José Ignacio Salafranca Sánchez-Neyra (PPE-DE). - (ES) Senhor Presidente, antes de procedermos à votação do relatório do senhor deputado Cappato, queria comunicar à Assembleia que existe um erro na versão espanhola: na antepenúltima linha do n.º 1, alínea b), fala-se de "implementação de projectos-piloto", quando o que deve fazer fé é o que consta da versão inglesa, que diz "looking at the possibility" [examinar a possibilidade].
Presidente. - Obrigado por olhar para o texto tão meticulosamente. Como é evidente, isso será corrigido.
– Antes da votação da alteração 4:
Marco Cappato (ALDE), relator – (IT) Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, começaria por desculpar ao Senhor Presidente o facto de ter pronunciado mal o meu nome; depois, relativamente à alteração 4, proporia que aquilo a que podemos chamar a parte factual da alteração, isto é, a primeira parte, fosse mantida.
(EN) "Considerando que o Órgão Internacional de Controlo dos Estupefacientes afirma que há um excesso de oferta mundial de opiáceos para fins médicos".
(IT) Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, a alteração devia terminar aqui, desde que não haja objecções. Nesse caso, somos a favor.
(O Parlamento manifesta o seu acordo quanto à alteração oral)
- Antes da votação da alteração 5:
Marco Cappato (ALDE), relator. – (IT) Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, peço desculpa, mais uma vez está em causa uma substituição factual. Já que é citada a lei afegã, conviria substituir a redacção actual pelo texto da lei:
(EN) "Considerando que a Constituição afegã declara que o Estado deve proibir todos os tipos de cultivo e contrabando de estupefacientes e que a lei afegã antidroga de 2005 prevê a possibilidade de licenciar a produção e distribuição de substâncias controladas no Afeganistão".
(O Parlamento manifesta o seu acordo quanto à alteração oral)