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Procedure : 2012/2044(INI)
Stadium plenaire behandeling
Documentencyclus : A7-0310/2012

Ingediende teksten :

A7-0310/2012

Debatten :

PV 25/10/2012 - 11
CRE 25/10/2012 - 11

Stemmingen :

PV 25/10/2012 - 14.7
Stemverklaringen
Stemverklaringen

Aangenomen teksten :

P7_TA(2012)0395

Debatten
Donderdag 25 oktober 2012 - Straatsburg Herziene uitgave

11. Single Market Act II - Zorgpunten van Europese burgers en ondernemingen ten aanzien van de werking van de interne markt (debat)
Video van de redevoeringen
PV
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  Der Präsident. − Als nächster Punkt der Tagesordnung folgt die gemeinsame Aussprache zum 20. Jahrestag des Binnenmarkts über

– die Erklärung der Kommission über die Binnenmarktakte II und

– den Bericht von Regina Bastos im Namen des Ausschusses für Binnenmarkt und Verbraucherschutz über die 20 Hauptsorgen von EU-Bürgern und Unternehmen zur Funktionsweise des Binnenmarkts (SEC(2011)1003 – 2012/2044(INI)) (A7-0310/2012).

 
  
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  Regina Bastos, relatora. − Senhor Presidente, caros Colegas, Senhor Comissário, é um privilégio apresentar o relatório sobre as 20 preocupações dos cidadãos e das empresas relativamente ao funcionamento do mercado único, precisamente neste debate com o Comissário Barnier, em que se assinala o 20° aniversário deste mercado.

Uma primeira palavra para agradecer aos colegas de todos os grupos políticos e, em particular, aos relatores de parecer e aos relatores-sombra, os seus contributos tão construtivos e a sua atitude tão positiva. Foi um gosto trabalhar com todos e o relatório beneficiou muito com o nosso esforço conjugado.

Conhecemos bem e orgulhamo-nos de, ao longo destes 20 anos, o mercado único ter sido o motor de grandes oportunidades económicas e laborais na Europa que transformaram a vida dos cidadãos europeus e das empresas europeias. Viajar, residir e trabalhar no espaço da União são liberdades que estão ao alcance de todos os cidadãos dos 27 Estados-Membros.

Para os consumidores europeus, o mercado único significa mais liberdade de escolha e preços mais baixos. Para as nossas empresas o mercado único significa mais oportunidades de negócio com o acesso a 500 milhões de consumidores, o que significa mais crescimento económico e mais criação de empregos. Para ilustrar o progresso que o mercado único operou na Europa desde a sua criação, em 1992, até ao início da crise em 2008, basta atentar nos 2,7 milhões de empregos que foram criados e nos 2,13 % de crescimento adicional do PIB. Hoje, fazer um telefonema ou receber um telefonema quando se está em viagem na Europa é mais barato 13 % que em 2005.

A liberdade de circulação de pessoas tem a sua expressão mais eloquente no programa Erasmus. Mais de 2 milhões e meio de estudantes beneficiaram deste programa europeu de intercâmbio de educação e mobilidade. Nos últimos 5 anos, as empresas também beneficiaram de um corte nos cargos administrativos de 25 % devido à legislação de mercado único. Mas uma pergunta impõe-se: Tudo vai bem no mercado único? Não, nem tudo funciona bem. A crise económica e financeira que nos afeta tem tido reflexos negativos no funcionamento deste mercado. Os nossos cidadãos, nalguns países a viverem com o drama do desemprego e a serem confrontados com medidas de austeridade, passaram a ter uma visão cética sobre a Europa e uma visão negativa relativamente ao mercado interno.

As pessoas ainda não conhecem ou não compreendem suficientemente os seus direitos nem sabem onde encontrar informação ou ajuda. Por outro lado muitos Estados-Membros demoram injustificadamente na transposição das diretivas e legislação europeias sobre o mercado único prejudicando, assim, o seu pleno potencial.

Em certos domínios da vida do dia-a-dia dos cidadãos coisas tão simples como, por exemplo, o reembolso das despesas médicas após uma estada temporária em outro país da União, a abertura de uma conta bancária por um estudante do Programa Erasmus, a mudança de fornecedor de energia, a transferência de pensões da reforma, o reconhecimento de qualificações e a matrícula de um veículo noutro Estado-Membro, são ainda atos muito complexos, difíceis ou onerosos. Importa dar resposta a estes problemas. Foi essa a minha preocupação enquanto relatora. Por isso, a mensagem escrita no relatório é muito clara: é preciso mais vontade política, muito mais vontade política dos Estados-Membros e das instituições europeias, Conselho, sobretudo Conselho e Comissão, para governar melhor e em conjunto, é preciso reconquistar a confiança das pessoas e das empresas e é necessário facilitar o exercício dos seus direitos.

Finalmente, aproveito para saudar a Comissão Europeia na pessoa do Sr. Comissário Barnier pela apresentação do "Ato para o Mercado Único II: doze ações prioritárias para um novo crescimento" que marca, estou certa, uma nova etapa para o futuro.

 
  
  

VORSITZ: OTHMAR KARAS
Vizepräsident

 
  
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  Michel Barnier, membre de la Commission. − Monsieur le Président, bonjour à chacune et chacun d'entre vous.

Au moment où nous parlons du marché unique, il faut se souvenir d'une chose, c'est que les pères fondateurs, dans les années 50, ont appuyé l'ambition politique d'être ensemble et en paix – c'est d'ailleurs pour cela qu'ils viennent de recevoir, d'une certaine manière à titre posthume, le prix Nobel – sur un projet économique, sur un intérêt, sur un besoin d'être ensemble via l'économie. Ainsi sont nés la Communauté européenne du charbon et de l'acier, le marché commun, puis les politiques communes et le marché unique.

C'est de cela dont nous sommes non seulement les héritiers mais les acteurs. En particulier, depuis 20 ans, depuis qu'a été décidé, en 1992, le marché unique.

Un anniversaire – vous l'avez très bien dit, Madame la rapporteure Bastos –, ce ne peut pas être en ce moment, compte tenu de la crise, des souffrances et des colères de beaucoup de citoyens, un moment d'autosatisfaction, encore moins de mélancolie ou de nostalgie. Cet anniversaire doit être un moment proactif, fait de dynamisme, où l'on regarde ce qui n'a pas bien marché, pour le corriger et aller plus loin.

J'ai une conviction qui – je le sais – est partagée par beaucoup d'entre vous, c'est que toute la bataille de la croissance et de la compétitivité ne se résume pas au marché unique. Mais le marché unique est la condition essentielle pour réussir le défi de la croissance durable et de la compétitivité. Il faut que ce marché soit cohérent. Il faut qu'il soit solide comme un plancher pour que tout ce qu'on met dessus, les initiatives privées des petites entreprises ou des grandes, les initiatives des États, des collectivités locales de l'Union soient plus efficaces. Notre enjeu, aujourd'hui, c'est donc de voir ensemble, pour les citoyens, les consommateurs et les entreprises comment faire pour que ce plancher, ce socle de l'économie européenne, soit plus solide et plus cohérent.

Voilà pourquoi le débat d'aujourd'hui est important: il concerne à la fois le suivi citoyen du Top 20 et l'engagement qui est le nôtre du Single Market Act.

Concernant le Top 20, je voudrais remercier sincèrement Regina Bastos pour le travail de veille continue qu'elle a fait et je la remercie d'avoir identifié ces 20 préoccupations majeures. C'était d'ailleurs une idée, à l'origine, du rapport de Louis Grech, il y a maintenant plus de deux ans, et aussi de nos discussions au forum de Cracovie.

Je suis d'accord avec les grandes orientations de ce rapport et j'attache beaucoup d'importance à tous les outils qui peuvent permettre de rapprocher le marché intérieur – ce que nous faisons à Strasbourg et à Bruxelles ensemble – des citoyens. L'outil SOLVIT qui commence maintenant à bien fonctionner et qui a permis de résoudre beaucoup de cas grâce à la médiation est maintenant efficace. Le portail Your Europe, avec une fréquentation en hausse – on me dit que 14 000 visiteurs par jour consultent ce portail, notamment grâce au lancement d'une application pour les téléphones portables – est une bonne référence dans les médias sociaux.

Ce sont des outils dont les citoyens, à la base, les consommateurs, les petites entreprises et les épargnants ont besoin.

Je pense qu'il faudra en faire plus, parce que les citoyens attendent plus, concrètement, comme vous l'avez très bien dit, Madame Bastos, et c'est ce qui ressort de la consultation que nous avons réalisée sur les sites web.

Le deuxième élément de l'action, de cet état d'esprit proactif et dynamique, vise à supprimer les blocages, qui empêchent ce grand marché d'être cohérent. C'est ce que nous avons voulu faire à la suite du rapport de Louis Grech et du rapport de Mario Monti, à travers cet agenda de mesures opérationnelles, de mesures facilitatrices pour les acteurs de l'économie et, en particulier, les petites et moyennes entreprises et les consommateurs.

C'est le Single Market Act dont je suis très rigoureusement et très quotidiennement la mise en œuvre, notamment, pour la première vague du Single Market Act I et, le 14  juin dernier, vous avez adopté une résolution qui appelle, comme je le souhaite, à une adoption rapide des principales mesures du Single Market Act I. Le Conseil européen, en son nom le Président Van Rompuy, a également écrit aux chefs d'État et de gouvernement pour insister sur cette urgence. Autant que ce sera possible, essayons de faire de bons textes en première lecture, qui répondent aux attentes.

Il y a quelques messages télégraphiques que je veux faire sur des sujets clés pour la croissance et la compétitivité.

Le brevet unitaire: la Présidence chypriote, que je remercie, est en train de s'en occuper. Tous les États membres doivent faire le dernier effort nécessaire pour donner leur soutien aux propositions de compromis sur le dernier point qui reste en discussion. Je remercie le Président Lehne et Bernard Rapkay, Raffaele Baldassare, pour leurs efforts en faveur de ce compromis.

Le capital-risque et l'entrepreneuriat social sont des textes qu'attendent les investisseurs. Nous avons un dernier point à traiter. Je vais proposer à la Présidence du Conseil, à la Présidence chypriote et au rapporteur de se retrouver pour trouver une bonne réponse à cette question légitime sur les paradis fiscaux et ainsi, nous aurons, si vous le voulez bien, deux nouveaux outils pour favoriser le capital-risque dans toute l'Union européenne et aussi soutenir les entreprises de l'économie solidaire et sociale.

Concernant les marchés publics pour lesquels Marc Tarabella est le rapporteur – je le remercie ainsi que les rapporteurs fictifs –, nous sommes près d'un accord visant à simplifier l'accès aux marchés publics et à qualifier et valoriser l'argent public grâce à une bonne méthode en matière de marchés publics et de concessions.

Puis, il y a les qualifications professionnelles. Là encore, le Conseil européen travaille, les rapporteurs aussi, Mme Vergnaud et les rapporteurs fictifs. Je pense que nous pourrions trouver sur ce point, au plus tard au début de l'année 2013, un accord notamment sur cette idée originale, que vous soutenez, sur la mobilité des cartes professionnelles.

Dans la foulée, parce que nous n'avons pas de temps à perdre, parce qu'il y a d'autres problèmes, comme vous l'avez dit, Madame Bastos, la Commission vient de proposer – c'est un travail collectif d'une dizaine de mes collègues; ce n'est pas seulement mon travail – le Single Market Act II, avec d'autres priorités, d'autres points dans le cadre desquels nous devons faire mieux fonctionner le marché unique. Ce sont clairement les réseaux de transport et d'énergie, qui sont comme les artères du marché unique, c'est la mobilité, ce sont les entreprises et le marché unique numérique.

Enfin, il y a ce qui est pour moi une des conditions de la croissance durable, la cohésion sociale et la confiance des consommateurs. Je vais présenter, comme vous me l'avez demandé unanimement, dans quelques semaines, une proposition sur le compte bancaire de base et sur la transparence des frais bancaires.

Voilà, nous sommes engagés ensemble, nous avons cette démarche proactive et dynamique; encore faut-il, comme le dit souvent le rapporteur, Andreas Schwab, que je remercie, et M. Malcolm Harbour, le président, que ce nous avons déjà fait dans le passé soit mis en œuvre. C'est une question de crédibilité pour nous. Je partage donc ce souci d'assurer la gouvernance du marché unique sur laquelle M. Schwab va faire des propositions sur lesquelles je m'appuierai, et également l'agenda de la Commission que j'ai qualifié de "tolérance zéro".

Nous allons, chaque année, en même temps que le semestre européen, publier le tableau de bord de la mise en œuvre de toutes les directives et de tous les règlements du marché intérieur, notamment la directive sur les services, qui est très importante et qui n'est pas correctement appliquée. L'idée sera notamment de voir où en est chaque pays dans la transposition et dans la mise en œuvre. Je suis totalement déterminé à appliquer les textes que vous votez, c'est le travail que vous devez demander à la Commission et je vous assure que je vais le faire.

Voilà, Mesdames et Messieurs, j'ai dit au début que le marché unique était le premier et le plus important des éléments du projet politique européen. Nous sommes comptables du bon fonctionnement de ce marché unique. Ma conviction c'est que, pour gagner la bataille de la croissance et de la compétitivité, chaque citoyen est nécessaire, chaque entreprise est nécessaire et chaque territoire, chaque région également. C'est en pensant aux citoyens, aux entreprises et aux territoires d'où viendra la nouvelle croissance que nous avons le devoir collectif de réussir cette nouvelle étape, pour les vingt ans qui viennent, du marché unique européen.

 
  
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  Alajos Mészáros, Az Ipari, Kutatási és Energiaügyi Bizottság véleményének előadója. − Tisztelt Biztos Úr! Gratulálok Regina Bastos jelentéséhez, remek jelentés. 20 évvel ezelőtt a belső piaccal egy nyitott, határok nélküli térség megteremtése volt a cél, amelyben a személyek, az áruk, a szolgáltatások és a tőke szabadon áramolhattak. Ma ez a piac több mint 500 millió uniós fogyasztót foglal magába. Sajnos a tapasztalatok azt mutatják, hogy az elvárások és a valós helyzet között eltérések vannak. Nemzeti és uniós szinten sürgős intézkedésre van szükség az energetikai infrastruktúrával kapcsolatos beruházások útjában álló akadályok felszámolásához.

A következő több éves pénzügyi keretből elegendő forrást kell biztosítani az energiahatékonysági intézkedések finanszírozására. Véleményem szerint olyan jogi keretre van szükség, amely ösztönzi és bevonja az energiaszolgáltatókat az energiahatékonyságot biztosító intézkedések megvalósításába. A csaknem 11 milliárd eurós gazdasági tevékenységet produkáló egységes piac élénkítése és hatékonyságának növelése alapvetően fontos ahhoz, hogy Európa a növekedés útjára lépjen, javítsa a foglalkoztatottságot, és újra elnyerje a fogyasztók bizalmát.

 
  
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  Heinz K. Becker, Verfasser der Stellungnahme des mitberatenden Petitionsausschusses. − Herr Präsident, Herr Kommissar, sehr geehrte Kolleginnen und Kollegen! Vorerst einmal herzlichen Dank an Frau Bastos für den exzellenten Bericht. In Vertretung meines Kollegen Busuttil möchte ich die Position des Petitionsausschusses darlegen. Petitionen an das Europäische Parlament sind ein Gradmesser für das praktische Funktionieren des Binnenmarkts.

In diesem Zusammenhang möge auch auf das Jahr 2013 hingewiesen werden, in dem die Rechte der Bürgerinnen und Bürger hier eine deutliche Stärkung erfahren sollen. Es gibt Probleme im Zusammenhang mit der Nichtanerkennung von Berufsqualifikationen, mit Unklarheiten bei den Verbraucherrechten, mit der Übertragung von Sozialversicherungsansprüchen und Ähnliches.

Eine weitere Maßnahme gegen das meiner Meinung nach entscheidende Informationsdefizit der Bevölkerung wäre die Zusammenlegung der unterschiedlichen Service- und Informationsdienste der Europäischen Union.

Ich möchte uns allen zum 20-jährigen Jubiläum des Binnenmarkts gratulieren und hoffe auf eine starke Entwicklung dieses für die Zukunft Europas bedeutenden Werkes!

 
  
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  Evelyn Regner, Verfasserin der Stellungnahme des mitberatenden Rechtsausschusses. − Herr Präsident! Guten Morgen, Herr Kommissar Barnier. Der Binnenmarkt ist grundsätzlich ein wunderbares Projekt, und zwar auch gerade für Beschäftigte, für Arbeitnehmerinnen und Arbeitnehmer. Seit der Gründung des Binnenmarkts im Jahr 1993 wurden allein in den ersten 15 Jahren – also vor der Krise – 2,77 Millionen Arbeitsplätze geschaffen, das entspricht einem Anstieg von 1,8 % der Gesamtbeschäftigungszahlen. Wenn wir genauer hinschauen, gibt es natürlich sehr viel Schatten, aber grundsätzlich ist das ein Erfolg. Der Binnenmarkt wirkt sich auf das normale, praktische Leben der Menschen aus, ist also insofern ein ungeheuer positives und wichtiges Instrument.

Aber wo viel Licht ist, ist auch viel Schatten. Jacques Delors baute den Binnenmarkt auf den Prinzipien Wettbewerb, aber auch Solidarität und Kooperation auf. Davon ist in den letzten Jahren viel verloren gegangen. Deshalb möchte ich einmal mehr daran erinnern, wie wichtig es ist, dass die sozialen Rechte und das Sozialmodell den wirtschaftlichen Grundfreiheiten gleichgestellt werden, und ersuche Sie, dies bei all Ihren Bemühungen zu berücksichtigen.

(Die Rednerin ist damit einverstanden, eine Frage nach dem Verfahren der „blauen Karte“ gemäß Artikel 149 Absatz 8 Geschäftsordnung zu beantworten.)

 
  
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  Paul Rübig (PPE), Frage nach dem Verfahren der blauen Karte. – Herr Präsident! Ich möchte die Frau Kollegin Regner fragen: Was, glauben Sie, könnten die Gewerkschaften tun, um die Jugendarbeitslosigkeit z. B. in Spanien und Portugal zu bekämpfen? Demonstrationen werden zu wenig sein. Welche aktive Politik könnte hier der Binnenmarkt leisten?

 
  
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  Evelyn Regner (S&D), Antwort auf eine Frage nach dem Verfahren der blauen Karte. – Ich tue mich jetzt schwer damit, Ihnen zu sagen, was Gewerkschaften in dem Sinne machen können, um Jobs zu schaffen. Aber was sie machen können, ist auf alle Fälle, aktiv mitzuarbeiten, wenn es darum geht, Modelle zu entwickeln – wie beispielsweise in Österreich die duale Beschäftigung – und sich da dementsprechend mit konstruktiven Ideen einzubringen, wie Ausbildung aussehen kann. Das tun sie auch. Das sollen sie natürlich auch in Spanien machen.

 
  
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  Andreas Schwab, im Namen der PPE-Fraktion. – Herr Präsident, Herr Kommissar, liebe Kolleginnen und Kollegen! Zunächst einmal glaube ich, dass die Feierlichkeiten zum 20. Geburtstag des Binnenmarkts am 15. Oktober ein wirklicher Erfolg waren, weil es gelungen ist, in ganz großer Breite Beteiligte – Stakeholder, wie man auf Europäisch dazu sagt – zusammenzuführen und um Unterstützung für dieses Projekt zu werben, das wir nun seit 20 Jahren haben. Ich möchte auch ganz ausdrücklich den Rat, die zyprische Ratspräsidentschaft, beglückwünschen, die aktiv mitgewirkt hat und heute hier im Plenum an dieser Diskussion teilnimmt. Das ist ein Novum, für das wir außerordentlich dankbar sind.

Diese Feierlichkeiten haben aber auch gezeigt, dass wir mit der Binnenmarktakte I und II diesen Binnenmarkt, der eigentlich da ist, aber noch immer nicht in allen Bereichen richtig funktioniert, weiter vorantreiben müssen. Die Kommission hat dazu ihre Arbeit gemacht, deswegen möchte ich von meiner Seite aus nochmals unterstreichen, was Frau Kollegin Bastos gesagt hat. Es ist viel über den Binnenmarkt geredet worden, aber irgendwann werden wir auch gefragt werden, warum er an bestimmten Stellen noch immer nicht voll funktioniert. Und dazu ist vor allem eines wichtig – mehr politischer Wille auf der höchsten Ebene des Ministerrats, Herr Minister, und auf der höchsten Ebene der Kommission!

Es ist eben in Europa lange Zeit so gewesen, dass wir europäische Richtlinien im Binnenmarktbereich förmlich verabschiedet haben. Sie sind auf Ebene der Mitgliedstaaten teilweise richtig, teilweise falsch und teilweise unzureichend umgesetzt worden. Deswegen freue ich mich sehr, dass Michel Barnier heute noch einmal seine Nulltoleranzpolitik im Hinblick auf die falsche Umsetzung und die Nichtumsetzung des Binnenmarkt-Acquis verkündet hat, denn dies wird ganz entscheidend sein.

Wir müssen über den Binnenmarkt auch in anderer Weise sprechen. Ich finde es deshalb sehr positiv, dass Frau Regner hervorgehoben hat, dass der Binnenmarkt eben auch für Arbeitnehmerinnen und Arbeitnehmer viel gebracht hat. Und zum Zweiten: Er bringt eben auch die kulturelle Vielfalt in Europa direkt auf die Esstische in den Wohnzimmern. Er bietet den Bürgerinnen und Bürgern die Möglichkeit, Europa zuhause zu erleben. Die kulturelle Dimension sollten wir stärker vermitteln, weil wirtschaftliche Daten allein für die Bürger nicht ausreichen.

 
  
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  Bernadette Vergnaud (S&D). - Monsieur le Président, Monsieur le Commissaire, chers collègues, le constat dressé par le rapport Monti en 2010 était que les règles du marché unique s'étaient avant tout focalisées sur la compétitivité et l'échange de biens, oubliant de s'intéresser aux citoyens. Afin d'y remédier, la Commission a présenté cinquante propositions pour relancer le marché unique, dont douze législatives prioritaires, actuellement en cours d'examen et en passe d'être adoptées.

À l'occasion des vingt ans du marché unique, célébrés ce mois-ci, la Commission annonce une nouvelle série de propositions sous le titre d'Acte II pour le marché unique. Parmi celles-ci, des mesures que le groupe socialiste et démocrate réclame depuis longtemps, et que nous nous félicitons de voir enfin aboutir concrètement. Je veux notamment faire ici référence au volet sur l'entrepreneuriat social, la cohésion et la confiance des consommateurs.

Je me réjouis de la future amélioration des règles relatives à la sécurité des produits, d'une importance capitale pour les consommateurs, de l'accès universel aux comptes bancaires ainsi que d'une nécessaire transparence des frais bancaires. Ces législations peuvent démontrer que l'Europe protège, qu'elle est utile et qu'elle ne se réduit pas uniquement à des politiques d'austérité. Non, l'Union européenne n'a pas renoncé à son modèle social. Nous avons le devoir de maintenir cette ambition audacieuse, malgré les handicaps.

En revanche, concernant l'Europe qui protège et qui rend confiance aux citoyens, permettez-moi d'être plus dubitative sur les propositions liées aux réseaux de transport et d'énergie. Je crains que la Commission persiste dans une certaine idéologie de libéralisation des secteurs de réseau, alors même que nous sommes loin d'en avoir démontré les bienfaits pour les usagers, que ce soit en termes de prix ou de qualité de services.

Il me semble plus urgent d'œuvrer à répondre aux attentes concrètes des citoyens et des consommateurs avec une législation sur les recours collectifs et une législation-cadre sur les services publics telle que nous la réclamons depuis trop longtemps. L'indigente communication de M. Barroso sur ces services publics n'était clairement pas à la hauteur des enjeux, car ces services ont aussi vocation à participer au renouveau de la croissance dans une nouvelle stratégie industrielle. De même, la Commission se félicite des possibilités de mobilité qu'offre le marché unique aux citoyens. C'est une évidence, mais ce serait encore mieux avec la garantie de voir reconnus les droits sociaux et les droits à pension.

Cette question de la mobilité est centrale dans la législation sur la reconnaissance des qualifications professionnelles pour laquelle je suis rapporteure. Cette directive doit et va montrer que l'Europe peut apporter une réelle plus-value pour la croissance, pour l'emploi et pour les citoyens, grâce à une coopération intelligente entre toutes les institutions et dans tous les États membres. Je pense notamment à l'innovation majeure que constitue la création de la carte professionnelle européenne.

Je remercie mes collègues de l'intérêt qu'ils ont manifesté puisque nous avons reçu plus de 650 amendements. Je sais que nous parviendrons à de bons compromis, y compris sur les sujets sensibles comme les notaires et les infirmières. Il nous restera alors à convaincre le Conseil de surmonter en son sein la frilosité de certains États, car c'est le message qu'il faut faire passer. Oui, l'Union peut et doit être source de progrès et de richesse partagée, pour une solidarité positive et active entre tous ses États, animés du même esprit de réussite de leur destin commun.

 
  
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  Jürgen Creutzmann, im Namen der ALDE-Fraktion. – Herr Präsident, Herr Kommissar, meine sehr verehrten Damen und Herren! Der europäische Binnenmarkt, Europas größte Errungenschaft, feiert seinen 20. Geburtstag. Grenzüberschreitendes Reisen, Arbeiten und Studieren, ein riesiger Markt für Unternehmen und Verbraucher: Der Binnenmarkt eröffnet uns allen mehr Freiheiten, ist ein Antrieb für Handel und Produktivität.

Dennoch: Der Nutzen, den die Europäische Union aus dem Binnenmarkt zieht, könnte sich verdoppeln, wenn weitere Handelshemmnisse – insbesondere im Dienstleistungssektor – durch die Förderung des digitalen Binnenmarkts und die Integration der Infrastrukturen abgebaut würden. Wenn wir die Infrastruktur im Binnenmarkt betrachten, werden zwei Dinge deutlich.

Erstens ist sie fragmentiert. Nur wenige Länder sehen in grenzüberschreitenden Verbindungen eine Priorität. Nehmen wir das Beispiel des Schienenverkehrs: Ein Güterzug, der von Italien nach Schweden fährt, muss auf dem Weg bis zu viermal die Lokomotive und Besatzung wechseln. Zweitens ist die Integration der nationalen Systeme extrem aufwändig. Sowohl physische als auch regulatorische Hürden müssen beseitigt werden.

Die momentan diskutierten Vorschläge der Kommission für transeuropäische Verkehrs-, Energie- und Telekommunikationsnetze gehen dieses und andere Probleme an. Allerdings können diese ehrgeizigen Ziele nur erreicht werden, wenn dafür auch genügend Geld zur Verfügung steht. Investitionen in Infrastruktur stellen somit die beste Verwendung von EU-Geldern dar, weil sie nachhaltig Wachstum, Arbeitsplätze und die Wettbewerbsfähigkeit Europas fördern. Deshalb ist es so wichtig, dass die Mitgliedstaaten im Rahmen der laufenden Verhandlungen zum Mehrjährigen Finanzrahmen keine Kürzungen bei der Fazilität Connecting Europe vornehmen.

Auch die kleinen und mittleren Unternehmen müssen mehr vom europäischen Binnenmarkt profitieren. 99 % der europäischen Unternehmen sind kleine und mittlere Unternehmen, aber nur 25 % exportieren im Binnenmarkt. Die weitere Vollendung des Binnenmarkts ist keine Gefahr für die Mitgliedstaaten. Im Gegenteil: Sie ist eine Chance für mehr Wachstum, mehr Arbeitsplätze und damit auch mehr Wohlstand für die Menschen in Europa.

 
  
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  Heide Rühle, im Namen der Verts/ALE-Fraktion. – Herr Präsident, Herr Kommissar, liebe Kolleginnen und Kollegen! Der Binnenmarkt ist ohne Zweifel eines der wichtigsten und erfolgreichsten europäischen Projekte. Doch dieses Projekt – und darauf hat schon der Bericht von Professor Monti verwiesen – muss den europäischen Bürgerinnen und Bürgern immer wieder vermittelt werden. Wir müssen klarstellen, dass der Binnenmarkt nicht nur der Wirtschaft dient, sondern vor allem auch den Bürgerinnen und Bürgern. Wir müssen ihre Bedenken aufgreifen, wie es der Bericht von Frau Bastos auch tut.

In Zeiten tiefer ökonomischer Krisen, hoher Arbeitslosigkeit und wachsender Armut in vielen Mitgliedstaaten ist eine ausgewogene Wirtschaftsstruktur unerlässlich. Sie muss die Balance halten zwischen freien Märkten und öffentlichen Gütern. Das muss man auch immer wieder betonen, diese öffentlichen Güter tragen zum Funktionieren dieser Märkte notwendigerweise bei. Governance im Binnenmarkt, bessere Gesetzgebung, setzt auch voraus, dass europäische Vorgaben und Regulierungen daraufhin zu überprüfen sind, ob sie diese Balance zwischen freiem Markt und öffentlichen Gütern einhalten oder gefährden, und ob sie die demokratischen Strukturen stärken, zu denen auch lokale und regionale Selbstverwaltung gehören, oder diese untergraben.

Ich möchte in diesem Zusammenhang nochmals dringend darauf verweisen, dass ich es für problematisch halte, wenn die Troika beispielsweise Portugal und Griechenland die Privatisierung des Wassers empfiehlt, ohne dass hier die Bevölkerung wirklich miteinbezogen worden ist! Wir müssen darauf achten, eine Balance zu haben, die auch die dringend erforderlichen öffentlichen Güter schützt und gleichzeitig die freien Märkte stärkt.

(Die Rednerin ist damit einverstanden, eine Frage nach dem Verfahren der „blauen Karte“ gemäß Artikel 149 Absatz 8 der Geschäftsordnung zu beantworten.)

 
  
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  Andreas Schwab (PPE), Frage nach dem Verfahren der blauen Karte. – Frau Kollegin Rühle, Sie haben gerade gesagt, Sie wollen, dass öffentliche Güter in den Mitgliedstaaten geschützt werden. Damit bin ich einverstanden. Die Frage, die ich an Sie habe, ist: Sind Sie, wie ich, auch der Meinung, dass die Entscheidung darüber, wie diese Güter geschützt werden, während der Gesetzgebung, während des Prozesses im europäischen Kontext entschieden werden muss und nicht anschließend auf der Ebene der Umsetzung einseitig von den jeweiligen Mitgliedstaaten entschieden werden darf?

 
  
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  Heide Rühle (Verts/ALE), Antwort auf eine Frage nach dem Verfahren der blauen Karte. – Herr Präsident! Das muss nicht nur auf der europäischen Ebene entschieden werden, sondern die europäische Ebene muss bei ihren Entscheidungen auch die Subsidiarität der regionalen, lokalen und nationalen Ebene berücksichtigen. Wenn sie das tut, dann kann sie natürlich in Zusammenarbeit mit den regionalen, lokalen und nationalen Ebenen dafür sorgen, dass die Umsetzung auch wirklich erfolgt.

 
  
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  Malcolm Harbour, on behalf of the ECR Group. – Mr President, as Chair of the Committee on the Internal Market and Consumer Protection, I particularly want to welcome this opportunity to debate not just the 20th anniversary of the 1992 programme but also Ms Bastos’ important report. There are strong links between those two because historically this Parliament has had a deep engagement with the whole of the single market programme.

The Single European Act of 1988 brought Parliament into co-decision, but we have also consistently supported citizens and consumers in their engagement with the Single Market and in dealing with their frustrations. Indeed, the report that Ms Bastos has prepared comments on a list of such frustrations, which we asked to be prepared – and that is entirely consistent with our role in encouraging action on issues like mobile phone roaming, car insurance, and other areas. These are matters about which citizens were frustrated and on which we have been to the Commission and demanded action.

The second linkage I want to make between the 1992 programme and where we are today is about the fundamental importance, as the Commissioner said, of a clearly-defined set of actions to continue driving the single market forward: having those actions documented, having timescales for them and having deadlines in place. The Single European Act, which led to the 1992 programme, put nearly 300 specifications on the table. That was the scale of the task, in those days, in order to move forward with a single market. We now have the first Single Market Act, and the second. In those acts we have a lot of actions, neatly packaged together, and they constitute clear demands to Member States to move forward.

We need this sort of continuing programme, ladies and gentlemen, and my nomination for the next set of actions is to get cracking with the digital single market. We know that is going to create jobs. It is not, in my view, being given enough priority, and that I think must be the next programme. I am already thinking ahead with my colleagues to 2014. This is an opportunity not to look back historically but to look ahead at what we need to do together.

 
  
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  Cornelis de Jong, namens de GUE/NGL-Fractie. – Dank aan Regina Bastos voor de uitstekende samenwerking die het mogelijk maakte dat ook ik voor haar verslag heb kunnen stemmen.

Ik denk dat het terecht is dat wij twintig jaar interne markt vieren, want er zijn meer banen en er is meer economische groei door ontstaan. Maar er zijn ook wat ik zou willen noemen een aantal rafelranden waarover ik vragen heb aan met name commissaris Barnier.

Allereerst de schaalvergroting, die automatisch het gevolg is van de interne markt. Soms is dat goed en efficiënt, maar het heeft ook culturele effecten. Als je vroeger naar een andere stad ging zag je andere winkels met producten die je nog niet kende. Tegenwoordig begint alles steeds meer op elkaar te lijken. Veel mensen klagen daar ook over. Zij willen minder Europese ketens en meer kleine, zelfstandige zaken die ambachtelijke of andere producten maken en verkopen, die je niét overal elders ziet.

Is de Commissie het met mij eens dat wij het MKB moeten ondersteunen, onafhankelijk van de vraag of bedrijven plannen hebben om hun zaken uit te breiden naar andere Europese lidstaten? Is er niet juist behoefte aan ondersteuning van kleine, zelfstandige zaken en bedrijven die hun eigen karakter willen behouden en klein willen blijven? Is het geen discriminatie als de Europese fondsen alleen beschikbaar zijn voor bedrijven die wél de grens over willen gaan?

Een tweede probleem zijn de sociale rechten. Professor Monti zei het al: kapitaal beweegt sneller dan arbeid en, als wij niets doen, overheerst straks concurrentie op arbeidsvoorwaarden. Dat is nu precies wat wij nu zien. Gaat de Commissie initiatieven nemen tegen sociale dumping? Gaat de Commissie de mogelijkheden van een Europees minimumloon, gekoppeld aan nationale koopkracht, bestuderen?

Een derde spanningsveld betreft de publieke diensten. Wij hebben veel slechte ervaringen met de vermarkting van wat voorheen de publieke sector was. Kan de Commissie bevestigen dat Griekenland en Portugal gedwongen worden de watersector te privatiseren? En als dat zo is, betekent dit dan het begin van gedwongen privatisering via de interne markt? Veel mensen maken zich hier zorgen over en zijn een burgerinitiatief gestart over het recht op water. Hoe kijkt de Commissie daar tegenaan?

 
  
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  Claudio Morganti, a nome del gruppo EFD. – Signor Presidente, onorevoli colleghi, vent'anni di mercato interno ci hanno lasciato sicuramente diversi aspetti positivi, altri invece meno. Le questioni ancora aperte sono molte, importanti e in parte condivisibili. Mi riferisco ad esempio alla possibilità per un cittadino europeo di aprire un conto in un altro Stato membro, alla portabilità delle pensioni, alle problematiche relative alle piccole e medie imprese. Su tutti questi punti siamo ovviamente d'accordo, c'è tuttavia un aspetto che vorrei sottolineare e di cui forse si parla troppo poco.

A volte vi sono normative decise a Bruxelles che possono andare bene per molti paesi, ma che non sempre sono applicabili ovunque allo stesso modo. Cito solo l'esempio degli stabilimenti balneari italiani, una tipicità unica nel nostro territorio: con un'applicazione troppo rigida della direttiva servizi rischiano di finire nelle mani di qualche nuova multinazionale della balneazione, spazzando via in un solo colpo migliaia di microimprese a gestione familiare. Va bene quindi armonizzare, ma non certo omologare, rispettando sempre appieno il principio di sussidiarietà, ma coinvolgendo quindi maggiormente nelle scelte anche le autorità nazionali, regionali e locali.

 
  
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  Franz Obermayr (NI). - Herr Präsident! Zweifellos brachte der Binnenmarkt für das tägliche Leben der Bürger einige beachtliche Vorteile. Das beginnt bei der größeren Auswahl von Produkten bis hin zur Möglichkeit, in anderen Mitgliedstaaten zu praktizieren und zu arbeiten. Dennoch sind 62 % der EU-Bürger der Ansicht, dass der Binnenmarkt nur Vorteile für große Firmen bringt, und 52 % glauben, dass der Gemeinsame Markt zur Verschlechterung der Arbeitsbedingungen beiträgt.

Die Skepsis der Bürger kommt ja nicht von ungefähr: Manche Bestrebungen, den Binnenmarkt zu vertiefen, sind Irrwege – wie etwa im Bereich der öffentlichen Auftragsvergabe. Es besteht durchaus die Gefahr, dass sich Unternehmen aus anderen Mitgliedstaaten nicht an die Tarifvereinbarungen halten. Auch viele Harmonisierungen kommen im Endeffekt nur der Großindustrie und nicht dem Verbraucher zugute. Da brauche ich nur an das unglückliche Glühbirnen-Diktat zu denken.

Wenn nun die Kommission in ihrer Binnenmarktakte II die Mobilität der Arbeitskräfte und der Unternehmen verbessern will, dann müssen wir aber auch den Missbrauch der Freizügigkeit in den Griff bekommen – siehe die Scheinselbständigen aus dem Osten im Baugewerbe, die in Österreich und Deutschland quasi als Lohnsklaven arbeiten. Eine besondere Vorsicht ist aufgrund der Arbeitsmarktöffnung für Bulgarien und Rumänien geboten. Durch die etwas eigenwillige rumänische Staatsbürgerschaftspolitik kommen Hunderttausende Moldauer, aber auch Ukrainer und Russen, mit rumänischen Pässen nach Europa. Das ist gut für Großunternehmen, schlecht für heimische Arbeitskräfte. Der Binnenmarkt kann sicher sehr vieles, aber er kann sicherlich nicht die ultimative Antwort auf die Wirtschaftskrise sein.

 
  
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  Małgorzata Handzlik (PPE). - Panie Komisarzu! Szanowni Państwo! Jak miałam okazję usłyszeć podczas Tygodnia Jednolitego Rynku, obywatele nie mają świadomości korzyści, jakie rynek dla nich niesie. Tegoroczny jubileusz jest świetną okazją do refleksji nad tym, jak lepiej informować obywateli o tych korzyściach oraz co jeszcze musimy zrobić, aby uwolnić pełny potencjał rynku, w szczególności dla wspierania wzrostu gospodarczego czy tworzenia nowych miejsc pracy. Ważnym krokiem jest na pewno określenie problemów obywateli i MŚP, które napotykają oni na jednolitym rynku. Mamy już szereg propozycji i działań odpowiadających na te problemy, ale ważne jest, aby szybko je przyjmować i sprawnie wdrażać w państwach członkowskich.

Tak dla rynku, jak i obywateli ogromną rolę odgrywa dyrektywa usługowa, której implementacja ma teraz podstawowe znaczenie. Konieczne jest też stworzenie spójnego prawa, co zagwarantuje dynamiczny rozwój jednolitego rynku, ponieważ znoszenie barier administracyjnych w jednym obszarze, a pozostawienie ich w innym, blokuje rozwój rynku. Przykładowo: jednym z celów reformy zamówień publicznych jest ułatwienie MŚP dostępu do kontraktów publicznych, ale realizacja tego celu będzie miała znaczenie tylko, jeżeli jednocześnie ułatwimy MŚP wykonanie tego zdobytego kontraktu, wprowadzając proporcjonalne reguły dotyczące delegowania pracowników. Delegowanie pracowników jest z kolei ściśle związane z świadczeniem usług w Unii i skutecznym stosowaniem dyrektywy usługowej.

 
  
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  Mitro Repo (S&D). - Arvoisa puhemies, sisämarkkinoiden kunniaksi järjestetyssä seminaarissa me keskustelimme vilkkaasti siitä, mitkä tekijät ovat eniten muuttaneet kansalaisten elämää viimeisten 20 vuoden aikana.

Julkisuudessa korostetaan usein yhteisten markkinoiden tuoman valinnan vapauden merkitystä. Suurin osa seminaariin osallistujista oli kuitenkin sitä mieltä, että tavaroiden ja palveluiden liikkuvuuden ohella merkittävin etu on ollut se, että kansalaisten mahdollisuudet liikkua rajattomassa Euroopassa ovat lisääntyneet. Meidän tuleekin huolehtia siitä, että työntekijät, opiskelijat ja matkustajat voivat sisämarkkinoilla liikkuessaan luottaa oikeuksiensa toteutumiseen.

Toivon, ettemme päästä valloilleen talouskriisin esiin nostamia nationalistisia ja protektionistisia kantoja, vaan pyrimme kaikin tavoin tukemaan yhteisiä sisämarkkinoita. Ei vain taloudellisessa mielessä, vaan koska ne myös integroivat Eurooppaa kulttuurillisesti ja intellektuaalisesti. Tärkeää on, että pyrimme edistämään edelleen kaikkien kansalaisten liikkuvuutta, varsinkin heikommassa asemassa olevien.

 
  
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  Toine Manders (ALDE). - Ik ben het eens met de commissaris, maar ook met de rapporteur dat de interne markt een geweldig succes is. Toch hoor ik nog steeds veel klachten over de omzetting van richtlijnen, met name vanuit het MKB, en ik verzoek u opnieuw om meer te focussen op verordeningen, zodat de wetgeving voor heel Europa hetzelfde is.

Ik ben het eens met collega's, onder anderen collega Schwab, dat de festiviteiten rondom twintig jaar interne markt zeer succesvol waren, maar naar mijn mening waren zij nog te veel naar binnen gericht en weten de burgers in Europa nog te weinig over het succes van die interne markt. Europa is op dit moment minder geliefd dan twintig jaar geleden. Communicatie, of noem het maar marketing, is ons grootste probleem. Een klant - zoals een MKB-er zou zeggen - moet weten dat een product heel erg goed is voordat hij het koopt, en dat geldt ook voor Europa.

De interne markt moet de voorwaarden scheppen opdat mensen het beste uit zichzelf kunnen halen, maar zij moeten hiervan wel op de hoogte zijn. Daarom, commissaris, roep ik u op om voor 2017 een geweldig marketingprogramma op te zetten opdat alle burgers van Europa de voordelen kennen.

 
  
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  Karim Zéribi (Verts/ALE). - Monsieur le Président, Monsieur le Commissaire, mes chers collègues, la Commission nous propose de célébrer les vingt ans du marché unique et de pousser plus en avant sa finalisation.

Dans le domaine des transports, deux axes sont identifiés dans l'acte II du marché unique, à savoir le ferroviaire et le maritime. Je m'étonne de ne pas voir apparaître ici le cabotage routier, prévu pour 2013, qui aura un impact écologique lourd et entraînera encore plus de dumping social que ce n'est le cas aujourd'hui. Je veux bien croire qu'il s'agit d'un oubli, encore que cela puisse être considéré comme une faute.

Monsieur Barnier, vous pouvez vous féliciter des résultats obtenus durant les vingt dernières années, mais vous ne pouvez pas cacher la réalité du terrain social et la crise qui frappe l'Europe sur le front de l'emploi. Permettez-moi de m'interroger sur les réformes à venir, que ce soit dans le maritime ou le ferroviaire, à partir d'une seule approche qui serait celle de la libéralisation de ces secteurs.

Monsieur Barnier, il est temps que cette fuite en avant cesse. Le marché unique n'est pas un dogme. C'est un outil devant servir au développement économique, à la transition écologique et au bien-être social de nos concitoyens. On ne peut pas décemment accepter davantage sans avoir mis en place des harmonisations sociales et fiscales effectives dans toute future directive. Tout le monde doit jouer avec les mêmes règles, Monsieur le Commissaire. Mon groupe sera vigilant pour éviter les dérives du passé et exigera sur chaque sujet où il sera question de libéralisation du marché un paquet social et écologique nous permettant de tendre vers une concurrence loyale, porteuse de développement et de prospérité pour notre continent.

 
  
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  Emma McClarkin (ECR). - Mr President, as the ECR shadow on the Bastos report, I was keen to stress the need for concrete action to solve citizens’ problems, which include the recognition of professional qualifications, obtaining health care abroad, opening a bank account in another Member State and enhanced comparability of financial services on offer to consumers.

Citizens need to see tangible benefits from the single market. The amendments I tabled on this report covered the promotion of the Internal Market Information (IMI) system in the recognition of professional qualifications, enhancing the employability of young people and the need to prevent over-regulation. I was particularly happy that my amendments calling for the SME test to be applied consistently across all policy areas, and for a review of all regulations which negatively impact on SMEs, were adopted.

In this regard I look forward to the report we have requested from the Commission, with recommendations, on legislation which hampers SMEs, and that is due by June 2013. As we debate the Single Market Act, having just celebrated Single Market Week, I want to mention a significant figure I came across this week: between 2002 and 2011, 13 million jobs were created by the EU’s 21 million SMEs. They are our drivers for growth, and that statistic demonstrates yet again why we must avoid placing burdens on SMEs at a time when we need job creation.

We have a responsibility to address the 20 main concerns in relation to the single market, and this is a good start. But we must be mindful, during these difficult times, that the European Union was created for free trade, and we must keep this spirit of free trade and not succumb to protectionism. A properly-functioning barrier-free single market is what we need and what we must deliver.

 
  
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  John Bufton (EFD). - Mr President, in an ever more globalised world it is vital the UK does not put all its eggs into one basket. We are disproportionately affected by the eurozone crisis because we are too tightly bound to Europe, with whom we trade at a deficit. The Commonwealth represents a far broader international and diverse market place with similar systems of governance and a common language and includes some of the fastest-growing economies in the world.

Commonwealth markets have grown by 7.3 % over recent years, while the EU markets look set to contract. Yet we are limited as to how far we can exploit our ties with the Commonwealth due to EU membership. Domestic bilateral trade and investment treaties become subsumed under the new EU trade negotiations, disabling the UK from forging independent and prosperous import and export contracts with the wider world. The EU model is cumbersome and outdated. The UK must embrace globalisation as a dynamic nation with full sovereignty over policy. Isolating ourselves from the rest of the world by shackling ourselves to a failing EU project is dangerous.

 
  
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  Ewald Stadler (NI). - Herr Präsident, meine Damen und Herren! Wir haben so viele Jubelbeiträge gehört, dass es vielleicht sinnvoll ist, bei diesem Jubiläum auch ein bisschen selbstkritisch an Bescheidenheit zu appellieren. Angesichts der Arbeitslosenquoten in den verschiedenen Mitgliedstaaten, die teilweise im Durchschnitt höher als 20 % sind – d. h. mehr als jeder Fünfte ist arbeitslos oder bei den Jugendlichen sogar mehr als die Hälfte –, sollten wir in gewisser Hinsicht ein wenig selbstkritisch und selbstbescheiden auftreten.

Wir sollten bei der Binnenmarktentwicklung gerade verhindern, dass wir alles unter das Postulat der Liberalisierung stellen. Jetzt haben bestimmte Länder sogar einen Bedarf daran, dass ihre jungen Akademiker und ihre jungen Fachkräfte nicht das Land verlassen. Daher wäre die Liberalisierung hier das falsche Signal. Ich appelliere auch, darüber nachzudenken, ob es wirklich sinnvoll ist, den Finanzdienstleistungssektor weiter zu liberalisieren, der ja bereits jetzt völlig aus den Fugen geraten ist. Daher müsste man darüber nachdenken, ob man nicht sozusagen die gesamte Finanzwirtschaft unter neue Kontrolle stellt, die in der Vergangenheit jedenfalls dazu geführt hat, dass nicht ganze Länder ausgeplündert werden konnten, wie das jetzt der Fall ist.

 
  
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  Ádám Kósa (PPE). - Az egységes piac bevezetése hatalmas lépés volt az európai polgárok számára. Meggyőződésem, hogy a jogalkotók 1986-ban, amikor létrehozták a jogszabálycsomagot, egy vezérlő elvet követtek. Az első az akadálymentes hozzáférés a pénzeszközökhöz, a javakhoz, a szolgáltatásokhoz és ezzel egyidejűleg a személyek szabad mozgása. Azonban ne felejtsük el, hogy még mindig van 80 millió európai uniós polgár, aki részben vagy teljesen el van zárva ezektől. A fogyatékossággal élő személyek számára kiemelten fontos az egységes piac akadálymentesítése, hogy hozzáférhető legyen. Bármilyen fogyatékossággal éljen bárki, állapotából fakadóan rögtön szembesül az akadályokkal. Ezeket mielőbb le kell bontani, ugyanis a társadalom, nem pedig a saját fogyatékosságunk hozza létre őket.

Bastos asszony rámutatott, és javaslatokat tett az akadálymentesítés továbbvitelére. Ezért köszönet illeti. Megragadom az alkalmat, hogy felhívjam a figyelmet újból arra, hogy a mostani gazdasági válság idején még inkább szükség van az európai akadálymentesítési jogszabálycsomagra. Mert a fogyatékossággal élő emberek igenis számítanak!

 
  
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  Marc Tarabella (S&D). - Monsieur le Président, Monsieur le Commissaire, chers collègues, le marché unique est un des piliers de l'édification européenne et, vous l'avez dit, Monsieur le Commissaire, nous sommes comptables de son bon fonctionnement.

Le Single Market Act est, à cet égard, une forte initiative en ce sens et nous devons tous la saluer. Il faut, en effet, ensemble booster le marché unique et améliorer son fonctionnement. Vous êtes l'auteur, Monsieur le Commissaire, d'une bonne proposition de directive sur la modernisation de la passation des marchés publics et nous tâchons, comme vous l'avez dit, de l'améliorer au sein de ce Parlement. Nous avançons, certes, dans un esprit constructif, vers une meilleure efficience de la dépense publique qui, comme vous le rappelez très souvent, Monsieur le Commissaire, représente quand même 19 % du produit intérieur brut de l'Union européenne.

Nous essayons d'améliorer cette efficience en termes de croissance durable, d'emploi, d'innovation, d'inclusion sociale et de respect des règles mais aussi de protection de l'environnement. C'est fondamental car c'est aussi du marché unique et de certaines dérives, parce qu'on a peut-être trop oublié l'harmonisation sociale, que proviennent les frustrations et les doutes dans le chef des citoyens à cause d'une compétition qui a dressé les États les uns contre les autres, les citoyens les uns contre les autres et, notamment, les travailleurs les uns contre les autres, plutôt que de les unifier dans une Europe plus prospère pour tous.

Je voudrais donner deux exemples qui nous préoccupent, notamment, au sein de cette directive. C'est la lutte contre la sous-traitance non contrôlée où la trop grande cascade génère une déperdition d'argent public au fil de chaque étape. Nous essayons simplement de la réguler, de la rendre plus transparente car la sous-traitance est souhaitable puisqu'elle génère, évidemment, une participation meilleure des PME aux marchés publics, ce que nous recherchons tous puisque, aujourd'hui, il y a peut-être un déficit à cet égard. Ce qui nous préoccupe aussi, c'est le respect des règles. Il est difficile de faire respecter la convention de l'Organisation internationale du travail de 1994 puisque seulement dix États l'ont ratifiée. Le respect des règles nationales existantes est tout aussi important.

En conséquence, Monsieur le Commissaire, pouvez-vous partager avec moi la lutte pour un meilleur respect des règles qui améliorera ce marché unique, qui le rendra plus harmonieux, au service de tous les citoyens européens?

 
  
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  Zofija Mazej Kukovič (PPE). - Poročilo prihaja in predlog Komisije prihaja v pravem času. V času krize, ki kliče po dobrih in inovativnih rešitvah.

V vsakdanjem življenju občutimo banalne razlike, kot je recimo oprema avtomobilov in obvezen alkotest, kot je na primer priklop na vtičnico z obveznim pretvornikom in kot na primer pri informacijskih tehnologijah. Poročilo jasno kaže, da gre notranji trg v smeri pravih rešitev.

Zahvala poročevalki, ki je izhajala iz realnega življenja. Ko padajo ovire, se nižajo tudi zidovi med vsemi nami. Podjetja, posebej SM-ji, bodo imeli večjo možnost povezovanja. Povezani z inovativnimi idejami in produkti bodo globalno bolj konkurenčni. V svetu, kjer si mnogi želijo samo to, da bi lahko živeli s takšnim standardom in v takšnem okolju, kot ga imamo v Evropi.

Čas je, da manj energije posvečamo medsebojnemu tekmovanju znotraj Evrope. Čas je, da se povezani intenzivno postavimo v gospodarsko tekmo zunaj Evrope. Z večjo enotnostjo notranjega trga bomo zmagali.

 
  
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  Sergio Gaetano Cofferati (S&D). - Signor Presidente, onorevoli colleghi, Signor Commissario, vent'anni sono un periodo lungo e sufficiente a fare molte cose – e tra le cose fatte ovviamente ce ne sono tante che hanno prodotto benefici per i cittadini europei. Credo che però sia importante guardare avanti e soprattutto concentrarci, nei limiti del possibile, sulle cose che ancora mancano, su quelle che devono essere realizzate, sulla seconda fase del mercato unico, come è stata chiamata.

Credo che sia per questa ragione necessario dare molta attenzione ai temi che riguardano il carattere sociale dei provvedimenti che fanno parte del mercato unico: non possiamo prender a riferimento soltanto la persona nella sua funzione di consumatore; le persone sono anche cittadini e sono anche produttori. Allora quando si parla dei diritti delle persone, della catena che tiene insieme questi distinti luoghi nei quali le persone devono essere rispettate e riconosciute, dobbiamo lì realizzare le soluzioni che servono per dare consistenza al mercato, ma non dimenticare che il mercato è fatto dei comportamenti delle persone in carne ed ossa.

 
  
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  Olle Schmidt (ALDE). - Herr talman! Herr kommissionsledamot! Äntligen något att glädja sig åt! Äntligen någon att hylla i dessa dystra tider. I år fyller EU:s inre marknad 20 år. Mycket har uppnåtts, herr kommissionsledamot, även om en del återstår. Heder åt er, herr kommissionsledamot, och tack för ert stora engagemang.

Människor vill röra sig fritt över gränserna. De vill också ha möjligheter att handla varor och tjänster utan gamla tiders kostsamma och krångliga regler. Lyssnar man på en del av kollegorna här så verkar ni vilja återvända 20–30 år tillbaka i tiden i Europa, men det är inte lösningen. Det har givit oss ökad valfrihet, lägre priser och bättre levnadsstandard.

Herr talman, min stora oro idag är att EU håller på att splittras, delas upp, och att detta också kan påverka den inre marknaden. Jag förstår helt och fullt att euroområdet måste lösa sina problem och skapa stabilitet i Europa genom bland annat en bankunion. Men en starkare integration, fru talman, får inte innebära att också den inre marknaden riskerar att splittras upp – det får inte ske.

 
  
  

ΠΡΟΕΔΡΙΑ: ΑΝΝΥ ΠΟΔΗΜΑΤΑ
Αντιπρόεδρος

 
  
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  Pablo Arias Echeverría (PPE). - Señora Presidenta, señor Comisario Barnier, quisiera, en primer lugar, agradecerle su presencia hoy aquí, esta mañana, y también felicitarle por el buen trabajo realizado con la publicación del Acta del Mercado Único II.

Quisiera, también, aplaudir el trabajo de la señora Bastos, acertado y, sin duda, necesario. Creo que las doce propuestas incluidas en el Acta constituirán, sin duda, un gran impulso al mercado único y me alegra especialmente la inclusión en esas prioridades de la creación de un verdadero mercado único digital.

Este año celebramos veinte años de la existencia del mercado único. Veinte años de prosperidad en los que los europeos hemos ampliado las oportunidades para nuestras empresas y ciudadanos. Pero, si queremos seguir avanzando y estar a la altura de los retos por venir, de los cambios y evoluciones tecnológicas, y hacer que nuestra economía siga siendo competitiva en el mercado global, creo firmemente que, al igual que en los años ochenta y noventa desarrollamos y materializamos las cuatro libertades fundamentales, hoy nuestro reto principal ha de ser el de hacer realidad y alcanzar un verdadero y genuino mercado único digital.

Yo sé, señor Comisario —y me consta por la estrecha colaboración que hemos mantenido en los dos últimos años—, que el mercado digital es una prioridad para usted. Desde esta tribuna querría tenderle, una vez más, la mano para seguir en la línea de colaboración que hemos tenido en este tiempo entre la Comisión Europea y el Parlamento para hacer realidad y completar el mercado único digital.

Precisamente hace dos semanas, aprobamos por amplísima mayoría, en la Comisión de Mercado Interior y Protección del Consumidor, el informe sobre la culminación del mercado único digital. Creo que es vital que tanto desde el Parlamento como desde la Comisión traslademos al Consejo la necesidad de sacar adelante las recomendaciones que contienen ambos documentos y que sigamos trabajando muy de cerca para hacerlas efectivas.

 
  
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  António Fernando Correia de Campos (S&D). - Senhora Presidente, Senhor Comissário Barnier e cara Colega Regina Bastos, as minhas felicitações pelos vossos esforços já tão bem sucedidos. Quando Jacques Delors presidia à Comissão Europeia, foi criado, em 1992, o mercado único da União. Delors sintetizou então os três princípios básicos do mercado único: competição que estimula, cooperação que reforça e solidariedade que une. Vinte anos passados, a crise económica e financeira fez reacender a ameaça dos protecionismos nacionais e ficou claro que o mercado interno não é uma obra concluída. A celebração destes 20 anos tem de ser aproveitada para um relançamento do mercado único com a preocupação de colocar o mercado ao serviço do cidadão e não o cidadão ao serviço do mercado.

Para isso, há que definir prioridades e eu gostaria de falar numa prioridade em especial. É essencial uma política comum para produzir e distribuir energia a preços acessíveis ao consumidor, com elevado nível de eficiência energética através do mercado europeu de energia, servido por infraestruturas transfronteiriças com possibilidade de alavancagem comunitária do investimento que representa valor europeu acrescentado. Na energia também, Sra. Presidente, vai-se jogar o mercado comum.

 
  
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  Ildikó Gáll-Pelcz (PPE). - 2012 az egységes piac 20. születésnapja. Ez az évforduló jó alkalom az együttes gondolkodásra, és a belső piac teljes potenciáljának kihasználását hátráltató tényezők, akadályok leküzdésére. Az ünneplés közben azonban nem feledhetjük el, hogy az egységes piac fő kedvezményezettjei a polgárok és a vállalkozások. Nekünk mint jogalkotóknak az a feladatunk, hogy ezt a nevükben megvalósítsuk. Tehát a feladatunk nem ér véget a jó jogszabályok megalkotásával, része kell hogy legyen a megfelelő végrehajtás, ezenkívül a különféle nemzeti közigazgatási rendszerek határokon átnyúló szinergiájának megteremtése is.

Szeretném kiemelni, hogy a belső piac a rendelkezésre álló legjobb eszköz a gazdasági növekedés helyreállítására, és ezért is nagyon fontos, hogy elsődleges prioritással kezeljünk minden egységes piaccal összefüggő kérdést. Gratulálok az előadónak, aki kiváló munkát végzett, és ezenkívül üdvözlöm az Európai Bizottság e téren megtett eddigi erőfeszítéseit. Meglátásom szerint ezt a folyamatot azonban folytatni szükséges. Még nagyobb elkötelezettségre van szükség a végrehajtás területén. Jelentős erőket fordítottunk a gyors és hatékony tájékoztató portáloknak a megvalósítására, azonban eközben párhuzamosságok is létrejöttek, ami pontosan ezt a munkát hátráltatja majd. Nagyon fontos, hogy a jövőben a célokat úgy határozzuk meg, hogy fogyasztói megközelítést alkalmazzunk. Azt szeretném, ha a jövőben semmi sem akadályozhatná meg a tagállamokat abban, hogy elsődleges prioritásként kezeljék ezt a kérdést.

 
  
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  Barbara Weiler (S&D). - Frau Präsidentin, liebe Kolleginnen und Kollegen! Der Binnenmarkt ist eine Selbstverständlichkeit für unsere Bürgerinnen und Bürger geworden. Wer erinnert sich heute nicht amüsiert an das Urteil von 1979 zu Cassis-de-Dijon oder den Bananenkrieg mit den USA? Wenn man die weltweiten Handelskriege oder Auseinandersetzungen sieht, dann zeigt sich der europäische Binnenmarkt als tragender Pfeiler der europäischen Philosophie: keine Barrieren, keine Diskriminierung, Rechtssicherheit und fairer Wettbewerb.

Und dennoch: Im Spiel der weltweiten Wirtschaftsmächte müssen wir, die Europäische Union, weiterhin die Rechte der Verbraucher und kleinen und mittleren Unternehmen garantieren und die Verbraucher vor neuen Gefahren schützen, z. B. vor neuen chemischen Substanzen, vor neuen, kreativen Tricks von Anbietern, z. B. auch im Finanzmarkt. Wir, die Sozialdemokraten, unterstützen die Kommission bei ihren Maßnahmen gegen marktbeherrschende Praktiken und unlauteren Wettbewerb, egal, um wen es sich handelt, ob Microsoft oder Google, ob deutsche Energieunternehmen oder auch Gazprom.

Wir müssen aber auch den dritten Punkt von Jacques Delors stärker beachten: Der Binnenmarkt bedeutet auch Solidarität, die eint.

 
  
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  Othmar Karas (PPE). - Frau Präsidentin, Herr Kommissar, meine Damen und Herren! Es ist sehr schön, dass wir 20 Jahre Binnenmarkt in diesem Jahr feiern und im nächsten Jahr 20 Jahre Europäische Bürgerschaft begehen. Der Binnenmarkt und die Bürger gehören zusammen. Ebenso war es gut, dass wir den Namen des Ausschusses geändert haben von „Binnenmarkt und Recht“ in „Binnenmarkt und Verbraucherschutz“. Der Binnenmarkt kann nur funktionieren, wenn wir die vier Freiheiten – Personen-, Waren-, Dienstleistungs- und Kapitalverkehr – innerhalb des Binnenmarkts wirklich frei leben können und europäisch geregelt und kontrolliert haben. Es gibt keinen erfolgreichen Binnenmarkt ohne international tätige, wettbewerbsfähige kleine und mittelständische Unternehmen. Sie sind das Herzstück im Binnenmarkt und sie sind der Jobmotor in der Europäischen Union.

Wir alle sind täglich mit zwei Problembereichen konfrontiert: Die einen beklagen sich darüber, wo überall noch Barrieren bestehen, und die anderen darüber, wie widersprüchlich – bis gar nicht – EU-Recht nachweislich in vielen Ländern umgesetzt ist. An beiden Schrauben haben wir zu drehen. Der Binnenmarkt ist im Bereich der Finanzdienstleistungen und des Verkehrssektors nicht fertig. Es ist wichtig, dass wir im Bereich des Verkehrswesens, der Berufsqualifikation, des digitalen Binnenmarkts, der öffentlichen Auftragsvergabe, der Bankdienstleistungen und der Internationalisierung der KMU weiter voranschreiten!

(Beifall)

 
  
 

Διαδικασία "catch the eye"

 
  
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  Anna Maria Corazza Bildt (PPE). - Madam President, let me start by saying how good it was last week to celebrate together the great achievements of the integrated market, and I would like to congratulate Commissioner Barnier on all the initiatives of the Commission. You managed, Commissioner, to help us show that it is a win-win situation for all, for business and consumers; you gave a face to the single market. I welcome the single market mainly because of the commitment to moving forward in really finalising what is already in the pipeline, and I count on your support with the Member States also to move forward. It is a commitment to a united Europe.

Moving forward in the single market now is a way to keep together non-euro Member States and euro Member States. This is what this Parliament wants. Help us to move it forward with the Member States, too. Let us start with the digital single market. I very much appreciate your zero tolerance policy for the implementation of the Services Directive. Let us move forward on the previous issues that are missing, such as access to credit for companies, the Professional Qualifications Directive and dispute resolution online – this is the highway to jobs in Europe.

 
  
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  Catherine Stihler (S&D). - Madam President, the twentieth anniversary of the creation of the Single Market is a great achievement: one set of rules rather than 27 sets of rules, access for Scottish businesses to a market of over 500 million people and a social model to underpin this freedom. Europe is more than a free market. I am pleased that the Commissioner this morning mentioned the importance of social cohesion. I also welcome your statement on basic bank accounts, Commissioner, and I hope that credit unions and their important role are included in your discussions.

Speakers today are correct to point to weaknesses. Twenty years ago we did not use mobile phones in the way we do today; in fact, most people did not have a mobile phone. Now, the ability to access information and buy goods and services on the move is a driver for growth. I must emphasise the importance of the digital single market, which the chair of the Committee on the Internal Market and Consumer Protection has mentioned today. If I can give you an example, Commissioner, concerning e-books and libraries, certain publishers today are making decisions not to allow libraries to access books in a digital format. You, Commissioner, have an opportunity to prevent this ‘book apartheid’ from happening and to find a solution to the urgent challenges. We cannot allow books to go the way of digital music, where one company appears to determine the price of a download.

 
  
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  Cristian Silviu Buşoi (ALDE). - Madam President, I would like to thank Commissioner Barnier for his strong commitment to deepening the single market, which is evident in the Single Market Act.

Despite the benefits the single market has brought to citizens and businesses, and to our economy overall, I think we should be critical in identifying the areas where we can do better, and take the necessary measures. This process was started with the first Single Market Act, which is under implementation, and it is now being completed with the Single Market Act II. I believe the approach taken by the Commission and the priorities identified are correct. Nevertheless I would like to stress that these measures must be accompanied by better governance of the single market and a strong commitment from Member States to transpose the legislation correctly and in a timely and more transparent way, making maximum use of correlation tables. Enforcement is a key priority if we want the single market to deliver.

Last but not least, it is essential to communicate more with businesses and citizens and to associate them as closely as we can with the deepening of the single market.

 
  
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  João Ferreira (GUE/NGL). - Senhor Presidente, o mercado único serve para recorrentes atos de propaganda em torno da sua suposta contribuição para o emprego, o crescimento e, pasme-se, a coesão económica e social. Só a realidade, teimosa que é, insiste em contrariar esta mirífica visão. A verdade é que o mercado único caminhou a par da debilitação dos países economicamente mais vulneráveis, da destruição da capacidade produtiva e do aumento da sua dependência externa. Estes 20 anos significaram a prevalência do negócio sobre o interesse público. O mercado avançou sobre quase todas as esferas da vida económica e social, sobre os serviços públicos, com as liberalizações e as privatizações, gerando desigualdades, pobreza, exclusão.

O mercado único vem abrindo caminho à concentração monopolista em diversos setores de atividade. Veja-se o caso dos transportes. Quanto à dita livre circulação de pessoas neste mercado único, é bem visível, hoje, que ela serve não a harmonização no progresso mas, pelo contrário, o nivelamento por baixo das condições de vida e de trabalho na Europa. Eis, pois, o balanço destes 20 anos que a realidade nos impõe.

 
  
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  Phil Prendergast (S&D). - Madam President, let us remind ourselves of how different, cumbersome and even impossible European citizens and businesses would find many of the mundane tasks we take for granted were it not for the groundwork already done on the internal market over the past 20 years. Moreover, cross-border trade in the EU has been an invaluable source of prosperity, increased access and economies of scale for our businesses.

Unfortunately, given the present design of our monetary union, trade has also been a source of imbalances between the centre and the periphery in the EU, forcing large numbers of our young unemployed people to seek jobs abroad. Our current work on the review of the Professional Qualifications Directive is acutely important, and we must make sure, when dealing with healthcare professionals, that we facilitate professional mobility without jeopardising key principles such as patient safety, and that we do not undermine training standards.

The internal market is not an end in itself but rather a means of achieving prosperity and increasing social cohesion. That must guide us in our work, so that we can arrest the race to the bottom which we have witnessed with blind liberalisation moves on many fronts.

 
  
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  Paul Rübig (PPE). - Frau Präsidentin! Kommunikation ist eigentlich die Grundlage für die Schaffung neuer Arbeitsplätze. Mit der Roaming-Verordnung hat die Europäische Union Standards gesetzt, und zwar nicht nur Standards im Binnenmarkt, sondern sie ist jetzt auch dabei, internationale Standards zu setzen, weil Kommunikation auch Normen, Standards und technische Gesetzgebung braucht, und dies vom Europäischen Parlament dementsprechend unterstützt und durchgesetzt wurde. Gerade auch die Fazilität Connecting Europe ist ein weiterer Schritt, in den Hochgeschwindigkeitsbereich hineinzukommen und somit auch Kommunikation erschwinglich zu machen. Erschwingliche Kommunikation ist auch die Grundlage für eine Erfolgsstrategie des Binnenmarkts. Deshalb werden auch die Frequenzregelungen sowie die Rahmenregelungen für die Versteigerung und für die Vergabe der Frequenzen in der Zukunft eine entsprechende Rolle spielen müssen.

 
  
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  Olga Sehnalová (S&D). - Pane komisaři, dvacetileté výročí fungování vnitřního trhu přímo vybízí k bilancování. V rozpravě již zaznělo, co vše se podařilo, ale zbývá toho ještě mnoho, co musíme udělat, aby vnitřní trh byl prostorem pro spokojený a slušný život všech občanů Evropské unie.

Nezbytným pilířem je podle mého názoru i fungující evropská spotřebitelská politika, která klade v první řadě důraz na občany. Spotřebitelé již některé své konkrétní připomínky vyjádřili, teď je na nás, abychom jejich očekávání promítli do srozumitelných pravidel, s čímž úzce souvisí také správné informování a vzdělávání spotřebitelů. Nezapomínejme ani na to, že pravidla budou fungovat pouze tehdy, pokud budou vynutitelná a občané se skutečně domohou svých práv. V tomto ohledu druhý akt pro jednotný trh z mého pohledu nabízí stále málo.

Na závěr mi dovolte vnitřnímu trhu k jeho jubileu popřát, aby byl férový ke všem svým účastníkům – spotřebitelům, zaměstnancům i firmám bez ohledu na jejich velikost – a hlavně, aby mu lidé důvěřovali.

 
  
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  Hubert Pirker (PPE). - Frau Präsidentin, Herr Kommissar, geschätzte Kolleginnen und Kollegen! Der Binnenmarkt ist zweifelsohne eine große Errungenschaft, wo er funktioniert und wenn er funktioniert. Das, was wir jetzt als zweites Binnenmarktpaket auf den Tisch bekommen haben, enthält auch viele positive Vorschläge. Ich möchte allerdings einige Ergänzungen anregen.

Die erste bezieht sich auf Transport und Verkehr. In der Europäischen Union gehen wir jetzt daran, die Transeuropäischen Netze zu realisieren, Eisenbahnkorridore zu bauen. Was aber fehlt ist die Harmonisierung bei den Stromarten, den Spurweiten und den Sicherheitseinrichtungen, die absolut notwendig sind, um die Chancen des Binnenmarkts im Eisenbahnverkehr tatsächlich nutzen zu können.

Die zweite bezieht sich auf die Eisenbahnpassagiere. Hier ist es notwendig, einheitliches elektronisches Ticketing einzuführen – genau so, wie wir es bei den Flugtickets gewohnt sind.

Die dritte bezieht sich auf den Kauf von Autos. Wenn Sie ein Auto kaufen und in ein anderes Land übersiedeln, dann haben Sie einen bürokratischen Hürdenlauf vor sich, der auch noch mit großen Kosten verbunden ist. Ebenso wenn Sie einen Gebrauchtwagen kaufen. Hier ersuche ich die Kommission, konstruktive Vorschläge auszuarbeiten, um den Binnenmarkt tatsächlich funktionstüchtig zu machen!

 
  
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  Luís Paulo Alves (S&D). - Senhor Presidente, o mercado único é uma das maiores conquistas da União Europeia e representa seguramente um dos pilares mais fortes do desenvolvimento da União, dos seus Estados-Membros e das suas regiões. Contudo, para que seja eficaz e justo, é necessário assentar as suas políticas no sentido da igualdade de oportunidades dos cidadãos e de todas as regiões, promovendo a coesão interna da União. Neste contexto, é essencial o reconhecimento de que só poderemos conseguir um maior desenvolvimento das nossas regiões mais remotas, como as regiões ultraperiféricas, através da sua maior inserção no mercado único.

As regiões como os Açores precisam de continuar a aumentar a sua competitividade, melhorando as suas condições de concorrência, mas nunca o conseguiremos fazer se não resolvermos melhor os nossos problemas de acessibilidades na área dos transportes. Podemos consegui-lo através de instrumentos específicos, que melhor respondam aos problemas suscitados pelo nosso afastamento. Defendemos, por isso, que a Comissão devia considerar um programa específico, tipo Posei Transportes, como instrumento essencial para a inserção deste tipo de regiões no mercado interno.

 
  
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  Angelika Werthmann (ALDE). - Frau Präsidentin! 500 Millionen Verbraucher, 21 Millionen Unternehmen, ein Handelsvolumen von 2,8 Billionen Euro EU-intern und 1,5 Billionen Euro weltweit – 20 Jahre Binnenmarkt. Diese Zahlen sprechen meiner Meinung nach wirklich für sich. Die Bürger haben durch den Binnenmarkt viele Vorteile. Ich greife einen Punkt heraus: Sie können und könnten arbeiten, wo sie wollen. Mobilität ist eine der größten Errungenschaften, doch noch viel zu unbekannt. Unsere Bürgerinnen und Bürger müssen wesentlich besser informiert werden, denn in den Zeiten der grassierenden Wirtschaftskrise könnte die Bereitschaft zu Mobilität und grenzüberschreitenden Geschäftsbeziehungen und Dienstleistungen in manchen Staaten so manches Schicksal – gerade von jungen Menschen – lindern.

Trotz allem müssen die nationalen Eigenheiten der Mitgliedstaaten respektiert werden, und gegenwärtig muss alles getan werden, um Wachstum und Beschäftigung zu fördern und damit die Wirtschaftskrise für die Menschen zu lindern.

 
  
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  Gilles Pargneaux (S&D). - Madame la Présidente, Monsieur le Commissaire, saluons l'initiative prise par Jacques Delors il y a vingt ans, au moment même de la chute du mur de Berlin. Malgré cela, malgré toutes ces avancées que nous avons constatées depuis le début de notre débat, force est de constater que l'Acte unique est aujourd'hui synonyme d'injustice, d'inégalité et de libéralisme économique.

Donc j'aimerais vous entendre, Monsieur Barnier, Monsieur le Commissaire, j'aimerais que vous nous indiquiez comment nous allons construire ensemble une Europe plus juste, une Europe facilitatrice, une Europe protectrice. Il existe un certain nombre de pistes - et j'aimerais vous entendre à ce sujet -, qui sont au cœur de la crise économique et sociale telle que, malheureusement, nous la connaissons: harmonisation fiscale, services publics protecteurs, salaires minimums en Europe, mise en place de coopérations renforcées porteuses d'emplois, promotion des coopérations transfrontalières et élaboration d'une politique du juste échange.

Voilà les enjeux, vingt ans plus tard, qui sont devant nous. Je compte sur vous, Monsieur le Commissaire, pour que nous portions ensemble cette belle politique de construction européenne.

 
  
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  Róża Gräfin von Thun und Hohenstein (PPE). - Pani Przewodnicząca! Jednym ze zmartwień (concerns) obywateli jest to, że tak powoli reagujemy na potrzeby zgłaszane przez obywateli – na ich concerns właśnie. I ten dokument, o którym teraz mówimy, to właśnie 20 main concerns. Został on przedstawiony obywatelom już rok temu podczas Single Market Forum w Krakowie. My musimy wspólnie troszkę szybciej pracować. Zdecydowanie dołączam do głosów, które nawołują również do lepszej informacji. Jeszcze raz przypominam o tych konsultacjach, które są prowadzone. Komisja je organizuje tylko w kilku językach. One muszą być łatwo dostępne, musi być o nich dobra informacja i muszą odbywać się we wszystkich oficjalnych językach Unii Europejskiej.

Ja pilnie słuchałam debat toczących się przy okazji tegorocznego Tygodnia Jednolitego Rynku i rzeczywiście, jak wspomniano w dzisiejszej dyskusji, gospodarka cyfrowa jest w centrum debaty o jednolitym rynku, ale rozwój handlu internetowego jest hamowany przez to, że nie mamy jednolitego rynku usług pocztowych. Udało się nam z roamingiem, Panie Komisarzu, chociaż spodziewałam się bardziej ambitnej propozycji od Komisji Europejskiej. Zabierzmy się w takim razie za pocztę, bo nieproporcjonalnie wysokie opłaty w przesyłkach transgranicznych, które nie mają żadnego uzasadnienia, dzielą rynek europejski i hamują rozwój handlu elektronicznego.

 
  
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  Jaroslav Paška (EFD). - Dvadsať rokov budovania jednotného trhu Únie je vhodnou príležitosťou na to, aby sme si zhodnotili, čo z pôvodných plánov sa nám podarilo naplniť a čo ešte nefunguje tak, ako by sme si želali. Niet pochýb o tom, že veľké obchodné reťazce či nadnárodné spoločnosti už z tohto odvážneho európskeho projektu profitujú.

Na druhej strane pri voľnosti pohybu pracovných síl sa nám zatiaľ nedarí reálne vytvárať také podmienky, aby naši občania mali rovnaký prístup k práci kdekoľvek v Únii. Európsky pracovný trh zjavne nedokáže absorbovať veľké množstvá našich občanov, ktorí hľadajú prácu a pochádzajú z krízou postihnutých oblastí. Preto, vážený pán komisár, musíme pokračovať v zdokonaľovaní mechanizmov formujúcich podmienky fungovania jednotného trhového priestoru a usilovať sa o zlepšenie podmienok pre mobilitu pracovníkov, živnostníkov, ako aj malých firiem.

 
  
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  Συλβάνα Ράπτη (S&D). - Κυρία Πρόεδρε, θέλω να ευχηθώ "χρόνια πολλά," αλλά νομίζω ότι η ευχή αυτή δεν φτάνει. Αισθάνομαι ότι για να είναι σωστή η ευχή πρέπει να ευχηθούμε "χρόνια πολλά και καλά", "χρόνια πολλά και αποτελεσματικά", "χρόνια πολλά και γρήγορα". Η τεχνολογία μας ξεπερνάει. Μέχρι τώρα δίνουμε όλοι το παράδειγμα της επιτυχίας αναφερόμενοι στην Ενιαία Αγορά όταν επισημαίνουμε για το πόσο φτηνά πια μιλάμε στα κινητά μας τηλέφωνα κι αυτό είναι ένα επίτευγμα της Ενιαίας Αγοράς.

Εγώ όμως έχω να σας παρουσιάσω κι ένα αρνητικό παράδειγμα: όλοι έχουμε λίγο ως πολύ σ' αυτή την αίθουσα τα περίφημα iPad. Εάν όμως το iPad αυτό, αυτή την έξυπνη συσκευή την έχεις αγοράσει, για παράδειγμα, στο Βέλγιο και πας στο Ηνωμένο Βασίλειο ή σε ένα άλλο κράτος μέλος, εάν σου παρουσιάσει κάποιο πρόβλημα, η απάντηση είναι "πηγαίνετε στη χώρα που αγοράσατε τη συσκευή αυτή".

Αυτό το λέω για να δείξω ότι πρέπει να είμαστε πιο γρήγοροι στις δράσεις μας γιατί δεν φτάνει να μιλάμε, δεν φτάνει να γιορτάζουμε. Πρέπει να ενεργούμε. Μιλήσαμε για δώδεκα βασικές δράσεις, για πενήντα συμπληρωματικές δράσεις. Από τις δώδεκα βασικές δράσεις οι έντεκα έχουν μείνει πίσω και αυτό με ομολογία σε επίσημη εκδήλωση από την Επιτροπή. Αυτά όλα με προβληματίζουν. Δεν παύω, όμως, να αισιοδοξώ γιατί σε καιρό κρίσης η Ενιαία Αγορά είναι απαραίτητη, όσο ποτέ άλλοτε, για τον ευρωπαίο πολίτη που πραγματικά υποφέρει.

 
  
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  María Irigoyen Pérez (S&D). - Señora Presidenta, Señorías, señor Comisario, las ventajas del mercado único son incuestionables: incremento de la competencia, aumento de la oferta de productos y de servicios, creación de nuevos empleos, precios más asequibles para los consumidores y mayor protección, pero todavía no suficientes y no podemos caer en la complacencia.

Sin embargo, las barreras culturales, lingüísticas, proteccionistas y burocráticas impiden que los ciudadanos y las empresas puedan aprovechar plenamente las ventajas del mercado único. Hace año y medio celebrábamos la presentación de las doce prioridades para estimular el crecimiento y reforzar la confianza de los ciudadanos en el mercado único. Lamentablemente, todavía no se ha logrado un acuerdo en la mayoría de las propuestas, como así lo reconoció la Comisión en la Comunicación de la semana pasada.

Señorías, señor Comisario, la urgencia de la crisis nos obliga a ser ambiciosos, a ir mucho más allá y a lograr acuerdos cuanto antes, para impulsar el crecimiento, el empleo y la confianza de los ciudadanos y las empresas en el mercado único.

 
  
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  Vital Moreira (S&D). - Senhor Presidente, sim, há razões para festejarmos o 20° aniversário do mercado interno. Mas o mercado interno de mercadorias, serviços e investimentos devia ser acompanhado de um mercado único de trabalho, eliminando igualmente as barreiras à mobilidade dos trabalhadores. Sem mercado único de trabalho não há verdadeiramente mercado interno. Segundo, o mercado único significa livre concorrência, mas a livre concorrência pressupõe condições equitativas e não o dumping regulatório, o dumping tributário e o dumping social. A integração do mercado deve ser acompanhada de integração regulatória, de integração tributária e de integração social.

 
  
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  Danuta Jazłowiecka (PPE). - W okresie kryzysu ekonomicznego szczególnie możemy docenić zalety jednolitego rynku. To właśnie on stał się stymulatorem europejskiej gospodarki. Obejmując blisko 500 milionów konsumentów, 23 miliony przedsiębiorstw, stanowi on największy obszar gospodarczy świata, a 27 krajów europejskich tworzy większy rynek wewnętrzny niż 50 amerykańskich stanów. Powinniśmy pozbyć się kompleksów i uwierzyć w tkwiący w Unii potencjał. W pełni zjednoczeni jesteśmy w stanie sprostać konkurencji nie tylko amerykańskiej, ale również konkurencji tak zwanych wzrastających potęg. Oczywiście musimy mieć świadomość istniejących nadal ograniczeń, w tym tych związanych ze słabymi sieciami transportowymi czy energetycznymi, utrudnieniami w swobodzie przepływu usług czy brakiem realnie istniejącego rynku internetowego – mówili o tym moi koledzy. Akt o jednolitym rynku II jest jednak dowodem na to, że wzrasta świadomość niewykorzystanego potencjału i Unia Europejska stara się niwelować istniejące bariery. Panu komisarzowi życzę wielu sukcesów we wzmacnianiu jednolitego rynku i w pokonywaniu tych barier.

 
  
 

(Λήξη της διαδικασίας "Catch-The-Eye")

 
  
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  Andreas Mavroyiannis, President-in-Office of the Council. − Madam President, the celebration of the 20th anniversary of the single market saw a series of events taking place in Brussels, at the European Parliament and in all Member States which culminated in the ‘Single Market Week for New Growth’ from 15 to 20 October.

I personally had the honour to participate in the closing event in Nicosia on 20 October, at which Commissioner Barnier, the Chair of the Committee on the Internal Market and Consumer Protection (IMCO) – Malcolm Harbour – and IMCO Member Malgorzata Handzlik spoke about the past, present and future of the single market in front of numerous representatives of civil society.

As Members have confirmed in their speeches, the establishment of the single market brought not only huge benefits for citizens by increasing the choice of products and services and lowering their prices but was also a driving force for businesses, fostering their competitiveness and innovation capacity.

However, despite impressive achievements the single market and its benefits are not yet fully visible to the citizens, for whom it was originally created. The single market still remains for many a very abstract and bureaucratic concept which is unfortunately too often reduced to top-down rule-making by Brussels.

Furthermore, even after 20 years of its existence, there is still a considerable gap between expectations and reality regarding the single market, with European citizens and businesses still facing obstacles in exercising their rights – or to put it more bluntly – even after 20 years of success, there is absolutely no room for complacency. On the contrary, what we learned from the celebrations is that we have to step up our efforts in order to pursue the establishment of a seamless single market.

Firstly, we need to better inform consumers and businesses on the existing tools, in order to create the kind of ownership which is absolutely necessary for stakeholders to move the single market forward.

Secondly, we need to pass on the message that despite the global financial crisis the single market did not fragment further – which is an encouraging sign of inherent strength, and hence the EU has to build on that. Moreover, completing the single market is not only about passing new laws, but increasingly a matter of implementing correctly and enforcing the already existing rules.

Thirdly, as Europe and other parts of the world struggle to recover from the financial crisis, boosting growth and employment is the number one priority for leaders across the EU. Europe has enormous unrealised potential to restore growth and confidence by unleashing the power of such a single market. In this respect, the Presidency welcomes the launch earlier this month of the new Single Market Act II by Commissioner Barnier. The proposals concentrate, very rightly, on areas of the single market with the highest potential for growth, and should also work as a vector for social and territorial cohesion and for integrating Europe’s markets better by improving mobility for individuals and businesses, encouraging entrepreneurship and making finance more accessible across the EU.

In addition to the above, the 12 key actions proposed concentrate on the network industries and the digital economy. Integration in these areas is essential to creating the conditions for more economic growth and new jobs. Notably, the creation of jobs is an absolute priority for the Presidency as the economic crisis has threatened social cohesion. Unemployment – especially among the young – is skyrocketing in some places. In this respect I would like to seize this opportunity to repeat our Presidency’s full commitment to finalising as many as possible pending dossiers on the Single Market Act I, in particular those covering alternative dispute resolution, on-line dispute resolution, venture capital, social investment funds and the accounting directives.

Promising progress has been achieved on patents, as was mentioned by Commissioner Barnier, and I am grateful to him, as well as to the European Parliament for the understanding and positive cooperation on this very delicate issue. We are indeed now at a watershed and if we can overcome the persisting difficulties we will at last have the chance to put in place a genuinely European patent system.

The European Council has set the goal of agreement on all these proposals by the end of 2012. In short, we will all be committed to intensifying the current pace of work. I trust there will be sufficient flexibility on the part of both legislators, enabling timely adoption.

Let me conclude by recapitulating the following imperatives: the single market is the biggest economic – but also political – asset of the European Union. Despite the recent economic downturn, the single market has continued to function and to deliver. However, in order to be able to reap all its benefits it is essential to breathe new life into that single market, with European citizens and consumers placed at its centre. I remain confident that together we will manage to successfully implement the envisaged measures in order to make the single market a vibrant and living reality for Europe’s citizens. Congratulations to Commissioner Barnier and the Commission, the European Parliament, and in particular to the Chair of the Internal Market Committee, Malcolm Harbour, to the rapporteur, Regina Bastos, and to all the other Members and other people who are working so hard to make a genuine single market part of our daily life in the European Union.

 
  
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  Michel Barnier, membre de la Commission. − Madame la Présidente, merci très sincèrement à chacune et chacun d'entre vous pour la qualité de ce débat très dynamique et votre très nombreuse participation.

Plusieurs d'entre vous ont dit – M. Scicluna, au tout début, Mme Werthmann, M. Obermayr –, que nous avions besoin du marché unique pour la croissance. Je répète qu'il n'est pas suffisant que le marché unique fonctionne bien. Il y a beaucoup d'initiatives nationales privées, publiques, européennes, qui doivent encourager la croissance. Néanmoins, le marché unique est une condition nécessaire. S'il fonctionne bien, toutes les initiatives privées et publiques à partir desquelles on appuie le marché unique fonctionneront mieux et seront plus efficaces.

Voilà pourquoi je ne peux pas être d'accord avec M. Zéribi qui, d'ailleurs, n'était pas là lorsque j'ai parlé et qui est parti maintenant, et qui m'a interpellé, à plusieurs reprises, pour me dire que je faisais de l'autosatisfaction. Franchement, ce n'est pas la tonalité de mon propos, il n'y a aucune place pour l'autosatisfaction, aucune place pour la nostalgie et la mélancolie en ce moment. Aucune!

Nous devons prendre acte des progrès accomplis, d'ailleurs vous avez été de nombreux groupes politiques à souligner tous ces progrès en termes d'emploi. M. Ferreira est également parti mais il parlait de nivellement par le bas. Ce n'est pas vrai. Les 2 500 000 étudiants qui ont participé à Erasmus, l'abaissement du prix du téléphone portable de 70 %, des millions de citoyens qui ont maintenant accès à des transports aériens moins chers, tout ceci n'est pas un nivellement par le bas! Ce sont les avantages du marché unique.

Mais je crois qu'il faut aussi regarder devant nous. Tout à l'heure, M. Pargneaux nous parlait du nouveau modèle. Oui! Très concrètement, nous travaillons et devons travailler ensemble à des initiatives très concrètes pour ce nouveau modèle économique et social. M. Pargneaux m'interrogeait sur les initiatives de la coopération renforcée. Prenons l'exemple du brevet; voilà une initiative concrète de coopération renforcée, que j'ai présentée, il y a un an et demi, et que vous avez soutenue, qui, très clairement apportera beaucoup d'emplois à travers la protection intelligente des inventions sur tout le marché unique. Ou le compte bancaire de base, que vous avez été unanimes à demander. Ces initiatives font partie de ce modèle.

Voilà, donc pas d'autosatisfaction. De la vigilance, parce que, comme MM. Repo et Schmidt l'ont dit – ils ont évoqué le mot protectionnisme –, le marché unique est, en ce moment, dans la situation paradoxale d'être la première victime potentielle de la crise si nous laissons aller le protectionnisme, le repli national, le repli nationaliste, que l'on sent monter un peu partout à cause de la crise, au moment même où il est notre première chance, notre premier atout pour sortir de la crise. Prenons garde à ce qu'il fonctionne bien et à le réorienter vers ce qui est ma conviction et la vôtre aussi: l'économie sociale de marché compétitive. Les quatre mots sont importants et non pas seulement un ou deux, comme on l'a peut-être cru, y compris à Bruxelles, dans les vingt années passées.

Concrètement et télégraphiquement, beaucoup d'entre vous ont parlé des réseaux – Mme Vergnaud, M. Zéribi, M. Creutzmann, M. Correia de Campos. Ce sont les artères du marché unique. Voilà pourquoi nous en avons fait une priorité du Single Market Act II. Il y a beaucoup à faire dans ce domaine.

MM. Creutzmann et Pirker ont évoqué les questions ferroviaires qui sont traitées par la commission des transports et le président Simpson. Nous avons des procédures de certification des entreprises ferroviaires, d'homologation du matériel roulant, qui sont beaucoup trop longues, beaucoup trop coûteuses. Il ne s'agit pas de libéralisation, il s'agit de favoriser l'harmonisation pour que la libre circulation des personnes et des marchandises soit effective. Nous avons un travail d'harmonisation à faire y compris, Monsieur Correia de Campos, pour l'énergie. L'absence de marché unique de l'énergie, que Mme Vergnaud a évoquée également, coûte 13 milliards aux consommateurs.

Nous devons donc harmoniser le marché unique de l'énergie. Je pourrais citer d'autres exemples dans le domaine maritime. Pourquoi faut-il – c'est juste un exemple – qu'en arrivant à Naples, un cargo qui arrive de Rotterdam remplisse les mêmes formalités qu'un cargo en provenance de Shanghai? Il n'y a pas de marché unique. Nous devons concrètement régler ces problèmes. C'est l'objectif de toutes les mesures que nous allons prendre avec M. Kallas, dans le Single Market Act II. Je redis aussi à M. Becker que nous faisons bien un travail collectif comme vous le faites vous-même. Les Single Market Act I et II mettent en œuvre le travail de nombreuses commissions du Parlement européen, comme je ne travaille pas tout seul mais avec douze de mes collègues commissaires. C'est en particulier le cas de Mme Kroes, ma collègue chargée de l'agenda numérique. J'ai été très attentif à ce qu'a dit le président Harbour mais aussi M. Rübig, Mme Rapti, M. Arias Echeverría, que je remercie beaucoup, ou à l'instant, Mme Jazłowiecka, Mme Stihler aussi et M. Creutzmann, sur le marché unique numérique.

Je pense, en effet, que c'est un très grand chantier que nous avons engagé, qui ne va pas assez vite. Si nous devions réfléchir, pas trop tard, à ce que pourrait être un Single Market Act III, en 2014, Monsieur le président Harbour, nous devrions, probablement, le concentrer sur de nouvelles mesures pour donner un élan au marché unique numérique. En tout cas, je compte en parler avec Mme Kroes et mes autres collègues.

MM. de Jong et Karas ont évoqué les PME et la sécurité des produits. Je me soucie beaucoup que toutes les mesures que nous prenons – c'est aussi le souci de M. Tajani – dans le Single Market Act soient passées au crible de l'avantage ou des inconvénients pour les petites et moyennes entreprises. Comptez sur moi.

Je voudrais simplement vous appeler, tout comme j'appelle le Conseil, Monsieur le Ministre chypriote, M. Mavroyiannis, que je remercie d'être là, à accélérer l'adoption de certains textes. Sur les marchés publics, Monsieur Tarabella, les normes comptables, capital requirements IV, pour lesquels, nous avons émis des propositions – le rapporteur, M. Karas le sait – favorables au financement des PME par le secteur bancaire, sur la transparence.

Voilà des textes très concrets où, chaque fois, si vous regardez dans le détail, vous trouverez des mesures ou des dispositions qui sont plus favorables ou moins contraignantes pour les petites et moyennes entreprises. En outre – je le dis à M. Kósa, qui a évoqué, et je l'en remercie, la question de la vie quotidienne des personnes handicapées –, nous serons soucieux, avec Mme Reding, à propos de la sécurité des produits, de mesures spécifiques qui seront proposées en 2013 sur l'accès des personnes handicapées au plus grand nombre de produits.

Beaucoup d'entre vous ont évoqué la dimension sociale et je les en remercie – économie sociale de marché compétitive – et notamment Mme Regner, Mme Rühle, M. De Jong, M. Rübig. Une des clés, dès l'instant où nous savons que nous devons bouger, que nous devons réformer, c'est en effet ce que certains pays font mieux que d'autres – je compare, par exemple, la qualité du dialogue social en Allemagne avec l'absence, souvent, de dialogue social dans mon propre pays. On ne peut pas réformer, on ne peut pas gagner la bataille de la compétitivité et de la croissance durable sans la cohésion sociale, sans le dialogue social, sans le respect des partenaires sociaux.

De ce point de vue-là, je veux marquer mon accord et dire aussi à ceux qui se sont inquiétés de la privatisation, Mme Rühle, Mme Regner, que le traité prévoit clairement et, je le crois, de manière définitive, qu'il y a liberté de choix pour chaque pays dans l'organisation de ses services publics. Et je suis le premier, là où je me trouve, à vouloir préserver cette liberté de choix pour la qualité des services publics.

Simplement, dans le cadre de cette liberté, si un ou deux pays veulent choisir un modèle économique différent, il relève de leur choix souverain de faire appel à des prestataires extérieurs pour certaines missions de service public. Alors, nous sommes comptables du respect des règles des marchés publics ou des concessions, et notamment des règles de transparence. Voilà dans quel esprit j'ai présenté certains textes sur les marchés publics et les concessions, mais je tiens absolument à ce que cette liberté de choix soit assurée à chaque pays et notamment, pour la préservation des services publics.

M. Schwab et M. Buşoi ont évoqué à nouveau, et je les en remercie, la mise en œuvre, comme le ministre Mavroyiannis. Je suis encouragé en cela par l'appel du Président Van Rompuy et du Conseil européen aux gouvernements à mettre en œuvre rapidement, concrètement, beaucoup des textes que nous avons présentés, et je veillerai, avec la Commission et vous-mêmes, à ce que nous puissions aboutir concrètement à des accords dans les prochaines semaines ou les prochains mois

Monsieur Bufton, tout à l'heure, comme Mme Mazej Kukovič, ont évoqué une dimension importante, qui est celle de la dimension externe du marché unique. Nous ne sommes pas tout seuls. Nous devons continuer à être un continent ouvert aux échanges, sans naïveté, comme peut-être on en a eu un peu trop dans le passé. Mais il faut bien regarder le reste du monde qui, quelquefois, espère encore que l'Europe soit là, mais ne nous attend plus, que ce soit le Brésil, la Chine, les États-Unis, ou l'Inde.

Donc consolidons ce marché unique parce que, Mesdames et Messieurs les députés, je vous assure que, lorsqu'on est dans ces grands pays – j'étais au Brésil la semaine dernière –, on constate que la seule raison pour laquelle ils respectent les Européens, c'est clairement la force de ce marché unique de 500 millions de consommateurs et de 22 millions d'entreprises.

Et puisque je parle du reste du monde, je n'oublie pas, Monsieur Alves, la place et le rôle des régions ultrapériphériques. Nous préparons, dans le cadre du suivi du rapport de Pedro Solbes, que j'avais sollicité, sur le thème "Marché unique et régions ultrapériphériques", des mesures très concrètes plus spécifiques pour les aides d'État et l'innovation.

Puisque je parle également de la protection des consommateurs et des citoyens, je voudrais redire à M. Kósa que je suis très attentif aux conditions de vie quotidiennes des personnes handicapées. C'est dans cet esprit que j'ai demandé un mandat au Conseil pour ouvrir une discussion sur la question de la propriété intellectuelle et discuter d'une exception pour les personnes malentendantes, comme je soutiens activement, vous le savez, le secteur de l'entreprise sociale. Beaucoup d'entreprises sont en fait orientées vers les personnes handicapées.

Enfin, je redis à M. Karas, qui a parlé de la protection des citoyens et des consommateurs que je pense que, dans la bataille pour le marché unique, la bataille pour la compétitivité, chaque citoyen est nécessaire.

Voilà, Mesdames et Messieurs; M. Paška et M. Moreira ont évoqué l'achèvement du marché unique du travail. C'est aussi une des propositions que nous avons avancée dans le Single Market Act II, notamment en développant un service public européen de l'emploi, avec Eures. Il y a trop peu de curriculum vitae en ligne. Nous allons augmenter considérablement cette capacité et également favoriser les recrutements transnationaux.

Finalement, sans propagande – M. Ferreira a utilisé ce mot avec lequel je ne suis pas d'accord –, sans aucune autosatisfaction, simplement en étant fier du travail qui a été fait par nos prédécesseurs dans la ligne de la proposition du marché unique de Jacques Delors, regardons devant nous et ouvrons le débat avec les citoyens.

Ces derniers jours, nous avons, les uns et les autres, beaucoup participé à des débats dans le cadre de la Single Market Act week – Róża Thun évoquait l'expérience de Varsovie. Nous avons eu beaucoup de débats – je discutais avec le président Harbour du succès de la génération 90-92, où on a vu des jeunes qui avaient plein de choses à dire. Il faut écouter les gens. Je voudrais qu'on change un peu – même du côté de la Commission – cette manière de communiquer en top down, en disant "à Bruxelles, on a toujours raison". Ce n'est pas vrai. Il y a plein d'idées, de critiques, de propositions qui doivent venir en bottom up.

Et donc, dans la ligne de ce que nous avons fait avec la Single Market Act week pour la première fois, je vais prendre d'autres initiatives, avec mes collègues, pour ouvrir le débat citoyen, demander, aux acteurs de terrain, aux consommateurs, aux syndicats, aux acteurs professionnels, aux petites entreprises, leurs idées. Voilà, je reprends le mot de Mme Corazza Bildt ou de Mme Sehnalová: un débat citoyen, une dimension culturelle, Monsieur Schwab. Oui, culturel, cela veut dire citoyen. Pas seulement parler de technique, d'argent, de lois, mais aussi demander l'avis des gens. Et donc beaucoup d'entre vous ont participé à ces débats et je vais prendre d'autres initiatives très fortes, notamment avec les réseaux sociaux et Internet pour ouvrir ce débat critique, interactif sur l'avenir et la consolidation du marché unique.

 
  
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  La Présidente. - Monsieur le Commissaire, je vous remercie. Vous savez que nous accordons beaucoup d'importance à ce que vous venez de dire, à savoir que le dialogue social doit être respecté dans chaque pays.

 
  
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  Regina Bastos, relatora. − Senhora Presidente, começo por dizer muito obrigada por este excelente debate. Foi um debate muito construtivo e foi um debate que demonstrou que o mercado único é realmente uma grande conquista do projeto europeu. Saúdo a presença do Sr. Ministro Mavroyiannis e a sua participação neste debate, agradeço a todos os colegas a sua postura construtiva, alguns com uma postura cética, que é compreensível, e muito obrigada ao Sr. Comissário Barnier pelo empenho e pelo entusiasmo que põe na discussão destas questões, destes problemas do mercado interno e da vontade política em os resolver.

Temos muito que responder ainda aos cidadãos. Os cidadãos estão insatisfeitos, estão desiludidos e esperam mais de nós, esperam mais do Conselho, esperam mais da Comissão, esperam mais dos Estados-Membros.

Este balanço é muito útil, este balanço dos 20 anos é importante mas, como muitos disseram aqui, é importante abrir a porta para o olhar do futuro. E o olhar do futuro passa por muitas questões que aqui foram levantadas e por muitas medidas que já foram anunciadas pela Comissão Europeia. O mercado único digital, a mobilidade dos cidadãos, a reforma do portal Eures, o mercado europeu da energia, são exemplos eloquentes de que temos ainda um caminho importante para fazer no futuro e que esse caminho é muito importante e vital para responder a esta época de crise em que vivemos.

Os cidadãos estão em sofrimento, os cidadãos esperam muito dos políticos e das respostas que os políticos podem dar às condições adversas que andam a sofrer. Por isso, é importante que o mercado único seja uma das respostas para o grande desafio da competitividade, do emprego e do crescimento económico. Estou certa que todos nós, depois desta celebração dos 20 anos, estamos mais apetrechados para dar as respostas que os nossos cidadãos precisam.

 
  
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  Πρόεδρος. - Η συζήτηση έληξε.

Η ψηφοφορία θα διεξαχθεί στις 12 το μεσημέρι.

Γραπτές δηλώσεις (άρθρο 149)

 
  
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  Zigmantas Balčytis (S&D), raštu. – Bendrosios rinkos sukūrimas turėtų būti vienas reikšmingiausių ES laimėjimų, kurio realią naudą jau dabar turėtų pajusti ES piliečiai ir įmonės. Tačiau iki šiol, ypač ekonomiškai pajėgiausios valstybės narės, užsiima savo rinkų protekcionizmu, todėl reali konkurencija vidaus rinkoje nevyksta. Sėkmingas šios rinkos veikimas tiesiogiai priklauso nuo kitų ES politikos sričių tinkamo įgyvendinimo. Kalbant apie žemės ūkį, kai kurių šalių ūkininkai, tarp jų ir Baltijos valstybių narių, iki šiol negali pasinaudoti bendrosios rinkos privalumais, kadangi jiems nesudaromos lygios galimybės konkuruoti žemės ūkio srityje dėl itin mažų tiesioginių išmokų. Mokslinių tyrimų ir inovacijų srityje skirtingų šalių mokslininkams, dalyvaujantiems Europiniuose projektuose, taikomos skirtingos taisyklės, ypač dėl mažesnio užmokesčio už tą patį darbą. Iki šiol nėra sukurta skaidri ir vieninga viešųjų pirkimų sistema. Smulkiam ir vidutiniam verslui nesudaromos palankios sąlygos gauti finansavimą. Manau, kad esamomis sunkmečio sąlygomis privalo būti išnaudotos visos galimybės sustiprinti ES bendrąją rinką ir pilnai išnaudoti jos potencialą augimui ir užimtumui skatinti. Todėl norėčiau paraginti Komisiją imtis konkrečių veiksmų bei pateikti reikalingus pasiūlymus, kad būtų pašalintos esamos kliūtys ir kad bendroji rinka pradėtų realiai funkcionuoti.

 
  
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  Jorgo Chatzimarkakis (ALDE), schriftlich. – Der EU-Binnenmarkt ist eine der wertvollsten europäischen Errungenschaften. In den Jahren 1992 bis 2008 hat er rund 2,77 Millionen Arbeitsplätze geschaffen und das BIP um 2,13 % gesteigert. Diese Zahlen machen deutlich, welch Potential in einem reibungslos funktionierenden EU-Binnenmarkt steckt. Das zwanzigjährige Bestehen, dass wir jetzt feiern, ist ein Jubiläum, das alle Europäer stolz machen sollte. Das Erreichte sollte uns aber auch Ansporn geben, jetzt alle verbleibenden Hindernisse abzubauen. Denn im Binnenmarkt, das hat die Berichterstatterin deutlich gemacht, liegt noch immer einiges im Argen. Auch die EU-Kommission hat in einem Arbeitspapier zwanzig Hauptsorgen der Bürger zusammengefasst, die ein reibungsloses Funktionieren tagtäglich unnötig erschweren. Die identifizierten Problembereiche müssen in einem integrierten Ansatz gelöst werden. Ein weiteres Problem betrifft die Frage wie wir sicherstellen können, dass alle Bürger Europas, wo auch immer sie leben, in den Genuss der Errungenschaften des EU-Binnenmarktes kommen. Die Leistungsbilanzdefizite innerhalb der EU haben langfristig das Potential, die Union in eine Schieflage zu bringen. Hier muss die europäische Politik gegensteuern.

 
  
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  George Sabin Cutaş (S&D), în scris. – Aniversarea a 20 de ani de la lansarea pieţei unice reprezintă o oportunitate de a reflecta asupra obstacolelor care împiedică cetăţenii europeni să se bucure pe deplin de drepturile lor fundamentale. Un exemplu elocvent este dreptul la liberă circulaţie, îngrădit în continuare, din păcate, de măsuri protecţioniste. Dacă cetăţenii şi consumatorii europeni reprezintă nucleul proiectului european, atunci măsurile luate la nivel european trebuie să faciliteze accesul acestora la piaţa muncii şi să le asigure în acelaşi timp libertatea fundamentală de a circula liber pe teritoriul UE.

De aceea, consider că a venit momentul să vorbim despre o relansare a pieţei unice, care să conducă la o reală incluziune şi să restabilească încrederea cetăţenilor europeni în această piaţă. Salut măsurile luate până în prezent de către Comisia Europeană în această direcţie, însă pledez pentru mai multă fermitate din partea executivului european pentru a sancţiona tendinţele protecţioniste ale anumitor state membre.

 
  
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  Vasilica Viorica Dăncilă (S&D), în scris. – 500 milioane de consumatori, 21 de milioane de întreprinderi, 2 800 de miliarde de euro de comerţ intracomunitar şi 1 500 de miliarde de euro de comerţ la nivel mondial reprezintă un frumos bilanţ pentru piaţa unică europeană. Ea a transformat maniera noastră de a trăi, de a face cumpărături, de a munci, învăţa sau călători.

În plus, drepturile a milioane de cetăţeni europeni, care pot face aceste lucruri în ţara în care vor, sunt protejate prin legislaţia europeană în toate statele membre. Punerea în practică a ideii de piaţă unică a permis şi permite în continuare îmbunătăţirea constantă a acestui proces. Tocmai de aceea, susţin ideea că cetăţenii europeni trebuie să fie din ce în ce mai implicaţi în procesul decizional, iar Anul european al cetăţenilor va fi, în 2013, un bun prilej pentru aceştia să îşi spună punctul de vedere privind dorinţele şi visurile lor.

 
  
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  Louis Grech (S&D), in writing. – The Single Market is one of the most tangible results of European integration for citizens. Yet, despite the significant accomplishments, the present dynamics of the market still do not match what citizens expect of it. In the midst of the economic and financial crisis, a well functioning Single Market is needed more than ever. Europe needs a policy for growth and employment and I strongly believe that the Single Market is key to sustainable recovery. Therefore we should aim for a Single Market that stimulates economic growth and job creation but also considers citizens’ hopes, fears and expectations. Ultimately, it is always the citizens who will define change and who will make things happen. The levels of success of the Single Market will be gauged by the degree of support and trust it will get from the average anonymous citizen. The Single Market should be holistic in its concept and structure, thus achieving a balance between an open economy stimulating economic growth and job creation and an economic system fully integrating citizens’ concerns and at the same time giving a human face to the market by championing citizens’ interests, protecting consumers’ rights and enabling SMEs to compete effectively.

 
  
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  András Gyürk (PPE), írásban. – Az ITRE szakbizottság véleményének felelőseként engedjék meg, hogy röviden kiemeljem az energetikával és a telekommunikációval kapcsolatos állampolgári aggályokat, illetve a kis- és középvállalkozások helyzetének javítására javasoljak megoldásokat. Az energiaszektorban a fogyasztói elégedetlenségre leginkább az ad okot, hogy az energiaszámlák bonyolultak, és nem adnak választ arra, miért emelkedtek meg az utóbbi időben az energiaárak. A szabályozás több tagállamban is igen megengedő, így az energiaszolgáltatók nem kényszerülnek a fogyasztók megfelelő tájékoztatására. A fogyasztók jogainak megfelelő védelme érdekében a tagállamoknak minél hamarabb át kell ültetniük az uniós jogszabályokat a gyakorlatba.

A távközlés területén a legnagyobb problémát az internetszolgáltatás minősége jelenti, továbbá az árak és a szolgáltatási csomagok is nehezen összehasonlíthatóak. A szolgáltatási minőség és az árak nyomon követése érdekében meg kell erősíteni a szabályozó hatóságok és a fogyasztóvédelmi szervezetek szerepét, és biztosítani kell az átláthatóságot. A kis- és középvállalkozásoknak a tagállami és uniós pénzügyi forrásokhoz való hozzáféréssel vannak problémáik. A kkv-k nehezen jutnak hozzá a pályázati információkhoz, és nincsenek a pályázatírásban jártas alkalmazottaik. Így a kkv-k helyzetét nagyban segítené, ha a tagállamok az uniós és központi pénzügyi források lehívásához bevezetnék az úgynevezett egyablakos ügyintézést.

 
  
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  Edit Herczog (S&D), írásban . – A 20. születésnapját ünneplő egységes piac megváltoztatta az európai polgárok életét, munkáját és utazását, életünk szerves részévé vált. Megnyílt a lehetőség a vállalkozások számára, hogy kilépjenek az európai piacokra. Az egységes piac nélkül nincs Európai Unió, ez a jólét alapja, ami Európát erősebbé teszi. Mindent el kell követnünk, hogy a belső piac tovább fejlődjön, hogy gyermekeink 20 év múlva biztonságos Európában élhessenek, értékeihez nagyobb arányban hozzáférhessenek. Mit kell ehhez tennünk? Meg kell nyitnunk az elménket, hogy a kreativitás és a tudás is akadálymentesen áramoljon, amely innovációt és növekedést eredményez. Összekötöttük a közlekedési hálózatokat, most pedig össze kell kötnünk az energia- és telekommunikációs hálózatokat is, hogy végeredményben az 500 millió európait összekössük. Olyan egységes Európát kell teremtenünk, amelyet nemcsak unokáink fognak látni, hanem a most munkába lépő fiatal korosztály sem érzi magát „elveszett nemzedéknek”. Kedves Képviselőtársaim, álmodjuk nagyot, álmodjunk egy egységes és virágzó Európát!

 
  
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  Tunne Kelam (PPE), in writing. – The Single Market is the very essence of European integration. In 20 years intra-European trade has been expanded by four times, as has the FDI between EU countries. Yet we are continuously faced with non-implementation of existing EU directives. About 150 bottlenecks still cause serious distortion and fragmentation in the functioning of the European market. The new Member States find the resistance to opening the services market especially disappointing and demoralising. This reflects in the nutshell the major problems and internal contradictions of the EU – insufficient political commitment coupled with short-term national preferences over the common good. Simply enhancing the role of the Commission to enforce the directives will not solve the problem. The EU first needs to address two dramatic weaknesses: 1. the alarmingly insufficient and unequal level of competitiveness motivating several Member States to protectionism instead of conducting genuine structural reforms; 2. failure to fully understand that in the present demographic situation, where only 2-3 taxpayers are left for one retired person, the model of the established welfare state is not and will not be sustainable. We need to complete the Single Market as fast as possible, to boost the economy; this also means launching the Digital Single Market without delay!

 
  
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  Andreas Mölzer (NI), schriftlich. – 20 Jahre nach der Geburt des freien Binnenmarkts bestehen die Grundsätze des freien Waren-, Personen- Kapital- und Dienstleistungsverkehrs vielfach nur in Ansätzen. Und diese Ansätze haben schon ausgereicht, um Europa in eine schwere Krise zu stürzen. Denn genau die mit dem Vertrag von Maastricht anvisierte Liberalisierung des Kapitalmarkts unter dem Motto, der Markt wird sich schon selbst kontrollieren, hat uns die laufende Banken-Euro-Wirtschaftskrise beschert. Und noch immer ist der EU nicht bewusst, dass ihre Stärke in den nebeneinander existierenden unterschiedlichen Wirtschaftskulturen liegt. Stattdessen wird auf Biegen und Brechen auf Zentralismus und Gleichmacherei – so genannte Harmonisierung – gesetzt. Und schon wird der Ruf nach neuer Entfesselung, nach mehr Konkurrenz im Bahnsektor laut. Denn nur das würde für bessere Qualität und sinkende Preise sorgen. Allein, der gebürtige Europäer hat als Konsument ganz andere Erfahrungen gemacht… Der Irrweg der Zentralisierung und Aufblähung der Brüsseler Bürokratie muss ebenso ein Ende haben wie die Gleichmacherei, die Mitverursacher der laufenden Krise ist. Die geplante Bankenaufsicht ist zwar grundsätzlich zu begrüßen, wird jedoch keinen substanziellen Beitrag zur Beendigung der Eurokrise leisten können, weil es dazu einer Totalreform der Währungsunion bedarf.

 
  
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  Kristiina Ojuland (ALDE), in writing. – The main concern of European citizens about the functioning of the Single Market is that it still does not fully function. Issues that were initially supposed to be water under the bridge long ago have not been properly addressed. For example, a digital signature was first mentioned in EU legislation as being equal to a physical signature already more than a dozen years ago. In many Member States it still remains a faint dream and very few steps are actually taken to adapt to the changing society and business environment of the 21st century. The EU needs to step up and promote the implementation of modern e-Services along with common standards in order to build a Digital Single Market and facilitate the interoperability of cross-border systems. Initiatives such as STORK 2.0 carry huge importance in achieving the necessary results. After addressing those issues and planning future activities, the Council and the Commission should make efforts to implement all legislation strictly and promptly in all Member States. The future of the Single Market should not depend on the good will of the slowest, but on the coherent hard work of all Member States.

 
  
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  Νικόλαος Σαλαβράκος (EFD), γραπτώς. – Η ελεύθερη κυκλοφορία των αγαθών αποτελεί τον ακρογωνιαίο λίθο της ΕΕ. Η ενιαία αγορά αποτελεί ουσιώδες στοιχείο για την υλοποίηση των στόχων της στρατηγικής «Ευρώπη 2020». Ωστόσο, όπως τονίζεται και μέσα από την έκθεση της Ευρωπαϊκής Επιτροπής, εντοπίζονται κενά και δυσλειτουργίες στην λειτουργία της Ενιαίας Αγοράς που δεν επιτρέπουν την πλήρη αξιοποίηση της ενιαίας αγοράς από τους Ευρωπαίους Πρέπει να δοθεί νέα πνοή στην ενιαία αγορά, τοποθετώντας τους πολίτες και τους ευρωπαίους καταναλωτές στο επίκεντρο των προβληματισμών της, ώστε αυτοί να μπορέσουν να επωφεληθούν πλήρως από τα πλεονεκτήματα αυτής της αγοράς και να συνεισφέρουν έτσι στην εδαφική, οικονομική και κοινωνική συνοχή της Ευρωπαϊκής Ένωσης. Συγχαίρω την εισηγήτρια για την ιδιαίτερη σημασία που δίνει στις μικρομεσαίες επιχειρήσεις, διότι η βελτίωση της επιχειρηματικότητας, της διεθνοποίησης και της ανταγωνιστικότητας των ευρωπαϊκών ΜΜΕ, που αποτελούν την ραχοκοκαλιά της ευρωπαϊκής οικονομίας, είναι ουσιώδους σημασίας.

 
  
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  Monika Smolková (S&D), písomne. – Jednotný trh je výdobytok doby. Ak sú obavy občanov a podnikov, je to iba z nedostatku informácii. Preto súhlasím s výzvou Komisii, aby sa využili všetky technické zdroje na začatie dialógu s občanmi o jednotnom trhu. Prostredníctvom informačných kampaní, stanovením 20 hlavných obáv je potrebné informovať občanov o výhodách jednotného trhu, praktických a konkrétnych riešeniach ich každodenných problémov, ako aj o ich právach a vyzvať ich na to, aby sa podieľali na vytváraní konkurenčného, spravodlivého a vyváženého trhu.

Osobitnú pozornosť treba venovať posilňovaniu projektu jednotného kontaktného miesta, v rámci ktorého bude možné podať informácie o podnikaní v členských štátoch. Súhlasím tiež s výzvou Komisii, aby všetci občania oprávnení získať európsky preukaz zdravotného poistenia na požiadanie tento preukaz dostali, aby sa harmonizovali certifikáty pre motorové vozidla, ale aj moderný rámec na uznávanie odborných kvalifikácií, ktorý by prispel k zvýšeniu konkurencieschopnosti Európy.

 
  
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  Silvia-Adriana Ţicău (S&D), în scris. – În luna octombrie, la 20 de ani de la înfiinţarea pieţei unice, Comisia a adoptat Actul privind piaţa unică II - „Împreună pentru o nouă creştere”. Documentul se focalizează pe dezvoltarea unor reţele pe deplin integrate în cadrul pieţei unice, promovarea mobilităţii transfrontaliere a cetăţenilor şi a întreprinderilor, sprijinirea economiei digitale pe întreg cuprinsul Europei şi consolidarea antreprenoriatului social, a coeziunii şi a încrederii consumatorilor.

Piaţa unică în domeniul transporturilor, energiei şi comunicaţiilor necesită eliminarea discrepanţelor dintre infrastructurile de transport, energie şi comunicaţii ale statelor care au aderat la UE începând cu 1 mai 2004 şi infrastructurile celorlalte state membre. De asemenea, întrucât piaţa unică se bazează pe mobilitatea cetăţenilor, solicit ridicarea barierelor privind libera circulaţie a lucrătorilor români şi bulgari.

În final, unul dintre obiectivele pe termen mediu ale Uniunii Europene şi statelor membre ar trebui să fie reorientarea către o administraţie publică informatizată, în special în ceea ce priveşte dimensiunea transfrontalieră a acesteia. Implementarea achiziţiilor publice electronice la nivelul întregii UE ar putea genera economii de cel puţin 100 de miliarde de euro anual pentru finanţele publice. Susţin completarea cadrului de modernizare a normelor UE privind achiziţiile publice prin impunerea facturării electronice ca mod standard de facturare în domeniul achiziţiilor publice.

 
  
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  Valdemar Tomaševski (ECR), na piśmie. W Unii Europejskiej nadal istnieje wiele przeszkód, które utrudniają uzyskiwanie pełnych korzyści z istnienia jednolitego rynku oraz korzystanie z prawa do swobodnego przemieszczania się. Kilka problemów wymaga szczególnej uwagi Komisji Europejskiej. Przedsiębiorstwa nadal napotykają problemy w dostępie do zamówień publicznych w innych państwach członkowskich. Dotyczy to zarówno wykonawców, jak i podwykonawców. Powodem jest zbyt duże zróżnicowanie praktyk krajowych oraz skomplikowane wymogi administracyjne w poszczególnych krajach, włącznie z nadal istniejącymi barierami językowymi w urzędach, co zaprzecza promowaniu różnorodności językowej przez Unię. Inna rzecz, która ułatwiłaby korzystanie ze wspólnotowego rynku pracy, to uproszczenie i przyśpieszenie procedur dotyczących zwrotu kosztów leczenia za granicą oraz dopilnowanie, aby w ramach systemów ubezpieczeń zdrowotnych i społecznych podjęto niezbędne działania w celu zapewnienia mobilnym obywatelom odpowiedniej ochrony. Większa mobilność wykwalifikowanych pracowników może uczynić gospodarkę europejską bardziej konkurencyjną. Aby tak się stało, potrzebne jest przyjęcie nowoczesnego modelu uznawania kwalifikacji zawodowych. Trzeba podkreślić, że przemieszczanie się pracowników pomiędzy państwami członkowskimi musi być dobrowolne i musi iść w parze z pełnym poszanowaniem praw pracowniczych. Nie jest do przyjęcia jakakolwiek dyskryminacja w którymkolwiek z krajów członkowskich, ze względu na pochodzenie lub przynależność państwową pracowników. Usunięcie między innymi tych przeszkód pozwoli Europejczykom na korzystanie z pozytywnych aspektów członkostwa w Unii Europejskiej.

 
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