Indiċi 
 Preċedenti 
 Li jmiss 
 Test sħiħ 
Proċedura : 2007/2197(INI)
Ċiklu ta' ħajja waqt sessjoni
Ċiklu relatat mad-dokument : A6-0519/2007

Testi mressqa :

A6-0519/2007

Dibattiti :

PV 17/01/2008 - 3
CRE 17/01/2008 - 3

Votazzjonijiet :

PV 17/01/2008 - 6.6
CRE 17/01/2008 - 6.6
Spjegazzjoni tal-votazzjoni

Testi adottati :

P6_TA(2008)0019

Dibattiti
Il-Ħamis, 17 ta' Jannar 2008 - Strasburgu Edizzjoni riveduta

3. L-irwol tan-nisa fl-industrija (dibattitu)
PV
MPphoto
 
 

  El Presidente. − El primer punto del orden del día de esta mañana es el informe de Ilda Figueiredo, en nombre de la Comisión de Derechos de la Mujer e Igualdad de Género, sobre el papel de la mujer en la industria (2007/2197(INI) (A6-0519/2007).

Es un informe que yo entiendo que tiene una notable importancia y también debiera tener un significativo impacto mediático.

 
  
MPphoto
 
 

  Ilda Figueiredo, relatora. − Gostaria de começar por agradecer às deputadas, deputados e funcionários da Comissão dos Direitos da Mulher e da Igualdade dos Géneros e ao relator de parecer da Comissão da Indústria, da Investigação e da Energia o apoio e os importantes contributos que deram, designadamente através das propostas que apresentaram para este relatório e que tornaram possível a sua votação por unanimidade. Foi um trabalho que se desenvolveu ao longo de vários meses, que incluiu também uma audição parlamentar com importantes contributos de membros das duas comissões parlamentares e de convidados externos, com destaque para as organizações sociais.

Com este relatório procuramos dar maior visibilidade ao papel das mulheres na indústria, onde, em média, trabalham mais de 14% das mulheres empregadas da União Europeia. Nalguns países essa percentagem ultrapassa os 25%, como na Bulgária e na República Checa, e noutros ronda os 20%, como em Portugal, na Grécia e na Hungria.

Sabemos que em alguns sectores industriais as mulheres são a maioria dos trabalhadores, como acontece no têxtil, vestuário e calçado, em áreas da indústria alimentar, da cortiça, das cablagens, material eléctrico e electrónico, enquanto ainda escassa a sua participação nas áreas da tecnologia de ponta, o que exige algumas abordagens diferenciadas, mas com um objectivo comum de promoção das mulheres que ali trabalham, de garantia de práticas não discriminatórias no acesso ao emprego e na contratação, no respeito da igualdade de salários, na criação de oportunidades de carreira, de formação profissional, de boas condições de trabalho, de melhores remunerações e de valorização da maternidade e da paternidade como valores sociais fundamentais.

A necessidade de garantir o emprego com direitos às mulheres que trabalham na indústria e de continuar a facilitar o seu acesso ao trabalho neste importante sector da produção implica também uma maior atenção à situação das várias indústrias na União Europeia, aos desafios que enfrentam e às respostas adequadas que é preciso encontrar, incluindo no comércio internacional e no acompanhamento da situação de importações de produtos mais sensíveis como no sector têxtil.

Chama-se também especial atenção para as reestruturações e deslocalizações de multinacionais que afectam particularmente o emprego das mulheres e aumentam o seu desemprego, sobretudo em regiões onde não há alternativas de emprego. O combate às discriminações salariais que persistem e afectam as mulheres trabalhadoras, designadamente discriminações indirectas, implica aprofundar a criação de uma metodologia de análise de funções capaz de garantir os direitos em matéria de remuneração entre mulheres e homens, que valorize as pessoas e as profissões e, simultaneamente, dignifique o trabalho como elemento estruturante para o aumento da produtividade, da competitividade e da qualidade das empresas e para a melhoria da vida dos trabalhadores e das trabalhadoras.

Por isso importa incentivar iniciativas que contribuam para desenvolver nas empresas acções positivas e políticas de recursos humanos que promovam a igualdade entre homens e mulheres valorizando também práticas de sensibilização e formação que permitam a promoção, a transferência e a incorporação de práticas bem sucedidas. Destaco aqui alguns projectos promovidos com o apoio do Programa Equal, como tive oportunidade de conhecer em Portugal, o que também deveria merecer toda a atenção da Comissão Europeia para assegurar a sua continuidade e expansão.

Como se sublinha no relatório, é de fundamental importância a negociação e a contratação colectiva para combater a discriminação das mulheres, nomeadamente nas áreas de acesso ao emprego, nos salários, nas condições de saúde e segurança no trabalho, de progressão na carreira e de formação profissional. Mas os Estados-Membros e a Comissão têm especiais responsabilidades e um importante papel a desempenhar na promoção da igualdade e no combate a todas as discriminações, na garantia do emprego com direitos e no combate à precariedade do trabalho que afecta sobretudo as mulheres.

Por isso apela-se a que actuem, seja através da definição de normas elevadas para a protecção da saúde no trabalho que tenham em conta a dimensão do género e, em especial, da maternidade, seja da organização e do tempo de trabalho, que respeitem a vida familiar, seja através da criação de mecanismos de fiscalização eficaz, do cumprimento dos direitos laborais e da liberdade sindical, seja também da garantia de acesso universal a uma boa segurança social pública e a serviços sociais a preços acessíveis, designadamente creches, infantários e apoios a idosos.

 
  
MPphoto
 
 

  Meglena Kuneva, Member of the Commission. − Mr President, the Commission warmly welcomes the motion for a resolution on the role of women in industry. I congratulate the rapporteur, Ms Figueiredo, on addressing this issue of the situation and role of women in industry, which is complex. One of the several reasons is that, as shown in the report, the gender equality challenges in industry are even more acute than in other sectors.

In industry, the problems of working conditions, the pay gap and the reconciliation of work and private life tend to be even more pronounced.

It is also a complex issue because it goes beyond equality policy to relate to the general situation in industry in Europe and the way Community policies can support industry and workers – both men and women – in the difficult context of globalisation. As you know, the adoption of the Roadmap for Gender Equality in 2006 underlined the Union’s full commitment to do its utmost to make progress towards a situation of real equality between men and women.

The six priorities of the roadmap are linked to improving the situation of women on the labour market. The first is economic independence for women and men, the second is reconciliation of private and professional life, the third is equal representation in decision-making and the fourth is the elimination of stereotypes. The Commission welcomes the fact that Parliament’s motion for a resolution highlights precisely these areas. Whilst the progress made in the area of gender equality is unquestionable, major challenges remain. The Commission shares the rapporteur’s view that we must continue our efforts and consolidate what has been achieved.

As far as women’s participation in industry is concerned, two issues should be tackled. Firstly, there are still very few women in industry compared to the services sector. Secondly, those women who work in industry tend to be in typically female sectors which are very labour-intensive and characterised by poor working conditions and low wages. The Commission is conducting various policies to meet these challenges. Combating stereotypes in education will, in the long term, lead to there being more highly skilled women in technical and scientific occupations and will also help to meet the needs of certain industrial sectors for manpower or womanpower. It is also important to support the careers of female engineers via networking, mentoring and measures to balance work and private life.

In order to diversify women’s employment in industry, it is vital to provide every opportunity for training and retraining. The European Social Fund provides essential support in this area. It is also vital to improve the current situation of women working in industry. For example, there is still an unjustifiably large gap between women and men. In industry, this gap is as much as 30%.

For this reason, in July 2007 the Commission adopted a communication on tackling the pay gap between women and men. The communication examined all the resources that must be mobilised to achieve this aim. The involvement of enterprises is an important way of making progress in the areas of equality between men and women at work, the gender pay gap, training, work-life balance and career development. In addition to the laws on equal treatment, which all enterprises must obey, it is important to encourage them to adopt voluntary measures to promote equality, in particular in the context of corporate social responsibility.

Finally, the Commission will shortly relaunch an awareness-raising campaign for enterprises about gender stereotypes. The report on women in industry underlines the vital role of work-life balance in order to achieve real gender equality and the Commission shares this analysis. This point was mentioned during the adoption by Parliament of the Kauppi report in September 2007.

The Commission will report in 2008 on progress towards the Barcelona objectives in the area of childcare. The second phase of the consultation of social partners on work-life balance concluded in July. The Commission takes the view that this issue should be tackled using a combination of different instruments, including the amendment of current Community legislation in order to better take account of new challenges.

As I stressed, the issue of women in industry also reflects the general situation of industry in Europe. The Commission will continue to pursue all the necessary policies to face up to globalisation, ensure a future for industry in the Member States and help workers of both sexes when the companies for which they work are restructured.

European laws on employee information and consultation, social dialogue and the European Social Fund are all instruments designed to achieve this. The European Globalisation Adjustment Fund, launched in 2007, will provide assistance of up to EUR 500 million per year and its rules provide specifically for gender equality to be taken into account. The Commission is, therefore, responding to all the challenges identified by the report on the role of women in industry by taking measures of various kinds: improving equality, working conditions and the role of women in industry, combating stereotypes, creating better conditions for reconciling work and family life and providing general support for companies and workers in industrial sectors in difficulty.

I should like to make a personal statement: I sincerely support this way of tackling the difficulties in this specific area.

 
  
MPphoto
 
 

  Den Dover, Draftsman of the opinion of the Committee on Industry, Research and Energy. − Mr President, I warmly welcome this report, which I fully support. The British Conservatives support it, as does the PPE-DE Group. If Europe is to play a leading part in a very competitive, a fiercely competitive, global world, we need all the resources available at the highest possible level.

Whilst I disagree that there should be quotas saying how many ladies there should be at various levels in companies – and I particularly disagree with any compulsion in that regard – what I do want to see is as many ladies as possible rise to the highest possible levels based on their ability. It often depends on what we define as ‘industry’, and industry is changing; everything is much more flexible nowadays, and I am delighted that ladies are playing their role in industry in their various positions.

I do not agree that there needs to be any handicap or under-representation in the new technologies, because ladies have the brains, the intelligence and the know-how to more than make their worth felt.

Firstly, I would endorse the view that we should always go for equal pay wherever possible. Regarding this report, I was extremely pleased that the rapporteur embraced the views of people from the various groups and that we reached unanimity. I wanted to see better facilities for pensions for ladies – for portability within pensions from one employer to another to make sure they get higher pensions as they get through their working lives, and more flexibility in terms of facilities so that ladies can balance their family lives with their working lives.

As I say, I fully support this report. It is a step forward. We need ladies at all levels and I wish them well. I welcome in particular our new Commissioner, who is very capable indeed.

 
  
MPphoto
 
 

  Edit Bauer, za skupinu PPE-DE. – Chcela by som sa poďakovať za prácu vykonanú na tejto správe pani Figueiredo, ktorá svojím spôsobom inventarizuje problémy, s ktorými zápasia ženy zamestnávané v rôznych odvetviach priemyslu.

Z nich sa niektoré zdajú byť tzv. evergreenmi, ako napr. gender pay gap, alebo nedostatočné zastúpenie žien v rozhodovacích orgánoch či nedostatočné zosúlaďovanie pracovného a rodinného života. Správa poukazuje i na menej diskutované problémy, ako je nedostatočná pozornosť venovaná špecifickým požiadavkám ochrany žien pri práci, alebo aj sociálnym problémom vyplývajúcim z premiestňovania výrob do oblastí s nižšími výrobnými nákladmi.

Správa v niektorých bodoch obsahuje návrhy, ktoré narušujú princíp subsidiarity alebo formulujú požiadavky, ktoré zasahujú do kompetencií sociálnych partnerov a do procesu kolektívneho vyjednávania. Tieto návrhy EPP-ED nebude podporovať.

Napriek tomu, že správa je viac-menej súhrnom pomerne známych problémov, poukazuje na skutočnosť, že zmeny v tejto oblasti sú pomalé, ako to ukazuje napríklad aj vývoj rozdielov medzi platmi mužov a žien. Výskumy jasne ukazujú, že zlom nastáva po príchode detí, kariéra mužov a žien od tohto zlomového bodu naberá odlišný smer. Najťažšie sa lámu kritické stereotypy, a to i v tom prípade, keď sa s nimi už verbálne nestotožňujeme. Správa otvára i problém prenosnosti a flexibility riešenia dôchodkových práv, ktorý sa stáva stále citlivejším s postupujúcim zjednocovaním pracovného trhu a požiadavkou vyššej mobility pracovných síl. Myslím si, že je to problém, ktorému je potrebné venovať primeranú pozornosť.

 
  
MPphoto
 
 

  Christa Prets, im Namen der PSE-Fraktion. – Herr Präsident, Frau Kommissarin! Ich möchte zunächst auch der Berichterstatterin für die gute Zusammenarbeit danken. Wir hatten sehr gute Kooperationsmöglichkeiten über alle Fraktionsgrenzen hinweg. Herzlichen Dank!

Zunächst möchte ich anmerken, dass wir schon sehr viele Berichte zum Thema vorgelegt haben. Die Forderung nach gleichem Lohn für gleiche Arbeit ist eine über 30 Jahre alte Forderung, doch wir haben sie bis jetzt noch nicht umsetzen können. Stück für Stück gehen wir zwar kleine Schritte, und wir produzieren Papiere über Papiere, aber der Erfolg der Frauen bleibt eigentlich immer noch sehr weit hinter dem zurück, was wir alles schon aufgearbeitet haben.

So sind z. B. in der verarbeitenden Industrie 85% der Beschäftigten Frauen, im IKT-Bereich 15%, während in der Hochtechnologie Frauen kaum zu finden sind. Das heißt aber nicht, dass die Frauen einen schlechteren Ausbildungsstand haben, sondern dass – speziell in ländlichen Gebieten – einfach keine Möglichkeiten gegeben sind, andere Berufe zu ergreifen.

Frauen arbeiten auch immer im Niedriglohnsegment, und selbst in diesem Bereich gibt es noch Unterschiede zwischen Männern und Frauen. Die Ungleichheit und die Diskriminierung, was die Löhne, aber auch den Arbeitsbereich anbelangt, sind immer noch vorhanden. Wir fordern also auch die Gewerkschaften auf, sich bei Lohnverhandlungen stärker gegen diese Art von Lohndiskriminierung einzusetzen.

Die Unterstützung der beruflichen Fortbildungsmaßnahmen fehlt großteils oder sie ist sehr mangelhaft. Aus- und Weiterbildungsmaßnahmen sind notwendig, um Frauen auch in weniger qualifizierten Bereichen Karriereaussichten zu ermöglichen. Auch die Unternehmen sind gefordert, eine familien- und frauenfreundliche Personalplanung zu betreiben, die allen zum Vorteil gereicht. Denn wenn alle sich wohlfühlen, dann geht es auch der Wirtschaft gut und ganz besonders unseren Frauen, die dort arbeiten.

 
  
MPphoto
 
 

  Anneli Jäätteenmäki, ALDE-ryhmän puolesta. – Arvoisa puhemies, haluan kiittää esittelijää hyvästä yhteistyöstä ja hyvästä mietinnöstä ja erityisesti siitä, että hän pitää esillä miesten ja naisten erilaista kohtelua siitä huolimatta, että emme saa juurikaan vastakaikua.

Komission edustaja on varmasti henkilökohtaisesti todella sitoutunut asiaan, mutta kun kuuntelin virallista vastaustanne, jossa sanoitte, että on hyväksytty tiekartta, johon on sitouduttu, sen jälkeen voisi luonnollisesti odottaa selvitystä siitä, mitä on tapahtunut. Valitettavasti meidän on todettava, että tämän komission aikana tasa-arvoasioissa ei ole tapahtunut juuri mitään. Se on valitettavaa. Se ei ehkä ole sellainen tärkeä asia, joka toisi pisteitä komissaareille tai joillekin muille, mutta siitä huolimatta, hyvät ystävät, minä haluaisin rohkaista meitä kaikkia, koska me olemme vastuussa eurooppalaisen naisen asemasta.

Kerron teille yhden esimerkin. Suomessa naiset saivat äänioikeuden osana vanhoillista Venäjää 1905. Se oli ihme. Kun nyt katsomme eteenpäin, minusta tuntuu, että ei ole mahdollista, että osana Eurooppaa, Euroopan eri jäsenvaltioissa naiset saisivat saman palkan ja samanlaisen kohtelun EU:ssa, vaikka EU puhuu ihmisoikeuksista ja on edistyksellinen. Minusta EU voisi katsoa tsaarinaikaisia päätöksiä ja tehdä yhtä rohkeita päätöksiä palkkatasa-arvoa ja työelämän tasa-arvoa koskevissa asioissa. Tsaari uskalsi antaa äänioikeuden naisille, mutta EU ei uskalla tehdä mitään sen eteen, että palkkatasa-arvo EU-jäsenmaissa toteutuisi.

 
  
MPphoto
 
 

  Wiesław Stefan Kuc, w imieniu grupy UEN. – Panie Przewodniczący! Pamiętam lata 50. w Polsce – ogromne plakaty z uśmiechniętą dziewczyną kierującą traktorem, dziewczyny z organizacji „Służba Polsce” niosące na ramionach kilofy i łopaty, z radością maszerujące do pracy, kobiety przy maszynach włókienniczych i tokarkach. Ale i na nowsze czasy – kobiety w biurach projektowych, przy komputerach czy obsługujące nowoczesne linie produkujące urządzenia elektroniczne, telefony komórkowe, telewizory, a także zmęczone twarze kobiet po wielogodzinnej, męczącej pracy spieszące się do domów, aby wykonywać inne codzienne prace. Takie obrazy przesuwały mi się przed oczyma, gdy czytałem sprawozdanie pani poseł Ildy Figueiredo w sprawie roli kobiet w przemyśle.

Przez lata starano się chronić, zmniejszać obciążenie pracą i dążyć do równego traktowania kobiet. Niestety do dziś różnice pozostały. Bardzo słuszna, choć może niepełna jest lista oczekiwań. Nadal pozostały różnice w traktowaniu kobiet i mężczyzn w miejscu pracy, zarówno w wynagradzaniu, karierze zawodowej, jak i ocenie pracy i kwalifikacji. Najgorsze jest jednak to, że nie udało się stworzyć warunków do realizacji dążeń i oczekiwań kobiet, które zapewnią im możliwość rozwoju i stabilizacji zawodowej.

 
  
MPphoto
 
 

  Raül Romeva i Rueda, en nombre del Grupo Verts/ALE. – Señor Presidente, el papel de las mujeres en la industria se encuentra claramente condicionado —se ha dicho y lo recuerdo—, como en muchos otros casos, por una serie de estereotipos, alguno de ellos claramente perniciosos.

Precisamente para irlos superando es por lo que creo que este informe, el informe Figueiredo, es fundamental, importante, y por lo que cuenta también con el apoyo de nuestro Grupo.

Son muchas las evidencias que justifican el haber hecho este trabajo y el plantear ciertas propuestas que esperamos sean bien recibidas no solamente por las instituciones comunitarias, sino también por las propias empresas, que son, en definitiva, quienes deben llevarlas a cabo y quienes deben implementarlas.

Una de estas evidencias es el hecho de que la media de la Unión Europea, en cuanto a las mujeres ocupadas en la industria, es sólo del 14 %. Pero, además, hay que tener en cuenta que, de éstas, el 21 % son mujeres ocupadas a tiempo parcial y que las mujeres representan el 65 % de las personas que trabajan a tiempo parcial en el sector industrial. Éste es para mí uno de los aspectos clave, un elemento no menor, nada menor, en este debate.

El segundo es el hecho de que son precisamente las mujeres con trabajo precario, a tiempo parcial, temporal y atípico, las que se ven más afectadas por discriminaciones de tipo salarial, o cuando quieren asumir la baja por maternidad y que, asimismo, sus posibilidades de formación básica, permanente y profesional son por lo general inferiores.

Por ello, las propuestas de este informe incluyen, entre otras, las siguientes: que se adopten medidas urgentes para la aplicación integral y efectiva de la Directiva 75/117/CEE relativa al principio de igualdad de retribución entre trabajadores y trabajadoras con objeto de luchar contra las discriminaciones salariales, aspecto que hace tiempo reclamamos y que esperamos ver cumplido cuanto antes.

Segundo, que se incentiven iniciativas, acciones positivas y políticas de recursos humanos, que promuevan la igualdad; que los Estados y la Comisión fiscalicen más y mejor a las empresas en cuanto a la observancia de códigos de conducta y criterios de responsabilidad social corporativa en su trabajo cotidiano; que se garanticen mejores condiciones de trabajo, prestando atención a los horarios, al cumplimiento del derecho de maternidad y paternidad —la responsabilidad aquí es de ambas partes de la pareja o de la familia— asegurando al trabajador y a la trabajadora la posibilidad de reincorporarse a su puesto tras el mismo; a la conciliación entre el trabajo y la vida familiar. Y para que todo ello se cumpla, este informe hace un llamamiento para que se fijen estos derechos de forma legislativa en toda la Unión Europea.

Y, finalmente, tengo que discrepar con el señor Dover en cuanto a la cuestión de las cuotas. Son para algunas y algunos de nosotros un instrumento, un instrumento necesario, y por ello entendemos que es necesario hacer hincapié en que, desde la Unión Europea, se siga el ejemplo noruego de aplicar, precisamente, medidas destinadas a aumentar el número de mujeres en los consejos de administración de las empresas públicas, hasta un total del 40 % como mínimo, y de imponer por vía reglamentaria una cuota del 40 % de representación femenina en los consejos de administración de las sociedades por acciones.

Es evidente que no es la solución, pero, insisto, es un camino, es un medio, que se está demostrando útil en otros aspectos y que nos gustaría ver copiado también en la Unión Europea.

 
  
MPphoto
 
 

  Věra Flasarová, za skupinu GUE/NGL. – Pane předsedo, paní komisařko, dámy a pánové, moje kolegyně z výboru Ilda Figueiredo, odvedla jako pokaždé výbornou práci. Dokumentuje fakta, která považuji za zásadní. Zejména skutečnost, že existuje dominantní podíl zaměstnaných žen ve zpracovatelském průmyslu, ve kterém převažuje méně kvalifikovaná, manuální a špatně placená práce. Stereotyp, že ženě je souzená pomocná práce, bývá převážně zde dobře ilustrován. Měla jsem možnost např. navštívit několik provozů v potravinářském průmyslu a to v různých zemích. Nehledě na geografickou různost jsou si tyto provozy podobné. Muži zastávají vedoucí pozice a nekvalifikovanou práci u běžících pásů odvádějí ženy. Vydělají si málo, pracují mechanicky v ohlupujícím rytmu, bez motivace k profesnímu růstu a v nepřívětivých podmínkách. To je ale přece špatně.

V odstraňování genderové nerovnosti nás tedy čeká ještě spousta práce. Musíme si uvědomit, že tato oblast stále ještě není dostatečně statisticky podchycená a že genderové hledisko je ve statistice poměrně mladým fenoménem. Takže ve skutečnosti bude znevýhodnění žen v průmyslu oproti mužům ještě výraznější. Je však třeba se zaměřit na to, co paní zpravodajkyně právem označuje za priority, tedy na znevýhodnění v odměňování žen a na to, že je málo žen v technických oborech, které jsou na rozdíl od významné části zpracovatelského průmyslu technologicky náročnější a lépe odměňované. S tím souvisí i nutnost usnadnit ženám přístup k vyššímu vzdělání a k odborné kvalifikaci. Právě tak jako je nezbytné zajistit, aby ženy měly možnost návratu z mateřské dovolené do pracovního procesu, ale také i k dalšímu studiu. Tohle právo se také pochopitelně týká také mužů, kteří pečují o děti.

Některé regiony Evropské unie, zejména na východě, prodělávají změny ve struktuře průmyslu. Ty nutí ke zvýšené mobilitě pracovní síly a k rekvalifikacím. Znám tyto pohyby z vlastní zkušenosti, neboť sama pocházím z průmyslové oblasti České republiky, která prošla restrukturalizací, a znám její dopady především na zaměstnané ženy.

Dalším souvisejícím problémem jsou přesuny továren do zemí mimo Evropskou unii, ve kterých je levnější pracovní síla. Zaměstnanost žen ohrožuje i příliv levného zboží z asijských zemí, ale i dalších států vyrábějící množství spotřebního zboží pro cizí trhy, aniž by sytili trh vlastní, který nedisponuje kupní silou. Všechny tyto faktory zasahují zaměstnanost žen v průmyslu velmi citelně a jejich negativní důsledky je třeba postupně napravovat.

 
  
MPphoto
 
 

  Urszula Krupa, w imieniu grupy IND/DEM. – Panie Przewodniczący! Wiadomo ze statystyk, że w Unii Europejskiej w każdym przedziale wiekowym pracuje więcej mężczyzn niż kobiet, co wynika z osobistego wyboru lub tradycji, ale często jest powodowane dyskryminacją w miejscu pracy. Ponadto we wszystkich krajach Unii kobiety przeciętnie zarabiają mniej niż mężczyźni, dlatego ważnym jest przypominanie także na drodze prawnej i ustawodawczej przedsiębiorstwom, pracodawcom obowiązku przestrzegania zasady równości, nie tylko w odniesieniu do zarobków.

Jednak nierówny udział kobiet w przemyśle należy rozpatrywać racjonalnie, gdyż określane jako „kobiece” gałęzie przemysłu mogą być związane z mniejszym obciążeniem fizycznym, psychicznym, co z kolei powinno być polecane kobietom i co nie musi być związane także z niskimi zarobkami. Trudno oczekiwać, aby w przemyśle hafciarskim pracowało więcej mężczyzn, a w przemyśle hutniczym więcej kobiet. Ponadto np. ten przykładowy przemysł hafciarski może oferować większe zarobki ze względu na związaną z nim specyfikę artystyczną niż np. przemysł spożywczy.

Należy zapewnić w poszczególnych dziedzinach równe zarobki mężczyzn i kobiet, wraz ze zwalczaniem wyzysku w miejscu pracy czy innych patologii i nieprawidłowości. Możliwość pracy w niepełnym wymiarze godzin, zwłaszcza dotycząca kobiet, powinna być propagowana, podobnie jak innego rodzaju elastyczność umożliwiająca zmianę kwalifikacji czy uczenie się.

Wielokrotnie w swoich wystąpieniach, zgłaszanych poprawkach proponowałam nie tylko zagwarantowanie powrotu na miejsce pracy po urlopie wychowawczym czy macierzyńskim, ale zaliczenie okresu urlopu macierzyńskiego lub wychowawczego do czasu pracy, z ewentualną wypłatą odpowiedniego świadczenia pieniężnego, co zapobiegałoby nie tylko niskim świadczeniom emerytalnym, ale także prowadziłoby do zmniejszenia bezrobocia, a przede wszystkim byłoby gwarantem prawidłowego wychowania i rozwoju dzieci, które są przyszłością każdej rodziny, narodu, a także Unii Europejskiej.

 
  
MPphoto
 
 

  Lydia Schenardi (NI). – Monsieur le Président, à la lecture de ce rapport, on aurait envie de dire: "À l'Ouest, rien de nouveau".

Toujours le même constat: la persistance de stéréotypes dans le choix de l'orientation éducative et professionnelle, la surreprésentation des femmes dans certains secteurs comme celui du textile, l'inégalité des salaires, des conditions de travail et des perspectives de carrière, mais aussi toujours les mêmes recommandations: favoriser l'égalité entre les hommes et les femmes dans le domaine professionnel, pour leur rémunération, leur présence au sein des conseils d'administration des entreprises ou encore développer les structures d'accueil des enfants et la flexibilité du travail.

Très bien, mais après? Concrètement, qu'est-ce que ce énième rapport relatif aux droits des femmes, qu'elles soient dans le secteur de l'industrie ou non, va changer? Malgré les politiques coercitives basées sur la politique dite des actions positives – formulation d'ailleurs trompeuse, car il s'agit en réalité de quotas obligatoires – les mentalités liées au genre ont du mal à évoluer.

Ce n'est pas en imposant des schémas parfois contre nature, au nom des principes d'égalité et de non-discrimination, que les femmes trouveront plus naturellement leur place au sein des entreprises, quelles qu'elles soient. Les femmes n'ont pas de handicap si important qu'elles doivent être systématiquement imposées pour pouvoir être acceptées. Les mesures d'encouragement ne doivent pas être des mesures de coercition.

À l'heure de l'application de la charte des droits fondamentaux, n'oublions pas non plus de laisser aussi la liberté à tout entrepreneur de recruter qui il veut, dans la mesure où chaque employé est traité de la même façon, indifféremment de son sexe.

 
  
MPphoto
 
 

  Zita Pleštinská (PPE-DE). – Pre niektoré európske regióny, ku ktorým patrí aj prešovský región na severovýchode Slovenska, je typická vyššia koncentrácia podnikov textilného a odevného priemyslu, od ktorého závisí zamestnanosť žien v regióne.

Keď chceme zachovať pracovné miesta pre ženy práve v týchto znevýhodnených regiónoch, v ktorých má textilný a odevný priemysel svoju tradíciu, musíme vhodnými prostriedkami podporovať textilný a odevný priemysel ako produktívne priemyselné odvetvie vytvorením nových programov, zameraných napríklad na prezentáciu a propagáciu výrobkov na odborných a medzinárodných veľtrhoch. Za prínosné pokladám širšie uplatnenie strategického výskumného plánu Európskej technologickej platformy pre budúcnosť textilného a odevného priemyslu a nutnosť zavedenia inovačných technológií a nových obchodných modelov.

Je známe, že napriek zvýšeniu počtu dievčat v technických a vedeckých študijných smeroch prekážky, s ktorými sa stretávajú v pracovnom zaradení, spôsobujú, že ženy zanechávajú v rámci priemyslu vedeckú kariéru. Vedecká práca vzhľadom na nutnosť udržania si istého vzdelanostného a vedomostného štandardu musí byť nepretržitá. Na niektorých vedeckých ústavoch sa neumožňuje, aby žena mohla pracovať časť pracovnej doby aj doma, pokiaľ nevyhnutne nemusí byť na pracovisku. Mentalita nadpráce môže byť jednou zo špecifických bariér, a preto zaznamenávame podpriemerné zastúpenia žien v odvetviach s najnovšími technológiami.

Hlavná zodpovednosť je na členských štátoch, preto apelujem na zodpovedné inštitúcie členských štátov, aby vypracovali a zaviedli politiky, ktorých cieľom je zladiť pracovný a súkromný život, umožniť väčšiu flexibilitu pracovného času a všeobecný prístup k službám starostlivosti o deti. Zároveň je potrebné účinnými technickými opatreniami a v prípade možnosti aj finančnou podporou povzbudzovať zamestnávateľov, predovšetkým malé a stredné podniky, aby tieto politiky a postupy uplatňovali aj v praxi.

Na záver by som chcela poďakovať pani spravodajkyni Ilde Figueiredo za jej prácu a našej tieňovej spravodajkyni Edit Bauer, prostredníctvom ktorej sme mohli správu obohatiť o naše postoje. Taktiež vysoko hodnotím aj stanovisko kolegu Dovera z Výboru ITRE.

Pán predseda, na záver by som Vás chcela poprosiť o jednu technickú požiadavku. V tejto zasadacej miestnosti je počas diskusií vrátane dnešnej rozpravy veľmi zima, chlad tejto miestnosti nevytvára dobré pracovné podmienky pre našu poslaneckú prácu a má veľké následky na naše zdravie. Prosím Vás o zabezpečenie nápravy tohto nepriaznivého stavu.

 
  
MPphoto
 
 

  Zita Gurmai (PSE). – Kedves elnök úr, tisztelt biztos asszony, képviselőtársaim! Az ipari ágazatok és a fejlesztésre irányuló iparpolitikák révén az európai gazdaság a versenyképesség, tudás és fenntarthatóság élvonalába kerülhet a lisszaboni stratégia célkitűzéseinek megfelelően.

Lisszabon a foglalkoztatási arányszámok emelését, a nők foglalkoztatottságának jelentős bővítését, a nemek közötti egyenlőség széles körű biztosítását, a női munkavállalók alkalmazásához szükséges megfelelő körülmények és kedvező feltételek biztosításának igényét és követelményeit jelenti a nők gazdaságban elfoglalt pozitív szerepén túl.

Az ipar minden területén egyenlő esélyeket kell biztosítani a foglalkoztatás, az előmenetel, a bérezés, a szakmai és magánélet összehangolása, a képzések és továbbképzések biztosítása, a rugalmas munkavégzés különböző formáinak megvizsgálása és alkalmazása területén.

Összefoglalva, tisztességes munkakörülményeket kell biztosítani a nőknek az iparban és megfelelő képviseletet az érdekvédelmi szervezetekben. Ezek a területek sem képezhetnek kivételt a nemek közötti egyenlőség biztosításának követelményei alól, azaz a „gender mainstreaming” elveit és gyakorlatát itt is következetesen alkalmazni kell.

Fontos, hogy megfelelő adatok álljanak rendelkezésre a jelentős számú, és egymástól lényegesen eltérő ipari ágazatokban uralkodó tényleges viszonyokról, az ágazatok közötti eltérésekről. Stratégiák, konkrét ajánlások megfogalmazásához széles körű statisztikai adatokra van szükség. Számtalan nemzetközi managementkutatás szerint a nők speciális vezetői képességei nagyban hozzájárulhatnak a vállalatok sikeréhez. Erről az esélyről Európának sem szabad lemondania. Köszönöm szépen.

 
  
MPphoto
 
 

  Lena Ek (ALDE). – Mr President, I congratulate the rapporteurs and those who have been working on this report on the excellent mapping of the current statistics and the current situation in Europe when it comes to women in industry. Still, one cannot avoid being disappointed, because documents like this have been produced since the 1950s and we still have very little change. This applies to women in industry, the health situation and health care for women, and to career opportunities, learning opportunities and opportunities to improve their skills, not to mention the situation of the work and family combination.

I would like, therefore, to spend half of my speaking time on questions to the Commission. Firstly, it is appalling that, after decades, we still have such a bad statistics situation. This is something where the Commission can really ask for an improvement when it comes to European statistics. I see that responsibility for this lies mainly with the Commission.

When I was a university teacher 25 years ago, I taught my students about the rules on equal pay deriving from Brussels and from the European Member States at the time. The cases from the Court (Danfoss I and II) happened more than 25 years ago. Is it not time for a new regulation with more teeth? This is also the responsibility of the Commission.

I would also like a mid-term health check when it comes to the roadmap for gender equality, which contains a lot of nice words, but no regulation so far on the horizon.

Fourthly, the Spring Summit will work with the Lisbon resolution. These issues should be mentioned in March. And fifthly, when the Commission – and Parliament – arrange seminars with high-level groups, we should apply the same rules as Norway for industrial boards, i.e. the 40:60 percentage.

 
  
MPphoto
 
 

  Ewa Tomaszewska (UEN). – Panie Przewodniczący! Rola kobiet w gospodarce będzie wzrastać choćby ze względu na problemy demograficzne. Warto więc skupić uwagę na tej kwestii.

Jako Polka, kobieta i z zawodu fizyk mogę powiedzieć, że w moim kraju przeciętny poziom wykształcenia kobiet jest wyższy niż przeciętny poziom wykształcenia mężczyzn. Większa jest też przedsiębiorczość kobiet w sektorze małych i średnich przedsiębiorstw. W sferze nauki nie dostrzegam dyskryminacji ze względu na płeć. Mimo to płace kobiet są nadal o 15-20% niższe niż płace mężczyzn, a udział kobiet w gremiach kierowniczych przedsiębiorstw jest zdecydowanie niższy. Wyższy jest też udział kobiet w nietrwałych formach zatrudnienia. Tak więc choć szkolenia i wszelkie formy podwyższania kwalifikacji są ważne, nie są warunkiem wystarczającym dla ograniczenia dyskryminacji.

Ubóstwo kobiet generowane jest nie tylko poprzez niskie płace, ale i przez konstrukcję systemów emerytalnych. Reforma emerytalna w Polsce wprowadziła opłacanie składki emerytalnej za osoby korzystające z urlopów macierzyńskich i wychowawczych przez budżet państwa. Jest to istotne złagodzenie karania kobiet za macierzyństwo przez systemy emerytalne. Konieczność rozwiązania tej kwestii została także dostrzeżona w sprawozdaniu.

Dużą wagę przywiązuję też do specyficznego ze względu na płeć spojrzenia na zachowanie bezpieczeństwa i higieny pracy. W szczególności na wyższe obciążenie kobiet pracami wywołującymi zaburzenia mięśniowo-szkieletowe. Te kwestie także zostały ujęte w sprawozdaniu.

 
  
MPphoto
 
 

  Kathy Sinnott (IND/DEM). – Mr President, in 1996 an underwear company closed its factory in my constituency. It left 160 unemployed – almost all women – of middle age, with little or no skills outside the factory. Only 100 of these women managed ever to work again. The women who found work needed, after 30 years of service in this plant, to begin again at minimum wage, as they had not been given any continuous training and their previous experience went unrecognised. This factory moved to a less expensive area of the EU and has since moved to Asia.

Companies will continue to relocate for cheaper labour forces, and we need to protect women – particularly in areas like textiles – by offering the opportunity to upskill and by giving continuous education.

I also want to talk briefly about apprenticeships: in Ireland only 5% of women are in apprenticeships. It is a double problem. Are they encouraged to become plumbers and carpenters? Is there not also the problem that, in most areas, apprenticeships have now disappeared?

Apprenticeships themselves were a very good way to pass on information and skills and be recognised for them, and with the loss of apprenticeships we are denying many people – both men and women – the ability to pass on skills and be recognised.

 
  
MPphoto
 
 

  Anna Záborská (PPE-DE). – Chcela by som zdôrazniť tri kľúčové body, ktoré sa týkajú tejto témy.

Šéfovia organizácií sa musia naučiť nezaraďovať ženy do nevhodnej práce alebo do takej práce, kde nie sú dostatočne ohodnotené ich schopnosti. Inštitúcie Európskej únie musia bdieť nad organizáciami, ktoré využívajú ich pomoc, aby rešpektovali acquis communautaire. Aj keď existujú iné názory, spoločnosť by mala rešpektovať fakt, že muž a žena sa líšia, ale zároveň dopĺňajú. Je to základný princíp života a mal by to byť aj zásadný princíp politiky rovnosti príležitostí medzi ženami a mužmi.

Rozdielnosť a komplementárnosť na trhu práce a v spoločnosti sú podstatné. Správa pani Figueiredo vysvetľuje našu zodpovednosť pri prieniku lisabonskej stratégie a európskej „demografickej zimy“. Rezolúcia správne podčiarkuje zdravotné riziká a rôzne druhy chorôb z povolania, ktoré môžu byť odlišné u mužov a žien.

Plne podporujem našu pani spravodajkyňu v jej žiadosti o podrobnú analýzu existujúcich situácií a ich dôsledkov. Tieto analýzy musia rovnako obsahovať špecifické dôsledky na materstvo. Nič nemôže ospravedlniť, aby sme z dôvodu profesionálnej kariéry vystavili budúce matky zdravotným rizikám, ktoré majú negatívny vplyv na materstvo. Rovnako je aj oblasť priemyslu zodpovedná za to, aby netrestala ženy, ak chcú mať deti, a mala by im umožniť po materskej dovolenke návrat na pôvodné miesto.

 
  
MPphoto
 
 

  Edite Estrela (PSE). – Senhor Presidente, na plataforma de acção de Pequim é afirmado que, sem a participação activa das mulheres e a incorporação das suas perspectivas a todos os níveis da tomada de decisão, os objectivos da igualdade, do desenvolvimento e da paz, não poderão ser alcançados. Por outro lado, para se alcançarem os objectivos da Estratégia de Lisboa, é necessária uma maior participação das mulheres no mercado de trabalho. Representando as mulheres 59% dos licenciados não se compreende que a maioria dos novos empregos para mulheres sejam empregos a tempo parcial, por vezes inseguros e precários, mal remunerados e com poucas perspectivas de progressão na carreira.

Este relatório da Sra. Figueiredo, que eu felicito, contém duas propostas que eu gostaria de sublinhar: a primeira é a promoção do empreendorismo das mulheres, mas considerando que 61% das mulheres têm em consideração as circunstâncias familiares quando ponderam montar um negócio, comparativamente com os homens, que apenas 49% se preocupa com isso, são necessárias medidas que facilitem a conciliação entre a vida profissional e a vida familiar e pessoal.

A outra proposta diz respeito aos longos horários de trabalho. É importante que a Comissão promova um estudo sobre as consequências negativas das longas permanências no local de trabalho, consequências a nível familiar, a nível pessoal e a nível social, como por exemplo, os filhos que ficam sozinhos muitas horas, o que leva muitas vezes ao insucesso escolar e à criminalidade. Também deve ser recomendado aos Estados-Membros uma maior fiscalização das empresas que obrigam os seus trabalhadores a trabalhar para além do horário de trabalho fixado na lei e devem ter penalizações muito pesadas.

 
  
MPphoto
 
 

  Петя Ставрева (PPE-DE). – Г-жо Комисар, уважаеми г-н Председател, скъпи колеги, равнопоставеното участие на жените и мъжете на пазара на труда е предпоставка за устойчив икономически растеж и хармонично социално развитие.

През последните десетилетия Европа постигна значителен напредък в отстояването на равенството между половете. Докладът относно ролята на жените в промишлеността обобщава част от тези постижения, като в същото време настоява за по-стриктно прилагане на принципа на равнопоставеност.

За съжаление, може да се отбележи, че въпреки съществуващата необходима законова рамка, редица европейски директиви и резолюции остават неприложени. Ролята на жените в промишлеността следва да се основава на принципите за равно заплащане и равно участие в процеса на вземане на решения.

Ситуацията на пазара на труда в държавите-членки показва, че в зависимост от секторите жените имат променливо представителство. Те формират голям процент от заетостта в областта на услугите и не са достатъчно представени при високите технологии, например.

Насърчаването на достойни форми на работа е неделима част от ценностите на Европейския съюз и държавите-членки трябва да вземат ефективни мерки с оглед спазването на стандартите и гарантирането на достойна работа в различните сектори на промишлеността.

Считам, че сериозно предизвикателство пред всички нас е прилагането на комплекс от политики насочени към съвместяването на професионалния, личния и семейния живот. Европейските граждани, и жените, и мъжете, заслужават да имат равни възможности и да са равнопоставени не просто на книга, но и реално. Благодаря.

 
  
MPphoto
 
 

  Britta Thomsen (PSE). – Hr. formand! Jeg vil meget gerne sige tak til ordføreren for en meget relevant betænkning, som sætter fokus på den voksende kønsulighed på arbejdsmarkedet i en tid, hvor vi ellers alle sammen lover hinanden at bekæmpe lønforskelle og arbejde for reel ligestilling. Kvinder besidder i dag de lavest lønnede ufaglærte job i industrien, og de risikerer, at deres vilkår forringes yderligere, hvis vi ikke straks sætter ind med målrettet efteruddannelse. Vi er nødt til at kræve kønsopdelte statistikker, både om lønniveau og om kønsfordeling i de enkelte brancher. Det er fuldstændigt uacceptabelt, at vi stadig har et så dårligt vidensniveau om disse områder. Hvordan skal vi kunne ændre på tingene, hvis vi ikke kan få et klart overblik over, hvordan situationen rent faktisk er?

Vi har også brug for at udvikle en industripolitik, som tager hensyn til kønsaspektet og de særlige udfordringer, som kvinder står over for i forhold til løn, barsel, usikre ansættelsesforhold og et ensformigt, gentaget arbejde. Det skal ske i samarbejde med arbejdsmarkedets parter, og de må også sikre, at kvinderne er tilstrækkeligt repræsenteret i deres organisationer.

 
  
MPphoto
 
 

  Avril Doyle (PPE-DE). – Mr President, the proposal before us deals with a very important issue, one that continues to spark debate globally. The role of women in industry affects all facets of society and has wide-ranging implications for employment and welfare policy, family and child policy, not to mention economic policy. Yes, equality legislation ensures women get maternity leave, but all the evidence shows that they expose themselves to promotional and financial discrimination, albeit subtly (to comply with the law) but nonetheless pervasively in an inflexible business culture.

There was an outcry in Ireland in recent weeks when a media accountant made this very point and he was roundly handbagged. There is no point denying the blindly obvious. Perhaps this report before us should be subtitled, ‘Motherhood and misogyny’, as an editorial in the Sunday Tribune at home screamed last week.

We in the European Parliament must endorse the proposal before us – with which I largely agree – because, on the one hand, industry needs women at all levels and, on the other hand, society needs children. We all – including employers and industrialists – must respect maternity and paternity leave as fundamental social values. While I still baulk at compulsory quotas for women’s participation, albeit in politics or business, my faith in a meritocracy is being sorely tested the older and, hopefully, the wiser I get.

I would like to congratulate the rapporteur. There might be one or two paragraphs that I have to think about, but I will be supporting her report, and I think it behoves all of us in the House to support a very good report on which an awful lot of work has been done.

 
  
MPphoto
 
 

  Teresa Riera Madurell (PSE). – Señor Presidente, yo también quiero felicitar a la ponente por su trabajo y por su talante abierto, que ha permitido que entre todas hayamos sido capaces de traducir en medidas concretas lo que es el deber general de las empresas de respetar el principio de igualdad entre mujeres y hombres en el ámbito laboral.

Su informe incorpora medidas para garantizar la igualdad de oportunidades en el acceso al empleo, a la formación y a la promoción profesional; medidas para respetar los derechos laborales de los trabajadores y trabajadoras, incluyendo —y es importante destacarlo— la protección frente al acoso sexual, y también medidas para favorecer la conciliación de la vida personal, familiar y laboral.

Pero quizá las aportaciones más novedosas, más interesantes sean, por un lado, la inclusión de medidas para compartir el poder, que podrían asegurar, por ejemplo, una presencia equilibrada de mujeres y hombres en los consejos de administración de las empresas y en todos los puestos de decisión en la línea de la nueva ley aprobada en mi país, España.

Y, por otro lado, la recomendación de que cada empresa implante su propio plan de igualdad negociado. Es, pues, un informe importante para un sector que es estratégico para la Unión Europea.

 
  
MPphoto
 
 

  Roselyne Lefrançois (PSE). – Monsieur le Président, je me félicite que le Parlement ait pris l'initiative de produire ce rapport car, si le rôle des femmes dans le secteur de l'industrie est tout à fait crucial, leur situation professionnelle demeure globalement beaucoup plus précaire que celle des hommes.

Ce rapport met ainsi en évidence toute une série de discriminations dont les femmes font l'objet et auxquelles il est urgent de s'attaquer, en particulier leur cantonnement dans certaines branches et certains types d'emplois caractérisés par des salaires faibles et des perspectives de carrière limitées, leur surreprésentation parmi les travailleurs atypiques et notamment les travailleurs en situation de temps partiel subi, ou encore leurs difficultés à se réinsérer dans de bonnes conditions dans la vie professionnelle suite à un congé de maternité.

Parmi les pistes évoquées pour remédier à ce regrettable état de fait, l'idée d'accorder une distinction aux entreprises favorisant la conciliation entre vie professionnelle et vie familiale me paraît intéressante et l'amélioration des perspectives de carrière des femmes devrait effectivement être encouragée par un renforcement de la formation tout au long de la vie.

J'ai cependant quelques regrets à formuler quant à la forme de ce rapport. Ce texte me semble en effet trop long et insuffisamment structuré, ce qui nuit à sa lisibilité et à son efficacité.

 
  
MPphoto
 
 

  Gabriela Creţu (PSE). – Raportul poate da impresia că vorbim despre absenţa femeilor în industrie. Este vorba şi despre acest lucru. Totuşi, el atrage atenţia mai ales asupra prezenţei lor. Ele sunt prezente în locurile de muncă şi ramurile cu salarii mici, sunt majoritare unde nu există sindicate şi, drept urmare, garanţiile oferite de contractele colective de muncă; se regăsesc în ramurile vulnerabile, la delocalizările masive şi rapide. Ele sunt prezente la locul de muncă, dar nu şi în funcţiile de conducere. Ele muncesc, dar nu decid.

Vorbim despre ceea ce lipseşte în acest raport, dar vorbim şi despre ceea ce ele au. Au studii, dar n-au calificări; au boli profesionale, dar ele nu le sunt recunoscute ca atare; au voinţa să înveţe după 40 de ani, dar nu au unde să o facă. Ele devin mame şi nu au creşe. Şi bărbaţii devin taţi şi nu au creşe. Dar ei, în schimb, au soţii.

Ce-i de făcut? Reglementările existente, rapoartele elaborate de noi, foaia de parcurs pentru egalitatea de gen a Comisiei Europene arată că ştim ce este de făcut. Ceea ce trebuie să ne amintim noi şi Comisia, dar, în special, trebuie să amintim statelor membre, este că cetăţenii, în special femeile, nu ne măsoară eficienţa prin numărul hotărârilor adoptate, ci prin capacitatea şi voinţa de a le pune în practică. Iar aceasta din urmă lipseşte.

 
  
  

VORSITZ: MECHTILD ROTHE
Vizepräsidentin

 
  
MPphoto
 
 

  Lidia Joanna Geringer de Oedenberg (PSE). – Pani Przewodnicząca! Zaledwie 14-25% kobiet zatrudnionych w Unii Europejskiej pracuje w przemyśle, przy czym ich udział w różnych sektorach przemysłu jest nierównomierny z powodu wciąż istniejących stereotypów przy wyborze kierunku kształcenia i kariery zawodowej.

Kobiety są zatrudniane głównie w przemysłach takich, jak włókienniczy, odzieżowy, obuwniczy, spożywczy czy przetwórczy, w których przeważają niskie płace. W sektorach zaawansowanych technologii, gdzie prace są wyższe, kobiety są zdecydowanie niedoreprezentowane. Państwa członkowskie powinny rozwijać i wspierać finansowo programy na rzecz edukacji i przedsiębiorczości kobiet, a także tworzyć zachęty dla kobiet pracujących w przemyśle do stałego podnoszenia swoich kwalifikacji.

Każde państwo członkowskie ma obowiązek przestrzegania zasady równych płac, zapewnienia godnych warunków pracy oraz perspektyw kariery zawodowej, przy jednoczesnym poszanowaniu wartości społecznych, jakimi są macierzyństwo i ojcostwo. Respektowanie norm społecznych, takich jak prawo do bezpieczeństwa, ochrony socjalnej oraz wolności zrzeszania się, przyczyni się do zlikwidowania wszelkich form dyskryminacji kobiet w miejscu pracy.

Na zakończenie pragnę pogratulować pani Figueiredo bardzo dobrze przygotowanego sprawozdania.

 
  
MPphoto
 
 

  Ljudmila Novak (PPE-DE). – Prav tako kot govorimo o ženskah v industriji, bi lahko govorili o ženskah v trgovskem poklicu ali v zdravstvu. Po naravi imamo moški in ženske različne fizične sposobnosti, zato je določeno delo bolj primerno za ženske in določeno za moške. V primerih, kjer pa kvaliteta dela in učinkovitost nista odvisni od fizične moči, pa je nedopustno, da so ženske nižje plačane od moških kolegov. In prav ženski poklici so že avtomatično nižje plačani, čeprav ti poklici sploh niso lahki in zahtevajo tudi veliko napora.

Slišali smo kolegico, ki je povedala, da smo že pred 30 leti sprejemali podobna poročila o neenakosti žensk. Zakaj se potem nič ne spremeni? Ali pa se zelo počasi spreminja? Ali so za to kriva podjetja? Menim, da moramo jasno identificirati krivce in odgovorne in se bolj odločno zavzeti zato, da se stanje na tem področju končno obrne v bolj pozitivno smer za ženske.

 
  
MPphoto
 
 

  Silvia-Adriana Ţicău (PSE). – Atunci când vorbim despre rolul femeilor în industrie, trebuie să vorbim şi despre educaţie, cercetare şi antreprenoriat. Am făcut o prezentare în cadrul Comisiei pentru drepturile femeii din partea Comisiei pentru industrie, cercetare şi energie privind rolul femeilor în industrie.

15% din persoanele cu studii superioare sunt femei. În 2006, femeile reprezentau 33% din totalul cercetătorilor europeni şi doar 18% din cercetătorii din sectorul privat. Trebuie subliniat, însă, că doar 28% din femeile cercetător au copii. În industrie, veniturile salariale sunt mai mari, în special în industria petrolieră, chimică, în transport, electricitate, în industria de maşini.

Există însă la nivel european o diferenţă de salarizare între bărbaţi şi femei (aproximativ 20% la nivel de manageri de corporaţii şi 19% în domeniul ştiinţelor inginereşti). 34% din femeile care lucrează în industrie au copii şi trebuie subliniat faptul că doar 20% din antreprenorii din industrie sunt femei. De aceea, trebuie să ne preocupăm de educaţie, instruire şi, mai ales, de facilităţile de îngrijire a copiilor.

 
  
MPphoto
 
 

  Meglena Kuneva, Member of the Commission. − Madam President, I wish to thank Members of for a very interesting discussion, and will take this opportunity to answer some of their questions.

In reply to Ms Figueiredo, it is true that the Equal programme finishes in 2008, but the European Social Fund Regulation for 2007-2013 incorporates gender equality as a horizontal priority.

In reply to Ms Bauer, we had the first reading of the important legislation issue you mentioned – the transferability of pension rights – in June 2007, and the EPSCO Council dealt with it in December 2007. We hope to make quick progress during 2008.

In reply to Ms Jäätteenmäki – I realise that she is not in the Chamber, but her question was very important, so I would like to answer it – the Commission adopted, in July 2007, the communication on ‘Tackling the pay gap between men and women’. In that communication, the Commission announced that in 2008 it would examine the relevance of current legislation from the point of view of the relevance of legal instruments with regard to the causes of the pay gap and, where necessary, propose amendments to the Community legal framework. Following this examination the Commission could propose any necessary changes to the current legal framework.

In reply to Ms Romeva i Rueda, anti-discrimination and gender equality legislation does not preclude Member States from developing and implementing positive actions. The Commission supports there being a higher proportion of women in decision-making. We will create a network of women in decision-making posts, probably during 2008.

In reply to Ms Flasarová, we cannot prevent companies from delocalising, but we have instruments to tackle that issue. In 2007, the European Globalisation Fund was quite promptly set up for this purpose.

In reply to Ms Ek, concerning statistics, the Commission continues to cooperate with Eurostat to develop specific statistics on equality. The Dublin Foundation for the Improvement of Living and Working Conditions takes into account gender equality in its regular reports. In 2009, there will be a regular publication on the research statistics on women.

In reply to Mrs Doyle, concerning maternity leave, the Commission is to prepare an impact evaluation on possible legislative measures introducing new forms of leave – adoption leave, and leave to care for family members other than children.

 
  
MPphoto
 
 

  Ilda Figueiredo, relatora. − Senhora Presidente, eu queria, em primeiro lugar, agradecer às Senhoras e Senhores Deputados, e também à Senhora Comissária, as intervenções que aqui fizeram e os contributos que também desta forma deram para que este debate pudesse ter um alcance maior.

Mas, naturalmente, que também aqui faço o apelo - que alguns também já fizeram - para que haja maiores intervenções práticas, ou seja, para que se sinta no terreno, na vida das empresas, na vida das mulheres trabalhadoras, na vida das famílias, esta alteração das propostas que fazemos, porque não é aceitável - e vários aqui o disseram - que ao fim de 30 anos de uma directiva que prevê a igualdade de direitos na área salarial tenhamos ainda esta diferença brutal nas médias salariais entre homens e mulheres que trabalham na indústria de 30% que é o dobro da média geral da diferença salarial na União Europeia.

Portanto, não podemos deixar que se continue por mais 30 anos com esta situação e aqui fica este apelo à Comissão, mas também aos Estados-Membros, para que se tomem medidas concretas, medidas concretas que poderão ser legislativas, medidas concretas que poderão ser uma maior fiscalização, mas medidas concretas também que sejam uma maior promoção da igualdade de direitos e de oportunidades, uma maior promoção desta realidade que importa pôr em prática, na educação, na formação, mas também um maior combate aos estereótipos - o que aqui foi aliás salientado -, mas igualmente se impõe que o problema da organização dos horários e do tempo de trabalho e dos empregos efectivos respondam melhor a estes direitos das mulheres, mas igualmente ao direito à maternidade e à paternidade como valores sociais fundamentais da União Europeia.

 
  
MPphoto
 
 

  Die Präsidentin: – Die Aussprache ist geschlossen.

Die Abstimmung findet heute, Donnerstag, 17. Januar 2008, statt.

Schriftliche Erklärungen (Artikel 142)

 
  
MPphoto
 
 

  Gyula Hegyi (PSE), írásban. – Üdvözlöm ezt a fontos riportot, mellyel kapcsolatban kiemelném, hogy a nők kiemelten érintettek az ipari munkahelyeken történt megbetegedésekben. Egy friss tanulmány szerint az EU-ban három és fél percenként egy ember, azaz évente 140 ezer ember hal meg munkahelyi megbetegedés következtében. Az okok között kiemelt szerepe van a vegyi anyagoknak. A munkahelyi rákos megbetegedések 86%-ának a hátterében a vegyi anyagok állnak.

Fontos tudni, hogy a nők – bár egyébként tovább élnek, mint a férfiak – a vegyi anyagok szempontjából érzékenyebb, sérülékenyebb csoportnak számítanak, hiszen természetes zsírszöveteikben fokozottan felhalmozódnak a vegyi anyagok, melyeket átadnak az utódaiknak is. Ezért van szükség egy átgondolt európai stratégiára, mely minimalizálja a munkahelyi megbetegedések, illetve a halálesetek számát, és megadja a maximális védelmet a nőknek.

 
  
MPphoto
 
 

  Véronique Mathieu (PPE-DE), par écrit. – Si le rapport sur le rôle des femmes dans l'industrie souligne à juste titre les nombreuses difficultés auxquelles sont confrontées les femmes dans le monde du travail et dans certains secteurs économiques, les propositions du texte soulèvent deux interrogations.

D'une part, le rapport semble oublier les limites de l'intervention du législateur. L'arsenal juridique européen est actuellement l'un des plus foisonnants au monde concernant les droits des femmes et l'égalité entre les genres. C'est donc maintenant aux élus et aux citoyens de se mobiliser pour faire respecter les droits des femmes de l'Union européenne. En conséquence, l'utilité d'une énième déclaration d'intentions est assez limitée.

D'autre part, le rapport émet une proposition pour le moins curieuse: suggérer qu'un quota de femmes dans les conseils d'administration des sociétés anonymes soit établi par la loi relève d'une grave atteinte à la liberté individuelle et ne rend guère service aux femmes. Réserver à ces dernières un traitement relevant plus de la charité que de l'équité tend à les exclure un peu plus de certains secteurs de la société.

Nos concitoyens attendent maintenant que nous les soutenions concrètement en joignant les actes à la parole.

 
  
MPphoto
 
 

  Marianne Mikko (PSE), in writing. – The Lisbon targets set in 2000 will certainly not be achieved by 2010 as originally intended.

The current gender structures and attitudes play an important role in this failure. Europe is not adequately using the potential of the half of its population. Women do not have equal opportunities for achievement in the high-value-added industry.

Moreover, women are not adequately represented in social dialogue. Neither employers’ organisations nor the trade unions and the public sector have enough women in high-level positions.

It is remarkable and alarming that the future of work and the future of society are decided by the half of the population which does not take equal responsibility for raising the children and maintaining the household.

Increasingly, antisocial measures such as increasing unreported overtime and uncompensated flexibility of workers are used to increase productivity. The price we pay for this illusory increase is too high.

The Member States should significantly increase the emphasis on gender equality in social dialogue. Simultaneously, many Member States should strengthen the role which social dialogue has in setting the policy.

Women have the highest potential to accelerate the development of our high-tech industry. Europe must use it.

 
Avviż legali - Politika tal-privatezza