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Procedūra : 2012/2304(INI)
Procedūros eiga plenarinėje sesijoje
Dokumento priėmimo eiga : A7-0031/2013

Pateikti tekstai :

A7-0031/2013

Debatai :

PV 16/04/2013 - 12
CRE 16/04/2013 - 12

Balsavimas :

PV 17/04/2013 - 12.51
Balsavimo rezultatų paaiškinimas

Priimti tekstai :

P7_TA(2013)0176

Posėdžio stenograma
Trečiadienis, 2013 m. balandžio 17 d. - Strasbūras

7.35. Europos Centrinio Banko metinė ataskaita (2011 m.) (A7-0031/2013 - Marisa Matias)
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Dichiarazioni di voto orali

 
  
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  Petru Constantin Luhan (PPE). - Cu o creştere economică de numai 1,5% , 2011 a fost un an deosebit de important pentru Banca Centrală Europeană. Reprezintă o perioadă în care riscurile pentru stabilizarea zonei euro s-au majorat considerabil. Nu contestă nimeni realizările remarcabile ale Băncii Centrale Europene, dar, în pofida îmbunătăţirilor înregistrate pe parcursul anului 2011, au existat probleme care persistă şi în prezent datorită incapacităţii Băncii de a transmite semnale pozitive pieţelor. Politicile expansioniste ale acestei instituţii nu au avut efectele scontate în sensul creşterii creditării, ci, dimpotrivă, împrumuturile acordate sectorului privat înjumătăţindu-se, de la 2,4% în 2010 la 1,2% în 2011.

Deoarece lipsa creditării este unul dintre principalele motive pentru încetinirea economiei europene, solicit atât Băncii Centrale Europene, cât şi Comisiei ca, pe viitor, să îşi concentreze eforturile de promovare a reformelor pentru îmbunătăţirea accesului la finanţare, consolidarea competitivităţii pe plan mondial şi, implicit, pentru a genera o creştere economică durabilă.

 
  
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  Izaskun Bilbao Barandica (ALDE). - Señor Presidente, he votado a favor de este Informe anual sobre las actividades del Banco Central Europeo en 2011, porque comparto que este organismo debe incrementar sus funciones en el futuro para poder completar las reformas que necesitamos para disponer de una verdadera supervisión financiera y una gobernanza económica en la zona del euro.

Aprecio especialmente las advertencias en contra de la austeridad como único mantra para superar la crisis, y comparto al cien por cien la necesidad de que el Banco Central Europeo utilice su autoridad para obligar a las instituciones financieras a apoyar decididamente las operaciones de la economía productiva, especialmente aquellas que por su carácter innovador se integren en el esquema del crecimiento 2020.

Igualmente comparto que el Banco Central Europeo debe hacer más para evitar que el círculo vicioso en el que están envueltos algunos países del Sur incorpore, entre sus consecuencias, una desventaja competitiva para todos sus sectores productivos por el escandaloso diferencial del coste del dinero que soportan respecto a sus competidores del Norte.

Finalmente, agradezco la sensibilidad regional de un informe que, por primera vez, hace referencia a las regiones con competencias fiscales y tributarias, línea en la que hay que profundizar, y también saludo la apelación a incorporar la igualdad de género en una institución que, como la troika, espero que coincida con esta Cámara en que debe mejorar mucho en transparencia.

 
  
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  Giommaria Uggias (ALDE). - Signor Presidente, desidero complimentarmi con lei per la pazienza e la sopportazione dimostrate a seguito di questa lunga tornata di votazioni e dichiarazioni.

Ma l'argomento che ci costringe oggi a restare ancora in Aula è talmente importante da richiedere un ulteriore supplemento.

Ho votato a favore del rapporto annuale della Banca centrale europea, concordando sicuramente sul ruolo positivo giocato dall'istituto europeo anche nel 2011 che – lo rammento – è l'anno in cui venne inviata al governo italiano la famosa lettera, sottoscritta dal Presidente in carica della BCE e dal futuro Presidente della BCE, Mario Draghi, con la quale venivano imposti alcuni obblighi, un po' discutibili.

Devo riconoscere il ruolo positivo giocato dalla BCE, in quell'anno e soprattutto in quelli successivi, per il superamento della crisi economica e a sostegno del debito dei paesi maggiormente esposti ma, al contempo, non posso non ricordare che la BCE nulla ha fatto in quei medesimi anni affinché la liquidità immessa nel sistema creditizio giungesse alle famiglie e soprattutto alle imprese, così da sostenere l'economia reale e i processi industriali e produttivi.

Molto v'è ancora da fare e ritengo quindi vadano ascoltate le indicazioni emerse nell'ambito del dibattito in seno al Parlamento europeo che, essendo l'unico organismo europeo eletto direttamente dai cittadini, dimostra ancora una volta quella sensibilità di cui dovrebbero dar prova anche le altre istituzioni.

 
  
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  Marisa Matias (GUE/NGL). - Eu, antes de mais, quero congratular-me porque, pela primeira vez nesta casa, quebrou-se o tabu relativamente à crítica ao BCE e foi hoje aprovado um relatório que contém essa crítica em muitos dos lugares onde deve ter lugar, nomeadamente através da imposição de condições à banca, que recebe dinheiros públicos dos contribuintes para se financiar, do reforço da transparência, da democracia, da prestação de contas do BCE, e do reconhecimento do papel que a recessão e as políticas recessivas têm tido na destruição do que resta das contas públicas.

Mas, dito isto, o meu voto contra o meu próprio relatório e o pedido de retirar o meu nome do meu relatório tem a ver, não com o que ficou diretamente no relatório, mas com aquilo que foi retirado, pelas alterações que foram apresentadas pela direita nesta casa. E chegámos a um relatório final onde todas as referências ao BCE, enquanto membro da Troika, foram eliminadas, onde todas as referências aos países sob resgate e às situações dramáticas que estão a viver em resultado destas políticas foram eliminadas e, sobretudo, onde todas as referências aos lucros indevidos que o BCE retira dos programas de resgate foram eliminadas. Havia propostas tão simples, tão razoáveis, como estas: que o BCE não pudesse gerar lucros às custas daquilo que tem sido a desgraça da economia e da vida dos países que estão sob resgate. E é nesse sentido que retiro o meu nome.

 
  
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  Monica Luisa Macovei (PPE). - Mr President, Mr Luhan asked me to ask you if you also have explanations of vote on the López-Istúriz White report.

 
  
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  Presidente. − Ci è impossibile accettare dichiarazioni sulla relazione Lopez perché non c'è stata discussione in Aula.

Per regolamento non si possono fare dichiarazioni di voto su relazioni che non siano state discusse in Aula.

 
  
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  Roberta Angelilli (PPE). - Signor Presidente, ritengo che la Banca centrale europea dovrebbe assumere un ruolo di prestatore di ultima istanza, per diventare – come accade già in Giappone e in America – una vera e propria banca a sostegno e al servizio dello sviluppo, dei cittadini e delle imprese europee.

In merito a questa relazione, molto importante è stato l'emendamento a favore del PMI Supporting factor perché è necessario che sia data l'opportunità alle imprese europee, soprattutto alle PMI, di accedere al credito. Viviamo già una situazione di grande crisi economica, facciamo in modo di mettere le piccole e medie imprese nella condizione di continuare il loro lavoro, perché esse rappresentano l'ossatura dell'economia reale europea e creano tantissimi, indispensabili, posti di lavoro.

 
  
  

Dichiarazioni di voto scritte

 
  
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  Luís Paulo Alves (S&D), por escrito. Aprovo o presente relatório, tendo em conta as declarações do Presidente desta instituição: “Um ano excecional”. Foi assim que Mario Draghi, atual Presidente do Banco Central Europeu (BCE), classificou 2011 no relatório anual da instituição. É verdade que o Banco se viu confrontado com um cenário pouco comum, tendo de alterar rumos e procedimentos no espaço de um ano, e é igualmente verdade que 2011 não foi um ano qualquer. Se foi ou não excecional, ainda está por confirmar. Se um novo ciclo começou, as raízes desta nova conjuntura estão em 2010: em parte em resultado do agravamento da crise, em parte em consequência do alargamento da intervenção do BCE no espaço da União, nomeadamente por via dos planos de ajustamento que ajudou a impor a alguns países deficitários. Certo é que a ação do BCE passou a ser cada vez mais determinada pelo contexto de crise económica e social e sem dúvida que o relatório anual de 2011 é reflexo evidente dessas mudanças.

 
  
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  Elena Oana Antonescu (PPE), în scris. − Acţiunile întreprinse de către Banca Centrală Europeană în intervalul 2011-2012 au jucat un rol important în asigurarea stabilităţii zonei euro şi a pieţelor financiare. Menţinerea acestei poziţii proactive a instituţiei este esenţială pentru depăşirea cu succes de către economiile europene a consecinţelor crizei economice şi financiare. Continuitatea instituţională a acestor intervenţii ale Băncii Centrale Europene este importantă pentru credibilitatea monedei unice europene, în particular, şi pentru cea a Uniunii Europene, în ansamblu. Cu toate acestea, numeroase probleme necesită, în continuare, răspunsuri. Nivelul de creditare al întreprinderilor şi al gospodăriilor este, în continuare, redus faţă de perioada de dinainte de declanşarea crizei. Un element la fel de îngrijorător este faptul că nivelul creditelor cu această destinaţie a scăzut în termeni reali pe parcursul anului 2011. În egală măsură, alături de Banca Centrală Europeană, decidenţii europeni trebuie să adopte măsuri pentru stimularea finanţării IMM-urilor, în condiţiile în care acest segment al economiilor europene este semnificativ pentru competitivitatea globală a Uniunii Europene şi pentru capacitatea ei inovativă.

 
  
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  Sophie Auconie (PPE), par écrit. – Je soutiens fermement ce rapport qui soutient les décisions politiques prises par la BCE, en particulier pour ce qui est de sa politique monétaire et de ses prises d'initiative. Le rapport annuel de la BCE a été rédigé dans un contexte économique difficile, avec une crise de la dette souveraine s'amplifiant dans la plupart des Etats membres, menaçant de relancer la crise bancaire. Pour contrer les effets de la crise, la BCE a utilisé de nouveaux instruments visant à couper le lien entre les deux types de crise et a fixé des taux d'intérêt historiquement bas. La BCE devait éviter de donner ici l'impression de financer directement la dette publique. Ce rapport invite toutefois la BCE à rester prudente afin de faire face sereinement à l'avenir.

 
  
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  Elena Băsescu (PPE), în scris. − Am votat în favoarea raportului deoarece anul 2011 a fost un an cu multe provocări cauzate de condiţiile economice şi financiare. Astfel, se explică nevoia unor schimbări în orientările şi procedurile Băncii Centrale Europene (BCE) pe parcursul anului. În acest context, BCE a încercat să creeze, în mod constant, o ancoră de stabilitate şi încredere. În a doua jumătate a anului 2011, în România, rata inflaţiei a scăzut considerabil: de la 7,5 % la 3,4 %, fiind influenţată atât de factorii interni, cât şi de cei externi. De asemenea, cererea internă a contribuit la creşterea PIB-ului. În altă ordine de idei, vreau să aduc aminte că, din anul 2011, Consiliul Director al Băncii Centrale Europene este reprezentat doar de bărbaţi şi consider că trebuie făcută o schimbare în acest sens.

 
  
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  Vilija Blinkevičiūtė (S&D), raštu. − Balsavau dėl šio pranešimo, nes tebesitęsiantis didelis ekonomikos nuosmukis keliose euro zonos valstybėse narėse neigiamai veikia vis didesnio skaičiaus zonos narių ekonomiką ir biudžetą. Dėl ekonominės krizės tam tikrose valstybėse atsiranda milžiniški pinigų srautai, dėl kurių tų valstybių ekonomikos finansavimo sunkumai padidėja ir ji tampa netvari trumpuoju ir dar labiau ilguoju laikotarpiu. Šis disbalansas daro didžiulį iškraipantį poveikį, dėl kurio patiriamas brangiai kainuojantis neigiamas išorinis poveikis, ir kelia problemas visai euro zonai ir visų jos valstybių ekonomikos stabilumui. Disbalansas gali būti sumažintas tik tokiu atveju, jeigu bus įgyvendinami visapusiškai platesnio masto euro zonos krizės sprendimai, kad būtų sukurtas suderintas metodas, padedantis derinti solidarumą ir atsakomybę. Europos centrinis bankas tūrėtų kuo skubiau įgyvendinti bendrą priežiūros mechanizmą ES, kad euro zonos bankų sistema būtų patikimesnė. Bankas turėtų dėti visas pastangas padėti stabilizuoti rinkas, būtent pasitelkiant Vertybinių popierių rinkos programą, trijų metų ilgesnės trukmės refinansavimo operacijas ir atvirus piniginius sandorius ir kuo skubiau surasti ir parengti struktūrinis krizės sprendimus. Ilgalaikėje perspektyvoje šiuos veiksmus būtina paremti labiau vienijant bankininkystės sistemą ir integruojant finansus bei politiką tiek, kad galiausiai būtų sukurta bendra indėlių draudimo ir dalinio skolos pasidalijimo sistema.

 
  
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  Philippe Boulland (PPE), par écrit. – J'ai voté en faveur du rapport annuel 2011 de la BCE, conçu au départ de façon très critique envers l'institution, nous sommes parvenus à suffisamment l'amender pour qu'il soit acceptable. Nous avons invité la BCE à agir davantage pour garantir que ses prêts à faible taux parviennent à l'économie réelle. Nous souhaitons aussi la voir devenir plus transparente et responsable, conformément à son rôle croissant dans la crise de la zone euro. Avec de telles responsabilités et des pouvoirs élargis, la BCE sera plus à même de promouvoir la croissance et l'emploi.

 
  
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  Antonio Cancian (PPE), per iscritto. − Ho votato a favore della relazione sul rapporto annuale 2011 della Banca centrale europea perché ritengo che sia stato raggiunto un buon compromesso tra i gruppi politici. È importante sottolineare il ruolo chiave che ha avuto finora la BCE nella risposta alla crisi economica e dobbiamo altresì avere fiducia in un possibile suo maggiore e diretto coinvolgimento nei piani di sostegno alle economie in difficoltà. Un lavoro che, come ben sottolineato, deve svolgersi di concerto con le altre istituzioni comunitarie, non ultimo il Parlamento, per garantire un controllo democratico.

Apprezzo in modo particolare il forte richiamo all'urgente necessità di portare a compimento il progetto di una vera unione bancaria, introducendo il meccanismo di sorveglianza unico, in modo tale da rafforzare la credibilità del sistema bancario dell'eurozona e valutando la possibilità della creare un nuovo Fondo europeo di emergenza bancaria, arrivando ad un sistema europeo di garanzia dei depositi che integri le funzioni di vigilanza della BCE. Accanto a questa ambiziosa ristrutturazione, la BCE deve poi rivolgere maggiore attenzione all'economia reale: sarebbe opportuno, pertanto, che essa prevedesse la possibilità di farsi garante ultimo dei prestiti che le banche commerciali erogano alle PMI, in modo tale da rendere il finanziamento più facile.

 
  
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  Emer Costello (S&D), in writing. − I voted in favour of the resolution on the ECB’s 2011 annual report although I do regret that the resolution was not stronger on the need for more effective ECB action in support of growth and jobs. Article 127 of the Treaty on the Functioning of the EU provides that once price stability is assured, i.e. inflation is at 2 % or less, the ECB is obliged to contribute to the EU’s general economic objectives – balanced economic growth, full employment, cohesion and solidarity, as set out in Article 3 of the Treaty on European Union. The ECB’s mandate must now be re-interpreted to put greater emphasis on growth and jobs. I was also disappointed, indeed amazed, that the clauses welcoming the ECB’s actions to combat the excessive lending costs facing euro area Member States and in favour of greater democratic accountability by the ECB to MEPs were removed or watered down in plenary. I do however welcome the reiteration of past EP calls for an increased budgetary capacity for the EMU to support growth and social cohesion, and urging the Commission to present proposals for a new European resolution fund and a European deposit guarantee scheme.

 
  
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  George Sabin Cutaş (S&D), în scris. − Am votat în favoarea raportul de activitate al Băncii Centrale Europene pentru 2011. Măsurile luate de Troică nu au produs rezultatele așteptate. Ba mai mult, acestea au provocat o înrăutățire a situaţiei economice. Uniunea Europeană este astăzi în recesiune, iar numeroase state înregistrează un șomaj foarte ridicat. În acest context, Troica trebuie supusă controlului democratic

 
  
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  Jill Evans (Verts/ALE), in writing. − I voted against this report as I felt that it did not go far enough. The ECB is responsible for defining and implementing the monetary policy for the euro area, thus it is of utmost importance that the ECB is transparent and that its function is clear. Wales is not part of the euro area but it is imperative that the euro is managed correctly, as poor management of the currency has consequences for all EU members.

 
  
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  José Manuel Fernandes (PPE), por escrito. A colega Marisa Matias apresentou-nos uma análise ao Relatório anual do Banco Central Europeu (BCE) relativo à sua atividade durante o ano de 2011. Como sabemos, 2011 foi um ano de crise tão profunda quanto o de 2012 e que obrigou as instituições europeias, em conjunto com o Fundo Monetário Internacional (FMI), a tomar várias medidas de apoio à economia para que a situação financeira de alguns países não redundasse na bancarrota. Saúdo todo o trabalho realizado pelo BCE em prol de garantir a estabilidade dos preços, o controlo dos mercados financeiros e a redução da dívida soberana que deve deixar de estar ligada aos bancos. O BCE não pode, todavia, esquecer que as pequenas e médias empresas são a espinha dorsal da economia europeia e é nelas que reside a nossa esperança para sairmos da crise. Para isso, é necessário que disponham de acesso facilitado ao crédito. Por último, gostaria de apelar aos responsáveis pelo BCE para que procurem adequar as taxas de juro à realidade dos países em assistência financeira. O BCE deve ser um banco ao serviço da economia, solidário com os EM, e não se aproveitar da sua debilidade financeira para ter lucros elevados à custa dos cidadãos.

 
  
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  João Ferreira (GUE/NGL), por escrito. O relatório congratula-se com a atitude pró ativa do BCE no ano de 2011 e reconhece os esforços empreendidos pelo BCE para ajudar a estabilizar os mercados. É bom recordar que, em 2011, durante metade do ano, o BCE caucionou o processo de extorsão do povo português por via da especulação sobre os juros da dívida. O BCE dava dinheiro a taxas de juro de 1% aos bancos, que depois iam cobrar quatro, cinco ou seis vezes mais aos Estados pelo seu financiamento. Na outra metade do ano, o BCE foi interveniente direto no processo de extorsão, desta feita por via do Pacto de Agressão da Troika FMI-CE-BCE, subscrito pela Troika colaboracionista interna PS-PSD-CDS.

O BCE impôs falências, desemprego, a destruição de direitos laborais e de serviços públicos, o empobrecimento. Grande pró atividade! A ação desta Troika é ilegítima. Não será nem legítima nem democrática por a Troika vir prestar contas ao Parlamento Europeu, como defende o relatório. O relatório defende o dogma monetarista da estabilidade dos preços - que tem justificado a imposição da moderação salarial, ou seja a diminuição sucessiva do peso dos salários no rendimento nacional. Defende a União Bancária e a atribuição de novas competências ao BCE. O relatório já era mau. Ficou pior com a votação. Evidentemente, votámos contra.

 
  
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  Monika Flašíková Beňová (S&D), písomne. − Za „výnimočný rok“ označil rok 2011 vo výročnej správe banky Mario Draghi, súčasný prezident Európskej centrálnej banky (ECB). Či takým skutočne bol, azda ukáže čas. I keď sa začal nový cyklus, jeho počiatky možno odhaliť v roku 2010 - čiastočne spočívajú v zhoršení krízy a čiastočne v čoraz ďalekosiahlejších intervenciách ECB v rámci Únie, v neposlednom rade formou ozdravných plánov, ktoré pomohla presadiť voči niektorým krajinám s deficitom. Konanie ECB sa jednoznačne riadilo kontextom hospodárskej a sociálnej krízy a vo výročnej správe za rok 2011 sú tieto zmeny evidentne zohľadnené. Pokiaľ hovoríme zároveň o pohľade do budúcnosti - jeden z projektov, pred ktorým EÚ stojí, je zaviesť bankovú úniu s cieľom umožniť účinnejšie, rýchlejšie a primerané reakcie, ktoré by sa využili v časoch krízy. Tento projekt sa bude neustále riadiť svojimi základnými predpokladmi. Domnievam sa však, že jeho realizácia nebude možná, ak sa medzi nástrojmi, úlohami a zodpovednosťou nevytvorí jasný vzťah, pokiaľ ide o právne predpisy, tvorbu menovej politiky, dohľad a riešenie krízy.

 
  
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  Bruno Gollnisch (NI), par écrit. – L'exposé des motifs du rapport de Mme Matias est plus instructif que le corps du rapport lui-même et sensiblement plus négatif sur l'action de M. Draghi. Je regrette de ne pas retrouver dans le texte que nous avons adopté (mais pour lequel je n'ai pas voté, notamment pour cette raison), la mise en cause du rôle de la BCE, les critiques sur ses modes d'intervention ou sur la manière dont elle outrepasse son mandat, la dénonciation du fait que ses interventions ont plus souvent été partie du problème que de la solution face aux situations de crise, ni l'expression de doutes quant à la nécessité de l'indépendance de la Banque. Cela mène Mme Matias à une conclusion claire, même s'il est impensable pour elle de remettre en cause le désormais sacro-saint "euro" : a minima, les statuts de la Banque doivent être modifiés, ses objectifs redéfinis, ses décisions soumises à des impératifs politiques et étroitement contrôlés. C'est un début de prise de conscience. Il n'est pas dans le texte voté, qui n'est finalement qu'un satisfecit accordé à l'ancien cadre de Goldman Sachs. Combien de pays devra-t-il encore ruiner, combien de chômeurs devra-t-il encore faire, avant que ce Parlement, qui se targue de contrôle démocratique, lui tape vraiment sur les doigts ?

 
  
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  Nathalie Griesbeck (ALDE), par écrit. – Dans la crise que traverse l'Union européenne, s'il est une institution qui a particulièrement élargi son champ d'action, c'est bien la Banque centrale européenne. Mais si elle a fait beaucoup dans la tempête que nous affrontons, celle-ci doit faire plus pour la croissance et l'emploi en Europe. Nous le répétons inlassablement dans nos prises de position. Il n'y aura pas d'amélioration durable en Europe tant que nous n'apporterons pas un soutien clair et massif à l'économie réelle. C'est ce message que j'ai souhaité faire passer en votant pour cette résolution

 
  
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  Mathieu Grosch (PPE), schriftlich. Die EZB kann natürlich nur im Rahmen ihres Auftrags tätig werden und hat durch ihre Aktion im Rahmen eines sehr geringen Spielraums dennoch dazu beigetragen, Länder wie Griechenland, Portugal oder auch Frankreich oder Belgien vor schwerwiegenden Finanzproblemen zu bewahren. Die Debatte um mehr oder weniger Kompetenz sollte natürlich geführt werden, aber im Rahmen des Jahresberichts ist sie fehl am Platz.

 
  
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  Sylvie Guillaume (S&D), par écrit. – J’ai voté en faveur de ce rapport qui demande clairement plus de transparence à la Banque centrale européenne (BCE) et qui pointe le manque de responsabilité démocratique de cette institution qui joue un rôle significatif en raison de la crise de la zone euro. En effet, en tant que pilote de la politique monétaire, la BCE doit s’écarter de l’austérité pour sortir de la crise et davantage agir pour relancer la croissance et l’emploi. A cet égard, il est primordial que la BCE veille à ce que les garanties de prêts à des taux faibles aux banques alimentent véritablement l’économie réelle et soutiennent de manière plus directe les PME européennes.

 
  
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  Mikael Gustafsson (GUE/NGL), skriftlig. − Jag röstade emot betänkandet om ECB:s årsrapport. Det ursprungliga förslaget till betänkande från ECON-utskottet, som bar EU-parlamentariker Marisa Matias namn, innehöll betydelsefull kritik mot ECB och viktiga krav om ökad öppenhet och transparens. Det lade också fram förslag på alternativa vägar ut ur den ekonomiska krisen. Tyvärr lyckades parlamentets högermajoritet, under omröstningen i plenum, förändra innehållet av betänkandet så till den grad att parlamentsledamot Matias själv dragit tillbaka sitt namn från betänkandet. När betänkandets innehåll så tydligt blivit ett högerpolitiskt betänkande valde jag att rösta nej.

 
  
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  Juozas Imbrasas (EFD), raštu. − Pritariau pasiūlymui, kadangi Europos centrinis bankas (ECB) turi labiau stengtis, kad pigios paskolos, kurias jis teikia bankams, pasiektų realią ekonomiką. Be to, manau, kad reikia padaryti ECB veiklą skaidresnę. Per pastaruosius dvejus metus ECB suaktyvino veiklą finansų rinkose, padėdamas sumažinti palūkanų normų spaudimą į skolas įklimpusioms euro zonos šalims. Be to, ECB kartu su Europos Komisija ir Tarptautiniu valiutos fondu (vadinamasis kreditorių „trejetas“) prižiūri, kaip šalys įgyvendina finansinės pagalbos sąlygas. ECB ir Europos Komisija turėtų būti labiau atskaitingi Europos ir šalių parlamentams.

 
  
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  Giovanni La Via (PPE), per iscritto. − Il ruolo della Banca centrale europea ha assunto, nel corso degli anni, un’importanza sempre maggiore e un’attenzione crescente da parte dell’opinione pubblica. La gestione delle ultime vicende economiche europee – si pensi al caso del salvataggio di Cipro – hanno messo in forte discussione l’operato della BCE e dell’intero sistema economico-istituzionale europeo. Probabilmente sono stati commessi alcuni errori nella gestione del caso Cipro, anche a causa della mancanza, in capo alla BCE, di un'ampia libertà d’azione, necessaria per agire risolutivamente di fronte a passaggi cruciali in un momento di crisi, qual è quello attuale. Tuttavia, è nostro dovere agire, all'interno del più ampio percorso di costruzione di un'unione bancaria e fiscale, affinché la BCE possa dotarsi di poteri maggiori ed essere il pilastro fondamentale su cui far ripartire l’economia europea.

 
  
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  Agnès Le Brun (PPE), par écrit. – Dans ce texte, qui évalue les activités de la Banque centrale européenne, le Parlement a exprimé son souhait de voir la BCE agir davantage pour promouvoir la croissance et l'emploi et plus seulement la stabilité des prix. À cette fin, mes collègues députés et moi-même invitons notamment la BCE à prendre des mesures garantissant des prêts à faible taux en faveur de l'économie réelle et à prendre une part active dans l'ébauche d'une future union bancaire. Même si la BCE ne peut bien sûr pas à elle seule résoudre la crise et qu'il est essentiel que les Etats membres assainissent leurs finances publiques, ce texte est dans son ensemble bon. Je me suis donc prononcée en faveur de cette résolution.

 
  
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  David Martin (S&D), in writing. − ‘An exceptional year’ – that was how Mario Draghi, the current President of the European Central Bank (ECB), described 2011 in the Bank’s Annual Report. It is true that the Bank had to contend with a highly unusual situation in which it was compelled to change course and its ways of proceeding within the space of a year; it is equally the case that 2011 was not just another year. Whether or not it was exceptional remains to be seen. If a new cycle has begun, then the roots can be traced back to 2010: they lie partly in the worsening crisis and partly in the increasingly far-reaching ECB intervention within the Union area, not least in the form of the adjustment plans that it has helped to impose on some countries in deficit. The ECB’s action has undoubtedly been dictated by the context of economic and social crisis, and the 2011 Annual Report – without question – clearly reflects those changes.

 
  
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  Nuno Melo (PPE), por escrito. O presente relatório avalia a atuação do BCE a partir de quatro linhas principais: a política monetária, a crise, a união bancária e os aspectos institucionais em jogo. Julgo que a atuação do BCE ao longo de 2011 foi relevante, e que ajudou os Estados-Membros e o setor financeiro a suportar melhor a crise. O papel do BCE sendo, para além da preocupação com o controlo dos preços, o de assegurar mecanismos que permitam acesso a fundos por parte do sistema financeiro. Durante 2011, foi muito relevante a posição assumida pelo BCE nestes tempos de crise, tanto no que diz respeito à sua política monetária, como às suas intervenções para estabilizar os mercados financeiros. Daí o meu parecer favorável.

 
  
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  Willy Meyer (GUE/NGL), por escrito. − He votado en contra del presente informe porque, pese a la orientación original que la ponente había dado al texto, las enmiendas impuestas durante el proceso han convertido el informe en una mera justificación de la política de austeridad. El informe resulta inaceptable desde cualquier punto de vista: celebrar el papel del BCE durante 2011 y 2012, en los que se han empobrecido millones de europeos, supone un ejercicio de cinismo contra los países del sur de Europa y contra la noción misma de Unión Europea. El informe también exige la consolidación presupuestaria como única vía para generar crecimiento en la eurozona, lo que equivale a anteponer la austeridad a cualquier política económica diferente que permita a Europa crecer y no ser la región con menor crecimiento del mundo. Estas políticas de austeridad que el informe sostiene lo convierten en un mero documento propagandístico que no variará la dirección de la política económica. Por todo ello he votado en contra del presente informe.

 
  
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  Alexander Mirsky (S&D), in writing. − I support the measures taken by the ECB to lower the cost of borrowing for Member States and stabilise the financial market. In favour.

 
  
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  Andreas Mölzer (NI), schriftlich. Der Jahresbericht der EZB 2011 ermöglicht einen guten Überblick über die verschiedensten Tätigkeiten der EZB, insbesondere im Hinblick auf die Euro-Krise. Für einen kritischen Leser zeigt er dabei sehr deutlich auf, wie sehr die EZB ihr eigentliches Mandat, nämlich für Preisstabilität im Euro-Raum zu sorgen, selbständig und ohne rechtliche Basis ausgeweitet hat. Der Kauf von Anleihen, wenn auch am Sekundärmarkt, ist nicht Aufgabe der EZB und stellt eine verdeckte Staatsfinanzierung dar. Gelddrucken wird die Probleme in der Eurozone nicht lösen, die an sich eine Fehlkonstruktion ist. Da der Bericht natürlich nicht so angelegt ist, die Arbeit der EZB kritisch zu beleuchten, sondern diese verfehlte Politik auch noch lobt, kann ich nur dagegen stimmen.

 
  
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  Claude Moraes (S&D), in writing. − My constituency of London has a heavy focus on financial services, and as our financial institutions interact extensively with the eurozone, a well-balanced approach to the management of the ECB will benefit all. I believe these yearly assessments of the ECB are extremely important.

 
  
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  Younous Omarjee (GUE/NGL), par écrit. – Cette proposition de résolution du Parlement porte sur le rapport annuel 2011 de la Banque Central Européenne (BCE), un rapport qui décrit les changements de politiques et de stratégies opérés par la BCE afin de répondre à la crise. Je me suis prononcé contre ce rapport car il est pour moi largement insuffisant. Il ne remet pas en cause les mesures draconiennes et contreproductives et les mauvais plans de sauvetage décidés par la BCE. Or je considère que le Parlement européen, en tant que seule institution européenne élue par les citoyens européens, se doit de porter un message clair à ce sujet. Le manque de transparence avec lequel la troïka et la BCE agissent n'est tout simplement pas tolérable. En imposant des politiques d'austérité aux Etats membres, la BCE non seulement n'offre aucune perspective viable de sortie de crise au peuple européen, mais de plus elle outrepasse largement son mandat. Je défends ainsi une BCE au service de l'économie réelle et des citoyens et non pas des intérêts spéculatifs et financiers, une BCE transparente et démocratique.

 
  
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  Rolandas Paksas (EFD), raštu. − Pritariu šiai rezoliucijai. Vertinant Europos Centrinio Banko veiksmus, visų pirma reikėtų atsižvelgti į ekonominės ir socialinės krizės padarinius. Tačiau esminis veiksnys turėtų būti dialogas dėl Europos pinigų sąjungos ateities. ECB turi dėti daugiau pastangų siekiant palaikyti kainų stabilumą ir užkirsti kelią pernelyg didelei infliacijai. Be to, ECB turi imtis drąsių ir ryžtingų veiksmų ne tik pačioje euro zonoje, bet ir už jos ribų. Manau, kad nestandartinių priemonių taikymas, siekiant atkurti pinigų politikos perdavimo mechanizmą, yra gan rizikingas. Tai gali padidinti kintamumą ir sudaryti palankias sąlygas turto burbulų finansų rinkose susidarymui.

 
  
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  Maria do Céu Patrão Neves (PPE), por escrito. Votei favoravelmente o presente relatório lamentando que a relatora tenha retirado o seu nome. Saúdo-a e apoio-a no pedido que faz ao BCE para a promoção de um financiamento aos bancos com consequências práticas no financiamento à economia real, nomeadamente PME e famílias, sem o qual o crescimento económico fica seriamente comprometido.

 
  
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  Aldo Patriciello (PPE), per iscritto. − Considerato che in un contesto più ampio di politica economica e monetaria, la BCE deve ancora procedere a un'autovalutazione che comprenda tutti gli aspetti della sua partecipazione ai processi di decisione in cui è coinvolta, in particolare per quanto attiene agli effetti dei programmi di adeguamento per i quali è direttamente corresponsabile; considerato inoltre la preoccupazione espressa dal Parlamento europeo riguardo l'assenza di donne nel consiglio direttivo della BCE; concordando che oltre a indicare un totale disinteresse per l'uguaglianza di genere ai livelli decisionali più elevati all'interno dell'istituzione, tale fattore contraddice le proposte della Commissione europea volte a un maggiore coinvolgimento delle donne nei ruoli esecutivi delle istituzioni economiche dell'Unione, ho espresso il mio voto favorevole alla proposta.

 
  
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  Paulo Rangel (PPE), por escrito. Partindo do exercício de 2011, o presente relatório procede à avaliação da atuação do BCE a partir de quatro linhas principais: política monetária, crise económica, união bancária e aspectos institucionais. O relatório analisa criticamente a atividade do BCE, fazendo algumas propostas que permitirão melhorar a sua atução como último responsável pela política monetária do euro. É proposta uma maior responsabilização do BCE perante o Parlamento Europeu, bem como a possibilidade deste promover maior igualdade de género na composição do seu conselho de administração. O relatório enfatiza ainda a necessidade de uma discussão alargada sobre o mandato do BCE e sobre as novas funções que este adquirirá como supervisor do sistema bancário europeu. Estas duas questões poderão despoletar a necessidade de modificação do Tratado da UE. Alguns pontos críticos da atuação do BCE prendem-se com a sua atuação tardia, mais associada à resolução do que à prevenção dos problemas. No entanto, é consensualmente reconhecida a contribuição positiva deste organismo para a estabilização da economia europeia durante a atual crise económica. Finalmente, o relator insta o BCE à promoção de um financiamento aos bancos com consequências práticas no financiamento à economia real, nomeadamente às PME e às famílias, sem o qual o crescimento económico fica seriamente comprometido.

 
  
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  Crescenzio Rivellini (PPE), per iscritto. − La Banca centrale europea dovrebbe fare di più per garantire che i suoi prestiti a basso costo alle banche siano trasferiti all'economia reale e la stessa BCE deve diventare più trasparente e responsabile, in linea con il suo crescente ruolo. Inoltre, il mandato della BCE deve essere rivisto in modo che possa aiutare l'economia e l'occupazione. La BCE deve intervenire in modo più diretto per aiutare le PMI e l'economia reale. Infatti, chiedo alla BCE di adottare misure come quelle progettate dalla Banca d'Inghilterra per garantire che i prestiti a basso interesse della banca centrale siano girati all'economia reale.

 
  
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  Raül Romeva i Rueda (Verts/ALE), in writing. − Although I initially voted against (by mistake), I immediately corrected the vote into Abstention (see correction of votes). The report concerns the activities of the ECB in 2011. Following amendments inserted by the right-wing EPP group which crossed several of the rapporteur’s red lines, the final version of the report does not include provisions for the accountability of the ECB as a member of the Troika. Similarly, no reference to the ECB’s gains from the adjustment programmes is set to be included. However, the report still retained several of the ideas contained in the initial report, such as conditionality for banks, the transparency of the ECB, the strengthening of the European budget, the objectives of growth and employment and criticism of recessionary policies such as the slashing of public spending.

 
  
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  Licia Ronzulli (PPE), per iscritto. − Il voto di oggi conferma la volontà del Parlamento Europeo di avere una BCE più audace ed ambiziosa per combattere la crisi dell'Eurozona. Proprio questa Istituzione dovrebbe fare di più per garantire che i suoi prestiti a basso costo alle banche arrivino effettivamente all'economia reale, aumentando la propria trasparenza e la responsabilità delle proprie azioni di pari passo con il suo crescente ruolo nello scacchiere europeo.

 
  
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  Czesław Adam Siekierski (PPE), na piśmie. − Rok 2011 był rokiem trudnym, odnotowany wzrost inflacji w porównaniu do 2010 roku wynikał przede wszystkim z rosnących cen paliw, energii oraz w mniejszym stopniu cen żywności i innych towarów. Ponadto spadek poziomu kredytów przyznawanych przedsiębiorstwom i gospodarstwom domowym dodatkowo ograniczał wzrost gospodarczy tych podmiotów. Do głównych celów Europejskiego Baku Centralnego należy przede wszystkim utrzymanie stabilności cen oraz wspieranie polityki gospodarczej.

Chciałbym wskazać trudności, jakie stały przed Europejskim Bankiem Centralnym w 2011 roku, które były wynikiem utrzymującego się kryzysu gospodarczego. Utrzymanie przepływu kredytów do MŚP było i jest szczególnie ważnym zagadnieniem, i choć istnieje możliwość nadzwyczajnego wspierania systemu finansowego przez Europejski Bank Centralny, dalsze takie działanie okaże się nieskuteczne bez zobowiązania instytucji, które z takiego wsparcia korzystają, do podniesienia swojego poziomu kredytów tego rodzaju podmiotom. Podsumowując swoją wypowiedź, chciałbym podkreślić, że powyższe problemy, które powstały w 2011 roku, można ograniczać jedynie pod warunkiem, że wdrożone zostanie całościowe i daleko idące rozwiązanie kryzysu w strefie euro, bazujące na podejściu łączącym solidarność i odpowiedzialność. Jak wynika ze statystyk Eurostatu, w lutym tego roku bezrobocie w strefie euro osiągnęło historyczny poziom 12%. Polityka mająca na celu pobudzenie wzrostu i tworzenie nowych miejsc pracy musi być zatem priorytetem Unii branym pod uwagę w przyszłych działaniach Europejskiego Banku Centralnego.

 
  
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  Sergio Paolo Francesco Silvestris (PPE), per iscritto. − A partire dall´esercizio 2011 il rapporto annuale della Banca centrale si delinea su tre profili principali: la politica monetaria, la crisi, l´unione bancaria e le questioni istituzionali. Il presidente della Banca Centrale Europea, Mario Draghi, ha definito il 2011 un anno straordinario perché segnato da un´evidente contrazione economica, per questo crescita e creazione di occupazione dovrebbero essere obiettivi primari dell'intervento della BCE nei prossimi anni. Inoltre nella relazione annuale si accenna anche alla riconsiderazione del ruolo della BCE, e alle misure adottate e ancora da mettere a punto per i prossimi periodi per affrontare la crisi, con l´obiettivo di bilanciare il sostegno alle banche da un lato e il sostegno diretto agli Stati dall´altro. Esprimo parere favorevole.

 
  
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  Catherine Stihler (S&D), in writing. − I abstained in this vote as, although I support FTT at EU level, I do not support it as a mechanism to fund the EU budget with.

 
  
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  Marc Tarabella (S&D), par écrit. – Ce rapport annuel évalue les actions de la Banque centrale européenne (BCE) en 2011 dans le contexte de la crise économique et sociale où elle a joué un rôle crucial. Le rapport analyse en particulier l’action de la BCE en matière de politique monétaire, les mesures exceptionnelles prises en réponse à la crise financière, le rôle central de la BCE au sein de l’union bancaire et les questions institutionnelles liées à la Banque.

Notre groupe soutient les mesures prises par la BCE qui visent à réduire le coût de l’emprunt pour les États membres et à stabiliser les marchés financiers. Toutefois, nous nous inquiétons au sujet du manque d’effet produit par ces politiques sur l’économie réelle, ainsi qu’au sujet de la capacité du système bancaire à prêter aux petites et moyennes entreprises et aux ménages. La politique monétaire doit être complétée par des instruments fiscaux additionnels au niveau de l’UME, afin de créer un équilibre politique facilitant la croissance et l’emploi.

Le rôle croissant de la Banque centrale européenne au sein de la troïka et de l’union bancaire rend nécessaire la définition de nouvelles règles de gouvernance pour accroître aussi bien la transparence que la responsabilisation de l’union monétaire européenne.

 
  
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  Nuno Teixeira (PPE), por escrito. O presente relatório procede à avaliação da atuação do BCE a partir de quatro linhas principais: política monetária, crise económica, união bancária e aspetos institucionais. Apoio o presente relatório devido ao facto de entender que é fundamental o BCE apoiar efetivamente as instituições bancárias para poderem posteriormente dinamizar a atividade económica através de empréstimos às empresas, sobretudo às PME e agregados familiares. Num momento em que o BCE terá maiores poderes de supervisão dos bancos nacionais na generalidade da União Europeia, entendo que será importante discutir as novas funções que adquirirá como supervisor do sistema bancário europeu.

 
  
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  Isabelle Thomas (S&D), par écrit. – J'ai voté en faveur du rapport qui évalue les activités de la Banque Centrale européenne pour l'année 2011. Certaines observations soulevées par ce rapport méritent d'être entendues. La crise actuelle ne fait que confirmer qu'il est grand temps de revoir la gouvernance économique de la zone euro: la question d'un budget propre aux Etats qui partagent la même monnaie a le mérite d'être posée, ainsi que la question du contrôle de la Troïka (UE, FMI, BCE) et des exigences drastiques imposées pour l'octroi d'aides aux Etats en difficulté. L'absence de conditions attachées aux prêts accordés aux banques et les profits exceptionnels réalisés par la BCE me semblent tout à fait inacceptables. La finance est un instrument au service de l'économie et non l'inverse: la BCE ne doit pas pouvoir faire des bénéfices, et des garanties sur l'utilisation des fonds par les banques doivent être exigées. Par ailleurs, ce rapport insiste à raison sur la nécessaire transparence de la BCE. Les effets de ses décisions sont désastreux pour l'emploi, le pouvoir d'achat et le service public. Les Européens méritent un débat démocratique; il est impensable que nous ne soyons pas plus informés.

 
  
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  Silvia-Adriana Ţicău (S&D), în scris. − Am votat pentru rezoluția referitoare la Raportul anual pe 2011 al Băncii Centrale Europene întrucât, potrivit articolului 282 din TFUE, obiectivul principal al BCE este de a menține stabilitatea prețurilor, iar BCE ar trebui să susțină politicile economice generale ale Uniunii, fără ca acest lucru să afecteze stabilitatea prețurilor. Am votat pentru paragraful 18 care subliniază că instituțiile care au beneficiat de un sprijin foarte important în lichidități din partea Băncii Centrale ar trebui să fie supuse condiționărilor, inclusiv prin angajamentul asumat de instituțiile care beneficiază de acest sprijin de a crește nivelul creditelor prin stabilirea unor obiective în materie de împrumuturi acordate economiei reale, în special întreprinderilor mici și mijlocii și gospodăriilor, în absența cărora aceste eforturi s-ar putea dovedi ineficiente. Am votat împotriva amendamentului 8 care șterge aceste condiționări şi le înlocuiește cu monitorizări. În absența unei condiționări adecvate, este posibil ca măsurile nestandardizate să nu genereze efectele dorite, ci să crească volatilitatea și să favorizeze formarea de bule de active pe piețele financiare sau să faciliteze procesul de reducere a efectului de levier fără contrapartide semnificative privind alocarea de credite. Prin urmare, solicităm BCE să analizeze atent efectele, atât pozitive, cât și negative, ale acestor măsuri sau ale altora.

 
  
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  Angelika Werthmann (ALDE), in writing. − Parliament wants the ECB to be more accountable and transparent in its activity, by requesting that the EU’s central bank be more effectively involved on matters and topics with regard to economic growth and employment opportunities in the current context of the financial crisis that has conquered almost all EU Member States. Until now and during its mandate the ECB has followed its clearly defined role, by supporting the economic confidence of the euro area and maintaining financial market stability. The ECB has managed to avoid major economic disasters within the European Union by adjusting the EU area and helping the ‘problem countries’. In order to function well, properly and normally the ECB has to preserve its independence. That is why I favour better communication and coordination between the EU institutions involved in defining and implementing monetary policy within the euro area and, at the same time, independence in the ECB’s action planning. I think that an answer to all ‘crisis questions’ could be the drafting, implementation and developing of a ‘single monetary security mechanism’, an ‘EU Resolution Fund’ – this would, first of all, secure citizens’ existing money deposits and reduce imbalances for competiveness.

 
  
  

Inês Cristina Zuber (GUE/NGL), por escrito. − O relatório começa por se congratular com a atitude do BCE no ano de 2011, o ano da entrada da Troika em Portugal e o início da implementação do Pacto de Agressão ao povo português. 2011 foi o ano da grande especulação contra Portugal e a continuidade da agressão contra outros países, processo que contou com a inteira cumplicidade do BCE com os ditos mercados que especularam sobre a dívida portuguesa e de outros países, com o BCE mantendo-se impávido e sereno.

Só em junho/julho de 2012 é que resolveu dizer alguma coisa de concreto. Não podemos associar-nos à atitude de rejúbilo para com a atividade do BCE no referido ano, quando este impôs falências, desemprego e a destruição de direitos laborais e de serviços públicos (educação, ensino, segurança social) do nosso país e do nosso povo. Este relatório apoia, ainda, o projeto da união bancária, cujo objetivo é promover a concentração e a centralização de capital na zona euro e em toda a UE pela via de encerramentos, fusões e aquisições de bancos que apenas favorecerão os gigantes do setor bancário na UE. A nossa solidariedade neste processo vai para todos os trabalhadores e os povos vítimas das decisões do BCE e por eles o nosso voto só podia ser contra.

 
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