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O-0057/2007 (B6-0379/2007)

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PV 14/11/2007 - 9
CRE 14/11/2007 - 9

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Разисквания
Сряда, 14 ноември 2007 г. - Страсбург Редактирана версия

9. Стратегия на Съвета за конференцията в Бали относно изменението на климата (COP 13 et COP/MOP 3) (разискване)
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  El Presidente. El punto siguiente es el debate sobre

- la pregunta oral al Consejo, sobre la estrategia del Consejo para la Conferencia de Bali sobre el Cambio Climático (COP 13 y COP/MOP 3), de Guido Sacconi, en nombre de la Comisión Temporal sobre el Cambio Climático (O-0057/2007 - B6-0379/2007), y

- la pregunta oral a la Comisión, sobre la estrategia del Consejo para la Conferencia de Bali sobre el Cambio Climático (COP 13 y COP/MOP 3), de Guido Sacconi, en nombre de la Comisión Temporal sobre el Cambio Climático (O-0058/2007 - B6-0380/2007).

 
  
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  Guido Sacconi (PSE), Autore. – Signor Presidente, signor Ministro, signor Commissario, onorevoli colleghi, non c'è proprio bisogno di spiegare a voi quale sia l'importanza della Conferenza delle parti di Bali che è ormai imminente e in vista della quale appunto abbiamo chiesto di conoscere nuovamente la vostra strategia, la vostra linea di condotta.

Noi come Unione europea siamo autonomamente impegnati in uno sforzo straordinario, possiamo dire, che però sappiamo non poter essere risolutivo. Il nostro obiettivo, che condividiamo, è di contenere entro i due gradi il riscaldamento globale rispetto al periodo dell'industrializzazione, sapendo che si tratta già di una soglia ad alto rischio, tant'è che sarà comunque necessario per alcune zone del pianeta, per alcune parti d'Europa, prevedere com'è prevista, una politica di adattamento. Ma se davvero vogliamo perseguire questo difficile obiettivo sappiamo che è assolutamente indispensabile un nuovo trattato internazionale.

Il peso della responsabilità dell'Unione europea sappiamo essere limitato (14% delle emissioni globali di gas a effetto serra). Un nuovo trattato internazionale che tenga conto dei cambiamenti che sono intervenuti da Kyoto in qua, in particolare la straordinaria, esplosiva, crescita economica dei giganti asiatici: bene, Bali è un passaggio chiave in questa direzione, non sarà la sede in cui si fa l'accordo, sarà la sede in cui parte il negoziato e sarà quindi fondamentale che da Bali scaturisca un mandato negoziale chiaro, con scadenze precise, in vista di una conclusione entro il 2009.

Negli ultimi mesi il contesto mondiale è cambiato dal punto di vista politico, economico, culturale, diciamo così, dai rapporti IPCC che avranno l'ultima sintesi alla fine di questa settimana, che sarà presentata a Valencia, al Premio Nobel conferito ad Al Gore e agli scienziati dell'IPCC. È cambiato davvero molto in questi mesi e si può quindi essere ottimisti, di un ottimismo critico e vigilante, diciamo così.

Ecco io voglio spiegare con un'ultima battuta il senso della risoluzione che noi abbiamo predisposto e che sono sicuro domani sarà adottata a larga maggioranza da questo Parlamento: è un contributo, un contributo ai negoziatori per essere più forti in questo avvio di negoziato. Ringrazio la signora Hassi, che insieme agli altri relatori ha saputo fare una sintesi, evitare che diventasse un albero di Natale in cui c'è tutto. È molto finalizzato a quel negoziato e come tale noi ve lo proponiamo.

 
  
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  Satu Hassi (Verts/ALE), laatija. – Arvoisa puhemies, kiitokset erinomaisesta yhteistyöstä poliittisten ryhmien varjoesittelijöille neuvotteluissa tästä päätöslauselmasta. Ilmastonmuutos on nykyisyyttä ja se etenee ennusteita nopeammin. Dramaattinen merkki tästä oli se, että viime kesän lopulla pohjoisen Jäämeren jäästä suli miljoona neliökilometriä, yhtä paljon kuin Suomen, Ruotsin ja Norjan yhteinen pinta-ala. Tutkijoiden viesti ilmastonmuutoksen etenemisestä ja päästövähennysten kiireellisyydestä muuttuu yhä hälyttävämmäksi. Näin kertovat myös ennakkotiedot IPCC:n tällä viikolla Valenciassa pidettävästä kokouksesta.

On tärkeää, että Kioton sopimuksen ja seuraavan ilmastosopimuksen välille ei jää aukkoa. Siksi post-2012-sopimuksen pitää olla valmis viimeistään vuonna 2009. Balilla EU:n tulee tehdä kaikkensa, jotta saadaan aikaan neuvottelumandaatti, joka mahdollistaa sen, että ilmaston lämpeneminen rajoitetaan alle kahden asteen. EU:n johtajuudella on tässä aivan ratkaiseva osuus. Osoitamme johtajuutta omilla toimenpiteillämme omien päästöjemme vähentämiseksi, mutta myös vetämällä kansainvälisiä neuvotteluja. On välttämätöntä saada mukaan kaikki teollisuusmaat, myös Yhdysvallat, mutta se ei riitä ilmaston pelastamiseen. Yhtä välttämätöntä on saada mukaan isot kehitysmaat, kuten Kiina ja Intia, hyväksymään rajat päästöjensä kasvulle. Tämä on ehkä kansainvälisen diplomatian historian vaikein haaste. Meidän on ymmärrettävä, että jos Kiina ja Intia ja vastaavat maat hyväksyvät rajat päästöilleen, se tarkoittaa valtavaa muutosta niiden ajattelussa ja toimintatavassa. Meidän on oltava valmis antamaan niille tästä jotain hyvitystä. Toisin sanoen, meidän on tuettava myös taloudellisesti puhtaan ilmastoystävällisen teknologian läpimurtoa näissä maissa.

Muistutan, arvoisat kollegat, kaikkia siitä, että Nicholas Stern arvioi, että ilmastonsuojeluun tarvitaan prosentti maailman kansantuotteesta vuosittain. Toisen maailmansodan jälkeen Yhdysvallat antoi Marshall-apua kaksi prosenttia bruttokansantuotteestaan. Oli tärkeää saada käyntiin jälleenrakennus sodan jälkeen, mutta vielä tärkeämpää on estää siihen verrattava katastrofi ilmastonmuutoksen kautta. Siis meidän on oltava valmiit myös taloudellisesti maksamaan ilmastonsuojelusta.

 
  
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  Manuel Lobo Antunes, Presidente em exercício do Conselho. Senhor Presidente, Senhor Comissário, Senhores deputados, aproximam-se os dias em que a Ilha de Bali na Indonésia, irá acolher os delegados que irão participar na 13ª Conferência das Partes à Convenção sobre as Alterações Climáticas, de novo pedindo-se-lhes que, fazendo uso da experiência adquirida e dos seus talentos negociais, façam história.

À vista do primeiro período de cumprimento do Protocolo de Quioto, que decorre entre 2008 e 2012, as preocupantes informações científicas surgidas entretanto sobre a evolução recente do fenómeno das alterações climáticas tornam clara a urgência de se encontrar uma resposta colectiva e eficaz a este desafio porque o que está em jogo é, nada mais nada menos, que o futuro do nosso planeta. Neste contexto, Bali apresenta-se como a última oportunidade para o lançamento das negociações de um acordo global e abrangente sobre o regime climático pós 2012. Estamos conscientes das dificuldades deste processo judicial.

A União Europeia irá para Bali com o mesmo sentido de missão que a tem guiado nos últimos 15 anos, nos quais assumimos sem hesitações e sem ambiguidades o papel de liderança da comunidade internacional neste grande desafio global. O grande objectivo da União Europeia na Conferência de Bali sobre as alterações climáticas relacionar-se-á com o processo em si mesmo, garantir o lançamento de um processo de negociação global e abrangente.

Além disso, gostaria de lhes dizer que são os seguintes os elementos que a União considera fundamentais à criação de um enquadramento eficaz e apropriado após 2012. Primeiro, continuar a desenvolver uma perspectiva comum do problema por forma a alcançar o grande objectivo da Convenção; em segundo lugar, chegar a um acordo sobre a adopção de compromissos mais firmes por parte dos países desenvolvidos no que respeita à redução absoluta das emissões; em terceiro lugar, facilitar a prestação de novos contributos equitativos e eficazes por parte de outros países, entre os quais incentivos criados por novos tipos de compromissos flexíveis por forma a reduzir a intensidade da emissão de gases com efeito de estufa que está associada ao desenvolvimento económico; quarto, queremos também expandir o mercado do carbono, designadamente mediante o reforço de mecanismos inovadores e flexíveis; em quinto lugar, reforçar a cooperação nos domínios da investigação, desenvolvimento, divulgação, projecção e transparência no campo tecnológico; finalmente, intensificar os esforços de adaptação, designadamente no que respeita aos instrumentos de gestão de riscos, financiamento e tecnologias.

Senhor Presidente, Senhores deputados, os números falam por si. Estivemos na linha da frente em Quioto ao assumir compromissos acima dos que então nos eram exigidos, tendo hoje a União e os seus Estados-Membros claramente definidas metas ambiciosas que nos colocam na linha da frente no combate às alterações climáticas. Conforme sublinhado pelo Presidente em exercício do Conselho Europeu em Nova Iorque, as alterações climáticas são hoje incontestavelmente um dos maiores desafios que enfrenta a humanidade, tendo deixado o campo da erudição para passarem a constituir uma inquietação efectiva e generalizada das populações de todo o globo.

Trata-se de um desafio global que requer uma resposta global. A eficácia da nossa resposta dependerá com efeito de uma acção colectiva da comunidade internacional, razão pela qual defendemos que todos os esforços deverão fluir para a negociação do acordo global e abrangente, como referi, no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas para as alterações climáticas que representa, e deve continuar a representar, o quadro de referência central e incontornável para todas as acções e iniciativas a desenvolver neste domínio.

É tempo, portanto, de outros Estados assumirem as suas responsabilidades e desempenharem também eles um papel real e proporcionado no combate global contra as alterações climáticas. Reforçados pelo debate havido entre os Chefes de Estado e de Governo na recente Cimeira Informal de Lisboa sobre a Europa e a globalização do qual resultou claro que as alterações climáticas são uma matéria prioritária para a União, e também pelas conclusões do Conselho do Ambiente do passado dia 30 sobre a preparação da COP 23, partiremos para Bali empenhados em contribuir activamente para que ali se alcance um resultado que se possa traduzir em progressos concretos e perceptíveis sobre o futuro do regime climático. Bali não representa o fim mas antes o princípio de um caminho, o "road map" de que tanto se vem falando nos últimos tempos. É um desafio complexo, é um desafio difícil, mas é um desafio exequível e inadiável. A União, pela sua parte, está preparada para liderar este desafio pois que essa é a vontade dos nossos cidadãos.

 
  
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  Σταύρος Δήμας, Μέλος της Επιτροπής. Κύριε Πρόεδρε, σας ευχαριστώ για τη δυνατότητα ανταλλαγής απόψεων που έχουμε σήμερα σχετικά με τη στάση που θα τηρήσει η Ευρωπαϊκή Ένωση στη Διάσκεψη των Ηνωμένων Εθνών στο Μπαλί που αρχίζει στις 3 Δεκεμβρίου.

Η Επιτροπή και το Ευρωπαϊκό Κοινοβούλιο είχαν αποφασιστική συμβολή στην υιοθέτηση μιας φιλόδοξης ευρωπαϊκής πολιτικής για το κλίμα με πρωταγωνιστικό ρόλο στη διεθνή σκηνή και με εποικοδομητική στάση απέναντι σε βασικούς μας εταίρους μεταξύ των ανεπτυγμένων και των αναπτυσσόμενων χωρών. Προσβλέπω στη συνέχιση της στενής και αποδοτικής αυτής συνεργασίας στο Μπαλί, όπου το Κοινοβούλιο θα εκπροσωπηθεί με ισχυρή αντιπροσωπεία.

Η ερώτηση που κατέθεσε η Προσωρινή Επιτροπή για την Κλιματική Αλλαγή αναφέρεται στα πιο σημαντικά ζητήματα με τα οποία θα βρεθούμε αντιμέτωποι στο Μπαλί.

Ένα τέτοιο ζήτημα είναι πως θα εξασφαλίσουμε την υποστήριξη των βασικών εταίρων μας για την έναρξη διαπραγματεύσεων με στόχο τη σύναψη μιας διεθνούς συμφωνίας που θα αποβλέπει και θα εξασφαλίζει τον περιορισμό της υπερθέρμανσης του πλανήτη στους 2°C.

Η Διάσκεψη στο Μπαλί θα αποτελέσει αναμφίβολα σταθμό στις προσπάθειες που καταβάλλονται διεθνώς για την καταπολέμηση της κλιματικής αλλαγής. Το Μπαλί θα αποτελέσει μία πρώτη πραγματική δοκιμή της αποφασιστικότητας της διεθνούς κοινότητας να μετατρέψει τις πολιτικές διακηρύξεις σε έργα.

Ενθαρρυντικά δείγματα υπάρχουν πολλά. Η κλιματική αλλαγή αποτελεί πλέον πρώτη προτεραιότητα της διεθνούς πολιτικής και είναι ζήτημα που απασχολεί άμεσα και τους αρχηγούς κρατών σε διεθνές επίπεδο. Πριν από ένα μήνα, η πρώτη στο είδος της σύνοδος που συγκάλεσε ο Γενικός Γραμματέας των Ηνωμένων Εθνών Ban Ki-moon στη Νέα Υόρκη έστειλε ένα πολύ δυνατό μήνυμα: ότι η κλιματική αλλαγή αναγνωρίζεται πλέον από όλους τους ηγέτες παγκοσμίως ως ζήτημα που απαιτεί επείγουσα και αποφασιστική δράση της διεθνούς κοινότητας.

Η πρόσφατη συνάντηση στο Μπογκόρ, επιβεβαίωσε επίσης ότι ολοένα και περισσότερες χώρες συμφωνούν στην ανάγκη να συμφωνηθεί στο Μπαλί η έναρξη επισήμων διαπραγματεύσεων με αντικείμενο τη σύναψη συμφωνίας για το κλίμα που θα καλύπτει την περίοδο μετά το 2012.

Οι ως τώρα συζητήσεις έδειξαν επίσης ότι υπάρχει σύγκλιση απόψεων σχετικά με τα κύρια στοιχεία που πρέπει να περιλαμβάνει η συμφωνία κατά την περίοδο μετά το 2012. Βέβαια, ορισμένοι θα προτιμούσαν περισσότερο τις αποκαλούμενες «δέσμες» (clusters) (μείωση, προσαρμογή, τεχνολογία, χρηματοδότηση), από το να διαμορφωθούν τα κύρια στοιχεία της συμφωνίας στο Μπαλί, πράγμα το οποίο αποτελεί τη θέση της Ευρωπαϊκής Ένωσης.

Είναι γεγονός πάντως ότι η Ευρωπαϊκή Ένωση έχει κατορθώσει να διαμορφώσει σε μεγάλο βαθμό την ημερήσια διάταξη της Διάσκεψης του Μπαλί. Η στρατηγική της Ευρωπαϊκής Ένωσης για το κλίμα και την ενέργεια, την οποία ενέκρινε το Ευρωπαϊκό Συμβούλιο του Μαρτίου του 2007 με βάση τη σχετική πρόταση της Επιτροπής, έχει επηρεάσει αποφασιστικά τη στόχευση και το επίπεδο φιλοδοξίας της Διάσκεψης του Μπαλί καθώς και την αρχιτεκτονική της συμφωνίας για το κλίμα μετά το 2012.

Η στρατηγική της Ευρωπαϊκής Ένωσης έχει αποτελέσει τη βάση σειράς πολυμερών και διμερών συζητήσεων. Στα τέλη αυτού του μήνα, η Ευρωπαϊκή Ένωση θα συζητήσει το ζήτημα της κλιματικής αλλαγής ως θέμα προτεραιότητας στις συνόδους κορυφής Ευρωπαϊκής Ένωσης-Κίνας και Ευρωπαϊκής Ένωσης-Ινδίας. Εναπόκειται πλέον στους εταίρους μας, στις ανεπτυγμένες χώρες, να ανταποκριθούν και να συνεργασθούν για τους στόχους τους οποίους έχει θέσει η Ευρωπαϊκή Ένωση, πάντοτε με βάση τα στοιχεία που μας παρέχει η επιστήμη.

Οι ανεπτυγμένες χώρες οφείλουν να συνεχίσουν να πρωτοστατούν, αναλαμβάνοντας φιλόδοξες δεσμεύσεις για μειώσεις των εκπομπών σε απόλυτες τιμές. Διαθέτουμε τα οικονομικά και τεχνολογικά μέσα ώστε να περιορίσουμε τις εκπομπές αερίων του θερμοκηπίου. Αν δεν λάβουμε μέτρα πρώτα εμείς και οι άλλες ανεπτυγμένες χώρες, πώς μπορούμε να αναμένουμε από τις ραγδαία αναπτυσσόμενες, αναδυόμενες οικονομίες να αναλάβουν αυτές δράση, στο βαθμό μάλιστα που απαιτείται;

Οι προβλέψεις για την αύξηση των εκπομπών παγκοσμίως δεν αφήνουν ωστόσο καμία αμφιβολία, ότι πρέπει και οι αναπτυσσόμενες χώρες να συμβάλουν. Δεν τους ζητάμε -στο παρόν στάδιο- να δεσμευθούν σε μειώσεις των εκπομπών σε απόλυτες τιμές. Πρέπει όμως οι αναπτυσσόμενες χώρες, με τη βοήθειά μας, να επιβραδύνουν το ρυθμό αύξησης των εκπομπών τους ώστε παγκοσμίως -σε κάποιο χρονικό σημείο, τα επόμενα 10 με 15 χρόνια- αφού φτάσουμε στην κορύφωση εκπομπών διοξειδίου του άνθρακα, να αρχίσει πλέον η απόλυτη μείωσή τους.

Μόνο έτσι θα μπορέσουμε να συγκρατήσουμε την αύξηση της μέσης θερμοκρασίας του πλανήτη εντός του ορίου των 2°C. Στο πλαίσιο αυτό είναι αναγκαίο να επικεντρωθούμε σε συγκεκριμένες προτάσεις για την ενίσχυση της χρηματοδότησης και των επενδύσεων σε καθαρές τεχνολογίες και τη μεταφορά των τεχνολογιών αυτών στις αναπτυσσόμενες χώρες.

Γι’ αυτό στηρίζουμε την πρωτοβουλία των Ινδονησίων οικοδεσποτών μας να προσκαλέσουν τους Υπουργούς Οικονομικών σε συνάντηση με θέμα την κλιματική αλλαγή και τη χρηματοδότηση, στο Μπαλί, στη διάρκεια της Διάσκεψης.

Για να διατηρήσει τον ηγετικό της ρόλο διεθνώς η Ευρωπαϊκή Ένωση, οφείλει πρώτα απ’ όλα να έχει αποτελέσματα στο εσωτερικό της. Η Επιτροπή θα εγκρίνει το πακέτο μέτρων για το κλίμα και την ενέργεια στις αρχές του επομένου έτους και θα προβλέψει τα αναγκαία μέσα για την επίτευξη των στόχων μας, δηλαδή της μείωσης των εκπομπών κατά 20% μονομερώς και κατά 30% στην περίπτωση που έχει επιτευχθεί διεθνής συμφωνία.

Το πακέτο αυτό μέτρων θα περιλαμβάνει προτάσεις για τον επιμερισμό της ευθύνης και των υποχρεώσεων μεταξύ των κρατών μελών, για τη βελτίωση του συστήματος εμπορίας δικαιωμάτων εκπομπών της Ευρωπαϊκής Ένωσης και για την επίτευξη των στόχων σε σχέση με τις ανανεώσιμες πηγές ενέργειας.

Στη μείωση των εκπομπών επίσης θα πρέπει να συμβάλουν και μέτρα τα οποία θα ληφθούν σε κοινοτικό επίπεδο. Ένας τέτοιος τομέας είναι οι επικείμενες προτάσεις μας για το διοξείδιο του άνθρακα και τα αυτοκίνητα, τις οποίες συζητήσαμε με το Ευρωπαϊκό Κοινοβούλιο στη σύνοδο της ολομελείας του Οκτωβρίου.

Η Επιτροπή θα προτείνει νομοθετικό πλαίσιο με το οποίο θα επιτευχθεί ο κοινοτικός στόχος των 120 γρ/χλμ έως το έτος 2012. Η Επιτροπή θα παρουσιάσει επίσης το νομικό πλαίσιο για τη δέσμευση και αποθήκευση διοξειδίου του άνθρακα με τις αναγκαίες εγγυήσεις για την προστασία του περιβάλλοντος.

Το Μπαλί αποτελεί απλώς την αφετηρία της διαπραγματευτικής διαδικασίας, όπως είπε και η Προεδρία προηγουμένως. Χρειάζεται τώρα να διαμορφώσουμε και να επιτύχουμε την ευρύτερη δυνατή διεθνή στήριξη του Οδικού Χάρτη που έχουμε κατά νου.

Η Ευρωπαϊκή Ένωση θα εντείνει τις διμερείς επαφές με σημαντικούς εταίρους και θα αξιοποιήσει τις επόμενες συνόδους κορυφής καθώς και όλες τις σημαντικές διεθνείς συναντήσεις.

Αν και, όπως είπα προηγουμένως, υπάρχουν ενθαρρυντικά δείγματα διεθνώς, εντούτοις υπάρχουν και σοβαρές διαφορές απόψεων, όπως π.χ. σχετικά με τον τρόπο αντιμετώπισης της κλιματικής αλλαγής και ειδικότερα το είδος, τη φύση των στόχων. Οι Ηνωμένες Πολιτείες εξακολουθούν να αντιτίθενται σε δεσμευτικούς στόχους.

Αυτού του είδους οι στόχοι έχουν θεμελιώδη σημασία αν θέλουμε να διασφαλισθεί η αποτελεσματικότητα της συμφωνίας μας και η ενίσχυση της παγκόσμιας αγοράς διοξειδίου του άνθρακα. Θα εξακολουθήσουμε να συνεργαζόμαστε με όλους εκείνους στις Ηνωμένες Πολιτείες που μπορούν να βοηθήσουν, ώστε να επέλθει αλλαγή στάσης σε ομοσπονδιακό επίπεδο.

Στο εσωτερικό των Ηνωμένων Πολιτειών διεξάγεται ήδη ένας πολύ ζωντανός διάλογος σχετικά με την αντιμετώπιση της κλιματικής αλλαγής. Λαμβάνουμε από διάφορες πλευρές, από τις Ηνωμένες Πολιτείες, σαφή μηνύματα και εκκλήσεις για αποφασιστική δράση στην πορεία προς τη Διάσκεψη του Μπαλί.

Υπολογίζουμε στην υποστήριξη του Ευρωπαϊκού Κοινοβουλίου για προώθηση των φιλόδοξων στόχων της Ευρωπαϊκής Ένωσης όσον αφορά το κλίμα, μέσω των διαφόρων επαφών σας με συναδέλφους σας άλλων Κοινοβουλίων ανά τον κόσμο, με εκπροσώπους της βιομηχανίας και με την κοινωνία των πολιτών.

Χρειαζόμαστε την υποστήριξη αυτή στο πλαίσιο των προσπαθειών μας να ενισχύσουμε τη διεθνή συνεργασία στο πεδίο της κλιματικής αλλαγής.

(Χειροκροτήματα)

 
  
  

PRÉSIDENCE DE MME MARTINE ROURE
Vice-présidente

 
  
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  Eija-Riitta Korhola, PPE-DE-ryhmän puolesta. – Arvoisa puhemies, ensinnäkin lämmin kiitos Satu Hassille hyvästä yhteistyöstä tässä päätöslauselmassa. On selvää, että edessämme on ehkä tähän mennessä yksi tärkeimmistä, ellei jopa tärkein ilmastonmuutoskonferenssi. Viidessä viimeisessä ilmastokokouksessa ei valitettavasti ole päästy paljon eteenpäin. Nyt viimein on tullut aika päättää konkreettisista toimintamalleista vuoden 2012 jälkeiselle ajanjaksolle.

Yhteistä näille aiemmille kokouksille on ollut, että tuomisina todellisten läpimurtojen asemesta olemme nähneet selkään taputtelua EU:n yksipuolisten toimien ja ympäristöllisen kunnianhimon tuomasta johtajuudesta, ja näin päästelemme taas yhden vuoden eteenpäin. Ongelmana on, että globaaliin ilmasto-ongelmaan kaivataan nopeasti globaaleja toimenpiteitä, nimenomaan niitä on tuntunut syntyvän työläästi. Esimerkiksi vuosi sitten Nairobi ei tuonut näköpiiriin merkittävien uusien maiden sitoutumista päästöleikkauksiin vuodesta 2013 lähtien. Toivo on siis pitänyt laittaa siihen, että Kioton sopimuksen ulkopuoliset neuvottelukuviot tuottaisivat maailman neljälle suurimmalle päästäjälle, Yhdysvalloille, Kiinalle, Intialle ja Venäjälle, päästövähennyksiä.

Ehkä konkreettisin haaste kehittyvien maiden kohdalla on ajatus solidaarisuudesta. Aikanaan ei osattu aavistaa, millaiseen nousuun päästöt lähtisivät, ja nyt noin puolet päästöistä tulee kehitysmaista, ennen muuta Kiinasta ja Intiasta. Niiden kansalaiset toki ovat oikeutettuja talouskasvuun, mutta kaikkien etu on, että tuo kasvu on mahdollisimman puhdasta. Neuvottelutilanne on siis hankala, mutta niin on käytäntökin. Se voi houkutella globaaleilla markkinoilla toimivia yrityksiä investoimaan edelleen sinne, missä ei ole kunnollisia ympäristönormeja tai päästörajoja. Kehitysmaiden ihmisille mitään solidaarista ei kuitenkaan ole siinä, että heidän ympäristönsä pilataan. Päästöjen siirtyminen ei ole päästöjen leikkaamista. Niinpä lopputulos on se, että kolme neljännestä päästöistä kasvaa kiihtyvää vauhtia. Miten tästä eteenpäin? Olisiko aika irrottaa teollinen tuotanto maakohtaisista rajoituksista ja niiden sijasta laatia maailmanlaajuinen teollisuussektorikohtainen järjestelmä ja kansainvälinen hiilitalous? Pääpaino tulisi olla energian säästöllä ja ekotehokkuudella, vähäpäästöisellä teknologialla ja sen kehittämisellä.

 
  
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  Elisa Ferreira, em nome do Grupo PSE. – Senhor Presidente em exercício, Senhor Comissário, caros Colegas, começo por cumprimentar sinceramente a relatora, Senhora Satu Hassi pelo texto inicial, mas também pela capacidade de gerar compromissos em torno deste assunto complexo.

O texto que iremos votar reflecte um esforço real por parte dos diversos grupos políticos para que a mensagem para Bali seja clara, eficaz e mobilizadora. Só assim haverá condições para atingir o objectivo central que é o de transformar a reunião de Bali no ponto de partida para que, até 2009, todos os pareceres mundiais assumam compromissos políticos claros e quantificados em relação ao combate às alterações climáticas.

Todos os partidos tiveram de fazer sacrifícios e ajustamentos. Teremos atingido o objectivo se este texto vier a merecer uma aprovação generalizada por parte do Parlamento, legitimando democraticamente e perante todo o mundo o carácter pioneiro da União Europeia em matéria ambiental e de clima. Este carácter pioneiro da União Europeia cria-lhe, no entanto, responsabilidades acrescidas, nomeadamente em relação à qualidade das propostas concretas apresentadas. Por outro lado, estas propostas têm de incluir quer a dimensão/redução, quer a dimensão/adaptação. Em particular, há que tomar em conta o facto de os maiores custos de adaptação estarem já a incidir sobre as regiões mais pobres do globo, aquelas que menos contribuíram para o problema e menos condições têm para o resolver. Por outro lado, as propostas terão de procurar distribuir de forma equitativa, proporcional e justa as diferentes cargas de responsabilidade internacional no que diz respeito à redução.

É necessário compatibilizar compromissos ambientais com o processo de desenvolvimento a que os países e as regiões mais pobres têm direito, incluindo o acesso a níveis normais de bem-estar e conforto, quer por parte dos países menos desenvolvidos, quer por parte da vasta população das economias emergentes. O pioneirismo europeu é um dever, mas também deve ser visto como uma oportunidade para adquirir vantagens comparativas tecnológicas e de inovação associadas ao ambiente. No entanto, a verdade é que essa vantagem só se materializa se as preocupações e compromissos ambientais transformarem progressivamente na regra de funcionamento da economia mundial. Se tal não acontecer, as boas práticas da União transformar-se-ão, antes, numa fonte de distorção de concorrência e de desencanto por parte dos seus cidadãos.

Neste contexto, o Parlamento avança concretamente com a sugestão de, para além dos compromissos nacionais, serem explorados compromissos sectoriais mundiais criando referências, benchmarks e boas práticas internacionalmente aceites para todos os sectores da indústria e serviços envolvidos na concorrência internacional. Esta é uma agenda altamente ambiciosa, mas cabe à UE as responsabilidades respondentes ao papel de liderança positiva, importantíssimo para a sobrevivência do globo que estamos a assumir nesta matéria.

 
  
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  Lena Ek, för ALDE-gruppen. – Fru talman, herr minister, herr kommissionär. Uppstarten av förhandlingarna om vad som ska bli det nya Kyotoavtalet på Bali i december är naturligtvis oerhört viktig. Parlamentet förbereder sig genom denna debatt och en resolution, och rådet har också förberett sig genom en resolution. Det som fortfarande fattas, tycker jag, är ett tydligare samarbete mellan EU:s olika institutioner. Här vilar ett starkt ansvar på det portugisiska ordförandeskapet. Europeiska unionen måste tala med en röst på Bali.

En viktig del blir hur utvecklingsländernas situation ska hanteras och hur de ska kunna kombinera ekonomisk utveckling med miljövänlig teknik. De behöver vårt stöd. Inte bara i vackra ord, utan de behöver pengar, metodutveckling och tillgång till ny teknik. Vi behöver fokusera våra insatser på olika politikområden och biståndet måste ändras så att det också blir klimatvänligt.

En del av lösningen berör också den andra punkt jag har tänkt nämna i debatten – skog. Stora områden skövlas i dag och vi vet alla vad det betyder för klimatet. Men det är också en katastrof för de människor som bor i dessa områden när deras levebröd försvinner. Det måste utvecklas en arbetsmetod där vi betalar u-länder och vanliga familjer för att de sköter och vårdar skogsområden. Just den uthålliga produktionen är oerhört viktig. En helt orörd skog är bra med tanke på biodiversitet, men en ruttnande skog släpper ut stora mängder av metangas. Vad vi behöver är en växande skog där slutprodukten tas till vara på ett sådant sätt att det låser inne CO2 och andra växthusgaser.

Bali blir ett stort och svårt och kaotiskt möte. Det bästa vi kan göra är att förbereda oss väl så att själva starten av förhandlingarna blir bra. Där är den här debatten ett utmärkt verktyg, men vi måste också förbereda det tillsammans med våra vänner med en stark transatlantisk dialog liksom dialog med Kina och Indien. Vi vet att 25 stater släpper ut 83 procent av de gaser vi måste stoppa och, herr kommissionär och minister, en riktig vän är en person som frågar hur du mår och dessutom stannar för att lyssna på svaret.

 
  
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  Liam Aylward, on behalf of the UEN Group. – Madam President, can I too congratulate Mrs Hassi on her work and contribution to this debate.

I also want to congratulate Al Gore, the former Vice-President of America, for being recently awarded the Nobel Peace Prize for his sterling work in highlighting the need for international action to arrest climate change.

Receipt of this prize is an international recognition that climate change has risen to the top of the international political agenda. It is international action that is now needed, so that we can all collectively ensure that carbon dioxide emissions are substantially reduced in the near future. I thus fully support the 20/20 and 50/50 EU commitments to reduce carbon emissions.

Bali represents a real window of opportunity for us to agree an official mandate and framework in order to secure clear and firm international commitments for post-2012.

In Bali let the foundations of the building blocks and road map commence, based on: a shared vision; firm commitments from developed countries; the expansion of the use of carbon markets; the strengthening of cooperation on technological research and the reduction of deforestation. Also, let us not forget that the EU needs to deliver here at home and to lead by example.

Therefore, I look forward to President Pöttering’s proposal in February on how this House, the European Parliament, can itself reduce its carbon footprint.

 
  
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  Rebecca Harms, im Namen der Verts/ALE-Fraktion. – Frau Präsidentin! In der Europäischen Union ist es ja inzwischen gang und gäbe geworden — wie die Ratspräsidentschaft das auch heute wieder vorgeführt hat —, von einer europäischen Führungsrolle im internationalen Klimaschutz zu sprechen. Wenn ich zurückdenke an den letzten März und die Gipfelbeschlüsse, bis 2020 20 % CO2-Reduktion, 20 % Effizienz, 20 % Energie aus erneuerbaren Quellen zu erreichen, dann klingt das auch nach Führungsrolle.

Ich finde es sehr bedauerlich, dass es nicht gelungen ist, das Energiepaket mit den Mitgliedstaaten so weit zu verhandeln, dass wir diese Gipfelbeschlüsse vor Bali in Brüssel auch untermauern können. Wenn dritte Staaten, mit denen wir in Bali verhandeln wollen, hinter die europäischen Kulissen kucken und sich ankucken, wie mühsam mit den Mitgliedstaaten über Energieeffizienz und erneuerbare Energien verhandelt werden muss, dann werden sie feststellen, dass das bisher ein einziges Trauerspiel ist. Ich glaube, dass das ein ganz schlechtes Vorzeichen ist, dass man weltweit große Taten fordert und zu Hause nur in Trippelschritten bereit ist voranzugehen. Das Problem ist ja nicht, dass wir die Technologien nicht hätten. Das Problem ist, dass wir uns politisch überhaupt noch nicht trauen, den Paradigmenwechsel, von dem im letzten März gesprochen worden ist, in der Energiepolitik, in der Ressourcenpolitik tatsächlich auch einzuleiten.

Ich muss Ihnen sagen, dass ich im letzten Plenum, als der Bericht Reul verabschiedet wurde, entsetzt war, dass da wieder nur von Kohle und von Atom als Antwort gesprochen worden ist, und ich schäme mich geradezu dafür, dass Europäer afrikanischen Ländern jetzt die Atomenergie als Lösung der Klimaprobleme anbieten. Ich glaube, einige Europäer müssen verrückt geworden sein.

 
  
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  Roberta Musacchio, a nome del gruppo GUE/NGL. – Signora Presidente, arriva in quest'Aula un testo che è il frutto di un lavoro collettivo della commissione clima. Questa commissione, costruita ad hoc con un mandato di grande importanza, ha realizzato importanti iniziative di ascolto e di confronto e ha predisposto uno strumento utile a che l'Europa possa giocare un ruolo importante nella tredicesima Conferenza tra le parti di Bali.

Il cuore della politica proposta è chiaro e forte. Occorre un approccio politico, multilaterale, che si fondi sull'ONU, che assuma l'IPCC e prospetti forti cambiamenti non solo tecnologici ma anche di modello sociale. Occorrono trasferimenti di tecnologie, cooperazione, una nuova logica ambientale e dello sviluppo. I 3,20% proposti da Commissione e Consiglio sono in tal senso solo l'avvio, anche se positivo. Occorre pensare in grande e verso il futuro e del futuro francamente non è certo il ritorno a tecnologie del passato, vecchie, pericolose, non condivise come il nucleare.

Occorre anche cominciare a pensare a proposte innovative che noi stessi abbiamo avanzato nel dibattito parlamentare e che ora sono riprese con maggiore autorevolezza da personalità importanti come la Cancelliera signora Merkel. Parlo del calcolo pro capite delle emissioni, che insieme all'onorevole Vittorio Prodi abbiamo proposto, che è molto importante di fronte alla realtà che ci dice che oggi c'è una diseguaglianza nelle emissioni e che bisogna ridurle tutte in modo egualitario.

 
  
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  Bastiaan Belder, namens de IND/DEM-Fractie. – Mevrouw de Voorzitter, namens mijn collega Hans Blokland, de volgende bijdrage.

Allereerst wil ik collega Satu Hassi hartelijk bedanken voor het vele en belangrijke werk dat zij heeft verricht om tot de voorliggende resolutie te komen. In het licht van de komende klimaatconferentie op Bali is het van belang om het standpunt van het Europees Parlement inzake klimaatbeleid zo kernachtig mogelijk te verwoorden. Daarin is Satu Hassi geslaagd.

Nu de Europese Unie sterk inzet op klimaatbeleid, is het tijd dat andere delen van de wereld volgen, ook die landen die het Kyotoverdrag nog niet geratificeerd hebben. Op Bali zal de Europese Unie dan ook haar leidende positie moeten waar maken, niet paternalistisch, maar coöperatief.

Ik zie de conferentie op Bali als hét moment om gezamenlijk na te denken over acties inzake het klimaatbeleid na 2012. Er zullen wereldwijd gezamenlijk inspanningen verricht moeten worden om de kwaliteit van de schepping te behouden en onze veiligheid te waarborgen.

 
  
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  Karl-Heinz Florenz (PPE-DE). – Frau Präsidentin, lieber Stavros Dimas! Herzlich willkommen in der Runde hier. Wir freuen uns darauf, mit Ihnen in Bali über den Weg, den Europa in der Klimapolitik gehen will, diskutieren zu können.

Ich denke, dass es eine gemeinsame Herausforderung ist, Klimapolitik zu betreiben. Das ist nicht nur etwas für verträumte Umweltleute, das ist nicht allein etwas für liberale Kaufleute, sondern wir müssen alle gemeinsam diese Herausforderung annehmen, und der Klimaausschuss ist auf dem Wege, das zu üben. Das ist noch nicht bei allen angekommen, aber immerhin sind wir auf einem guten Wege.

Bali ist ein Meilenstein, das ist keine Frage. Eine Lücke nach Bali – das würde heißen, eine Lücke nach Kyoto – wäre eine Katastrophe, nicht nur für die Umwelt, sondern auch für die Wirtschaftspolitik, denn ohne feste Daten kann sie nicht investieren. Es geht auch darum, wo wir im Moment stehen, und was wir tatsächlich in Bali anzubieten haben. Denn nur dann, wenn wir etwas anbieten können, können wir auch erwarten, dass andere Kontinente mit uns gehen, um mit uns gemeinsam das Problem zu lösen.

Deswegen ist es richtig, dass wir hier engagiert Angebote machen: drei mal zwanzig ist eine ganze Menge, und wir werden noch froh sein, wenn wir diese Ziele erreichen. Ich sehe da durchaus noch große Hindernisse, aber wir werden dorthin kommen. Ich glaube aber auch, dass wir, gerade weil wir mit gutem Beispiel vorangehen müssen, auch erreichen werden, dass wir eine europäische Umweltaußenpolitik bekommen, die auch darauf Einfluss nimmt, warum wir eigentlich diese riesengroßen Brände in der ganzen Welt haben, die mehr CO2 erzeugen als alle europäischen Kraftwerke zusammen.

Ich glaube, da muss Europa eingreifen, da sind wir auf einem guten Weg, und dann werden die Amerikaner aus dem Inneren der USA – nicht so unbedingt durch ihre Regierung – auf einen positiven Handlungszwang kommen. Genau da werden wir hinkommen. Ich sehe im Klimawandel ausschließlich eine riesengroße ökonomische Chance. Wenn wir sie nicht wahrnehmen, werden andere diese Chance wahrnehmen.

 
  
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  Riitta Myller (PSE). – Arvoisa puhemies, Euroopan unionin johtajuuden uskottavuus ilmastopolitiikassa punnitaan joulukuussa Balilla. Tuloksena on oltava maailmanlaajuinen tahto eli selkeä mandaatti toimia sen puolesta, ettei maapallon lämpötila nouse yli kahta astetta. Euroopan unioni on jo tehnyt omat päätöksensä. Tavoitteen saavuttaminen edellyttää kuitenkin kaikkien teollistuneiden maiden, esimerkiksi Yhdysvaltojen ja Australian, sitoutumista määrällisiin päästövähennyksiin.

Meillä ei ole enää varaa käydä sitä keskustelua, joka tähän saakka on käyty, eli pääsemmekö tähän tavoitteeseen teknologiaa kehittämällä vai sitovia tavoitteita asettamalla. Me tarvitsemme molempia. Mutta vasta sitovat tavoitteet ja riittävän tiukat päästötavoitteet pakottavat yritykset siirtymään puhtaampaan ja ympäristöä säästävämpään tekniikkaan. Meidän on muistettava, kuten täällä on todettu, että kaikkien osapuolten saamiseksi mukaan sopimukseen tarvitaan solidaarisuutta, erityisesti kaikkein vaikeimmassa asemassa olevia kehitysmaita kohtaan. Mutta myös kehittyvien maiden, kuten Kiinan ja Intian, kanssa on päästävä selkeään neuvottelutilanteeseen tulevaisuuden määrällisistä päästövähennyksistä.

Arvoisa puhemies, haluan kiittää vielä kaikkia niitä, jotka parlamentin puolesta ovat osallistuneet tämän päätöslauselman laatimiseen, erityisesti Satu Hassia ja ryhmien neuvottelijoita. Olette tehneet erinomaisen hyvää työtä.

 
  
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  Vittorio Prodi (ALDE). – Signora Presidente, onorevoli colleghi, un saluto al Commissario Dimas, che sarà in prima linea a Bali. Il riscaldamento globale è un problema urgente, gravissimo, veramente globale e che richiede urgentemente un consenso globale. Per questo debbono essere da subito avanzate delle proposte di disciplina delle emissioni di gas a effetto serra che abbiano un carattere di equità e di condivisione superiori a quelle del protocollo di Kyoto, basato sul principio del grandfathering, cioè "chi ha più inquinato può continuare ad inquinare di più". Questo non è accettabile.

Per questo che io credo che si debba fare una proposta più ardita. Ho proposto un emendamento, come è già stato ricordato, che come slogan può essere riassunto come "una persona, un diritto di emissione" e questo è stato suggerito dal professor Lutz tedesco e anche accolto dalla Cancelliera Merkel.

Riconoscendo ad ogni persona un diritto pari di comportamento, di accesso alle risorse naturali, è importante che il Parlamento accompagni questo processo che nel meccanismo di scambio delle emissioni potrebbe canalizzare verso i popoli in via di sviluppo una quantità di risorse di ordine di grandezza superiori a quelli della cooperazione internazionale e più controllabili. Tra l'altro anche dietro a un impegno di rispettare i depositi di carbonio, come le foreste equatoriali.

Il principio di equità dovrà garantire una base, proprio per una gradualità che debba partire da una base per arrivare a dati che sarà possibile emettere nel 2050. Quindi il grandfathering dovrà essere gradualmente diminuito in modo molto determinante. È proprio per questa gravità di urgenza che noi dobbiamo aprire proprio le attività in modo da arrivare rapidamente a questo risultato finale.

 
  
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  Caroline Lucas (Verts/ALE). – Madam President, one of the most effective strategies the EU can employ in Bali is to lead by example. The first piece of new European climate legislation to be decided upon since the March Council is the inclusion of aviation in the Emissions Trading System. So the outcome of that is vitally important, not only in itself but for the signal that it sends to others at the Bali Conference about whether the EU is genuinely serious about its climate change commitments.

So far, frankly, the outlook is pretty grim. The Commission’s initial proposal was hopelessly weak and the fact that the Council has been unable to reach a common mandate for a first reading agreement sends extremely negative messages. I therefore urge both the Council and the Commission to raise their game substantially and quickly.

Success in Bali also depends critically on whether equity is at the heart of any new agreement. That is why proposals must be based on convergence towards equal per capita emission rights, such as the approach known as ‘contraction and convergence’. I urge the Council and Commission to follow that approach.

Finally, I would caution against an over-reliance on carbon-offsetting mechanisms. As a colleague of mine memorably pointed out, carbon offsets are about as useful as an anti-smoking campaign that pays someone else to stop smoking in the developing world while you continue cheerfully puffing away. It is irresponsible and critically ineffective.

 
  
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  Δημήτριος Παπαδημούλης (GUE/NGL). – Κύριε Πρόεδρε, κύριε Επίτροπε, η Διάσκεψη του Μπαλί καλείται να προωθήσει ένα φιλόδοξο και ρεαλιστικό πλαίσιο για μετά το 2012. Δεν υπάρχουν περιθώρια για νέες αναβολές. Η υπερθέρμανση του πλανήτη πρέπει να αντιμετωπισθεί άμεσα και δραστικά. Οικολογία και οικονομία είναι και αναγκαίο και δυνατό να συνυπάρξουν.

Τα οφέλη που θα προκύψουν υπερβαίνουν κατά πολύ το οικονομικό κόστος. Απαιτείται όμως γι’ αυτό μια ευρύτερη συμφωνία με συγκεκριμένες δεσμεύσεις για τη μείωση των εκπομπών και όχι απλές ευχές· δεσμεύσεις για την αντιμετώπιση των εκπομπών από τις διεθνείς αεροπορικές και θαλάσσιες μεταφορές, για τη δέσμευση των αερίων θερμοκηπίου μέσα από την αειφόρο διαχείριση των δασών, την αλλαγή των προτύπων παραγωγής και κατανάλωσης, τη χρήση γης.

Όμως για να τα πετύχουμε αυτά, πρέπει η Επιτροπή να ξαναθυμηθεί στόχους που έχει ξεχάσει σχετικά με την τολμηρή προώθηση των ανανεώσιμων πηγών ενέργειας, πρέπει να προωθήσει πιο τολμηρούς στόχους και να επιδείξει πιο ισχυρή πολιτική βούληση.

Αυτό περιμένουμε κύριε Δήμα.

 
  
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  Romana Jordan Cizelj (PPE-DE). – Evropska unija je vodilna v svetu, ko govorimo o boju proti podnebnim spremembam in razvoju novih okolju prijaznih tehnologij. Toda koliko časa še? Zavest, da je potrebno zmanjšati človekov vpliv na naravno okolje, postaja vse bolj prisotna v številnih državah sveta. Temu sledijo strategije, načrti in ukrepi. In to tudi v državah, v katerih skrb za okolje še nedavno ni bila prednostna naloga.

Naj podam le primer Kitajske, ki jo je delegacija Začasnega odbora za podnebne spremembe pred kratkim obiskala in se seznanila s tamkajšnjo situacijo. Čeprav Kitajski kot državi v razvoju po kjotskem protokolu ni potrebno zmanjševati izpustov toplogrednih plinov, se problema segrevanja ozračja zaveda in je že začela ukrepati. Sprejela je nacionalni program o odzivu na podnebne spremembe, v katerem si je med drugim zastavila številne ambiciozne cilje.

Vse to kaže, da Evropa za ohranjanje globalnega vpliva ne sme zaspati na lovorikah. Zato pozivam delegacijo na Baliju, da temu primerno in z enotnim glasom zastopa stališče Evrope v boju proti segrevanju ozračja. Po mojem mnenju bo zadostno zmanjšanje segrevanja možno le, če bomo uspeli vzpostaviti globalen trg z ogljikom. Cena, oziroma denar, je pač izredno učinkovit mehanizem za doseganje ciljev v človeški družbi.

Pri zavzemanju za dogovor o globalnih ukrepih pa ne smemo pozabiti na uresničevanje lastnih ciljev. Vztrajno moramo razvijati svoje politike in še naprej uvajati inovacije v energetskem, transportnem ter drugih sektorjih, ki sicer povzročajo izpuste toplogrednih plinov. Le z učinkovito in uspešno implementacijo doma bomo namreč lahko uspešni pri pogajanjih in pri sodelovanju s tretjimi državami.

Delegaciji na Baliju želim čim bolj uspešen obisk in tudi uspešno zastopanje stališč, izpostavljenih v naši resoluciji.

 
  
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  Dorette Corbey (PSE). – Voorzitter, Europa zal volgende maand op Bali zijn volle politieke gewicht moeten inzetten om de conferentie tot een succes te maken. Om dit te bereiken is de steun van ontwikkelingslanden heel hard nodig en ook van landen als China en India. Deze landen dragen tot nu toe nauwelijks aan klimaatverandering bij, maar zij dragen wel de zware gevolgen ervan. Europa moet deze landen hulp bieden en de hand reiken, opdat zij zich aan klimaatverandering kunnen aanpassen, en het moet investeren in technologieoverdracht.

Ik ben optimistisch dat we in 2009 spijkers met koppen kunnen slaan en dat er een goed akkoord kan komen waar ook de Verenigde Staten ja tegen zeggen. Maar ingeval de rest van de wereld Europa niet volgt om bindende doelstellingen af te spreken, is er een plan B nodig en zelfs een plan C.

Plan B houdt in: wereldwijde sectorale reductiedoelstellingen per industriesector, en als dat niet lukt is plan C: importheffingen op producten uit landen die niet mee willen doen aan het klimaatbeleid.

De resolutie die voorligt is goed en verdient onze volle steun. Mijn hartelijke dank aan Satu Hassi en de schaduwrapporteurs.

 
  
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  David Hammerstein (Verts/ALE). – Señora Presidenta, se ha propuesto una media de emisiones per cápita para todo el mundo pero, atención, lo que puede ser socialmente justo podría acabar siendo ecológicamente imposible.

Hace falta integrar a países como China y la India, hace falta integrar la equidad en los objetivos ambientales. Pero la convergencia ambiental entre el Norte y el Sur debe ser rápida y de un nivel muy bajo en emisiones si queremos que sea eficaz y no un engaño.

Al mismo tiempo, deberíamos considerar medidas fiscales y comerciales para frenar el comercio con productos muy contaminantes y el comercio con productos que se han producido con una tecnología no limpia.

Esta protección exterior climática podría asegurar una respuesta de la Unión Europea al crecimiento de emisiones en nuestros propios productos que vienen de países del Sur y este dinero podríamos recogerlo para después invertir en tecnologías limpias y en el Sur.

 
  
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  Jens Holm (GUE/NGL). – Vi ska snart besluta om hur vi ska kunna bekämpa den globala uppvärmningen efter 2012, då Kyoto-avtalet löper ut.

Vi har ett mycket bra underlag. Vi kräver minskningar på upp till 80 procent till 2050, stöd till utvecklingsländerna för att minska sina utsläpp, åtgärder mot köttindustrin som står för nästan en femtedel av de globala växthusgasutsläppen, mer flexibla patentlagar som gör det lättare att sprida grön teknologi, certifiering av biobränslen för att undvika att dessa hamnar i konflikt med livsmedelsförsörjning och bibehållandet av världens skogar. Allt detta är som sagt jättebra.

Det som saknas och som vi måste göra i framtiden är åtgärder mot de ständigt växande trafikströmningarna inom EU, EU:s subventioner och det faktum att marknaden brukar vara överordnad när EU lagstiftar och implementerar.

Det finns elva ändringsförslag och de flesta tycker jag är bra och förstärker inriktningen i resolutionen, nämligen att det är den rika världen som bär ansvaret för klimatförändringarna och därför måste ta ledningen för radikala minskningar.

Jag oroas av ändringsförslag 7, som vill använda kärnkraft för att bekämpa växthuseffekten. Vi ska inte ersätta ett miljöproblem med nya problem.

 
  
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  Anders Wijkman (PPE-DE). – Fru talman! Det är snart 15 år sen Rio-konferensen undertecknade klimatkonventionen och ändå är det ett faktum att klimatutsläppen ökar snabbare i dag än någonsin tidigare. Det visar hur otillräckligt det internationella samarbetet hittills har varit.

EU måste fortsätta att ta ett ledande ansvar genom åtgärder på hemmaplan, allt från tuffare krav på morgondagens bilar till ökat stöd för alternativa energikällor. Men ”domestic action” räcker inte. Karl Heinz Florenz frågade vad vi kan erbjuda resten av världen. Det var en bra fråga. Jag tror vi kan erbjuda tre saker. För det första ren miljövänlig teknik till alla de utvecklingsländer som är i en moderniseringsfas, inte minst Kina och Indien. De har all rätt till sin utveckling men de behöver inte upprepa våra misstag. Att ge stöd till teknik och kunskap måste bli en prioritet i EU:s budget. Det tjänar de på, men det tjänar också vi på.

Lika viktigt är det att ta vårt historiska ansvar och ge stöd till anpassningsåtgärder till alla de låginkomstländer som kommer att drabbas hårt av stormar, översvämningar och förlängd torka. De pengar som hittills avsatts i olika anpassningsfonder respektive det initiativ som kommissionen nyligen tagit, ”Climate Alliance”, räcker inte. De är löjligt små. Behoven är hundratalt mycket större.

För det tredje är det, som Lena Ek underströk, viktigt att beakta skogarnas roll, inte minst de tropiska skogarna. Vi måste ge skogsägarna ett incitament att inte hugga ner skogen utan att bevara skogen.

Klimatpolitiken står inte och faller med Bali, men ett lyckat resultat på Bali ökar naturligtvis förutsättningarna för att nå ett slutavtal år 2009. För att underlätta detta utgår jag ifrån att kommissionen och rådet lyssnar på parlamentet, inte minst om behoven att göra mycket mer vad gäller tekniksamarbete, anpassningsåtgärder och skogsfrågor.

 
  
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  Matthias Groote (PSE). – Frau Präsidentin, sehr geehrter Herr Kommissar, verehrte Kolleginnen und Kollegen! Beim Frühjahrsgipfel haben die Staats- und Regierungschefs gute Entscheidungen getroffen, was die Bekämpfung des Klimawandels angeht. Der Beschluss der Staats- und Regierungschefs sieht vor, dass bis zum Jahr 2020 die Treibhausgase um 20 % gegenüber dem Jahr 1990 in Europa gesenkt werden. Beim Frühjahrsgipfel wurde außerdem vereinbart, dass das Reduktionsziel auf 30 % erhöht wird, wenn andere Industrienationen zu sich einer Reduktion von Treibhausgasen verpflichten. Die EU sollte daher alles tun, damit andere Industrienationen ermutigt werden, beim Post-Kyoto-Abkommen mitzumachen.

Ich möchte noch einen speziellen Punkt ansprechen, und zwar den Verkehrssektor. Wichtig wird nämlich sein, dass es uns gelingt, den Verkehrssektor in das Kyoto-Folgeabkommen zu integrieren. Allein in Europa ist der Verkehr für 21 % der Treibhausgase verantwortlich. Speziell der grenzüberschreitende Flugverkehr wurde beim Kyoto-Abkommen nicht integriert, weil die internationale Zivilluftfahrtorganisation ICAO zugesichert hat, dass man ein globales System schaffen will. Dieses Versprechen wurde seit 1997 nicht eingelöst, und wir warten leider immer noch darauf, dass der Flugverkehr ins Abkommen integriert wird, und ich würde mir wünschen, dass dieses in Bali auf den Weg gebracht wird.

 
  
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  Herbert Reul (PPE-DE). – Frau Präsidentin, liebe Kolleginnen und Kollegen! Es gibt ein großes Klimaproblem. Das wird von keinem geleugnet. Aber es geht in der politischen Auseinandersetzung darum, wie wir bei der Frage der Lösung damit umgehen. Ich muss sagen, dass wir bei dem vorliegenden Bericht große Probleme mit der Art und Weise haben, wie mit dem Problem umgegangen wird.

Probleme löst man nicht dadurch, dass man Untergangsszenarien beschreibt und von Verletzung von Menschenrechten spricht, eine Sprache wählt, die eher abschreckt, als dass sie Lösungen anbietet. Es muss darum gehen, dass man nüchtern, sachlich, unterschiedliche Argumente gewichtend nach Lösungen sucht. Insofern finde ich es bedauerlich, dass wir in der Frage der Ursachen von Klimaentwicklung und -veränderungen nicht die Bereitschaft hatten, auch unterschiedliche Einschätzungen zuzulassen. Ich bin dafür, auch ehrgeizige Ziele zu benennen, aber man muss auch schauen, dass sie realisierbar sind. Ansonsten wird die Politik am Ende wirkungslos sein.

Es kann auch nicht sein, dass man Tabus errichtet und sagt: Das Thema Kohle und Weiterentwicklung oder das Thema Kernenergie darf man gar nicht diskutieren, sondern die einzige Antwort ist erneuerbare Energie. Damit wird man dem Problem überhaupt nicht gerecht. Es braucht eine umfassende Debatte, die alle Aspekte ausführlich behandelt und die offen ist für verschiedene Instrumente, offen ist für verschiedene Hinweise.

Ich finde, es gehört zum Beispiel auch dazu, dass wir bedenken, welche Wirkungen wir mit welchen Mitteln erreichen können. Wie erreichen wir die höchste Wirkung? Es gehört dazu, auch die Kosten in Abwägung zu ziehen. Es gehört für mich dazu, nicht nur die Methode von staatlichen politischen Beschlüssen in den Mittelpunkt zu stellen, sondern zu überlegen, wie mir ein paar Kollegen gesagt haben: Wie kann man Technologieentwicklung vorantreiben und stützen? Es macht für mich keinen Sinn, auf der einen Seite hier die Debatte von heute zu haben und auf der anderen Seite dann zwei, drei Stunden oder zwei, drei Tage später am selben Ort über Lissabon-Strategien und ähnliches zu diskutieren. Das muss zusammengebracht werden, wenn man Klimawandel bekämpfen will, wenn man Folgen mildern will.

Ich bin der Auffassung, dass die kritischen Anmerkungen, die wir auch in den Beratungen vorgetragen haben, nur eine begrenzte Chance hatten. Ich wünsche mir, dass wir bei dem nächsten, bei dem ausführlichen Bericht des Klimaausschusses eine Chance bekommen, etwas differenzierter zu argumentieren.

 
  
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  Karin Scheele (PSE). – Frau Präsidentin! Ich möchte mich den vielen Glückwünschen an die Berichterstatterin für diesen guten, sachlich vorgetragenen Bericht anschließen, der auch eine gute Mehrheit im Klimawandel-Ausschuss bekommen hat. Es ist klar, dass wir uns Ergebnisse und ein klares Bali-Mandat erwarten. Dazu gehört eine gemeinsame und differenzierte Verantwortung der Industrieländer, der Schwellenländer und der Entwicklungsstaaten.

Aus dieser Entschließung geht auch klar hervor, dass wir bis 2009 Ergebnisse erwarten. Und da müssen wir als Europäisches Parlament auch bei den Rechtsakten, die wir beschließen werden — es wurde heute schon genannt: Einbeziehung des Flugverkehrs in den Emissionshandel, aber auch bei CO2-Emissionen für Kraftfahrzeuge —, ganz klare politische Botschaften an die übrige Welt, an die anderen Kontinente senden. Das wird eine wesentliche Voraussetzung sein, um alle Länder mit an Bord zu bekommen.

 
  
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  Κατερίνα Μπατζελή (PSE). – Κύριε Επίτροπε, θα ήθελα κατ’ αρχάς να σας συγχαρώ για τις προσπάθειες που καταβάλλεται σ’ αυτό το σημαντικό διεθνές ζήτημα για τις κλιματικές αλλαγές.

Κύριε Πρόεδρε, η καταπολέμηση της κλιματικής αλλαγής θα πρέπει να αποτελέσει το έναυσμα για τη δημιουργία ενός νέου αναπτυξιακού μοντέλου που θα επαναπροσδιορίσει τις υφιστάμενες πολιτικές στην κατεύθυνση της περιβαλλοντικής προστασίας, συνδυάζοντας την οικονομική δραστηριότητα με το σεβασμό του φυσικού πλούτου και την κοινωνική ευημερία.

Η Ευρωπαϊκή Ένωση οφείλει να αναλάβει ηγετικό ρόλο και να εξασφαλίσει ότι οι διαπραγματεύσεις δεν θα εξαντληθούν στη διεύρυνση των ευέλικτων μηχανισμών του Πρωτοκόλλου του Κιότο. Στο Μπαλί θα πρέπει να αναζητηθεί μία συμφωνία με περιβαλλοντική προοπτική, η οποία ταυτόχρονα να αξιοποιεί τις ευκαιρίες για τεχνολογική καινοτομία, οικονομική ανάπτυξη και δημιουργία θέσεων εργασίας.

Η μετάβαση, για παράδειγμα, σε μία παγκόσμια οικονομία χαμηλού άνθρακα μέσω της διασύνδεσης των αγορών άνθρακα και των συστημάτων εμπορίας εκπομπών βρίσκεται στη σωστή κατεύθυνση.

Η Διάσκεψη του Μπαλί θα πρέπει να αποτελέσει την ευκαιρία για τη διατύπωση μιας ολοκληρωμένης πρότασης για την περίοδο μετά το 2012 με δεσμευτικούς και μακροπρόθεσμους στόχους.

 
  
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  Manuel Lobo Antunes, Presidente em exercício do Conselho. Senhora Presidente, Senhor Comissário, Senhores Deputados, este é um debate de indiscutível importância e é um debate que temos feito regularmente aqui no Parlamento Europeu. Recordo-me que ao longo da minha presença nestas sessões mensais, a questão das alterações climáticas e da preparação da União Europeia para a Conferência de Bali tem sido um tema recorrente. Efectivamente, isso demonstra a importância que este Parlamento com toda a justiça atribui ao tema, e hoje de manhã, a propósito do nosso debate sobre a globalização, também de novo a questão das alterações climáticas esteve em cima da mesa.

Eu referi aqui na minha alocução inicial os seis objectivos fundamentais com os quais a União Europeia partia para a Conferência de Bali. São objectivos claros, definidos, suponho que bem compreendidos e bem apoiados, e naturalmente o nosso objectivo será atingi-los todos. Mas também referi com toda a clareza que este é um processo difícil, complexo, politicamente delicado, mas é evidente que faremos todos os nossos esforços para que, como digo, possamos chegar a uma conclusão.

Alguns dos senhores deputados exprimiram a opinião de que eventualmente a União não era tão liderante neste processo como ela própria muitas vezes diz. É uma opinião que eu não posso partilhar, porque se há bloco, se há organização, se há entidade que tem, na prática, dado mostras de ter metas ambiciosas, de procurar ir mais longe, de demonstrar uma efectiva preocupação por um problema que afecta os nossos cidadãos, eu suponho que essa entidade é a União Europeia. Estabelecemos para nós próprios metas de redução de emissões que são inigualáveis e inigualadas em todo o mundo e temos também feito esforços significativos no âmbito da poupança de energia, no âmbito de investimentos nas energias renováveis, etc. Temos, portanto, que ter orgulho no nosso esforço, temos que ter orgulho no nosso trabalho e não deveremos, na nossa opinião, diminuí-lo.

Finalmente, gostaria também de referir que tomo boa nota das recomendações, das sugestões feitas na resolução Hassi. Algumas dessas sugestões foram aqui referidas pela Senhora Deputada Elisa Ferreira e, portanto, também não deixará o Conselho de ter em atenção essas recomendações.

 
  
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  Stavros Dimas, Member of the Commission. Madam President, first of all I would like to thank the speakers in today’s debate for their positive contributions.

There is an emerging consensus that global efforts are needed to win the battle against climate change and that Bali must set out the process and content of the post-2012 climate agreement.

The European Union will intensify its bilateral contacts with key partners to gain support for this line. However, we also need to look beyond Bali. Let us not forget that Bali is just the start of a negotiating process. Making sure that we get on the right track in Bali is, of course, fundamental. But we will need to step up our efforts to forge common views and develop common solutions with all our partners over the coming months and years.

The EU-China and the EU-India summit, as well as the EU-Asia summit, all this November, are the next steps to generate even more convergence and political momentum for the post-2012 international climate agreement.

As regards the United States and Canada it will be vital to continue but also to go beyond contacts with the Federal Government. The international carbon market partnership (ICAP) with US states and Canadian provinces, which I signed on behalf of the European Union in Lisbon on 29 October, brings together partners who are actively pursuing the implementation of carbon markets through mandatory cap and trade systems.

I look forward to continuing these discussions with Members of the European Parliament in the run-up to Bali, and thank you very much for your support.

I have to underline that without the continuous support of the European Parliament we would not have had an energy and climate-change package earlier this year and without your support we do not have any hope of achieving a better result in Bali. So please come in Bali with high ambitions and try to help us as you know how to do.

 
  
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  La Présidente. – En conclusion de ce débat, j'ai reçu, conformément à l'article 108, paragraphe 5, du règlement, une proposition de résolution(1), au nom de la commission temporaire sur le changement climatique.

Le débat est clos.

Le vote aura lieu demain, jeudi.

 
  

(1)Voir procès-verbal.

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