Na circunscrição eleitoral da autora, verifica-se um problema relacionado com a variante à auto‑estrada M8 em Rathcormac/Fermoy. A abertura prevista da nova auto-estrada M8, com portagem, terá como consequência a impossibilidade de utilização pública gratuita de 2,4 quilómetros de estrada financiada pela UE, uma vez que não existirá qualquer ponto de entrada ou de saída que evite o pagamento da portagem.
O referido troço de estrada ficará inacessível aos cidadãos dessa circunscrição eleitoral, a menos que paguem portagem a uma empresa privada. Tal situação poderia ser evitada sem custos através da manutenção da actual saída para a aldeia de Rathcormac, em lugar do seu encerramento quando as cabinas de portagem começarem a funcionar. Foi recentemente colocada sinalização indicando que essa via pública faz parte da estrada com portagem, o que não é correcto.
A via pública foi aberta com o objectivo de reduzir o congestionamento, servindo o público em geral, bem como os habitantes de Watergrasshill e arredores. A ausência de acesso e de pontos de saída terá consequências para os habitantes da zona em causa.
Há vários anos, as autoridades locais da circunscrição eleitoral da autora projectaram a introdução de portagem no túnel de Cork Lee, mas foram informadas pela Comissão de que tal não seria possível, dado que impediria o livre acesso a estradas que tinham recebido financiamento comunitário. No caso presente, verifica-se uma situação idêntica.
Poderá a Comissão confirmar que as vias públicas construídas com financiamento comunitário devem continuar a ser públicas?
A UE foi sequer consultada sobre a mudança prevista no modo de utilização da via em causa?