am in favour of such an agreement and have therefore voted in favour of the report.

 
  
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  Carlos Coelho (PPE), por escrito. Apoio este Acordo negociado entre a CE e a República das Seicheles estabelecendo uma isenção de visto para a entrada e as estadas de curta duração com o objectivo de facilitar as deslocações dos seus cidadãos. Os cidadãos da União e os nacionais das Seicheles que se deslocam ao território da outra parte contratante por um período máximo de 3 meses, no decurso de um período de 6 meses, estarão isentos da obrigação de visto. Com excepção do Reino Unido e da Irlanda, que não estão vinculados a este Acordo, bem como uma limitação territorial no que diz respeito à França e aos Países Baixos, em que este Acordo só incide sobre o seu território europeu.

Relembro que qualquer pessoa que viaje no intuito de exercer uma actividade remunerada durante uma estada de curta duração não deverá beneficiar deste Acordo, continuando a estar sujeito às regras comunitárias pertinentes e de cada Estado-Membro em matéria de obrigação ou isenção de visto, bem como de acesso ao emprego. Este Acordo pode ser suspenso ou denunciado, mas essa decisão só poderá ser tomada em relação ao conjunto dos Estados-Membros. Apoio, igualmente, a aplicação provisória do Acordo na pendência da sua entrada em vigor.

 
  
  

- Relazione: Simon Busuttil (A7-0013/2009)

 
  
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  David Casa (PPE), in writing. − This provides for visa-free travel between Barbados and Member States of the EU. I am in favour of such an agreement and have therefore voted in favour of the report.

 
  
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  Carlos Coelho (PPE), por escrito. Apoio este Acordo negociado entre a CE e os Barbados estabelecendo uma isenção de visto para a entrada e as estadas de curta duração com o objectivo de facilitar as deslocações dos seus cidadãos. Os cidadãos da União e os nacionais dos Barbados que se deslocam ao território da outra parte contratante por um período máximo de 3 meses, no decurso de um período de 6 meses, estarão isentos da obrigação de visto. Com excepção do Reino Unido e da Irlanda, que não estão vinculados a este Acordo, bem como uma limitação territorial no que diz respeito à França e aos Países Baixos, em que este Acordo só incide sobre o seu território europeu.

Relembro que qualquer pessoa que viaje no intuito de exercer uma actividade remunerada durante uma estada de curta duração, não deverá beneficiar deste Acordo, continuando a estar sujeito às regras comunitárias pertinentes e de cada Estado-Membro em matéria de obrigação ou isenção de visto, bem como de acesso ao emprego. Este Acordo pode ser suspenso ou denunciado, mas essa decisão só poderá ser tomada em relação ao conjunto dos Estados-Membros. Apoio, igualmente, a aplicação provisória do Acordo na pendência da sua entrada em vigor.

 
  
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  Andreas Mölzer (NI), schriftlich. Die vorliegenden Berichte über die Abkommen zwischen der Europäischen Gemeinschaft und zahlreichen kleinen Inselstaaten wie Mauritius oder Barbados sehen eine Befreiung von der Visumspflicht vor, wenn die Bürger der Vertragsparteien innerhalb eines Sechs-Monats-Zeitraums für maximal drei Monate in das Hoheitsgebiet der jeweilig anderen Vertragspartei reisen. Ich lehne diese Erleichterungen der Einreise ab und habe daher gegen den Abschluss dieser Abkommen gestimmt, da die Beibehaltung der Visumspflicht zweifellos eine Hürde für Kriminelle darstellt und die unerwünschte Einwanderung somit stark reduziert.

Darüber hinaus ist davon auszugehen, dass Personen, die sich aufgrund dieser Befreiungen drei Monate lang in der EU aufhalten, zahlreiche Kontakte knüpfen und diese möglicherweise zum Abtauchen in die Illegalität nutzen. Ein Anstieg der illegalen Kriminalität muss aber unter allen Umständen vermieden werden.

 
  
  

- Relazione: Simon Busuttil (A7-0014/2009)

 
  
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  Carlos Coelho (PPE), por escrito. Apoio este Acordo negociado entre a CE e a Federação São Cristóvão e Nevis estabelecendo uma isenção de visto para a entrada e as estadas de curta duração com o objectivo de facilitar as deslocações dos seus cidadãos. Os cidadãos da União e os nacionais da Federação que se deslocam ao território da outra parte contratante por um período máximo de 3 meses, no decurso de um período de 6 meses, estarão isentos da obrigação de visto. Com excepção do Reino Unido e da Irlanda, que não estão vinculados a este Acordo, bem como uma limitação territorial no que diz respeito à França e aos Países Baixos, em que este Acordo só incide sobre o seu território europeu.

Relembro que qualquer pessoa que viaje no intuito de exercer uma actividade remunerada durante uma estada de curta duração não deverá beneficiar deste Acordo, continuando a estar sujeito às regras comunitárias pertinentes e de cada Estado-Membro em matéria de obrigação ou isenção de visto, bem como de acesso ao emprego. Este Acordo pode ser suspenso ou denunciado, mas essa decisão só poderá ser tomada em relação ao conjunto dos Estados-Membros. Apoio, igualmente, a aplicação provisória do Acordo na pendência da sua entrada em vigor.

 
  
  

- Relazione: Simon Busuttil (A7-0015/2009)

 
  
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  Carlos Coelho (PPE), por escrito. Apoio este Acordo negociado entre a CE e a Antígua e Barbuda estabelecendo uma isenção de visto para a entrada e as estadas de curta duração com o objectivo de facilitar as deslocações dos seus cidadãos. Os cidadãos da União e os nacionais da Antígua e Barbuda que se deslocam ao território da outra parte contratante por um período máximo de 3 meses, no decurso de um período de 6 meses, estarão isentos da obrigação de visto. Com excepção do Reino Unido e da Irlanda, que não estão vinculados a este Acordo, bem como uma limitação territorial no que diz respeito à França e aos Países Baixos, em que este Acordo só incide sobre o seu território europeu.

Relembro que qualquer pessoa que viaje no intuito de exercer uma actividade remunerada durante uma estada de curta duração não deverá beneficiar deste em Acordo, continuando a estar sujeito às regras comunitárias pertinentes e de cada Estado-Membro em matéria de obrigação ou isenção de visto, bem como de acesso ao emprego. Este Acordo pode ser suspenso ou denunciado, mas essa decisão só poderá ser tomada em relação ao conjunto dos Estados-Membros. Apoio, igualmente, a aplicação provisória do Acordo na pendência da sua entrada em vigor.

 
  
  

- Relazione: Simon Busuttil (A7-0016/2009)

 
  
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  David Casa (PPE), in writing. − This provides for visa-free travel between the Bahamas and Member States of the EU. I am in favour of such an agreement and have therefore voted in favour of the report.

 
  
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  Carlos Coelho (PPE), por escrito. Apoio este Acordo negociado entre a CE e a Comunidade das Baamas estabelecendo uma isenção de visto para a entrada e as estadas de curta duração com o objectivo de facilitar as deslocações dos seus cidadãos. Os cidadãos da União e os nacionais das Baamas que se deslocam ao território da outra parte contratante por um período máximo de 3 meses, no decurso de um período de 6 meses, estarão isentos da obrigação de visto. Com excepção do Reino Unido e da Irlanda, que não estão vinculados a este Acordo, bem como uma limitação territorial no que diz respeito à França e aos Países Baixos, em que este Acordo só incide sobre o seu território europeu.

Relembro que qualquer pessoa que viaje no intuito de exercer uma actividade remunerada durante uma estada de curta duração não deverá beneficiar deste Acordo, continuando a estar sujeito às regras comunitárias pertinentes e de cada Estado-Membro em matéria de obrigação ou isenção de visto, bem como de acesso ao emprego. Este Acordo pode ser suspenso ou denunciado, mas essa decisão só poderá ser tomada em relação ao conjunto dos Estados-Membros. Apoio, igualmente, a aplicação provisória do Acordo na pendência da sua entrada em vigor.

 
  
  

- Relazione: Jutta Haug (A7-0023/2009)

 
  
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  Gerard Batten (EFD), in writing. − UKIP MEPs abstained because we do not believe that the European Union should be responsible for sending taxpayers’ money to the victims of the Italian earthquake. We have every sympathy with those victims and believe that such donations should come from national governments or charities.

 
  
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  Diogo Feio (PPE), por escrito. Como assinalei anteriormente relativamente ao relatório de Reimer Böge (A7-0021/2009) sobre o sismo nos Abruzos, entendo que a solidariedade entre Estados-Membros da União Europeia e o apoio europeu aos Estados vitimados por catástrofes constituem um sinal claro de que a União Europeia, ao adoptar instrumentos de ajuda especial como o Fundo de Solidariedade da União Europeia, demonstra ser capaz de permanecer unida na adversidade, pelo que me congratulo.

Assim, e considerando a possibilidade de apresentação de orçamentos rectificativos pela Comissão “em caso de circunstâncias inevitáveis, excepcionais ou imprevistas”, nas quais se inclui o sismo em Itália, votei a favor da aprovação deste relatório sobre a alteração do orçamento da União Europeia de modo a que os residentes da região afectada possam ver mais rapidamente um reparo dos danos causados pelo sismo e uma normalização das condições de vida através da mobilização de 493,78 milhões de euros do Fundo de Solidariedade da UE.

 
  
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  João Ferreira (GUE/NGL), por escrito. Tendo sido aprovada a mobilização do Fundo de Solidariedade da União Europeia a favor da Itália pelo montante de 493 771 159 euros, e uma vez que este fundo não tem orçamentação própria, é necessário proceder a uma rectificação do orçamento comunitário para assegurar a disponibilização do montante acordado. Estando de acordo com a necessidade de disponibilizar as verbas o mais rapidamente possível, lamentamos que a proposta apresentada pela Comissão Europeia implique, entre outras rubricas orçamentais, uma redução de verbas de importantes programas comunitários referentes ao anterior e actual Quadro Financeiro Plurianual.

São disso exemplo as reduções previstas no Fundo Europeu de Orientação e de Garantia Agrícola, no Instrumento Financeiro de orientação da Pesca - programas comunitários do anterior quadro comunitário 2000-2006 - ou no Instrumento Financeiro para o Ambiente LIFE +. Em nosso entender, além do necessário ajustamento do Fundo de Solidariedade de forma a dotá-lo de uma rubrica orçamental com meios próprios, o seu financiamento não deverá ser feito à custa dos programas comunitários acima referidos, quando, ao mesmo tempo, se insiste num reforço das despesas de carácter militar e propagandístico, rubricas às quais se poderiam, preferencialmente, ter ido buscar as verbas agora afectas ao Fundo de Solidariedade.

 
  
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  Barry Madlener (NI), schriftelijk. − De Partij voor de Vrijheid (PVV) is voor noodhulp. Het is echter aan de individuele lidstaten om noodhulp te verlenen en niet aan de Europese Unie.

 
  
  

- Relazione: Reimer Böge (A7-0022/2009)

 
  
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  Vilija Blinkevičiūtė (S&D), raštu. − Aš pritariu, kad būtų suteikiama papildoma parama darbuotojams, kurie patiria žalą dėl esminių struktūrinių pasaulio prekybos padarinių, ir kad darbuotojai vėl integruotųsi į darbo rinką. Labai svarbu, kad finansinė pagalba atleistiems darbuotojams būtų kuo greičiau pasiekiama, ir kad būtų kuo efektyviau naudojamos Europos prisitaikymo prie globalizacijos padarinių fondo (EGF) lėšos, kurios turi didelę reikšmę atleistiems darbuotojams vėl integruotis į darbo rinką. Norėčiau pabrėžti, kad valstybės narės turėtų teikti išsamesnę informaciją apie svarbių lyčių lygybės ir nediskriminavimo tikslų įgyvendinimą naudojantis EGF finansuojamomis priemonėmis.

 
  
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  David Casa (PPE), in writing. − This report is in favour of the mobilisation of the European Globalisation Adjustment Fund. I agree that the mobilisation of this fund is necessary in this case and have therefore voted in favour of this report.

 
  
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  Lena Ek, Marit Paulsen, Olle Schmidt och Cecilia Wikström (ALDE), skriftlig. − Vi är väl medvetna om den ekonomiska krisens negativa effekter för arbetsmarknaden och samhället i sin helhet. Vi känner starkt med alla som drabbats av krisen och ser gärna överbryggningsåtgärder för enskilda människor, t.ex. utbildning . Vi är dock övertygade om att frihandel i grunden är en positiv kraft som gynnar hela Europas utveckling. Vi vill därför se att den ekonomiska krisen främst bekämpas med marknadsbaserade medel som främjar en fri och rättvis handel.

 
  
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  Diogo Feio (PPE), por escrito. O desemprego constitui um dos principais problemas que afectam o espaço económico europeu. Ainda antes da eclosão da presente crise financeira, que potenciou e agravou alguns dos sintomas previamente sentidos, era já evidente o impacto sério que a globalização e a deslocalização empresarial dela decorrente tinham na vida de muitas populações. Se a isso acrescermos a presente desconfiança dos mercados e a retracção no investimento torna-se clara a particular dificuldade do tempo em que vivemos. Nesse tocante, e apesar de privilegiar a regulação própria dos mercados, considero que a excepcionalidade da crise justifica medidas excepcionais para a combater.

O Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização constitui um dos mecanismos à disposição da União Europeia para auxiliar trabalhadores desempregados por força da presente conjuntura. Creio que o caso dos trabalhadores da Nokia GmbH, na região alemã de Bochum, justifica o auxílio europeu como anteriormente já fora feito a Portugal. Independentemente destes auxílios, que são inegavelmente úteis, a União Europeia não pode deixar de se articular no sentido de promover um mercado europeu mais robusto e criativo, gerador de investimento e de emprego. Só assim se poderá enfrentar este problema de maneira efectiva, séria e sustentada.

 
  
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  Ilda Figueiredo (GUE/NGL), por escrito. Neste caso tratou-se de dar resposta a um pedido de assistência da Alemanha para casos de despedimento no sector das telecomunicações, nomeadamente no que diz respeito a trabalhadores da Nokia GmbH, e que cumpriu os critérios de elegibilidade estabelecidos no regulamento do Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização.

Mas a verdade é que a mobilização deste fundo apenas atenua algumas das consequências graves da crise económica e financeira, pelo que se impõe uma ruptura com as políticas neoliberais que estão a provocar um autêntico desastre económico e social em muitos países da União Europeia, designadamente em Portugal.

Assim, embora tenhamos votado favoravelmente este relatório, não podemos deixar de assinalar quer a insuficiência das medidas, que são meros paliativos, quer a própria injustiça do regulamento que beneficia mais países com melhores rendimentos, designadamente com salários e subsídios de desemprego mais elevados.

Por isso, insistimos na alteração das políticas e na necessidade de um verdadeiro plano de apoio à produção e à criação de empregos com direitos.

 
  
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  Eija-Riitta Korhola (PPE), in writing. − Mr President I voted in favour of the European Globalisation Adjustment Fund's (EGF) investment of nearly €5.6 million to Germany's North Rhine-Westphalia region, which has suffered from mass redundancies since the 1990's. As a result of the Finnish telecommunications company Nokia closing its production plant in Bochum in 2008 and relocating to more cost effective market areas, 2,300 more people in the region were made redundant. Being a Finn I take a special interest in plight of the workers, who have lost their jobs due to the cessation of Nokia production in Bochum. The closure of the Nokia plant in Bochum was indeed the latest in a string of events compounding the unemployment in the region. For this reason I wholeheartedly welcome the investment from EGF in the region as a way of improving employment opportunities for the people of North Rhine-Westphalia.

 
  
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  Jean-Luc Mélenchon (GUE/NGL), par écrit. – C’est en pensant aux salariés de Nokia injustement licenciés que nous votons pour ce texte. Mais nous tenons à le souligner, nous ne nous satisfaisons pas d’avoir à voter pour un peu de "moins pire" dans le pire : une aide à la recherche d’emploi dans le cadre de licenciements massifs absurdes de la part du numéro un mondial de la téléphonie mobile, Nokia, licenciements conçus ici comme un des aléas d’une mondialisation dont nous devrions nous accommoder.

Nous dénonçons cette logique d’ «ajustement» à la mondialisation, puisque c’est ainsi que l’Union Européenne nomme des drames sociaux et humains comme celui-ci, qui voient des entreprises enregistrant des bénéfices records délocaliser pour faire plus de profits, ruinant la vie de centaines de travailleurs et de toute une région. Ce palliatif charitable (le Fonds européen d’ajustement à la mondialisation) proposé ne peut faire oublier que l'Union européenne est en fait directement responsable du drame que vivent les salariés licenciés du fait de son option pour la concurrence libre et non faussée. Plutôt que d’accompagner ces «ajustements» aux aléas monstrueux de l’économie capitaliste mondialisée, l’Union européenne devrait interdire de telles pratiques et protéger les citoyens européens.

 
  
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  Elisabeth Morin-Chartier (PPE), par écrit. – Ce rapport est en faveur de la mobilisation du Fonds Européen d'ajustement à la Mondialisation (FEM) à la suite de licenciements en Allemagne. Je suis tout à fait d'accord avec la mobilisation de ce Fonds, elle est nécessaire dans ce dossier ainsi j'ai voté en faveur de ce rapport comme la majorité de mes collègues. Le Fonds européen d'ajustement à la mondialisation est l'un des mécanismes à la disposition de l'Union européenne pour aider les travailleurs sans emploi à la suite d'un licenciement résultant des effets négatifs de la mondialisation. Je crois que le cas des employés de Nokia GmbH, la région allemande de Bochum, justifie les aides européennes comme cela a été déjà le cas précédemment pour le Portugal.

 
  
  

- Relazione: Diana Wallis (A7-0030/2009)

 
  
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  David Casa (PPE), in writing. − Siwiec was accused of insulting the religious beliefs of others during an event that took place a number of years ago. After reviewing the facts of the case I believe that immunity should certainly not be waived. This is also the view of the rapporteur and therefore I have voted in favour of the report.

 
  
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  Ole Christensen, Dan Jørgensen og Christel Schaldemose (S&D), skriftlig. − Vi har i dagens afstemning stemt for at ophæve immuniteten for vores kollega, hr. Siwiec. Det ville betyde, at han i Polen kunne stilles for en dommer præcist som alle andre borgere. Vi har stor sympati for hr. Siwiec og er for så vidt enige i, at den sag, der er indledt imod ham, er ubegrundet og politisk motiveret.

Når vi alligevel mener, at han på linje med alle andre skal kunne prøves ved en domstol, hænger det sammen med, at vi må have tillid til, at Polen respekterer de demokratiske og retsstatslige grundprincipper, der er en forudsætning for at være med i EU. Af samme grund stemmer vi principielt altid for at ophæve immuniteten for parlamentsmedlemmer - uanset den konkrete sag.

 
  
  

- Relazione: Carlos Coelho (A7-0035/2009)

 
  
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  Elena Oana Antonescu (PPE), în scris. − Crearea spaţiului Schengen prin înlăturarea controalelor la frontierele interne şi introducerea libertăţii de circulaţie în cadrul teritoriului Uniunii constituie una dintre cele mai importante realizări ale Uniunii Europene. Având în vedere permeabilitatea graniţelor, avem nevoie de standarde ridicate în aplicarea concretă a acquis-ului Schengen pentru a putea menţine un nivel crescut de încredere reciprocă între statele membre şi în capacitatea lor de a pune în aplicare măsurile ce însoţesc eliminarea controalelor la frontierele interne.

Îmbunătăţirea mecanismului de evaluare pentru monitorizarea aplicării acquis-ului Schengen este necesară. Nevoia de a menţine un nivel înalt de securitate şi de încredere presupune o bună cooperare între guvernele statelor membre şi Comisie.

Ţinând cont de importanţa acestei iniţiative legislative şi relevanţa din punct de vedere al drepturilor şi libertăţilor fundamentale, este regretabil faptul că Parlamentul European se află în poziţia de consultant şi nu în aceea de colegislator aşa cum s-ar fi impus. De aceea am votat pentru respingerea propunerii legislative a Comisiei.

 
  
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  Vilija Blinkevičiūtė (S&D), raštu. − Aš balsavau už šį pranešimą, nes pranešėjo pozicija atitinka piliečių laisvių, teisingumo ir vidaus reikalų principus. Vertinimo sukūrimo mechanizmas yra svarbus visoms valstybėms narėms. Neatsižvelgiama į bendro sprendimo priėmimo procedūrą dėl to Europos Komisijos pasiūlymas apriboja galimybes bendradarbiauti tarp valstybių narių. Šiuo metu parengtas Europos Komisijos pasiūlymas turės būti pakeistas įsigaliojus Lisabonos sutarčiai.

 
  
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  Diogo Feio (PPE), por escrito. A criação, com o Acordo Schengen, de um espaço europeu sem controlos nas fronteiras foi um passo importante na construção de um mercado interno aberto, com liberdade de circulação de pessoas e bens. Porém, para que este espaço mantenha as suas potencialidades, que reconheço, necessita de um mecanismo de avaliação eficaz da sua execução pelos vários Estados-Membros.

Concordo, portanto, com o reforço das competências de acompanhamento de Schengen, nomeadamente através de avaliações (questionários e visitas ao local, anunciadas e não anunciadas) e mecanismos de avaliação posterior, de modo a garantir uma adequada supervisão da forma como os vários Estados-Membros actuam, cooperam e controlam as suas fronteiras externas no âmbito do Acordo de Schengen.

Sei que qualquer fragilidade ou mau funcionamento do sistema comporta sérios riscos para a segurança interna da União e põe em causa o próprio Espaço Schengen, como espaço de liberdade, mas também de segurança.

Não concordo, porém, com o reforço do carácter comunitário desta avaliação através do reforço das competências da Comissão Europeia em detrimento do carácter intergovernamental que até aqui imperava no Grupo de Avaliação de Schengen.

Voto, assim, pela rejeição da proposta da Comissão.

 
  
  

- Relazioni: Carlos Coelho (A7-0034/2009) e (A7-0035/2009)

 
  
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  Jacky Hénin (GUE/NGL), par écrit. – On ose parler d'acquis de Schengen, mais en tant qu'habitant de Calais, je peux témoigner que si les accords de Schengen ont été favorables à la libre circulation des capitaux et des marchandises, ils n'en posent pas moins un certain nombre de problèmes.

Au-delà de l'utopie sympathique d'une Europe sans frontières, nous sommes chaque jour confrontés à la réalité dramatique de Schengen: des conditions de vie inhumaines pour les migrants.

Face à cette tragédie, l'Union et les États membres ne font rien ou si peu. La France quant à elle se déshonore en menant des opérations médiatico-policières de chasse à l'homme, comme avec la "jungle" de Calais.

Ainsi donc, même sur le plan de la stricte action humanitaire, l'Union européenne est totalement absente, laissant les collectivités locales seules face aux problèmes.

Arrêtons de verser des larmes de crocodile, comportons-nous enfin en êtres humains responsables. Ce qui se passe à Calais est un problème politique majeur pour l'Union. Il ne se résoudra pas par l'Europe forteresse de Schengen, ni par des actions humanitaires ponctuelles. Stoppons les politiques de libre-échange, arrêtons la libre circulation des capitaux, encourageons la souveraineté alimentaire, déclarons l'eau et l'énergie biens publics mondiaux, combattons les inégalités socioéconomiques.

 
Aġġornata l-aħħar: 16 ta' Diċembru 2009Avviż legali