Processo : 2019/0254(COD)
Ciclo de vida em sessão
Ciclo relativo ao documento : A9-0101/2020

Textos apresentados :

A9-0101/2020

Debates :

OJ 15/12/2020 - 17

Votação :

Textos aprovados :


<Date>{11/05/2020}11.5.2020</Date>
<NoDocSe>A9-0101/2020</NoDocSe>
PDF 505kWORD 171k

<TitreType>RELATÓRIO</TitreType>     <RefProcLect>***I</RefProcLect>

<Titre>sobre a proposta de regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho que estabelece determinadas disposições transitórias para o apoio do Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER) e do Fundo Europeu Agrícola de Garantia (FEAGA) em 2021 e que altera os Regulamentos (UE) n.º 228/2013, (UE) n.º 229/2013 e (UE) n.º 1308/2013 no respeitante aos recursos e à sua distribuição em relação ao exercício de 2021, bem como os Regulamentos (UE) n.º 1305/2013, (UE) n.º 1306/2013 e (UE) n.º 1307/2013 no respeitante aos seus recursos e à sua aplicabilidade em 2021</Titre>

<DocRef>(COM(2019)0581 – C9-0162/2019 – 2019/0254(COD))</DocRef>


<Commission>{AGRI}Comissão da Agricultura e do Desenvolvimento Rural</Commission>

Relatora: <Depute>Elsi Katainen</Depute>

PROJETO DE RESOLUÇÃO LEGISLATIVA DO PARLAMENTO EUROPEU
 EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS
 CARTA DA COMISSÃO DOS ORÇAMENTOS
 PARECER DA COMISSÃO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL
 PROCESSO DA COMISSÃO COMPETENTE QUANTO À MATÉRIA DE FUNDO
 VOTAÇÃO NOMINAL FINAL NA COMISSÃO COMPETENTE QUANTO À MATÉRIA DE FUNDO

PROJETO DE RESOLUÇÃO LEGISLATIVA DO PARLAMENTO EUROPEU

sobre a proposta de regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho que estabelece determinadas disposições transitórias para o apoio do Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER) e do Fundo Europeu Agrícola de Garantia (FEAGA) em 2021 e que altera os Regulamentos (UE) n.º 228/2013, (UE) n.º 229/2013 e (UE) n.º 1308/2013 no respeitante aos recursos e à sua distribuição em relação ao exercício de 2021, bem como os Regulamentos (UE) n.º 1305/2013, (UE) n.º 1306/2013 e (UE) n.º 307/2013 no respeitante aos seus recursos e à sua aplicabilidade em 2021

(COM(2019)0581 – C9-0162/2019 – 2019/0254(COD))

 

(Processo legislativo ordinário: primeira leitura)

O Parlamento Europeu,

 Tendo em conta a proposta da Comissão ao Parlamento Europeu e ao Conselho (COM(2019)0581),

 Tendo em conta o artigo 294.º, n.º 2, o artigo 43.º, n.º 2 e o artigo 349.º do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia, nos termos dos quais a proposta lhe foi apresentada pela Comissão (C9-0162/2019),

 Tendo em conta o artigo 294.º, n.º 3, do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia,

 Tendo em conta o parecer do Comité Económico e Social Europeu de ... [1],

 Tendo em conta o parecer do Comité das Regiões de ... [2],

 Tendo em conta o parecer do Tribunal de Contas de 26 de fevereiro de 2020[3],

 Tendo em conta o Artigo 59.º do seu Regimento,

 Tendo em conta o parecer da Comissão do Desenvolvimento Regional,

 Tendo em conta a carta da Comissão dos Orçamentos,

 Tendo em conta o relatório da Comissão da Agricultura e do Desenvolvimento Rural (A9-0101/2020),

1. Aprova a posição em primeira leitura que se segue;

2. Requer à Comissão que lhe submeta de novo a sua proposta, se a substituir, se a alterar substancialmente ou se pretender alterá-la substancialmente;

3. Encarrega o seu Presidente de transmitir a posição do Parlamento ao Conselho, à Comissão e aos parlamentos nacionais.

<RepeatBlock-Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>1</NumAm>

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 2</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

(2) A Comissão propôs relacionar a PAC com o desempenho («modelo de prestação»). No novo quadro jurídico, a União estabelece os parâmetros políticos básicos (objetivos da PAC e requisitos básicos), cabendo aos Estados-Membros maior iniciativa e responsabilidade relativamente ao modo de cumprimento dos objetivos e das metas acordadas. Assim, os Estados-Membros devem elaborar planos estratégicos da PAC, que devem ser apresentados para aprovação pela Comissão e executados pelos Estados‑Membros.

(2) A Comissão propôs relacionar a PAC com o desempenho («modelo de prestação»). No novo quadro jurídico, a União estabelece os parâmetros políticos (objetivos da PAC e requisitos básicos). É essencial um quadro da União sólido para assegurar que a PAC permanece uma política comum e garantir condições equitativas. Os Estados-Membros devem também ter maior responsabilidade relativamente ao modo de cumprimento dos objetivos e das metas acordadas. Assim, os Estados-Membros devem elaborar planos estratégicos da PAC, baseados numa análise ex ante e numa avaliação das necessidades, que devem ser apresentados para aprovação pela Comissão e executados pelos Estados‑Membros.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>2</NumAm>

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 2-A (novo)</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

 

(2-A) Com vista à nova reforma da PAC e tendo em conta as novas ambições estabelecidas na Comunicação da Comissão, de 11 de dezembro de 2019, sobre o Pacto Ecológico Europeu («o Pacto Ecológico Europeu»), os Estados‑Membros devem promover ainda mais as medidas agroambientais e relacionadas com o clima em vigor e quaisquer outros instrumentos que possam ajudar os agricultores nos seus esforços para uma transição ecológica.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>3</NumAm>

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 2-B (novo)</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

 

(2-B) Na sua Resolução, de 14 de novembro de 2018, sobre o Quadro Financeiro Plurianual 2021-2027 - Posição do Parlamento com vista a um acordo1-A, o Parlamento Europeu tomou posição a favor da manutenção do financiamento da PAC para a UE-27 ao nível do orçamento de 2014-2020 em termos reais, adicionando o montante inicial da reserva agrícola, a saber 283 255 milhões de EUR a preços de 2018 (432 946 milhões de EUR a preços correntes). Os valores referidos no presente regulamento devem, por conseguinte, ser calculados com base nos valores acordados para o QFP 2021-2027 ou, se este não for adotado atempadamente, com base nos limites máximos e alargados de 2020 e nas disposições previstas no artigo 312.º, n.º 4, do TFUE.

 

__________________

 

1-A P8_TA(2018)0449.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>4</NumAm>

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 3</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

(3) O processo legislativo não foi concluído a tempo de os Estados-Membros e a Comissão prepararem todos os elementos necessários para aplicar o novo quadro jurídico e os planos estratégicos da PAC a partir de 1 de janeiro de 2021, tal como inicialmente proposto pela Comissão.

(3) O processo legislativo não foi concluído a tempo de os Estados-Membros e a Comissão prepararem todos os elementos necessários para aplicar o novo quadro jurídico e os planos estratégicos da PAC a partir de 1 de janeiro de 2021, tal como inicialmente proposto pela Comissão. Esse atraso gera incerteza e riscos para os agricultores e todo o setor agrícola. A fim de atenuar essa incerteza, o presente regulamento deve prever a continuidade da aplicação das regras em vigor, assim como a continuação dos pagamentos aos agricultores e a outros beneficiários, proporcionando, assim, previsibilidade e estabilidade durante o período de transição até à data de aplicação do novo quadro jurídico («período de transição»).

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>5</NumAm>

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 3-A (novo)</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

 

(3-A) A continuidade e a previsibilidade do apoio aos agricultores através da PAC são fundamentais para a estabilidade do setor agrícola, bem como para a manutenção da vitalidade das regiões e zonas rurais, e contribuem para a sustentabilidade ambiental.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>6</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 4</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

(4) Por conseguinte, a fim de assegurar que possa ser concedido apoio aos agricultores e a outros beneficiários do Fundo Europeu Agrícola de Garantia (FEAGA) e do Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER) em 2021, a União deve continuar a conceder esse apoio por mais um ano ao abrigo do quadro jurídico vigente, que abrange o período 2014-2020. O quadro jurídico vigente consiste, nomeadamente, nos Regulamentos (UE) n.º 1303/20137, (UE) n.º 1305/20138, (UE) n.º 1306/20139, (UE) n.º 1307/201310, (UE) n.º 1308/201311, (UE) n.º 228/201312 e (UE) n.º 229/201313 do Parlamento Europeu e do Conselho.  Além disso, para facilitar a transição dos regimes de apoio existentes para o novo quadro jurídico, que abrange o período que começa em 1 de janeiro de 2022, devem ser estabelecidas regras para regulamentar a forma como determinados apoios concedidos numa base plurianual serão integrados no novo quadro jurídico.

(4) Por conseguinte, a fim de assegurar que possa ser concedido apoio aos agricultores e a outros beneficiários do Fundo Europeu Agrícola de Garantia (FEAGA) e do Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER) em 2021 e, quando aplicável, em 2022, a União deve continuar a conceder esse apoio por um ano ou, quando aplicável, por mais dois anos, ao abrigo do quadro jurídico vigente, que abrange o período 2014-2020. Os Estados-Membros devem garantir a continuidade ininterrupta desse apoio aos agricultores e a outros beneficiários durante o período de transição. O quadro jurídico vigente consiste, nomeadamente, nos Regulamentos (UE) n.º 1303/20137, (UE) n.º 1305/20138, (UE) n.º 1306/20139, (UE) n.º 1307/201310, (UE) n.º 1308/201311, (UE) n.º 228/201312 e (UE) n.º 229/201313 do Parlamento Europeu e do Conselho.  Além disso, para facilitar a transição dos regimes de apoio existentes para o novo quadro jurídico, que é suposto abranger o período que começa em 1 de janeiro de 2022, devem ser estabelecidas regras para regulamentar a forma como determinados apoios concedidos numa base plurianual serão integrados no novo quadro jurídico.

__________________

__________________

7 Regulamento (UE) n.º 1303/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 17 de dezembro de 2013, que estabelece disposições comuns relativas ao Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, ao Fundo Social Europeu, ao Fundo de Coesão, ao Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural e ao Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas, que estabelece disposições gerais relativas ao Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, ao Fundo Social Europeu, ao Fundo de Coesão e ao Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas, e que revoga o Regulamento (CE) n.º 1083/2006 do Conselho (JO L 347 de 20.12.2013, p. 320).

7 Regulamento (UE) n.º 1303/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 17 de dezembro de 2013, que estabelece disposições comuns relativas ao Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, ao Fundo Social Europeu, ao Fundo de Coesão, ao Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural e ao Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas, que estabelece disposições gerais relativas ao Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, ao Fundo Social Europeu, ao Fundo de Coesão e ao Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas, e que revoga o Regulamento (CE) n.º 1083/2006 do Conselho (JO L 347 de 20.12.2013, p. 320).

8 Regulamento (UE) n.º 1305/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 17 de dezembro de 2013, relativo ao apoio ao desenvolvimento rural pelo Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER) e que revoga o Regulamento (CE) n.º 1698/2005 do Conselho (JO L 347 de 20.12.2013, p. 487).

8 Regulamento (UE) n.º 1305/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 17 de dezembro de 2013, relativo ao apoio ao desenvolvimento rural pelo Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER) e que revoga o Regulamento (CE) n.º 1698/2005 do Conselho (JO L 347 de 20.12.2013, p. 487).

9 Regulamento (UE) n.º 1306/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 17 de dezembro de 2013, relativo ao financiamento, à gestão e ao acompanhamento da política agrícola comum e que revoga os Regulamentos (CEE) n.º 352/78, (CE) n.º 165/94, (CE) n.º 2799/98, (CE) n.º 814/2000, (CE) n.º 1290/2005 e (CE) n.º 485/2008 do Conselho (JO L 347 de 20.12.2013, p. 549).

9 Regulamento (UE) n.º 1306/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 17 de dezembro de 2013, relativo ao financiamento, à gestão e ao acompanhamento da política agrícola comum e que revoga os Regulamentos (CEE) n.º 352/78, (CE) n.º 165/94, (CE) n.º 2799/98, (CE) n.º 814/2000, (CE) n.º 1290/2005 e (CE) n.º 485/2008 do Conselho (JO L 347 de 20.12.2013, p. 549).

10 Regulamento (UE) n.º 1307/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 17 de dezembro de 2013, que estabelece regras para os pagamentos diretos aos agricultores ao abrigo de regimes de apoio no âmbito da política agrícola comum e que revoga o Regulamento (CE) n.º 637/2008 do Conselho e o Regulamento (CE) n.º 73/2009 do Conselho (JO L 347 de 20.12.2013, p. 608).

10 Regulamento (UE) n.º 1307/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 17 de dezembro de 2013, que estabelece regras para os pagamentos diretos aos agricultores ao abrigo de regimes de apoio no âmbito da política agrícola comum e que revoga o Regulamento (CE) n.º 637/2008 do Conselho e o Regulamento (CE) n.º 73/2009 do Conselho (JO L 347 de 20.12.2013, p. 608).

11 Regulamento (UE) n.º 1308/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 17 de dezembro de 2013, que estabelece uma organização comum dos mercados dos produtos agrícolas e que revoga os Regulamentos (CEE) n.º 922/72, (CEE) n.º 234/79, (CE) n.º 1037/2001 e (CE) n.º 1234/2007 do Conselho (JO L 347 de 20.12.2013, p. 671).

11 Regulamento (UE) n.º 1308/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 17 de dezembro de 2013, que estabelece uma organização comum dos mercados dos produtos agrícolas e que revoga os Regulamentos (CEE) n.º 922/72, (CEE) n.º 234/79, (CE) n.º 1037/2001 e (CE) n.º 1234/2007 do Conselho (JO L 347 de 20.12.2013, p. 671).

12 Regulamento (UE) n.º 228/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 13 de março de 2013, que estabelece medidas específicas no domínio da agricultura a favor das regiões ultraperiféricas da União e revoga o Regulamento (CE) n.º 247/2006 do Conselho (JO L 78 de 20.3.2013, p. 23).

12 Regulamento (UE) n.º 228/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 13 de março de 2013, que estabelece medidas específicas no domínio da agricultura a favor das regiões ultraperiféricas da União e revoga o Regulamento (CE) n.º 247/2006 do Conselho (JO L 78 de 20.3.2013, p. 23).

13 Regulamento (UE) n.º 229/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 13 de março de 2013, que estabelece medidas específicas no domínio agrícola a favor das ilhas menores do mar Egeu e revoga o Regulamento (CE) n.º 1405/2006 do Conselho (JO L 78 de 20.3.2013, p. 41).

13 Regulamento (UE) n.º 229/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 13 de março de 2013, que estabelece medidas específicas no domínio agrícola a favor das ilhas menores do mar Egeu e revoga o Regulamento (CE) n.º 1405/2006 do Conselho (JO L 78 de 20.3.2013, p. 41).

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>7</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 4-A (novo)</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

 

(4-A) O presente regulamento deve conceder aos Estados-Membros tempo suficiente para preparar os respetivos planos estratégicos nacionais da PAC, bem como as estruturas administrativas necessárias para a aplicação bem‑sucedida do novo quadro jurídico. Isso não deve desencorajar os Estados‑Membros de apresentarem os respetivos planos estratégicos nacionais em tempo útil. Todos os planos estratégicos da PAC devem estar prontos para entrar em vigor após o termo do período de transição, proporcionando ao setor agrícola uma estabilidade e uma segurança muito necessárias.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>8</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 4-B (novo)</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

 

(4-B) Os Estados-Membros e a Comissão devem consultar amplamente os agricultores e todas as partes interessadas pertinentes durante a elaboração dos planos estratégicos da PAC dos Estados‑Membros, a fim de alcançar uma modernização e uma simplificação bem‑sucedidas da PAC e contribuir para o Pacto Ecológico Europeu e a estratégia «do prado ao prato». Os trabalhos preparatórios sobre o desenvolvimento dos planos estratégicos da PAC dos Estados-Membros devem ser iniciados sem demora, a fim de assegurar uma transição harmoniosa dos beneficiários para o novo período de programação.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>9</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 5</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

(5) Tendo em conta que a União deve continuar a apoiar o desenvolvimento rural em 2021, os Estados-Membros que demonstrem estar em risco de exaurir os fundos que lhes estão atribuídos e não ter capacidade para assumir novos compromissos jurídicos em conformidade com o Regulamento (UE) n.º 1305/2013 devem ter a possibilidade de prorrogar os seus programas de desenvolvimento rural ou alguns dos seus programas regionais de desenvolvimento rural apoiados pelo FEADER até 31 de dezembro de 2021, e de financiar esses programas prorrogados a partir da dotação orçamental correspondente no ano de 2021. Os programas objeto de prorrogação devem ter como objetivo manter, pelo menos, o mesmo nível global de ambição em matéria de ambiente e de clima.

(5) Tendo em conta que a União deve continuar a apoiar o desenvolvimento rural ao longo do período de transição, os Estados-Membros que demonstrem estar em risco de exaurir os fundos que lhes estão atribuídos e não ter capacidade para assumir novos compromissos jurídicos para todas ou determinadas medidas e para as despesas daí resultantes em conformidade com o Regulamento (UE) n.º 1305/2013 devem ter a possibilidade de prorrogar os seus programas de desenvolvimento rural ou alguns dos seus programas regionais de desenvolvimento rural apoiados pelo FEADER ao longo do período de transição, e de financiar esses programas prorrogados a partir da dotação orçamental nos anos correspondentes. Os programas objeto de prorrogação devem ter como objetivo manter, pelo menos, o mesmo nível global de ambição em matéria de ambiente e de clima , exigindo, assim, a mesma percentagem de contribuição do FEADER para as medidas a que se refere o artigo 59.º, n.º 6, do referido regulamento.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>10</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 6</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

(6) Uma vez que alguns Estados‑Membros podem ainda ter fundos disponibilizados pela União em anos anteriores, os Estados-Membros deverão também ter a possibilidade de não prorrogar os seus programas de desenvolvimento rural ou alguns dos seus programas regionais de desenvolvimento rural. Esses Estados-Membros devem ter a possibilidade de transferir a dotação orçamental do FEADER para 2021, ou a parte da dotação orçamental do FEADER correspondente aos programas regionais de desenvolvimento rural que não foram objeto de prorrogação, para as dotações financeiras de 2022 a 2025, em conformidade com o Regulamento (UE) .../... do Conselho [Regulamento que estabelece o quadro financeiro plurianual para o período de 2021 a 2027]14.

(6) Uma vez que alguns Estados‑Membros podem ainda ter fundos disponibilizados pela União em anos anteriores, os Estados-Membros deverão também ter a possibilidade de não prorrogar os seus programas de desenvolvimento rural ou alguns dos seus programas regionais de desenvolvimento rural ou de completar os fundos remanescentes com parte das dotações relativas aos anos do período de transição, se for caso disso. Esses Estados-Membros devem ter a possibilidade de transferir a dotação orçamental do FEADER para 2021 ou, quando aplicável, para 2022, ou a parte da dotação orçamental do FEADER que não foi utilizada para prorrogar os seus programas regionais de desenvolvimento rural, para as dotações financeiras dos anos  remanescentes do período de programação, em conformidade com o Regulamento (UE) .../... do Conselho [Regulamento que estabelece o quadro financeiro plurianual para o período de 2021 a 2027]14.

__________________

__________________

14 Regulamento QFP (JO L  de , p. ).

14 Regulamento QFP (JO L  de , p. ).

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>11</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 7</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

(7) Para que a Comissão possa apresentar o planeamento financeiro necessário e os ajustamentos correspondentes da repartição anual do apoio da União estabelecida no anexo do Regulamento (UE) n.º 1305/2013, os Estados-Membros devem informá-la, logo após a entrada em vigor do presente regulamento, da eventual prorrogação dos seus programas nacionais de desenvolvimento rural e, no caso dos programas regionais de desenvolvimento rural, que programas decidem prorrogar e, consequentemente, que montante da dotação orçamental para 2021 não pode ser transferido para os anos seguintes.

(7) Para que a Comissão possa apresentar o planeamento financeiro necessário e os ajustamentos correspondentes da repartição anual do apoio da União estabelecida no anexo do Regulamento (UE) n.º 1305/2013, os Estados-Membros devem informá-la, logo após a entrada em vigor do presente regulamento, da eventual prorrogação dos seus programas nacionais de desenvolvimento rural, no caso dos programas regionais de desenvolvimento rural, que programas decidem prorrogar e se tencionam financiá-los parcialmente com os fundos remanescentes da dotação orçamental anterior e, consequentemente, que montante da dotação orçamental para os anos do período de transição não pode ser transferido para os anos seguintes.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>12</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 8</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

(8) O Regulamento (UE) n.º 1303/2013 estabelece regras comuns aplicáveis ao FEADER e a outros fundos que dependem de um quadro comum. Esse regulamento deve continuar a aplicar-se aos programas apoiados pelo FEADER no período de programação 2014-2020, bem como aos programas apoiados pelo FEADER relativamente aos quais os Estados-Membros decidam prorrogar esse período até 31 de dezembro de 2021. Para esses Estados-Membros, o acordo de parceria estabelecido para o período compreendido entre 1 de janeiro de 2014 e 31 de dezembro de 2020, em conformidade com o Regulamento (UE) n.º 1303/2013, deve continuar a ser utilizado como documento estratégico pelos Estados-Membros e pela Comissão no que diz respeito à execução do apoio concedido pelo FEADER no ano de programação de 2021.

(8) O Regulamento (UE) n.º 1303/2013 estabelece regras comuns aplicáveis ao FEADER e a outros fundos que dependem de um quadro comum. Esse regulamento deve continuar a aplicar-se aos programas apoiados pelo FEADER no período de programação 2014-2020, bem como aos programas apoiados pelo FEADER relativamente aos quais os Estados-Membros decidam prorrogar esse período até 31 de dezembro de 2021 ou, quando aplicável, até 31 de dezembro de 2022. Para esses Estados-Membros, o acordo de parceria estabelecido para o período compreendido entre 1 de janeiro de 2014 e 31 de dezembro de 2020, em conformidade com o Regulamento (UE) n.º 1303/2013, deve continuar a ser utilizado como documento estratégico pelos Estados-Membros e pela Comissão no que diz respeito à execução do apoio concedido pelo FEADER no ano de programação de 2021 ou, quando aplicável, no ano de programação de 2022.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>13</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 10</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

(10) O Regulamento (UE) n.º 1310/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho15 e o Regulamento Delegado (UE) n.º 807/201416 da Comissão preveem que as despesas relativas a determinados compromissos de longo prazo, assumidos ao abrigo de certos regulamentos que apoiaram o desenvolvimento rural antes do Regulamento (UE) n.º 1305/2013, devem continuar a ser pagas pelo FEADER no período de programação 2014-2020, sob determinadas condições. Essas despesas devem igualmente continuar a ser elegíveis nas mesmas condições, durante o período do respetivo compromisso jurídico, no ano de programação de 2021. Por motivos de clareza e de segurança jurídica, importa igualmente esclarecer que os compromissos jurídicos assumidos ao abrigo de medidas correspondentes às medidas do Regulamento (UE) n.º 1305/2013 às quais se aplique o sistema integrado de gestão e de controlo devem estar sujeitos a este sistema, e que os pagamentos relativos a estes compromissos jurídicos devem ser efetuados no período compreendido entre 1 de dezembro e 30 de junho do ano civil seguinte.

(10) O Regulamento (UE) n.º 1310/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho15 e o Regulamento Delegado (UE) n.º 807/2014 da Comissão16 preveem que as despesas relativas a determinados compromissos de longo prazo, assumidos ao abrigo de certos regulamentos que apoiaram o desenvolvimento rural antes do Regulamento (UE) n.º 1305/2013, devem continuar a ser pagas pelo FEADER no período de programação 2014-2020, sob determinadas condições. Essas despesas devem igualmente continuar a ser elegíveis nas mesmas condições, durante o período do respetivo compromisso jurídico, no ano de programação de 2021 ou, quando aplicável, no ano de programação de 2022. Por motivos de clareza e de segurança jurídica, importa igualmente esclarecer que os compromissos jurídicos assumidos ao abrigo de medidas correspondentes às medidas do Regulamento (UE) n.º 1305/2013 às quais se aplique o sistema integrado de gestão e de controlo devem estar sujeitos a este sistema, e que os pagamentos relativos a estes compromissos jurídicos devem ser efetuados no período compreendido entre 1 de dezembro e 30 de junho do ano civil seguinte.

__________________

__________________

15 Regulamento (UE) n.º 1310/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 17 de dezembro de 2013, que estabelece certas disposições transitórias relativas ao apoio ao desenvolvimento rural pelo Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER), que altera o Regulamento (UE) n.º 1305/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho no que se refere aos recursos e à sua distribuição em relação ao exercício de 2014, bem como o Regulamento (CE) n.º 73/2009 do Conselho e os Regulamentos (UE) n.º 1307/2013, (UE) n.º 1306/2013 e (UE) n.º 1308/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho no que se refere à sua aplicação em 2014 (JO L 347 de 20.12.2013, p. 865).

15 Regulamento (UE) n.º 1310/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 17 de dezembro de 2013, que estabelece certas disposições transitórias relativas ao apoio ao desenvolvimento rural pelo Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER), que altera o Regulamento (UE) n.º 1305/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho no que se refere aos recursos e à sua distribuição em relação ao exercício de 2014, bem como o Regulamento (CE) n.º 73/2009 do Conselho e os Regulamentos (UE) n.º 1307/2013, (UE) n.º 1306/2013 e (UE) n.º 1308/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho no que se refere à sua aplicação em 2014 (JO L 347 de 20.12.2013, p. 865).

16 Regulamento Delegado (UE) n.º 807/2014 da Comissão, de 11 de março de 2014, que complementa o Regulamento (UE) n.º 1305/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho, relativo ao apoio ao desenvolvimento rural pelo Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER), e que estabelece disposições transitórias (JO L 227 de 31.7.2014, p. 1).

16 Regulamento Delegado (UE) n.º 807/2014 da Comissão, de 11 de março de 2014, que complementa o Regulamento (UE) n.º 1305/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho, relativo ao apoio ao desenvolvimento rural pelo Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER), e que estabelece disposições transitórias (JO L 227 de 31.7.2014, p. 1).

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>14</NumAm>

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 14</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

(14) Tendo em conta que os planos estratégicos da PAC a elaborar pelos Estados-Membros em conformidade com o novo quadro jurídico são aplicáveis a partir de 1 de janeiro de 2022, devem ser estabelecidas regras transitórias para regulamentar a transição dos regimes de apoio existentes para o novo quadro jurídico, nomeadamente o Regulamento (UE) .../... do Parlamento Europeu e do Conselho18 [Regulamento Plano Estratégico da PAC].

(14) Tendo em conta que os planos estratégicos da PAC a elaborar pelos Estados-Membros em conformidade com o novo quadro jurídico são aplicáveis a partir de 1 de janeiro de 2022 ou 1 de janeiro de 2023, consoante aplicável, devem ser estabelecidas regras transitórias para regulamentar a transição dos regimes de apoio existentes para o novo quadro jurídico, nomeadamente o Regulamento (UE) .../... do Parlamento Europeu e do Conselho 18 [Regulamento Plano Estratégico da PAC]. Em conformidade com os princípios definidos no Código de Conduta Europeu sobre Parcerias, estabelecido pelo Regulamento Delegado da Comissão (UE) n.º 240/201418-A, os Estados-Membros devem garantir a participação dos órgãos de poder local e regional e das organizações da sociedade civil, incluindo os beneficiários, em todas as fases de preparação, execução, acompanhamento e avaliação das medidas transitórias e dos programas.

__________________

__________________

18 Regulamento (UE) .../... do Parlamento Europeu e do Conselho [CAP Strategic Plan] (JO L ... de ..., p. ...).

18 Regulamento (UE) .../... do Parlamento Europeu e do Conselho [Plano Estratégico da PAC] (JO L ... de ..., p. ...).

 

18-A Regulamento Delegado da Comissão (UE) n.º 240/2014, de 7 de janeiro de 2014, relativo ao código de conduta europeu sobre parcerias no âmbito dos Fundos Europeus Estruturais e de Investimento (JO L 74 de 14.3.2014, p.1).

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>15</NumAm>

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 14-A (novo)</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

 

(14-A) As regras transitórias previstas pelo presente regulamento destinam-se a possibilitar a prorrogação das medidas atualmente em vigor durante o período de transição. Durante o período de transição e de modo a preparar, tanto quanto possível, a aplicação do futuro quadro jurídico reformulado para a PAC, os Estados-Membros, nos seus trabalhos e nas suas consultas sobre a prefiguração dos futuros planos estratégicos nacionais da PAC, devem centrar-se nas novas ferramentas previstas e, em especial, na possibilidade de novos setores desenvolverem programas operacionais.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>16</NumAm>

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 16</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

(16) O Regulamento (UE) n.º 1308/2013 estabelece regras para a organização comum dos mercados agrícolas e inclui determinados regimes de ajuda nos artigos 29.º a 60.º. Esses regimes de ajuda devem ser integrados nos futuros planos estratégicos da PAC dos Estados Membros enquanto intervenções setoriais, tal como referidas no artigo 39.º, alíneas a) a e), do Regulamento (UE) .../... [Regulamento Plano Estratégico da PAC]. Para assegurar a coerência, a continuidade e uma transição sem sobressaltos entre os regimes de ajuda previstos no Regulamento (UE) n.º 1308/2013 e as intervenções setoriais previstas no Regulamento (UE) .../... [Regulamento Plano Estratégico da PAC], devem ser estabelecidas regras relativas à duração de cada um desses regimes de ajuda em função da data a partir da qual os futuros planos estratégicos da PAC dos Estados-Membros produzam efeitos jurídicos.

(16) O Regulamento (UE) n.º 1308/2013 estabelece regras para a organização comum dos mercados agrícolas e inclui determinados regimes de ajuda nos artigos 29.º a 60.º. Esses regimes de ajuda devem ser integrados nos futuros planos estratégicos da PAC dos Estados Membros enquanto intervenções setoriais, tal como referidas no artigo 39.º, alíneas a) a e), do Regulamento (UE) .../... [Regulamento Plano Estratégico da PAC]. Para assegurar a coerência, a continuidade e uma transição sem sobressaltos entre os regimes de ajuda previstos no Regulamento (UE) n.º 1308/2013 e as intervenções setoriais previstas no Regulamento (UE) .../... [Regulamento Plano Estratégico da PAC], devem ser estabelecidas regras relativas à duração de cada um desses regimes de ajuda.

<TitreJust>Justificação</TitreJust>

Deve possibilitar-se a salvaguarda dos programas setoriais em vigor até à data de finalização inicialmente prevista, a fim de garantir a segurança jurídica aos produtores.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>17</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 17</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

(17) No que se refere ao regime de ajuda para o setor do azeite e das azeitonas de mesa, os programas de trabalho existentes, elaborados para o período compreendido entre 1 de abril de 2018 e 31 de março de 2021, devem ser prorrogados até 31 de dezembro de 2021. No que se refere aos regimes de ajuda para o setor das frutas e produtos hortícolas, devem ser estabelecidas regras para a alteração ou substituição de programas operacionais.

(17) No que se refere ao regime de ajuda para o setor do azeite e das azeitonas de mesa, os programas de trabalho existentes, elaborados para o período compreendido entre 1 de abril de 2018 e 31 de março de 2021, devem ser prorrogados até ao fim do período de transição. No que se refere aos regimes de ajuda para o setor das frutas e dos produtos hortícolas, devem ser estabelecidas regras para a alteração ou substituição de programas operacionais. As organizações de produtores reconhecidas no setor das frutas e dos produtos hortícolas devem também ter a possibilidade de manter o programa operacional até ao seu termo.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>18</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 18</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

(18) A fim de assegurar a continuidade dos regimes de ajuda para o setor vitivinícola e o setor da apicultura, é necessário estabelecer regras para que esses regimes de ajuda continuem a ser executados até ao termo dos respetivos períodos de programação. Assim, certas disposições do Regulamento (UE) n.º 1306/2013 devem continuar a aplicar-se neste período às despesas incorridas e aos pagamentos efetuados para operações realizadas nos termos do Regulamento (UE) n.º 1308/2013 após 31 de dezembro de 2021, até ao termo desses regimes de ajuda.

(18) A fim de assegurar a continuidade dos regimes de ajuda para o setor das frutas e dos produtos hortícolas, o setor vitivinícola e o setor da apicultura, é necessário estabelecer regras para que esses regimes de ajuda continuem a ser executados até ao termo dos respetivos períodos de programação. Assim, certas disposições do Regulamento (UE) n.º 1306/2013 devem continuar a aplicar-se neste período às despesas incorridas e aos pagamentos efetuados para operações realizadas nos termos do Regulamento (UE) n.º 1308/2013 após 31 de dezembro de 2021, até ao termo desses regimes de ajuda e dos programas operacionais.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>19</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 19</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

(19) A fim de limitar uma transição significativa de autorizações do atual período de programação para o desenvolvimento rural para os planos estratégicos da PAC, a duração dos novos compromissos plurianuais para as medidas de agroambiente e clima, agricultura biológica e silvoambientais deve ser limitada a um período máximo de três anos. A prorrogação dos compromissos existentes deve ser limitada a um ano.

(19) A fim de limitar uma transição significativa de autorizações do atual período de programação para o desenvolvimento rural para os planos estratégicos da PAC, a duração dos novos compromissos plurianuais para as medidas de agroambiente e clima, agricultura biológica e bem-estar dos animais deve, regra geral, ser limitada a um período máximo de cinco anos. Após a entrada em vigor do Regulamento (UE) .../... [Regulamento Plano Estratégico da PAC], as regras relativas a esses compromissos devem ser adaptadas em conformidade com esse regulamento. A prorrogação dos compromissos existentes deve ser limitada a um ano.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>20</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 20</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

(20) O FEADER deve ter capacidade para apoiar projetos de desenvolvimento local de base comunitária criados em conformidade com as novas regras estabelecidas no Regulamento (UE) XXXX/XXXX [Novo RDC]. No entanto, a fim de evitar a não utilização de fundos destinados a projetos de desenvolvimento local de base comunitária no ano de programação de 2021, os Estados-Membros que decidam prorrogar os seus programas de desenvolvimento rural até 31 de dezembro de 2021 e que utilizem igualmente a possibilidade de transferir montantes dos pagamentos diretos para o desenvolvimento rural devem poder aplicar a dotação mínima de 5 % para o desenvolvimento local de base comunitária apenas à contribuição do FEADER para o desenvolvimento rural objeto de prorrogação até 31 de dezembro de 2021, calculada antes da transferência dos montantes do pagamento direto.

(20) O FEADER deve ter capacidade para apoiar projetos de desenvolvimento local de base comunitária criados em conformidade com as novas regras estabelecidas no Regulamento (UE) XXXX/XXXX [Novo RDC]. No entanto, a fim de evitar a não utilização de fundos destinados a projetos de desenvolvimento local de base comunitária no ano de programação de 2021 ou, quando aplicável, no ano de programação de 2022, os Estados-Membros que decidam prorrogar os seus programas de desenvolvimento rural e que utilizem igualmente a possibilidade de transferir montantes dos pagamentos diretos para o desenvolvimento rural devem poder aplicar a dotação mínima de 5 % para o desenvolvimento local de base comunitária apenas à contribuição do FEADER para o desenvolvimento rural objeto de prorrogação até 31 de dezembro de 2021 ou, quando aplicável, até 31 de dezembro de 2022, calculada antes da transferência dos montantes do pagamento direto.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>21</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 21</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

(21) A fim de assegurar a continuidade durante o período de transição, a reserva para crises no setor agrícola deve ser mantida para 2021 e deve ser previsto o valor da reserva para esse ano.

(21) A fim de assegurar a continuidade durante o período de transição, a reserva para crises no setor agrícola deve ser mantida para 2021 e, quando aplicável, para 2022, e deve ser previsto o valor da reserva para 2021 e, quando aplicável, para 2022.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>22</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 22</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

(22) No que diz respeito às disposições de pré-financiamento do FEADER, deve ficar claro que, caso os Estados-Membros decidam prorrogar o período 2014-2020 até 31 de dezembro de 2021, tal não deve conduzir à concessão de qualquer pré-financiamento adicional para os programas em causa.

(22) No que diz respeito às disposições de pré-financiamento do FEADER, deve ficar claro que, caso os Estados-Membros decidam prorrogar o período 2014-2020 até 31 de dezembro de 2021 ou, quando aplicável, até 31 de dezembro de 2022, tal não deve conduzir à concessão de qualquer pré-financiamento adicional para os programas em causa.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>23</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 23</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

(23) O artigo 11.º do Regulamento (UE) n.º 1307/2013 prevê atualmente que os Estados-Membros devem apenas notificar as suas decisões e o produto estimado da redução do montante dos pagamentos diretos a conceder a um agricultor, relativamente a um dado ano civil, da parte que exceda 150 000 EUR, para os anos de 2015 a 2020. Para se poder continuar a aplicar o sistema existente, os Estados-Membros devem também notificar as suas decisões e o produto da redução estimada para o ano civil de 2021.

(23) O artigo 11.º do Regulamento (UE) n.º 1307/2013 prevê atualmente que os Estados-Membros devem apenas notificar as suas decisões e o produto estimado da redução do montante dos pagamentos diretos a conceder a um agricultor, relativamente a um dado ano civil, da parte que exceda 150 000 EUR, para os anos de 2015 a 2020. Para se poder continuar a aplicar o sistema existente, os Estados-Membros devem também notificar as suas decisões e o produto da redução estimada para o ano civil de 2021 e, quando aplicável, para o ano civil de 2022.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>24</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 24</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

(24) O artigo 14.º do Regulamento (UE) n.º 1307/2013 permite que os Estados‑Membros transfiram fundos entre os pagamentos diretos e o desenvolvimento rural relativamente aos anos civis de 2014 a 2020. Para garantir que os Estados‑Membros podem manter a sua própria estratégia, importa também continuar a permitir a flexibilidade entre pilares no que respeita ao ano civil de 2021 (ou seja, no exercício financeiro de 2022).

(24) O artigo 14.º do Regulamento (UE) n.º 1307/2013 permite que os Estados‑Membros transfiram fundos entre os pagamentos diretos e o desenvolvimento rural relativamente aos anos civis de 2014 a 2020. Para garantir que os Estados‑Membros podem manter a sua própria estratégia, importa também continuar a permitir a flexibilidade entre pilares no que respeita ao ano civil de 2021 (ou seja, no exercício financeiro de 2022) e, quando aplicável, no que respeita ao ano civil de 2022 (ou seja, no exercício financeiro de 2023).

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>25</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 25</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

(25) Para que a Comissão possa fixar os limites máximos orçamentais em conformidade com o artigo 22.º, n.º 1, o artigo 36.º, n.º 4, o artigo 42.º, n.º 2, o artigo 47.º, n.º 3, o artigo 49.º, n.º 2, o artigo 51.º, n.º 4, e o artigo 53.º, n.º 7, do Regulamento (UE) n.º 1307/2013, é necessário que os Estados-Membros notifiquem, até 1 de agosto de 2020, as suas decisões sobre as dotações financeiras por regime para o ano civil de 2021.

(25) Para que a Comissão possa fixar os limites máximos orçamentais em conformidade com o artigo 22.º, n.º 1, o artigo 36.º, n.º 4, o artigo 42.º, n.º 2, o artigo 47.º, n.º 3, o artigo 49.º, n.º 2, o artigo 51.º, n.º 4, e o artigo 53.º, n.º 7, do Regulamento (UE) n.º 1307/2013, é necessário que os Estados-Membros notifiquem, até 1 de agosto de 2020, as suas decisões sobre as dotações financeiras por regime para o ano civil de 2021 e, quando aplicável, até 1 de agosto de 2021, as suas decisões sobre as dotações financeiras por regime para o ano civil de 2022.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>26</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 25-A (novo)</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

 

(25-A) Os Estados-Membros devem poder continuar a utilizar a ajuda nacional transitória durante o período de aplicação do presente regulamento. A fim de reduzir as diferenças competitivas entre os agricultores dos Estados-Membros, resultantes das diferenças no pagamento por hectare, os Estados-Membros devem manter a ajuda nacional transitória durante o período de transição.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>27</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 27</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

(27) Em conformidade com o atual quadro jurídico, os Estados-Membros notificaram, em 2014, as suas decisões até ao ano civil de 2020 no que diz respeito à repartição do limite máximo nacional anual do regime de pagamento de base pelas regiões e às eventuais alterações anuais progressivas para o período abrangido pelo Regulamento (UE) n.º 1307/2013. Os Estados-Membros também têm de notificar essas decisões para o ano civil de 2021.

(27) Em conformidade com o atual quadro jurídico, os Estados-Membros notificaram, em 2014, as suas decisões até ao ano civil de 2020 no que diz respeito à repartição do limite máximo nacional anual do regime de pagamento de base pelas regiões e às eventuais alterações anuais progressivas para o período abrangido pelo Regulamento (UE) n.º 1307/2013. Os Estados-Membros também têm de notificar essas decisões para o ano civil de 2021 e, quando aplicável, para o ano civil de 2022.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>28</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 28</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

(28) O mecanismo de convergência interna constitui o processo fundamental para uma distribuição mais equitativa do apoio direto ao rendimento entre agricultores. É cada vez mais difícil justificar a existência de significativas disparidades individuais com base em referências históricas antigas. No Regulamento (UE) n.º 1307/2013, o modelo de base da convergência interna consiste na aplicação pelos Estados-Membros de uma taxa fixa uniforme a todos os direitos ao pagamento, a nível nacional ou regional, a partir de 2015. No entanto, para assegurar uma transição mais suave para um valor uniforme, foi estabelecida uma derrogação que permite aos Estados-Membros diferenciar os valores dos direitos ao pagamento aplicando uma convergência parcial, também denominada «modelo de túnel», entre 2015 e 2019. Alguns Estados-Membros utilizaram esta derrogação. Para avançarem no sentido de uma distribuição mais equitativa dos pagamentos diretos, os Estados-Membros podem optar pela convergência para uma média nacional ou regional após 2019, em vez de aplicarem uma taxa fixa uniforme ou manterem o valor dos direitos ao nível de 2019. Em qualquer caso, devem notificar anualmente a sua decisão para o ano seguinte.

(28) O mecanismo de convergência interna constitui o processo fundamental para uma distribuição mais equitativa do apoio direto ao rendimento entre agricultores. É cada vez mais difícil justificar a existência de significativas disparidades individuais com base em referências históricas antigas. No Regulamento (UE) n.º 1307/2013, o modelo de base da convergência interna consiste na aplicação pelos Estados-Membros de uma taxa fixa uniforme a todos os direitos ao pagamento, a nível nacional ou regional, a partir de 2015. No entanto, para assegurar uma transição mais suave para um valor uniforme, foi estabelecida uma derrogação que permite aos Estados-Membros diferenciar os valores dos direitos ao pagamento aplicando uma convergência parcial, também denominada «modelo de túnel», entre 2015 e 2019. Alguns Estados-Membros utilizaram esta derrogação. Para avançarem no sentido de uma distribuição mais equitativa dos pagamentos diretos, os Estados-Membros devem optar pela convergência para uma média nacional ou regional após 2019, em vez de aplicarem uma taxa fixa uniforme. Em qualquer caso, devem notificar anualmente a sua decisão para o ano seguinte.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>29</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 29</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

(29) O artigo 30.º do Regulamento (UE) n.º 1307/2013 prevê a introdução de alterações anuais progressivas no valor dos direitos ao pagamento atribuídos a partir da reserva, refletindo as etapas anuais dos limites máximos nacionais fixados no anexo II desse regulamento e espelhando uma gestão «plurianual» da reserva. Essas regras devem ser adaptadas para evidenciar a possibilidade de alterar tanto o valor de todos os direitos atribuídos como o valor da reserva a fim de proceder a ajustamentos face a alterações dos montantes previstos no referido anexo entre dois anos. Além disso, em alguns Estados-Membros que não atingiram uma taxa fixa até 2019, a convergência interna é aplicada anualmente. Para os anos civis de 2020 e 2021, apenas o valor do direito ao pagamento do ano em curso tem de ser fixado no ano de atribuição. O valor unitário dos direitos a atribuir a partir da reserva num determinado ano deve ser calculado após eventual ajustamento da reserva, em conformidade com o artigo 22.º, n.º 5, do mesmo regulamento. Em qualquer ano subsequente, o valor dos direitos ao pagamento atribuídos a partir da reserva deve ser adaptado em conformidade com o artigo 22.º, n.º 5.

(29) O artigo 30.º do Regulamento (UE) n.º 1307/2013 prevê a introdução de alterações anuais progressivas no valor dos direitos ao pagamento atribuídos a partir da reserva, refletindo as etapas anuais dos limites máximos nacionais fixados no anexo II desse regulamento e espelhando uma gestão «plurianual» da reserva. Essas regras devem ser adaptadas para evidenciar a possibilidade de alterar tanto o valor de todos os direitos atribuídos como o valor da reserva a fim de proceder a ajustamentos face a alterações dos montantes previstos no referido anexo entre dois anos. Além disso, em alguns Estados-Membros que não atingiram uma taxa fixa até 2019, a convergência interna é aplicada anualmente. Para os anos civis de 2020 e 2021, e, quando aplicável, para o ano civil de 2022, apenas o valor do direito ao pagamento do ano em curso tem de ser fixado no ano de atribuição. O valor unitário dos direitos a atribuir a partir da reserva num determinado ano deve ser calculado após eventual ajustamento da reserva, em conformidade com o artigo 22.º, n.º 5, do mesmo regulamento. Em qualquer ano subsequente, o valor dos direitos ao pagamento atribuídos a partir da reserva deve ser adaptado em conformidade com o artigo 22.º, n.º 5.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>30</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 30</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

(30) O artigo 36.º do Regulamento (UE) n.º 1307/2013 prevê a aplicação do regime de pagamento único por superfície (RPUS) até 31 de dezembro de 2020. O Regulamento (UE) .../... [Regulamento Plano Estratégico da PAC] permite aos Estados-Membros aplicar um apoio ao rendimento de base com as mesmas modalidades, ou seja, em que a atribuição de direitos ao pagamento não tem por base referências históricas. Por conseguinte, afigura-se adequado permitir a prorrogação do regime de pagamento único por superfície para 2021.

(30) O artigo 36.º do Regulamento (UE) n.º 1307/2013 prevê a aplicação do regime de pagamento único por superfície (RPUS) até 31 de dezembro de 2020. O Regulamento (UE) .../... [Regulamento Plano Estratégico da PAC] permite aos Estados-Membros aplicar um apoio ao rendimento de base com as mesmas modalidades, ou seja, em que a atribuição de direitos ao pagamento não tem por base referências históricas. Por conseguinte, afigura-se adequado permitir a prorrogação do regime de pagamento único por superfície para 2021 e, quando aplicável, para 2022.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>31</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 34</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

(34) Além disso, as alterações dos Regulamentos (UE) n.º 228/2013 e (UE) n.º 229/2013 devem aplicar-se a partir de 1 de janeiro de 2021, em conformidade com o Regulamento (UE) .../... [Regulamento que estabelece o quadro financeiro plurianual para o período de 2021 a 2027],

(34) As dotações financeiras previstas nos Regulamentos (UE) n.º 228/2013 e (UE) n.º 229/2013 devem aplicar-se a partir de 1 de janeiro de 2021, em conformidade com o Regulamento (UE) .../... [Regulamento que estabelece o quadro financeiro plurianual para o período de 2021 a 2027].

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>32</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 34-A (novo)</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

 

34-A. Devido à sua reduzida dimensão e à sua insularidade, os mercados locais das regiões ultraperiféricas, conforme referido no artigo 349.º do TFUE, estão particularmente expostos a variações de preços associadas aos fluxos de importação do resto da União ou de países terceiros. Por conseguinte, as organizações interprofissionais, reconhecidas ao abrigo do artigo 157.º do Regulamento (UE) n.º 1308/2013, particularmente no setor da pecuária, tomam medidas coletivas, em especial para a recolha de dados e a divulgação de informações, destinadas a garantir que a produção local permanece competitiva no mercado local em questão. Para o efeito, não obstante os artigos 28.º, 29.º e 110.º do TFUE e sem prejuízo dos artigos 164.º e 165.º do Regulamento (UE) n.º 1308/2013, convém permitir que, no âmbito dos acordos interprofissionais alargados, o Estado-Membro em causa possa, após consulta às partes interessadas afetadas, obrigar os operadores económicos individuais ou grupos de operadores não membros da organização interprofissional mas que intervêm no mercado local em questão, independentemente da sua origem, a pagar a essa organização todas ou parte das quotizações pagas pelos seus membros, inclusive nos casos em que as receitas dessas quotizações financiem medidas de manutenção apenas da produção local ou em que as quotizações sejam cobradas num estádio diferente do processo de comercialização.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>33</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 34-B (novo)</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

 

(34-B) Devido à sua situação geográfica, em especial o afastamento geográfico, a insularidade, a pequena superfície, o relevo e o clima difíceis, as regiões ultraperiféricas, referidas no artigo 349.º do TFUE, enfrentam problemas socioeconómicos específicos, relacionados com o abastecimento de géneros alimentícios e produtos agrícolas essenciais para o consumo ou a produção agrícola. O Regulamento (UE) n.º 228/2013 estabeleceu medidas específicas no setor da agricultura, conforme previsto no referido artigo, para compensar as dificuldades causadas pela situação específica dessas regiões. A fim de respeitar o princípio da continuidade, o presente regulamento defende o respeito da manutenção do orçamento durante o período de transição. Convém restabelecer as dotações financeiras nos seus atuais níveis, previstos nos Regulamentos (UE) n.º 228/2013 e (UE) n.º 2229/2013, para o Programa de Opções Específicas para fazer face ao Afastamento e à Insularidade (POSEI) e para as medidas específicas no domínio agrícola a favor das ilhas menores do mar Egeu.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>34</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Considerando 34-C (novo)</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

 

(34-C) No caso de uma proposta de regulamento do Conselho que estabelece o quadro financeiro plurianual para os anos de 2021 a 2027 [Regulamento QFP] e da correspondente proposta de regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho [Regulamento Plano Estratégico da PAC] não terem sido adotadas e publicadas no Jornal Oficial da União Europeia até 30 de outubro de 2020, o período de transição originalmente proposto no presente regulamento, que termina em 31 de dezembro de 2021, deve, como último recurso, ser prorrogado por mais um ano, até 31 de dezembro de 2022. Nesse caso, as regras e as condições transitórias correspondentes, aplicáveis ao período de transição original, devem continuar a aplicar-se durante o período de transição prorrogado e as dotações orçamentais, bem como os prazos aplicáveis, devem ser adaptados em conformidade. Tal deve proporcionar um incentivo suficiente e permitir que o Parlamento Europeu e o Conselho adotem com êxito o novo quadro legislativo da PAC, assegurando, ao mesmo tempo, a estabilidade necessária para os beneficiários.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>35</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo -1 (novo)</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

 

Artigo -1

 

Período de transição

 

1. Para efeitos do presente regulamento, entende-se por «período de transição» o período compreendido entre 1 de janeiro de 2021 e 31 de dezembro de 2021.

 

2. Em derrogação do presente artigo, n.º 1, e apenas no caso de a proposta de regulamento do Conselho que estabelece o quadro financeiro plurianual para os anos de 2021 a 2027 e de a proposta de regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho que define regras para o apoio aos planos estratégicos a estabelecer pelos Estados-Membros ao abrigo da Política Agrícola Comum (Planos Estratégicos PAC) e financiados pelo Fundo Europeu Agrícola de Garantia (FEAGA) e pelo Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER), e que revoga o Regulamento (UE) n.º 1305/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho e o Regulamento (UE) n.º 1307/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho, não terem sido adotadas e publicadas no Jornal Oficial da União Europeia até 30 de outubro de 2020, o período de transição para efeitos do presente regulamento é prorrogado até 31 de dezembro de 2022.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>36</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Título I – Capítulo I – título</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

Manutenção da aplicabilidade do Regulamento (UE) n.º 1303/2013 no ano de programação de 2021 e prorrogação de determinados períodos ao abrigo dos Regulamentos (UE) n.º 1303/2013 e (UE) n.º 1310/2013

Manutenção da aplicabilidade do Regulamento (UE) n.º 1303/2013 durante o período de transição e prorrogação de determinados períodos ao abrigo dos Regulamentos (UE) n.º 1303/2013 e (UE) n.º 1310/2013

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>37</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 1 – n.º 1 – parágrafo 1</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

Os Estados-Membros que, por falta de recursos financeiros, estejam em risco de não poder assumir novos compromissos legais para os programas apoiados pelo Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER) em conformidade com o Regulamento (UE) n.º 1305/2013, podem prorrogar o período previsto no artigo 26.º, n.º 1, do Regulamento (UE) n.º 1303/2013 até 31 de dezembro de 2021.

Os Estados-Membros que, por falta de recursos financeiros, estejam em risco de não poder assumir novos compromissos legais para os programas apoiados pelo Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER) em conformidade com o Regulamento (UE) n.º 1305/2013, podem prorrogar o período previsto no artigo 26.º, n.º 1, do Regulamento (UE) n.º 1303/2013 até ao período de transição referido no artigo -1.º do presente regulamento.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>38</NumAm>

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 1 – n.º 1 – parágrafo 1-A (novo)</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

 

Os Estados-Membros que decidam recorrer à possibilidade prevista no primeiro parágrafo podem compensar as reduções das dotações globais no FEADER no próximo período do quadro financeiro plurianual (QFP) por um aumento correspondente do respetivo cofinanciamento nacional.

<TitreJust>Justificação</TitreJust>

No que diz respeito à continuidade das atuais regras da PAC, os Estados-Membros devem poder aumentar o respetivo cofinanciamento. As reduções propostas pela Comissão no QFP relativamente ao FEADER não podem ser aceites. Os atuais programas de desenvolvimento rural devem continuar, sem quaisquer cortes para os agricultores e os beneficiários. Tal permitiria aos Estados-Membros manter as medidas ambientais pelo menos ao nível atual, tal como proposto pela Comissão, e permitiria tanto aos Estados-Membros como aos agricultores adaptar ou alargar os seus programas em resposta aos desafios ambientais.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>39</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 1 – n.º 1 – parágrafo 2</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

Os Estados-Membros que decidam utilizar a possibilidade prevista no primeiro parágrafo devem notificar a Comissão da sua decisão no prazo de dez dias a contar da data de entrada em vigor do presente regulamento. Sempre que os Estados-Membros tenham apresentado um conjunto de programas regionais em conformidade com o artigo 6.º do Regulamento (UE) n.º 1305/2013, a notificação deve igualmente identificar os programas regionais objeto de prorrogação e a correspondente dotação orçamental para o ano de 2021 no âmbito da repartição anual indicada no anexo I do Regulamento (UE) n.º 1305/2013.

Os Estados-Membros que decidam utilizar a possibilidade prevista no primeiro parágrafo devem notificar a Comissão da sua decisão no prazo de duas semanas a contar da data de entrada em vigor do presente regulamento. Sempre que os Estados-Membros tenham apresentado um conjunto de programas regionais em conformidade com o artigo 6.º do Regulamento (UE) n.º 1305/2013, a notificação deve igualmente identificar os programas regionais objeto de prorrogação e a correspondente dotação orçamental para o ano de 2021 e, nos casos abrangidos pelo artigo -1.º, n.º 2, do presente regulamento, para o ano de 2022, no âmbito da repartição anual indicada no anexo I do Regulamento (UE) n.º 1305/2013.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>40</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 1 – n.º 1 – parágrafo 3</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

Caso a Comissão considere que não se justifica uma prorrogação do prazo nos termos do primeiro parágrafo, deve informar o Estado-Membro no prazo de seis semanas a contar da receção da notificação referida no segundo parágrafo.

Caso a Comissão considere que não se justifica uma prorrogação do prazo nos termos do primeiro parágrafo, deve informar o Estado-Membro no prazo de quatro semanas a contar da receção da notificação referida no segundo parágrafo. A Comissão deve basear a avaliação do pedido de prorrogação em critérios claros e objetivos, em conformidade com o Regulamento (UE) n.º 1305/2013, que devem ser comunicados ao Estado‑Membro em causa. A Comissão deve apresentar ao Estado-Membro em causa as razões que justificam a recusa da prorrogação, acompanhadas, se possível, de recomendações específicas sobre a forma de melhorar a notificação, a fim de a tornar aplicável. No prazo de quatro semanas a contar da receção dessas recomendações da Comissão, o Estado‑Membro em causa pode apresentar uma notificação atualizada, explicando de que forma aplicará as recomendações da Comissão sobre a aplicabilidade da prorrogação.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>41</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 1 – n.º 1 – parágrafo 4</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

A notificação referida no segundo parágrafo não prejudica a obrigação de apresentar um pedido de alteração de um programa de desenvolvimento rural para o ano de 2021, como previsto no artigo 11.º, n.º 1, alínea a), do Regulamento (UE) n.º 1305/2013. Essa alteração deve ter por objetivo manter, pelo menos, o mesmo nível global de contribuição do FEADER para as medidas referidas no artigo 59.º, n.º 6, do mesmo regulamento.

A notificação referida no segundo parágrafo não prejudica a obrigação de apresentar um pedido de alteração de um programa de desenvolvimento rural para o ano de 2021 e, nos casos abrangidos pelo artigo -1.º, n.º 2, do presente regulamento, para o ano de 2022, como previsto no artigo 11.º, alínea a), do Regulamento (UE) n.º 1305/2013. Essa alteração não deve ser tida em conta para o limite de modificações anuais, conforme previsto nas regras adotadas com base no artigo 12.º do Regulamento (UE) n.º 1305/2013. Essa alteração deve garantir a mesma percentagem de contribuição do FEADER para as medidas referidas no artigo 59.º, n.º 6, do Regulamento (UE) n.º 1305/2013.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>42</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 1 – n.º 2 – parágrafo 1</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

Sempre que um Estado-Membro decida não utilizar a possibilidade prevista no n.º 1 do presente artigo, aplica-se o artigo [8.º] do Regulamento (UE) .../... [Regulamento que estabelece o quadro financeiro plurianual para o período de 2021 a 2027] à dotação indicada para 2021 no anexo I do Regulamento (UE) n.º 1305/2013 e não utilizada.

Sempre que um Estado-Membro decida não utilizar a possibilidade prevista no n.º 1 do presente artigo, aplica-se o artigo [8.º] do Regulamento (UE) .../... [Regulamento que estabelece o quadro financeiro plurianual para o período de 2021 a 2027] à dotação indicada para 2021 e, nos casos abrangidos pelo artigo -1.º, n.º 2, do presente regulamento, para 2022, no anexo I do Regulamento (UE) n.º 1305/2013 e não utilizada.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>43</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 1 – n.º 2 – parágrafo 2</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

Sempre que um Estado-Membro decida utilizar a possibilidade prevista no n.º 1 apenas em determinados programas regionais, a dotação referida no primeiro parágrafo do presente número corresponde ao montante fixado para 2021 para esse Estado-Membro no anexo I do Regulamento (UE) n.º 1305/2013 subtraído das dotações orçamentais notificadas para os programas regionais objeto de prorrogação nos termos do primeiro parágrafo do n.º 2.

Sempre que um Estado-Membro decida utilizar a possibilidade prevista no n.º 1 apenas em determinados programas regionais, a dotação referida no primeiro parágrafo do presente número corresponde ao montante fixado para 2021 e, nos casos abrangidos pelo artigo -1.º, n.º 2, do presente regulamento, para 2022 para esse Estado-Membro no anexo I do Regulamento (UE) n.º 1305/2013 subtraído das dotações orçamentais notificadas para os programas regionais objeto de prorrogação nos termos do primeiro parágrafo do n.º 2.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>44</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 2 – n.º 2</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

2. Sempre que os Estados-Membros decidam aplicar a programas a prorrogação do período de 2014-2020 em conformidade com o artigo 1.º, n.º 1, do presente regulamento, os períodos ou os prazos previstos no artigo 50.º, n.º 1, no artigo 51.º, n.º 1, no artigo 57.º, n.º 2, no artigo 65.º, n.os 2 e 4, e no artigo 76.º, primeiro parágrafo, do Regulamento (UE) n.º 1303/2013, são prorrogados por um ano.

2. Sempre que os Estados-Membros decidam aplicar a programas a prorrogação do período de 2014-2020 em conformidade com o artigo 1.º, n.º 1, do presente regulamento, os períodos ou os prazos previstos no artigo 50.º, n.º 1, no artigo 51.º, n.º 1, no artigo 57.º, n.º 2, no artigo 65.º, n.os 2 e 4, e no artigo 76.º, primeiro parágrafo, do Regulamento (UE) n.º 1303/2013, são prorrogados por forma a abranger o período de transição a que se refere o artigo -1.º do presente regulamento.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>45</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 2 – n.º 3</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

3. Sempre que, em conformidade com o artigo 1.º, n.º 1, do presente regulamento, um Estado-Membro decida prorrogar o período 2014-2020, o acordo de parceria estabelecido para o período compreendido entre 1 de janeiro de 2014 e 31 de dezembro de 2020, em conformidade com o Regulamento (UE) n.º 1303/2013, continua a ser utilizado como documento estratégico pelo Estado-Membro e pela Comissão no que diz respeito à execução do apoio concedido pelo FEADER para 2021.

3. Sempre que, em conformidade com o artigo 1.º, n.º 1, do presente regulamento, um Estado-Membro decida prorrogar o período 2014-2020, o acordo de parceria estabelecido para o período compreendido entre 1 de janeiro de 2014 e 31 de dezembro de 2020, em conformidade com o Regulamento (UE) n.º 1303/2013, continua a ser utilizado como documento estratégico pelo Estado-Membro e pela Comissão no que diz respeito à execução do apoio concedido pelo FEADER durante o período de transição.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>46</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 3 – título</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

Elegibilidade de determinados tipos de despesa em 2021

Elegibilidade de determinados tipos de despesa durante o período de transição

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>47</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 3 – parágrafo 1 – parte introdutória</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

Sem prejuízo do artigo 65.º, n.º 2, do Regulamento (UE) n.º 1303/2013, do artigo 2.º, n.º 2, do presente regulamento e do artigo 38.º do Regulamento (UE) n.º 1306/2013, as despesas referidas no artigo 3.º, n.º 1, do Regulamento (UE) n.º 1310/2013 e no artigo 16.º do Regulamento Delegado (UE) n.º 807/2014 são elegíveis para receberem uma contribuição do FEADER proveniente da dotação deste fundo para 2021 destinada aos programas para os quais os Estados-Membros decidam prorrogar o período 2014-2020 em conformidade com o artigo 1.º, n.º 1, do presente regulamento, nas seguintes condições:

Sem prejuízo do artigo 65.º, n.º 2, do Regulamento (UE) n.º 1303/2013, do artigo 2.º, n.º 2, do presente regulamento e do artigo 38.º do Regulamento (UE) n.º 1306/2013, as despesas referidas no artigo 3.º, n.º 1, do Regulamento (UE) n.º 1310/2013 e no artigo 16.º do Regulamento Delegado (UE) n.º 807/2014 são elegíveis para receberem uma contribuição do FEADER proveniente das dotações deste fundo para o período de transição destinada aos programas para os quais os Estados-Membros decidam prorrogar o período 2014-2020 em conformidade com o artigo 1.º, n.º 1, do presente regulamento, nas seguintes condições:

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>48</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 3 – parágrafo 1 – alínea a)</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

a) Essas despesas estarem previstas no respetivo programa de desenvolvimento rural para 2021;

a) Essas despesas estarem previstas no respetivo programa de desenvolvimento rural para os anos compreendidos no período de transição;

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>49</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Título I – Capítulo II – título</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

Aplicação dos artigos 25.º a 28.º do Regulamento (UE) [novo RDC] no ano de programação de 2021

Aplicação dos artigos 25.º a 28.º do Regulamento (UE) [novo RDC] no ano de programação de 2021 e, quando aplicável, no ano de programação de 2022

</Amend>

<Amend>Alteração   <NumAm>50</NumAm>

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 5 – n.º 1</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

1. Os direitos ao pagamento atribuídos a agricultores antes de 1 de janeiro de 2020 são considerados legais e regulares a partir de 1 de janeiro de 2021.  O valor desses direitos é o valor para o ano civil de 2020 válido em 31 de dezembro de 2020. Tal não prejudica as disposições relevantes do direito da União relativas ao valor dos direitos ao pagamento para o ano civil de 2021 e anos seguintes, nomeadamente o artigo 22.º, n.º 5, e o artigo 25.º, n.º 12, do Regulamento (UE) n.º 1307/2013.

1. Os direitos ao pagamento atribuídos a agricultores antes de 1 de janeiro de 2020 são considerados legais e regulares a partir de 1 de janeiro de 2020. O valor desses direitos é o valor para o ano civil de 2019 válido em 31 de dezembro de 2019. Tal não prejudica as disposições relevantes do Direito da União relativas ao valor dos direitos ao pagamento para o ano civil de 2020 e anos seguintes, nomeadamente o artigo 22.º, n.º 5, e o artigo 25.º, n.º 12, do Regulamento (UE) n.º 1307/2013.

<TitreJust>Justificação</TitreJust>

O exercício de 2020 já será financiado a partir do Quadro Financeiro Plurianual (QFP) 2021-2027. Com o início do novo QFP, deve assegurar-se clareza e segurança jurídicas, considerando todos os direitos ao pagamento atribuídos a agricultores antes de 1 de janeiro de 2020 legais e regulares a partir de 1 de janeiro de 2020.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>51</NumAm>

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 5 – n.º 2</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

2. O n.º 1 não se aplica aos direitos ao pagamento atribuídos a agricultores com base em pedidos factualmente incorretos, exceto nos casos em que o erro não pudesse razoavelmente ter sido detetado pelo agricultor.

2. O n.º 1 não se aplica aos direitos ao pagamento atribuídos a agricultores com base em pedidos factualmente incorretos ou que violem a regra dos conflitos de interesses, estabelecida no artigo 61.º do Regulamento (UE, Euratom) 2018/1046 do Parlamento Europeu e do Conselho 1-A, exceto nos casos em que o erro não pudesse razoavelmente ter sido detetado pelo agricultor.

 

__________________

 

1-A Regulamento (UE, Euratom) 2018/1046 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 18 de julho de 2018, relativo às disposições financeiras aplicáveis ao orçamento geral da União, que altera os Regulamentos (UE) n.º 1296/2013, (UE) n.º 1301/2013, (UE) n.º 1303/2013, UE n.º 1304/2013, (UE) n.º 1309/2013, (UE) n.º 1316/2013, (UE) n.º 223/2014 e (UE) n.º 283/2014, e a Decisão n.º 541/2014/UE, e revoga o Regulamento (UE, Euratom) n.º 966/2012 (JO L 193 de 30.7.2018, p. 1).

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>52</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 6 – n.º 1 – parte introdutória</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

1. As despesas relativas a compromissos jurídicos assumidos com beneficiários ao abrigo das medidas referidas nos artigos 23.º, 39.º e 43.º do Regulamento (CE) n.º 1698/200519 do Conselho que recebem apoio ao abrigo do Regulamento (UE) n.º 1305/2013 continuam a ser elegíveis para uma contribuição do FEADER no período 2022-2027, abrangido pelo plano estratégico da PAC, nas seguintes condições:

1. As despesas relativas a compromissos jurídicos assumidos com beneficiários ao abrigo das medidas referidas nos artigos 23.º, 39.º e 43.º do Regulamento (CE) n.º 1698/200519 do Conselho que recebem apoio ao abrigo do Regulamento (UE) n.º 1305/2013 continuam a ser elegíveis para uma contribuição do FEADER no período 2022-2027 ou, nos casos abrangidos pelo artigo -1.º, n.º 2, do presente regulamento, no período 2023-2027, abrangido pelo plano estratégico da PAC, nas seguintes condições:

__________________

__________________

19 Regulamento (CE) n.º 1698/2005 do Conselho, de 20 de setembro de 2005, relativo ao apoio ao desenvolvimento rural pelo Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER) (JO L 277 de 21.10.2005, p. 1).

19 Regulamento (CE) n.º 1698/2005 do Conselho, de 20 de setembro de 2005, relativo ao apoio ao desenvolvimento rural pelo Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER) (JO L 277 de 21.10.2005, p. 1).

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>53</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 6 – n.º 1 – alínea a)</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

a) Essas despesas estarem previstas no respetivo plano estratégico da PAC para 2022-2027, em conformidade com o Regulamento (UE) [Regulamento Plano Estratégico da PAC] e cumprirem o Regulamento (UE) [RH];

a) Essas despesas estarem previstas no respetivo plano estratégico da PAC para 2022-2027 ou, nos casos abrangidos pelo artigo -1.º, n.º 2, do presente regulamento, para 2023-2027, em conformidade com o Regulamento (UE) [Regulamento Plano Estratégico da PAC] e cumprirem o Regulamento (UE) [RH];

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>54</NumAm>

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 6 – n.º 1 – parágrafo 1-A (novo)</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

 

O primeiro parágrafo aplica-se também aos compromissos jurídicos assumidos com os beneficiários ao abrigo das medidas correspondentes previstas no Regulamento (CE) n.º 1257/1999, que recebem apoio ao abrigo do Regulamento (UE) n.º 1305/2013.

<TitreJust>Justificação</TitreJust>

As disposições transitórias devem também permitir a regulamentação de compromissos a longo prazo assumidos ao abrigo de programas de desenvolvimento rural antes do período de 2014-2020. Esta abordagem permitirá efetuar pagamentos por compromissos, por exemplo no que respeita à florestação realizada ao abrigo de programas de desenvolvimento rural para o período de 2004-2006. Por este motivo, o artigo 6.º, n.º 1, deve ser complementado com um parágrafo adicional.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>55</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 6 – n.º 2</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

2. As despesas relativas a compromissos jurídicos assumidos com beneficiários no âmbito das medidas plurianuais referidas nos artigos 28.º, 29.º, 33.º e 34.º do Regulamento (UE) n.º 1305/2013 e as despesas relativas a compromissos jurídicos assumidos para um período que exceda 1 de janeiro de 2024, ou que exceda 1 de janeiro de 2025 em Estados-Membros que tenham decidido prorrogar o período 2014-2020 em conformidade com o artigo 1.º, n.º 1, do presente regulamento, são elegíveis para uma contribuição do FEADER no período 2022-2027, abrangido pelo plano estratégico da PAC, ao abrigo dos artigos 14.º a 18.º, do artigo 19.º, n.º 1, alíneas a) e b), do artigo 20.º, dos artigos 22.º a 27.º, 35.º, 38.º, 39.º e 39.º-A do Regulamento (UE) n.º 1305/2013 e do artigo 35.º do Regulamento (UE) n.º 1303/2013, nas seguintes condições:

2. Nas condições estabelecidas no segundo parágrafo, as seguintes despesas são elegíveis para uma contribuição do FEADER no período 2022-2027 ou, nos casos abrangidos pelo artigo -1.º, n.º 2, do presente regulamento, no período 2023‑2027, abrangidos pelo Plano Estratégico da PAC:

 

a) As despesas relativas a compromissos jurídicos assumidos com beneficiários no âmbito das medidas plurianuais referidas nos artigos 28.º, 29.º, 33.º e 34.º do Regulamento (UE) n.º 1305/2013;

 

b) As despesas relativas a compromissos jurídicos assumidos para um período que exceda 1 de janeiro de 2024, ou que exceda 1 de janeiro de 2025 em Estados-Membros que tenham decidido prorrogar o período 2014-2020 em conformidade com o artigo 1.º, n.º 1, do presente regulamento, ao abrigo dos artigos 14.º a 18.º, do artigo 19.º, n.º 1, alíneas a) e b), do artigo 20.º, dos artigos 22.º a 27.º, 35.º, 38.º, 39.º e 39.º-A do Regulamento (UE) n.º 1305/2013 e do artigo 35.º do Regulamento (UE) n.º 1303/2013.

 

As condições de elegibilidade para uma contribuição do FEADER no período 2022-2027 ou, nos casos abrangidos pelo artigo -1.º, n.º 2, do presente regulamento, no período 2023-2027, abrangidos pelo Plano Estratégico da PAC, a que se refere o primeiro parágrafo, são as seguintes:

a) Essas despesas estarem previstas no respetivo plano estratégico da PAC para 2022-2027, em conformidade com o Regulamento (UE) [Regulamento Plano Estratégico da PAC] e cumprirem o Regulamento (UE) [RH];

a) Essas despesas estarem previstas no respetivo plano estratégico da PAC para 2022-2027, ou, nos casos abrangidos pelos artigo -1.º, n.º 2, do presente regulamento, para 2023-2027 em conformidade com o Regulamento (UE) [Regulamento Plano Estratégico da PAC] e cumprirem o Regulamento (UE) [RH];

b) Aplicar-se taxa de contribuição do FEADER para a intervenção correspondente, definida no plano estratégico da PAC, em conformidade com o Regulamento (UE) [Regulamento Plano Estratégico da PAC];

b) Aplicar-se taxa de contribuição do FEADER para a intervenção correspondente, definida no plano estratégico da PAC, em conformidade com o Regulamento (UE) [Regulamento Plano Estratégico da PAC];

c) Aplicar-se o sistema integrado referido no artigo 63.º, n.º 2, do Regulamento (UE) [RH] aos compromissos jurídicos assumidos ao abrigo de medidas correspondentes a intervenções com base na superfície e nos animais enumeradas no título III, capítulos II e IV, do Regulamento (UE) [Regulamento Plano Estratégico da PAC], e as operações em causa estarem claramente identificadas; and

c) Aplicar-se o sistema integrado referido no artigo 63.º, n.º 2, do Regulamento (UE) [RH] aos compromissos jurídicos assumidos ao abrigo de medidas correspondentes a intervenções com base na superfície e nos animais enumeradas no título III, capítulos II e IV, do Regulamento (UE) [Regulamento Plano Estratégico da PAC], e as operações em causa estarem claramente identificadas; and

d) Os pagamentos relativos aos compromissos jurídicos referidos na alínea c) serem efetuados no prazo previsto no artigo 42.º do Regulamento (UE) .../... [RH].

d) Os pagamentos relativos aos compromissos jurídicos referidos na alínea c) serem efetuados no prazo previsto no artigo 42.º do Regulamento (UE) .../... [RH].

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>56</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 7 – n.º 1</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

1. Os programas de trabalho de apoio ao setor do azeite e das azeitonas de mesa referidos no artigo 29.º do Regulamento (UE) n.º 1308/2013, estabelecidos para o período compreendido entre 1 de abril de 2018 e 31 de março de 2021, são prorrogados e terminam em 31 de dezembro de 2021. As organizações de produtores, as associações de organizações de produtores, e as organizações interprofissionais, reconhecidas ao abrigo dos artigos 152.º, 156.º e 157.º do Regulamento (UE) n.º 1308/2013, respetivamente, devem alterar os seus programas de trabalho para ter em conta esta prorrogação. Os programas de trabalho alterados devem ser notificados à Comissão até 31 de dezembro de 2020.

1. Os programas de trabalho de apoio ao setor do azeite e das azeitonas de mesa referidos no artigo 29.º do Regulamento (UE) n.º 1308/2013, estabelecidos para o período compreendido entre 1 de abril de 2018 e 31 de março de 2021, são prorrogados e terminam no fim do período de transição. As organizações de produtores, as associações de organizações de produtores, e as organizações interprofissionais, reconhecidas ao abrigo dos artigos 152.º, 156.º e 157.º do Regulamento (UE) n.º 1308/2013, respetivamente, devem alterar os seus programas de trabalho para ter em conta esta prorrogação. Os programas de trabalho alterados devem ser notificados à Comissão até 31 de dezembro de 2020  ou, nos casos abrangidos pelo artigo -1.º, n.º 2, do presente regulamento, até 31 de dezembro de 2021.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>57</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 7 – n.º 2 – parágrafo 1 – parte introdutória</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

Uma organização de produtores reconhecida do setor das frutas e produtos hortícolas que disponha de um programa operacional, na aceção do artigo 33.º do Regulamento (UE) n.º 1308/2013, que tenha sido aprovado por um Estado-Membro para ser executado para além de 31 de dezembro de 2021, deve, até 15 de setembro de 2021, apresentar um pedido a esse Estado-Membro para que o seu programa operacional:

Uma organização de produtores reconhecida do setor das frutas e dos produtos hortícolas que disponha de um programa operacional, na aceção do artigo 33.º do Regulamento (UE) n.º 1308/2013, que tenha sido aprovado por um Estado-Membro para ser executado para além do fim do período de transição, pode, até 15 de setembro de 2021, apresentar um pedido a esse Estado-Membro para que o seu programa operacional:

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>58</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 7 – n.º 2 – parágrafo 2</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

Se uma organização de produtores reconhecida não apresentar esse pedido até 15 de setembro de 2021, o seu programa operacional aprovado ao abrigo do Regulamento (UE) n.º 1308/2013 termina em 31 de dezembro de 2021.

Se uma organização de produtores reconhecida não apresentar esse pedido, o n.º 6 aplica-se ao seu programa operacional até ao termo desse programa.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>59</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 7 – n.º 3</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

3. Os programas de apoio para o setor vitivinícola previstos no artigo 40.º do Regulamento (UE) n.º 1308/2013 terminam em 15 de outubro de 2023. Os artigos 39.º a 54.º do Regulamento (UE) n.º 1308/2013 continuam a aplicar-se após 31 de dezembro de 2021 às despesas incorridas e aos pagamentos efetuados para operações realizadas nos termos desse regulamento antes de 16 de outubro de 2023 no âmbito do regime de ajuda referido nos artigos 39.º a 52.º do mesmo regulamento.

3. Os programas de apoio para o setor vitivinícola previstos no artigo 40.º do Regulamento (UE) n.º 1308/2013 terminam em 15 de outubro de 2023. Os artigos 39.º a 54.º do Regulamento (UE) n.º 1308/2013 podem continuar a aplicar-se para além do fim do período de transição às operações selecionadas nos termos desse regulamento antes de 16 de outubro de 2023 , no que respeita às despesas incorridas e aos pagamentos efetuados, no âmbito do regime de ajuda referido nos artigos 39.º a 52.º do mesmo regulamento.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>60</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 7 – n.º 4</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

4. Os programas nacionais para o setor da apicultura referidos no artigo 55.º do Regulamento (UE) n.º 1308/2013 terminam em 31 de julho de 2022. Os artigos 55.º, 56.º e 57.º do Regulamento (UE) n.º 1308/2013 continuam a aplicar-se após 31 de dezembro de 2021 às despesas incorridas e aos pagamentos efetuados para operações realizadas nos termos desse regulamento antes de 1 de agosto de 2022 no âmbito do regime de ajuda referido no artigo 55.º do mesmo regulamento.

4. Os programas nacionais para o setor da apicultura referidos no artigo 55.º do Regulamento (UE) n.º 1308/2013 terminam em 31 de julho de 2022. Os artigos 55.º, 56.º e 57.º do Regulamento (UE) n.º 1308/2013 podem continuar a aplicar-se para além do fim do período de transição às operações selecionadas nos termos desse regulamento antes de 1 de agosto de 2022, no que respeita às despesas incorridas e aos pagamentos efetuados, no âmbito do regime de ajuda referido no artigo 55.º do mesmo regulamento.

</Amend>

 <Amend>Alteração  <NumAm>61</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 7 – n.º 6</Article>

 

Texto da Comissão

Alteração

6. O artigo 7.º, n.º 3), os artigos 9.º, 21.º, 43.º, 51.º, 52.º, 54.º, 59.º, 67.º e 68.º, os artigos 70.º a 75.º, o artigo 77.º, os artigos 91.º a 97.º, os artigos 99.º e 100.º, o artigo 102.º, n.º 2, e os artigos 110.º e 111.º do Regulamento (UE) n.º 1306/2013, bem como as disposições pertinentes dos atos delegados e de execução conexos, continuam a aplicar-se, após 31 de dezembro de 2021, aos regimes de ajuda referidos nos n.os 3 e 4 do presente artigo, no que respeita às despesas incorridas e aos pagamentos efetuados no âmbito de operações realizadas nos termos do Regulamento (UE) n.º 1308/2013 após essa data e até ao termo desses regimes de ajuda.

6. O artigo 7.º, n.º 3), os artigos 9.º, 21.º, 43.º, 51.º, 52.º, 54.º, 59.º, 67.º e 68.º, os artigos 70.º a 75.º, o artigo 77.º, os artigos 91.º a 97.º, os artigos 99.º e 100.º, o artigo 102.º, n.º 2, e os artigos 110.º e 111.º do Regulamento (UE) n.º 1306/2013, bem como as disposições pertinentes dos atos delegados e de execução conexos, continuam a aplicar-se, após o fim do período de transição, aos regimes de ajuda referidos nos n.os  2, 3 e 4 do presente artigo, no que respeita às despesas incorridas e aos pagamentos efetuados no âmbito de operações realizadas nos termos do Regulamento (UE) n.º 1308/2013 após essa data e até ao termo desses regimes de ajuda referidos nos n.os 3 e 4 do presente artigo e até ao fim dos programas operacionais referidos no n.o 2 do presente artigo, quando aplicável.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>62</NumAm>

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 8 – parágrafo 1 – ponto -1 (novo)</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1305/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 17 – n.º 6-A (novo)</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

 

(-1) Ao artigo 17.º é aditado o seguinte número:

 

«6-A. Os Estados-Membros podem continuar a assumir novos compromissos jurídicos em relação aos beneficiários durante o período de transição referido no artigo -1.º do Regulamento (UE) ..../... do Parlamento Europeu e do Conselho [Regulamento de transição]. Os pedidos de apoio apresentados antes de 2021 e não aprovados devido à falta de dotação financeira para esta medida no respetivo programa continuam a ser elegíveis durante esse período de transição.»

 (https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/?uri=CELEX:02013R1305-20190301)

<TitreJust>Justificação</TitreJust>

A possibilidade de transição dos pedidos relativos a investimentos em ativos físicos que não tenham sido aprovados no atual período de programação devido à ausência de dotação financeira deve ser esclarecida no presente regulamento.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>63</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 8 – parágrafo 1 – ponto 1</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1305/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 28 – n.º 5 – parágrafo 2</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

Os Estados-Membros devem fixar um período mais curto nos seus programas de desenvolvimento rural, de um a três anos, para os novos compromissos a assumir a partir de 2021. Se os Estados-Membros previrem uma prorrogação anual dos compromissos após o termo do período inicial fixado em conformidade com o primeiro parágrafo, a partir de 2021 a prorrogação não pode exceder um ano. A partir de 2021, no caso de novos compromissos diretamente decorrentes de compromissos assumidos no período inicial, os Estados-Membros devem fixar um período de um ano nos seus programas de desenvolvimento rural.

Os Estados-Membros devem fixar um período mais curto nos seus programas de desenvolvimento rural, de um a cinco anos, para os novos compromissos a assumir a partir do início do período de transição referido no artigo -1.º do Regulamento (UE) .../... [Regulamento de transição]. Contudo, se necessário, a fim de obter ou manter os benefícios ambientais e climáticos pretendidos, os Estados‑Membros podem fixar um período mais longo para novos compromissos. Nesse caso, os Estados-Membros devem ter em conta que esses compromissos têm de ser adaptados no que respeita à preparação e ao conteúdo do Plano Estratégico da PAC. Se os Estados-Membros previrem uma prorrogação anual dos compromissos existentes após o termo do período inicial fixado em conformidade com o primeiro parágrafo, a prorrogação não pode exceder um ano a partir do início do período de transição. Caso o apoio ao beneficiário fique aquém do nível concedido no período de planeamento anterior, os Estados-Membros podem facultar a esse beneficiário a possibilidade de não participar nos compromissos jurídicos antes do seu termo original.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>64</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 8 – parágrafo 1 – ponto 2</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1305/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 29 – n.º 3 – parágrafo 2</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

Os Estados-Membros devem fixar um período mais curto nos seus programas de desenvolvimento rural, de um a três anos, para os novos compromissos a assumir a partir de 2021. Se os Estados-Membros previrem uma prorrogação anual para a manutenção da agricultura biológica após o termo do período inicial fixado em conformidade com o primeiro parágrafo, a partir de 2021 a prorrogação não pode exceder um ano. A partir de 2021, no caso de novos compromissos relativos à manutenção diretamente decorrentes do compromisso assumido no período inicial, os Estados-Membros devem fixar um período de um ano nos seus programas de desenvolvimento rural.

Os Estados-Membros devem fixar um período de um a cinco anos nos seus programas de desenvolvimento rural, para os novos compromissos a assumir a partir do início do período de transição referido no artigo -1.º do Regulamento (UE) .../... [Regulamento de transição]. No entanto, os Estados-Membros devem ter em conta que esses compromissos têm de ser adaptados no que diz respeito à preparação e ao conteúdo do Plano Estratégico da PAC e têm de manter os benefícios ambientais e climáticos pretendidos. Se os Estados-Membros previrem uma prorrogação anual para os compromissos existentes após o termo do período inicial fixado em conformidade com o primeiro parágrafo, a prorrogação não pode exceder um ano a partir do início do período de transição. Caso o apoio ao beneficiário fique aquém do nível concedido no período de planeamento anterior, os Estados-Membros podem facultar a esse beneficiário a possibilidade de não participar nos compromissos jurídicos antes do seu termo original.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>65</NumAm>

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 8 – parágrafo 1 – ponto 2-A (novo)</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1305/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 31 – n.º 5</Article2>

 

Texto em vigor

Alteração

 

(2-A) No artigo 31.º, o n.º 5 passa a ter a seguinte redação:

5. Além dos pagamentos previstos no n.º 2, os Estados-Membros podem conceder, entre 2014 e 2020, pagamentos no âmbito desta medida aos beneficiários de zonas que eram elegíveis ao abrigo do artigo 36.º, alínea a), subalínea ii), do Regulamento (CE) n.º 1698/2005 no período de programação 2007-2013.  Para os beneficiários de zonas que já não sejam elegíveis na sequência da nova delimitação referida no artigo 32.º, n.º 3, esses pagamentos serão degressivos por um período máximo de quatro anos.  Esse período tem início na data em que for completada a delimitação nos termos do artigo 32.º,  n.º 3, e o mais tardar em 2018.  Esses pagamentos não excedem no início mais de 80 % do pagamento médio fixado no programa para o período de programação 2007-2013, nos termos do artigo 36.º, alínea a), subalínea ii), do Regulamento (CE) n.º 1698/2005, e não excedem no final, em 2020, 20 %.  Quando, devido à digressividade, o nível do pagamento atingir 25 EUR, o Estado-Membro pode continuar os pagamentos a esse nível até ao termo do período da eliminação faseada.

«5. Além dos pagamentos previstos no n.º 2, os Estados-Membros podem conceder, entre 2014 e 2020, pagamentos no âmbito desta medida aos beneficiários de zonas que eram elegíveis ao abrigo do artigo 36.º, alínea a), subalínea ii), do Regulamento (CE) n.º 1698/2005 no período de programação 2007-2013. Para os beneficiários de zonas que já não sejam elegíveis na sequência da nova delimitação referida no artigo 32.º, n.º 3, esses pagamentos serão degressivos por um período máximo de quatro anos. Esse período tem início na data em que for completada a delimitação nos termos do artigo 32.º,  n.º 3, e o mais tardar em 2019. Esses pagamentos não excedem no início mais de 80 % do pagamento médio fixado no programa para o período de programação 2007-2013, nos termos do artigo 36.º, alínea a), subalínea ii), do Regulamento (CE) n.º 1698/2005, e não excedem no final, no fim do período de transição referido no artigo -1.º do Regulamento (UE) .../... [Regulamento de transição], 20 %.  Quando, devido à digressividade, o nível do pagamento atingir 25 EUR, o Estado-Membro pode continuar os pagamentos a esse nível até ao termo do período da eliminação faseada.

Em derrogação do primeiro parágrafo, caso só comecem a ser efetuados no exercício de 2019, os pagamentos degressivos não podem ascender inicialmente a mais de 80 % do pagamento médio fixado no período de programação de 2014-2020. O nível de pagamento deve ser estabelecido de modo a que, em 2020, o nível final seja metade do nível inicial.

Em derrogação do primeiro parágrafo, caso só comecem a ser efetuados no exercício de 2019, os pagamentos degressivos não podem ascender inicialmente a mais de 80 % do pagamento médio fixado no período de programação de 2014-2020. O nível de pagamento deve ser estabelecido de modo a que, em 2020, o nível final seja metade do nível inicial. Os Estados‑Membros podem manter o seu apoio neste nível durante o período de transição referido no artigo -1.º do Regulamento (UE) .../... [Regulamento de transição].

Depois de completada a delimitação, os beneficiários de zonas que continuam a ser elegíveis recebem a totalidade dos pagamentos no âmbito desta medida.

Depois de completada a delimitação, os beneficiários de zonas que continuam a ser elegíveis recebem a totalidade dos pagamentos no âmbito desta medida.»

 (https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/?uri=CELEX:02013R1305-20190301)

<TitreJust>Justificação</TitreJust>

O período de transição alargado para zonas com condicionantes naturais, que já não sejam elegíveis para apoio ao abrigo da nova delimitação, garante uma adaptação harmoniosa às novas condições por parte dos agricultores dessas zonas. A alteração garante segurança e a continuidade do apoio aos agricultores europeus de zonas desfavorecidas durante o período de transição.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>66</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 8 – parágrafo 1 – ponto 3</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1305/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 33 –  n.º 2 – parágrafo 3</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

Os Estados-Membros devem fixar um período mais curto nos seus programas de desenvolvimento rural, de um a três anos, para os novos compromissos a assumir a partir de 2021. Se os Estados-Membros previrem a renovação anual dos compromissos após o termo do período inicial fixado em conformidade com o primeiro parágrafo, a partir de 2021 a renovação não pode exceder um ano.

Os Estados-Membros devem fixar um período mais curto nos seus programas de desenvolvimento rural, de um a cinco anos, para os novos compromissos a assumir a partir do início do período de transição. Contudo, se necessário, a fim de obter ou manter os benefícios pretendidos do bem‑estar dos animais, os Estados‑Membros podem fixar um período mais longo para novos compromissos. Nesse caso, os Estados‑Membros devem ter em conta que esses compromissos têm de ser adaptados no que respeita à preparação e ao conteúdo do Plano Estratégico da PAC. Os Estados‑Membros podem prever uma renovação dos compromissos após o termo do período inicial fixado em conformidade com o primeiro parágrafo.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>67</NumAm>

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 8 – parágrafo 1 – ponto 3-A (novo)</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1305/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 38 – n.º 3 – parágrafo 2</Article2>

 

Texto em vigor

Alteração

 

(3-A) No artigo 38.º, n.º 3, o segundo parágrafo passa a ter a seguinte redação:

O apoio previsto no artigo 36.º, n.º 1, alínea b), só é concedido para cobrir as perdas causadas por fenómenos climáticos adversos, doenças dos animais ou das plantas, pragas ou por uma medida adotada em conformidade com a Diretiva 2000/29/CE para erradicar ou circunscrever uma doença das plantas ou praga que destrua mais de 30 % da produção anual média do agricultor nos três anos anteriores ou da sua produção média em três dos cinco anos anteriores, excluindo o valor mais alto e o valor mais baixo.  Podem ser utilizados índices para calcular a produção anual do agricultor.  O método de cálculo utilizado deverá permitir determinar a perda efetivamente sofrida por cada agricultor em determinado ano.

«O apoio previsto no artigo 36.º, n.º 1, alínea b), só é concedido para cobrir as perdas causadas por fenómenos climáticos adversos, doenças dos animais ou das plantas, pragas ou por uma medida adotada em conformidade com a Diretiva 2000/29/CE para erradicar ou circunscrever uma doença das plantas ou praga que destrua mais de 20 % da produção anual média do agricultor nos três anos anteriores ou da sua produção média em três dos cinco anos anteriores, excluindo o valor mais alto e o valor mais baixo. Podem ser utilizados índices para calcular a produção anual do agricultor. O método de cálculo utilizado deverá permitir determinar a perda efetivamente sofrida por cada agricultor em determinado ano.»

 (https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/?uri=CELEX:02013R1305-20190301)

<TitreJust>Justificação</TitreJust>

Esta alteração visa reduzir para 20 % de perdas o evento desencadeador das compensações em matéria de gestão dos riscos. Decorre das modificações adotadas no quadro do Regulamento «Omnibus» e em consonância com a proposta da Comissão no artigo 70.º do Regulamento Planos Estratégicos.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>68</NumAm>

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 8 – parágrafo 1 – ponto 3-B (novo)</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1305/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 39 – n.º 1</Article2>

 

Texto em vigor

Alteração

 

(3-B) No artigo 39.º, o n.º 1 passa a ter a seguinte redação:

1. O apoio previsto no artigo 36.º, n.º 1, alínea c), só é concedido se a diminuição do rendimento exceder 30 % do rendimento anual médio do agricultor nos três anos anteriores ou da sua produção média em três dos cinco anos anteriores, excluindo o valor mais alto e o valor mais baixo.  Para efeitos do artigo 36.º, n.º 1, alínea c), entende-se por "rendimento" a soma das receitas que o agricultor obtém do mercado, incluindo qualquer forma de apoio público, deduzidos os custos dos fatores de produção.  Os pagamentos efetuados aos agricultores pelo fundo mutualista compensam menos de 70 % da perda de rendimento do produtor durante o ano em que este se tenha tornado elegível para beneficiar dessa ajuda. Podem ser utilizados índices para calcular a perda anual de rendimento do agricultor.

«1. O apoio previsto no artigo 36.º, n.º 1, alínea c), só é concedido se a diminuição do rendimento exceder 20 % do rendimento anual médio do agricultor nos três anos anteriores ou da sua produção média em três dos cinco anos anteriores, excluindo o valor mais alto e o valor mais baixo.  Para efeitos do artigo 36.º, n.º 1, alínea c), entende-se por «rendimento» a soma das receitas que o agricultor obtém do mercado, incluindo qualquer forma de apoio público, deduzidos os custos dos fatores de produção. Os pagamentos efetuados aos agricultores pelo fundo mutualista compensam menos de 70 % da perda de rendimento do produtor durante o ano em que este se tenha tornado elegível para beneficiar dessa ajuda. Podem ser utilizados índices para calcular a perda anual de rendimento do agricultor.»

 (https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/?uri=CELEX:02013R1305-20190301)

<TitreJust>Justificação</TitreJust>

Esta alteração visa reduzir para 20 % de perdas o evento desencadeador das compensações em matéria de gestão dos riscos. Decorre das modificações adotadas no quadro do Regulamento «Omnibus» e em consonância com a proposta da Comissão no artigo 70.º do Regulamento Planos Estratégicos.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>69</NumAm>

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 8 – parágrafo 1 – ponto 5-A (novo)</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1305/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 51 – n.º 2 – parágrafo 3-A (novo)</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

 

(5-A) Ao artigo 51.º, n.º 2, é aditado o seguinte parágrafo:

 

 «No caso de um Estado-Membro decidir recorrer à possibilidade referida no artigo 1.º, n.º 1, do Regulamento (UE) .../... [Regulamento de transição], esse Estado‑Membro pode decidir aumentar o limite de 4 % a que se refere o presente parágrafo até 6 % durante o período de transição referido no artigo -1.º desse regulamento. O montante desse aumento deve ser compensado através da diminuição da percentagem de assistência técnica no período 2022-2027 ou, nos casos abrangidos pelo artigo -1.º, n.º 2, desse regulamento, no período 2023-2027.»

<TitreJust>Justificação</TitreJust>

A natureza das alterações propostas à reforma da PAC exigirá um planeamento e compromissos significativos por parte do setor agrícola e das administrações nacionais na execução e na consecução dos seus objetivos e das suas ambições. Ao permitir que os Estados-Membros utilizem uma percentagem mais elevada dos fundos afetados à assistência técnica durante o período de transição,  dá-se-lhes apoio para desenvolver, adequadamente, as medidas e os instrumentos necessários para atingir os objetivos fixados. Um nível mais elevado de assistência técnica deve ser compensado após o período de transição e, por conseguinte, não deve ser imposto aos agricultores.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>70</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 8 – parágrafo 1 – ponto 6 – alínea a)</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1305/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 58 – n.º 1 – parágrafo 2</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

Sem prejuízo dos n.os 5, 6 e 7, o montante total do apoio da União ao desenvolvimento rural ao abrigo do presente regulamento no período compreendido entre 1 de janeiro de 2021 e 31 de dezembro de 2021 não pode exceder 11 258 707 816 EUR, a preços correntes, em conformidade com o quadro financeiro plurianual para o período de 2021 a 2027.

Sem prejuízo dos n.os 5, 6 e 7, o montante total do apoio da União ao desenvolvimento rural ao abrigo do presente regulamento no período de transição, conforme referido no artigo -1.º do Regulamento (UE) .../...  [Regulamento de transição], não pode exceder X* EUR, a preços correntes, em conformidade com o quadro financeiro plurianual para o período de 2021 a 2027.

 

__________________

 

* Na sua Resolução, de 14 de novembro de 2018, sobre o Quadro Financeiro Plurianual 2021-2027 - Posição do Parlamento com vista a um acordo (P8_TA(2018)0449), o Parlamento Europeu tomou posição a favor da manutenção do financiamento da PAC para a UE-27 ao nível do orçamento de 2014-2020 em termos reais, adicionando o montante adicional da reserva agrícola, a saber 383 255 milhões de EUR a preços de 2018 (431 946 milhões de EUR a preços correntes). Os valores referidos no presente regulamento devem, por conseguinte, ser calculados com base nos valores acordados para o QFP 2021-2027 ou, se este não for adotado atempadamente, com base nos limites máximos e alargados de 2020 e nas disposições previstas no artigo 312.º, n.º 4, do TFUE.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>71</NumAm>

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 8 – parágrafo 1 – ponto 9-A (novo)</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1305/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 82-A (novo)</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

 

(9-A) É aditado o seguinte artigo no final do título VIII:

 

«Artigo 82.º-A

 

Medidas fiscais nacionais

 

A fim de limitar os efeitos da variabilidade dos rendimentos, os artigos 107.º, 108.º e 109.º do TFUE não se aplicam às medidas fiscais nacionais por força das quais os Estados-Membros decidem desviar-se das regras fiscais gerais ao autorizarem que a matéria coletável do imposto sobre o rendimento dos agricultores seja calculada com base num período plurianual, incluindo o diferimento de uma parte da base tributável, ou permitindo a exclusão dos montantes colocados numa conta de poupança agrícola específica.»

 (https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/?uri=CELEX:02013R1305-20190301)

<TitreJust>Justificação</TitreJust>

A presente alteração visa antecipar a aplicação de uma nova medida regulamentar, proposta no âmbito do Regulamento COM(2018)0392 relativo aos planos estratégicos da PAC, no seu artigo 133.º, adotada pela Comissão da Agricultura em abril de 2019. Destina-se a permitir que os agricultores criem regimes de aforro de precaução, sem ficarem abrangidos pelo regime de auxílios estatais.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>72</NumAm>

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 9 – parágrafo 1 – ponto -1 (novo)</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1306/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 25.º</Article2>

 

Texto em vigor

Alteração

 

(-1) O artigo 25.º passa a ter a seguinte redação:

Artigo 25.º

«Artigo 25.º 

Reserva para crises no setor agrícola

Reserva para crises no setor agrícola

É criada uma reserva destinada a prestar um apoio suplementar ao setor agrícola em caso de crises graves que afetem a produção ou a distribuição agrícola ("reserva para crises no setor agrícola") mediante a aplicação, no início de cada ano, de uma redução dos pagamentos diretos com o mecanismo de disciplina financeira referido no artigo 26.º.

 

É criada uma reserva destinada a prestar um apoio suplementar ao setor agrícola em caso de crises graves que afetem a produção ou a distribuição agrícola («reserva para crises no setor agrícola») no início de cada ano, no FEAGA.

O valor total da reserva é de 2 800 milhões EUR com parcelas anuais constantes de 400 milhões EUR (a preços de 2011) para o período 2014-2020, e é incluído na Rubrica 2 do Quadro Financeiro Plurianual estabelecido no anexo do Regulamento (UE, Euratom) n.º 1311/2013.

O valor total da reserva é de 2 800 milhões de EUR com parcelas anuais constantes de 400 milhões de EUR (a preços de 2011) para o período 2014-2020, e é incluído na Rubrica 2 do Quadro Financeiro Plurianual estabelecido no anexo do Regulamento (UE, Euratom) n.º 1311/2013.

 

Para 2021, o valor da reserva é de 400 milhões de EUR (a preços de 2011), acresce aos orçamentos do FEAGA e do FEADER e é incluído na Rubrica 3 do Quadro Financeiro Plurianual estabelecido no anexo do Regulamento (UE) .../... do Conselho *[QFP].

 

No início dos exercícios seguintes, o montante da reserva é, pelo menos, igual ao montante inicial atribuído em 2021 e é ajustado no âmbito do processo orçamental anual ou durante o exercício, se for caso disso, à luz da evolução ou das perspetivas de uma crise do mercado no exercício em curso ou no exercício seguinte e tendo em conta as receitas disponíveis atribuídas ao FEAGA ou as margens disponíveis abaixo do sublimite máximo do FEAGA.

 

No caso de as dotações disponíveis não serem suficientes, pode recorrer-se, em última instância, à disciplina financeira para financiar a reserva, até ao limite do montante do ano de 2021 referido no terceiro parágrafo do presente artigo.

 

Em derrogação do disposto no artigo 12.º, n.º 2, alínea d), do Regulamento (UE, Euratom) 2018/1046 do Parlamento Europeu e do Conselho*, as dotações não autorizadas da reserva transitam, sem limite de tempo, para financiar a reserva nos exercícios seguintes.»

 

__________________

 

* Regulamento (UE, Euratom) 2018/1046 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 18 de julho de 2018, relativo às disposições financeiras aplicáveis ao orçamento geral da União, que altera os Regulamentos (UE) n.º 1296/2013, (UE) n.º 1301/2013, (UE) n.º 1303/2013, UE n.º 1304/2013, (UE) n.º 1309/2013, (UE) n.º 1316/2013, (UE) n.º 223/2014 e (UE) n.º 283/2014, e a Decisão n.º 541/2014/UE, e revoga o Regulamento (UE, Euratom) n.º 966/2012 (JO L 193 de 30.7.2018, p. 1).

https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/?uri=CELEX%3A32018R1046

<TitreJust>Justificação</TitreJust>

Em consonância com a posição do Parlamento Europeu sobre o quadro financeiro plurianual, esta alteração visa estabelecer, no artigo relativo à reserva para crises, que o capital inicial da reserva para o período 2021-2027 deve ser suplementar ao orçamento da PAC, devendo ser colocado na reserva no início do período de programação. Além disso, no intuito de evitar a perda destes fundos no final do primeiro exercício, convém antecipar a reforma do funcionamento da reserva, por forma a permitir que as dotações não autorizadas de 2021 transitem para os exercícios seguintes.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>73</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 9 – parágrafo 1 – ponto 1</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1306/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 25 – n.º 3</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

(1) Ao artigo 25.º é aditado o seguinte terceiro parágrafo:

Suprimido

«Para 2021, o valor da reserva é de 400 milhões de EUR (a preços de 2011) e é incluído na rubrica 3 do quadro financeiro plurianual constante do anexo do Regulamento (UE) n.º [xxxx/xxxx] do Conselho* [QFP].»

 

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>74</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 9 – parágrafo 1 – ponto 3</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1306/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 35 – n.º 5</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

5. No ano de atribuição de 2021 não é concedido pré-financiamento aos programas para os quais um Estado‑Membro decida prorrogar o período de 2014-2020 em conformidade com o artigo 1.º, n.º 1, do Regulamento (UE) [XXXX/XXXX] [presente regulamento].

5. Relativamente às atribuições do período de transição referido no artigo ‑1,º do Regulamento (UE) .../... [Regulamento de transição], não é concedido pré-financiamento aos programas para os quais um Estado-Membro decida prorrogar o período de 2014-2020 em conformidade com o artigo 1.º, n.º 1, do Regulamento (UE) [XXXX/XXXX]  [presente regulamento].

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>75</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 10 – parágrafo 1 – ponto 1</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1307/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 11 – n.º 6 – parágrafo 4</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

Em relação ao exercício de 2021, os Estados-Membros devem notificar à Comissão, até 1 de agosto de 2020, as decisões tomadas em conformidade com o presente artigo e o produto estimado de eventuais reduções.

Em relação a cada exercício do período de transição referido no artigo -1.º do Regulamento (UE) .../2020 do Parlamento Europeu e do Conselho [Regulamento de transição], os Estados-Membros devem notificar à Comissão, até 1 de agosto do ano anterior, as decisões tomadas em conformidade com o presente artigo e o produto estimado de eventuais reduções.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>76</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 10 – parágrafo 1 – ponto 2 – alínea a)</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1307/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 14 – n.º 1 – parágrafo 2</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

Até 1 de agosto de 2020, os Estados‑Membros podem decidir disponibilizar, a título de apoio suplementar financiado ao abrigo do FEADER no exercício financeiro de 2022, até 15 % dos seus limites máximos nacionais anuais para o ano civil de 2021 estabelecidos no anexo II do presente regulamento.  Em consequência, o montante correspondente deixa de estar disponível para a concessão de pagamentos diretos. Essa decisão deve ser notificada à Comissão até 1 de agosto de 2020 e fixar a percentagem escolhida.

Até 31 de dezembro de 2020, os Estados‑Membros podem decidir disponibilizar, a título de apoio suplementar financiado ao abrigo do FEADER no exercício financeiro de 2022, até 15 % dos seus limites máximos nacionais anuais para o ano civil de 2021 estabelecidos no anexo II do presente regulamento.  Em consequência, o montante correspondente deixa de estar disponível para a concessão de pagamentos diretos. Essa decisão deve ser notificada à Comissão até 31 de dezembro de 2020 e fixar a percentagem escolhida.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>77</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 10 – parágrafo 1 – ponto 2 – alínea a-A) (nova)</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1307/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 14 – n.º 1 – parágrafo 7-A (novo)</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

 

(a-A) Ao n.º 1 é aditado o seguinte parágrafo:

 

«Nos casos abrangidos pelo artigo -1.º, n.º 2, do Regulamento (UE) .../...  [Regulamento de transição], os Estados-Membros podem decidir, até 31 de dezembro de 2020, disponibilizar, a título de apoio adicional financiado ao abrigo do FEADER no exercício de financeiro de 2023, até 15 % dos seus limites máximos nacionais anuais para o ano civil de 2022, estabelecidos no anexo II do presente regulamento.  Em consequência, o montante correspondente deixa de estar disponível para a concessão de pagamentos diretos. Essa decisão deve ser notificada à Comissão até 31 de dezembro de 2020 e fixar a percentagem escolhida.»

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>78</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 10 – parágrafo 1 – ponto 2 – alínea b)</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1307/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 14 – n.º 2 – parágrafo 7</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

Até 1 de agosto de 2020, os Estados‑Membros que não tomarem a decisão referida no n.º 1 para o exercício financeiro de 2022 podem decidir disponibilizar enquanto pagamentos diretos até 15 % ou, no caso da Bulgária, Estónia, Espanha, Letónia, Lituânia, Polónia, Portugal, Roménia, Eslováquia, Finlândia e Suécia, até 25 % do montante atribuído ao apoio financiado pelo FEADER no exercício financeiro de 2022 pela legislação da União adotada na sequência da adoção do Regulamento (UE) n.º [xxxx/xxxx] do Conselho* [QFP]. Em consequência, o montante correspondente deixará de estar disponível para medidas financiadas no âmbito do FEADER. Essa decisão deve ser notificada à Comissão até 1 de agosto de 2020 e fixar a percentagem escolhida.

Até 31 de dezembro de 2020, os Estados‑Membros que não tomarem a decisão referida no n.º 1 para o exercício financeiro de 2022 podem decidir disponibilizar enquanto pagamentos diretos até 15 % ou, no caso da Bulgária, Estónia, Espanha, Letónia, Lituânia, Polónia, Portugal, Roménia, Eslováquia, Finlândia e Suécia, até 25 % do montante atribuído ao apoio financiado pelo FEADER no exercício financeiro de 2022 pela legislação da União adotada na sequência da adoção do Regulamento (UE) n.º [xxxx/xxxx] do Conselho* [QFP]. Em consequência, o montante correspondente deixará de estar disponível para medidas financiadas no âmbito do FEADER. Essa decisão deve ser notificada à Comissão até 31 de dezembro de 2020 e fixar a percentagem escolhida.

_______________

_______________

* Regulamento (UE) [...] do Conselho, de [...], [que estabelece o quadro financeiro plurianual para o período de 2021 a 2027] (JO L […] de […], p. […]).»;

* Regulamento (UE) [...] do Conselho, de [...], [que estabelece o quadro financeiro plurianual para o período de 2021 a 2027] (JO L […] de […], p. […]).»;

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>79</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 10 – parágrafo 1 – ponto 2 – alínea b-A) (novo)</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1307/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 14 – n.º 2 – parágrafo 7-A (novo)</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

 

(b-A) Ao n.º 2 é aditado o seguinte parágrafo:

 

«Nos casos abrangidos pelo artigo -1.º, n.º 2, do Regulamento (UE) .../... [Regulamento de transição], os Estados‑Membros que não tomarem a decisão referida no nº 1 do presente artigo para o exercício financeiro de 2023 podem decidir, até 31 de dezembro de 2020, disponibilizar enquanto pagamentos diretos até 15 % ou, no caso da Bulgária, da Estónia, da Espanha, da Letónia, da Lituánia, da Polónia, de Portugal, da Roménia, da Eslováquia, da Finlândia e da Suécia, até 25 % do montante atribuído ao apoio financiado pelo FEADER no exercício financeiro de 2023 pela legislação da União, aprovado na sequência da adoção do Regulamento (UE) .../... do Conselho [QFP].  Em consequência, o montante correspondente deixará de estar disponível para medidas financiadas no âmbito do FEADER. Essa decisão deve ser notificada à Comissão até 31 de dezembro de 2020 e fixar a percentagem escolhida.»

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>80</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 10 – parágrafo 1 – ponto 3</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1307/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 15-A – título</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

Notificações para o ano civil de 2021

Notificações para os anos civis compreendidos no período de transição

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>81</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 10 – parágrafo 1 – ponto 3</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1307/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 15-A – parágrafo 1</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

Para o ano civil de 2021, os Estados-Membros devem notificar, até 1 de agosto de 2020, as percentagens do limite máximo nacional a que se referem o artigo 22.º, n.º 2, o artigo 42.º, n.º 1, o artigo 49.º, n.º 1, o artigo 51.º, n.º 1 e o artigo 53.º, n.º 6.

Para cada ano civil do período de transição, os Estados-Membros devem notificar, até 1 de agosto do ano anterior, as percentagens do limite máximo nacional a que se referem o artigo 22.º, n.º 2, o artigo 42.º, n.º 1, o artigo 49.º, n.º 1, o artigo 51.º, n.º 1 e o artigo 53.º, n.º 6.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>82</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 10 – parágrafo 1 – ponto 4</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1307/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 22 – n.º 5 – parágrafo 2</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

Para o ano civil de 2021, se o limite máximo para um Estado-Membro, fixado pela Comissão ao abrigo do n.º 1, for diferente do limite do ano anterior em resultado de uma alteração do montante fixado no anexo II ou de uma decisão tomada por esse Estado-Membro nos termos do n.º 3 do presente artigo, do artigo 14.º, n.os 1 ou 2, do artigo 42.º, n.º 1, do artigo 49.º, n.º 1, do artigo 51.º, n.º 1, ou do artigo 53.º, esse Estado-Membro reduz ou aumenta de forma linear o valor de todos os direitos ao pagamento e/ou reduz ou aumenta a reserva nacional ou as reservas regionais, a fim de assegurar o cumprimento do n.º 4 do presente artigo.

Para cada ano civil do período de transição, se o limite máximo para um Estado-Membro, fixado pela Comissão ao abrigo do n.º 1, for diferente do limite do ano anterior em resultado de uma alteração do montante fixado no anexo II ou de uma decisão tomada por esse Estado-Membro nos termos do n.º 3 do presente artigo, do artigo 14.º, n.os 1 ou 2, do artigo 42.º, n.º 1, do artigo 49.º, n.º 1, do artigo 51.º, n.º 1, ou do artigo 53.º, esse Estado-Membro reduz ou aumenta de forma linear o valor de todos os direitos ao pagamento e/ou reduz ou aumenta a reserva nacional ou as reservas regionais, a fim de assegurar o cumprimento do n.º 4 do presente artigo.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>83</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 10 – parágrafo 1 – ponto 5</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1307/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 23 – n.º 6 – parágrafo 4</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

Para o ano civil de 2021, os Estados-Membros que aplicarem o n.º 1, primeiro parágrafo, notificam à Comissão as decisões a que se referem os n.os 2 e 3 até 1 de agosto de 2020.

Para cada ano civil do período de transição, os Estados-Membros que aplicarem o n.º 1, primeiro parágrafo, notificam à Comissão as decisões a que se referem os n.os 2 e 3 até 1 de agosto do ano anterior.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>84</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 10 – parágrafo 1 – ponto 6</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1307/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 25 – n.º 11 – parágrafo 1 – parte introdutória</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

Após terem aplicado o ajustamento referido no artigo 22.º, n.º 5, os Estados-Membros que utilizaram a derrogação prevista no n.º 4 do presente artigo podem decidir que os direitos ao pagamento detidos pelos agricultores em 31 de dezembro de 2019, de valor inferior ao valor unitário nacional ou regional para 2020, calculado em conformidade com o segundo parágrafo do presente número, tenham o seu valor unitário aumentado para o valor unitário nacional ou regional para 2020. O aumento deve calcular-se com observância dos seguintes aspetos:

Após terem aplicado o ajustamento referido no artigo 22.º, n.º 5, os Estados-Membros que utilizaram a derrogação prevista no n.º 4 do presente artigo devem garantir que os direitos ao pagamento detidos pelos agricultores em 31 de dezembro de 2019 e, nos casos abrangidos pelo artigo -1.º, n.º 2, do Regulamento (UE) .../... [Regulamento de transição], em 31 de dezembro de 2020, de valor inferior ao valor unitário nacional ou regional para o ano subsequente do período de transição, calculado em conformidade com o segundo parágrafo do presente número, tenham o seu valor unitário aumentado para o valor unitário nacional ou regional para o ano correspondente. O aumento deve calcular-se com observância dos seguintes aspetos:

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>85</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 10 – parágrafo 1 – ponto 6</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1307/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 25 – n.º 11 – parágrafo 1 – alínea b)</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

b) Para financiar o aumento, é reduzida a totalidade ou parte dos direitos ao pagamento a título de propriedade ou de arrendamento detidos pelos agricultores em 31 de dezembro de 2019 e que tenham valor superior ao valor unitário nacional ou regional para 2020, calculado em conformidade com o segundo parágrafo. Essa redução aplica-se à diferença entre o valor desses direitos e o valor unitário nacional ou regional para 2020. A aplicação dessa redução deve basear-se em critérios objetivos e não discriminatórios, que podem incluir a fixação de uma diminuição máxima.

b) Para financiar o aumento, é reduzida a totalidade ou parte dos direitos ao pagamento a título de propriedade ou de arrendamento detidos pelos agricultores em 31 de dezembro de 2019 e, nos casos abrangidos pelo artigo -1.º.n.º 2, do Regulamento (UE).../... [Regulamento de transição], em 31 de dezembro de 2020 e que tenham valor superior ao valor unitário nacional ou regional para o ano subsequente do período de transição calculado em conformidade com o segundo parágrafo. Essa redução aplica-se à diferença entre o valor desses direitos e o valor unitário nacional ou regional para o ano correspondente. A aplicação dessa redução deve basear-se em critérios objetivos e não discriminatórios, que podem incluir a fixação de uma diminuição máxima.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>86</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 10 – parágrafo 1 – ponto 6</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1307/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 25 – n.º 11 – parágrafo 2</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

O valor unitário nacional ou regional para o ano de 2020 a que se refere o primeiro parágrafo é calculado dividindo o limite máximo nacional ou regional do regime de pagamento de base fixado nos termos, respetivamente, do artigo 22.º, n.º 1, ou do artigo 23.º, n.º 2, para o ano de 2020, ao qual foi subtraído o montante da reserva nacional ou de reserva(s) regional(is), pelo número dos direitos ao pagamento a título de propriedade ou de arrendamento detidos pelos agricultores em 31 de dezembro de 2019.

O valor unitário nacional ou regional para os anos do período de transição a que se refere o primeiro parágrafo é calculado dividindo o limite máximo nacional ou regional do regime de pagamento de base fixado nos termos, respetivamente, do artigo 22.º, n.º 1, ou do artigo 23.º, n.º 2, para o ano em causa, ao qual foi subtraído o montante da reserva nacional ou de reserva(s) regional(is), pelo número dos direitos ao pagamento a título de propriedade ou de arrendamento detidos pelos agricultores em 31 de dezembro do ano anterior.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>87</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 10 – parágrafo 1 – ponto 6</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1307/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 25 – n.º 11 – parágrafo 3</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

Em derrogação do primeiro parágrafo, os Estados-Membros que tenham recorrido à derrogação prevista no n.º 4 podem decidir manter o valor dos direitos ao pagamento calculado nos termos desse número e sujeito ao ajustamento referido no artigo 22.º, n.º 5.

Suprimido

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>88</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 10 – parágrafo 1 – ponto 7</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1307/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 25 – n.º 12</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

12. Para o ano civil de 2021, os Estados-Membros podem decidir reforçar a convergência interna aplicando as disposições do n.º 11 a esse ano.

12. Para todo o período de aplicação do presente regulamento, os Estados‑Membros devem reforçar a convergência interna aplicando as disposições do n.º 11 a esse ano.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>89</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 10 – parágrafo 1 – ponto 8</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1307/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 29 – n.º 2-A (novo)</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

 

Nos casos abrangidos pelo artigo -1.º, n.º 2, do Regulamento (UE) .../... [Regulamento de transição], os Estados‑Membros notificam, para o ano civil de 2022, as decisões a que se refere o artigo 25.º, n.º 12, do presente regulamento até 1 de agosto de 2021.

 (https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/?uri=CELEX:02013R1307-20200201)

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>90</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 10 – parágrafo 1 – ponto 9</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1307/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 30 – n.º 8 – parágrafo 4</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

Em relação aos direitos atribuídos a partir da reserva em 2021, o montante a excluir da reserva em conformidade com o segundo parágrafo é ajustado em conformidade com o artigo 22.º, n.º 5, segundo parágrafo. Em relação aos direitos atribuídos a partir da reserva em 2021, não se aplica o terceiro parágrafo do presente número.

Em relação aos direitos atribuídos a partir da reserva em 2021 e nos casos abrangidos pelo artigo -1.º, n.º 2, do Regulamento (UE).../... [Regulamento de transição], em relação aos direitos atribuídos a partir da reserva em 2022, o montante a excluir da reserva em conformidade com o segundo parágrafo é ajustado em conformidade com o artigo 22.º, n.º 5, segundo parágrafo. Em relação aos direitos atribuídos a partir da reserva em 2021 e nos casos abrangidos pelo artigo -1.º, n.º 2, do Regulamento (UE).../... [Regulamento de transição], em relação aos direitos atribuídos a partir da reserva em 2022, não se aplica o terceiro parágrafo do presente número.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>91</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 10 – parágrafo 1 – ponto 10-A (novo)</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1307/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 37 – n.º 1 – parágrafo 1-A (novo)</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

 

(10-A) Ao artigo 37.º, n.º 1, é aditado o seguinte parágrafo:

 

«Os Estados-Membros que concedam uma ajuda nacional transitória em 2020 podem continuar a fazê-lo até ao final do período de transição a que se refere o artigo -1.º do Regulamento (UE) .../... [Regulamento de transição].»

 (https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/?uri=CELEX:02013R1307-20200201)

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>92</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 10 – parágrafo 1 – ponto 10-B (novo)</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1307/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 37 – n.º 4 – travessões 6-A a 6-B (novo)</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

 

(10-B) Ao artigo 37.º, n.º 4, são aditados os seguintes travessões:

 

«- 50 % em 2021,

 

- nos casos abrangidos pelo artigo -1.º, n.º 2, do Regulamento (UE) .../... [Regulamento de transição], 50 % em 2022.»

 (https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/?uri=CELEX:02013R1307-20200201)

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>93</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 10 – parágrafo 1 – ponto 13</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1307/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 58 – n.º 3 – parágrafo 2 – travessão 1</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

 Bulgária: 624,11 EUR,

 Bulgária: X* EUR,

 

__________________

 

* Na sua Resolução, de 14 de novembro de 2018, sobre o Quadro Financeiro Plurianual 2021-2027 - Posição do Parlamento com vista a um acordo (P8_TA(2018)0449), o Parlamento Europeu tomou posição a favor da manutenção do financiamento da PAC para a UE-27 ao nível do orçamento de 2014-2020 em termos reais, adicionando o montante adicional da reserva agrícola, a saber 383 255 milhões de EUR a preços de 2018 (431 946 milhões de EUR a preços correntes). Os valores referidos no presente regulamento devem, por conseguinte, ser calculados com base nos valores acordados para o QFP 2021-2027 ou, se este não for adotado atempadamente, com base nos limites máximos e alargados de 2020 e nas disposições previstas no artigo 312.º, n.º 4, do TFUE.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>94</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 10 – parágrafo 1 – ponto 13</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1307/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 58 – n.º 3 – parágrafo 2 – travessão 2</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

 Grécia: 225,04 EUR,

 Grécia: X* EUR,

 

__________________

 

* Na sua Resolução, de 14 de novembro de 2018, sobre o Quadro Financeiro Plurianual 2021-2027 - Posição do Parlamento com vista a um acordo (P8_TA(2018)0449), o Parlamento Europeu tomou posição a favor da manutenção do financiamento da PAC para a UE-27 ao nível do orçamento de 2014-2020 em termos reais, adicionando o montante adicional da reserva agrícola, a saber 383 255 milhões de EUR a preços de 2018 (431 946 milhões de EUR a preços correntes). Os valores referidos no presente regulamento devem, por conseguinte, ser calculados com base nos valores acordados para o QFP 2021-2027 ou, se este não for adotado atempadamente, com base nos limites máximos e alargados de 2020 e nas disposições previstas no artigo 312.º, n.º 4, do TFUE.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>95</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 10 – parágrafo 1 – ponto 13</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1307/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 58 – n.º 3 – parágrafo 2 – travessão 3</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

 Espanha: 348,03 EUR,

 Espanha: X* EUR,

 

__________________

 

* Na sua Resolução, de 14 de novembro de 2018, sobre o Quadro Financeiro Plurianual 2021-2027 - Posição do Parlamento com vista a um acordo (P8_TA(2018)0449), o Parlamento Europeu tomou posição a favor da manutenção do financiamento da PAC para a UE-27 ao nível do orçamento de 2014-2020 em termos reais, adicionando o montante adicional da reserva agrícola, a saber 383 255 milhões de EUR a preços de 2018 (431 946 milhões de EUR a preços correntes). Os valores referidos no presente regulamento devem, por conseguinte, ser calculados com base nos valores acordados para o QFP 2021-2027 ou, se este não for adotado atempadamente, com base nos limites máximos e alargados de 2020 e nas disposições previstas no artigo 312.º, n.º 4, do TFUE.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>96</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 10 – parágrafo 1 – ponto 13</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1307/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 58 – n.º 3 – parágrafo 2 – travessão 4</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

 Portugal: 219,09 EUR.;

 Portugal: X* EUR,

 

__________________

 

* Na sua Resolução, de 14 de novembro de 2018, sobre o Quadro Financeiro Plurianual 2021-2027 - Posição do Parlamento com vista a um acordo (P8_TA(2018)0449), o Parlamento Europeu tomou posição a favor da manutenção do financiamento da PAC para a UE-27 ao nível do orçamento de 2014-2020 em termos reais, adicionando o montante adicional da reserva agrícola, a saber 383 255 milhões de EUR a preços de 2018 (431 946 milhões de EUR a preços correntes). Os valores referidos no presente regulamento devem, por conseguinte, ser calculados com base nos valores acordados para o QFP 2021-2027 ou, se este não for adotado atempadamente, com base nos limites máximos e alargados de 2020 e nas disposições previstas no artigo 312.º, n.º 4, do TFUE.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>97</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 10 – parágrafo 1 – ponto 13</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1307/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 58 – n.º 3 – parágrafo 2-A (novo)</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

 

Nos casos abrangidos pelo artigo -1.º, n.º 2, do Regulamento (UE) .../... [Regulamento de transição], o montante do pagamento específico por hectare de superfície elegível é calculado para 2022 multiplicando os rendimentos indicados no n.º 2 pelos seguintes modelos de referência:

 

– Bulgária: X EUR*,

 

– Grécia: X EUR*,

 

– Espanha: X EUR*,

 

– Portugal: X EUR*-A.

 

__________________

 

* Na sua Resolução, de 14 de novembro de 2018, sobre o Quadro Financeiro Plurianual 2021-2027 - Posição do Parlamento com vista a um acordo (P8_TA(2018)0449), o Parlamento Europeu tomou posição a favor da manutenção do financiamento da PAC para a UE-27 ao nível do orçamento de 2014-2020 em termos reais, adicionando o montante adicional da reserva agrícola, a saber 383 255 milhões de EUR a preços de 2018 (431 946 milhões de EUR a preços correntes). Os valores referidos no presente regulamento devem, por conseguinte, ser calculados com base nos valores acordados para o QFP 2021-2027 ou, se este não for adotado atempadamente, com base nos limites máximos e alargados de 2020 e nas disposições previstas no artigo 312.º, n.º 4, do TFUE.

 (https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/?uri=CELEX:02013R1307-20200201)

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>98</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 11 – parágrafo 1 – ponto 1</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1308/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 29 – n.º 2 – parágrafo 2 – alínea a)</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

a) 10 666 000 EUR para a Grécia,

a) X* EUR para a Grécia,

 

__________________

 

* Na sua Resolução, de 14 de novembro de 2018, sobre o Quadro Financeiro Plurianual 2021-2027 - Posição do Parlamento com vista a um acordo (P8_TA(2018)0449), o Parlamento Europeu tomou posição a favor da manutenção do financiamento da PAC para a UE-27 ao nível do orçamento de 2014-2020 em termos reais, adicionando o montante adicional da reserva agrícola, a saber 383 255 milhões de EUR a preços de 2018 (431 946 milhões de EUR a preços correntes). Os valores referidos no presente regulamento devem, por conseguinte, ser calculados com base nos valores acordados para o QFP 2021-2027 ou, se este não for adotado atempadamente, com base nos limites máximos e alargados de 2020 e nas disposições previstas no artigo 312.º, n.º 4, do TFUE.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>99</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 11 – parágrafo 1 – ponto 1</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1308/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 29 – n.º 2 – parágrafo 2 – alínea b)</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

b) 554 000 EUR para a França,

b) X* EUR para a França,

 

__________________

 

* Na sua Resolução, de 14 de novembro de 2018, sobre o Quadro Financeiro Plurianual 2021-2027 - Posição do Parlamento com vista a um acordo (P8_TA(2018)0449), o Parlamento Europeu tomou posição a favor da manutenção do financiamento da PAC para a UE-27 ao nível do orçamento de 2014-2020 em termos reais, adicionando o montante adicional da reserva agrícola, a saber 383 255 milhões de EUR a preços de 2018 (431 946 milhões de EUR a preços correntes). Os valores referidos no presente regulamento devem, por conseguinte, ser calculados com base nos valores acordados para o QFP 2021-2027 ou, se este não for adotado atempadamente, com base nos limites máximos e alargados de 2020 e nas disposições previstas no artigo 312.º, n.º 4, do TFUE.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>100</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 11 – parágrafo 1 – ponto 1</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1308/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 29 – n.º 2 – parágrafo 2 – alínea c)</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

c) 34 590 000 EUR para a Itália.;

c) X* EUR para a Itália.;

 

__________________

 

* Na sua Resolução, de 14 de novembro de 2018, sobre o Quadro Financeiro Plurianual 2021-2027 - Posição do Parlamento com vista a um acordo (P8_TA(2018)0449), o Parlamento Europeu tomou posição a favor da manutenção do financiamento da PAC para a UE-27 ao nível do orçamento de 2014-2020 em termos reais, adicionando o montante adicional da reserva agrícola, a saber 383 255 milhões de EUR a preços de 2018 (431 946 milhões de EUR a preços correntes). Os valores referidos no presente regulamento devem, por conseguinte, ser calculados com base nos valores acordados para o QFP 2021-2027 ou, se este não for adotado atempadamente, com base nos limites máximos e alargados de 2020 e nas disposições previstas no artigo 312.º, n.º 4, do TFUE.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>101</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 11 – parágrafo 1 – ponto 1</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1308/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 29 – n.º 2 – parágrafo 2-A (novo)</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

 

Nos casos abrangidos pelo artigo -1.º, n.º 2, do Regulamento (UE) .../... [Regulamento de transição], o financiamento pela União dos programas de trabalho referidos no n.º 1 para 2022 é de:

 

a) X* EUR para a Grécia,

 

b) X* EUR para a França, e

 

c) X* EUR para a Itália.

 

__________________

 

* Na sua Resolução, de 14 de novembro de 2018, sobre o Quadro Financeiro Plurianual 2021-2027 - Posição do Parlamento com vista a um acordo (P8_TA(2018)0449), o Parlamento Europeu tomou posição a favor da manutenção do financiamento da PAC para a UE-27 ao nível do orçamento de 2014-2020 em termos reais, adicionando o montante adicional da reserva agrícola, a saber 383 255 milhões de EUR a preços de 2018 (431 946 milhões de EUR a preços correntes). Os valores referidos no presente regulamento devem, por conseguinte, ser calculados com base nos valores acordados para o QFP 2021-2027 ou, se este não for adotado atempadamente, com base nos limites máximos e alargados de 2020 e nas disposições previstas no artigo 312.º, n.º 4, do TFUE.

 (https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/?uri=CELEX:02013R1308-20190101)

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>102</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 11 – parágrafo 1 – ponto 2</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1308/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 58 – n.º 2 – parágrafo 2</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

Para 2021, o financiamento da União para a ajuda às organizações de produtores previsto no n.º 1 é de 2 188 000 EUR para a Alemanha.

Para 2021, o financiamento da União para a ajuda às organizações de produtores previsto no n.º 1 é de X* EUR para a Alemanha.

 

__________________

 

* Na sua Resolução, de 14 de novembro de 2018, sobre o Quadro Financeiro Plurianual 2021-2027 - Posição do Parlamento com vista a um acordo (P8_TA(2018)0449), o Parlamento Europeu tomou posição a favor da manutenção do financiamento da PAC para a UE-27 ao nível do orçamento de 2014-2020 em termos reais, adicionando o montante adicional da reserva agrícola, a saber 383 255 milhões de EUR a preços de 2018 (431 946 milhões de EUR a preços correntes). Os valores referidos no presente regulamento devem, por conseguinte, ser calculados com base nos valores acordados para o QFP 2021-2027 ou, se este não for adotado atempadamente, com base nos limites máximos e alargados de 2020 e nas disposições previstas no artigo 312.º, n.º 4, do TFUE.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>103</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 11 – parágrafo 1 – ponto 2</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1308/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 58 – n.º 2 – parágrafo 2-A (novo)</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

 

Nos casos abrangidos pelo artigo -1.º, n.º 2, do Regulamento (UE) .../... [Regulamento de transição], o financiamento da União para ajuda às organizações de produtores previsto no n.º 1 para 2022 é de X* EUR para a Alemanha.

 

__________________

 

* Na sua Resolução, de 14 de novembro de 2018, sobre o Quadro Financeiro Plurianual 2021-2027 - Posição do Parlamento com vista a um acordo (P8_TA(2018)0449), o Parlamento Europeu tomou posição a favor da manutenção do financiamento da PAC para a UE-27 ao nível do orçamento de 2014-2020 em termos reais, adicionando o montante adicional da reserva agrícola, a saber 383 255 milhões de EUR a preços de 2018 (431 946 milhões de EUR a preços correntes). Os valores referidos no presente regulamento devem, por conseguinte, ser calculados com base nos valores acordados para o QFP 2021-2027 ou, se este não for adotado atempadamente, com base nos limites máximos e alargados de 2020 e nas disposições previstas no artigo 312.º, n.º 4, do TFUE.

 (https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/?uri=CELEX:02013R1308-20190101)

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>104</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 11 – parágrafo 1 – ponto 2-A (novo)</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1308/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 68 – n.º 1</Article2>

 

Texto em vigor

Alteração

 

(2-A) No artigo 68.º, o n.º 1 passa a ter a seguinte redação:

1. Os direitos de plantação concedidos aos produtores nos termos dos artigos 85.º-H, 85.º-I ou 85.º-K do Regulamento (CE) n.º 1234/2007 antes de 31 de dezembro de 2015 que não tiverem sido utilizados por esses produtores e ainda sejam válidos nessa data podem ser convertidos em autorizações ao abrigo do presente capítulo a partir de 1 de janeiro de 2016.

«1. Os direitos de plantação concedidos aos produtores nos termos dos artigos 85.º-H, 85.º-I ou 85.º-K do Regulamento (CE) n.º 1234/2007 antes de 31 de dezembro de 2015 que não tiverem sido utilizados por esses produtores e ainda sejam válidos nessa data podem ser convertidos em autorizações ao abrigo do presente capítulo a partir de 1 de janeiro de 2016. Tal conversão é efetuada a pedido desses produtores, devendo esse pedido ser apresentado antes de 31 de dezembro de 2015. Os Estados-Membros podem decidir autorizar os produtores a apresentarem o pedido para converterem os direitos em autorizações até 31 de dezembro do último ano do período de transição a que se refere o artigo -1.º do Regulamento (UE) .../... [Regulamento de transição].»

Tal conversão é efetuada a pedido desses produtores, devendo esse pedido ser apresentado antes de 31 de dezembro de 2015.  Os Estados-Membros podem decidir autorizar os produtores a apresentarem o pedido para converterem os direitos em autorizações até 31 de dezembro de 2020.

 

 (https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/?uri=CELEX:02013R1308-20190101)

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>105</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 11 – parágrafo 1 – ponto 2-B (novo)</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1308/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 68 – n.º 2</Article2>

 

Texto em vigor

Alteração

 

(2-B) No artigo 68.º, o n.º 2 passa a ter a seguinte redação:

2. As autorizações concedidas ao abrigo do n.º 1 são válidas pelo mesmo período que os direitos de plantação a que se refere o n.º 1.  Se não forem utilizadas, as autorizações caducam, o mais tardar, em 31 de dezembro de 2018 ou, se os Estados-Membros tiverem tomado a decisão a que se refere o n.º 1, segundo parágrafo, o mais tardar, em 31 de dezembro de 2023.

«2. As autorizações concedidas ao abrigo do n.º 1 são válidas pelo mesmo período que os direitos de plantação a que se refere o n.º 1. Se não forem utilizadas, as autorizações caducam, o mais tardar, em 31 de dezembro de 2018 ou, se os Estados-Membros tiverem tomado a decisão a que se refere o n.º 1, segundo parágrafo, o mais tardar, em 31 de dezembro do terceiro ano após o fim do período de transição a que se refere o artigo -1.º do Regulamento (UE) .../... [Regulamento de transição].»

 (https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/?uri=CELEX:02013R1308-20190101)

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>106</NumAm>

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 11 – parágrafo 1 – ponto 2-C (novo)</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1308/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 167-A (novo)</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

 

(2-C) Ao título II, capítulo III, secção 4, é aditado o seguinte artigo:

 

«Artigo 167.º-A

 

Regras de comercialização para melhorar e estabilizar o funcionamento do mercado comum no setor do azeite

 

1. A fim de melhorar e estabilizar o funcionamento do mercado comum no setor do azeite, os Estados-Membros produtores podem estabelecer regras de comercialização para regular a oferta. Tais regras devem ser proporcionadas em relação ao objetivo prosseguido e não devem:

 

a) Incidir em transações após a primeira comercialização do produto em causa;

 

b) Permitir a fixação de preços, mesmo que seja a título indicativo ou de recomendação;

 

c) Conduzir à indisponibilidade de uma percentagem excessiva da colheita anual que, de outro modo, estaria disponível.

 

2. As regras previstas no n.º 1 são comunicadas aos operadores mediante publicação integral numa publicação oficial do Estado-Membro em causa.

 

3. Os Estados-Membros notificam à Comissão as decisões adotadas ao abrigo do presente artigo.»

 (https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/HTML/?uri=CELEX:02013R1308-20190101&from=PT)

<TitreJust>Justificação</TitreJust>

Aditamento de um novo artigo com o objetivo de poder executar um mecanismo semelhante ao incluído no artigo 167.º do Regulamento (UE) n.º 1308/2013 para o setor vitivinícola ao setor do azeite, o que permitiria atender às necessidades específicas do setor, melhorando o seu poder de autorregulação.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>107</NumAm>

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 11 – parágrafo 1 – ponto 2-D (novo)</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1308/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 211 – n.º 2-A (novo)</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

 

(2-D) Ao artigo 211.º é aditado o seguinte número:

 

«2-A. Em derrogação do n.º 1 e a fim de limitar os efeitos da variabilidade dos rendimentos, incentivando os agricultores a economizar em anos favoráveis para fazer face aos anos desfavoráveis, os artigos 107.º, 108.º e 109.º do TFUE não se aplicam às medidas fiscais nacionais mediante as quais os Estados-Membros decidem desviar-se das regras fiscais gerais, permitindo que a base tributável sobre o rendimento aplicada aos agricultores seja calculada com base num período plurianual, nomeadamente através do transporte de parte da base tributável, incluindo o diferimento de parte da base tributável, ou permitindo a exclusão de montantes colocados numa conta de poupança agrícola específica.»

 (https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/HTML/?uri=CELEX:02013R1308-20190101&from=PT)

<TitreJust>Justificação</TitreJust>

A fim de ajudar os agricultores a enfrentar a variabilidade dos rendimentos, os Estados-Membros podem adaptar as suas medidas fiscais nacionais para permitir períodos plurianuais ou a exclusão temporária de montantes depositados em contas de poupança específicas. Essas medidas devem ficar isentas da aplicação das regras em matéria de auxílios estatais.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>108</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 11 – parágrafo 1 – ponto 2-E (novo)</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1308/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 214 – n.º 1-A (novo)</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

 

(2-E) No artigo 214.º-A, é inserido o seguinte parágrafo após o primeiro parágrafo:

 

«Em derrogação do primeiro parágrafo e sob reserva de autorização da Comissão, a Finlândia pode, durante o período de transição a que se refere o artigo -1.º do Regulamento (UE) .../... [Regulamento de transição], continuar a conceder as ajudas nacionais que concedeu em 2020 aos produtores com base nesse artigo. »

 (https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/?uri=CELEX:02013R1308-20190101)

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>109</NumAm>

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 11 – parágrafo 1 – ponto 3-A (novo)</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1308/2013</DocAmend2>

<Article2>Anexo VIII – Parte I – Secção D – ponto 7-A (novo)</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

 

(3-A) No anexo VIII, parte I, secção D, é aditado o seguinte parágrafo:

 

«7-A. Não obstante os n.os 1 e 3, em casos específicos e devidamente fundamentados, e se existirem caraterísticas produtivas e ambientais homogéneas, os Estados‑Membros podem autorizar que as operações a que se referem as secções B e C sejam efetuadas numa zona vitícola que confine com a zona na qual foram colhidas as uvas frescas utilizadas.»

 (https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/HTML/?uri=CELEX:02013R1308-20190101&from=PT)

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>110</NumAm>

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 11 – parágrafo 1 – ponto 3-B (novo)</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1308/2013</DocAmend2>

<Article2>Anexo VIII – Parte I – Secção D – ponto 7-B (novo)</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

 

(3-B) No anexo VIII, parte I, secção D, é aditado o seguinte parágrafo:

 

«7-B. Nos territórios vitícolas afetados pela área confinante com as duas zonas vitícolas, e se existirem caraterísticas produtivas e ambientais homogéneas, os Estados-Membros podem autorizar, não obstante os n.os 1 e 3, que as operações a que se referem as secções B e C sejam efetuadas numa zona vitícola que confine com a zona na qual foram colhidas as uvas frescas utilizadas.»

 (https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/HTML/?uri=CELEX:02013R1308-20190101&from=PT)

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>111</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 11 – parágrafo -1 (novo)</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 228/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 22-A (novo)</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

 

(-1) É inserido o seguinte artigo:

 

«Artigo 22.º-A

 

Acordos de entrega

 

1. Em derrogação dos artigos 164.º e 165.º do Regulamento (UE) n.º 1308/2013, se uma organização interprofissional, reconhecida nos termos do artigo 157.º desse regulamento, operar numa região ultraperiférica e for considerada representativa da produção, do comércio ou da transformação de um ou vários produtos dessa região, o Estado-Membro em causa pode, a pedido dessa organização interprofissional, tornar obrigatórios, por um período de um ano, renovável, acordos, decisões ou práticas concertadas adotados por essa organização para outros operadores económicos, individuais ou coletivos, que operem na região ultraperiférica em causa e não sejam membros da referida organização.

 

2. Caso as regras de uma organização interprofissional reconhecida sejam alargadas nos termos do n.º 1 e as atividades abrangidas por essas regras apresentem interesse económico geral para operadores económicos cujas atividades estejam relacionadas com os produtos exclusivamente destinados ao mercado local dessa região ultraperiférica, o Estado-Membro pode, após consulta às partes interessadas em causa, decidir que os operadores económicos individuais ou coletivos, que não sejam membros da organização interprofissional mas que intervenham no mercado em questão, paguem à organização, na totalidade ou em parte, as contribuições financeiras pagas pelos seus membros, na medida em que essas contribuições se destinem a cobrir os custos diretamente associados à realização das atividades em causa.

 

3. O Estado-Membro em causa informa a Comissão de qualquer acordo alargado ao abrigo do presente artigo.»

 (https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/?uri=CELEX:02013R0228-20191214)

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>112</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 12 – parágrafo 1</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 228/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 30 – n.º 2</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

2. Em cada exercício financeiro, a União financia as medidas previstas nos capítulos III e IV até um montante anual fixado em:

Suprimido

 para os departamentos franceses ultramarinos: 267 580 000 EUR

 

 para os Açores e a Madeira: 102 080 000 EUR

 

 para as ilhas Canárias: 257 970 000 EUR.

 

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>113</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 12 – parágrafo 1</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 228/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 30 – n.º 3 – parágrafo 1 – travessão 1</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

 para os departamentos franceses ultramarinos: 25 900 000 EUR,

 para os departamentos franceses ultramarinos: 35 000 000 EUR,

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>114</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 12 – parágrafo 1</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 228/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 30 – n.º 3 – parágrafo 1 – travessão 2</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

 para os Açores e a Madeira: 20 400 000 EUR

Suprimido

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>115</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 12 – parágrafo 1</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 228/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 30 – n.º 3 – parágrafo 1 – travessão 3</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

 para as ilhas Canárias: 69 900 000 EUR.

Suprimido

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>116</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Artigo 13</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 229/2013</DocAmend2>

<Article2>Artigo 18 – n.º 2 e 3</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

Artigo 13

Suprimido

Alterações do Regulamento (UE) n.º 229/2013

 

No artigo 18.º do Regulamento (UE) n.º 229/2013, os n.os 2 e 3 passam a ter a seguinte redação:

 

«

 

2. A União financia as medidas previstas nos capítulos III e IV até ao montante anual de 23 000 000 EUR.

 

3. O montante atribuído para financiar o regime específico de abastecimento referido no capítulo III não pode exceder 6 830 000 EUR.

 

»

 

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>117</NumAm>

 

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Anexo I – parágrafo 1 – ponto 2</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1305/2013</DocAmend2>

<Article2>Anexo –  parte 2 –  título</Article2>

 

Texto da Comissão

Alteração

PARTE 2: REPARTIÇÃO DO APOIO DA UNIÃO AO DESENVOLVIMENTO RURAL (2021)

PARTE 2: Repartição do apoio da União ao desenvolvimento rural (por ano, durante o período de transição, tal como previsto no artigo -1.º do Regulamento (UE) .../...  [Regulamento de transição])

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>118</NumAm>

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>

<Article>Anexo I – parágrafo 1 – ponto 2</Article>

<DocAmend2>Regulamento (UE) n.º 1305/2013</DocAmend2>

<Article2>Anexo I – Parte 2 – Quadro</Article2>

 

Texto da Comissão

(Preços correntes em EUR)

 

2021

Bélgica

67 178 046

Bulgária

281 711 396

Chéquia

258 773 203

Dinamarca

75 812 623

Alemanha

989 924 996

Estónia

87 875 887

Irlanda

264 670 951

Grécia

509 591 606

Espanha

1 001 202 880

França

1 209 259 199

Croácia

281 341 503

Itália

1 270 310 371

Chipre

15 987 284

Letónia

117 307 269

Lituânia

195 182 517

Luxemburgo

12 290 956

Hungria

416 202 472

Malta

12 207 322

Países Baixos

73 151 195

Áustria

480 467 031

Polónia

1 317 890 530

Portugal

493 214 858

Roménia

965 503 339

Eslovénia

102 248 788

Eslováquia

227 682 721

Finlândia

292 021 227

Suécia

211 550 876

Total UE

11 230 561 046

Assistência técnica

28 146 770

Total

11 258 707 816

 

Alteração

(Preços correntes em EUR)

 

Período de transição previsto no artigo ‑1.º do Regulamento (UE) .../...  [Regulamento de transição] (por ano*)

Bélgica

X

Bulgária

X

Chéquia

X

Dinamarca

X

Alemanha

X

Estónia

X

Irlanda

X

Grécia

X

Espanha

X

França

X

Croácia

X

Itália

X

Chipre

X

Letónia

X

Lituânia

X

Luxemburgo

X

Hungria

X

Malta

X

Países Baixos

X

Áustria

X

Polónia

X

Portugal

X

Roménia

X

Eslovénia

X

Eslováquia

X

Finlândia

X

Suécia

X

Total UE

X

Assistência técnica

X

Total

X

___________________

* Na sua Resolução, de 14 de novembro de 2018, sobre o Quadro Financeiro Plurianual 2021-2027 - Posição do Parlamento com vista a um acordo (P8_TA(2018)0449), o Parlamento Europeu tomou posição a favor da manutenção do financiamento da PAC para a UE-27 ao nível do orçamento de 2014-2020 em termos reais, adicionando o montante adicional da reserva agrícola, a saber 383 255 milhões de EUR a preços de 2018 (431 946 milhões de EUR a preços correntes). Os valores referidos no presente regulamento devem, por conseguinte, ser calculados com base nos valores acordados para o QFP 2021-2027 ou, se este não for adotado atempadamente, com base nos limites máximos e alargados de 2020 e nas disposições previstas no artigo 312.º, n.º 4, do TFUE.

</Amend>

<Amend>Alteração  <NumAm>119</NumAm>

<DocAmend>Proposta de regulamento</DocAmend>