A POLÍTICA DE HABITAÇÃO NOS ESTADOS-MEMBROS DA UEResumo |
Neste relatório são analisadas três questões:
Ao longo do último século, têm surgido as seguintes tendências em muitas políticas de habitação europeias:
No entanto, estes elementos comuns dão uma ideia incorrecta da diversidade em relação aos níveis e formas de intervenção. As políticas de habitação dos Estados-membros podem ser incluídas em quatro grupos:
Esta breve análise permite-nos tirar duas conclusões no que se refere ao fornecimento de alojamentos destinados a famílias de baixos rendimentos nos Estados-membros da UE:
A política relativa à habitação revela uma diversidade bastante maior entre os Estados-membros da União Europeia do que entre os Estados federados dos EUA.
A análise seguinte passa em revista a política de habitação existente na União Europeia com base na propriedade.
Sector de alojamentos ocupados pelo respectivo proprietário: Trata-se do mais vasto sector em 14 dos 15 Estados-membros, o qual representa actualmente 56% da habitação na UE, embora os níveis variem enormemente. A forma mais comum de ajuda aos proprietários residentes consiste na concessão de reduções fiscais no pagamento dos juros da hipoteca, embora este tipo de apoio tenha diminuído em alguns países. Outras formas de ajudam propiciam um apoio explícito aos proprietários residentes, com medidas que vão desde uma ajuda adicional para as pessoas que adquirem um alojamento pela primeira vez, à ajuda pela aquisição de alojamentos que sejam propriedade dos municípios. Os problemas sociais no âmbito deste sector têm toda a possibilidade de surgir quando a propriedade se expande.
Os problemas comuns do sector dos alojamentos ocupados pelo respectivo proprietário incluem:
Sector de alojamentos privados de aluguer: Este é um sector que até cerca de 1990 registava uma situação de declínio a longo prazo, mas que aloja ainda cerca de um quinto das famílias da União Europeia. O sector dos alojamentos privados de aluguer tende a ser mais vasto nas cidades, e em especial nas capitais. O seu declínio é devido às limitações impostas às rendas, aos programas de demolição e ao apoio a outras formas de propriedade. Excepção aberta para a Alemanha, por conservar um vasto sector de alojamentos privados de qualidade para aluguer, em virtude da concessão de incentivos fiscais relativamente generosos. No entanto, mesmo em alguns países do Mediterrâneo, as limitações impostas aos alugueres estão em declínio e o sector dos alojamentos privados de aluguer dá mostras de recuperação em metade dos Estados-membros da UE.
Os problemas que surgem habitualmente no sector dos alojamentos privados de aluguer incluem:
Sector de alojamentos de aluguer de carácter social: Este sector aloja também cerca de um quinto das famílias na União Europeia. Em geral, os proprietários desses alojamentos de carácter social são associações que se dedicam à construção de habitação, cooperativas ou entidades municipais encarregadas da construção de habitação. Só na Áustria, no Reino Unido e na Irlanda é que a propriedade directa por parte das autoridades locais prevalece. Em geral, este sector é apoiado por subsídios aos juros, excepto no Reino Unido onde os subsídios aos juros com carácter recorrente foram utilizados no sector das autoridades locais e os subsídios aos capitais individuais são utilizados num sector muito mais modesto das associações para a construção de habitação. A supervisão dos proprietários de alojamentos de carácter social é geralmente levada a cabo pelas autoridades locais, excepto no Reino Unido, onde as associações para a construção de habitação são controladas pelas agências governamentais. Este sector tem estado em declínio em virtude do investimento ter diminuído nos anos 80. Na Irlanda e no Reino Unido eram também dados incentivos financeiros aos proprietários a fim de adquirirem as suas habitações dos municípios. Apenas na Irlanda e na Alemanha foi dada novamente prioridade aos investimentos para a habitação social nos anos 90. As mudanças do investimento para os subsídios pessoais deram origem ao aumento cada vez maior de encargos para os alojamentos, as quais tiveram também o efeito de encorajar os que têm postos de trabalho a abandonarem o sector para escaparem à armadilha da pobreza, associada aos subsídios concedidos com base na avaliação dos rendimentos.
Algumas das limitações ao orçamento podem ser temporárias, enquanto os países procuram acomodar-se aos critérios de convergência de Maastricht. Mas no Reino Unido, nos Países Baixos e na Suécia a reestruturação do sector de habitação social de aluguer é fundamental. Isto reflecte em parte mudanças ideológicas, mas também a crescente associação do sector à exclusão social. Isto é especialmente verdadeiro nos países em que o sector é vasto e tem alojado uma percentagem mais ampla de pobres, incluindo os desempregados, as famílias formadas por um único chefe de família, as minorias étnicas e os imigrantes.
Contudo, é importante não se culpar os alojamentos de aluguer de carácter social pelos problemas sociais e económicos das famílias que o mesmo sector aloja. O sector apresenta de facto muitos êxitos recentes, entre os quais:
Podem fazer-se sete generalizações:
No relatório apreciam-se também quatro áreas em matéria de política de habitação.
Acessibilidade: A habitação de carácter social e os subsídios de alojamento destinam-se a tornar os alugueres mais acessíveis, mas existem alguns países (em especial no sul) onde os sectores de alojamento de aluguer com carácter social são mínimos, alguns grupos não têm acesso à habitação social, mesmo onde esta habitação social existe, e outros grupos não têm acesso aos subsídios de alojamento (p.e., jovens ou imigrantes ilegais). Além disso, alguns grupos têm rendimentos ligeiramente superiores aos níveis que permitem classificá-los como qualificados para obterem ajuda, embora em alguns países os proprietários residentes recebam uma ajuda reduzida na eventualidade de perderem o emprego e, nos casos em que prevalece uma taxa variável para as hipotecas, os proprietários ficam expostos a um rápido aumento das taxas hipotecárias.
Melhoria de condições: Os padrões mais elevados em termos de espaço podem encontrar-se no Luxemburgo, nos Países Baixos, na Suécia e no Reino Unido, ao passo que os mais baixos se encontram nos Estados do sul da Europa. As residências unifamiliares são comuns nos países do Benelux, na Irlanda e no Reino Unido e menos comuns na Grécia, na Alemanha e na Itália. A maior proporção de habitações anteriores a 1919 está localizada na Finlândia, na Suécia, na Espanha, na Itália e nos Países Baixos. Comodidades como banheiras, chuveiros e aquecimento central são muito comuns nos países nórdicos, embora variem de propriedade para propriedade. Na maior parte da Europa Setentrional e Ocidental a melhoria do sector privado de aluguer combinada com a demolição de habitações em elevado grau de degradação têm deixado o sector privado da habitação de aluguer dotado de níveis de conforto semelhantes aos que se encontram noutras propriedades. Mas, nos países do Mediterrâneo as comodidades nas habitações privadas de aluguer são nitidamente inferiores às que existem nos imóveis ocupados pelos respectivos proprietários.
Acesso: O acesso à habitação ocupada pelo respectivo proprietário tem melhorado, em especial naqueles países (Reino Unido, Finlândia e Espanha) em que a desregulamentação deu origem a um declínio na fixação dos valores hipotecários. No entanto, as reduções nos incentivos fiscais podem diminuir o acesso. A acessibilidade ao sector privado de habitações de aluguer pode ter sido ajudada pelas limitações impostas aos próprios alugueres, mas à custa de uma diminuição da oferta e, portanto, do acesso, em especial no subsector dos alojamentos mobilados. A liberalização dos alugueres e a ajuda aos proprietários deveria melhorar o acesso, embora alguns grupos, tais como o dos imigrantes, ainda encontrem dificuldades. O acesso ao sector de habitação de aluguer de carácter social diminuiu nos anos 80 à medida que o desemprego e as taxas de formação de famílias aumentaram e o investimento diminuiu. Isto deu origem a uma "lista de espera" em alojamentos temporários de escassa qualidade por períodos de dois a quatro anos em alguns países. As fortes pressões a que a Alemanha tem sido submetida desde os anos 80 têm sido mitigadas através de vastos programas de investimento. A pressão sobre o sector de habitação de carácter social pode, em parte, diminuir, na medida em que as taxas de formação de famílias decrescerem. Em alguns países, nos anos 80, houve programas especiais que ajudaram o acesso dos grupos com necessidades específicas, tais como idosos ou deficientes.
Sem-abrigo: A condição de sem-abrigo é a manifestação mais grave de exclusão social e a estimativa do número de pessoas sem abrigo é problemática. A condição de sem-abrigo é geralmente experimentada pelas pessoas do sexo masculino, mas também por uma crescente percentagem de mulheres. Em Portugal e na Grécia podem também encontrar-se crianças que não têm um tecto para viver. As estimativas sugerem que na Europa Meridional cerca de 150.000 a 200.000 pessoas vivem em barracas. Há também na região cerca de 200.000 imigrantes sem abrigo e 200.000 que vivem em reboques ou tendas. Estes números não incluem os sem-abrigo "ocultos" que vivem e dormem no alojamento de amigos ou "familiares". As causas do aumento dos sem-abrigo são diversas, mas, entre elas, incluem-se as elevadas taxas de formação de famílias e a imigração súbita, o aumento do número dos níveis de ruptura a nível familiar, o aumento do desemprego (em especial dos jovens), os sistemas de segurança social mal concebidos no sul da Europa e a reduzida cobertura no norte, e ainda a "desinstitucionalização" da situação dos doentes do foro psiquiátrico. Os sem-abrigo estão desproporcionalmente representados pelos seguintes grupos: homens, pessoas de idade compreendida entre os 30 e os 39 anos, desempregados, pessoas que não estão abrangidas pela segurança social, pessoas de saúde frágil, toxicodependentes, ex-internados e imigrantes de data recente. Não há quaisquer direitos jurídicos directos a um alojamento para as pessoas sem abrigo, excepto em França e no Reino Unido, direitos que, neste último país, foram recentemente reduzidos.
No relatório são indicados breves resumos da estrutura da política de habitação, das suas tendências, dos desafios fundamentais e das respostas a tais desafios, e exemplos do papel da União Europeia em 13 dos seus 15 Estados-membros. Tratando-se de resumos, não é possível sintetizá-los aqui novamente.
De acordo com o princípio da subsidiariedade, a UE não tem competência para legislar em matéria de habitação. Este facto foi interpretado no sentido de a União Europeia não poder financiar projectos de construção de habitação, ainda que a política seja formulada por um Estado-membro ou a um nível governativo inferior. No entanto, nos programas da UE reconhece-se a importância do sector da habitação e está claro que a UE não tem qualquer papel nessa matéria, excepto se tal papel é interpretado de forma restrita como faculdade de financiar directamente os investimentos em matéria de habitação. À medida que as políticas de habitação se integram mais estreitamente com outras estratégias, tais como a restauração dos centros urbanos, tornam-se mais compatíveis com os programas da UE.
Os Fundos Estruturais europeus irão aumentar até atingirem um terço do orçamento da UE em 1999. Tais fundos equivalem a 0,3% do PIB da UE, mas o princípio da concentração garante que os mesmos representarão cerca de 3% do PIB em Espanha, na Grécia, em Portugal e na Irlanda.
Estudos recentes levados a cabo pela Universidade de Glasgow indicam quatro tipos de projecto que confirmam as ligações entre os Fundos Estruturais (predominantemente o Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional e o Fundo Social Europeu) e as organizações para a construção de habitação social:
Desde aquela data, a evolução com interesse para a habitação inclui:
Poderiam ser tomadas medidas a nível europeu, nacional e local a fim de promover uma compreensão mais coesa das actividades da UE relacionadas com a habitação.
À escala europeia, a União poderia:
A nível nacional, os Estados-membros poderiam reforçar o processo da compreensão mútua,
| País | Formas de Propriedade | Custos da política de habitação | |||
| Alojamentos ocupados pelo proprietário | Alojamentos de carácter social | Alojamentos privados de aluguer | Outros | (% PIB) | |
| Bélgica | 62 | 6 | 30 | 0,24 (1988) | |
| Dinamarca | 50 | 18 | 24 | 1,02 (1988) | |
| Alemanha | 38 | 26 | 36 | 1, 4 (1991) | |
| Grécia | 70 | 0 | 26 | ||
| Espanha | 76 | 2 | 16 | 0,98 (1990) | |
| França | 54 | 17 | 21 | 1, 8 (1993) | |
| Irlanda | 80 | 11 | 9 | ||
| Itália | 67 | 6 | 8 | ||
| Luxemburgo | 67 | 2 | 31 | ||
| Países Baixos | 47 | 36 | 17 | 3,20 (1990) | |
| Portugal | 66 | 4 | 28 | ||
| Reino Unido | 66 | 24 | 10 | 3, 3 (1993) | |
| Áustria | 41 | 23 | 22 | ||
| Finlândia | 72 | 143 | 11 | 1,48 (1987) | |
| Suécia | 43 | 22 | 18 | 16* | 4,10 (1992) |
| UE | 56 | 18 | 21 | ||
* Sector das cooperativas
Fonte: Formas de propriedade: ECODHAS; Custos: Stephens (1996)
| País | IVA sobre as reparações | IVA sobre os novos alojamentos | Imposto de selo | 1993 Imposto sobre o valor do aluguer | Redução de juros | Redução de juros sobre a manutenção | Imposto sobre o lucro da venda | 1994 Acções em vista | 1995 Diferenças actuais do incentivo fiscal |
| Países Baixos | 17,5 | 17,5 | 6 | S | S | S | Baixo rendimento | Em diminuição | |
| Suécia | 25,0 | 25,0 | S | S | S | S | Melhoria do alojamento
Subsídio de alojamento | Em diminuição | |
| Reino Unido | 17,5 | 0 | 1 | N | S | Melhoria do alojamento
Proprietários de habitação económica | Em diminuição | ||
| Dinamarca | 25 | 25 | 1 | S | S | (P) | Melhorias por idosos | Reduzido | |
| Alemanha | 15 | - | 2 | N | S | (P) | Baixos rendimentos | Estável | |
| Áustria | 10-20 | 10-20 | - | N | S | (P) | Baixos rendimentos | Estável | |
| França | 18,6 | 18,6 | 7,0 | S | S | S | Melhoria do alojamento | Em diminuição | |
| Bélgica | 6/19,5 | 12/17,5 | 12,5 | S | S | S | N/C | ||
| Luxemburgo | 15 | - | - | S | S | S | N/C | ||
| Finlândia | S | Jovens que adquirem habitação pela primeira vez | Em diminuição | ||||||
| Irlanda | 12,5 | 12,5 | 0 | N | S | Variedade de medidas | Em diminuição para os rendimentos mais elevados | ||
| Itália | 4/19 | 4 | 8 | N | S | S | Interessados em melhorias | Estável | |
| Espanha | 15 | 6/3 | - | S | S | S | S | Baixos rendimentos;
Melhorias por jovens | Em diminuição |
| Portugal | 5/16 | - | 10 | S | S | S | Estável | ||
| Grécia | 18 | - | 10 | S | S | S | Subsídios a empréstimos para compradores de baixos rendimentos | Estável |
S =sim; N = 0; (P) = se houver revenda a curto prazo
Fontes: Hedman (1993) , ENHR Housing Finance Working Group (1995)
| País | Mecanismos de incentivo para o proprietário | Percentagem de locatários privados que beneficiam de incentivos | Encargos sobre os rendimentos dos alugueres líquidos médios (após incentivo) |
| Portugal | Incentivo fiscal sobre o aluguer | n.a. | 10 (antigo), 30 (novo) |
| Irlanda | Incentivo fiscal sobre o aluguer | n.a. | 16 |
| Grécia | Incentivo fiscal sobre o aluguer | n.a. | n.a. |
| Espanha | Incentivo fiscal sobre o aluguer | n.a. | 18 |
| França | Subsídio à habitação | 20 | 17 |
| Dinamarca | Subsídio à habitação | 19 | 20 |
| Países Baixos | Subsídio à habitação | 13 | 20 |
| Alemanha | Subsídio à habitação | 10 | 21 |
| Reino Unido | Subsídio à habitação | 25 | 22 |
| Suécia | Subsídio à habitação | 9 | 27 |
| Luxemburgo | Subsídio à habitação | n.a. | 29 |
Fonte: Hedman (1993)
| País | No de Pessoas por quarto | Espaço por pessoa | Alojamento unifamiliar | % de Alojamentos anterior a 1918 | % de unidades sem banheira / chuveiro | Proporção de alojamentos de boa qualidade | Alojamentos com aquecimento central | Média de todos os indicadores |
| Bélgica | 0,19 | n.a. | 0,16 | -0,29 | n.a. | -0,21 | -0,14 | -0,06 |
| Dinamarca | 0,15 | 0,49 | 0,01 | -0,02 | +0,25 | +0,21 | 0,86 | 0,21 |
| Finlândia | 0.01 | -0.10 | -0.11 | 0.38 | -0.13 | n.a. | 0,40 | 0,12 |
| França | 0,12 | -0,03 | -0,08 | -0,39 | -0,38 | n.a. | n.a. | 0,00 |
| Grécia | -0,18 | -0,24 | -0,32 | 0,57 | +0,100 | n.a. | -0,80 | -0,33 |
| Irlanda | -0,16 | -0,21 | 0,44 | -0.38 | n.a. | n.a. | -0,74 | -0,21 |
| Itália | -0,12 | -0,12 | n.a. | 0,14 | n.a. | -0,39 | -0,23 | -0,14 |
| Luxemburgo | 0,25 | 0,15 | 0,11 | -0,10 | n.a. | 0,11 | 0,26 | 0,12 |
| Países Baixos | 0,22 | n.a. | 0,11 | 0,38 | -0,88 | 0,11 | 0,43 | 0,36 |
| Portugal | -0,39 | n.a. | -0,05 | -0,24 | +0,175 | 0,07 | n.a. | -0,47 |
| Espanha | -0,10 | -0,27 | n.a. | 0,29 | -0,25 | -0,32 | -0,105 | -0,24 |
| Reino Unido | 0,20 | -0,18 | 0,27 | -0,38 | -0,88 | 0,19 | 0,49 | 0,21 |
| Suécia | 0,26 | 0,42 | -0,27 | 0,38 | -0,88 | n.a. | n.a. | 0,33 |
| Alemanha (BDR) | 0,16 | 0,06 | -0,21 | 0,05 | -0,50 | n.a. | 0,29 | 0,18 |
| Áustria | -0,45 | -0,18 | n.a. | n.a. | +0,50 | 0,14 | 0,26 | -0,15 |
Fonte: Hedman (1993)
| Caso em estudo | Financiamento europeu | Agências participantes | Projecto | Utilização dos financiamentos da UE |
| 1. WOHNforum (Munique) | Pobreza 3 | - instituições de caridade
- autoridades locais | formação profissional e participação no design e na renovação de edifícios para apartamentos e escritórios | - para "passarem" ao investimento na habitação
- para estimular financiamentos suplementares aos investimentos na habitação |
| 2. Hamburg Eimsbüttel | Pobreza 3 | - voluntariado
- ministérios estatais | projecto multidimensional destinado a enfrentar a exclusão social, incluindo as melhorias ambientais | - para fins não ligados à habitação mas concentrados em especial nas propriedades residenciais
- para estimular os financiamentos suplementares aos investimentos ligados à habitação |
| 3. Bremen Tenever | Projecto-piloto urbano | - parceria regional
- sociedades de construção de habitação | projecto multidimensional destinado a enfrentar a exclusão social com particular atenção para a valorização da qualidade, incluindo a criação de um serviço de portaria | - para fins não ligados à habitação mas concentrados em especial nas propriedades residenciais
- para "passarem" a actividades ligadas à habitação |
| 4. Partick Housing Association | RENEVAL (FEDER) Iniciativa comunitária | - Partick HA
- Scottish Homes - Glasgow Development Agency | fornecimento de locais de trabalho | - por parte de associações de construção de alojamentos que diversificam as suas operações envolvendo actividades elegíveis para financiamento pela UE
- para apoiar actividades não ligadas à habitação e que tornam financeiramente viável o desenvolvimento dos centros residenciais |
| 5. Wise Group | Fundo Social Europeu | - autoridades locais
- agências de formação proissional - departamentos governamentais | actividades de formação graças a projectos socialmente úteis (por exemplo, isolamento dos alojamentos) | - para "passarem" a projectos ligados à habitação |
| 6. SHARE | Fundo Social Europeu | - SHARE
- Scottish Homes | formação com vista à a obtenção de qualificações no domínio da habitação | - para "passarem " a projectos ligados à habitação |
Fonte: Stephens et al. 1996
European Parliament: 12/1996