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Proċedura : 2010/2208(INI)
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Testi mressqa :

A7-0084/2011

Dibattiti :

Votazzjonijiet :

PV 07/06/2011 - 8.6
Spjegazzjoni tal-votazzjoni

Testi adottati :

P7_TA(2011)0250

Dibattiti
It-Tlieta, 7 ta' Ġunju 2011 - Strasburgu Edizzjoni riveduta

9. Spjegazzjonijiet tal-vot
PV
  

Γραπτές αιτιολογήσεις ψήφου

 
  
  

Έκθεση: Inés Ayala Sender (A7-0190/2011)

 
  
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  Luís Paulo Alves (S&D), por escrito. O candidato proposto tem, acima de tudo, experiência política, e também experiência de auditoria e financeira, apesar de esta última não ser porventura tão forte quanto desejável. Voto a favor deste candidato, mas penso que é necessária a continuação da reflexão sobre o tipo de qualificações que os membros do Tribunal de Contas devem possuir.

 
  
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  Sophie Auconie (PPE), par écrit. – J'ai soutenu la nomination de Hans Gustaf Wessberg comme membre de la Cour des comptes car il possède une expérience professionnelle de plus de 30 ans dans la direction d'organismes publics et d'entreprises privées en Suède. La majorité de sa carrière a été consacrée à l'amélioration de la situation des entreprises privées en Suède en tant que cadre au sein d'organisations de représentation des intérêts des entreprises dans la vie publique. Il possède également une grande expérience du service public en tant que responsable politique et fonctionnaire de l'État. Il a été directeur général de l'Office suédois d'enregistrement des sociétés, organisme public indépendant, ainsi que secrétaire d'État à plusieurs reprises. C'est pourquoi je suis convaincue qu'il a les qualités requises pour ce poste.

 
  
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  Mara Bizzotto (EFD), per iscritto. − Il curriculum presentato da H.G. Wessberg per la nomina a membro della Corte dei conti traccia un profilo di competenze ed esperienze sicuramente in linea con gli standard tecnici e scientifici richiesti dalla carica. In particolare, l´impegno del sig. Wessberg a favore del tessuto imprenditoriale privato rende il candidato particolarmente idoneo ad assicurare il bilanciamento tra diritto comunitario e concrete esigenze tanto del mercato quanto dei cittadini europei. Mi sono pertanto espressa a favore di questa proposta di risoluzione parlamentare.

 
  
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  Nessa Childers (S&D), in writing. − I voted for Sweden’s nomination of H.G. Wessberg to join the European Court of Auditors and replace Lars Heikensten. When the Budgetary Control Committee interviewed Mr Wessberg on 24 May 2011, MEPs praised his past performance in both the private and public sectors. Once appointed, H.G. Wessberg will serve until the end of Sweden’s mandate, that is until March 2012, and could then be re-elected for another mandate of six years. I wish him all the best in his new role.

 
  
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  Diogo Feio (PPE), por escrito. Na importante tarefa para a qual é indicado, desejo a H.G. Wessberg um mandato com todo o sucesso, estando convicto de que exercerá as funções para as quais é agora nomeado com toda a dedicação e competência.

 
  
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  Monika Flašíková Beňová (S&D), písomne Podľa očakávaní nebolo vypočúvanie švédskeho kandidáta na post člena Dvora audítorov problematické. Ako sa neskôr ukázalo v hlasovaní, konečný výsledok bol mierne v prospech kandidáta. Má ministerskú skúsenosť, ako aj skúsenosť s prácou v súkromnom sektore. Tiež pracoval v rezorte obrany, zaoberal sa financiami a rozpočtami na vyššej úrovni a bol tiež zástancom členstva Švédska v EÚ.

 
  
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  David Martin (S&D), in writing. − I voted to support Sweden’s nomination of H.G. Wessberg to join the European Court. Mr Wessberg will replace Lars Heikensten, who left to become executive director of the Nobel Foundation. Mr Wessberg will take up his duties following his formal appointment by the Council of Ministers, scheduled for Friday, 10 June 2011.

 
  
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  Nuno Melo (PPE), por escrito. O Tribunal de Contas é uma instituição fiscalizadora, que verifica a legalidade e regularidade das receitas e despesas da União Europeia, bem como a boa gestão financeira, exercendo as suas funções com total independência. Dentro deste espírito, a nomeação das individualidades que o compõem tem de se reger por critérios de competência e independência. O Senhor H. G. Wessberg (SV) apresentou o seu Curriculum Vitae, respondeu a um questionário escrito e foi ouvido na Comissão do Controlo Orçamental, tendo apresentado argumentos suficientes para justificar a nomeação para o Tribunal de Contas para aí desempenhar as suas funções de forma competente e independente.

 
  
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  Alexander Mirsky (S&D), in writing. − The European Parliament,

having regard to Article 286(2) of the Treaty on the Functioning of the EU, pursuant to which the Council consulted Parliament (C7-0103/2011), having regard to the fact that at its meeting of 24 May 2011 the Committee on Budgetary Control heard the Council’s nominee for membership of the Court of Auditors, having regard to Rule 108 of its Rules of Procedure, having regard to the report of the Committee on Budgetary Control (A7-0190/2011),

whereas H.G. Wessberg fulfils the conditions laid down in Article 286(1) of the Treaty on the Functioning of the EU,

delivers a favourable opinion on the nomination of H.G. Wessberg as a Member of the Court of Auditors; instructs its President to forward this decision to the Council and, for information, the Court of Auditors, the other institutions of the European Union and the audit institutions of the Member States.

I voted against because I think that it is possible to find more suitable person for the position offered, from the professional point of view.

 
  
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  Maria do Céu Patrão Neves (PPE), por escrito. Votei favoravelmente o relatório relativo à nomeação de H.G. Wessberg para o cargo de membro do Tribunal de Contas. Todos os dados apresentados para esta opção, incluindo as respostas ao Questionário destinado aos candidatos a membros do Tribunal de Contas, em anexo ao presente relatório, fundamentaram a minha decisão por indicarem o respeito dos critérios estabelecidos no n.º 1 do artigo 286.º do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia e a necessidade de plena independência dos membros do Tribunal de Contas, pelo que me congratulo com a nomeação de H.G. Wessberg.

 
  
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  Licia Ronzulli (PPE), per iscritto. − Ho votato a favore di questa relazione perché ritengo che la Corte dei conti possa giovarsi dell'esperienza di H.G. Wessberg nella gestione finanziaria delle istituzioni. Il candidato soddisfa le condizioni stabilite all'articolo 286, paragrafo 1, TFUE e il suo curriculum vitae conta una serie di cariche di rilievo nella gestione finanziaria e nel controllo del bilancio in istituzioni pubbliche ed imprese private. Le risposte al questionario mostrano la serietà e la motivazione del candidato.

 
  
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  Catherine Stihler (S&D), in writing. − I was pleased to support the Swedish candidate for the Court of Auditors.

 
  
  

Έκθεση: Diana Wallis (A7-0196/2011)

 
  
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  Luís Paulo Alves (S&D), por escrito. Tendo em conta que as acusações remontam a 2004, o que significa antes de a referida pessoa acusada de difamação entrar no Parlamento Europeu como deputada, voto a favor do levantamento da imunidade parlamentar de Ágnes Hankiss.

 
  
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  Mara Bizzotto (EFD), per iscritto. − Sono favorevole alla richiesta del relatore di revocare, per il caso in questione, l'immunità della onorevole collega. La pendenza giudiziaria che la vede imputata ha origine in un fatto che risale all’inizio del 2004, quando non era ancora membro del Parlamento europeo. Di tutta evidenza non si possono applicare quindi le disposizioni del regolamento che riguardano l'immunità e privilegi parlamentari, pertanto la revoca dell'immunità rispetta le disposizioni normative che regolano la vita istituzionale e giuridica della nostra Assemblea.

 
  
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  Monika Flašíková Beňová (S&D), písomne Ústredný obvodný súd v Bude v Budapešti žiada Európsky parlament, aby zbavil jeho členku Ágnes Hankissovú imunity v súvislosti s obnovením trestného konania. Ágnes Hankissová bola obvinená súkromným žalobcom, že sa údajne dopustila trestného činu ohovárania na verejnosti a najmä trestného činu hanobenia pamiatky mŕtvej osoby, žalobcovho otca. Na základe uvedených skutočností a zároveň v súlade s rokovacím poriadkom Výboru pre právne veci sa domnievam, že je vhodné odporučiť, aby v tomto prípade došlo k zbaveniu imunity.

 
  
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  Bruno Gollnisch (NI), par écrit. – Mme Wallis prétend que le Parlement européen applique des principes constants quant à la levée d'immunité de ses membres. C'est un mensonge cynique. Dans un cas me concernant, la Cour de Luxembourg a jugé en 2010 que le Parlement avait bafoué mes droits de parlementaire. Et il les a encore bafoués le mois dernier, exactement sur les mêmes fondements !

Car dire que l’immunité doit être levée parce que les propos reprochés au député ne l’ont pas été dans le cadre de son activité parlementaire est une sottise juridique absolue. Si tel avait été le cas, aucune poursuite n’eût été possible! C’est le cadre de l’actuel article 8. Par définition, l’article 9 s’applique aux activités autres que dans le cadre strict de ce parlement! Ici, désormais, le maintien ou la levée de l'immunité se fait à la tête du client: levée pour des opinions politiques dans un cas, maintien et fumus persecutionnis pour une présomption de fraude fiscale dans un autre. Pour ma part, plus fermement attaché à la liberté d'expression que les pseudo-démocrates de cet hémicycle, je refuserai systématiquement de lever l'immunité d'un de mes collègues, quelle que soit sa couleur politique, pour l'expression de ses opinions, aussi opposées aux miennes soient-elles.

 
  
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  Juozas Imbrasas (EFD), raštu. − Atsakingas komitetas rekomenduoja atšaukti parlamentinį imunitetą (vienbalsiai), nes Budos centrinis apygardos teismas (Budapeštas) prašo Europos Parlamento panaikinti EP narės Ágnes Hankiss imunitetą dėl baudžiamosios bylos, kuri 2009 m. lapkričio 12 d. Vengrijos Respublikos Aukščiausiojo Teismo nutartimi buvo perduota nagrinėti iš naujo. Privati kaltintoja kaltina Ágnes Hankiss viešu garbės įžeidimu (Vengrijos baudžiamojo kodekso 179 straipsnis) ir ypač mirusiojo asmens, kaltintojos tėvo, atminimo paniekinimu (Vengrijos baudžiamojo kodekso 181 straipsnis) dėl 2004 m. sausio 23 d. laidoje „Péntek 8 mondatvadász“ padaryto pareiškimo. 2009 m. lapkričio 12 d. Aukščiausiasis Teismas nusprendė, kad iš tiesų buvo pažeistos materialinės baudžiamosios teisės normos ir perdavė bylą nagrinėti iš naujo Budos centriniame apygardos teisme. Pastarasis teismas turi iš naujo išnagrinėti bylą, atsižvelgdamas į Aukščiausiojo Teismo nutartyje patektus argumentus. Budos centrinis apygardos teismas pradėjo iš naujo nagrinėti bylą 2010 m. kovo 31 d. Tą pačią dieną procesas buvo sustabdytas, nes Ágnes Hankiss, kaip Europos Parlamento narė, turi parlamentinį imunitetą. Atitinkamą prašymą dėl imuniteto atšaukimo teismas pateikė 2010 m. liepos 6 d.

 
  
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  David Martin (S&D), in writing. − I voted to waive the parliamentary immunity of Ágnes Hankiss, accused of defamation. Ms Hankiss’s immunity was lifted because the events in question took place in 2004, before she was elected to the European Parliament (in July 2009), and because the case does not concern her political activities as an MEP.

 
  
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  Jean-Luc Mélenchon (GUE/NGL), par écrit. – L'immunité parlementaire ne sert pas à couvrir les délits de droit commun. Madame Ágnes Hankiss peut être jugée sans que son activité parlementaire soit mise en cause. Je vote pour la levée de son immunité.

 
  
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  Alexander Mirsky (S&D), in writing. − Since Ágnes Hankiss is accused of alleged defamation under Section 181 of the Hungarian Criminal Code, as a result of a statement made during the programme on 23 January 2004, I voted in favour.

 
  
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  Maria do Céu Patrão Neves (PPE), por escrito. Na sessão de 6 de Setembro de 2010, o Presidente comunicou, nos termos do n.º 2 do artigo 6.º do Regimento, que recebera uma carta apresentada pelo Tribunal Distrital Central de Budapeste em 6 de Julho de 2010, requerendo o levantamento da imunidade parlamentar de Ágnes Hankiss, tendo enviado o pedido, nos termos do mesmo artigo, à Comissão dos Assuntos Jurídicos. O relatório da Comissão dos Assuntos Jurídicos, votado por unanimidade, concluiu que o caso em análise não é abrangido pelo âmbito das actividades políticas de Ágnes Hankiss enquanto membro do Parlamento. Dizendo respeito a uma declaração efectuada em 2004, muito antes de ter sido eleita deputada ao Parlamento. A relatora também não encontrou indícios de fumus persecutionis, ou seja, uma suspeita suficientemente grave e precisa de que o processo foi movido com a intenção de causar danos políticos à deputada. Por estes motivos acompanho a proposta da Comissão dos Assuntos Jurídicos e votei favoravelmente o levantamento da imunidade parlamentar de Ágnes Hankiss.

 
  
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  Aldo Patriciello (PPE), per iscritto. − Il 6 luglio 2010 Il Tribunale distrettuale centrale di Buda ha trasmesso una richiesta per la revoca dell'immunità dell'on. Ágnes Hankiss, in relazione a un nuovo processo penale disposto con sentenza dalla Corte suprema della Repubblica di Ungheria nel 2009. Il 23 gennaio 2004, a seguito di una dichiarazione resa nel corso del programma: l'on. Ágnes Hankiss è accusata di un presunto reato di diffamazione dell'onore commesso in pubblico, in particolare, di diffamazione della memoria di una persona defunta.

Il Tribunale municipale di Budapest, in ultima istanza, il 25 marzo 2009 ha assolto Ágnes Hankiss dalle accuse, ma la Corte suprema ungherese il 12 novembre 2009 ha ordinato l'istituzione di un nuovo procedimento presso il Tribunale distrettuale centrale di Buda, avviato il 31 marzo 2010 e sospeso lo stesso giorno per l'immunità parlamentare dell'on. Ágnes Hankiss. Per questi motivi e poiché il caso non rientra nell'ambito di applicazione dell'attività politica dell'on. Ágnes Hankiss come membro del Parlamento europeo, in quanto riguarda una dichiarazione resa a lungo prima che fosse eletta deputata al Parlamento europeo, esprimo il mio voto favorevole affinché le sia la revoca dell'immunità parlamentare.

 
  
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  Raül Romeva i Rueda (Verts/ALE), in writing. − In favour. The case relates to an alleged offence of defamation which does not come within the scope of Ms Hankiss’ political activities as an MEP, but relates instead to a statement made in 2004, before she was elected an MEP. The rapporteur has also found no evidence of fumus persecutionis.

 
  
  

Έκθεση: Jan Zahradil (A7-0156/2011)

 
  
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  Luís Paulo Alves (S&D), por escrito. Voto a favor do presente relatório, uma vez que se compreendem os objectivos pretendidos pela Comissão de simplificação da legislação em vigor com vista a criar e a tornar melhor e mais clara a legislação para os empresários, principalmente no que respeita a formalidades alfandegárias levadas a cabo por importadores de têxteis.

 
  
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  Roberta Angelilli (PPE), per iscritto. − Signor Presidente, i regolamenti (CE) n. 1541/98 e (CEE) n. 3030/93, emanati inizialmente con l'intento di applicare le misure di politica commerciale al settore tessile, sono diventati attualmente due testi obsoleti che apportano dei limiti al libero mercato e che mal si adattano all'evoluzione del nuovo contesto normativo.

Fino a poco tempo fa vigevano le restrizioni quantitative sulle importazioni provenienti da paesi membri dell'OMC e misure di salvaguardia speciali per quei prodotti tessili provenienti dalla RPC. Alla scadenza dell'Accordo dell'OMC nel 2005, queste restrizioni sono state soppresse, anche per la RPC nel 2008, pertanto l'unico strumento efficace per prevenire le distorsioni del mercato e continuare a controllare al tempo stesso le importazioni dei prodotti tessili rimane la subordinazione di questi alle procedure di verifica richiedenti l'indicazione del paese di origine. Indicazione peraltro contenuta nella proposta di regolamento sul Made In, votata in questa sede il 21 ottobre 2010, che introduce un meccanismo di controllo e punta a semplificare la legislazione in vigore, nella prospettiva di creare un contesto legislativo migliore e più chiaro per le imprese e per la tutela dei consumatori.

 
  
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  Zigmantas Balčytis (S&D), raštu. − Balsavau už šį dokumentą, kuriuo panaikinamas Tarybos reglamentas (EB) Nr. 1541/98 dėl tam tikrų tekstilės gaminių, klasifikuojamų Kombinuotosios nomenklatūros XI skyriuje ir išleidžiamų į laisvą apyvartą Bendrijoje, kilmės įrodymo ir dėl tokio įrodymo pripažinimo sąlygų ir kuriuo iš dalies keičiamas Tarybos reglamentas (EEB) Nr. 3030/93 dėl tam tikrų tekstilės gaminių importo iš trečiųjų šalių bendrųjų taisyklių .Pasaulio prekybos organizacijai 2005 m. panaikinus šalių narių kilmės importo apribojimus, Europos Sąjunga taip pat turi supaprastinti galiojančius teisės aktus siekiant sudaryti verslui palankesnę ir aiškesnę aplinką, visų pirma, supaprastinant muitų formalumus, kuriuos turi atlikti tam tikri tekstilės produktų importuotojai, kurių gaminiai išleidžiami į laisvą apyvartą Bendrijoje. Manau, kad minimi pakeitimai užtikrins importui taikomų taisyklių vienodumą ir suderins tekstilės importui taikomas taisykles su kitiems pramonės gaminiams taikomomis taisyklėmis, kas turėtų sustiprinti bendrą šios srities teisės aktų nuoseklumą.

 
  
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  Слави Бинев (NI), в писмена форма. − Уважаеми колеги, подкрепих докладът на Zahradil, защото смятам, че Регламент (ЕО) № 1541/98 на Съвета относно доказателствата за произход на някои текстилни продукти е изпълнил предназначението си. Регламента на Съвета от 1998г. въведе инструменти за контрол на вноса на текстилни продукти, с които беше възможно изпълнението на Споразумението на СТО. С изтичането на Споразумението на СТО през 2005г. и на специалните предпазни мерки през 2008г, регламента на Съвета изпълни предназначението си, а приложените от него мерки за ограничение на вноса могат да се управляват с други инструменти.

 
  
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  Mara Bizzotto (EFD), per iscritto. − Abrogare questi regolamenti, benché potrebbe trattarsi dal punto di vista della semplificazione normativa di un'operazione positiva e condivisibile, significherebbe d'altra parte privare la nostra produzione industriale tessile di forme di difesa ancora valide contro la concorrenza sleale di paesi come la Cina.

Le argomentazioni del relatore, secondo cui la futura normativa sul made in e nuovi accordi in sede di Organizzazione mondiale del commercio costituiranno a breve una buona soluzione per difendere la nostra industria non sembrano reggere: sul made in siamo ancora in attesa di risposte dal Consiglio, che non pare avere intenzione di avallare una normativa che la nostra assemblea ha votato nell'autunno scorso a maggioranza schiacciante. Pare sicuramente più saggio attendere che sia definito un chiaro quadro normativo che regoli in futuro l'importazione di alcuni prodotti tessili dall'Oriente prima di procedere all'abrogazione delle vecchie normative. Il mio voto è pertanto contrario.

 
  
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  Vilija Blinkevičiūtė (S&D), raštu. − Balsavau dėl šio pranešimo, nes jo pagrindinis tikslas yra panaikinti šiuo metu galiojantį ES reglamentą, nustatantį papildomus reikalavimus įrodant importuojamų į ES tekstilės produktų kilmę ir taip supaprastinti galiojančius teisės aktus ir sudaryti verslui palankesnę bei aiškesnę aplinką. Iki Pasaulio prekybos organizacijai (PPO) 2008 m. panaikinant suvaržymus tekstilės gaminių importui iš Kinijos, ES iš tiesų buvo reikalingas teisinis instrumentas, kuriuo remiantis būtų galima sureguliuoti prekybą su trečiosiomis šalimis ir taip apsaugoti ES vidaus rinką ir jos gamintojus. Tačiau šiuo metu tokios sudėtingos administracinės procedūros nebėra proporcingos, juolab, kad kitas ES reglamentas nustato pareigą muitinės dokumentuose nurodyti produkto kilmės šalį prieš paleidžiant jį laisvai cirkuliuoti ES rinkoje, o taip pat ES šiuo metu yra stiprinama vartotojų apsauga didinant jiems pateikiamos informacijos kiekį.

 
  
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  Maria Da Graça Carvalho (PPE), por escrito. Aprovo a revogação do regulamento do Conselho relativo à prova de origem de determinados produtos têxteis, pois creio que, de forma a criar um enquadramento legislativo mais claro para as empresas, são necessários esforços que visem simplificar a legislação em vigor. Não obstante, devo acrescentar que considero importante a manutenção de mecanismos alternativos de controlo das importações de tais produtos para a UE, com vista a evitar que o aumento das mesmas cause perturbações no mercado.

 
  
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  Mário David (PPE), por escrito. Sou por natureza favorável a medidas de desburocratização e de simplificação administrativa. Quando se trata de resolver anacronismos, mais entusiasta fico! É este o caso. De facto, a existência de fardos administrativos desnecessários, como era o caso das provas de origem de certos produtos têxteis, nos casos em que não existem restrições quantitativas à importação desses produtos para o espaço europeu ou nos casos em que existe a necessidade de apresentação de uma autorização de importação, apenas adiciona areia à engrenagem da fluidez pretendida para o comércio internacional. Dito isto, e embora não directamente relacionado com esta medida, gostaria ainda de sublinhar a importância da manutenção do statu quo no que diz respeito às actuais regras da OMC, em especial no que diz respeito ao mercado mundial de Têxteis e Vestuário (T&V) e muito concretamente a alterações às regras para a importação de produtos de T&V para a União Europeia, numa altura de forte contracção económica em diversos Estados-Membros.

 
  
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  Edite Estrela (S&D), por escrito. Votei favoravelmente este relatório por considerar que a proposta da Comissão Europeia contribui para a redução de sobrecargas administrativas e custos adicionais para as empresas através do reforço da uniformização das regras de importação de determinados produtos têxteis.

 
  
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  Diogo Feio (PPE), por escrito. A revogação do Regulamento n.º 1541/98 do Conselho pretende retirar aos importadores o ónus de apresentar a prova de origem de determinados produtos. Atendendo a que os produtos podem ser livremente importados, torna-se aparentemente desnecessária a comprovação da sua origem, mas subsistem dúvidas acerca da bondade desta medida facilitadora. Não posso deixar de frisar a necessidade de assegurar a qualidade dos produtos vendidos no espaço europeu e de garantir a segurança dos seus utilizadores. Mais do que saber qual a origem dos produtos têxteis provindos de fora da União, é essencial garantir os padrões europeus e não permitir que matérias-primas e produtos transformados entrem e sejam vendidos na União sem possuírem condições mínimas que o permitam. Julgo ainda que mais importante que o tipo de produtos empregados no fabrico dos produtos têxteis é aferir se os mesmos são produzidos no cumprimento das regras da concorrência e no respeito pela dignidade e direitos dos trabalhadores, porquanto se multiplicam os casos de violação de ambos, com consequências inadmissíveis para os próprios e para a viabilidade do sector têxtil europeu, nomeadamente do português, forçado a competir com quem incumpre sistematicamente tais regras e direitos.

 
  
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  José Manuel Fernandes (PPE), por escrito. O presente relatório debruça-se sobre uma proposta de regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho que pretende revogar o Regulamento (CE) n.º 1541/98 do Conselho quanto à prova de origem de determinados produtos têxteis, assim como no que respeita aos termos de admissibilidade de prova, alterando o Regulamento (CEE) n.º 3030/93 do Conselho sobre o regime comum aplicável às importações de alguns produtos têxteis oriundos de países terceiros. As alterações agora introduzidas no enquadramento regulamentar permitem melhorar as medidas de política comercial, sobretudo após o aumento de importações com origem na República Popular da China, introduzindo instrumentos de controlo para as importações de produtos têxteis provenientes de países terceiros. Votei favoravelmente este relatório, pois, ao melhorar significativamente a informação aos consumidores, permitirá uma escolha consciente e responsável por parte de todos os cidadãos dos Estados-Membros e a opção de produtos made in UE.

 
  
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  João Ferreira (GUE/NGL), por escrito. A proposta da Comissão, que o relatório aprova, propõe-se simplificar as formalidades seguidas pelos importadores de determinados produtos têxteis introduzidos em livre prática na Comunidade. Para o efeito propõe-se revogar as condições de aceitação das provas de origem relativas a determinados têxteis e respectivas obras com origem em países terceiros. O rol de produtos abrangidos é extenso: seda; lã, algodão; outras fibras têxteis vegetais; filamentos sintéticos ou artificiais; feltros e falsos tecidos; tapetes e outros revestimentos para pavimentos; tecidos especiais, rendas, tapeçarias, bordados; tecidos de malha ou croché; vestuário e seus acessórios; entre muitos outros. São bem conhecidas, em países como Portugal, as consequências da liberalização do comércio internacional no domínio do têxtil, com a eliminação das restrições quantitativas às importações e de disposições especiais de salvaguarda.

Esta proposta, em linha com as medidas anteriores, propõe-se facilitar ainda mais a vida aos grandes importadores europeus – os seus principais beneficiários, que assim acedem a matérias-primas e produtos finais de baixo custo, com sacrifício das indústrias nacionais e de milhares de postos de trabalho. Adiada fica uma reivindicação antiga do sector e dos consumidores, objecto já de resoluções deste Parlamento (a última, de 2010): a indicação do país de origem e a disponibilização de informação sobre a origem das várias mercadorias.

 
  
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  Ilda Figueiredo (GUE/NGL), por escrito. Este relatório aprova a proposta da Comissão Europeia que se propõe simplificar as formalidades seguidas pelos importadores de determinados produtos têxteis introduzidos em livre prática na União Europeia.

Assim, propõe-se revogar as condições de recolha das provas de origem relativas a determinados têxteis e respectivas obras com origem em países terceiros. O rol de produtos abrangidos é extenso, designadamente: seda; lã, algodão; outras fibras têxteis vegetais; filamentos sintéticos ou artificiais; feltros e falsos tecidos; tapetes e outros revestimentos para pavimentos; tecidos especiais, rendas, tapeçarias, bordados; tecidos de malha ou croché; vestuário e seus acessórios.

Ora, são bem conhecidas, em países como Portugal, as consequências da liberalização do comércio internacional no domínio do têxtil, com a eliminação das restrições quantitativas às importações e de disposições especiais de salvaguarda.

Esta proposta, em linha com as medidas anteriores, propõe-se facilitar ainda mais a vida aos grandes importadores europeus – os seus principais beneficiários – que acedem a matérias-primas e produtos finais de baixo custo, com sacrifício das indústrias nacionais e de milhares de postos de trabalho.

Adiada fica uma reivindicação antiga do sector e dos consumidores, objecto já de resoluções deste Parlamento (a última, de 2010): a indicação do país de origem e a disponibilização de informação sobre a origem das várias mercadorias, o que lamentamos.

 
  
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  Monika Flašíková Beňová (S&D), písomne Komisia sa okrem iného zameriava aj na podporu jednotnosti pravidiel dovozu tým, že zosúlaďuje pravidlá dovozu textilu s pravidlami dovozu iných priemyselných výrobkov. Tým by sa v tejto oblasti mala zlepšiť celková súdržnosť legislatívneho prostredia. Právny nástroj, ktorý sa má zrušiť, sa týka podmienok prijímania dôkazov o pôvode niektorých textílií a textilných výrobkov, ktoré majú pôvod v tretích krajinách. Zastávam názor, že by malo byť cieľom vykonávať také opatrenia obchodnej politiky, ktoré by napomáhali predísť narúšaniu trhu spôsobenému prudkým nárastom dovozu z tretích krajín, ako je napr. Čínska ľudová republika.

 
  
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  Juozas Imbrasas (EFD), raštu. − Pritariau šiam dokumentui, kadangi Komisijos pasiūlymas panaikinti Tarybos reglamentą (EB) Nr. 1541/98 ir iš dalies pakeisti Tarybos reglamentą (EEB) Nr. 3030/93 buvo parengtas vadovaujantis ES politiniu įsipareigojimu supaprastinti galiojančius teisės aktus siekiant sudaryti verslui palankesnę ir aiškesnę aplinką, visų pirma, supaprastinant muitų formalumus, kuriuos turi atlikti tam tikri tekstilės produktų importuotojai, kurių gaminiai, išleidžiami į laisvą apyvartą Bendrijoje ir klasifikuojami Kombinuotosios nomenklatūros XI skyriuje. Be to, Komisija siekia sustiprinti importui taikomų taisyklių vienodumą, suderinant tekstilės importui taikomas taisykles su kitiems pramonės gaminiams taikomomis taisyklėmis, kas turėtų sustiprinti bendrą šios srities teisės aktų nuoseklumą. Komisijos nuomone Sąjungos taikomas labai ribotos tekstilės sektoriaus prekybos politikos priemones galima valdyti netaikant nereikalingos naštos, kuri sukuriama reikalaujant visoms importuojamoms prekėms pateikti kilmės įrodymą. Taip pat padedama išvengti rinkos iškraipymo, kurį galėtų sukelti tokių tekstilės gaminių didelio masto importas į ES, jeigu nebūtų laikomasi leistinų kvotų.

 
  
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  David Martin (S&D), in writing. − I voted for this report which is driven by the European Union’s policy commitment to simplify the legislation in force with a view to creating a better and clearer legislative environment for businesses, mainly with respect to the simplification of customs formalities carried out by importers of certain textile products released for free circulation in the EU.

 
  
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  Clemente Mastella (PPE), per iscritto. − Abbiamo fortemente sostenuto questa relazione in considerazione dell'impegno politico dell'UE volto alla semplificazione della legislazione in vigore: intendiamo creare un contesto normativo migliore e più chiaro per le imprese. Le misure europee di politica commerciale nel settore tessile possono essere gestite senza imporre l'eccessivo onere di presentare l'attestazione di origine per tutte le importazioni.Per continuare a controllare le importazioni di prodotti tessili soggette alle restrizioni quantitative ancora in vigore, e provenienti da Paesi che non sono ancora membri dell'OMC, l'UE si baserà sulle autorizzazioni d'importazione; mentre, per quanto concerne le categorie di prodotti che rientrano nella Sezione XI della Nomenclatura combinata, non soggetti a restrizioni quantitative all'importazione e immessi in libera pratica nell'UE, verrà applicato un sistema di sorveglianza statistica ex post per controllare il loro impatto sul mercato europeo. Ricordiamo che, dal 2010, per una migliore informazione dei consumatori sull'origine di diversi prodotti, in aggiunta ai succitati meccanismi di controllo delle importazioni è obbligatoria l’indicazione del paese d’origine di taluni prodotti di Paesi terzi. Ora dovremo occuparci di migliorare l'uniformità delle norme per l'importazione allineando quelle relative ai prodotti tessili a quelle di altri prodotti industriali, migliorando così la coerenza generale del contesto legislativo in questo settore.

 
  
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  Nuno Melo (PPE), por escrito. A votação expressa vem no sentido de que a designação fabricado em é essencial para a transparência dos mercados e para o devido esclarecimento dos consumidores sobre a origem dos produtos que consomem. É necessário fortalecer a economia comunitária, com a melhoria da competitividade da indústria da UE na economia mundial. Só conseguiremos ter uma concorrência justa se esta funcionar com regras claras para os produtores, para os exportadores e importadores, tendo também em atenção as premissas sociais e ambientais comuns. A codificação das regras já em vigor para as menções ou marcas que permitem identificar o lote ao qual pertence um género alimentício é o objectivo desta proposta. É, no entanto, de lamentar ainda não ser possível acompanhar o percurso do produto desde a sua origem.

 
  
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  Alexander Mirsky (S&D), in writing. − Since the report is on a Commission proposal that aims to simplify the legislation in force with a view to creating a better and clearer legislative environment for businesses, mainly with respect to the simplification of customs formalities carried out by importers of textile products, I voted in favour.

 
  
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  Claudio Morganti (EFD), per iscritto. − Signor Presidente, onorevoli colleghi, ho espresso il mio voto negativo poiché questa relazione si basa su presupposti infondati e vaghe supposizioni future.

Da un lato si sostiene l'inutilità dell'attestazione d'origine, poiché si afferma che l'Unione europea possa tutelarsi basandosi su un sistema di sorveglianza statistica doganale ex-post: tuttavia non viene detto, ad esempio, che il "codice doganale comunitario aggiornato" è ben lontano da una piena operatività e che presenta ancora evidenti lacune, soprattutto nei termini di una completa e necessaria informatizzazione del sistema.

In contemporanea si indica espressamente come a sostegno della tutela del marchio d'origine sia prevista l'attuazione della relazione Muscardini sul made in, che peraltro noi abbiamo fortemente sostenuto; ebbene, sono contento delle certezze del relatore, ma al momento il regolamento sul made in non c'è ancora, né sappiamo bene se, quando e come verrà approvato.

In sostanza quindi questa relazione mi pare un pericoloso salto nel vuoto, con pesanti effetti come al solito sul settore tessile, che l'Unione europea continua a martoriare nella consapevole indifferenza generale.

 
  
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  Cristiana Muscardini (PPE), per iscritto. − L'approvazione della proposta del collega Zahradil riapre la discussione sull'importanza di una denominazione di origine, per i prodotti provenienti dai paesi terzi, come misura in grado di attuare una politica commerciale capace di evitare turbative del mercato, dovute a un aumento delle importazioni estere, e risolvere la complicata situazione legislativa che oggi ostacola lo sviluppo delle piccole e medie imprese.

Sono quindi favorevole a un regolamento che uniformi le norme per le importazioni europee di tessili, attualmente in vigore, allineandole con quelle relative ad altri comparti industriali, ma ritengo che sia doveroso ricordare che nonostante si cerchi di valutare, attraverso meccanismi di controllo ex ante ed ex post, l'impatto sul mercato europeo di importazioni dai paesi terzi, l'Unione europea non è stata ancora in grado di dotarsi di un meccanismo di controllo basato su una informazione equa ed importante per i consumatori come quella della etichettatura di origine. Mi auguro che anche il Consiglio sia capace di valutare positivamente, e in tempi celeri, i decisi passi fatti da questo Parlamento verso la tracciabilità e l'informazione adeguata sui prodotti, misure in grado sia di garantire una conoscenza appropriate e sicura delle merci sul mercato, sia di valorizzare la specificità manifatturiera europea.

 
  
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  Maria do Céu Patrão Neves (PPE), por escrito. Votei favoravelmente o relatório sobre a proposta de regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho que revoga o Regulamento (CE) n.º 1541/98 do Conselho relativo à prova de origem de determinados produtos têxteis da secção XI da Nomenclatura Combinada, introduzidos em livre prática na Comunidade, bem como aos termos de admissibilidade da prova, e que altera o Regulamento (CEE) n.º 3030/93 do Conselho relativo ao regime comum aplicável às importações de certos produtos têxteis originários de países terceiros. Fi-lo com reservas, mas por globalmente ser positivo e por concordar com o compromisso estratégico da União Europeia de simplificar a legislação em vigor, tendo em vista a criação de um enquadramento legislativo melhor e mais claro para as empresas, sobretudo com o objectivo de simplificar as formalidades seguidas pelos importadores de determinados produtos têxteis introduzidos em livre prática na Comunidade e, igualmente, com o objectivo de reforçar a uniformidade das regras de importação através do alinhamento das regras relativas à importação de têxteis com as de outros bens industriais, o que também deve melhorar a coerência global do enquadramento legal neste domínio.

 
  
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  Aldo Patriciello (PPE), per iscritto. − Con la proposta fatta dalla Commissione per l'abrogazione del regolamento n.1541/98(CE) del Consiglio riguardante le attestazioni d'origine di taluni prodotti tessili, e la modifica del regolamento n. 3030/93(CE) del Consiglio, relativo alle norme comuni per l'importazione di alcuni prodotti tessili originari dei paesi terzi, si vuole semplificare la legislazione in vigore, nella prospettiva di creare un contesto legislativo migliore e più chiaro per le imprese, specialmente per quanto riguarda la semplificazione delle formalità amministrative espletate dagli importatori di taluni prodotti tessili messi in libera pratica nella Comunità.

I requisiti per l'attestazione della prova d'origine dei prodotti tessili sono stati introdotti al fine di garantire la corretta applicazione delle misure di restrizione sull'importazione, per evitare distorsioni del mercato a causa delle importazioni provenienti dalla Repubblica popolare cinese. L'impatto e il numero delle misure applicate dall'UE per l'importazione di questi prodotti è gradualmente diminuito negli ultimi anni, infatti sono state create speciali disposizioni di salvaguardia per le importazioni di prodotti tessili e dell'abbigliamento originari della Repubblica popolare cinese e le restrizioni quantitative sulle importazioni originarie dei paesi che sono membri dell'OMC sono stati eliminate. Per i motivi esposti esprimo il mio voto favorevole.

 
  
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  Phil Prendergast (S&D), in writing. − I have spoken on this issue before and I am voting for this report because I believe EU citizens have the right to know the make-up of the clothes they buy. This regulation will allow consumers to avoid buying products containing non-textile parts of animal origin, whether for health, ethical or other considerations. Under this regulation, for example, the trimmings on collars will be labelled clearly and separately from the rest of the garment, allowing consumers to make an informed choice about the clothes they buy. Allergy sufferers in particular stand to gain from this proposal, as fur is potentially hazardous to their health and without proper labelling they may buy a product containing these textiles without realising it.

 
  
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  Paulo Rangel (PPE), por escrito. O Regulamento (CE) n.º 1541/98 tinha por objecto os requisitos de prova de origem de produtos têxteis com origem em países terceiros a que se aplicavam restrições quantitativas à importação. Por força das alterações entretanto ocorridas, nomeadamente por efeito do Acordo da OMC sobre Têxteis e Vestuário de 2005, parece justificar-se o afastamento daquela primeira prova de origem dos produtos, tendo, por isso, apoiado a revogação do referido regulamento. Visa-se, no conspecto geral, desagravar os encargos sobre os produtos à entrada no espaço europeu, sem sacrificar, no momento final, os interesses dos adquirentes, sendo, nessa medida, importante a manutenção de mecanismos alternativos de controlo das importações de tais produtos para a UE.

 
  
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  Crescenzio Rivellini (PPE), per iscritto. − Mi congratulo per l'ottimo lavoro svolto dal collega Zahradil. Le misure di politica commerciale molto limitate applicate dall'UE nel settore tessile possono essere gestite senza imporre l'eccessivo onere di presentare l'attestazione di origine per tutte le importazioni. Tuttavia gli strumenti di controllo delle importazioni di prodotti tessili devono essere mantenuti. Infatti, per continuare a controllare le importazioni di prodotti tessili soggette alle restrizioni quantitative ancora in vigore e provenienti dalla Bielorussia e dalla Corea del Nord, che non sono ancora membri dell'OMC, l'UE si basa ora sulle autorizzazioni d'importazione. Ciò contribuisce a prevenire il problema delle distorsioni del mercato che sarebbero causate da un aumento delle importazioni di determinati prodotti tessili al mercato dell'UE, in caso di non rispetto delle quote consentite.

Inoltre, per quanto riguarda le categorie di prodotti non soggetti a restrizioni quantitative all'importazione e immessi in libera pratica nell'UE, viene applicato un sistema di sorveglianza statistica ex post per controllare il loro impatto sul mercato dell'UE. Desidero ricordare altresì che, il Parlamento europeo ha approvato nel 2010, in prima lettura, la relazione dell’on. Cristiana Muscardini sull’indicazione del paese d’origine di taluni prodotti importati da paesi terzi (Made in), che riguarda anche prodotti tessili e d’abbigliamento.

 
  
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  Raül Romeva i Rueda (Verts/ALE), in writing. − In favour. In the ambit of the better-law-making approach, the Commission proposes to repeal a 1998 Council Regulation under which importers have to provide proof of origin of textiles and articles of apparel for EU customs procedures. The regulation had value as long as quantitative restrictions on textiles and articles of apparel existed through the WTO’s Multifibre Agreement. This agreement was terminated in 2005. By 2008, the Agreement on Textiles and Clothing between the EU and China and all other surveillance systems for imports of textiles and clothing from China had also ended. Textile and clothing imports from Belarus and North Korea, neither of which are members of the WTO, are still subject to quantitative restrictions. The system of import authorisations still remains in place for controls on these imports, which however do not pose problems with regard to the functioning of the EU market.

This system is deemed sufficient. All in all, Parliament is advocating a new ‘made-in’ labelling regime, which is currently a Sleeping Beauty after the conclusion of the first reading in 2010. Such a regime would provide much better control possibilities – and also consumer information – than the old Proof of Origin Regulations.

 
  
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  Licia Ronzulli (PPE), per iscritto. − Ho votato a favore di questa relazione perché mi trovo in sintonia con lo spirito di cui è portatrice: semplificare e uniformare la normativa UE sull'importazione dei prodotti tessili per facilitare i commerci con gli Stati terzi. Ritengo infatti che le limitate misure di politica commerciale applicate dall'UE al settore tessile siano pienamente gestibili anche senza imporre l'eccessivo onere di presentare attestazioni d'origine per tutte le importazioni. D'altronde, le autorizzazioni d'importazione, i sistemi di sorveglianza statistica ex post e i requisiti dei documenti amministrativi unici già garantiscono un controllo efficace delle importazioni nell'Unione. Per completare il quadro però, auspico la piena entrata in vigore della relazione Muscardini, che permetterà ai consumatori europei di essere meglio informati sull'origine dei prodotti anche tessili provenienti dai Paesi terzi.

 
  
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  Oreste Rossi (EFD), per iscritto. − La normativa che in questo caso viene abrogata riguarda le condizioni di accettazione delle attestazioni di origine per taluni prodotti tesili originari di paesi terzi, che stabilivano i requisiti specifici applicando restrizioni quantitative. Il relatore condivide il punto di vista della Commissione secondo cui le misure di politica commerciale applicate dall'UE nel settore tessile possano essere gestite senza imporre l'eccessivo onere di presentare l'attestazione di origine per tutte le importazioni. Per quanto ci riguarda rientra nell'interesse sia dei consumatori sia delle imprese far sì che ogni onere caricato sugli importatori di merci provenienti dai paesi terzi sia utile al loro controllo e a una limitazione.

Oltretutto ci preoccupa il fatto che noi andiamo ad abrogare norme utili per i controlli alle dogane senza che al momento si stiano facendo passi avanti sul Made In bloccato in Commissione a causa dell'ostruzionismo del Consiglio. Voglio anche ricordare che sul provvedimento ad hoc sul tessile il Consiglio ha posto il veto sull'indicazione di origine e analogamente lo sta tentando di fare anche sull'obbligo di indicazioni in etichetta dei prodotti alimentari sul luogo di provenienza.

Il nostro voto è contrario.

 
  
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  Catherine Stihler (S&D), in writing. − This Commission proposal simplifies the legislation in force on proving the origin of certain textile products.

 
  
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  Nuno Teixeira (PPE), por escrito. Em 1998, a União Europeia definiu a obrigatoriedade de as empresas importadoras efectuarem uma prova de origem dos produtos que constam da Secção XI da Nomenclatura Combinada, referidos no Anexo 1 ao Regulamento (CEE) n.º 3030/93 do Conselho, e que tenham sido produzidos em países terceiros. Importa salientar que, em 2005, foram eliminadas as restrições quantitativas às importações sobre produtos têxteis e vestuário de países membros da OMC, assim como, no final de 2008, também expiraram as disposições relativas ao mesmo tipo de produtos com proveniência da RP da China.

Sendo assim, voto favoravelmente o presente relatório por entender que é positivo definir um enquadramento legislativo mais claro e simplificado para as empresas europeias que importem produtos têxteis e de calçado com origem em países terceiros, continuando a existir restrições quantitativas, pois não são membros da OMC. Entendo ainda que as autorizações de importação contribuem efectivamente para monitorizar de forma eficiente a importação desta tipologia de produtos, salvaguardando de forma eficaz o seu impacto no tecido económico da UE e, consequentemente, de cada Estado-Membro.

 
  
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  Angelika Werthmann (NI), schriftlich. Ich habe dem Bericht über den Ursprungsnachweis bestimmter Textilwaren zugestimmt. Die Neufassung der Vorschriften in diesem Bereich zielt auf eine Vereinfachung und Vereinheitlichung des Legislativrahmens, inklusive der Verwaltungsformalitäten, gleichzeitig enthält sie aber auch angemessene Instrumente zur Handhabung der durch akuten Anstieg der Einfuhren aus Drittländern bedingten Marktstörungen. Schließlich trägt die neue Verordnung bisherigen Forderungen des Europäischen Parlaments bezüglich der vermehrten Aufklärung der Konsumenten Rechnung.

 
  
  

Σύσταση: Debora Serracchiani (A7-0186/2011)

 
  
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  Luís Paulo Alves (S&D), por escrito. Voto a favor da participação da Croácia nos trabalhos do Observatório da Droga e da Toxicodependência, uma vez que o Observatório está aberto à participação de quaisquer países terceiros e especialmente tendo em atenção que a Croácia é uma rota de trânsito de drogas ilícitas que são contrabandeadas no caminho dos países de produção para os países consumidores, achando por isso essencial o seu envolvimento desde já.

 
  
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  Sophie Auconie (PPE), par écrit. – En demandant à participer aux activités de l'Observatoire européen des drogues et des toxicomanies (OEDT), la République de Croatie a montré qu'elle partageait l’intérêt de l’Union et de ses États membres pour les objectifs et les réalisations de l’Observatoire, dont le but consiste à collecter des informations sur le phénomène des drogues et des toxicomanies afin d’élaborer et de diffuser des données objectives, fiables et comparables au niveau européen. C'est pourquoi j'ai soutenu le rapport de notre collègue Debora Serracchiani sur la conclusion de l'accord entre l'Union européenne et la République de Croatie concernant la participation de la République de Croatie aux activités de l'OEDT.

 
  
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  Zigmantas Balčytis (S&D), raštu. − Balsavau už šį dokumentą. Europos narkotikų ir narkomanijos stebėsenos centras atlieka svarbų vaidmenį renkant duomenis apie narkotikus ir narkomaniją bei ES lygmeniu rengiant objektyvią, patikimą ir palygintiną informaciją .Tai leidžia sudaryti narkotikų paklausos ir jos mažinimo būdų bei narkotikų rinkos analizės pagrindą. Kroatijos Respublika 2005 m. išreiškė norą dalyvauti Europos narkotikų ir narkomanijos stebėsenos centro veikloje. Kroatijos Respublika yra tranzitinė šalis, per kurią iš šalių gamintojų narkotikai neteisėtai gabenami į šalis vartotojas. Pastebimi ir plataus masto kokaino konfiskavimo atvejai Kroatijoje , kurie dažniausiai susiję su jūrų transportu. Palaikiau šį susitarimą ir Kroatijos Respublikos dalyvavimą Europos narkotikų ir narkomanijos stebėsenos centro veikloje, kas leis Europos mastu taip pat surinkti faktinę ir objektyvią informaciją iš Kroatijos apie narkotikus ir narkomaniją ir jų pasekmes , o tuo pačiu metu Kroatijos Respublika galės gauti informaciją apie geriausią patirtį, kad geriau suprastų narkotikų problemos pobūdį ir galėtų geriau ją spręsti.

 
  
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  Regina Bastos (PPE), por escrito. A droga é hoje um dos maiores flagelos que a nossa sociedade enfrenta. É uma problemática social e culturalmente complexa e dinâmica, que não pára de se modificar, apresentando novos contornos, a utilização de novas substâncias e novos grupos de consumidores. O Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência (OEDT), criado em 1993, tem como principais tarefas a recolha de dados sobre a droga e a toxicodependência, a elaboração e publicação de informações objectivas, fiáveis e comparáveis a nível europeu. Esta informação é muito importante porque proporciona uma base para analisar a procura de drogas e as formas de a reduzir, assim como, de um modo geral, os fenómenos associados ao mercado da droga.

A Croácia é uma rota de trânsito de drogas ilícitas, que são contrabandeadas no caminho dos países de produção para os países consumidores. É por isso muito importante para a Europa que a Croácia faculte informação objectiva sobre drogas, toxicodependência e respectivas consequências, ao mesmo tempo podendo obter informação sobre as melhores práticas. Daí o meu apoio à presente recomendação.

 
  
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  Слави Бинев (NI), в писмена форма. − Уважаеми колеги, подкрепям доклада относно проекторешението на Съвета за сключване на Споразумението между Европейския съюз и Република Хърватия за участието на Република Хърватия в работата на Европейския център за мониторинг на наркотиците и наркоманиите, тъй като броят на смъртните случаи намалява за всички наркотици без хероина в сравнение с предходната година и като цяло има напредък в борбата с употребата на наркотици. Република Хърватия ще може да получава информация относно най-добри практики, за да постигне разбиране на естеството на своите проблеми по отношение на наркотиците и за да реагира по-добре спрямо тези проблеми.

 
  
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  Mara Bizzotto (EFD), per iscritto. − Ho espresso un voto favorevole alla relazione della collega Serracchiani sul progetto di decisione del Consiglio relativa alla conclusione dell'accordo tra l'Unione europea e la Repubblica di Croazia sulla partecipazione della Repubblica di Croazia ai lavori dell'Osservatorio europeo delle droghe e delle tossicodipendenza poiché ritengo che rappresenterebbe uno scambio reciproco molto proficuo per entrambe le parti. Infatti, da un lato, essendo la Croazia una delle principali vie di transito per l'introduzione di droghe in UE, la sua partecipazione all'Osservatorio fornirebbe informazioni concrete e decisive a sostegno dell'impegno per combattere questo traffico illegale; dall'altro, la Croazia potrebbe avvalersi delle migliori pratiche europee per affrontare e contrastare questo fenomeno.

 
  
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  Vilija Blinkevičiūtė (S&D), raštu. − Balsavau dėl šio pranešimo, nes pritariu, jog Kroatijos dalyvavimas Europos narkotikų ir narkomanijos stebėsenos centre yra labai svarbus norint ne tik efektyviau kovoti su neteisėtu narkotikų vartojimu bei prekyba pačioje Kroatijoje, bet ir visoje ES. Kroatija, būdama pakrantės valstybe prie išorinių ES sienų, yra naudojama kaip tranzitinė šalis tarptautiniam narkotikų platinimui, todėl itin svarbu kad ES teiktų visą reikalingą pagalbą šios šalies nacionalinėms institucijoms kovoje su šiuo itin pavojingu sveikatai ir socialiniam stabilumui reiškiniu. Pagal sudaromą susitarimą Kroatija dalyvaus Centro darbo programoje, vykdys susijusiuose ES teisės aktuose nustatytus įsipareigojimus bei dalysis duomenimis su Europos narkotikų ir narkomanijos stebėsenos centru, laikydamasi Sąjungos duomenų apsaugos reikalavimų.

 
  
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  Sebastian Valentin Bodu (PPE), în scris. − Republica Croația reprezintă o importantă rută de tranzit prin care drogurile ilegale din țările producătoare sunt introduse în țările consumatoare. Dovadă stau confiscările unor cantități semnificative de cocaină din Croația care sunt legate, în cea mai mare parte, de transportul maritim. Potrivit Observatorului European pentru Droguri și Toxicomanie, în Croația nu s-a realizat niciun sondaj privind folosirea drogurilor ilegale de către populație în general. Însă cele mai recente date privind decesele cauzate de droguri, din 2008, arată că s-au înregistrat 87 de cazuri. Cantităţile de droguri capturate au crescut în mod constant. Formarea ofițerilor de poliție și furnizarea echipamentului necesar au fost continuate. Cu toate acestea, rezultatele investigațiilor și ale urmăririi infracțiunilor legate de droguri trebuie consolidate în mod semnificativ.

Croația rămâne una dintre principalele rute pentru traficul de droguri către UE. Participarea Republicii Croația la activitățile derulate de Observatorul European pentru Droguri și Toxicomanie devine, în aceste condiţii, un fapt pozitiv pentru întreaga Uniune. Astfel, participarea Croaţiei la programul de lucru al Observatorului presupune conectarea la rețeaua europeană de informații privind drogurile și toxicomania și schimbul de date cu OEDT.

 
  
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  Maria Da Graça Carvalho (PPE), por escrito. Desejo desde já felicitar o Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência pelo relevante trabalho que tem vindo a desenvolver no sentido de reduzir a quantidade de drogas e dos fenómenos a estas associados no espaço europeu. Confirmo a minha concordância com a participação da Croácia nas actividades do Observatório, pois, tendo em conta a integração deste país numa rota de trânsito de drogas ilícitas devido à sua posição geográfica estratégica, creio que a adopção do programa europeu conduzirá à melhoria da saúde e da paz social, não só a nível europeu, mas também mundial.

 
  
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  Carlos Coelho (PPE), por escrito. O OEDT desempenha um papel fundamental na recolha de dados sobre a droga e a toxicodependência, contribuindo para a existência de informações objectivas, fiáveis e comparáveis ao nível europeu que servem de base para a análise do nível de procura de drogas, das formas para a reduzir, bem como, de um modo geral, dos fenómenos associados ao mercado da droga. Os países terceiros que partilhem dos interesses da União e dos Estados-Membros pelos objectivos e trabalhos do OEDT poderão participar nesses trabalhos. A Croácia fez o seu pedido em 2005, tendo as negociações sido concluídas, em 2009, com êxito. É importante a aprovação deste Acordo, pois a Croácia é uma das principais rotas de tráfico de drogas ilícitas para a UE, pelo que é essencial que este país seja associado aos trabalhos do OEDT o mais rápido possível, especialmente tendo em conta que a adesão da Croácia à UE está prevista para o final de 2012 ou início de 2013. A Croácia deverá ter uma ligação à Rede Europeia – REITOX – e partilhar dados com o OEDT, com o pleno respeito das regras em matéria de protecção de dados previstas no direito da União, bem como na legislação nacional.

 
  
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  Mário David (PPE), por escrito. O fenómeno da toxicodependência e em especial dos mercados da droga é uma ameaça global e um obstáculo terrível, difícil de combater devido à sua constante deslocação e mutação. A natureza do trabalho desenvolvido pelo OEDT é bastante relevante neste domínio, visto permitir, a partir de diferentes Estados, a criação de uma base de conhecimento e informação internacional. Informação esta crucial à análise e criação de estratégias para reduzir e combater a existência dos mercados da droga e da toxicodependência. A vontade da Croácia em se associar à UE nesta importante contenda tem vindo a enunciar-se desde 2005 e urge agora que se concretize, através da sua integração nos trabalhos do OEDT, com sede em Lisboa. A proposta apresentada no relatório, no que diz respeito ao cumprimento das obrigações pela Croácia perante o OEDT e a UE, é muito positiva. Voto positivamente este relatório, pois acredito que esta ligação entre a Croácia e a UE contribuirá não só para um mais eficaz combate ao fenómeno da droga e da toxicodependência, mas também para a construção de uma maior solidariedade entre a UE a Croácia, país candidato à adesão e membro de pleno direito a curto prazo... pelo menos assim espero!

 
  
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  Anne Delvaux (PPE), par écrit. – La mission principale de l'Observatoire européen des drogues et des toxicomanies (OEDT) est de collecter des informations sur les drogues et les toxicomanies pour élaborer et diffuser des données objectives, fiables et comparables au niveau européen. L'OEDT est, dans les faits, ouvert à tout pays tiers qui partage les intérêts de l'UE. La Croatie en était demandeuse depuis 2005. Elle fera désormais aussi partie du Réseau européen d'information sur les drogues et les toxicomanies.

Pour moi, ce rapport s'inscrit également dans la nécessité de mieux échanger les données entre États membres et agences européennes et surtout préparer une éventuelle adhésion de manière plus posée que le "grand" élargissement aux pays d'Europe centrale et orientale (PECO) qui s'est opéré en 2004 et en 2007.

 
  
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  Edite Estrela (S&D), por escrito. Votei favoravelmente o relatório sobre a "participação da Croácia nos trabalhos do Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência", porque me parece positiva, tendo em conta a adesão da República da Croácia à União Europeia prevista para breve, mas, sobretudo, porque o consumo e o tráfico de drogas ilícitas são fenómenos globais com gravíssimas repercussões socio-económicas e sanitárias.

 
  
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  Diogo Feio (PPE), por escrito. O Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência (OEDT) tem por objectivo recolher dados sobre o consumo de drogas e a toxicodependência, de modo a analisar a evolução do consumo de drogas entre a população, bem como estudar a promoção de políticas e acções tendentes à redução do consumo. Sabendo que o OEDT está aberto à participação de Estados não membros da UE e que, em 2005, a República da Croácia solicitou a participação; e considerando que a Croácia está na rota de trânsito de drogas ilícitas, entre os países produtores e os países consumidores, e que importantes apreensões, sobretudo de cocaína, são feitas neste Estado, considero um passo importante a participação da República da Croácia no OEDT. Por isso voto favoravelmente a decisão relativa à assinatura, em nome da União, de um acordo entre a União Europeia e a República da Croácia com esta finalidade.

 
  
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  José Manuel Fernandes (PPE), por escrito. A presente recomendação, elaborada por Debora Serracchiani e tendo por base a proposta de decisão do Conselho sobre a assinatura de um Acordo entre a União Europeia (UE) e a República da Croácia, versa sobre o interesse manifestado pela República da Croácia em integrar o Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência. Considerando que a Croácia é uma das principais rotas de tráfico de droga para a UE e onde têm sido feitas apreensões significativas de produtos alucinogéneos ilícitos (canábis, heroína, cocaína, ecstasy e anfetaminas); considerando a adopção de um Programa Nacional de Prevenção do Consumo da Droga entre os Jovens por parte do Governo croata; considerando que a República da Croácia solicitou a adesão à UE, cuja integração se prevê em 2013, apoio a assinatura do Acordo entre a União Europeia e a República da Croácia para que esta possa integrar o Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência, sediado na cidade de Lisboa.

 
  
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  João Ferreira (GUE/NGL), por escrito. A evolução da situação mundial relativamente à produção, tráfico e consumo de drogas ilícitas é preocupante. O relatório de 2009 do Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência confirma desenvolvimentos de sentido negativo, em relação a drogas como a cocaína, a heroína e novas drogas sintéticas, em que se regista a persistência de consumos elevados e mesmo a tendência do seu agravamento. Nesta evolução pesarão inúmeros factores, não lhe sendo alheio o aprofundamento da crise do capitalismo e dos seus efeitos sociais em inúmeros países. Neste relatório propõe-se o apoio ao Acordo entre a União Europeia e a República da Croácia sobre a sua participação nos trabalhos do Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência.

Independentemente do processo de adesão deste país à UE, dos seus desenvolvimentos e desenlace, é proposta a sua participação no referido Observatório, tendo em conta que está a fazer esforços em termos de investigação e repressão dos crimes relacionados com droga. Sugere-se contudo que estes esforços devem ser consideravelmente melhorados, dado que a Croácia continua a ser uma das principais rotas do tráfico de droga da UE. Seria importante que esta adesão da Croácia ao Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência, que apoiamos, pudesse contribuir para melhorar o combate ao tráfico de droga.

 
  
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  Ilda Figueiredo (GUE/NGL), por escrito. Com a aprovação deste relatório o Parlamento Europeu deu o seu apoio ao Acordo entre a União Europeia e a República da Croácia sobre a sua participação nos trabalhos do Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência.

Embora, como refere a relatora, esteja prevista a entrada da Croácia na União Europeia no segundo semestre de 2012 ou no início de 2013, pode aceitar-se a sua participação no referido Observatório, dado que esse país está a fazer esforços em termos de investigação e repressão dos crimes relacionados com droga. Mas os esforços têm de ser consideravelmente melhorados, dado que a Croácia continua a ser uma das principais rotas do tráfico de droga da UE.

Sabemos que o desenvolvimento da situação mundial em relação à produção, tráfico e consumo de drogas ilícitas é preocupante. Segundo dados do relatório, de 2009, do Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência, evidenciam-se desenvolvimentos de sentido negativo, com incidência na cocaína, heroína e novas drogas sintéticas, em que se regista a persistência de consumos elevados e mesmo a tendência do seu agravamento.

Esperemos que esta decisão contribua para melhorar o combate ao tráfico de droga.

 
  
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  Monika Flašíková Beňová (S&D), písomne Chorvátska republika je na tranzitnej trase, po ktorej sa nelegálne pašujú drogy z krajín, kde sa produkujú, do krajín, kde sa spotrebúvajú. Významné a veľkoobjemové zhabania kokaínu v Chorvátsku sa poväčšine spájajú s námornou dopravou. Užívanie nelegálnych drog a ich pašovanie sú celosvetovými javmi, ktoré ohrozujú zdravie a sociálnu stabilitu. A preto, najmä za účelom osvety v danej problematike a prevencie v užívaní drog a iných omamných látok, vítam účasť Chorvátskej republiky na činnostiach Európskeho monitorovacieho centra pre drogy a drogovú závislosť.

 
  
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  Lorenzo Fontana (EFD), per iscritto. − Signor presidente, onorevoli colleghi, Considerando che la Croazia sarà un partner importante per il futuro dell'Unione Europea nei rapporti con i Paesi dell'Ex Jugoslavia, e che quel territorio é un territorio chiave per il passaggio di sostanze stupefacenti, si apprezza l'entrata del Paese candidato nell'Osservatorio europeo delle droghe e delle tossicodipendenze. E' per noi fondamentale poter conoscere e lavorare assieme agli esperti croati del settore per combattere questo triste fenomeno, per questo sono favorevole alla proposta.

 
  
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  Nathalie Griesbeck (ALDE), par écrit. – En qualité de rapporteure fictive sur ce dossier, j'ai résolument voté en faveur de cette résolution et de cet accord par lequel la Croatie pourra participer aux activités de l'Observatoire Européen des Drogues et des toxicomanies, et aussi au réseau européen d'information sur les drogues et les toxicomanies (REITOX). Je soutiens ainsi pleinement la participation de la Croatie pour qu'elle puisse prendre part activement à la lutte contre ce phénomène dont l'importance et les effets dévastateurs s'accroissent dangereusement en Europe. D'après les statistiques de l'Observatoire, 75 millions d'Européens ont déjà consommé du cannabis et 14 millions d'Européens ont déjà consommé au moins une fois de la cocaïne. Il faut également rappeler que la Croatie demeure l'un des principaux lieux de passage pour les trafics de drogues à destination de l'Union européenne. Cet accord permettra ainsi d'obtenir des informations factuelles et objectives de la part de la Croatie sur les drogues et les toxicomanies, ainsi que sur leurs répercussions, mais permettra également à la Croatie, par ces échanges d'informations et de bonnes pratiques, de mieux faire face et appréhender ce phénomène.

 
  
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  Juozas Imbrasas (EFD), raštu. − Pritariau šiam pranešimui, nes, kaip kad žinome, pagrindinis Europos narkotikų ir narkomanijos stebėsenos centro uždavinys yra rinkti duomenis apie narkotikus ir narkomaniją siekiant Europos lygmeniu parengti ir paskelbti objektyvią, patikimą ir palygintiną informaciją. Informacija turėtų sudaryti narkotikų paklausos ir jos mažinimo būdų ir apskritai reiškinių, susijusių su narkotikų rinka, analizės pagrindą. Yra numatyta, kad Europos narkotikų ir narkomanijos stebėsenos centro veikloje gali dalyvauti ir trečiosios šalys, kurias su Sąjunga ir jos valstybėmis narėmis sieja bendri interesai siekiant Centro tikslų ir atliekant jo darbą. 2005 m. Kroatijos Respublika išreiškė norą dalyvauti šio centro veikloje. Kroatijos Respublika dalyvaus Centro darbo programoje, vykdys Reglamente nustatytus įpareigojimus, bus įtraukta į Europos narkotikų ir narkomanijos informacinį tinklą (REITOX) ir dalysis duomenimis su EMCDDA, laikydamasi Sąjungos duomenų apsaugos reikalavimų ir nacionalinės teisės aktų. Kroatijos Respublika taip pat mokės finansinius įnašus Sąjungai, kad padengtų savo dalyvavimo išlaidas, dalyvaus Centro valdybos veikloje be balsavimo teisės, kol taps ES nare. Savo ruožtu EMCDDA Kroatijos Respublikai taikys tokias pačias įtraukimo į Europos narkotikų ir narkomanijos informacinį tinklą (REITOX) ir aprūpinimo personalu sąlygas kaip ir dabartinėms valstybėms narėms.

 
  
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  Jarosław Kalinowski (PPE), na piśmie. − Narkomania to problem społeczny, zarówno krajów rozwiniętych, jak i tych słabo rozwiniętych. Chorwaci, tak jak inne kraje, borykają się z narkomanią i posiadają bardzo surowe prawo w tej kwestii. Profilaktyka odbywa się zwłaszcza w szkołach, gdyż ta grupa społeczna jest najbardziej podatna na uzależnienie od narkotyków. Chorwacja, jako kraj kandydujący do UE, ma obowiązek dostosowywania swego systemu prawnego do systemu obowiązującego w krajach Wspólnoty. Uważam, że udział Chorwacji w pracach Europejskiego Centrum Monitorowania Narkotyków i Narkomanii jest niezwykle ważny zwłaszcza, że kraj ten jest krajem tranzytowym. Przez Chorwację przewozi się nielegalne substancje z krajów produkujących je do krajów będących konsumentami. Udział w Europejskim Centrum Monitorowania Narkotyków i Narkomanii przybliży Chorwacji niezwykle ważną politykę antynarkotykową Unii Europejskiej.

 
  
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  Giovanni La Via (PPE), per iscritto. − Egregio Presidente, onorevoli colleghi, con il voto odierno ho sostenuto la raccomandazione sulla partecipazione della Repubblica di Croazia ai lavori dell'Osservatorio europeo delle droghe e delle tossicodipendenze. La Repubblica di Croazia parteciperà, infatti, al programma di lavoro europeo delle droghe e delle tossicodipendenze dell’Osservatorio, il cui compito principale consiste nel raccogliere dati sul fenomeno delle droghe e delle tossicodipendenze per elaborare e diffondere a livello europeo informazioni obiettive, affidabili e comparabili. Il tema è chiaramente molto importante, sia per i suoi notevoli effetti sul campo della tutela del diritto alla salute, che per la lotta ai fenomeni criminosi associati al mercato della droga. La Croazia rappresenta, infatti, una delle vie di transito via mare comunemente utilizzate dalla criminalità organizzata per introdurre droghe illecite passando dai paesi di produzione a quelli di consumo. E questo dato è per noi ancora più preoccupante, se consideriamo che la Croazia è il prossimo Paese candidato a divenire Stato membro dell'UE. Auspico, pertanto, che la partecipazione della Croazia al programma di lavoro possa rivelarsi di massima utilità.

 
  
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  Petru Constantin Luhan (PPE), în scris. − Această propunere de decizie a Consiliului privind încheierea unui acord între Uniunea Europeană şi Republica Croaţia privind participarea Republicii Croaţia la activităţile Observatorului European pentru Droguri şi Toxicomanie (OEDT) este importantă, deoarece Croaţia este una dintre porțile de intrare principale a drogurilor în Europa.

În vederea combaterii eficiente a traficului de droguri, care nu este o amenințare doar pentru Croaţia, dar şi pentru Uniunea Europeană, este important ca şi Croaţia să fie conectată la reţeaua europeană de informaţii privind drogurile şi toxicomania (REITOX) şi să fie implicată activ şi direct în schimbul de date cu OEDT. Acest schimb de date ajută la crearea unei baze de analiză a cererii de droguri şi a fenomenelor auxiliare ale traficul de droguri, care este esenţială pentru publicarea de informaţii obiective, reale şi comparabile la nivel european.

 
  
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  David Martin (S&D), in writing. − I welcome this agreement and the participation of the Republic of Croatia in the activities of the European Monitoring Centre for Drugs and Drug Addiction. Illicit drug use and trafficking are worldwide phenomena that threaten health and social stability. Statistics show that around one in three young Europeans has tried an illicit drug and at least one of our citizens dies every hour from a drug overdose. At a European level, it is also important to have factual and objective information from Croatia concerning drugs and drug addiction and their consequences, and, at the same time, the Republic of Croatia can get information on best practices to understand the nature of its drug problems and better respond to them.

 
  
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  Jiří Maštálka (GUE/NGL), písemně. − Oblast samotné drogové problematiky, o které nyní hovoříme, je současnou a zároveň i značně historickou problematikou. Nelegální drogový obchod přesahuje a vždy přesahoval hranice jedné země. Domnívám se, že nastavení kvalitní mezinárodní spolupráce v oblasti boje proti nelegálnímu obchodování s drogami, a to nejen na evropské úrovni, ale zejména na celosvětové úrovni, by mohlo být jednou cestou ke zlepšení efektivity boje proti tomuto druhu obchodu.

Jako lékař také uvádím, že zneužívání drog může mít ty nejzávažnější a nezvratitelné následky pro lidské zdraví. Podporuji proto efektivní mezinárodní spolupráci v oblasti boje proti nelegálnímu obchodu s drogami či jejich prekurzory a zároveň připomínám nutnost prevence.

 
  
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  Clemente Mastella (PPE), per iscritto. − L’uso ed il traffico illegale di droga sono fenomeni di portata mondiale che minacciano la salute e la stabilità sociale. La Repubblica di Croazia rappresenta una via di transito attraverso la quale vengono introdotte clandestinamente droghe illecite passando dai paesi di produzione a quelli di consumo. Inoltre, si è registrato, negli ultimi 10 anni, un progressivo aumento dei decessi per droga. Nonostante la continua formazione dei funzionari di polizia e la fornitura delle apparecchiature necessarie, i risultati delle indagini e dei procedimenti relativi ai reati legati agli stupefacenti necessitano ulteriori miglioramenti. La Croazia, infatti, continua a trovarsi su una delle principali rotte del traffico di droga verso l’Unione Europea. Siamo certo favorevoli all'adozione di un programma nazionale per la prevenzione del consumo di droga fra i giovani, inteso ad aggiornare i programmi esistenti; approviamo, dunque, la partecipazione della Repubblica di Croazia ai lavori dell’Osservatorio europeo delle droghe e delle tossicodipendenze. A maggior ragione, visto che si tratta di un Paese candidato e anzi ormai prossimo all'adesione all'UE, risulta fondamentale che possa fornire agli Stati Membri informazioni esaurienti ed obiettive in merito ai traffici di droghe, alla tossicodipendenza e alle relative conseguenze economiche e sociali.

 
  
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  Nuno Melo (PPE), por escrito. O flagelo da droga continua a preocupar toda a UE. Quanto mais países contribuírem para o seu combate, maiores possibilidades de sucesso teremos. Daí que a participação da Croácia nos trabalhos do Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência seja bem-vinda. É, no entanto, necessário que a Croácia intensifique o combate ao tráfico de droga no seu país, pois este continua a ser uma das principais rotas de tráfico da Europa.

 
  
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  Louis Michel (ALDE), par écrit. – L'Observatoire européen des drogues et des toxicomanies (OEDT) a comme objectif premier de collecter des données sur les drogues et les toxicomanies afin de préparer et de publier des informations objectives, fiables et comparables, au niveau européen.

La République de Croatie participera ainsi au programme de travail de l'Observatoire, sera liée au réseau européen d'information sur les drogues et les toxicomanies (REITOX) et partagera des données avec l'OEDT. La République de Croatie est une zone de transit pour des drogues en provenance des pays producteurs et demeure l'un des principaux lieux de passage pour les trafics de drogues à destination de l'Union européenne.

Elle a toutefois adopté en 2010 un programme de mise en œuvre d'un plan d'action de lutte contre la toxicomanie ainsi qu'un programme national de prévention à l'intention des jeunes. Par ailleurs, la formation d'agents de police et la mise à disposition des équipements nécessaires se sont poursuivies.

La participation de la Croatie à l'OEDT lui permettra ainsi d'appréhender cette problématique par un échange d'informations et de mieux y faire face. Cette participation est également un signal encourageant pour l'adhésion prochaine de la Croatie à l'Union européenne.

 
  
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  Alexander Mirsky (S&D), in writing. − As is known, the Centre is working basically with policy-makers at the level of the Community and the Member States, which thus help to develop a strategy for combating drugs and providing information to the general public. At the present time attention is mainly paid to implementation of the EU Action Plan for 2009-2012, which is aimed at strengthening European cooperation in the struggle against the unacceptable consequences of drug addiction. I would like to see the Centre working not only on the consequences but also on the causes of drug addiction, thus solving the problem at an early stage. I voted in favour.

 
  
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  Rolandas Paksas (EFD), raštu. − Manau, kad ne tik Europos Sąjungoje, bet ir už jos ribų, turime imtis priemonių, kad narkotikų vartojimas ir jų paklausa būtų sumažinta griežtomis prevencinėmis priemonėmis kovojant su reiškiniais, susijusiais su narkotikų rinka. Atsižvelgiant į tai, labai svarbu gauti tikslius duomenis bei informaciją apie narkotikus ir narkomaniją, kadangi tai yra pasaulinio masto reiškiniai, keliantys grėsmę mūsų visų sveikatai, saugumui, socialinei gerovei. Pritariu Kroatijos dalyvavimui Europos narkotikų ir narkomanijos stebėsenos centro veikloje. Kroatija siekia tapti pilnateise Europos Sąjungos nare. Pažymėtina, kad Kroatija yra tranzitinė šalis, per kurią dideliais kiekiais gabenami narkotikai į kitas šalis. Džiugu, kad Kroatija deda dideles pastangas, siekdama kovoti su nelegaliu narkotinių medžiagų gabenimu, vartojimu ir prekyba. Tačiau Kroatija ir toliau yra vienas iš pagrindinių neteisėto narkotikų gabenimo į ES maršrutų. Atsižvelgiant į tai, labai svarbu operatyviai gauti faktinės ir objektyvios informacijos apie narkotikus ir narkomaniją ir jų pasekmes. Be to, bus sudarytos palankios sąlygos Kroatijai gauti informacijos apie kitų ES šalių geriausiąją patirtį sprendžiant problemas, susijusias su narkotikais ir narkomanija.

 
  
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  Maria do Céu Patrão Neves (PPE), por escrito. Congratulo-me com a participação da República da Croácia no Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência (OEDT). A principal tarefa do OEDT consiste em recolher dados sobre a droga e a toxicodependência, para elaborar e publicar informações objectivas, fiáveis e comparáveis a nível europeu. A informação destina-se a proporcionar uma base para analisar a procura de drogas e as formas de a reduzir, bem como, de um modo geral, os fenómenos associados ao mercado da droga. De facto, a Croácia, à semelhança de alguns outros países europeus, é uma rota de trânsito de drogas ilícitas, que são contrabandeadas no caminho dos países de produção para os países consumidores. As apreensões importantes e em grande escala de cocaína na Croácia estão, na sua maioria, relacionadas com os transportes marítimos. Com a aprovação deste relatório, a República da Croácia passará a participar no programa de trabalho do Observatório e a partilhar dados com o OEDT, no respeito das exigências em matéria de protecção de dados previstas no Direito da União e na legislação nacional. O acordo assegura a contribuição financeira para a União, a fim de cobrir os custos da sua participação.

 
  
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  Aldo Patriciello (PPE), per iscritto. − L'OEDT è l'Osservatorio europeo delle droghe e delle tossicodipendenze, istituito nel 1993 con il compito principale di raccogliere dati sulle droghe e sulle tossicodipendenze, al fine di elaborare e diffondere dati oggettivi affidabili e compatibili a livello europeo. Le informazioni fornite dall'Osservatorio servono per poter analizzare i quantitativi di droga immessi nell'UE e per tutti quei fenomeni associati al mercato della droga, per poter analizzare al meglio i metodi per contrastare questi fenomeni. L'Osservatorio è aperto alla partecipazione dei paesi terzi che condividono l'interesse dell'Unione e dei suoi Stati membri per gli obiettivi e le realizzazioni dell'Osservatorio. Nel 2005 la Croazia ha chiesto di partecipare ai lavori dell'Osservatorio e nel 2006 il Consiglio ha autorizzato la Commissione ad avviare negoziati con la Repubblica di Croazia, negoziati che si sono positivamente conclusi nel luglio 2009 con la sigla dell’accordo.

L'accordo è stato successivamente rivisto nel dicembre 2009 alla luce del trattato di Lisbona. Bisogna ricordare che la Croazia risulta già inserita nella Reitox, la rete europea di informazione sulle droghe e le tossicodipendenze. Per le motivazioni suesposte e affinché si possa avere sempre una miglior collaborazione con i paesi extraeuropei esprimo il mio voto favorevole.

 
  
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  Fiorello Provera (EFD), per iscritto. − La Croazia ha chiesto di aderire all'Osservatorio delle droghe e delle tossicodipendenze nel 2005. Poiché questo Paese è una delle principali rotte del traffico di droga verso l'UE, ritengo sia importante poter disporre di informazioni concrete e obiettive da parte della Croazia in merito a questi fenomeni. È, pertanto, interamente condivisibile la posizione del relatore e sostengo questo provvedimento.

 
  
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  Paulo Rangel (PPE), por escrito. A República da Croácia requereu a sua participação nas actividades do Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência (OEDT), criado em 1993 e com sede em Lisboa. Na verdade, é este um Estado particularmente interessado no combate ao tráfico de droga: além dos problemas de política interna que conhece, apresenta-se como uma rota de entrada destes produtos no espaço comunitário. Pugnando contra a toxicodependência e o tráfico de droga, a República da Croácia já desenvolveu medidas neste sentido no plano interno, quer ao nível de prevenção do consumo, quer no apoio à investigação de crimes relacionados com o tráfico. Há, assim, interesse mútuo na adesão da República da Croácia ao OEDT. Todavia, na medida em que ainda não se trata de um Estado-Membro, torna-se necessário definir o seu estatuto (os seus direitos de participação e os deveres que sobre si devem impender) no contexto do Observatório.

 
  
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  Raül Romeva i Rueda (Verts/ALE), in writing. − We supported the mandate of EMCDDA in 2006. As regards the specific situation in Croatia, it is a transit route through which illicit drugs are smuggled on their way from the producer countries to consumer countries. Significant and large-scale cocaine seizures in Croatia are mostly connected with sea transport. In the last 10 years, the number of deaths has gradually increased in Croatia. A majority (77.1 %) of the cases of deaths were associated with opiates. In 2008, the total number of reported drug related offences was 7 168. In 2009, a total of 7 934 persons were treated by the national drug addiction institutes. The number of seizures decreased for all drugs except heroin when compared to the previous year and, in general, progress has been made in combating drug abuse. Generally Croatia’s anti-drug legislation is similar to that of the EU Member States.

However, the rapporteur’s position points out that, from 2010 on, every therapeutic community has to provide the Office for Drugs with data on treated patients. It would be good to obtain more information on the scope of this obligation. Nevertheless, this is an issue for domestic legislation, not the Agreement.

 
  
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  Licia Ronzulli (PPE), per iscritto. − Ho votato a favore di questa raccomandazione perché ritengo che la protezione della salute e della stabilità sociale dei cittadini europei sia un obiettivo prioritario, da tenere presente nella lotta all'uso e al traffico illegale di droga. La Croazia si trova su una delle principali rotte del traffico di droga verso l'Unione europea. La sua partecipazione al programma di lavoro dell'Osservatorio europeo delle droghe e delle tossicodipendenze permetterà all'Unione Europea di disporre di informazioni concrete in merito al traffico e al consumo di droga in Croazia e alla Croazia di comprendere la portata dei suoi problemi di droga e di adottare le migliori pratiche per affrontarli. Inoltre, tale partecipazione trova una solida base giuridica nell'articolo 21 del regolamento (CE) n. 1920/2006 istitutivo dell'Osservatorio, che apre le porte dell'OEDT anche ai paesi terzi che ne condividono obiettivi e interessi.

 
  
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  Catherine Stihler (S&D), in writing. − I welcome this report, which integrates Croatia into the fight against drugs in the EU.

 
  
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  Michèle Striffler (PPE), par écrit. – L'objectif de l'Observatoire européen des drogues et des toxicomanies est de récolter des informations sur le phénomène des drogues (commerce, marché, utilisation) et de les diffuser aux États membres afin d'analyser et de mieux combattre ce phénomène. J'encourage ainsi pleinement la participation de la Croatie à cet observatoire afin qu'elle prenne part activement à la lutte contre ce phénomène dont l'importance et les effets dévastateurs s'accroissent dangereusement en Europe.

 
  
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  Angelika Werthmann (NI), schriftlich. Das Abkommen zwischen der Europäischen Union und der Republik Kroatien stellt für EU und Kroatien aufgrund des Daten- und Erfahrungsaustauschs rund um das Thema Drogen und Drogenmissbrauch und der Tatsache, dass stündlich ein EU-Bürger an einer Überdosis stirbt, ein effizientes Mittel dar, um den Handel mit Drogen sowie den Konsum, zu reduzieren bzw. zu verhindern. Zu berücksichtigen ist der Umstand, dass Kroatien 2012 bzw. 2013 Mitglied der EU wird und aufgrund seiner geographischen Position für Drogendealer einen guten Umschlagsplatz bietet.

 
  
  

Έκθεση: Sophie Auconie (A7-0077/2011)

 
  
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  Elena Băsescu (PPE), în scris. − Am votat pentru raportul doamnei Auconie. Salut prezenta propunere de extindere a domeniului de aplicare în transportul rutier transfrontalier de numerar în euro. Teritoriul statelor membre care sunt pe cale de a introduce moneda unică trebuie să fie inclus în sistemul transportului de numerar. În cadrul zonei euro, ar trebui să se poată încheia un contract cu societatea de transport de fonduri care oferă cel mai bun preţ, chiar dacă aceasta este situată în alt stat membru. Aceasta va permite accesarea circuitelor celor mai eficiente de colectare și livrare de numerar și de servicii de numerar. În viitor, vor fi necesare tot mai multe transporturi de numerar în euro în perioada care precedă trecerea la această monedă. În plus, un număr mare de state membre din zona euro au încheiat sau pot dori să încheie acorduri pentru producerea bancnotelor și monedelor în străinătate.

 
  
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  Слави Бинев (NI), в писмена форма. − Уважаеми колеги, подкрепям доклада относно проекта за регламент на Съвета за разширяване на обхвата на този Регламент на Европейския парламент и на Съвета относно специализираното трансгранично транспортиране на евро в брой по шосе между държавите-членки в еврозоната, тъй като в обхвата на предложението за регламент относно трансграничното транспортиране на евро в брой по шосе между държавите-членки в еврозоната, е добре да се включи и територията на държавите-членки, на които предстои въвеждане на еврото, тъй като по време на подготовката на прехода обикновено нараства нуждата от транспортиране на евро в брой.

 
  
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  Maria Da Graça Carvalho (PPE), por escrito. Concordo com o alargamento do âmbito de aplicação da proposta de regulamento sobre o transporte rodoviário profissional transfronteiriço de notas e moedas de euro entre os Estados-Membros da área do euro ao território dos Estados-Membros que estão em vias de aderir à zona euro.

 
  
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  Anne Delvaux (PPE), par écrit. – L'objectif de la présente proposition consiste à étendre le champ d'application de la proposition de règlement sur le transport transfrontalier d'euros en espèces par la route entre États membres dans la zone euro (proposition principale) au territoire des États membres qui sont sur le point d'introduire l'euro. La période précédant le passage à cette monnaie conduit en effet à un besoin accru de transport d'euros en espèces. J'accueille favorablement cette extension du champ d'application (notons toutefois que la base juridique est ici celle de l'article 352 TFUE, ce qui signifie que le Parlement européen ne dispose que d'un pouvoir d'approbation).

 
  
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  Edite Estrela (S&D), por escrito. Votei favoravelmente esta recomendação por considerar necessário que o âmbito de aplicação deste Regulamento seja extensível ao território de um Estado-membro que esteja prestes a adoptar o euro. Esta decisão vai contribuir para uma transição mais harmoniosa para o euro, dando resposta adequada à necessidade acrescida de transporte transfronteiriço de notas e moedas durante o período que antecede a mudança de moeda em circulação.

 
  
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  Diogo Feio (PPE), por escrito. Acompanho a relatora, no seguimento do seu relatório inicial, em que o regulamento relativo ao transporte profissional de notas e moedas de euro seja alargado ao território dos Estados-Membros que estão em vias de aderir à zona euro.

 
  
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  Monika Flašíková Beňová (S&D), písomne Cieľom tohto nariadenia je zjednodušiť regulačné obmedzenia tak, aby eurobankovky a euromince mohli jednoduchšie obiehať medzi členskými štátmi a aby bola zároveň v rámci eurozóny zabezpečená vysoká úroveň profesionality a bezpečnosti. Je vhodné rozšíriť rozsah pôsobnosti tohto nariadenia, keďže v období, ktoré predchádza zavedeniu euromeny v členských štátoch eurozóny, dochádza k zvýšenej potrebe prepravy eurovej hotovosti.

 
  
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  David Martin (S&D), in writing. − I voted for this report, the purpose of which is to extend the scope of the proposal for a regulation on the cross-border transportation of euro cash by road between euro-area Member States (the main proposal) to the territory of Member States that are about to introduce the euro, since there is normally an increased need for euro cash transportation in the run-up to the changeover.

 
  
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  Rolandas Paksas (EFD), raštu. − Manau, kad tikslinga išplėsti reglamento dėl tarpvalstybinio grynųjų eurų vežimo kelių transportu iš vienos euro zonos valstybės narės į kitą taikymo sritį, ir jo nuostatas taikyti valstybių narių, kurios rengiasi įsivesti eurą, teritorijoje. Atkreiptinas dėmesys, kad valstybėse, kurios rengiasi pakeisti valiutą, atsiranda didelis grynųjų eurų vežimo paslaugų poreikis. Dėl to reikia gerinti vežimo paslaugų kokybę, vežėjams nustatant palankias sąlygas tinkamai, greitai ir efektyviai teikti paslaugas. Be to, atsižvelgiant į gabenamų krovinių pobūdį ir jų vertę, labai svarbu, kad grynieji pinigai saugiai pasiektų galutinį gavėją.

 
  
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  Aldo Patriciello (PPE), per iscritto. − Le banconote e le monete metalliche in euro, sono dei veri e propri mezzi di pagamento paneuropei, l'area dell'euro consta attualmente di 16 Stati membri. Per le incompatibilità fra le legislazioni nazionali, nella maggior parte dei casi è molto difficile per le aziende che si occupano del trasporto di contante a livello professionale trasferire il contante in euro fra gli Stati membri dell'area dell'euro, per cui questo trasporto risulta attualmente molto limitato. Di conseguenza, l'esigenza di trasporto transfrontaliero su strada del contante in euro è notevolmente aumentata.

Con questa nuova proposta di regolamento si vuole estendere il campo d'applicazione della normativa sul trasporto transfrontaliero su strada del contante in euro tra gli Stati membri dell'area dell'euro al territorio degli Stati membri che sono in procinto di introdurre l'euro. La proposta principale è quella di estendere il campo d'applicazione della normativa sul trasporto transfrontaliero tra gli Stati membri dell'area euro, senza dimenticare che il periodo che precede il passaggio all'euro come moneta nazionale per i nuovi Stati comporta una maggiore esigenza di trasporto di contante in euro. Per questi motivi e affinché ci sia una regolamentazione chiara su questo argomento esprimo il mio voto favorevole al regolamento in esame.

 
  
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  Licia Ronzulli (PPE), per iscritto. − Ho votato a favore di questa raccomandazione perché ritengo che il regolamento sul trasporto transfrontaliero su strada del contante in euro tra gli Stati membri vada esteso nel suo campo di applicazione anche al territorio dei paesi in procinto di introdurre la moneta unica. Tali Stati infatti, nel periodo che precede l'introduzione della moneta unica nel loro territorio, necessitano di una maggiore quantità di contante per inserirsi completamente e rapidamente negli scambi commerciali dell'Unione europea, entrandone quindi a far parte a pieno regime.

 
  
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  Catherine Stihler (S&D), in writing. − I welcome this report, which has provisions to allow a greater volume of euro cash to travel to countries which are due to adopt the euro to cope with demand. I supported this report because it improves the safety and training of professionals who transport euro cash.

 
  
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  Νίκη Τζαβέλα (EFD), γραπτώς. – Ψήφισα θετικά το σχέδιο κανονισμού του Συμβουλίου για την επέκταση του πεδίου εφαρμογής του κανονισμού του Ευρωπαϊκού Κοινοβουλίου και του Συμβουλίου για την επαγγελματική διασυνοριακή οδική μεταφορά μετρητών ευρώ μεταξύ κρατών μελών της ζώνης του ευρώ. Την υπερψήφισα γιατί θεωρώ πως η επέκταση του πεδίου εφαρμογής του κανονισμού είναι απαραίτητη και θα λύσει προβλήματα αναφορικά με την ασφάλεια του προσωπικού που είναι υπεύθυνο για την μεταφορά.

 
  
  

Έκθεση: Silvia-Adriana Ţicău (A7-0084/2011)

 
  
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  Luís Paulo Alves (S&D), por escrito. Voto a favor do relatório em apreço, tendo em conta que os sistemas de navegação por satélite devem assegurar a interoperacionalidade entre os diferentes sistemas. Por seu turno, a Comissão deve assegurar os níveis correctos de financiamento. Devo notar ainda que, das 15 acções incluídas no Plano de Acção da Comissão, 9 devem ter aplicação imediata.

 
  
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  Sophie Auconie (PPE), par écrit. – J'ai voté en faveur du rapport de notre collègue Silvia-Adriana Ţicău sur les applications dans le transport des systèmes de navigation globale par satellite. En effet, je soutiens l’application des fonctions du GNSS aux différents modes de transport ainsi que la mise en œuvre adéquate de la recherche et des financements dans ce domaine.

 
  
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  Zigmantas Balčytis (S&D), raštu. − Balsavau už šį pranešimą. 2010 m. birželio 14 d. Komisija paskelbė savo „Pasaulinės navigacijos palydovų sistemos (GNSS) taikymo veiksmų planą“ ir jame pateikė 24 konkrečių veiksmų rekomendacijas. Veiksmų planas parengtas atsižvelgiant į platesnį bendrą pasaulinių navigacijos palydovų sistemų naudojimo kontekstą ir ypač į EGNOS (Europos geostacionarinės navigacinės tinklo sistemos) kūrimą ir naudojimą. ES pradėjo vykdyti EGNOS projektą (ir Galileo projektą) siekdama, kad būtų teikiami signalai civilinėms reikmėms ir Europos pramonei užtikrinamos visapusiškos galimybės konkuruoti šioje besiplečiančioje strateginėje rinkoje. Šiuo metu Europos užimama rinkos dalis (25 proc.) yra nepakankama. EGNOS suteiks daugiau galimybių (EGNOS yra dešimt kartų tikslesnė nei GPS), kai 2013 m. pradės veikti Galileo sistema. Komisija yra tinkamiausia institucija galinti geriausiai koordinuoti veiksmų plano įgyvendinimą norint išvengti veiksmų dubliavimo valstybių narių lygmeniu ir užtikrinti bendrą pažangą įvairiose su GNSS programomis susijusiose ES politikos srityse. Atsižvelgiant į didelę ekonominę naudą, kurią EGNOS – jei ji bus sukurta ir jei bus panaudojamos visos jos teikiamos galimybės – duos visos Europos ekonomikai, Komisija turėtų nustatyti aiškius prioritetus šioje srityje, įskaitant EGNOS veikimą visoje ES teritorijoje bei užtikrinant tinkamas investicijas į tolimesnius šios srities mokslinius tyrimus ir technologijų plėtrą.

 
  
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  Adam Bielan (ECR), na piśmie. − Panie Przewodniczący, Dynamiczny rozwój systemów nawigacji satelitarnej w ostatnich latach jest wynikiem zarówno technologicznego postępu jak i zapotrzebowań rynku. Powszechne jest dziś wykorzystywanie ich w każdym rodzaju transportu. Stała ekspansja tej branży powoduje, że prognozowana wartość europejskich systemów może osiągnąć pułap 230 miliardów euro do roku 2025. Unijne projekty EGNOS i Galileo mogą wpłynąć na konkurencyjność na każdym poziomie tego sektora usług. Są bowiem zdecydowanie lepsze i bardziej precyzyjne niż system GPS, pozostając jednocześnie z nim kompatybilne. Niestety kraje wschodniej i południowej Unii wciąż nie są objęte systemem EGNOS. Rozszerzenie zasięgu wydaje się więc niezbędne w kontekście jego dalszego rozwoju. Niesprecyzowane pozostają również sposoby finansowania kosztów utrzymania systemu Galileo, które szacuje się na ok. 800 milionów euro rocznie. W oparciu o powyższe wstrzymuję się od głosu w sprawie raportu.

 
  
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  Слави Бинев (NI), в писмена форма. − Уважаеми колеги, подкрепям доклада относно приложения в транспорта на глобалните навигационни спътникови системи — политика на ЕС в краткосрочен и средносрочен план, тъй като пазарът за навигационни системи е огромен. С предложението ще се избегне дублиране на равнище държави-членки и ще се гарантира цялостният напредък в многообразието от сфери на политиките на ЕС в този сектор. Като цяло европейската навигационна система (десет пъти по-точна от GPS) ще допринесе значително за целите, свързани със сигурността и околната среда в пътния транспорт, и ще облекчи движението по пътищата чрез възможността за събиране на пътни такси.

 
  
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  Mara Bizzotto (EFD), per iscritto. − Abbracciando un atteggiamento prudenziale, ho inteso astenermi dal votare sulla relazione della collega Ţicău in quanto, sebbene possa essere ritenuto strategico un piano d´azione sui sistemi globali di navigazione via satellite, per fornire segnali destinati all´uso civile e assicurare all´industria europea l´opportunità di competere all´interno di quote di mercato in costante crescita, esistono numerosi punti di criticità che non sono stati affrontati. Tra questi, i possibili rischi in materia di protezione dei dati, ma soprattutto l´incertezza sulle fonti per il finanziamento del costo annuale di manutenzione di Galileo, stimato intorno agli 800 milioni di euro. La mancanza di chiarezza sull´aspetto della sostenibilità finanziaria di un progetto così importante per l´economia europea, ma anche ambizioso, richiedono un atteggiamento cauto e concreto.

 
  
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  Philippe Boulland (PPE), par écrit. – La résolution du Parlement européen du 7 juin 2011 a pour objectif d'encourager la Commission européenne dans la poursuite d'actions ciblées pour favoriser l'émergence de systèmes globaux de navigation par satellite. Les projets européens GNSS (Global Navigation Satellite System) et Galiléo sont des concurrents directs du GPS américain. Notre vie quotidienne en est désormais facilitée. Ils représentent une valeur ajoutée pour l'industrie mais aussi pour les transports en Europe. Voilà pourquoi je soutiens totalement ces projets dont les retombées vont être multiples. Pour l'aviation civile, la gestion du trafic aérien sera plus sûre. Pour le trafic routier, ce système facilitera la perception des redevances, améliorera la sécurité par le biais d'appels d'urgence géolocalisables, de suivi des transports routiers. Tous ces domaines seront améliorés par la création de ce service européen. J'ai voté pour cette résolution afin de faire pression sur les autorités européennes et nationales et éviter d'accumuler un retard qui fait perdre chaque jour à l'Europe d'infinies potentialités.

 
  
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  Jan Březina (PPE), písemně. − Akční plán pro aplikace globálního družicového navigačního systému (GNSS) načrtává kroky, které jsou nezbytné k tomu, aby GNSS překonal kritický bod zaručující úspěch projektu. Je důležité, aby plán neuvízl v přemíře iniciativ a neustrnul na pouhých konzultacích a byl do roku 2013 skutečně proveden. Systém EGNOS (Evropská služba geostacionárního navigačního pokrytí) musí pokrývat celou Evropskou unii a měl by být rozšířen na severní, východní a jihovýchodní Evropu. Aby byl plně efektivní pro dopravní účely, musí zahrnovat nejen celou Unii, ale i naše nejbližší sousedy. V oblasti civilního letectví by měl být podporován jeho vývoj a používání aplikace EGNOS pro přistávací manévry. Jedná se o strategickou podmínku pro skutečné vytvoření jednotného evropského nebe. Značný potenciál pro využití EGNOS a GNSS představuje také oblast bezpečnosti, životního prostředí a plynulejšího provozu v silniční dopravě, protože je lze využívat pro vybírání mýtného.

 
  
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  Maria Da Graça Carvalho (PPE), por escrito. Concordo com a política respeitante à aplicação nos transportes de sistemas globais de navegação por satélite, que creio contribuir para uma gestão mais eficaz dos transportes e da logística, bem como dos sistemas de vigilância. Tendo em conta o elevado valor do mercado global deste sector, que continuará a crescer nos próximos anos, sublinho ainda a importância de criar as condições para que a indústria europeia possa competir.

 
  
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  Christine De Veyrac (PPE), par écrit. – Les bénéfices attendus des systèmes de navigation globale par satellite actuellement pour l'économie européenne sont évalués entre 55 et 63 milliards d'euros sur les 20 prochaines années. Environ 6 % du PIB total de l'UE dépendent de ces applications, qui sont pour l'instant principalement basées sur le système américain GPS.

Dans ce contexte, j'ai voté en faveur du rapport d'initiative de Madame Ticau, qui demande à la Commission de fournir un soutien financier adéquat pour le développement des applications basées sur le système de navigation globale par satellite européen, EGNOS et Galileo. L'accès des PME à ces financements doit être particulièrement encouragé afin de stimuler l'innovation basée sur ces systèmes européens.

 
  
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  Edite Estrela (S&D), por escrito. Votei favoravelmente este relatório por considerar que a aplicação do Plano de Acção proposto para o sistema global de navegação por satélite (GNSS) contribuirá para o estabelecimento de uma rede de transportes mais eficiente, através de meios de transporte mais seguros, mais ecológicos e mais económicos.

 
  
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  Diogo Feio (PPE), por escrito. Os sistemas globais de navegação fazem parte do dia-a-dia do sector dos transportes e terão crescente importância num mundo que funciona cada vez mais em rede e que tem nas trocas e na rapidez das comunicações parte da sua essência. É evidente a vantagem e o valor comercial de tais sistemas, e é compreensível o interesse europeu de possuir o máximo deste tipo de soluções e que estas operem sem depender de terceiros. O Plano de Acção apresentado pela Comissão apresenta propostas válidas para o futuro da abordagem comunitária a estas questões e permite relançar o tema de modo mais sólido e consequente. O modo como estes sistemas serão financiados requer particular rigor de modo a evitar desperdícios bem como imaginação de forma a angariar apoios e parceiros. Faço votos que a União ainda possa dotar-se de sistemas globais de navegação autónomos e que explore todas as suas potencialidades de modo a promover o reforço da sua economia, o aumento dos postos de trabalho, a segurança dos transportes.

 
  
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  José Manuel Fernandes (PPE), por escrito. O presente relatório, elaborado por Sílvia-Adriana Ţicău, debruça-se sobre a aplicação de sistemas de navegação por satélite nos transportes da União Europeia (UE), na sequência da publicação, em 14 de Junho de 2010, por parte da Comissão, do Plano de Acção sobre as aplicações do sistema global de navegação por satélite (GNSS). Desde 2000, data da disponibilização do serviço GPS, que este sector tem apresentado um crescimento exponencial (124 mil milhões de euros em 2008), prevendo-se que, em 2025, tenha um valor global de mercado na casa dos 230 mil milhões de euros. Como a UE não podia ficar para trás nesta tecnologia de ponta da navegação por satélite, desenvolveu um sistema europeu de navegação geoestacionária denominado EGNOS (European Geostationary Navigation Overlay Service), precursor do sistema GALILEO, que deverá estar operacional em 2013 com um nível de exactidão dez vezes superior ao do GPS. Prevê-se, num futuro próximo, um grau de exactidão até 45 centímetros. Saúdo a relatora e congratulo-me com a aprovação deste relatório, que votei favoravelmente, o qual vai permitir à UE aumentar a sua quota de mercado e fornecer à indústria condições de competitividade num mercado estratégico e em franco crescimento.

 
  
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  João Ferreira (GUE/NGL), por escrito. Os sistemas globais de navegação por satélite (GNSS) podem ter aplicações importantes e muito úteis na actividade de todos os tipos de transportes, podendo, entre outros aspectos, torná-los mais seguros, mais ecológicos e mais económicos. O GNSS pode também desempenhar um papel vital no apoio e na promoção da utilização dos chamados sistemas de transporte inteligentes. A relatora aborda alguns destes aspectos. Mas, como as demais tecnologias, os resultados práticos das aplicações do GNSS são indissociáveis do contexto económico e social em que se produzem, das finalidades e objectivos que servem. Em geral e também neste sector em particular. Nessa medida, não é de estranhar que se proponha que este sistema sirva de apoio igualmente, por exemplo, à constituição do céu único europeu – aspecto do relatório de que nos distanciamos. Concordamos com um sistema global de navegação por satélite que possa apoiar o desenvolvimento, a modernização e a diversificação de serviços públicos – designadamente no domínio dos transportes. O GNSS não pode todavia deixar de ser analisado em toda a multiplicidade de dimensões em que poderá ter aplicação. Nessa medida, questionamos os limites das potenciais utilizações destes programas num quadro de competição assumida entre a UE e os EUA, no que respeita às funcionalidades e eficiências destes sistemas.

 
  
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  Ilda Figueiredo (GUE/NGL), por escrito. Os sistemas globais de navegação por satélite podem ter aplicações importantes e muito úteis na actividade de todos os tipos de transportes, podendo, entre outros aspectos, torná-los mais seguros, mais ecológicos e mais económicos. Estes sistemas podem também desempenhar um papel vital no apoio e na promoção da utilização dos chamados sistemas de transporte inteligentes. Mas, tal como as demais tecnologias, os resultados práticos das aplicações são indissociáveis do contexto económico e social em que se produzem, das finalidades e objectivos que servem. Nessa medida, não é de estranhar que se proponha que este sistema sirva de apoio, igualmente, por exemplo, à constituição do céu único europeu – aspecto do relatório de que nos distanciamos.

Concordamos com um sistema global de navegação por satélite que possa apoiar o desenvolvimento, a modernização e a diversificação de serviços públicos, designadamente no domínio dos transportes.

Mas o sistema não pode, todavia, deixar de ser analisado em toda a multiplicidade de dimensões em que poderá ter aplicação. Nessa medida, questionamos os limites das potenciais utilizações destes programas num quadro de competição assumida entre a UE e os EUA, no que respeita às funcionalidades e eficiências destes sistemas.

 
  
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  Monika Flašíková Beňová (S&D), písomne V júni 2010 Komisia zverejnila Akčný plán pre aplikácie globálneho navigačného satelitného systému (GNSS), ktorý zahŕňal 24 konkrétnych odporúčaní. Tento akčný plán sa vypracoval v období, keď sa zavádzali globálne navigačné satelitné systémy, konkrétne systém EGNOS (Európska geostacionárna navigačná prekrývacia služba). Satelitné navigačné systémy by mali zabezpečiť súčinnosť medzi rôznymi systémami a tiež by mali byť použiteľné v osobnej a nákladnej doprave. Domnievam sa, že Komisia by mala podniknúť kroky potrebné na koordináciu vykonávania Akčného plánu a na zabezpečenie pokroku v tých oblastiach politiky EÚ, ktorých sa aplikácie GNSS týkajú.

 
  
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  Lorenzo Fontana (EFD), per iscritto. − Signor presidente, onorevoli colleghi, la proposta della collega seppur condivisibile in alcuni punti ci lascia perplessi in molti altri. L''individuazione di come sarà assicurato il finanziamento del costo annuale di manutenzione di Galileo, stimato a 800 milioni di EUR, una volta che questo sarà operativo. I possibili rischi in materia di protezione dei dati legati all'utilizzo delle applicazioni e dei servizi GNSS e la necessità pressante di prevedere fondi aggiuntivi per un rapido successo delle operazioni legate a EGNOS e Galileo. Per questo la proposta non é da scartare ma non può trovare il mio pieno appoggio.

 
  
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  Nathalie Griesbeck (ALDE), par écrit. – L'adoption de ce rapport est une avancée importante car celui-ci pose les bases du déploiement général de systèmes mondiaux de navigation satellitaire, et plus précisément du développement d'EGNOS, qui doit favoriser la mise en place du système Galileo. J'y ai également apporté mon vote car cela va permettre la mise en place de mesures concrètes qui faciliteront le développement des transports en Europe et qui auront un impact important en matière de sûreté et d'environnement ainsi que pour l'amélioration de la fluidité du trafic pour le transport routier.

 
  
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  Juozas Imbrasas (EFD), raštu. − Pritariau šiam dokumentui, kadangi 2010 m. birželio 14 d. Komisija paskelbė savo „Pasaulinės navigacijos palydovų sistemos (GNSS) taikymo veiksmų planą“ ir jame pateikė 24 konkrečių veiksmų rekomendacijas. Veiksmų planas parengtas atsižvelgiant į platesnį bendrą pasaulinių navigacijos palydovų sistemų naudojimo kontekstą ir ypač į EGNOS (Europos geostacionarinės navigacinės tinklo sistemos) kūrimą ir naudojimą. EGNOS yra Galileo sistemos pirmtakas. GNSS svarbus plėtojant intelektines transporto sistemas (ITS), nes naudojant intelektines transporto sistemas galima rasti efektyvesnius, švaresnius ir saugesnius sprendimus transporto srityje, o norint tinkamai įgyvendinti daugelį ITS paslaugų būtina gerai veikianti GNSS. EGNOS ir Galileo gali labai padėti tvarkant kelių eismą, todėl būtina šiame sektoriuje vykdyti informavimo kampaniją norint geriau išnaudoti jos teikiamas galimybes, susijusias su mokesčių rinkimu, e. signalu, saugių stovėjimo vietų sunkvežimiams rezervavimu prisijungus prie tinklo ir stebėjimu realiuoju laiku, ir padidinti kelių transporto saugumą ir jo tinkamumą aplinkai.

 
  
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  Petru Constantin Luhan (PPE), în scris. − Această propunere de rezoluție a Parlamentului European este importantă, deoarece SGNS (Sistemul Global de Navigație prin Satelit) are aplicabilitate în toate tipurile de transport (terestru, maritim, aerian), eficientizând traficul, ajutând creșterea economică şi diminuând poluarea. Totodată, SGNS face parte din obiectivele centrale ale Strategiei UE 2020 în materie de inovare. Pentru ca acest sistem global de navigație să fie implementat corespunzător şi uniform în toate statelor membre UE, este nevoie de alocarea unor fonduri anuale mai mari decât cele curente.

Această propunere de rezoluție sugerează, printre altele, alocarea de fonduri pentru cercetarea şi dezvoltarea unor noi aplicații SGNS care pot avea aplicabilitate în domenii ca: schimbările climaterice, agricultură, apărare civilă, sisteme de alertare în cazul dezastrelor naturale etc. Nu în ultimul rând, dezvoltarea unui sistem SGNS la nivelul UE garantează independenţa UE faţă de sistemele de navigație similare din străinătate.

 
  
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  David Martin (S&D), in writing. − I welcome the Action Plan on Global Navigation Satellite System (GNSS) Applications (COM(2010)308), which aims to promote the development of downstream applications through certification, standardisation and coordination with the industry and other countries as well as by disseminating information, raising awareness, implementing regulatory measures and increasing funding.

 
  
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  Clemente Mastella (PPE), per iscritto. − Con la pubblicazione del piano d'azione sui sistemi globali di navigazione via satellite (GNSS) e lo sviluppo e la diffusione di EGNOS (Servizio europeo di copertura per la navigazione geostazionaria), l'Unione Europea ha voluto indicare le modalità di utilizzo civile ed assicurare che tutta l'industria europea abbia l'opportunità di competere all'interno di questo mercato strategico in forte crescita. Concordiamo con il piano d'azione mirato formulato dalla Commissione che comprende 15 interventi settoriali, 9 dei quali di immediata e importante applicazione nei trasporti soprattutto per quanto concerne la promozione di EGNOS nei paesi terzi. Infatti, per rendere questo sistema realmente efficace dal punto di vista dei trasporti, occorre far sì che la sua copertura vada oltre i confini europei, fino a raggiungere i paesi confinanti. Pertanto risulta fondamentale estenderlo alle regioni del nord, dell'est e del sud est europeo. Inoltre, nell'ambito dell'aviazione civile, chiediamo agli Stati membri di dare priorità a procedure e servizi basati su EGNOS, allo scopo di creare uno spazio aereo unico europeo. È altresì evidente che sia EGNOS che GNSS costituiscano un importante contributo per la sicurezza e la tutela dell'ambiente. Per raggiungere questi obiettivi è necessario un investimento adeguato nel settore di ricerca e sviluppo europei.

 
  
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  Nuno Melo (PPE), por escrito. Este é o momento para a Comissão coordenar a execução do Plano de Acção de modo a evitar duplicação a nível dos Estados-Membros, e assegurar o progresso geral na multiplicidade de domínios de actuação da União Europeia abrangidos pelas aplicações GNSS. O sistema EGNOS deve cobrir a totalidade da União Europeia e, com carácter prioritário, deve ser alargado às regiões Sul, Este e Sudeste da Europa. Para que o EGNOS seja totalmente eficaz do ponto de vista dos transportes, o seu alcance tem de corresponder a todo o território da União, chegando mesmo mais além, até aos nossos vizinhos mais próximos. No domínio da aviação civil, os Estados-Membros devem promover o desenvolvimento e a utilização de procedimentos de aterragem baseados no EGNOS; por conseguinte, reveste-se de carácter prioritário a certificação para a aviação civil dos serviços e procedimentos baseados no EGNOS. Trata-se de um requisito estratégico para a criação de um verdadeiro céu único europeu. É igualmente evidente que os sistemas EGNOS e GNSS podem, de uma maneira geral, dar um importante contributo para os objectivos ambientais e de segurança, bem como para um melhor fluxo do tráfego no sector dos transportes rodoviários, através da sua disponibilização em sistemas de portagens rodoviárias. Temos de encontrar formas de financiamento deste sistema.

 
  
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  Louis Michel (ALDE), par écrit. – Les applications des systèmes globaux de navigation par satellite (GNSS) constituent une composante centrale et indispensable de l'activité dans tous les domaines liés aux transports et leur bon fonctionnement rend le transport plus sûr, plus respectueux de l'environnement et plus économique.

L'Union européenne ne peut pas rester dépendante de systèmes conçus initialement à d'autres fins par d'autres pays. Étant donné la grande valeur ajoutée qu'apportent les projets GNSS et Galileo à la politique industrielle européenne, il est essentiel d'assurer leur succès. Un plan d'action ciblé constitue la meilleure option pour insuffler un nouveau dynamisme et contribuer significativement à des objectifs en matière de sûreté et d'environnement ainsi que d'amélioration de la fluidité du trafic pour le transport routier.

Par ailleurs, les systèmes de navigation par satellite doivent assurer l'interopérabilité entre différents systèmes, y compris les systèmes conventionnels. L'extension de la couverture du système EGNOS doit être une priorité. Elle doit être étendue ensuite à l'ensemble du continent européen mais également aux pays du partenariat euro-méditerranéen, ainsi qu'au Moyen-Orient et à l'Afrique. Enfin, la Commission devrait proposer des mesures afin de garantir un niveau de financement suffisant sans porter atteinte aux autres fonds alloués à la politique des transports.

 
  
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  Alexander Mirsky (S&D), in writing. − Satellite navigation systems should ensure interoperability between different systems and should also allow intermodal use in passenger and freight transport services. Therefore I voted in favour.

 
  
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  Rolandas Paksas (EFD), raštu. − Balsavau už šią rezoliuciją dėl ES politikos priemonių trumpuoju ir vidutiniu laikotarpiu, skirtų pasaulinės navigacijos palydovų sistemos taikymo transporto programoms, visų pirma dėl to, kad visos Europos mastu didelis dėmesys turi būti skiriamas GNSS ir Galileo projektams transporto sektoriuje. Ypatingas vaidmuo šioje srityje tenka Komisijai, kuri turi sukurti tokį reguliavimo mechanizmą, kuris pašalintų įvairias biurokratines ir kitas kliūtis bei sudarytų palankias sąlygas sklandžiam ir efektyviam šių projektų įgyvendinimui. Be to, labai svarbu, jog būtų užtikrintas tinkamas ir pakankamas šių projektų finansavimas remiantis skaidrumo ir proporcingumo kriterijais, ypatingą dėmesį skiriant MVĮ. Turime skatinti, kad GNSS ir Galileo programos būtų naudojamos civilinėje aviacijoje ir tokiu būdu prisidėtų prie bendros Europos dangaus oro eismo valdymo mokslinių tyrimų programos sukūrimo ir sudarytų palankias sąlygas jos įgyvendinimui. Labai svarbu, kad Europos palydovinės navigacijos programos būtų pritaikytos įvairių rūšių transporto paslaugoms ir taikomos visoje Europoje, o ne tik tam tikrose šalyse, nes minėtų programų efektyvus įgyvendinimas padidintų krovinių transporto efektyvumą ir padėtų išspręsti daugelį transporto saugumo bei aplinkosaugos problemų.

 
  
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  Alfredo Pallone (PPE), per iscritto. − Cari colleghi, ho votato a favore della relazione della onorevole Ţicău perché ritengo giusto che nuove tecnologie, come i sistemi di navigazione satellitare, sempre più diffusi e utili per la collettività, vengano applicate al settore dei trasporti. Nel sistema globale in cui viviamo, l'UE deve adattare le sue politiche alle esigenze dei vari settori e prevedere un sistema globale di navigazione satellitare che si integri perfettamente col ben noto sistema GPS tanto da fornire indicazioni istantanee e senza margini d'errore. Con un mercato in ampia crescita e cifre stimate oltre i 200 miliardi di euro nei prossimi 10 anni la navigazione satellitare ha bisogno di opportunità di finanziamento adeguate che ne favoriscano uno sviluppo concreto.

 
  
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  Maria do Céu Patrão Neves (PPE), por escrito. Em 14 de Junho de 2010, a Comissão publicou o seu Plano de Acção sobre aplicações do sistema global de navegação por satélite, contendo 24 recomendações específicas de acções a desenvolver. Este sector, na sua globalidade, tem experimentado uma enorme expansão desde a primeira disponibilização de serviços GPS a partir das instalações de satélite americanas em 2000. De facto, o valor do mercado global estimado era de 124 mil milhões de euros em 2008, projectando-se que atinja os 230 até 2025. Deste valor, 20 % provêm de Sistemas de Transporte Inteligentes e 5 % de aplicações de segurança, incluindo aplicações de segurança dos transportes. Este projecto tem o intuito de fornecer sinais garantidos para utilização civil e assegurar à indústria europeia, a todos os níveis, a possibilidade de competir neste mercado estratégico em crescimento. A quota de mercado actual da Europa, de 25 %, está aquém das expectativas. O EGNOS é compatível com o sistema GPS, mas oferecerá mais possibilidades quando o Galileo ficar operacional em 2013, tendo agora um nível de exactidão dez vezes superior ao do GPS. Estes factos, associados às implicações imediatas e importantes no sector dos transportes, que incluiu, designadamente, sistemas avançados de assistência ao condutor, motivam o meu voto favorável.

 
  
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  Aldo Patriciello (PPE), per iscritto. − Il settore dei sistemi globali di navigazione via satellite ha vissuto una forte espansione dalla sua prima utilizzazione nel 2000 in America. Si calcola che nel 2025 il valore globale del suo mercato sarà di 230 miliardi, di cui il 20% è rappresentato dai sistemi di trasporto intelligenti e il 5% da applicazioni di sicurezza.

Nel giugno 2010 la Commissione ha pubblicato il piano d'azione sui sistemi globali di navigazione europei via satellite (GNSS) e in particolare per il sistema europeo EGNOS: questo piano comprende anche di 24 raccomandazioni d'intervento specifiche. Per avere un maggiore sviluppo del sistema EGNOS, si devono privilegiare le misure proposte nel piano d'azione e occorrono assolutamente investimenti e finanziamenti adeguati nelle attività di ricerca e sviluppo. Infatti una carenza di finanziamenti comunitari per le piccole e medie imprese, per la partecipazione a questo progetto di ricerca tramite il 7°/8° PQ, lo renderebbe meno attraente per gli operatori commerciali. Per un maggiore sviluppo del sistema EGNOS e affinché questo sistema non soffra di una mancanza di finanziamenti comunitari, il mio voto a questa proposta è favorevole.

 
  
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  Phil Prendergast (S&D), in writing. − The Commission’s Action Plan on Global Navigation Satellite Systems shows there is huge demand in a market projected to be worth EUR 230 billion by 2025. However, Europe is failing to compete globally in this field and our current market share of 25% is below what is expected. We must ensure we take the necessary steps to ensure this industry achieves its full potential. The European Geostationary Navigation Overlay Service (EGNOS) is ten times more accurate than GPS and it is predicted that accuracy to 45 centimetres can be achieved in the near future. This system has obvious uses in the fields of air and sea transport and can also be used in road transport. However, we must be mindful of encroaching too much on European citizens as there are obvious personal privacy issues with such technology. Overall I welcome ENGOS and GNSS as they can make an important contribution to safety and environmental objectives and I believe adequate investment in the related research and development will be essential. But the funding gap must be closed in order to reap the benefits of these projects.

 
  
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  Paulo Rangel (PPE), por escrito. Na sequência do Plano de Acção sobre aplicações do sistema global de navegação por satélite (GNSS), publicado pela Comissão a 14 de Junho de 2010, com vista a incrementar o sistema europeu complementar de navegação geoestacionária EGNOS, devem envidar-se esforços para estender o sistema de navegação a todo o espaço europeu. Na verdade, trata-se de um sistema cuja expansão pode oferecer grandes vantagens a nível económico e de segurança. Para o efeito, é necessário, porém, um maior investimento em inovação e desenvolvimento. Só assim, por um lado, o sistema atingirá o seu escopo último e, por outro, chegará a um grau de maturação que permita o derradeiro retorno do ponto de vista económico. Trata-se de uma área, de resto, que tem conhecido um enorme desenvolvimento. Estima-se, por exemplo, que a breve prazo seja possível alcançar um grau de precisão da localização geográfica até 45 centímetros. Por estas razões, votei favoravelmente o presente relatório.

 
  
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  Crescenzio Rivellini (PPE), per iscritto. − Si è votato, oggi, durante la sessione plenaria al Parlamento europeo di Strasburgo la relazione "Applicazioni per i trasporti del sistema globale di navigazione satellitare". Nel 2010 la Commissione ha pubblicato il piano d'azione sui sistemi globali di navigazione via satellite (GNSS). Il piano di azione delinea i rimedi necessari per far in modo che venga garantito il successo della navigazione satellitare. Il piano di azione si inserisce nel contesto dell´ampia diffusione dei sistemi globali di navigazione via satellite e, nello specifico, lo sviluppo e la diffusione di EGNOS (Servizio europeo di copertura per la navigazione geostazionaria).

EGNOS è il precursore del sistema Galileo. L'UE ha avviato i progetti EGNOS e Galileo per fornire segnali destinati all'uso civile, e assicurare che tutta l'industria europea abbia un'opportunità di competere all'interno di questo mercato strategico in crescita. Io credo sia necessario, cosi come evidenziato dal collega on. Ticau, che venga predisposto un finanziamento aggiuntivo al programma Galileo e quindi la possibilità di prevedere un fondo di riserva Galileo all´interno del bilancio comunitario per coprire i costi addizionali, evitando di danneggiare gli altri programmi.

 
  
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  Raül Romeva i Rueda (Verts/ALE), in writing. − I voted in favour of this report. On 14 June 2010 the Commission published its Action Plan on Global Navigation Satellite Systems (GNSS), which included 24 specific recommendations for action. The background to the Action Plan is the general deployment of global satellite navigation systems and specifically the development and deployment of EGNOS (European Geostationary Navigation Overlay Service), the forerunner of the Galileo system. The sector as a whole has experienced enormous expansion since the first provision of GPS services from American satellite facilities in 2000. The estimated global market value in 2008 was EUR 124 billion, and it is projected to reach EUR 230 billion by 2025. Of this, 20% is represented by Intelligent Transport Systems (ITS) and 5% by safety applications, including transport safety applications.

The EU launched the EGNOS project (and Galileo) to provide signals guaranteed for civilian use and to ensure that European industry at all levels has an opportunity to compete in this growing strategic market. Europe’s current market share of 25% is below expectations. EGNOS is GPS compatible but it will offer more possibilities when Galileo becomes operational in 2013. EGNOS is 10 times more accurate than GPS.

 
  
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  Licia Ronzulli (PPE), per iscritto. − Approvo, assieme al relatore, il piano d'azione della Commissione per lo sviluppo di EGNOS e Galileo, basato su nove misure orizzontali di immediata applicazione nel settore dei trasporti. Una diffusione capillare di EGNOS su tutto il territorio europeo fino ai paesi terzi confinanti, avrà un forte impatto positivo sull'intera economia dell'Unione e sugli obiettivi di sicurezza e ambiente, oltre a favorire un flusso di traffico su strada più scorrevole. Per raggiungere tali obiettivi però, è necessario un investimento adeguato nel settore di ricerca e sviluppo, finora insufficiente. L'Unione europea infatti è l'unico blocco commerciale che non finanzia direttamente il proprio programma sul GNSS.

 
  
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  Vilja Savisaar-Toomast (ALDE), kirjalikult. − Lugupeetud juhataja, lugupeetud kolleegid! Globaalsete navigatsioonisatelliitide süsteemide transpordirakenduste raport toetab ning rõhutab antud valdkonna komisjoni aastate 2010-2013 tegevuskava rolli ja olulisust ning selle mõju transpordile. Tegevuskava üheksa meedet on vahetult ja olulisel määral seotud transpordiga. Globaalsete navigatsioonisatelliitide süsteemide kasutamine ja arendamine nähakse ette kõigis transpordiliikides. Äärmiselt suurt rolli mängib see muidugi maantee- ja lennutranspordis. Meetmetest tasub kindlasti välja tuua ühtse Euroopa taeva loomise hõlbustamine ja intelligentsete transpordisüsteemide rakenduste loomine.

Lisaks annab satelliitide kasutamine võimaluse väga paljude erinevate rakenduste välja töötamiseks ning kasutamiseks. Loodan siiralt, et käesolevas raportis märgitud süsteemide, rakenduste ja lahenduste väljatöötamine ja töösse rakendamine läheb planeeritult ning juba lähiaastatel leiavad rakendust erinevad lahendused, mis lihtsustavad meie ettevõtete ja kodanike elu ning suurendavad liiklusohutust nii merel, õhus kui ka maanteel. Aitäh!

 
  
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  Catherine Stihler (S&D), in writing. − I welcome this report, which deals with developing and deploying European systems to exploit Galileo and other satellite systems and their applications in the transport domain.

 
  
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  Nuno Teixeira (PPE), por escrito. O GNSS tem actualmente implicações em todas as políticas da UE, e o seu desenvolvimento e aplicação terão um efeito catalisador na concretização da UE 2020 e na criação de uma indústria europeia estratégica e competitiva. No que diz respeito aos transportes, as aplicações do GNSS representam 20 % da totalidade das aplicações em termos de volume, e 44 % em termos de valor. Uma indústria que representa um mercado mundial em crescimento, no qual a Europa deve tomar a dianteira e alcançar a sua autonomia. As aplicações e serviços do GNSS no domínio dos transportes têm implicações variadas na segurança, na eficácia, nos custos económicos e ambientais de todos os modos de transportes. Outro elemento que considero importante realçar é que, para que haja um desenvolvimento equitativo, a cobertura do EGNOS deve abranger todos os Estados-Membros e possibilitar a interoperabilidade e compatibilidade com os países terceiros, de forma a tornar este mercado concorrencial e dinâmico. Por último, reforço a ideia do relator de que o novo QFP deve assegurar níveis adequados de financiamento, tanto para a investigação e o desenvolvimento como para a aplicação do GNSS, e devem ser criados mecanismos de facilidade de acesso ao mesmo por parte das PME, para o desenvolvimento e a comercialização das aplicações do GNSS.

 
  
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  Angelika Werthmann (NI), schriftlich. Ich habe dem Bericht zugestimmt. Nachdem der europäische Marktanteil auf dem wachsenden Markt der Satellitennavigationssysteme hinter den Erwartungen zurückgeblieben ist, legte die Kommission im Juni letzten Jahres einen Aktionsplan für die Anwendungen des GNSS vor. Die Kommission hat sich sinnvollerweise für einen zielgerichteten Aktionsplan entschieden, dessen Empfehlungen beinhalten nicht nur die Verwirklichung des "Einheitlichen Europäischen Luftraums", bereits eine mehrfach bestätigte Priorität der EU, sondern auch im Bereich des Straßenverkehrs werden GNSS einen wichtigen Beitrag zur Verwirklichung von Sicherheits- und Umweltschutzzielen leisten. Insgesamt soll der Aktionsplan sicherstellen, dass auch der europäische Markt in dieser Branche, dessen weltweiter Marktwert Prognosen zufolge bis 2025 weiter auf 230 Milliarden Euro wachsen soll, konkurrieren kann.

 
  
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  Artur Zasada (PPE), na piśmie. − Jestem przekonany, że podjęcie działań na rzecz wykorzystania EGNOS i GALILEO w lotnictwie cywilnym jest kluczowe dla utworzenia jednolitego europejskiego systemu zarządzania ruchem lotniczym. Niestety, tak jak podkreśliła poseł sprawozdawczyni w swoim dokumencie, wprowadzenie systemu Galileo napotyka coraz to nowe problemy. Zgadzam się z wezwaniem Komisji do szybkiej certyfikacji EGNOS dla lotnictwa cywilnego. Wielokrotnie już podkreślałem, że jestem entuzjastą koncepcji Single European Sky i jednolitego systemu zarządzania ruchem lotniczym SESAR.

Szybkie i pełne urzeczywistnienie europejskiej przestrzeni powietrznej jest bardzo ważnym strategicznie krokiem w kierunku rzeczywistej integracji Wspólnoty i wzmocnienia wspólnego rynku. Bez systemu GALILEO nie będzie systemu SESAR, a bez niego nie będzie Single European Sky 2. Pamiętajmy, że zwłaszcza w tym obszarze mamy do czynienia z systemem naczyń połączonych. Słabość jednego elementu będzie miała fatalny wpływ na pozostałe.

 
  
  

Έκθεση: Brian Simpson (A7-0079/2011)

 
  
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  Luís Paulo Alves (S&D), por escrito. Aprovo o relatório em causa, sendo necessário um quadro para avaliar os acordos aéreos individuais, embora os parlamentares necessitem de seguir as negociações em vez de serem deixados para trás, ficando sujeitos à escolha de aceitarem ou rejeitarem o texto final.

 
  
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  Sophie Auconie (PPE), par écrit. – Le traité de Lisbonne, qui est entré en vigueur le 1er décembre 2009, a élargi les circonstances dans lesquelles l'approbation du Parlement est requise avant de conclure un accord international. Les accords sur le transport aérien font désormais partie de cette catégorie. C'est pourquoi je soutiens le rapport de mon collègue Brian Simpson, sur la mise en place d’une série de critères visant à évaluer leur contenu. Aussi, je pense qu'il faut promouvoir un accès équilibré aux marchés et des possibilités d’investissement, ainsi qu’une concurrence loyale, notamment en matière de subventions publiques et de normes sociales et environnementales.

 
  
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  Zigmantas Balčytis (S&D), raštu. − Įsigaliojus Lisabonos sutarčiai, susitarimams, priskiriamiems sričiai, kuriai taikoma įprasta teisėkūros procedūra, reikia Parlamento pritarimo. Balsavau už šį pranešimą, kuriuo siekiama nustatyti bendruosius principus, kaip turėtų būti vertinami oro susisiekimo susitarimai atsižvelgiant ir į jų turinį, ir į procedūras, kurias Europos Parlamento transporto ir turizmo komitetas gali priimti, siekdamas užtikrinti, kad vykstant deryboms dėl susitarimų būtų tinkamai informuojamas ir turėtų galimybių pateikti savo prioritetus gerokai prieš tai, kai jam bus pateiktas prašymas ir reikės rinktis duoti pritarimą arba jo neduoti. Išsamūs oro susisiekimo susitarimai su kaimyninėmis šalimis arba reikšmingais pasauliniais partneriais galėtų būti labai naudingi keleiviams, krovinių vežimo operatoriams ir oro linijoms kaip galimybės naudotis rinkomis ir teisės aktų derinimo priemonės, kuriomis siekiama skatinti sąžiningą konkurenciją, įskaitant klausimus, susijusius su valstybės subsidijomis, socialiniais ir aplinkosaugos standartais. Pritariu pranešėjui, jog Parlamentas turėtų stebėti procesą nuo pat pradžios ir aktyviai dalyvauti aptariant svarstomas temas bei siekiant žinoti esamą derybų dėl oro susisiekimo susitarimų padėtį. Taip pat Komisija turėtų žinoti kriterijus, kuriuos Parlamentas taikys vertindamas susitarimą ir jo elementus.

 
  
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  Sergio Berlato (PPE), per iscritto. − Con l'entrata in vigore del trattato di Lisbona si è ampliato il numero dei casi in cui è richiesta l'approvazione del Parlamento europeo per la conclusione di un accordo internazionale. Gli accordi aerei rientrano ora in questa categoria. Le nuove competenze parlamentari stabilite dal trattato implicano nuove responsabilità per garantire che il Parlamento e la commissione competente siano adeguatamente informati circa la preparazione degli accordi sui quali tale istituzione sarà invitata a dare la propria approvazione. Alla luce di tale cambiamento, accolgo con favore la corrispondente nuova responsabilità del Parlamento di controllare più da vicino la conduzione dei negoziati. Colgo l'occasione per sottolineare in questa sede che, al fine di potersi trovare nelle migliori condizioni per valutare se concedere o meno l'approvazione al termine dei negoziati, è fondamentale che il Parlamento segua il processo fin dalla sua fase iniziale, anziché dopo la conclusione dei negoziati stessi.

Da ultimo, rinnovo l'invito rivolto alla Commissione di alimentare uno scambio costante di informazioni con il Parlamento europeo presentando regolarmente delle relazioni in cui si analizzino i punti di forza e di debolezza degli accordi esistenti. Ritengo, infatti, che questo strumento consenta al Parlamento di valutare in modo più efficace gli accordi futuri.

 
  
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  Mara Bizzotto (EFD), per iscritto. − La presente mozione per una risoluzione del Parlamento sulla stipulazione di accordi aerei internazionali riconosce molti dei principi chiave sostenuti dalla Lega Nord. Tra questi, compare la necessità di garantire pari diritti di accesso al mercato alle compagnie aeree di tutti gli Stati membri, evitando manovre di dumping occulto finanziato direttamente dalle politiche nazionali, contrarie alle norme comunitarie sugli aiuti di Stato. La mozione esprime inoltre preoccupazione per la sicurezza dei cittadini, riconoscendo l'importanza fondamentale della elaborazione di un quadro di riferimento in materia di sicurezza. Un ulteriore principio difeso dalla Lega Nord e accolto nella presente mozione riguarda la trasparenza tra l'operato delle istituzioni europee e i cittadini dell'Unione, i cui interessi sono direttamente rappresentati nel Parlamento. A tale fine, la mozione sottolinea infatti la necessità che la Commissione non venga meno alla propria responsabilità di tenere costantemente informato il Parlamento sul corso delle sue negoziazioni con attori terzi. Per le ragioni fin qui elencate, ho deciso di esprimermi a favore di questa mozione.

 
  
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  Vilija Blinkevičiūtė (S&D), raštu. − Balsavau dėl šio pranešimo, nes pritariu, jog išsamūs ES oro susisiekimo susitarimai su trečiosiomis šalimis tik pasitarnautų keleiviams, krovinių vežimo operatoriams ir oro linijoms daugeliu aspektų: saugumo, aplinkos apsaugos standartų palaikymo bei palankios verslo aplinkos skatinimo. Šio pranešimo tikslas supaprastinti bei padaryti aiškesnį oro susisiekimo susitarimų sudarymą bei sprendimų dėl tokių susitarimų priėmimą, Europos Parlamentui iš anksto informuojant Komisiją, kokiais kriterijais jis remsis pritardamas ar nepritardamas vieno ar kito susitarimo ES vardu sudarymui. Pranešime Parlamentas taip pat atkreipia Komisijos bei Tarybos dėmesį į susitarimus, kurių sudarymas galėtų pasitarnauti ES bei jos piliečiams, tačiau kurių ES dar nėra sudariusi dėl vienokių ar kitokių priežasčių su tokiomis šalimis kaip, pavyzdžiui, Rusija, Kinija, Japonija bei Indija.

 
  
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  Sebastian Valentin Bodu (PPE), în scris. − Tratatul de la Lisabona, care a intrat în vigoare la 1 decembrie 2009, a mărit numărul situațiilor în care este necesară o aprobare din partea Parlamentului în vederea încheierii unui acord internațional. Astfel, demersul Comisiei pentru transport și turism de a elabora un raport din proprie inițiativă cu scopul de a stabili anumite principii generale referitoare la modul în care acordurile privind transportul aerian ar trebui să fie evaluate vine ca unul firesc. Acordurile globale cu țările vecine sau parteneri importanți la nivel mondial pot furniza beneficii substanțiale, oferind pasagerilor și operatorilor de transport de marfă servicii îmbunătățite – atât în ceea ce privește diversitatea, cât și costurile – permițând în același timp noi oportunități și un avantaj competitiv companiilor aeriene.

Iar convergența reglementărilor poate aduce un aport însemnat la promovarea concurenței loiale, în special în ceea ce privește subvențiile de stat și standardele sociale și de mediu. Este regretabil faptul că Consiliul încă nu a acordat Comisiei un mandat pentru a negocia un acord global privind transportul aerian cu parteneri comerciali importanți, cum ar fi Republica Populară Chineză și India, în ciuda propunerii din 2005. Dezvoltarea economică din această regiune sporește valoarea unor astfel de acorduri.

 
  
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  Vito Bonsignore (PPE), per iscritto. − Ho espresso voto favorevole su tale relazione d'iniziativa perché la crescente importanza del contributo del settore dell'aviazione comporta molti benefici all'economia europea, ma anche diversi svantaggi. Per consentire all'istituzione di cui faccio parte di conoscere nei minimi dettagli quale tipo di accordo merita l'approvazione o meno, ritengo sia opportuno conferire al Parlamento maggiori poteri di controllo. Il voto che ci appresteremmo a dare sarebbe il risultato di un'attenta verifica sul frutto dei negoziati che dovranno promuovere il rispetto delle leggi internazionali di settore in materia di diritti sociali, il pieno riconoscimento delle pratiche e procedure di certificazione, lo scambio dei dati sulla sicurezza e delle ispezioni comuni. Solo approvando accordi ambiziosi e che rispecchino i principi ai quali fa riferimento l'Unione europea potremmo dare un valido contributo all'attività e al miglioramento dell'UE.

 
  
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  Maria Da Graça Carvalho (PPE), por escrito. Creio que a convergência regulamentar suscitada por certos acordos aéreos internacionais se vai concretizar na criação de condições de concorrência equitativas, o que não só é benéfico para a indústria dos países envolvidos, mas constitui também uma oportunidade para uniformizar e reforçar as normas sociais e ambientais. Também os serviços prestados a passageiros e a operadores de transporte de mercadorias sofrerão notáveis melhorias, que, de outro modo, como através de acordos bilaterais, não serão tão visíveis.

 
  
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  Carlos Coelho (PPE), por escrito. A celebração de acordos globais sobre transportes aéreos com países vizinhos ou importantes parceiros mundiais reveste-se de uma especial importância em termos de acesso ao mercado e de convergência regulamentar, promovendo condições de concorrência equitativas, o mesmo nível de normas sociais e ambientais, etc., o que traz benefícios para todas as partes: passageiros, operadores de transporte de mercadorias e companhias aéreas. Também ao nível dos acordos horizontais é importante harmonizar os acordos bilaterais existentes com a legislação comunitária, de forma a proporcionar uma maior segurança jurídica, aumentar a transparência e criar benefícios adicionais em termos de simplificação, ao mesmo tempo que se garante que todas as companhias aéreas da UE possam usufruir dos mesmos direitos. Com a entrada em vigor do Tratado de Lisboa, o Parlamento Europeu passou a ter um papel de maior relevância nesta área, passando a ser obrigatória a aprovação do PE para a celebração destes acordos internacionais. Apoio, assim, este relatório que pretende definir alguns princípios gerais e um conjunto de normas coerente para a avaliação destes acordos, ressalvando a importância de o PE ser mantido informado e poder acompanhar o processo desde o seu início, sendo-lhe dada a oportunidade de expressar as suas preocupações e prioridades.

 
  
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  Rachida Dati (PPE), par écrit. – J'ai voté en faveur de ce rapport pour deux raisons principales. Premièrement, le rapport préconise de donner une place plus importante au Parlement européen, dans le contexte des nouveaux pouvoirs que lui confère le Traité de Lisbonne en matière de conclusion des accords internationaux avec les pays tiers. Il souligne, à ce titre, la nécessité d'un renforcement du dialogue avec la Commission européenne aux différents stades de la négociation et dans le suivi des accords en vigueur. Deuxièmement, le rapport insiste sur la nécessité de conclure des accords sur la sécurité aérienne avec les pays tiers dans lesquels existe un important secteur de construction aéronautique; c'est une nécessité au regard de l'exigence légitime de garantie d'une sécurité aérienne sans cesse accrue.

 
  
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  Christine De Veyrac (PPE), par écrit. – Depuis l'entrée en vigueur du traité de Lisbonne, le Parlement européen a davantage de pouvoirs pour intervenir dans la conclusion d'accords internationaux entre l'Union européenne et les pays tiers. Le rapport de Brian Simpson adopté aujourd'hui va ainsi permettre de mieux définir le rôle du Parlement dans les négociations internationales en matière d'aviation.

Je me félicite que le Parlement insiste particulièrement pour que les accords conclus par l'Union européenne prévoient une reconnaissance mutuelle des normes de sécurité et de sûreté aérienne, ainsi que des garanties pour une meilleure protection des droits des passagers.

 
  
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  Edite Estrela (S&D), por escrito. Votei favoravelmente o relatório relativo aos "acordos aéreos internacionais no âmbito do Tratado de Lisboa", porque sublinha a importância de o Parlamento ser "imediata e plenamente informado em todas as fases" do processo de negociação de acordos entre a União e países terceiros ou organizações internacionais.

 
  
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  Diogo Feio (PPE), por escrito. O Tratado de Lisboa conferiu novas competências ao Parlamento Europeu no tocante à aprovação de acordos internacionais. De entre esses, os acordos aéreos internacionais revestem-se de particular importância, considerando as múltiplas necessidades de segurança e de coordenação que envolvem. A avaliação da sua bondade requer critérios rigorosos de escrutínio e um acompanhamento dos termos da negociação. Espero que a Comissão e o Parlamento cooperem activamente de modo a melhorar continuamente a qualidade e rigor deste tipo de acordos.

 
  
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  José Manuel Fernandes (PPE), por escrito. O presente relatório, da autoria de Brian Simpson, versa sobre os acordos aéreos internacionais no âmbito do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia (TFUE). A partir de 1 de Dezembro de 2009, com a entrada em vigor do TFUE, o Parlamento Europeu (PE) viu os seus poderes reforçados, assumindo responsabilidades de co-decisão em muitas matérias, entre as quais os serviços aéreos. Neste sentido, a Comissão dos Transportes e do Turismo apresentou este relatório, que se afigura extremamente positivo e oportuno, definindo alguns princípios gerais com os quais concordo plenamente. O PE tem, assim, a possibilidade de acompanhar todo o processo desde o início através das informações que lhe são prestadas pela Comissão, particularmente através da Direcção-Geral da Mobilidade e dos Transportes, e de apreciar, conscientemente, os acordos que vier a ser chamado a votar, sejam acordos horizontais, globais ou de segurança.

 
  
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  João Ferreira (GUE/NGL), por escrito. Os acordos aéreos internacionais previstos pelo Tratado de Lisboa são acordos supranacionais, que visam sobrepor-se aos acordos bilaterais existentes, realizados pelos Estados-Membros. A nossa posição contrária a este princípio tem vindo a ser reiterada nos sucessivos acordos sobre os quais o Parlamento se tem vindo a pronunciar, e devidamente acompanhada da crítica ao sentido global destes acordos – que apontam, sem excepção, para a liberalização e privatização do sector. O relator (significativamente, oriundo da social-democracia) refere que os acordos sobre transportes aéreos com países vizinhos ou importantes parceiros mundiais podem proporcionar benefícios substanciais aos passageiros, aos operadores de transporte de mercadorias e às companhias aéreas.

Todavia, a realidade – neste como noutros sectores em que a liberalização avançou (veja-se o caso do transporte ferroviário) – desmente estas promessas de benefícios. Se há de facto quem ganhe com os processos de concentração monopolista no sector do transporte aéreo – que inevitavelmente se segue à liberalização e à livre concorrência – não são nem os passageiros, nem os trabalhadores, nem muitas das companhias aéreas ditas de bandeira, mas sim os grandes grupos europeus do sector. São razões para o nosso voto contra.

 
  
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  Ilda Figueiredo (GUE/NGL), por escrito. Este relatório refere-se aos acordos aéreos internacionais previstos no Tratado de Lisboa. São acordos supranacionais com o objectivo de harmonização e sobreposição aos acordos bilaterais existentes, realizados pelos Estados-Membros.

O relator refere que os acordos sobre transportes aéreos com países vizinhos ou importantes parceiros mundiais podem proporcionar benefícios substanciais aos passageiros, aos operadores de transporte de mercadorias e às companhias aéreas, através do acesso ao mercado.

No entanto, a verdade é que a prática destes acordos, ao nível da UE, já nos demonstrou que tais promessas de benefícios não passam de uma falsidade quer para os trabalhadores quer para os passageiros.

A maioria destes acordos tem como objectivo implícito a abertura do mercado e a liberalização do sector, tendo por argumentação a livre concorrência ou evitar as suas distorções, os benefícios que as companhias mais poderosas daí podem retirar e a falsa solução ambiental para a redução das emissões de carbono, de inclusão da aviação no regime de comércio de licenças de emissão.

 
  
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  Monika Flašíková Beňová (S&D), písomne Po tom, ako 1. decembra 2009 vstúpila do platnosti Lisabonská zmluva, sa rozšírili podmienky, za ktorých sa požaduje súhlas Parlamentu na uzatvorenie medzinárodnej dohody. Dohody o leteckej doprave v súčasnosti patria práve do tejto kategórie. Predtým sa o takýchto dohodách s Parlamentom len konzultovalo. Nové právomoci Parlamentu stanovené Lisabonskou zmluvou však prinášajú i nové povinnosti.

Zastávam názor, že Parlament musí byť schopný sledovať priebeh rokovaní predtým, než bude konfrontovaný s možnosťou prijať alebo odmietnuť konečné znenie jednotlivých medzinárodných dohôd. Navyše, relevantné kritériá pre letecké dohody s tretími krajinami by mali zahŕňať možnosť vyváženého prístupu na trhy a k investičným príležitostiam, rovnako ako spravodlivú hospodársku súťaž v oblasti štátnych dotácií a environmentálnych a sociálnych štandardov.

 
  
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  Lorenzo Fontana (EFD), per iscritto. − Signor presidente, onorevoli colleghi, le nuove competenze derivanti dal Trattato di Lisbona ci permettono anche di poter incidere per quanto riguarda lo spazio aereo nei suoi accordi. La relazione pone l'accento sulla concorrenza leale, monitorando pertanto anche i finanziamenti statali, un occhio di riguardo alla questione ambientale e uno standard elevato per i diritti dei passeggeri. Tutto questo ci trova favorevoli e per questo la relazione ha il mio appoggio.

 
  
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  Juozas Imbrasas (EFD), raštu. − Pritariau šiam dokumentui, kadangi 2009 m. gruodžio 1 d. įsigaliojusi Lisabonos sutartis išplėtė sąlygas, kurioms esant ir siekiant sudaryti tarptautinį susitarimą reikia Parlamento pritarimo. Šiuo metu aviacijos susitarimai patenka į šią kategoriją, nes jie priskiriami sričiai, kuriai taikoma įprasta teisėkūros procedūra. Atsižvelgdamas į šį pasikeitimą Transporto ir turizmo komitetas nusprendė savo iniciatyva parengti pranešimą, kuriuo siekiama nustatyti kai kuriuos bendruosius principus, susijusius su tuo, kaip turėtų būti vertinami oro susisiekimo susitarimai turint mintyje ir jų turinį, ir procedūras, kurias Komitetas gali priimti siekdamas užtikrinti, kad vykstant deryboms bus tinkamai informuojamas ir turės galimybių pateikti savo prioritetus gerokai prieš tai, kai jam bus pateiktas prašymas ir reikės rinktis duoti pritarimą arba jo neduoti.

 
  
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  Giovanni La Via (PPE), per iscritto. − Egregio Presidente, onorevoli colleghi, nella seduta odierna ho espresso il mio voto a favore della relazione del collega Simpson sugli accordi aerei internazionali a norma del Trattato di Lisbona. Infatti, a seguito dell'entrata in vigore del trattato, avvenuta il primo dicembre 2009, il Parlamento europeo ha acquisito il diritto a concedere la propria approvazione in relazione agli accordi che riguardano settori ai quali si applica la procedura legislativa ordinaria. Si tratta di un notevole passo in avanti, soprattutto con riferimento al c.d. deficit democratico dell'UE, se pensiamo che in precedenza il Parlamento, organo democraticamente eletto dai cittadini europei, veniva solo consultato in merito alla conclusione di simili accordi. Ci aspettiamo quindi che la Commissione esecutiva faccia proprio il nostro invito a mantenere il flusso delle informazioni e a fornire alla commissione competente tutte le notizie relative all'intenzione di proporre negoziati con l'obiettivo di concludere e modificare accordi aerei internazionali, in modo tale da consentire all'intero Parlamento di esprimere con piena cognizione il suo parere.

 
  
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  Petru Constantin Luhan (PPE), în scris. − Tratatul de la Lisabona instituie noi competenţe parlamentare, dând, astfel, o putere de decizie mai mare Parlamentului European şi totodată responsabilitatea garantării bunului mers al lucrurilor, a informării şi a siguranţei cetăţenilor. Convergenţa reglementărilor comisiilor competente din cadrul Parlamentului European, precum şi recunoaşterea reciprocă a normelor de siguranţă şi securitate şi asigurarea celui mai înalt standard posibil referitor la acordurile internaţionale privind transportul aerian aduc beneficii atât pentru pasageri şi pentru operatorii de marfă, din punct de vedere logistic şi economic, cât şi pentru companiile aeriene.

 
  
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  David Martin (S&D), in writing. − I voted for this Report which considers that comprehensive air agreements with neighbouring countries or significant global partners can deliver substantial benefits to passengers, freight operators and airlines, by means both of market access and of regulatory convergence to promote fair competition, including with regard to state subsidies and social and environmental standards providing certain standards and conditions are met.

 
  
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  Clemente Mastella (PPE), per iscritto. − Con il Trattato di Lisbona, gli accordi aerei richiedono l'approvazione del Parlamento Europeo, poiché riguardano un settore al quale si applica la procedura legislativa ordinaria. Concordiamo con l'idea della Commissione per i trasporti e il turismo di stabilire alcuni principi generali in merito alle modalità di valutazione degli accordi aerei da un punto di vista sostanziale. Inoltre, è necessario che essa sia adeguatamente informata nel corso dei negoziati, per poter rendere note le proprie priorità ben prima che venga richiesto di esprimere un parere favorevole o contrario all'approvazione; pertanto è necessario che il Parlamento segua il procedimento normativo dall'inizio. Gli accordi generali con i Paesi vicini o con importanti partner globali possono fornire sostanziali benefici ai passeggeri ed agli operatori del trasporto europei grazie al miglioramento dei servizi, sia in termini sia di varietà che di costo, offrendo al tempo stesso alle compagnie aeree nuove opportunità di profitto. Una convergenza normativa potrà essere molto importante per promuovere una concorrenza leale. Sosteniamo infine, la rilevanza dell'avvio di negoziati con importanti partner commerciali dell'Asia, quali la Repubblica popolare cinese e l'India, poiché la crescita economica dell'intera regione rende tali accordi sempre più rilevanti per lo sviluppo del commercio mondiale.

 
  
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  Nuno Melo (PPE), por escrito. A aprovação do Tratado de Lisboa aumentou os casos em que a aprovação do Parlamento é necessária para a conclusão de acordos internacionais. Os acordos sobre serviços aéreos pertencem agora a esta categoria porque abrangem uma área à qual é aplicável o processo legislativo ordinário. Assim, a Comissão dos Transportes e do Turismo resolveu propor este relatório de iniciativa com o objectivo de definir alguns princípios gerais sobre o modo como os acordos sobre transportes aéreos devem ser avaliados em termos de substância e dos procedimentos que a comissão pode adoptar para se manter devidamente informada ao longo das negociações e para ter a oportunidade de expressar as suas prioridades muito antes de ser confrontada com a decisão final de aprovação ou rejeição. Os novos poderes parlamentares previstos no Tratado de Lisboa criam uma nova responsabilidade de assegurar que o Parlamento e a sua comissão competente estejam devidamente informados sobre a preparação dos acordos que mais tarde serão chamados a aprovar. A esta obrigação corresponde uma responsabilidade de controlo mais próximo da condução das negociações. É assim necessário ter estes pressupostos em conta aquando das futuras negociações de acordos internacionais.

 
  
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  Alexander Mirsky (S&D), in writing. − The report covers the framework to evaluate individual air agreements, taking into account the changes under the Lisbon Treaty, to be used for all future negotiations, conclusions and parliamentary approval thereof (via consent). Relevant criteria for air agreements with third countries include balanced access to markets and investment opportunities, as well as fair competition in terms of state subsidies, environmental and social standards. I voted in favour.

 
  
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  Rolandas Paksas (EFD), raštu. − Išsamūs oro susisiekimo susitarimai su kaimyninėmis šalimis arba reikšmingais pasauliniais partneriais yra naudingi ne tik krovinių vežimo operatoriams ir oro linijoms, bet ir keleiviams. Visų pirma, dėl tokių susitarimų visoms Sąjungos oro linijoms bus užtikrinamos vienodos teisės. Be to, bus taikomi aukšti skrydžių saugos ir saugumo standartai, kurie yra gyvybiškai svarbūs keleiviams, įgulai ir apskritai visam aviacijos sektoriui. Atsižvelgiant į minėtų susitarimų naudą, manau, kad tikslinga nustatyti bendruosius principus, kurie būtų naudojami vertinant oro susisiekimo susitarimus. Svarbu, kad kiekviename susitarime būtų sušvelninami ar panaikinami naudojimosi rinka ir investavimo galimybių apribojimai, išlaikyti ir sugriežtinti socialiniai ir aplinkosaugos standartai, užtikrinta tinkama duomenų ir privatumo apsauga, nustatytas abipusis saugumo standartų pripažinimas ir išlaikytas aukštas keleivių teisių lygis. Atkreiptinas dėmesys į tai, kad Komisija turi imtis neatidėliotinų veiksmų, kad būtų išspręstas skrydžių virš Sibiro teritorijos klausimas ir pradėtos derybos dėl tarptautinių oro susisiekimo susitarimų su Japonija ir Rusija.

 
  
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  Maria do Céu Patrão Neves (PPE), por escrito. O Tratado de Lisboa, em vigor depois de 1 de Dezembro de 2009, aumentou os casos em que a aprovação do Parlamento é necessária para a conclusão de acordos internacionais. Os acordos sobre serviços aéreos pertencem agora a esta categoria porque abrangem uma área à qual é aplicável o processo legislativo ordinário. Anteriormente, apenas era necessário consultar o Parlamento sobre esses acordos. Face a esta alteração, a Comissão dos Transportes e do Turismo decidiu elaborar um relatório de iniciativa que tem por objectivo definir alguns princípios gerais sobre o modo como os acordos sobre transportes aéreos devem ser avaliados pelo Parlamento Europeu em termos de substância, antes de ser confrontado com a decisão final e de poder apenas aprovar ou rejeitar. Os novos poderes parlamentares previstos no Tratado de Lisboa criam a nova responsabilidade de assegurar que o Parlamento e a sua comissão competente estejam devidamente informados sobre a preparação dos acordos que mais tarde serão chamados a aprovar. A esta obrigação corresponde uma responsabilidade de controlo mais próximo da condução das negociações. As possibilidades identificadas no presente relatório, que voto favoravelmente, podem ser entendidas como uma lista de elementos a adoptar de acordo com as circunstâncias particulares de cada acordo.

 
  
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  Aldo Patriciello (PPE), per iscritto. − Dall'entrata in vigore del trattato di Lisbona, il Parlamento ha rafforzato il suo ruolo nella conclusione di accordi aerei internazionali. La commissione TRAN ha deciso di elaborare una relazione d'iniziativa con l'obiettivo di stabilire alcuni principi generali, in merito alle regole di valutazione degli accordi aerei, da un punto di vista sostanziale, nonché in merito alle procedure che la commissione può adottare per assicurarsi di essere adeguatamente informata nel corso dei negoziati e per poter rendere note le proprie priorità ben prima che venga ad essa richiesto di esprimere un parere per l'approvazione.

Questi accordi si possono dividere in tre tipologie: accordi orizzontali, che allineano i precedenti accordi bilaterali; accordi generali, che mirano a garantire una legale concorrenza e infine accordi di sicurezza, affinché sia garantita un elevato livello di sicurezza dell'aviazione civile. Inoltre si raccomanda una serie di criteri per valutare il loro contenuto, compreso l'accesso equilibrato ai mercati e alle opportunità di investimento, nonché la concorrenza leale, in termini di sovvenzioni statali, ambientali e sociali. Al fine di mantenere il flusso continuo di informazioni, per una miglior analisi dei punti di forza e punti deboli di questi accordi esprimo il mio voto favorevole.

 
  
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  Paulo Rangel (PPE), por escrito. Tendo o Tratado de Lisboa aumentado o leque de competências do Parlamento Europeu em matéria de conclusão de acordos internacionais, revela-se necessário, no processo de redefinição do seu estatuto, oferecer novas formas de enquadramento jurídico da sua actuação. É neste sentido que surge o presente relatório. Passando o Parlamento Europeu a (também) ter competência relativa a Acordos sobre Serviços Aéreos, é importante garantir que lhe sejam disponibilizados meios de informação ao longo do processo de negociação. Na verdade, a sua intervenção não pode limitar-se ao momento final do processo, em que a sua actuação se reduz apenas a assentir ou discordar da solução final, sem encontrar ao seu dispor um leque de indicadores relevantes para tomar uma posição ponderada. Estando assente a necessidade de fazer intervir o Parlamento Europeu ao longo do processo, é ainda necessário chamar a atenção, ainda que em traços gerais, para aspectos como os termos em que a informação é prestada ou os momentos em que deve ser disponibilizada.

 
  
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  Raül Romeva i Rueda (Verts/ALE), in writing. − I voted in favour. The Treaty of Lisbon, which entered into force on 1 December 2009, extended the circumstances in which Parliament’s consent was required for the conclusion of an international agreement. Air agreements now fall within this category because they cover a field to which the ordinary legislative procedure applies. Previously Parliament had only been consulted on such agreements. In view of this change, the Committee on Transport and Tourism decided to draw up an own-initiative report with the aim of setting out some general principles on how air agreements should be evaluated, covering both their substance and the procedures the Committee might adopt to ensure it is well informed throughout the course of negotiations and has an opportunity to express its priorities well before being confronted with the yes/no choice of consent.

 
  
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  Licia Ronzulli (PPE), per iscritto. − La relazione elabora delle linee generali per un'adeguata comunicazione tra Parlamento e Commissione durante l'adozione di accordi aerei internazionali e per la definizione di modalità comuni di valutazione degli accordi stessi. Grazie al trattato di Lisbona, il Parlamento ha ottenuto ulteriori competenze e corrispondenti responsabilità, dovendo ora controllare più da vicino la negoziazione e la conclusione degli accordi aerei. Considerata l'importanza di tali accordi, soprattutto nel garantire migliori servizi ai passeggeri e nuove opportunità agli operatori, è auspicabile che il Parlamento metta al corrente la Commissione delle sue preoccupazioni e dei suoi criteri di valutazione in fase iniziale, senza attendere la conclusione dei negoziati.

 
  
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  Vilja Savisaar-Toomast (ALDE), kirjalikult. − Lugupeetud juhataja, lugupeetud kolleegid! Lissaboni lepinguga anti parlamendile suuremad õigused ning üks neist on see, et rahvusvaheliste lepingute sõlmimiseks on tarvis parlamendi nõusolekut. Transpordi- ja turismikomisjon peab suhteliselt tihti hindama ja menetlema erinevaid lennunduslepinguid. Leian, et käesolev raport aitab ja lihtsustab transpordi- ja turismikomisjoni tööd märkimisväärselt, kuna selles tuuakse välja üldised põhimõtted, kuidas lennunduslepinguid tuleks nii sisu kui ka meetmete osas hinnata.

Täpsemalt aitab käesolev raport selgitada ning lihtsamalt menetleda erinevaid lennunduslepinguid ning osutab, millistele kriteeriumidele tähelepanu juhtida ning milliseid aspekte jälgida. Lisaks aitab käesolev raport käsitleda protsessi, kuidas neid lennunduslepinguid menetleda ning millised etapid on erinevate institutsioonide vahel vajalikud. Leian, et käesolev raport on vajalik ning seetõttu ka toetasin selle raporti vastuvõtmist. Aitäh!

 
  
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  Brian Simpson (S&D), in writing. − This report provides for a framework to be established in order that Parliament can undertake its obligations under the Lisbon Treaty in regard to international air agreements. The Committee on Transport and Tourism were keen to ensure that in dealing with individual agreements with individual sovereign countries, Parliament used the same procedures and guidelines for rapporteurs to work with in order to give us a consistent approach and to give us the opportunity to consider important aspects, including relevant safety and social conditions. I shall be voting in favour and would hope that Parliament can support my report so that the proposed framework can be put into operation

 
  
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  Nuno Teixeira (PPE), por escrito. A entrada em vigor do Tratado de Lisboa institucionalizou novas áreas onde a aprovação do Parlamento Europeu é necessária para a conclusão de acordos internacionais. Os acordos sobre transportes aéreos encontram-se nesta categoria, uma vez que fazem parte do processo legislativo ordinário. Este facto impõe que o PE seja informado regularmente, para uma avaliação concertada de todo o processo de negociação, e possa, simultaneamente, expressar as suas opiniões e prioridades.

O presente relatório contém directrizes sobre como os acordos aéreos devem ser analisados, em termos de conteúdos e de procedimentos a adoptar. São apresentados três tipos de acordos que compreendem objectivos diferenciados, nomeadamente os acordos horizontais, os acordos globais e os acordos de segurança.

Voto favoravelmente este acordo por considerar essencial que a posição assumida pela Comissão Europeia, e sublinhada neste relatório, expresse que o PE deve acompanhar regularmente todo o processo, através de uma partilha de informações, e que, no mínimo de 3 em 3 anos, a Comissão deve apresentar uma análise das vantagens e desvantagens dos acordos já em vigor. A aprovação dos acordos deve ser realizada através de uma relação interinstitucional profícua, que permita às instituições europeias participarem activamente na mesma.

 
  
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  Νίκη Τζαβέλα (EFD), γραπτώς. – Υπερψήφισα την έκθεση του συναδέλφου Brian Simpson με θέμα τις "Διεθνείς συμφωνίες για τις αεροπορικές μεταφορές στο πλαίσιο της Συνθήκης της Λισσαβώνας," λαμβάνοντας υπόψη πως το Κοινοβούλιο πλέον έχει μεγαλύτερο μερίδιο ευθύνης, όσον αφορά τις διαπραγματεύσεις σε διεθνείς συμφωνίες. Επιπρόσθετα, οι συμφωνίες για τις αεροπορικές μεταφορές με τρίτες χώρες βοηθούν στην ανάπτυξη των διεθνών αερομεταφορών και διασφαλίζουν μια ασφάλεια δικαίου.

 
  
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  Angelika Werthmann (NI), schriftlich. Aufgrund der durch den Vertrag von Lissabon neu begründeten Kompetenzen werden dem Europäischen Parlament künftig öfter internationale Luftverkehrsabkommen zur Beurteilung und Genehmigung vorgelegt werden. Der Berichterstatter schlägt daher vor, allgemeine Grundsätze zu erarbeiten, um diese Bewertung zu vereinfachen - aber auch zu verbessern. Obwohl er die Vorzüge derartiger Abkommen grundsätzlich anerkennt, verzichtet der Berichterstatter nicht auf eine differenzierte Herangehensweise und fordert mehrfach einen konstruktiven Dialog zwischen Kommission und Parlament.

 
  
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  Artur Zasada (PPE), na piśmie. − Z zadowoleniem przyjąłem wyniki dzisiejszego głosowania, zwłaszcza z uwagi na fakt, że byłem posłem sprawozdawcą do dokumentu dotyczącego porozumienia lotniczego pomiędzy Unią Europejską a Stanami Zjednoczonymi. Był to dokument o szczególnej wadze. Rynki lotnicze Unii Europejskiej i Stanów Zjednoczonych ujęte łącznie odpowiedzialne są za około 60% światowego ruchu lotniczego. Przyszłe otwarcie rynku dla przedsiębiorstw lotniczych UE i USA w oparciu o niedyskryminacyjne podstawy zaoferuje pasażerom i przewoźnikom w transporcie lotniczym lepsze usługi, przyniesie znaczące korzyści gospodarcze oraz stworzy miejsca pracy. Niestety, Parlament Europejski nie był włączony w negocjacje porozumienia pomiędzy Wspólnotą a USA i ostatecznie nie miał wpływu na treść tego dokumentu. Jest to sytuacja nie do przyjęcia. Zgadzam się z zatem z główną tezą przyjętego dziś sprawozdania pana Simpsona w sprawie międzynarodowych umów o ruchu lotniczym: Parlament Europejski powinien od samego początku być włączony do negocjacji lub co najmniej powinien być informowany o ich postępach.

 
  
  

Σύσταση για τη δεύτερη ανάγνωση: Saïd El Khadraoui (A7-0171/2011)

 
  
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  Luís Paulo Alves (S&D), por escrito. Aprovo o presente relatório, tendo em consideração os novos elementos que foram introduzidos pelo Conselho, nomeadamente no que se refere a earmarking, mais transparência e iniciativas para renovação das frotas, a capacidade do veículo e as possibilidades de uma mais eficiente variação de infra-estrutura. A Eurovinheta III irá permitir aos Estados-Membros – se optarem por tal – taxar os usuários rodoviários pelos custos externos (poluição, ar, barulho) de modo a que os poluidores-pagadores sejam introduzidos nos transportes rodoviários. Em antecipação ao Livro Branco, a legislação agora prevista obriga os Estados-Membros e a Comissão a tomarem os próximos passos para um sistema de transporte mais sustentável e interoperacional, um sistema de taxação harmonizado e mais internalização de custos externos.

 
  
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  Sophie Auconie (PPE), par écrit. – Avec le projet de directive relative à la taxation des poids lourds pour l'utilisation de certaines infrastructures ("Eurovignette"), les États membres auront désormais la possibilité de taxer la pollution atmosphérique et sonore du transport routier. Cette mesure, appliquant le principe de « pollueur-payeur », vise à inciter au renouvellement progressif des camions qui circulent sur nos routes. Elle pourra représenter également une nouvelle source de financement pour les transports plus propres comme le ferroviaire et le fluvial. J'ai donc soutenu le rapport de Saïd El Khadraoui. Toutefois j'appelle les Etats membres à faire preuve de mesure lorsqu'ils mettront en place l'eurovignette : celle-ci ne doit pas mettre en péril la bonne santé commerciale et financière des entreprises de transport ou des entreprises qui ont recours au transport.

 
  
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  Liam Aylward (ALDE), i scríbhinn. − Is é an líonra bóithre a úsáidtear le formhór na n-earraí Éireannacha a dhíoltar ar mhargadh an AE a iompar agus, dá bhrí sin, vótáil mé i gcoinne na mbeart a moladh sa tuarascáil seo, toisc go gcuirfidís costas ró-throm ar iompróirí, ar onnmhaireoirí agus ar tháirgeoirí Éireannacha. Tá táillí i gceist le Treoir an Eurovignette cheana féin, ach níl iallach ar na Ballstáit na táillí seo a ghearradh. Tá an Eurovignette i bhfeidhm faoi láthair ar 15 000 km de mhótarbhealaí Eorpacha, leath de mhótarbhealaí an AE a bhfuil dola orthu san áireamh. Cé go bhfuilim i bhfabhar aghaidh a thabhairt ar thruailliú aeir agus fuaime agus daoine a spreagadh chun feithiclí níos glaine a úsáid, dá leathnófaí an Treoir seo agus dolaí don truailliú fuaime agus aeir a chur san áireamh, bheadh iompróirí Éireannacha a thógann onnmhairí Éireannacha chun na hEorpa thíos go mór leis.

Déantar onnmhairiú idirnáisiúnta ar mhéid mór earraí Éireannacha agus d’fhéadfadh na costais bhreise a mholtar sa tuarascáil dochar as cuimse a dhéanamh do chuideachtaí onnmhairithe agus iompair na hÉireann, agus d’fhéadfadh gur bhuille marfach a bheadh ann do na gnóthais bheaga sin nach bhfuil ach corrlach brabúis beag á dhéanamh acu faoi láthair.

 
  
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  Zigmantas Balčytis (S&D), raštu. − Balsavau už šią per antrąjį svarstymą pateiktą Tarybos ir Parlamento bendrąją poziciją dėl „Eurovinjetės“ direktyvos. Pagrindiniai direktyvos tikslai − sudaryti sąlygas valstybėms narėms taikyti kelių naudotojams mokesčius už tam tikras išorines sąnaudas, t. y. taikyti principą „teršėjas moka“, taip pat suteikti valstybėms narėms papildomų galimybių padaryti savo nacionalines kelių rinkliavų sistemas efektyvesnes. Pritariu aplinkos taršos mažinimo tikslams ir „teršėjas moka“ principo įgyvendinimui kelių transporto srityje. Taip pat palaikiau siūlymą, kad iš „eurovinjetės“ mokesčio gautos pajamos būtų skiriamos investicijoms į kelių infrastruktūrą bei naudojamos siekiant didinti transporto tvarumą. Tvaraus transporto skatinimas yra esminis bendrosios transporto politikos elementas. Tuo tikslu turėtų būti mažinama transporto įtaka klimato kaitai ir jo neigiamas poveikis, ypač grūstys, kliudančios judumui, bei oro ir akustinė tarša, daranti žalą sveikatai bei aplinkai.

 
  
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  Jean-Luc Bennahmias (ALDE), par écrit. – Si je salue l'accord qui a été trouvé sur la directive Eurovignette, je suis néanmoins loin d'être pleinement satisfait. En entérinant le compromis trouvé entre le Parlement et le Conseil, nous mettons fin à de longues années de négociations. Certes il s'agit d'un pas dans la bonne direction mais c'est un accord a minima qui manque de contraintes ! En effet, les Etats auront seulement la possibilité mais aucunement l'obligation de faire payer les poids lourds pour les couts externes qu'ils engendrent. Il n'en reste pas moins que l'idée est lancée et c'est là le vrai point positif qui me permet de voter pour le compromis. En instaurant le principe du pollueur-payeur pour les poids lourds, la directive ouvre la voie à la reconnaissance dans nos politiques publiques de l'internalisation des coûts externes engendrés par les transports. Le principe de la transparence des recettes et des investissements est également acté ce qui, espérons le, sera un précédent dans l'évaluation des politiques publiques: les Etats devront en effet faire rapport à la Commission régulièrement. On regrettera tout de même le faible seuil d'affectation des recettes aux RTE (15%). Et il nous faudra veiller à l'application de l'engagement qu'ont pris les Etats d'investir les recettes dans les projets durables.

 
  
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  Sergio Berlato (PPE), per iscritto. − La relazione oggi in discussione è di particolare importanza perché prevede la modifica della direttiva 1999/62/CE relativa alla tassazione di autoveicoli pesanti adibiti al trasporto di merci su strada. Ritengo che l’impostazione della proposta di nuova direttiva, frutto del compromesso fra Presidenza ungherese, Commissione e Parlamento, sia fortemente dannosa per l'economia italiana, che trasporta circa un terzo – ovvero circa 200 miliardi di euro l’anno – di tutto l’interscambio commerciale sulle strade europee.

A seguito dell'attuazione della direttiva nei paesi europei di transito, le merci importate ed esportate dall'Italia sarebbero le più esposte ad essere gravate da ulteriori oneri. Condivido la posizione fortemente critica del governo italiano secondo cui, in un periodo di grande difficoltà economica come quello attuale, la scelta politica di colpire una categoria economica portante del nostro mercato non è certamente lungimirante. A mio avviso le piccole aperture attenute in sede di compromesso non incidono in modo decisivo su un impianto fortemente negativo sia per il sistema Italia sia per il comparto dell'autotrasporto. Inoltre, l'efficacia del provvedimento non è dimostrata: il trasporto su strada, e i suoi costi in termini di produzione di inquinamento, continueranno a crescere fino a quando non verrà costituita una rete infrastrutturale intermodale.

 
  
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  John Bufton (EFD), in writing. − I voted against this amendment as it is imperative that the Commission is not permitted to establish revenue-raising capabilities, even via an indirect charge, particularly without the unanimous assent of the Council. In the UK we do not currently subscribe to the Eurovignette scheme. However, the Westminster Government is looking into rolling out HGV charges in accordance with European law by 2015. The Commission, however, has reserved the right to make the carbon charge obligatory by 2013. I do not wish to see UK citizens in any way contributing to any form of EU tax.

 
  
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  Maria Da Graça Carvalho (PPE), por escrito. A imposição de uma taxa aos veículos pesados é uma medida que penaliza os países periféricos da União Europeia, como a Grécia, a Itália, a Espanha e Portugal, que por sua vez são em grande parte os mais afectados pelo contexto de crise financeira (que se transformou nestes países numa crise orçamental e económica). Atendendo ao acima exposto, voto contra o documento apresentado, pois considero injusta a desigual incidência de tais taxas, uma vez que seria nos países periféricos que obteria a maior parte das receitas, em benefício dos países da Europa Central.

 
  
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  George Sabin Cutaş (S&D), în scris. − Am votat împotriva raportului El Khadraoui privind taxarea vehiculelor grele de marfă deoarece propunerea permite introducerea de bariere tarifare care vor crește costurile operatorilor de transport din statele membre periferice. Directiva va îngădui, de asemenea, statelor membre să ofere compensații în schimbul acestor taxe, ceea ce ar putea duce la distorsionarea competiției dintre operatorii europeni proveniți din state membre diferite.

 
  
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  Marielle De Sarnez (ALDE), par écrit. – Le Parlement vient de donner son accord aux nouvelles règles de taxation du transport par route permettant ainsi de garantir le développement et le financement d'une politique des transports plus adaptée aux exigences environnementales en termes de pollution et de bruit. Si les transporteurs routiers devront désormais payer pour la pollution atmosphérique et sonore que les camions génèrent, les Etats membres, en contrepartie, auront l'obligation de réinvestir les recettes obtenues par cette redevance dans les réseaux de transports transeuropéens et, surtout, dans des systèmes de transport plus performants, et moins polluants. Cette taxation est un pas en avant mais n'est pas suffisante. Il est temps que les Etats membres s'engagent à mener une véritable politique de développement du fret et ainsi utiliser de façon cohérente l'ensemble des infrastructures du transport ferroviaire et routier.

 
  
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  Anne Delvaux (PPE), par écrit. – Le Parlement européen a approuvé aujourd'hui à une large majorité la révision de la directive Eurovignette. Le texte prévoit que les poids lourds paieront pour la pollution atmosphérique et les nuisances sonores. L'accord entériné ce jour autorise en effet les États membres à facturer aux transporteurs routiers le coût de la pollution atmosphérique et sonore, en plus du prix de l'utilisation des infrastructures autoroutières.

Si cette révision est importante, elle ne représente pourtant qu'un petit pas dans la bonne direction. Car la réglementation est non-contraignante! J'attends donc encore de nouvelles propositions qui rendent obligatoires ces nouvelles mesures en y incluant le coût de tous les dommages causés à l'environnement et qui étendent le principe de pollueur-payeur à tous les modes de transport.

Le texte insiste également pour que les revenus de prélèvement de péage soient effectivement utilisés. Sur ce point, le Parlement a obligé les États membres à investir une partie des rendements du prélèvement de péage dans l'amélioration de l'infrastructure de circulation et de la mobilité. Il faudrait également pouvoir étendre ces prélèvements à des projets comme la réduction de la pollution de l'air voir la nuisance sonore.

 
  
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  Edite Estrela (S&D), por escrito. Votei contra o relatório sobre "imposições aos veículos pesados de mercadorias" porque considero que a aplicação de taxas de utilização de infra-estruturas poderá ter repercussões negativas para a economia europeia, em particular nos países periféricos. Tendo em conta que, no sector dos transportes rodoviários, são já aplicados vários impostos e taxas, nomeadamente os impostos especiais de consumo sobre os combustíveis, e considerando a actual conjuntura económica, penso que a internalização dos custos do sector deveria ser ponderada, de modo a poder merecer um consenso mais alargado entre os diversos agentes abrangidos por estas medidas.

 
  
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  Diogo Feio (PPE), por escrito. A revisão da Directiva Eurovinheta obriga a que os veículos pesados de mercadorias que circulam nas auto-estradas europeias fiquem sujeitos ao princípio do poluidor-pagador, permitindo que os Estados-Membros possam incluir os custos da poluição sonora e atmosférica nas portagens nacionais. O custo adicional médio deverá situar-se entre os três e os quatro cêntimos por veículo/quilómetro. Este princípio, num momento em que a economia europeia está fragilizada e em que a competitividade é mais necessária do que nunca, pode servir para tornar ainda mais caro o transporte de mercadorias, sobretudo para os países periféricos, para os quais ao preço do bem se somam os custos de transporte, que não apenas já são forçados a internalizar os custos com combustíveis como agora terão que fazer o mesmo com os custos adicionais nas portagens, perdendo, assim, competitividade. Sem pretender menorizar a questão ambiental, este não me parece, porém, o momento de onerar as empresas europeias com mais uma taxa.

 
  
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  José Manuel Fernandes (PPE), por escrito. A imposição de uma taxa aos veículos pesados é uma medida que penaliza os países periféricos da União Europeia e constitui, simultaneamente, uma receita adicional nos países da Europa Central. O texto resultante do trílogo é menos negativo para Portugal do que a proposta saída da Comissão dos Transportes e do Turismo (TRAN), pois reduz a taxa de variação para 175 % e o pico horário de taxação para cinco horas, prolongando a isenção dos veículos menos poluentes por mais 1 ano (passa a ser por 4 anos). Porém, a imposição desta taxa continuará a ser uma realidade e trará um acréscimo dos custos existentes para os países periféricos da União Europeia. Estas novas disposições da Directiva Eurovinheta, permitirão que os Estados-Membros incorporem nas portagens cobradas aos veículos pesados de mercadorias, para além do custo da utilização da infra-estrutura, um montante correspondente ao custo da poluição sonora e atmosférica originada pelo tráfego. Este custo adicional médio deverá ser de três a quatro cêntimos por veículo/quilómetro. Os veículos menos poluentes ficarão isentos. Pelo facto de considerar que os Estados-Membros periféricos são prejudicados, votei contra a proposta deste relatório.

 
  
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  João Ferreira (GUE/NGL), por escrito. A enorme dependência do modo de transporte rodoviário é um problema real (em Portugal, a dependência deste tipo de transporte é ainda superior à média da UE). Seja por razões de ordem ambiental e de saúde pública, devido aos elevados níveis de poluição que lhe estão associados, seja também por razões de natureza energética, que se prendem com a escassez progressiva do petróleo e com a dificuldade acrescida de acesso a esta matéria-prima. É essencial por isso promover uma diversificação dos modos de transporte de mercadorias, particularmente com uma aposta forte no transporte ferroviário. Lamentavelmente, esta aposta não só não tem sido feita, como em alguns países – como é o caso de Portugal – aquilo a que temos assistido é ao desinvestimento neste tipo de transporte. Desinvestimento que se tende a acentuar na sequência de processos de liberalização e de privatização. O relatório em causa, abordando algumas destas questões, mais não faz do que procurar impor uma nova tributação sobre os veículos pesados de mercadorias (a somar às actualmente existentes – algumas recentemente aumentadas em Portugal), de eficácia duvidosa quanto à efectiva prossecução dos objectivos enunciados, e representando um encargo adicional, cujos efeitos, em face da actual crise económica e social, poderão gerar situações liquidatárias para muitas empresas.

 
  
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  Ilda Figueiredo (GUE/NGL), por escrito. Sabemos que a enorme dependência do modo de transporte rodoviário é um problema real (em Portugal, a dependência deste tipo de transporte é ainda superior à média da UE). É preciso alterar esta situação, seja por razões de ordem ambiental e de saúde pública, devido aos elevados níveis de poluição que lhe estão associados, seja também por razões de natureza energética, que se prendem com a escassez progressiva do petróleo e com a dificuldade acrescida de acesso a esta matéria-prima.

É essencial, por isso, promover uma diversificação dos modos de transporte de mercadorias, particularmente com uma aposta forte no transporte ferroviário. No entanto, esta aposta não só não tem sido feita, como, em alguns países – como é o caso de Portugal – aquilo a que temos assistido é ao desinvestimento neste tipo de transporte, o que se tende a acentuar na sequência de processos de liberalização e de privatização.

Este relatório aborda algumas destas questões, mas, depois, limita-se a procurar impor uma nova tributação sobre os veículos pesados de mercadorias (a somar às actualmente existentes – algumas recentemente aumentadas em Portugal, como as portagens nas SCUT), de eficácia duvidosa quanto à efectiva prossecução dos objectivos enunciados, e representando um encargo adicional, cujos efeitos, em face da actual crise económica e social, poderão gerar situações liquidatárias para muitas empresas.

 
  
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  Monika Flašíková Beňová (S&D), písomne Od prijatia stanoviska Európskeho parlamentu k smernici Eurovignette III v prvom čítaní uplynul istý čas. Smernica by mala umožniť členským štátom – ak si to želajú - vyberať od užívateľov ciest poplatky za niektoré (obmedzené) externé náklady, a to tak, aby sa v odvetví cestnej dopravy konečne zaviedla tzv. zásada „znečisťovateľ platí“.

Poskytne tiež členským štátom dodatočné možnosti na zvýšenie účinnosti vnútroštátnych systémov vyberania cestných poplatkov, čo predstavuje lepší nástroj riadenia dopytu v odvetví dopravy. Tieto ciele potvrdilo stanovisko Rady a teraz je žiaduce zo strany Komisie podniknúť také kroky, ktoré by viedli k trvalo udržateľnému rozvoju dopravy, súčinnosti, harmonizovanému systému poplatkov a ďalšej internalizácii externých nákladov.

 
  
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  Pat the Cope Gallagher (ALDE), in writing. − The reality is that this proposal will have a disproportionate impact upon the peripheral Member States in the European Union, such as Ireland, as centrally located Member States have the option of switching to rail. It is estimated by the Irish Exporters Association that a truck travelling from Ireland to mainland Europe via Holyhead and Dover will incur a road use charge of EUR 120 and an external cost of EUR 30. Therefore, a roundtrip will incur a fee of EUR 300 as a result of this legislation. The main export sectors that will be affected include pharmaceuticals, ICT, medical devices, dairy and other food products. Moreover, the road haulage sector employs over 30 000 people in Ireland. The bottom line is that these new charges will increase the cost of transporting Irish exports into European markets. I voted against this report as the EU should be seeking ways to improve our competitiveness in line with the Europe 2020 strategy instead of introducing legislation which threatens our competiveness.

 
  
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  Roberto Gualtieri (S&D), per iscritto. − Il voto favorevole dell'Aula alla direttiva sui pedaggi al trasporto su strada rappresenta un passo in avanti per la tutela della salute dei cittadini europei, e un impegno a ridurre gli effetti nocivi dell'inquinamento del trasporto merci su strada. Introducendo il principio del "chi inquina paga", per la prima volta in questo settore, si vuole così incoraggiare un trasporto più sostenibile e sicuro, favorendo quindi alternative come il trasporto su rotaia. Sulla base del compromesso raggiunto, bisogna tuttavia tenere anche in considerazione la tutela dell'autotrasporto, senza penalizzare eccessivamente questo settore. E' quindi necessario che gli Stati membri si impegnino ad utilizzare in maniera efficace gli introiti derivanti dall'Eurovignetta, ad esempio investendo per migliorare la rete infrastrutturale e incentivando l'impiego di veicoli per il trasporto su strada meno inquinanti, per far sì che i benefici della direttiva vadano a vantaggio di tutti i settori coinvolti.

 
  
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  Sylvie Guillaume (S&D), par écrit. – J’ai voté en faveur du rapport de mon collègue Saïd El Khadraoui sur la révision de la législation européenne de l’Eurovignette, qui permettra la taxation des poids lourds. Pour la première fois, le principe « pollueur-payeur » va s’appliquer aux transports routiers et les poids lourds pourront être taxés pour les nuisances sonores et la pollution de l’air lorsqu’ils emprunteront les autoroutes de l’Union Européenne. Une initiative innovante que je salue, puisqu’elle permet de prendre en compte le coût environnemental et social, et ne se limite pas uniquement au coût des infrastructures. On peut regretter néanmoins que l’ambition du Parlement européen sur des exigences environnementales fortes ait été freinée par le Conseil des ministres, sous prétexte de coûts additionnels trop importants. Malgré tout, ce rapport est un véritable pas en avant en matière d’environnement.

 
  
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  Juozas Imbrasas (EFD), raštu. − Pritariau šiam dokumentui, kadangi šio dokumento tikslas yra apmokestinti sunkiasvores transporto priemones priklausomai nuo to, kuriuo paros metu jos važiuoja, piko valandomis ar ne, taip pat priklausomai nuo skleidžiamo garso ir variklio tūrio. Mažiausiai 15 proc. iš mokesčių surinktų pinigų investuojami į kitus projektus, susijusius su CO2 mažinimu. Gerai, kad mes esame pasiryžę šiandien mažinti klimato kaitą, kad kelių transporto srityje pagaliau siekiame taikyti principą „teršėjas moka“. Neabejoju, kad tai suteiks valstybėms narėms papildomų galimybių padaryti savo nacionalines kelių rinkliavų sistemas veiksmingesnes, t. y. bus galima sukurti veiksmingesnę transporto poreikių valdymo priemonę. Tačiau, vis dėlto manau, kad šios priemonės yra ekonomiškai naudingos bei palankios tik kelioms centrinėms, tranzitinėms Europos Sąjungos valstybėms narėms, užtat visiškai nepalankios arba daug mažiau palankios nemažai daliai Europos Sąjungos valstybių narių, esančių prie išorinių Europos Sąjungos sienų tiek rytuose, tiek pietuose, tiek vakaruose, tiek šiaurėje. Todėl manau, kad mums šį aspektą vertėtų visapusiškai įvertinti, dar kartą pasverti ir tik tada priiminėti.

 
  
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  Jarosław Kalinowski (PPE), na piśmie. − Chciałbym wyrazić swoje pełne poparcie dla dyrektywy dotyczącej pobierania opłat od pojazdów ciężarowych. Szczególnie chciałbym wesprzeć zapis bardzo istotny dla europejskiego środowiska. Mam nadzieję, że niższe opłaty dla samochodów mniej zanieczyszczających powietrze zmotywują pozostałych właścicieli firm transportowych do unowocześnienia swojej floty. Także uprawy znajdujące się w obszarze dróg często uczęszczanych byłyby znacznie mniej narażone na zanieczyszczenie spalinami. Za pozytywny aspekt uważam również podwyższenie opłat za przejazd w godzinach szczytu. Dzięki tym ograniczeniom uzyskamy większe bezpieczeństwo na drodze oraz komfort jazdy dla wszystkich użytkowników dróg. Z powodu tego ograniczenia polepszy się również stan infrastruktury, która ulega największej destrukcji właśnie w godzinach największego natężenia ruchu.

 
  
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  Giovanni La Via (PPE), per iscritto. − Signor Presidente, ho votato contro il testo di compromesso proposto che risulta essere conforme alla posizione del governo italiano, che già nel Consiglio dell'UE aveva avuto modo di esprimersi in maniera contraria a tale ipotesi. Imporre un ulteriore sistema di tassazione per gli autotrasportatori significa infliggere un colpo molto pesante ad un settore che in Italia rappresenta una colonna portante del nostro sistema commerciale. Aggravare i costi per tali categorie significa aumentare gli oneri per la collettività e penalizzare le nostre merci che risultano, pertanto, meno appetibili sul fronte della domanda. Non ritengo che tale compromesso sia la giusta soluzione in special modo per un territorio, quale ad esempio quello italiano, area di partenza di flussi di trasporto che sono fonte di ricchezza per il nostro sistema paese e che bisogna salvaguardare individuando adeguati strumenti per combattere l'inquinamento atmosferico e acustico, ma che tengano in necessaria considerazione le sue peculiarità strutturali e logistiche.

 
  
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  Agnès Le Brun (PPE), par écrit. – J'ai voté pour la résolution sur la taxation des poids lourds car elle entérine un accord difficile sur la révision de la "Directive eurovignette". Cette directive de 1999, révisée en 2006, vise à harmoniser la taxation des poids lourds. La révision adoptée constitue un premier pas en matière d'internalisation des coûts externes dans le transport routier et donc vers une application concrète du principe « pollueur-payeur ». La pollution atmosphérique et sonore due au trafic sera ainsi taxée, de manière électronique, à raison de 3 à 4 cents par kilomètre en fonction de la classe Euro du véhicule, du lieu et du taux d'encombrement. Cette révision permet désormais de mieux gérer le trafic grâce à l'augmentation des redevances en période de pointe (maximum 175% sur 5h) mais prévoit également de les diminuer d'autant en période creuse afin de ne pas pénaliser financièrement les entreprises de transport routier. Enfin la résolution incite les États membres à utiliser l'argent récolté de manière à financer certains types de projets de transport durable.

 
  
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  Bogdan Kazimierz Marcinkiewicz (PPE), na piśmie. − Szanowny Panie Przewodniczący! Głosowałem za eurowinietami, ponieważ uważam, że rozwiązania tego typu są w stanie zapewnić pełne zharmonizowanie europejskiego systemu nakładania opłat na pojazdy ciężarowe, ułatwiając tym samym sprawny przejazd przez państwa członkowskie, unikając zbędnych opóźnień. Moim zdaniem wpisanie zasady „zanieczyszczający płaci” zapewni ograniczenie zanieczyszczenia oraz hałasu wywołanego przez pojazdy ciężarowe niewyposażone w silniki zgodne z normą Euro V i VI, które nie podlegają opłatom drogowym. Dodatkowo ustanowiona zasada, że w ramach pobranych opłat państwa członkowskie będą mogły określać wykorzystanie uzyskanych środków z przychodów, ale co najmniej 15% wpływów powinno trafić na wsparcie finansowe dla projektów TEN-T, zapewni zwiększanie zrównoważonego charakteru transportu.

 
  
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  David Martin (S&D), in writing. − I voted for this report revising ‘Eurovignette’ road haulage tax rules, which will make it possible for Member States to charge hauliers for air and noise pollution costs, in addition to motorway tolls. This directive will ensure that revenue from these charges is used to improve the performance of transport systems and cut pollution.

 
  
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  Clemente Mastella (PPE), per iscritto. − La direttiva 1999/62/CE relativa alla tassazione di autoveicoli pesanti adibiti al trasporto di merci su strada per l'uso di talune infrastrutture, consente agli Stati membri, se lo desiderano, di addebitare agli utenti della strada anche alcuni costi esterni avendo in questo modo ulteriori possibilità di incrementare l'efficienza dei propri sistemi di pedaggio nazionali e disponendo così di un miglior strumento di gestione della domanda di trasporto. Siamo dell'idea che in un periodo di grande difficoltà economica, la scelta di colpire una categoria economica portante del nostro mercato al mero scopo di fare cassa non rappresenta una scelta politica particolarmente lungimirante. Inoltre, lo strumento così individuato, penalizza in modo inaccettabile gli Stati geograficamente più periferici, paesi d'origine, di partenza o di arrivo delle merci, a tutto vantaggio dei paesi "centrali" e di transito. Infine, nell'elaborazione del principio non si tiene conto dell'impatto di questo provvedimento sui flussi di traffico e quindi sulle concessioni già in essere, con il conseguente rischio di spostare altrove tali traffici. L'efficacia del provvedimento non è dimostrata: il trasporto su strada ed i suoi costi in termini di inquinamento continueranno a crescere: questo è il motivo della nostra posizione contraria, come Delegazione Italiana del PPE.

 
  
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  Marisa Matias (GUE/NGL), por escrito. Esta directiva prevê que os Estados-Membros incorporem nas portagens cobradas aos veículos pesados de mercadorias, para além do custo da utilização da infra-estrutura, um montante correspondente ao custo da poluição sonora e atmosférica originada pelo tráfego. Considero que o princípio poluidor-pagador não é uma solução que se limita a entregar ao mercado a decisão. Autorizar e legitimar a poluição caso seja economicamente viável para a empresa não é um caminho para a sustentabilidade. Considero que a prioridade da União Europeia deve ser impor medidas mais restritas a nível da poluição dos transportes rodoviários pesados e apostar decisivamente no transporte ferroviário de mercadorias. Esta directiva, sem resolver o problema da poluição, agrava a desigualdade entre Estados-Membros, ao colocar um maior ónus sobre os países periféricos como Portugal, que são exportadores, mas não são países de atravessamento. Por estes motivos votei contra.

 
  
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  Jean-Luc Mélenchon (GUE/NGL), par écrit. – Ce rapport a le mérite de réclamer des comptes aux États membres. Sur les cadeaux qu'ils font aux constructeurs automobiles de petits camions d'abord. C'est une bonne chose car ces pratiques irresponsables doivent cesser. Sur l'affectation des recettes de l'eurovignette ensuite. Là aussi, l'opacité ne peut être la règle! Ces recettes devraient être exclusivement vouées à des politiques écologiques. Il est cependant regrettable que le texte s'arrête en si bon chemin. Il n'y a presque rien sur le cadeau fait aux constructeurs de véhicules Euro VI. Pire: l'inclusion de l'eurovignette dans le marché carbone est promue. Je vote pour ce texte pour encourager les efforts et valider l'idée d'eurovignette tout en regrettant ces deux graves manquements.

 
  
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  Nuno Melo (PPE), por escrito. As preocupações de ordem ambiental nunca podem ser postas em causa. No entanto, não podem ser desenquadradas das questões económicas, ainda para mais no momento de crise que ainda atravessamos e que continua a fustigar os países do Sul da Europa, nomeadamente o meu país, Portugal. Assim sendo, não posso estar de acordo com a aprovação do princípio do poluidor-pagador, pois esta situação vai prejudicar enormemente os industriais do sector do transporte de mercadorias dos países periféricos, nomeadamente de Portugal, em detrimento dos países mais ricos da Europa Central e do Norte.

 
  
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  Alexander Mirsky (S&D), in writing. − Eurovignette III will allow Member States – if they so wish – to charge road users for external costs (air, noise, pollution), so that finally the ‘polluter pays’ principle is introduced in road transport. Taking into account that the tax system is opaque and irrational I voted against.

 
  
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  Andreas Mölzer (NI), schriftlich. In Zeiten zunehmender Globalisierung, in der auch das Verkehrsaufkommen massiv steigt, ist es gerade Mitgliedstaaten, die über sensible Regionen wie etwa im Bereich des Alpentransits verfügen, ein Anliegen, bestimmte externe Kosten Straßennutzern nach dem Verursacherprinzip in Rechnung zu stellen. Gleichzeitig soll damit auch ein Instrument zur besseren Steuerung der Verkehrsnachfrage entstehen. Im vorliegenden Bericht wird ein pragmatischer Ansatz verfolgt, um die vielen verschiedenartigen Wünsche unter einen Hut bringen zu können. In diesem Zusammenhang dürfen jedoch auch die diversen Initiativen für freie Fahrt von sogenannten Giga- oder Megalinern nicht übersehen werden, die mit hohen Infrastrukturkosten einhergehen. Ebenso gilt es, das bis dato eher reine Lippenbekenntnis zur Verlagerung des Güterverkehrs von der Straße auf die Schiene zu beachten. Diese Faktoren sollte man auch bei der im Vorschlag angeführten Zweckbindung der Einnahmen aus den Infrastrukturgebühren nicht vergessen. Hinsichtlich der Anreize für die Flottenerneuerung gilt es auch zu bedenken, dass wir nicht einerseits unsere heimischen Frachter und Flottenbesitzer einseitig mit strengen Umwelt- und Sicherheitsvorschriften belegen dürfen und die Billig-Konkurrenz dann mit stinkenden Schrott-Fahrzeugen über die Grenze kommt. Da der Bericht hier aber durchaus vernünftig argumentiert, habe ich dafür gestimmt.

 
  
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  Claudio Morganti (EFD), per iscritto. − Signor Presidente, onorevoli colleghi, ho voluto esprimere il mio voto negativo su questa proposta poiché andrebbe ad avere un impatto fortemente negativo soprattutto sulle imprese più piccole di autotrasporti. È sicuramente giusto combattere l'inquinamento e cercare di decongestionare il traffico, ma l'introduzione di un ulteriore aggravio fiscale non mi pare certo la soluzione migliore; con l'applicazione di questo "eurobollo" è molto probabile che riescano a sopravvivere solamente le imprese più grandi di autotrasporto, ovvero quelle che hanno maggiori risorse a disposizione.

Numerose piccole imprese, soprattutto in Italia, rischiano di dover uscire dal mercato poiché gli oneri da sostenere diventerebbero eccessivi, e questo avrebbe sicuramente un pesante impatto anche dal punto di vista occupazionale. L'augurio che mi faccio quindi è quello che altri paesi europei seguano la linea del governo italiano, che ha già confermato che non applicherà questa misura: la crisi ha fortemente danneggiato il settore dell'autotrasporto e questa nuova tassa non credo certo sia di grande aiuto per una sua ripresa.

 
  
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  Rolandas Paksas (EFD), raštu. − Nepritariu pasiūlymui apmokestinti sunkiasvorių krovinių transporto priemones pagal skleidžiamą triukšmą bei taršą. Manau, kad netikslinga sukurti dar vieną papildomą mokestinę naštą vežėjams, kurie labai stipriai nukentėjo nuo finansų krizės. Nustatant mokestį bus atsižvelgiama ne tik į kelių infrastruktūros kaštus, automobilio taršos kategoriją bei važiavimo trukmę, bet ir į užterštumo, triukšmo lygį bei transporto kamščius. Be to, mokestis bus taikomas ne tik transeuropiniams tinklams priklausančiuose greitkeliuose, bet ir kituose greitkeliuose bei svarbiuose keliuose. Atkreiptinas dėmesys į tai, kad toks reguliavimas turės neigiamos įtakos Europos kelių vežėjų pajamoms, didins krovinių pristatymo terminus. Dėl minėtų priežasčių didės vežimo kaštai ir krovinių vežimo kaina. Be to, nustatyta rinkliava gali žymiai sumažinti kelių transporto paklausą.

 
  
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  Alfredo Pallone (PPE), per iscritto. − La nuova direttiva Eurovignette, con l'obiettivo di incentivare l'attuazione di sistemi di tariffazione armonizzati tra gli Stati membri per un miglioramento dell'efficienza e della performance ambientale del trasporto di merci su strada, finisce per penalizzare alcuni Stati periferici, come l'Italia, che sono destinazioni di partenza o di arrivo delle merci; per questo ho votato contro la relazione che modifica la direttiva del 1999. Invece di aumentare la concorrenza e stabilire regole comuni per il mercato interno, la nuova direttiva falsa il gioco della concorrenza a vantaggio di alcuni Stati, che sono posti al centro del traffico autotrasportato in Europa. Con il pretesto della riduzione delle emissioni di CO2 si pone in essere una tassazione che dovrebbe scoraggiare il trasporto su strada a vantaggio di quello ferroviario e dell'intermodalità. La direttiva, così come concepita, rappresenta un forte danno per tutto il sistema dell'autotrasporto, in un momento di stagnazione economica in cui sarebbe necessario attuare misure volte al rilancio del settore

 
  
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  Maria do Céu Patrão Neves (PPE), por escrito. O presente relatório apresenta uma abordagem pragmática para não perder mais tempo com a aprovação da denominada Directiva Eurovinheta III, relativa à aplicação de imposições aos veículos pesados de mercadorias pela utilização de certas infra-estruturas. Pretende-se alcançar o melhor compromisso possível no seio do Parlamento e com o Conselho. As alterações propostas são o resultado de consultas com os grupos políticos. Nestes termos, votei favoravelmente o presente relatório, que permitirá aos Estados-Membros – se assim o entenderem – cobrar também aos utilizadores das estradas alguns custos externos (limitados), a fim de introduzir o princípio do poluidor-pagador nos transportes rodoviários. Também dará aos Estados-Membros possibilidades adicionais para tornarem mais eficientes os respectivos sistemas de tarifas rodoviárias nacionais, o que significa um melhor instrumento de gestão da procura nos transportes. Estes objectivos foram confirmados pela posição do Conselho. De salientar a proposta de reserva das receitas de custos externos e infra-estruturas para serem usadas, em particular, nos transportes sustentáveis e nas redes transeuropeias. Uma reserva eficaz das receitas (que aumente a responsabilização e a transparência) não só irá aumentar a aceitação pública como também assegurar a redução dos custos externos dos transportes rodoviários.

 
  
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  Aldo Patriciello (PPE), per iscritto. − Signor Presidente, con la modifica della direttiva 1999/62/CE gli Stati membri, potranno addebitare agli utenti della strada anche alcuni costi esterni (contenuti) così da introdurre in maniera definitiva il principio "chi inquina, paga" nel trasporto stradale; questi Stati avranno ulteriori possibilità di incrementare l'efficienza dei propri sistemi di pedaggio nazionali, disponendo così di un miglior strumento di gestione della domanda di trasporto. Per questo i prezzi strada a pedaggio per il settore dei trasporti rifletteranno il costo dell'inquinamento acustico e atmosferico, nonché i costi di infrastruttura.

Questi costi terranno sempre conto di alcune eccezioni, purché lo Stato che le richiede disponga di una buona giustificazione. Ci saranno incentivi per promuovere il rinnovo della flotta dei mezzi pesanti, deroghe per i mezzi pesanti con motori che inquinano di meno e infine il prezzo del pedaggio potrà variare a seconda dell'orario di transito. Questo per far si che i mezzi pesanti possano evitare alcuni tratti stradali nelle ore di punta. Il denaro ricavato da quest'aumento del pedaggio dovrà essere reinvestito in infrastrutture di trasporto con almeno il 15% inizialmente essere destinato a progetti di trasporto transeuropei. Per questi motivi e per una migliore viabilità europea esprimo il mio voto favorevole.

 
  
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  Miguel Portas (GUE/NGL), por escrito. Esta directiva prevê que os Estados-Membros incorporem nas portagens cobradas aos veículos pesados de mercadorias, para além do custo da utilização da infra-estrutura, um montante correspondente ao custo da poluição sonora e atmosférica originada pelo tráfego. Considero que o princípio poluidor-pagador não é uma solução que se limita a entregar ao mercado a decisão. Autorizar e legitimar a poluição caso seja economicamente viável para a empresa não é um caminho para a sustentabilidade. Considero que a prioridade da União Europeia deve ser impor medidas mais restritas a nível da poluição dos transportes rodoviários pesados e apostar decisivamente no transporte ferroviário de mercadorias. Esta directiva, sem resolver o problema da poluição, agrava a desigualdade entre Estados-Membros, ao colocar um maior ónus sobre os países periféricos como Portugal, que são exportadores, mas não são países de atravessamento. Por estes motivos votei contra.

 
  
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  Paulo Rangel (PPE), por escrito. A proposta de revisão da Directiva Eurovinheta aqui em causa visa introduzir o princípio do poluidor-pagador nos transportes rodoviários, permitindo que os Estados-Membros possam incluir os custos da poluição sonora e atmosférica nas portagens nacionais, o que se traduz na imposição de mais uma taxa aos veículos pesados. Trata-se de uma medida penalizadora dos países periféricos da União Europeia, que se afigura particularmente gravosa no actual contexto de crise financeira que atravessamos. Por estas razões, votei contra o presente relatório.

 
  
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  Frédérique Ries (ALDE), par écrit. – J'ai voté en faveur de ce compromis sur la révision de la directive "eurovignette", dont l'objectif est d'introduire le principe du "pollueur-payeur" pour les poids lourds circulant sur autoroutes.

Les États membres pourront enfin inclure dans leurs taxes ou péages les coûts réels induits par la pollution atmosphérique et sonore du transport routier, alors que seuls les coûts liés aux infrastructures pouvaient être pris en compte jusqu'ici. Le compromis se situe en deçà des ambitions du Parlement européen et ne permettra pas à lui seul de révolutionner le transport routier, dont le secteur et les États membres ne sont visiblement pas encore prêts à endosser le coût réel de l'empreinte écologique.

Le coût moyen supplémentaire ne devrait finalement pas dépasser 4 centimes par véhicule et par kilomètre, et les camions aux moteurs les plus propres et roulant aux heures creuses en seraient exemptés. Mais cette réforme était aux oubliettes avant que la Présidence belge ne la remette sur la table du Conseil. Et c'est une avancée dont je me réjouis, un premier pas positif vers un transport routier plus durable.

 
  
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  Raül Romeva i Rueda (Verts/ALE), por escrito. − Por esto hemos votado a favor, porque no nos valen los falsos argumentos del PSOE y del PP sobre la competitividad del sector; ganar competitividad pasa también por generar incentivos a la inversión de más eficientes medios de transporte, pasa por reglas de competitividad justas y pasa por la internalización de los costes sociales y ambientales de las actividades económicas en general. Desde los Verdes-ALE siempre hemos trabajado a favor de la internalización de costes, para conseguir un precio social y medioambientalmente justo de todas las mercaderías.

Sabemos que la propuesta de mínimos queda muy lejos de nuestras aspiraciones, pero es también un voto de confianza en que el proceso no se detendrá aquí y que el reconocimiento de la necesidad de internalizar costes del transporte es un paso importante. No dejamos de recordar a los Estados Miembros que deben ir más allá y legislar sistemas de gravámenes más justos y eficientes que incluyan todos los costes externos nombrados y exigimos a la Comisión que continúe trabajando para una futura propuesta más ambiciosa sobre este hecho.

 
  
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  Licia Ronzulli (PPE), per iscritto. − La raccomandazione è l'ultimo passo dell'iter procedurale di modifica della direttiva 1999/62/CE relativa alla tassazione dei mezzi pesanti per l'utilizzo di certe infrastrutture (Eurovignette). Essa è il frutto di lunghe consultazioni e compromessi anche con i vari gruppi politici. Addebitare agli utenti alcuni relativi costi esterni permette agli Stati membri di incrementare l'efficienza dei propri sistemi di pedaggio nazionali, migliorando così la loro capacità di gestione della domanda di trasporto. Il principio "Chi inquina, paga" poi, contribuisce a responsabilizzare gli utenti del settore. Infine, un'assegnazione trasparente ed efficace degli introiti provenienti da infrastrutture e costi esterni suscita maggiore consenso da parte del pubblico, oltre a velocizzare la diminuzione dei costi esterni del trasporto stradale.

 
  
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  Vilja Savisaar-Toomast (ALDE), kirjalikult. − Lugupeetud juhataja, lugupeetud kolleegid! Täna vahetult enne hääletusi arutelul olnud raskete kaubaveokite maksustamine on järjekordne näide sellest, kuidas algselt väga hea mõte jääb lõpuks suhteliselt nõrgaks ning kaotab suure osa mõjust. Leian, et veel suuremal määral oleks pidanud kogutavad maksud minema transpordi infrastruktuuride arendamisse, ent kahjuks, nagu tihtipeale juhtub, ei ole nõukogu heade mõtetega päri.

Paljud riigid näevad selles hoopis lisamaksutulu teenimise võimalust, mida saab paljudel muudel otstarvetel kasutada. Äärmiselt positiivne on see, et käesoleva direktiivi vastuvõtmisega peab Eestis lõppema olukord, kus teiste riikide veokid meil maksu ei maksa, aga meie veokid teistes riikides maksavad. Olenemata sellest, et paljuski on käesolev raport menetluse käigus nõrgemaks muutunud ning mitmetes sätetes on parlament pidanud järgi andma, on see siiski suur samm edasi ning pean vajalikuks seda kindlasti toetada. Aitäh.

 
  
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  Olga Sehnalová (S&D), písemně. − Zprávu jsem podpořila. Jde o kompromis založený na principu „znečišťovatel platí“, tzn. zásadě umožňující zpoplatnit některé externí náklady dopravy, například v podobě znečišťování životního prostředí, hluku a dopravních zácp. Zreálnění externích nákladů dopravy je krok správným směrem.

 
  
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  Catherine Stihler (S&D), in writing. − El Khadraoui has done a great job on this report. The only way that we can make progress in fighting climate change is responsible reports such as this one which hold those accountable who cause the most pollution and which is why I was able to support it.

 
  
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  Nuno Teixeira (PPE), por escrito. A imposição de uma taxa aos veículos pesados de mercadorias pela utilização de certas infra-estruturas, nos termos do documento do Parlamento Europeu levado hoje a votação em plenário, constitui um acréscimo de custos relacionados com a circulação deste tipo de transporte. A Eurovinheta é uma medida que penaliza os países periféricos da União Europeia e constitui, simultaneamente, uma receita adicional nos países da Europa Central, num período em que aqueles países passam por um período de dificuldades económicas e financeiras.

A revisão da directiva em conformidade com a posição do Parlamento Europeu trará efeitos consideravelmente negativos em termos de competitividade e de desenvolvimento da economia de vários Estados-Membros, como é o caso de Portugal. Embora reconheça que o texto final aprovado hoje em Estrasburgo seja menos negativo do que o texto anterior acordado em comissão parlamentar, a imposição desta taxa continuará a ser uma realidade e trará um acréscimo dos custos existentes para os países periféricos da União Europeia.

Pelas razões expostas, em nome do interesse nacional e enquanto membro da Comissão dos Transportes no Parlamento Europeu, votei contra o documento apresentado em plenário.

 
  
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  Ramon Tremosa i Balcells (ALDE), in writing. − I abstained on the Eurovignette vote today. I abstained because, in the case of Catalonia, what is proposed would penalise a lot of small and medium enterprises that do not have the option of putting goods and products on trains – in particular because of the difference of gauge, which constitutes a physical barrier to completion of the internal market – and would damage their business greatly.

 
  
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  Viktor Uspaskich (ALDE), raštu. − Gerbiami kolegos, bet kokios naujos ES taisyklės dėl sunkiasvorių krovinių transporto priemonių apmokestinimo turi išlaikyti balansą tarp naujų valstybių narių aplinkosaugos poreikių ir ekonominių interesų. Lietuva – vertinga tranzito šalis Europai. Mūsų krovininis transportas ir sunkiai dirbantys sunkvežimių vairuotojai tapo mūsų šalies vizitine kortele. Remiantis Lietuvos automobilinių kelių direkcijos duomenimis, per pastaruosius dešimt metų sunkiasvorių transporto priemonių skaičius pagrindiniuose keliuose išaugo trigubai – jos padeda formuoti mūsų ekonomikos stuburą. Lietuvai, kuri ir taip jau yra labai išvarginta finansų krizės, kelių transporto kainų pakėlimas būtų vienas sunkiai pakeliamų smūgių. Aš sutinku su pranešėju, kad valstybėms narėms turėtų būti suteikta galimybė padaryti savo nacionalinių kelių apmokestinimo sistemas efektyvesnes.

Aš esu susipažinęs su šiame pranešime paminėtais užterštumo klausimais ir aš žiūriu į juos labai rimtai, tačiau papildomi mokesčiai už oro taršą ir triukšmą netaps išganymu. Problema yra daug didesnė nei pateikta šiame pranešime. Daugumos ES valstybių narių kelių infrastruktūroms būtina tolimesnė plėtra. Tuo pačiu metu Lietuvoje kelių tvarkymui ir plėtrai skirtas finansavimas sumažėjo daugiau nei 20 % per keletą pastarųjų metų.

 
  
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  Jarosław Leszek Wałęsa (PPE), na piśmie. Głosowałem za przyjęciem dyrektywy. Uważam, że decyzja dotycząca rozszerzenia zakresu finansowania eurowiniety o koszty zewnętrzne, czyli koszty zanieczyszczenia środowiska i hałasu, jest korzystniejsza od poprzedniej, ograniczającej się jedynie do pokrycia kosztów infrastruktury drogowej. Dyrektywa ta jest przychylna państwom tranzytowym, więc polskim posłom do Parlamentu Europejskiego powinno na niej szczególnie zależeć.

Warto również uwypuklić fakt, że opłaty mają być niższe, im wyższa jest kategoria ekologiczna pojazdu ciężarowego. Na szczęście z opłat będą zwolnione pojazdy o ładowności 3,5-12 ton oraz użytkownicy samochodów osobowych. Ceny za przejazd będą skonstruowane w zależności od pory dnia, co moim zdaniem przyczyni się do zniechęcenia używania odcinków zagrożonych korkami w godzinach szczytu.

Ważną zasadą dyrektywy jest także zapis odnośnie wydatkowania wpływów pochodzących z myta. Mają one być ponownie inwestowane w infrastrukturę transportową, bez zastrzeżenia dotyczącego rodzaju, natomiast minimum 15% dochodów ma być przeznaczone na projekty TEN-Tu (Trans European Transport Networks). Uważam, że potrzebujemy także długofalowych działań prowadzących do zbieżności metod wyliczania kosztów zewnętrznych we wszystkich państwach członkowskich. Mogłoby to zagwarantować przejrzystość komunikatów dla branży europejskich przewoźników drogowych.

 
  
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  Angelika Werthmann (NI), schriftlich. Aufgrund der positiven Erfahrungen der Schweiz seit Einführung der leistungsabhängigen Schwerverkehrsabgabe im Jahr 2001 gibt es keine Einwände gegen die neue Richtlinie. In der Schweiz gibt es seit 2001 10 Prozent weniger Fahrten, gleichzeitig aber ist die transportierte Gütermenge um 60 Prozent gewachsen, die Emmissionsquote konnte gesenkt werden – eine Win-win-Situation. Die Zweckbindung der Einnahmen soll Öffentlichkeitsakzeptanz fördern und die externen Straßenverkehrskosten verringern.

 
  
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  Iva Zanicchi (PPE), per iscritto. − Ho espresso un voto negativo nei confronti del testo presentato dal relatore on. Saïd El Khadraoui che consente di far pagare una sovrattassa per l'inquinamento atmosferico e acustico generato dagli autoveicoli pesanti. Pur ritenendo condivisibile il principio del cosiddetto "chi inquina paga", è piuttosto discutibile, in una situazione di crisi economica, porre ulteriori tassazioni sui pedaggi autostradali dei TIR, in particolar modo senza l'obbligo di destinarne gli introiti a investimenti che vadano a migliorare le infrastrutture. Il testo approvato non agevola tra l'altro quegli Stati membri, tra cui l'Italia, che soffrono di barriere geografiche tali da render più costosi gli spostamenti delle merci destinate all'import/export.

 
  
  

Έκθεση: Jo Leinen (A7-0330/2010)

 
  
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  Luís Paulo Alves (S&D), por escrito. Aprova-se o relatório em apreço, tendo em conta que, com as necessárias negociações, o relator teve a oportunidade de assegurar a inclusão de uma cláusula de revisão para o regulamento referido para possível introdução, após um relatório de implementação pela Comissão, de novos modelos que cobrem uma variedade de bens ambientais. Esta revisão deve ter lugar antes do ano de 2013. Para além disso, foi introduzida a possibilidade de estimativas, o que permite colmatar as falhas no caso de os Estados-Membros não entregarem os dados a tempo.

 
  
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  Elena Oana Antonescu (PPE), în scris. − Pentru dezvoltarea economică durabilă a Uniunii Europene, este esențială o abordare cu un fundament științific solid a insuficienței resurselor și a ecosistemului. Conturile economice pentru mediu constituie o bază de date importantă pentru deciziile politice în domeniul mediului. Necesitatea acestor conturi este rezultatul funcțiilor cruciale ale mediului în ceea ce privește performanța economică și generarea bunăstării pentru cetățenii Uniunii Europene. Aceste funcții includ furnizarea de resurse naturale pentru activitățile de producție și consum, absorbția deșeurilor de către mediile ecologice și serviciile de mediu care susțin viața. Este foarte important ca aceste conturi economice și de mediu europene să fie utilizate în mod activ în toate procesele decizionale europene relevante ca element-cheie pentru evaluările de impact, planurile de acțiune, propunerile legislative și alte produse importante ale procesului decizional.

Am votat în favoarea acestui raport. Conturile de mediu descriu interacțiunile dintre mediul de afaceri, gospodării și mediu. Prin urmare, acestea trebuie să aducă o contribuție la evaluarea politicilor, în special în furnizarea de date cu privire la efectele pe care le au asupra mediului activităților economice.

 
  
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  Sophie Auconie (PPE), par écrit. – La politique c'est trouver les meilleures solutions possibles aux problèmes qui se posent... Mais comment y parvenir si l'on ne connait pas parfaitement les problèmes et les solutions possibles ? Voici une question fondamentale notamment, mais pas uniquement, pour la politique environnementale... Ainsi, il est indispensable que les décideurs politiques disposent d'informations fiables et les plus exhaustives possibles sur le monde actuel et sur la situation de l'environnement... C'est le constat auquel le Conseil européen est arrivé en juin 2006 lorsqu'il a demandé à l'Union européenne et à ses États membres d'élargir les comptes nationaux aux principaux aspects du développement durable. Je me félicite de cette initiative et de la proposition de la Commission européenne car elle permettra d'en savoir plus sur les émissions atmosphériques, les taxes environnementales, etc.

 
  
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  Zigmantas Balčytis (S&D), raštu. − Balsavau už šį pranešimą. Europos aplinkos apsaugos politika gali būti deramai įvertinta tik tuomet, jei turima patikimų duomenų. Iki šiol svarbiausios ES masto su aplinkos sąskaitomis susijusios politinės iniciatyvos yra Šeštoji aplinkosaugos veiksmų programa, ES tvaraus vystymosi strategija ir į vairios su Kardifo procesu susijusios sektorių politikos iniciatyvos, apimančios tokias sritis , kaip klimato kaita, darnusis transportas, gamta ir biologinė įvairovė, sveikata ir aplinka, gamtos išteklių naudojimas, atliekų tvarkymas ir tarptautinis tvaraus vystymosi mastas. 2006 m. birželio mėn. išvadose Europos Vadovų Taryba paragino Europos Sąjungą ir valstybes nares į nacionalines sąskaitas įtraukti pagrindinius tvaraus vystymosi aspektus. Todėl nacionalinių sąskaitų sistema turi būti papildyta integruota aplinkos ir ekonomikos apskaita, kurios duomenys būtų visiškai nuoseklūs.Šiam tikslui pasiekti būtina, kad kiekviena valstybė narė rinktų vienodus ir išsamius duomenis ir kad sistema būtų visapusiškai suderinta ES lygmeniu.

 
  
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  Sebastian Valentin Bodu (PPE), în scris. − Evaluarea politicii de mediu europene este posibilă numai dacă sunt disponibile date fiabile. Prin urmare, obligativitatea colectării acestor date de către statele membre constituie un pas esențial. Datele de mediu disponibile în prezent la nivel european ar trebui îmbogățite pe termen mediu prin adăugarea de informații pentru a îmbunătăți posibilitățile de evaluare a politicilor. Reciclarea și prevenirea generării de deșeuri, emisiile atmosferice și schimbările climatice, precum și consumul și producția durabilă ar fi mult mai ușor de monitorizat dacă ar fi disponibile date de o înaltă calitate referitoare la interacțiunea dintre mediu și economie. Aceste date pot fi colectate în cadrul conturilor pentru mediu, însă cu condiția ca toate statele membre să coopereze, iar armonizarea datelor să fie pe deplin asigurată la nivelul Uniunii.

Obiectivele urmărite ar trebui, deci, să fie precizate într-un mod mai coerent și ar trebui stabilite perspective clare în ceea ce privește dezvoltarea conturilor economice pentru mediu. Conturile economice pentru mediu ar trebui să aducă o contribuție la evaluarea politicilor, în special prin furnizarea de date cu privire la efectele pe care le au asupra mediului activitățile economice. Informațiile corespunzătoare ar putea constitui un fundament extrem de valoros pentru adoptarea deciziilor în cadrul politicii de mediu.

 
  
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  Vito Bonsignore (PPE), per iscritto. − Ho visto con favore la proposta del collega cui ho espresso un voto a favore. La politica ambientale europea diventa sempre più fondamentale alla luce della crisi economica e della strategia UE 2020 e solamente attraverso dati attendibili è possibile controllare in maniera approfondita la politica ambientale europea. I dati ambientali sono l’unico strumento di valutazione della politica ambientale e tali dati dovrebbero essere arricchiti nel medio termine con ulteriori informazioni attendibili.

Inoltre i dati potrebbero essere monitorati più facilmente se fossero disponibili indicazioni affidabili sulle interazioni tra i fattori ambientali ed economici: i conti economici ambientali potrebbero contribuire alla valutazione delle politiche, fornendo dati sull’impatto ambientale delle politiche economiche, e saranno determinanti ai fini della presa di decisioni in materia economico-ambientale. Gli Stati membri dovranno disporre di metodologie, classificazioni e regole comuni da compilare nell'ambito di un quadro vincolante per gli stessi Stati e a tal riguardo si auspica caldamente che queste nuove misure non comportino costi aggiuntivi o maggiore burocrazia. Come ritiene il relatore la proposta di regolamento in esame rappresenta un primo passo per la stesura di una contabilità ambientale di maggiore portata.

 
  
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  Maria Da Graça Carvalho (PPE), por escrito. Em prol do desenvolvimento sustentável, é essencial tomar as decisões acertadas, e para isso baseadas em dados fiáveis, em matéria de política ambiental. Deste modo, apoio e felicito a proposta de regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho relativo às contas económicas do ambiente da União Europeia, pois creio que irá contribuir para avaliar as políticas, disponibilizando, em particular, dados sobre o impacto ambiental das actividades económicas.

 
  
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  Lara Comi (PPE), per iscritto. − Misurare la qualità dell'aria delle nostre città e fare un'analisi approfondita di tale misurazione sarebbe un passo avanti verso una maggiore trasparenza dell'attività politica. Tale indicatore, infatti, benché riferibile a grandezze chimico-fisiche non immediatamente spendibili nella comunicazione tra eletti ed elettori, è il risultato di molteplici decisioni economiche: esso indica, tra l'altro, la concentrazione di attività economiche inquinanti, la composizione del mix energetico utilizzato per le attività produttive e per il riscaldamento di case e uffici, l'uso degli autoveicoli e la gestione delle infrastrutture viarie e del traffico, l'isolamento degli edifici e la qualità dei materiali utilizzati, la presenza o meno di aree verdi, solo per fare qualche esempio. Dall'altro lato, la qualità dell'aria ha delle conseguenze importanti sulla spesa sanitaria, in particolare per i reparti di pneumologia e oncologia. Emerge dunque con forza come un indicatore ambientale si possa trasformare in indicatore economico e politico. Inoltre, può indicare nuovi meccanismi per disincentivare comportamenti viziosi e finanziare progetti virtuosi. Questi collegamenti aiutano la politica a prendere decisioni migliori, nell'interesse dei cittadini. Stabilire le metodologie corrette è il primo passo ed è bene che si compia.

 
  
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  Anne Delvaux (PPE), par écrit. – Cette proposition de règlement date d’une décision du Conseil européen de juin 2006. À l’époque, l'UE avait décidé d’étendre les comptes nationaux existants et les données statistiques à recueillir aux principaux aspects du développement durable. Pour compléter les comptes nationaux et les données, la Commission a proposé un règlement visant à établir des comptes économiques européens de l’environnement.

Conformément à la proposition de la Commission, les États membres devraient dès lors se voir transmettre une méthode et des normes, définitions, classifications et règles comptables communes, qui devraient être rassemblées dans un cadre contraignant pour chacun d’entre eux. Bien que j'estime qu'une priorité devrait d'abord être accordée aux données déjà disponibles (c’est-à-dire collectées au niveau régional, national et européen), je suis d'avis que si la nécessité de ces modules supplémentaires se révèle avérée, ne génère pas de bureaucratie inutile et de frais supplémentaires, dans ce cas, Eurostat devrait être autorisé à rassembler les données des États membres en vue de la création des comptes économiques environnementaux au niveau européen.

C'est pourquoi j'ai également salué la mise en place de ces nouveaux comptes économiques européens de l’environnement et ai proposé d’en étendre la portée à d’autres modules.

 
  
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  Edite Estrela (S&D), por escrito. Votei favoravelmente o relatório sobre as contas económicas do ambiente da União Europeia, por considerar necessária a existência de indicadores relativos ao desenvolvimento sustentável e ao bem-estar dos cidadãos, para além do PIB, que permitam fazer igualmente a avaliação das políticas ambientais europeias.

 
  
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  Diogo Feio (PPE), por escrito. Nas palavras do relator, as contas económicas do ambiente devem contribuir para a avaliação das políticas, disponibilizando, em particular, dados sobre o impacto ambiental das actividades económicas. Esta ideia é importante e é, de facto, a única forma de obter dados concretos sobre o real impacto das políticas ambientais. Se, por um lado, o crescimento económico não pode esquecer o ambiente, é também verdade que as políticas ambientais não podem esquecer (ou virar costas) às actividades económicas e à competitividade das empresas e indústrias europeias. É sempre por este prisma que vejo o problema do desenvolvimento sustentável, que implica, necessariamente, crescimento económico com respeito pelo ambiente, duas faces de uma mesma moeda que a Europa, sobretudo no actual momento, não pode (nem deve) esquecer.

 
  
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  José Manuel Fernandes (PPE), por escrito. Em 28 de Setembro de 2009, a Comissão apresentou uma Comunicação denominada O PIB e mais além: Medir o progresso num Mundo em mudança, propondo medidas em ordem à criação de uma base de dados sobre as contas relativas ao ambiente da União Europeia, tendo em vista um melhor debate público e uma tomada de decisão mais bem sustentada. A Comissão, até finais de 2013, deve apresentar um relatório que responda a questões tais como: qual a situação das nossas florestas? Até que ponto é que os nossos recursos haliêuticos se encontram exauridos? Para esse efeito, necessitamos de uma base estatística credível e actualizada, a criar com este regulamento. O quadro jurídico criado com esta proposta permitirá à UE avaliar as contas do ambiente tendo em conta o desenvolvimento sustentável. Nunca foi tão importante dar atenção à bipolarização ambiente/economia. Votei favoravelmente este relatório, pois, além de permitir a tomada de decisões políticas mais abrangentes e fundamentadas, vai ao encontro da máxima de que nós não somos donos deste Mundo, tomámo-lo de herança aos nossos netos. É fundamental deixarmos um ambiente saudável às gerações futuras.

 
  
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  João Ferreira (GUE/NGL), por escrito. A definição e a disponibilização de indicadores e de estatísticas descritivas que permitam monitorizar a evolução de factores económicos e ambientais e, bem assim, possíveis interacções entre ambos, constitui indiscutivelmente uma ferramenta útil de apoio ao planeamento estratégico, à definição de políticas públicas e ao delinear de vias de desenvolvimento sustentáveis. Ademais, como refere o relator, os dados a obter podem e devem contribuir para a avaliação de políticas, permitindo uma aferição do impacto ambiental das actividades económicas. As informações obtidas podem constituir um fundamento importante para as decisões em matéria de política ambiental. A proposta de regulamento apenas prevê a recolha e a compilação de dados no âmbito das emissões para a atmosfera, dos impostos ambientais por actividade económica e das contas de fluxos de materiais para a economia. Outros dados poderiam ser adquiridos noutras áreas. O relator pronuncia-se também nesse sentido, sugerindo a realização de estudos-piloto para averiguar a sua aplicabilidade prática. Deverá, todavia, ser tida em conta a necessária adaptação dos sistemas estatísticos nacionais e os seus custos. A Comissão parece ter este facto em conta na sua proposta, ainda que apenas parcialmente, ao prever derrogações aos Estados-Membros quando for necessário efectuar adaptações de grande envergadura.

 
  
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  Ilda Figueiredo (GUE/NGL), por escrito. Esta proposta de regulamento aqui analisada apenas prevê a recolha e a compilação de dados no âmbito das emissões para a atmosfera, dos impostos ambientais por actividade económica e das contas de fluxos de materiais para a economia. Outros dados poderiam ser adquiridos noutras áreas. O relator pronuncia-se também nesse sentido, sugerindo a realização de estudos-piloto para averiguar a sua aplicabilidade prática.

Mas a definição e a disponibilização de indicadores e de estatísticas descritivas que permitam monitorizar a evolução de factores económicos e ambientais – e, bem assim, possíveis interacções entre ambos – constitui indiscutivelmente uma ferramenta útil de apoio ao planeamento estratégico, à definição de políticas públicas e ao delinear de vias de desenvolvimento sustentáveis.

Os dados a obter podem e devem contribuir para a avaliação de políticas, permitindo uma aferição do impacto ambiental das actividades económicas. As informações obtidas podem constituir um fundamento importante para as decisões em matéria de política ambiental.

Deverá, todavia, ser tida em conta a necessária adaptação dos sistemas estatísticos nacionais e os seus custos. A Comissão parece ter este facto em conta na sua proposta, ainda que apenas parcialmente, ao prever derrogações aos Estados-Membros quando for necessário efectuar adaptações de grande envergadura.

 
  
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  Monika Flašíková Beňová (S&D), písomne Environmentálne ekonomické účty by mali prispievať k hodnoteniu politiky tým, že by poskytovali najmä údaje o účinkoch hospodárskych aktivít na životné prostredie. Takéto informácie môžu byť veľmi dôležité pre rozhodnutia v oblasti politiky životného prostredia. Recyklácia a predchádzanie vzniku odpadov, znečisťovanie ovzdušia a klimatické zmeny, či trvalo udržateľná spotreba a výroba by sa dali monitorovať oveľa efektívnejšie, keby boli k dispozícií vysokokvalitné dáta, čo sa týka interakcie medzi environmentálnymi a ekonomickými faktormi.

Domnievam sa, že zber relevantných dát, ktorý bol do dneška dobrovoľným, by sa mal stať povinným. Navyše v prípade, že by bol do tejto oblasti zavedený spoločný rámec na zhromažďovanie, spracovávanie, odovzdávanie a vyhodnocovanie európskych environmentálnych ekonomických účtov, uľahčila by sa situácia ohľadom politického hodnotenia európskej politiky životného prostredia.

 
  
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  Elisabetta Gardini (PPE), per iscritto. − Il trattato di Amsterdam ha posto una grande attenzione sull'interrelazione tra la politica economica e quella ambientale. Ecco perché fattori come i trasporti sostenibili e le risorse energetiche sono diventati punti chiave anche nelle politiche di altri settori. Di fatto, già nel 2006, il Consiglio europeo aveva invitato gli Stati membri a estendere i conti nazionali agli aspetti fondamentali dello sviluppo sostenibile, per fornire dati pienamente coerenti. Voto a favore di questa proposta di regolamento perché ritengo che possa agevolare l’attività degli istituti nazionali di statistica, permettendo l’elaborazione di dati armonizzati e tempestivi in materia di contabilità ambientale. A tal proposito, l’adozione di una base giuridica europea per la rilevazione di dati sui conti economici ambientali potrà fornire stime a livello europeo sulla esistente interazione tra economia e ambiente. Auspico, infine, che questo strumento possa essere visto come un ulteriore conferma del ruolo guida svolto a livello mondiale dall’Unione Europea in materia di conti ambientali.

 
  
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  Robert Goebbels (S&D), par écrit. – J'ai voté contre le rapport Leinen qui, sous couvert de statistiques dites environnementales, met en branle une avalanche de renseignements nécessitant une charge bureaucratique énorme, et tout cela au nom de l'évangélisme verdâtre.

 
  
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  Juozas Imbrasas (EFD), raštu. − Aplinkos ekonominės sąskaitos turėtų padėti atlikti politikos vertinimą, visų pirma, kai jose pateikiami duomenys apie ekonominės veiklos poveikį aplinkai. Atitinkama informacija gali būti svarbus pagrindas priimant su aplinkos apsaugos politika susijusius sprendimus. 2006 m. birželio mėn. išvadose Europos Vadovų Taryba ragina ES ir valstybes nares į nacionalines sąskaitas įtraukti pagrindinius tvaraus vystymosi aspektus. Svarbus indėlis plėtojant šią politinę koncepciją yra ir Komisijos pasiūlymas dėl Europos aplinkos ekonominių sąskaitų. Europos aplinkos apsaugos politika gali būti deramai įvertinta tik tuomet, jei turima patikimų duomenų. Todėl valstybės narės turi įsipareigoti rinkti minėtuosius duomenis. Siekiant pagerinti politikos vertinimo galimybes, Europos lygmeniu turimi duomenys apie aplinką gana greitai turėtų būti išplėsti įtraukiant papildomą informaciją. Turint geros kokybės aplinką ir ekonomiką susiejančių duomenų būtų galima geriau stebėti atliekų perdirbimą ir atliekų atsiradimo prevenciją, išlakų kiekį ir klimato kaitą, tausų vartojimą ir gamybą. Susilaikiau balsuodamas už šį dokumentą, kadangi nemanau, kad šie duomenys gali būti renkami taikant vien tik aplinkos sąskaitų sistemą, būtina, kad tai darytų kiekviena šalis ir kad sistema būtų visapusiškai suderinta ES lygmeniu.

 
  
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  David Martin (S&D), in writing. − I voted for this Report. Environmental economic accounts should contribute to policy evaluation, particularly by making data available on the environmental impact of economic activities. Such information could be extremely valuable for the purposes of environmental policy-making.

 
  
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  Clemente Mastella (PPE), per iscritto. − È possibile valutare in maniera approfondita la politica ambientale europea soltanto in presenza di dati attendibili, ragion per cui la rilevazione dei dati da parte degli Stati membri deve essere obbligatoria. Facciamo particolare riferimento ai dati sulle emissioni atmosferiche, sulle tasse ambientali per diverse attività economiche e sulla contabilità dei flussi di materia a livello macroeconomico. A nostro parere, i conti economici ambientali dovrebbero contribuire alla valutazione delle politiche, fornendo in particolare i dati sull'impatto ambientale delle attività economiche, dati che potrebbero rivelarsi particolarmente utili ai fini della presa di decisioni in materia economico-ambientale. Sosteniamo la necessità di prevedere una clausola di revisione e la presentazione da parte della Commissione europea di relazioni periodiche sull'attuazione pratica del regolamento. Riteniamo sia importante verificare l'attendibilità e la comparabilità dei dati per poter apportare alcuni miglioramenti e garantire un elevato livello di qualità della contabilità economico-ambientale. È altresì opportuno tenere debitamente conto dello sviluppo di nuovi moduli e delle esperienze maturate nel corso degli studi pilota. La relazione di verifica dovrebbe fornire l'occasione di adeguare il regolamento in base agli ultimi sviluppi constatati e alle esperienze maturate.

 
  
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  Marisa Matias (GUE/NGL), por escrito. Considero necessário um melhor leque de estatísticas sobre as consequências ambientais das políticas dos Estados-Membros e da UE, bem como sobre a contabilização de certos impostos que sustentam as políticas ambientais. É lamentável que as estatísticas e os impostos sejam indiscriminadamente incluídos numa contabilidade ambiental. O objectivo dessa assimilação é a implementação do mercado do clima e dos seus direitos bolsistas de poluição. A delegação de poderes para a Comissão também vai nessa direcção. Votei favoravelmente, uma vez que defendo a ideia de instrumentos estatísticos necessários, mesmo recusando as políticas que eles servem.

 
  
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  Jean-Luc Mélenchon (GUE/NGL), par écrit. – Il est nécessaire de s'accorder sur l'élaboration de statistiques exemplaires sur les conséquences environnementales des politiques des États membres et de l'UE ainsi que sur la comptabilité des taxes qui soutiennent certaines politiques environnementales. C'est une évidence.

Il est par contre regrettable que statistiques et taxes soient englobées indistinctement dans une "comptabilité environnementale". L'objectif d'une telle assimilation est la mise en œuvre du paquet climat et de sa bourse des droits à polluer. La délégation de pouvoirs à la Commission va elle aussi dans ce sens.

Je vote pour cependant. Je veux valider l'idée d'instruments statistiques nécessaires même si je refuse les politiques qu'on veut leur faire servir.

 
  
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  Nuno Melo (PPE), por escrito. É muito importante que as contas económicas do ambiente contribuam para a avaliação das políticas, disponibilizando dados sobre o impacto ambiental das actividades económicas. Essas informações podem constituir um fundamento importante para as decisões em matéria de política ambiental. Temos que saber definir o objecto, a finalidade, bem como o contributo do proposto no presente regulamento para a estratégia global de O PIB e mais além. Este regulamento prevê apenas a recolha e a compilação de dados no âmbito das emissões para a atmosfera, dos impostos ambientais por actividade económica e das contas de fluxos de materiais para a economia. É um primeiro passo com vista à elaboração de contas económicas do ambiente mais completas, já que, actualmente, segundo informações dos serviços estatísticos europeus e nacionais competentes, apenas se dispõe, para esses âmbitos, de dados à escala europeia. É pois necessário continuar a avançar para que os dados estatísticos na área do ambiente sejam cada vez mais fiáveis e frequentes.

 
  
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  Alexander Mirsky (S&D), in writing. − Recycling and prevention of waste, air emissions and climatic change and sustainable consumption and production could be monitored much more effectively if high-quality data were available regarding the interaction between environmental and economic factors. The relevant data collection, which until today was made on a voluntary basis at EU level, should become therefore mandatory. Moreover environmental data currently available should be expanded in the medium term to facilitate the necessary policy assessment of the European environmental policy. I agree with the rapporteur’s position and I voted in favour.

 
  
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  Rolandas Paksas (EFD), raštu. − Europos aplinkos apsaugos politika gali būti tinkamai ir deramai įvertinta tik tuomet, jei turima patikimų duomenų. Atliekų perdirbimas, išlakų kiekis, klimato kaita, tausus vartojimas ir gamyba turi būti nuolat stebimi, kad būtų daroma pažanga šiose srityse visos Europos mastu. Aplinkos ekonominių sąskaitų rengimo sistema yra viena iš priemonių, kuri padėtų rinkti ir kaupti duomenis išlakų, mokesčių pagal ekonominės veiklos rūšis ir šalies ūkio medžiagų srautų sąskaitų srityse. Tačiau privalomas šios sistemos pobūdis sukuria papildomą administracinę naštą, todėl diegiant tokią sistemą reikia tinkamai įvertinti jos taikymo poveikį, išdėstyti tikslus ir nurodyti aiškias tolesnio aplinkos ekonominių sąskaitų plėtojimo gaires. Atkreiptinas dėmesys į tai, kad pagrindinės kontrolės ir atsakomybės funkcijos šiose srityse bus suteikiamos Eurostatui. Minėtųjų funkcijų įgyvendinimui būtina numatyti pakankamai darbuotojų ir finansinių išteklių. Tačiau reikia atsižvelgti į tai, ar Europos Sąjungos biudžetas yra pakankamas, kad būtų skiriama papildomų finansinių resursų biurokratinio aparato didinimui ir jo išlaikymui.

 
  
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  Alfredo Pallone (PPE), per iscritto. − Cari colleghi, la proposta di regolamento sui conti economici ambientali europei intende fornire strumenti utili al conseguimento di alcuni obiettivi importanti come una strategia europea di contabilità ambientale ed un approfondimento dei lavori degli istituti di statistica che offrono i dati in materia agli organi amministrativi. Ho votato a favore del testo perché ritengo importante per uno sviluppo sostenibile l'inserimento delle tematiche ambientali nelle politiche dell'Unione ed avere dei conti nazionali e un programma europeo con una contabilità economica e ambientale integrata in materia di trasporti, riciclaggio e prevenzione dei rifiuti, emissioni atmosferiche, cambiamenti climatici, produzione e consumi sostenibili.

 
  
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  Maria do Céu Patrão Neves (PPE), por escrito. Em 2006, o Conselho Europeu convidou a UE e os seus Estados-Membros a alargar as contas nacionais aos principais aspectos do desenvolvimento sustentável, propondo medidas a tomar, a curto e a médio prazo, para desenvolver indicadores globais que proporcionassem um debate público de maior qualidade e ajudassem a tomadas de decisão baseadas nos impactos económicos das medidas ambientais a implementar. Votei favoravelmente o presente relatório por concordar com este primeiro passo com vista à elaboração de contas económicas do ambiente mais completas, já que, actualmente, segundo informações dos serviços estatísticos europeus e nacionais competentes, apenas se dispõe de dados à escala europeia. Importa identificar, num plano de trabalho, outros módulos prioritários em que já se trabalha e em relação aos quais, provavelmente em breve, também poderão ser apresentados os dados correspondentes, designadamente dados sobre o impacto ambiental das actividades económicas. A reciclagem e a prevenção dos resíduos, as emissões para a atmosfera e as alterações climáticas, a par do consumo e da produção sustentáveis, seriam passíveis de uma melhor supervisão se se dispusesse de dados de qualidade que combinassem o ambiente com a economia. Esses dados podem proporcionar uma importante ajuda para a tomada de decisões quanto às medidas ambientais.

 
  
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  Aldo Patriciello (PPE), per iscritto. − Il Consiglio europeo nel 2006 ha invitato l'Unione europea e i suoi Stati membri ad estendere i dati statistici per uno sviluppo sostenibile e a quelli già esistenti di contabilità nazionale. La stessa Commissione nel 2009 nella comunicazione "Non solo PIL: misurare il progresso in un mondo in cambiamento" ha proposto diverse misure, da adottare nel breve e medio termine, sulla definizione di indicatori generali che creino una base cognitiva più affidabile per un migliore dibattito pubblico e un'azione politica più adeguata. Ma in particolare sono stati toccati anche gli aspetti concernenti i conti economici ambientali europei.

La valutazione dei conti economici ambientali europei in maniera approfondita può essere fatta solo alla presenza di dati attendibili, per questo gli Stati membri dovrebbero essere equipaggiati con la metodologia e standard comuni, definizioni, classificazioni e regole contabili che devono essere elaborati in un quadro vincolante per tutti gli Stati. Per precisare gli obiettivi perseguiti e i futuri orientamenti per quanto riguarda i conti economici ambientali e affinché questi possano costituire un elemento indispensabile per le decisioni in materia economico-ambientale esprimo il mio voto favorevole alla proposta in oggetto.

 
  
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  Phil Prendergast (S&D), in writing. − In order to ensure sustainable development and appropriate environmental policies at EU level, it is essential that policy makers are provided with reliable data on the environmental impact of economic activities. I support this resolution as it lays out a number of effective measures for the collection of more comprehensive data. If the EU is serious about increasing recycling, reducing waste and limiting air emissions and climate change then it must take action. The most effective way to achieve European goals in relation to sustainable development and environmental policies is through full cooperation across all Member States. Therefore mandatory data collection on the impact of economic activities by Member States is necessary. The more accurate and reliable the information provided is, then the better our environmental policies will be.

 
  
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  Paulo Rangel (PPE), por escrito. Uma política de desenvolvimento sustentável supõe, para surtir os efeitos pretendidos, que nos processos de tomada de decisão haja informação que permita adoptar soluções ponderadas. Torna-se assim necessário que os Estados-Membros reúnam um vasto conjunto de indicadores que facultem, em termos agregados, uma imagem global do espaço comunitário em termos ambientais. É este o objecto da proposta da Comissão ao Parlamento Europeu e ao Conselho sujeita à apreciação do Parlamento Europeu. Por estas razões, votei favoravelmente o presente relatório.

 
  
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  Raül Romeva i Rueda (Verts/ALE), in writing. − We voted in favour. The proposal creates environmental economic accounts as satellite accounts to ESA 95 by providing methodology, common standards, definitions, classifications and accounting rules, intended to be used for compiling environmental economic accounts. At the initial stage, the environmental accounts to be compiled within the common framework shall be grouped in the following modules: a module for air emissions accounts; a module for environmentally related taxes by economic activities; a module for economy-wide material flow accounts. On the basis of our amendments adopted in the Committee on the Environment, Public Health and Food Safety, the compromise negotiated with the Council contains, in addition to the accounts initially proposed, a requirement for the Commission to report by the end of 2013 and examine extension of the accounts to cover material stocks (and not only flows) as well as eco-system services. Agreement on this requirement for Member States to provide data with harmonised methodology on environmental economy is actually a positive concrete step in the ‘beyond GDP’ process.

 
  
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  Angelika Werthmann (NI), schriftlich. Volkswirtschaftliche Gesamtrechnungen stellen Umweltbezüge aufgrund von Wirtschaftsleistungen und Wohlstandsschaffung her, sie sollen laut Kommissionsvorschlag eine Datenerhebung bei Luftemissionen und umweltbezogenen Steuern vorsehen. Durch die Umweltgesamtrechnung sollen nur die Wechselwirkungen aufgezeigt werden. Nachhaltige Entwicklung in der EU erfordert einen angemessenen Umgang hinsichtlich des Ökosystems und der wachsenden Ressourcenverknappung. Die Bürger müssen über Umweltauswirkungen, welche durch wirtschaftliche Tätigkeiten bedingt sind, informiert werden.

 
  
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  Iva Zanicchi (PPE), per iscritto. − Ho espresso un voto favorevole al testo del collega Jo Leinen. Negli ultimi anni infatti la politica ambientale e la politica di sostenibilità hanno acquisito una notevole rilevanza, facendo crescere l'attenzione sull'integrazione tra la politica economica e quella ambientale. I cambiamenti climatici, i trasporti sostenibili, la natura, le biodiversità, l'utilizzo e lo sfruttamento delle materie prime e delle risorse naturali, la gestione dei rifiuti hanno visto aumentare in modo esponenziale la loro importanza all'interno delle politiche degli Stati membri. Per questo le valutazioni sulla politica ambientale europea e sulle strategie tematiche adottate in ambito UE possono essere effettuate in modo serio e rigoroso solo se vengono forniti dati attendibili.

 
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