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Procedură : 2007/0803(CNS)
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Stadii ale documentului : A6-0507/2007

Texte depuse :

A6-0507/2007

Dezbateri :

PV 31/01/2008 - 5
CRE 31/01/2008 - 5

Voturi :

PV 31/01/2008 - 8.5
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Texte adoptate :

P6_TA(2008)0028

Dezbateri
Joi, 31 ianuarie 2008 - Bruxelles Ediţie revizuită

5. Cooperarea între unităţile speciale de intervenţie ale statelor membre (dezbatere)
PV
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  El Presidente. − El siguiente punto es el debate del informe de Armando França, en nombre de la Comisión de Libertades Civiles, Justicia y Asuntos de Interior, sobre la iniciativa de la República de Austria con vistas a la adopción de una Decisión del Consejo sobre la mejora de la cooperación entre las unidades especiales de intervención de los Estados miembros de la Unión Europea en situaciones de crisis (15437/2006 – C6-0058/2007 – 2007/0803(CNS)) (A6-0507/2007).

 
  
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  Armando França, relator. − O rosto da velha Europa mudou. Hoje a União Europeia, com 27 Estados-Membros e quase 500 milhões de habitantes, enfrenta desafios complexos e estimulantes, o que exige de nós uma mundividência cada vez mais ampla e uma postura muito atenta em torno de questões como a manutenção da paz, da segurança, da estabilidade, da liberdade e do exercício da democracia. Exige, como sabiamente perpetuou Victor Hugo, que saibamos qual a parte do futuro que pode ser introduzida no presente, como segredo para a arte de bem governar. Esta é, por isso, a dimensão e o grande desafio deste relatório - o desafio da segurança de pessoas e bens no espaço da União - e está bem presente no quotidiano dos europeus. Falo da segurança, em concreto, hoje e amanhã, todos os dias, nas ruas, no trabalho, no lazer e em casa, na terra, no mar, no ar. É a segurança do nosso espaço comum que, sem ser imposta, garante e reforça a liberdade numa convivência equilibrada.

A liberdade é um prius, um valor fundamental da União, a segurança é instrumental ao serviço do bem-estar, da estabilidade e garantia da liberdade. A liberdade como valor e a segurança como instrumento são essenciais ao projecto europeu. A iniciativa da Áustria, retomada pela Presidência portuguesa e que originou a decisão do Conselho, prevê uma melhoria da cooperação entre unidades especiais de intervenção da União Europeia em situações de crise. É uma boa e necessária iniciativa. Esta iniciativa, aliás, é complementar de Prüm, visto que este Tratado só prevê a cooperação em caso de catástrofes naturais ou acidentes graves. Este meu relatório propôs 11 emendas à proposta de decisão que, aliás, estabelece um quadro geral mínimo de possibilidade de cooperação para casos de crises causadas pelo Homem, desvio de aviões, ataques terroristas, etc., isto é, em situações de crise desencadeadas pelo Homem que constituam uma ameaça física grave e directa a pessoas, bens, infra-estruturas ou instituições.

Na proposta, a cooperação em matéria de formação, preparação e acção das unidades especiais de intervenção é sempre uma possibilidade e está na disponibilidade do Estado-Membro pedir ou não a cooperação, devendo indicar o tipo de assistência pretendida. Importa sublinhar que a eficácia e a prontidão das intervenções dependerão sempre do grau de preparação, da coordenação, da articulação e da existência de métodos uniformes no modus operandi das unidades de intervenção pelo que proponho, por um lado, a possibilidade de haver formação e exercícios conjuntos, por outro lado, que essa formação e exercícios possam ser financiados pelo orçamento da União, nos termos do artigo 30.º, 32.º e 34.º do Tratado da União. De relevar também que, em nosso entendimento, as regras sobre a responsabilidade civil e penal aplicáveis em caso de operações conjuntas devem ser as mesmas das decisões de Prüm.

Sr. Presidente, colegas, esta decisão do Conselho é muito importante. É uma solução comum para problemas e ameaças comuns a que todos os Estados-Membros estão sujeitos. É uma solução que valoriza a indispensável cooperação na preparação e na reacção às crises provocadas pela mão humana, sempre imprevistas mas sempre possíveis. Finalmente, gostaria de realçar e de agradecer a cooperação institucional e a colaboração técnica que me foi prestada e de salientar as propostas de emendas dos deputados Díaz de Mera, Demetriou e Iotova os quais melhoraram e enriqueceram a minha proposta de relatório.

 
  
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  Franco Frattini, Vice-President of the Commission. − Mr President, I have supported this Austrian initiative, very well relaunched by the Portuguese Presidency, since the very beginning.

I firmly believe that practical and operational cooperation between special intervention units in the European Union is very important in order to deal with the threatening situation.

First of all, I would like to thank the rapporteur, Mr França, for the excellent work he has done on this dossier, and also the Committee on Civil Liberties, Justice and Home Affairs as a whole for the very useful amendments which are contained in the report.

I welcome the amendments suggested by Parliament which are aimed at improving the initiative. I would just like to mention the amendments to make sure that there is no overlap with the Prüm Decision or questions relating to fine-tuning the liability provisions or to redefining and clarifying the term ‘crisis situations’ or an amendment referring to the possibility of obtaining funding for common projects.

It should be remembered that special intervention units currently operate under the ATLAS network. They carry out joint training and exercises and we fund such projects. We have funded such activities from our budget since 2006 and my proposal for 2008 is to increase that funding for ATLAS up to EUR 900 000.

In conclusion, I reiterate my support for this report and I strongly wish for rapid progress on this dossier and quick adoption also by the Council.

 
  
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  Mihael Brejc, v imenu skupine PPE-DE. – Ta sklep o sodelovanju med posebnimi enotami za posredovanje držav članic v kriznih situacijah je eden od številnih dokumentov, ki naj povečajo pripravljenost in sposobnost ustreznega odzivanja držav članic v primeru kriznih razmer, kot so tudi recimo teroristična dejanja. Ukrepanje v kriznih razmerah in boju proti terorizmu so kompleksne naloge, ki zahtevajo dobro sodelovanje vseh držav članic.

Doslej je bilo veliko storjenega glede političnih in pravnih podlag ter konkretnih, preventivnih ukrepov, premalo pa smo se ukvarjali z vzroki, s koreninami terorizma. Zato ponavljam svojo pobudo, naj Svet in Komisija več pozornosti namenita koreninam in vzrokom terorizma. Na področju izmenjave informacij so bili tudi storjeni številni prvi dobri koraki, vendar še ne zadostni. Težava je bila doslej v tem, da bi nastale precejšnje formalne ovire, če bi država članica v kriznih razmerah, torej v primeru, recimo, terorističnega napada, zaprosila za pomoč drugo članico.

Da bi povečali učinkovitost delovanja v kriznih razmerah, je torej nujno sodelovanje držav članic, njihovih organov in seveda še posebej sodelovanje in tudi poznavanje posebnih enot. In ta sklep odpira možnost sodelovanja pri najtežjih terorističnih dejanjih, torej res v pravih kriznih razmerah, in omogoča, da zaprošena država pomaga s svojimi posebnimi enotami. S tem na noben način ne krni suverenosti druge države, ampak gre za pomoč drugi članici. To ni pomembno zgolj zaradi konkretnih okoliščin, ampak izkazuje uveljavljanje ene temeljnih vrednot Evropske unije, to je solidarnosti. V moji politični skupini podpiramo ta sklep in pričakujemo, da bo na glasovanju deležen velike podpore, hkrati pa se zahvaljujem poročevalcu, gospodu Françaju za dobro delo.

 
  
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  Bogusław Rogalski, w imieniu grupy UEN. – Panie Przewodniczący! Dyskutując na temat projektu rezolucji legislacyjnej w sprawie inicjatywy zgłoszonej przez Republikę Austrii, a która dotyczy przyjęcia decyzji Rady o usprawnieniu współpracy w sytuacjach kryzysowych pomiędzy jednostkami specjalnymi państw członkowskich Unii, pamiętać należy o tym, iż żadne z państw członkowskich nie dysponuje wszystkimi środkami, zasobami i całą wiedzą techniczną, które potrzebne są do skutecznego reagowania na wszelkie zagrożenia czy sytuacje kryzysowe na dużą skalę. Dlatego możliwość zwrócenia się przez każde państwo z prośbą o udzielenie pomocy do innego państwa członkowskiego ma tutaj kluczowe znaczenie. Jest to wyjątkowo ważne w walce przede wszystkim z terroryzmem, przestępczością zorganizowaną, transgraniczną oraz w przypadku katastrof i poważnych wypadków.

Mam też nadzieję, o czym trzeba pamiętać, że poprawki Parlamentu wprowadzą ważne zabezpieczenie przed niedozwolonym rozszerzeniem uproszczonych zasad współpracy przez tak zwaną analogię we wzajemnych relacjach z organami krajów trzecich, tak aby nie doszło do nadużyć przy n.p. wątpliwych interwencjach i tak aby te interwencje nie naruszały praw państw członkowskich.

 
  
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  Αθανάσιος Παφίλης, εξ ονόματος της ομάδας GUE/NGL. – Κύριε Πρόεδρε, η Αυστριακή πρωτοβουλία και η έκθεση της Επιτροπής επιδιώκουν την ακόμη μεγαλύτερη ενίσχυση της συνεργασίας μεταξύ ειδικών μονάδων επέμβασης των κρατών μελών της Ευρωπαϊκής Ένωσης και την ανάληψη κοινών επιχειρήσεων στο έδαφος κάθε κράτους μέλους για την αντιμετώπιση, δήθεν, τρομοκρατικών επιθέσεων. Ήδη, αυτές οι επιχειρήσεις εντάσσονται στη Σύμβαση του Προυμ, σύμφωνα με την οποία αυτές οι αστυνομικές δυνάμεις θα έχουν πλήρεις και απόλυτες εξουσίες επέμβασης και διεξαγωγής καταδιωκτικών επιχειρήσεων στο έδαφος κάθε κράτους μέλους. Ακόμα και με τη χρήση όπλων.

Χρόνια τώρα η Ευρωπαϊκή Ένωση καλλιεργεί ένα κλίμα τρομο-υστερίας, ανασφάλειας και τρόμου για έναν αόρατο εχθρό που στο όνομα της δήθεν αντιμετώπισής του, περιορίζονται δραστικά τα θεμελιώδη ατομικά δικαιώματα και οι δημοκρατικές ελευθερίες.

Ποιος είναι ο εχθρός, τελικά, της Ευρωπαϊκής Ένωσης; Η τρομοκρατία ακούμε τόσα χρόνια, αλλά στην πραγματικότητα η Ευρωπαϊκή Ένωση προσπαθεί να θωρακίσει την πολιτική της, να θωρακίσει το οικονομικό και πολιτικό σύστημα κατά των αμφισβητήσεων από τους εργαζόμενους. Κι αυτό το ομολογεί και η ίδια η έκθεση. Όσα λέγονται περί τρομοκρατίας κλπ., είναι θεωρίες. Νομιμοποιεί τις επεμβάσεις και τις κοινές αστυνομικές επιχειρήσεις, ακόμη -λέει- και για την υποψία διάπραξης εγκληματικών πράξεων, ή την υποψία απειλής κατά της ιδιοκτησίας υποδομών ή οργανισμών του κράτους ή διάπραξης αόριστων αδικημάτων. Ακριβώς, με τέτοιες σκόπιμα αόριστες διατυπώσεις μπορεί να δικαιολογείται επέμβαση ακόμα και για την καταστολή παραδοσιακών μορφών λαϊκής κινητοποίησης και διαμαρτυρίας, όπως για παράδειγμα συμβολικές καταλήψεις δρόμων και δημοσίων κτηρίων, μεγάλες απεργίες, περιφρούρηση απεργιακών κινητοποιήσεων.

Πιστεύουμε πως αυτός είναι ο στόχος, γι’ αυτό και δεν συμφωνούμε. Είμαστε αντίθετοι, καταψηφίζουμε την πρωτοβουλία και την έκθεση, και καλούμε τους λαούς να προστατέψουν τα ατομικά και δημοκρατικά τους δικαιώματα.

 
  
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  Andreas Mölzer (NI). – Herr Präsident! Spezialisten, die Aufträge mit erhöhter Gefährdungslage wahrnehmen können, leisten zweifellos einen wertvollen Beitrag zur Sicherheit – darin sind wir uns einig! Ebenso wie die anvisierte bessere Zusammenarbeit im Fall einer Terrorbedrohung von Vorteil ist. Gerade angesichts der steigenden Kriminalitätsrate ist aber die gegenwärtige Entwicklung in mancher Hinsicht bedenklich. Da werden Polizeistationen aufgelöst, Spezialeinheiten reduziert, während wir vermehrt mit immer skrupelloseren kriminellen Banden zu kämpfen haben, die sich bei jeder neuen Grenzöffnung die Hände reiben können. In dieser Situation will die EU dann auch noch, dass der mündige Bürger es möglichst schwer hat, sich selbst mit Waffen zu schützen, und hat mit verfehlten Multikulti-Visionen zu einer multikriminellen Gesellschaft mit wachsenden „No-Go-Areas“ und zunehmender Gewaltbereitschaft beigetragen.

Natürlich ist es wichtig, für einen Terrorakt gerüstet zu sein, die Bekämpfung krimineller Handlungen darf aber darunter nicht leiden. Dem Unsinn, Polizisten für Terroreinheiten abzuziehen und funktionierende Sondereinheiten aufzulösen, nur um dann andererseits neue Spezialeinheiten – etwa gegen Jugendbanden – bilden zu können, ist meines Erachtens ein Ende zu setzen!

 
  
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  Hubert Pirker (PPE-DE). – Herr Präsident, Herr Kommissar! Im Gegensatz zu meinen Vorrednern begrüße ich diese Initiative, und stelle den Spruch voran: „Gut Ding braucht Weile!“. Dies deshalb, weil die österreichische Initiative auf eine Initiative der Staats- und Regierungschefs im Jahr 2004 zurückgeht und die Frage aufgreift, wie man im Falle eines Terroranschlags alle Mitgliedstaaten mit Spezialeinheiten optimal unterstützen kann. Es hat also nichts mit dem zu tun, was mein Vorredner erwähnt hatte, und ich verstehe auch nicht die GUE/NGL-Fraktion, die eine derartige Initiative wechselseitiger Hilfestellung durch Spezialeinheiten einfach ablehnt.

Wir wissen, dass kein Mitgliedstaat tatsächlich in der Lage ist, ständig für alle Eventualitäten geschützt zu sein, daher hat das Parlament mit dieser Initiative auch versucht, Wege zu finden, wie man sich in einem derartigen Sonderfall eben optimal, und vor allem rasch, über Grenzen hinweg Hilfestellung geben kann, und zwar im Fall von Terroranschlägen, Geiselnahmen oder Entführungen.

Ich begrüße insbesondere die vom Parlament eingebrachten zusätzlichen Vorschläge, weil es die Situation vereinfacht, wenn etwa festgestellt wird, wer letzten Endes die Kosten zu tragen hat, nämlich der Mitgliedstaat, der die Hilfe anfordert, oder wenn festgelegt wird, nach welchen Regeln Beamte ihren Einsatz vollziehen, wenn sie in einem anderen Mitgliedstaat aktiv werden. Hier geht es unter anderem auch um Haftungsregeln. Ich begrüße es, dass es auch gemeinsame Schulungen gibt, um diese Spezialeinheiten zusammenzuführen und die Einsätze, sollten sie notwendig sein, dann auch tatsächlich zu optimieren. Ich gratuliere dem Berichterstatter. Die EVP-ED-Fraktion wird diese Initiative unterstützen.

 
  
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  El Presidente. − Sólo puedo conceder «a ojo» el uso de la palabra a los colegas que no hayan intervenido antes en el debate y no veo que ninguno de los que no han intervenido en el debate me haga la solicitud de tomar la palabra.

Me ha comunicado, por otra parte, el señor Frattini que no tiene intención de intervenir en nombre de la Comisión. Por lo tanto, damos la palabra al ponente, señor França, por dos minutos para cerrar este debate.

 
  
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  Armando França, relator. − Em primeiro lugar quero agradecer as referências que foram feitas ao meu trabalho, ao relatório e aos colegas da comissão que integro pelo Sr. Fratini e pelos restantes colegas que justificaram o seu apoio ao relatório e à iniciativa da Áustria e à decisão de continuação do Conselho e da Presidência portuguesa.

Gostaria de sublinhar um aspecto que me parece muito importante. Nesta matéria, a segurança, e quero repetir, a segurança é um instrumento, não é um valor, é um instrumento ao serviço da liberdade e é um instrumento ao serviço do exercício efectivo e concreto dos direitos fundamentais justamente dos cidadãos da União Europeia. E um outro aspecto que me parece não menos importante, é que esta decisão não irá favorecer qualquer intervenção, como aqui foi dito, esta decisão vai promover um aspecto fundamental na construção da União Europeia que é a cooperação entre os Estados-Membros por um lado, e por outro lado, ela vai promover também a cooperação em sede de formação, de exercícios conjuntos e, portanto, em sede de prevenção. Só quando os Estados-Membros o solicitarem entre si é que poderá haver a possibilidade de agir perante situações de crise concretas que apareçam e essa avaliação, naturalmente, terá de ser feita pelos respectivos Estados-Membros.

A minha proposta também de apoio orçamental por parte do orçamento da União destina-se principalmente, na minha perspectiva, a estimular e a fomentar justamente a cooperação nesta área, para além, naturalmente, de algum apoio financeiro aos Estados-Membros que o necessitem.

Finalmente, gostaria de dizer que é importante que se implemente, que se execute e que se dê celeridade porque a segurança não pergunta nem dia nem hora e todos os dias podem surgir situações de crise que abalem a nossa segurança e, portanto, a nossa liberdade num Estado da União Europeia e que abalem a confiança do conjunto dos 500 milhões de cidadãos da União Europeia.

 
  
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  El Presidente. − Señor França, enhorabuena por su excelente informe.

Se cierra el debate.

La votación tendrá lugar a las 11.00 horas.

Declaraciones por escrito (artículo 142 del Reglamento)

 
  
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  Marianne Mikko (PSE), in writing. Together we have been working towards minimising the necessity of special intervention units. However good the units and their cooperation are, an ounce of prevention is still better than a pound of cure.

I believe that the certainty of coordinated and powerful response will go a long way towards making any hostage takers, terrorists or desperate criminals think twice.

This means that there should be no unnecessary obstacles, no incentives to compromise our security for the sake of procedural rules.

I think it is possible that the currently envisaged network of bilateral agreements will serve our needs adequately. Only close neighbours can guarantee rapid reaction, which mostly goes together with the need for special intervention.

On the other hand, in the case that several Member States are attacked simultaneously, as is the clear possibility with cyber-attacks, we do need transparency and a certain consistency of arrangements throughout the European Union.

This report is a part of complex equation, the result of which might change as new data comes in. We should not view the current arrangement as permanent one. We must be ready to develop this cooperation into a Community policy.

My congratulations to the rapporteur.

 
  
  

(La sesión, suspendida a las 10.50 horas, se reanuda a las 11.00 horas)

 
  
  

VORSITZ: HANS-GERT PÖTTERING
Präsident

 
  
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  Der Präsident. − Liebe Kolleginnen und Kollegen! Es hat gestern eine Bemerkung des Kollegen Martin Schulz gegenüber einem Kollegen hier im Hause gegeben, gegenüber dem Kollegen Martin, die einen ganz besonderen Inhalt hatte. Der Inhalt dieser Erklärung kann vom Präsidenten so nicht akzeptiert werden. Ich weise diesen Inhalt zurück und rüge den Inhalt dieser Erklärung.

 
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