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Postopek : 2012/0242(CNS)
Potek postopka na zasedanju
Potek postopka za dokument : A7-0392/2012

Predložena besedila :

A7-0392/2012

Razprave :

PV 21/05/2013 - 11

Glasovanja :

PV 22/05/2013 - 7.6
CRE 22/05/2013 - 7.6
Obrazložitev glasovanja
PV 12/09/2013 - 13.5
CRE 12/09/2013 - 13.5
Obrazložitev glasovanja

Sprejeta besedila :

P7_TA(2013)0213
P7_TA(2013)0372

Razprave
Sreda, 22. maj 2013 - Strasbourg Pregledana izdaja

8.8. Posebne naloge Evropske centralne banke, ki se nanašajo na politike bonitetnega nadzora kreditnih institucij (A7-0392/2012 - Marianne Thyssen)
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Προφορικές αιτιολογήσεις ψήφου

 
  
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  Erminia Mazzoni (PPE). - Signora Presidente, onorevoli colleghi, anche questa relazione ha avuto un rinvio dall'Aula.

Ritengo, in ogni caso, che il lavoro svolto dall'onorevole Thyssen sia un lavoro importante e soprattutto credo che sia giusto sottolineare il passo in avanti che si è compiuto nella direzione che i più auspicano e che è quella di riuscire finalmente ad associare le politiche monetarie con i poteri di vigilanza. Oggi la vigilanza prudenziale è affidata generalmente alle banche centrali, la politica monetaria è affidata alla Banca centrale europea.

La proposta che si sostiene con la relazione che abbiamo parzialmente votato stamattina indica il percorso, la strada dell'affidamento alla Banca centrale europea dei poteri di vigilanza prudenziale, in modo da ricomporre questa separazione e dare finalmente un'indicazione di tutela sia agli investitori sia agli istituti.

 
  
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  Sirpa Pietikäinen (PPE). - Madam President, as we know, these two regulations are interlinked, and the Committee on Economic and Monetary Affairs (ECON) did some excellent work in coordinating the content of these two proposals.

This regulation gives powers to the European Central Bank to arrange concrete banking supervision at European level, laying the foundations for the next steps on the Commission’s roadmap towards a European banking union. The parts of this roadmap are the single rule book, which has already been accepted here; the crisis resolution mechanism, which we voted on last Monday in the ECON Committee; and the Common Deposit Guarantee Scheme proposal that we are still awaiting from the Commission. Hopefully we can get all the bases on the table and accepted so that we can look forward to a sounder financial system in Europe that could provide financial services without such a great risk to our real economies.

 
  
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  Peter Jahr (PPE). - Frau Präsidentin! Auch hier gilt: Auch wenn der Bericht heute noch nicht abschließend verabschiedet werden konnte, sind wir auf dem richtigen Weg. Die Alternative wäre ja gewesen, überhaupt nichts zu beschließen und überhaupt nicht den Beratungsstand zu dokumentieren.

Das Europäische Parlament konnte immerhin eine deutliche Stärkung der Rechenschaftspflichten der EZB erreichen, und das Parlament wird mit Untersuchungs- und Nachfragerechten ausgestattet. Zudem werden wir Europaabgeordnete ein entscheidendes Wörtchen bei der Nominierung des Vorsitzenden und des Vizevorsitzenden bei der EZB-Aufsicht mitreden. Auch eine mögliche Abberufung des Vorsitzenden können wir initiieren. Eine EZB-Aufsicht hinter geschlossenen Türen wird es demzufolge nicht mehr geben. Und das ist auch ein entscheidender Vorteil. Es geht ja nicht nur um Aufsicht und Kontrolle und Rechenschaftspflichten, es geht schlicht und ergreifend auch um demokratische Transparenz. Auf diesem Weg werden wir weiterarbeiten. Ich wünsche unserem Bericht einen guten Erfolg und hoffe auf eine baldige Endabstimmung.

 
  
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  Seán Kelly (PPE). - A Uachtaráin, ba mhaith liom ar dtús Madam Thyssen a mholadh as ucht na dea-oibre sa tuarascáil seo. Gan dabht, bhí an ceart aici an vóta deiridh a chuir ar ceal go fóill, mar caithfear a bheith cinnte go bhfuil gach rud soiléir, cruinn agus ceart sula dtógfaimid an vóta deiridh. Tá seans againn é sin a dhéanamh anois agus teacht ar ais arís lá éigin eile. Freisin, tá moladh mór ag dul d’Uachtarántacht na hÉireann, go háirithe an tAire um Ghnóthaí Eachtracha, Eamonn Gilmore, agus an tAire Airgeadais, Michael Noonan, as ucht an dea-obair atá déanta acu chun Aontas Baincéireachta Eorpach a chur ar bun.

Tá daoine áirithe ag rá nach bhfuil sé sin dleathach de réir na gConarthaí, ach ní dóigh liom go bhfuil an ceart acu. A luaithe agus a bheidh an Aontas Baincéireachta Eorpach againn beidh sé níos fearr do shaoránaigh mar beith muinín acu arís inár mbainc, rud a bhfuil géarghá leis.

 
  
 

Γραπτές αιτιολογήσεις ψήφου

 
  
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  Luís Paulo Alves (S&D), por escrito. Aprovo o presente relatório, considerando que o Mecanismo de Supervisão Único é o passo a dar em primeiro lugar e vital para uma união bancária de modo a quebrar o ciclo entre a dívida privada e a dívida soberana. Concordo, no entanto, que tal deve ser complementado por um quadro de resolução incluindo o Fundo de Resolução Final Único e sistemas de garantia. A meu ver, este acordo irá assegurar mais responsabilidade e transparência que a proposta original da Comissão. O Parlamento Europeu será capaz de melhorar a nomeação dos chefes de supervisão e terá maior acesso aos documentos, o que é sem dúvida uma mais-valia.

 
  
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  Sophie Auconie (PPE), par écrit. – Mes collègues et moi-même avons discuté du rôle que jouerait la Banque centrale européenne dans ses activités spécifiques de supervision des banques européennes. En effet, la supervision des banques est un point clé de l'union bancaire portée par le Commissaire européen au marché intérieur et aux services, Michel Barnier. Sur ces questions, je soutiens l'accord trouvé entre les différentes institutions de l'Union qui entrainera notamment un contrôle du Parlement européen sur l'action de la BCE. Cependant, le vote définitif de ce rapport a été reporté à une date ultérieure en attendant que les négociations entre les différentes institutions concernées soient conclues.

 
  
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  Erik Bánki (PPE), írásban. − A mai napon szavazott az Európai Parlament plenáris ülése az Európai Bizottságnak a közös európai bankfelügyelet létrehozására beterjesztett javaslatáról, amely az első fontos lépés lehet az EP által már 2010 óta szorgalmazott európai bankunió megteremtése felé. Az európai egység védelme, a pénzügyi stabilitás helyreállítása és a gazdasági növekedés alapjainak megteremtése érdekében fokozni kellett a banki ágazat integrációját. A pénzügyi rendszer stabilitásának biztosítása szempontjából alapvető jelentőségű a nagy bankok biztonsága és megbízhatósága. A közelmúlt tapasztalatai azonban azt mutatják, hogy a kisebb bankok is veszélyt jelenthetnek a pénzügyi stabilitásra. A parlamenti állásfoglalás értelmében az Európai Központi Bank ezért mindenkor és minden körülmény között elláthatja a hatáskörrel rendelkező nemzeti hatóságokra ruházott hatásköröket, és elvégezhet minden egyedi felügyeleti feladatot. A jelentést a fenti okoknál fogva szavazatommal támogattam.

 
  
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  Elena Băsescu (PPE), în scris. − Am votat în favoarea raportului, deoarece există aşteptări ridicate ale cetăţenilor Uniunii în ceea ce priveşte uniunea bancară, iar termenul aplicării mecanismului unic de supraveghere se apropie cu paşi repezi. Sistemul bancar din România e dominat de filialele unor bănci din zona euro. Aşadar, ţara mea este supusă unor riscuri similare ca oricare ţară a zonei euro, cetăţenii români fiind în mod direct vulnerabili.

De asemenea, consider că statele din zona euro trebuie să ajungă la un acord cu cele din zona non-euro pentru aplicarea mecanismului. Chiar dacă votul final va fi stabilit pentru o dată ulterioară, consider că includerea subiectului pe agenda sesiunii plenare arată determinarea şi urgenţa realizării uniunii bancare.

 
  
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  Regina Bastos (PPE), por escrito. A fragilidade da situação económica da União Europeia exige ações concertadas e ambiciosas por parte dos líderes europeus na criação de condições para a prosperidade económica e restabelecimento da estabilidade nos mercados financeiros europeus. Neste sentido, um dos passos fundamentais à restauração da confiança na recuperação do espaço económico da zona euro é a construção de uma união bancária sólida, alicerçada em alguns pilares, dos quais o Mecanismo Único de Supervisão (MUS) é sustentáculo destacado. Este relatório versa precisamente sobre a criação de um MUS que abrangerá as instituições financeiras da Zona Euro e estará aberto a todos os outros Estados-Membros que a este se queiram associar. Pretende-se definir de que modo o BCE, como responsável último pela supervisão dos bancos europeus, exercerá as suas funções, garantindo a estabilidade do sistema e mantendo a sua independência como responsável pela política monetária. Em março passado, o Parlamento Europeu fechou algumas negociações com o Conselho da União Europeia sobre este dossier que, apesar de algumas dúvidas restarem sobre a pertinência do BCE chamar a si a supervisão direta de todos os bancos europeus, e não apenas aqueles com maior importância sistémica. Pelo exposto, votei favoravelmente o presente relatório.

 
  
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  Gerard Batten (EFD), in writing. − I voted against this report as we believe that the EU should not have control over prudential supervision of credit institutions or banking institutions. Therefore the European Central Bank should cease to exist and the EU should get back to being the simple trade treaty it was when we originally joined. This report shows how the EU is in fact imposing its one-size-fits-all, single rule book solutions and wants to control the City of London.

 
  
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  Vilija Blinkevičiūtė (S&D), raštu. − Balsavau dėl šio pranešimo, nes juo yra žengiamas dar vienas būtinas žingsnis realios Europos bankų sąjungos euro zonoje sukūrimo link, nustatant taip vadinamą bendrą priežiūros mechanizmą. Šiuo Tarybos reglamentu nustatoma, kad Europos Centrinis Bankas yra pagrindinė bendro priežiūros mechanizmo institucija, ir jam suteikiama išskirtinė kompetencija atlikti su rizikos ribojimu pagrįstą kredito įstaigų priežiūrą. Reglamente nustatoma, kad ECB priežiūrą vykdo per nacionalines institucijas, tačiau, prireikus, gali įvesti tiesioginę kredito įstaigos priežiūrą ir duoti privalomus nurodymus nacionalinėms atsakingosioms institucijoms. Šiuo reglamentu yra nustatoma, kad ECB bankininkystės priežiūros taryba, veikianti kaip bendros visų prižiūrimų kredito įstaigų informacinis punktas, yra atskaitinga Europos Parlamentui. Europos bankų sąjunga yra reikalinga tam, kad būtų atkurtas pasitikėjimas bankais ir euru.

 
  
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  John Bufton (EFD), in writing. − I voted against this report as we believe that the EU should not have control over prudential supervision of credit institutions or banking institutions. Therefore the European Central Bank should cease to exist and the EU should get back to being the simple trade treaty it was when we originally joined. This report shows how the EU is in fact imposing its one-size-fits-all, single rule book solutions and in the future, due to this legislation, will destroy the City of London. I am especially against the provision which says that: ‘The ECB may, if deemed necessary, instead of the national competent or national designated authorities of the participating Member State, apply higher requirements for capital buffers than applied by the national competent or national designated authorities of participating Member States to be held by credit institutions at the relevant level’.

 
  
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  Antonio Cancian (PPE), per iscritto. − Ho votato a favore della relazione presentata dalla collega on. Thyssen perché sono convinto che sia un bene che vengano attribuiti maggiori poteri di sorveglianza alla BCE: il semplice coordinamento tra autorità ed enti nazionali si è a volte dimostrato insufficiente, ed abbiamo bisogno di poterci rivolgere ad un organismo che abbia la forza e la competenza per dare risposte veloci ed adeguate. Le banche devono certamente ricevere lo stesso serio trattamento riservato alle altre aziende. Una supervisione a livello europeo permetterà di far sì che, tra le pieghe delle legislazioni nazionali, non si nascondano potenziali pericoli per tutta l’Unione, pronti ad avere devastanti effetti a catena. Apprezzo perciò le dettagliate norme che vengono predisposte per esercitare questa cruciale funzione di controllo. Dall’altro lato, la severità con cui si approccia il settore bancario non deve mai dimenticare quanto sia fondamentale tutelare i risparmiatori e gli investitori che hanno riposto fiducia in esso. Il forte richiamo alla necessità di garantire queste categorie deve rimanere un punto fermo in qualsiasi riforma che vogliamo attuare. I cittadini non possono essere vittime degli errori e delle leggerezze di un sistema nel quale sono spettatori. Questo aspetto andrà tenuto in considerazione in ogni nostro passo successivo.

 
  
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  Maria Da Graça Carvalho (PPE), por escrito. A fragilidade da situação económica da União Europeia exige ações concertadas e ambiciosas por parte dos líderes europeus na criação de condições para a prosperidade económica e restabelecimento da estabilidade nos mercados financeiros europeus. Neste sentido, um dos passos fundamentais à restauração da confiança na recuperação do espaço económico da zona euro é a construção de uma união bancária sólida, alicerçada em alguns pilares, dos quais o Mecanismo Único de Supervisão (MUS) é sustentáculo destacado. Este relatório versa precisamente sobre a criação de um MUS que abrangerá as instituições financeiras da Zona Euro e estará aberto a todos os outros Estados-Membros que a este se queiram associar. O presente texto pretende definir de que modo o BCE, como responsável último pela supervisão dos bancos europeus, exercerá as suas funções, garantindo a estabilidade do sistema e mantendo a sua independência como responsável pela política monetária. Em março, o Parlamento Europeu fechou algumas negociações com o Conselho da União Europeia sobre este dossier que, estando contidas neste relatório, recebem o meu apoio, apesar de algumas dúvidas restarem sobre a pertinência do BCE chamar a si a supervisão direta de todos os bancos europeus, e não apenas aqueles com maior importância sistémica.

 
  
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  Lara Comi (PPE), per iscritto. − Il testo che abbiamo votato giunge al termine di intense e faticose negoziazioni. E' in gioco non solo la tenuta dell'Euro, ma tutto il sistema di economia reale sottostante alla valuta. Nell'analizzare questi fenomeni bisogna sempre partire dal presupposto che l'UEM è qualcosa che non ha precedenti. Non sono stati fatti esperimenti, né se ne potevano fare, e non c'è una rete di sicurezza se qualcosa dovesse andare male. E' normale che ci siano alcuni aggiustamenti strada facendo, o che ci si renda conto con il tempo che bisogna completare alcuni aspetti. L'Unione Bancaria è uno di questi. Trovo che la collega Thyssen abbia svolto un ottimo lavoro nell'orientarsi in questo delicatissimo scenario e nel difendere le posizioni del Parlamento Europeo nei negoziati, e ho votato a favore della proposta.

 
  
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  Emer Costello (S&D), in writing. − In June 2012, the European Council, at last, recognised the need to separate banking and sovereign debt. Giving practical effect to this decision in effect means creating a European banking union, a key component of which is a single supervisory mechanism (SSM) for banks. I welcome the progress that has been made by Parliament this week towards an SSM. We need to put Europe’s banks on a sound footing so that they can do what they were always meant to do – serve the needs of the real economy and support growth and jobs. We also need to ensure that the appalling mistakes of the past are not repeated and, crucially, that taxpayers would be fully protected from any future banking crisis. I particularly welcome the emphasis being placed in this resolution on proper democratic accountability and transparency. I want to see Parliament and the Council reach agreement on this issue over the coming months and then see progress towards a European bank resolution framework, including a Single European Resolution Fund and a European deposit guarantee schemes mechanism.

 
  
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  Christine De Veyrac (PPE), par écrit. – J'ai soutenu ces deux textes qui constituent une première étape de la mise en place de l'union bancaire puisqu'ils contribuent à mettre en place une surveillance bancaire au sein de la zone euro mais aussi pour les pays volontaires non membres de la zone euro. L'instauration d'une union bancaire est une étape indispensable à l'approfondissement du marché unique européen et permettrait de mettre enfin en place une véritable protection des épargnants, des investisseurs et des contribuables.

 
  
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  Jill Evans (Verts/ALE), in writing. − I voted in favour of more banking supervision, but the final vote on the legislation was postponed until more clarity on the EP's scrutiny role is provided. I have long called for stronger banking oversight and regulation. The new supervisory authority will overhaul the current national supervision and oversight, which have allowed financial institutions to engage in risky activities and led to the financial crisis. The crisis has hit Wales hard, and everything possible must be done to ensure that it is prevented in future.

 
  
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  João Ferreira (GUE/NGL), por escrito. O estabelecimento do mecanismo único de supervisão, no qual o BCE terá um papel central, tem objetivos claros: o aprofundamento do mercado interno dos serviços financeiros, a manutenção do dogma da livre circulação de capital e, sobretudo, salvar o euro. Com este regulamento, o BCE assume funções de supervisão que até agora eram desempenhadas por instituições nacionais, como é o caso do Banco de Portugal. Ao contrário do que a argumentação em que se baseia esta proposta quer fazer crer, não foi por falta de mecanismos de supervisão que os bancos dirigiram o essencial da sua atividade para a especulação financeira. Tal resulta da livre circulação de capitais e dos sofisticados produtos financeiros que viabilizou, da crise de rentabilidade do sistema capitalista, com a baixa tendencial da taxa de lucro, da contradição entre a sobreacumulação de capital e a contração dos mercados e do consumo provocados pela perda de poder de compra dos salários (devido à sua contração) e pela sua substituição por crédito. Ou seja, os bancos viraram o essencial da sua atividade para a especulação financeira, com a cumplicidade das autoridades de supervisão e do BCE, que lhe fornecia crédito barato e assistia, impávida e serenamente, à especulação com novos instrumentos financeiros e com as chamadas dívidas soberanas.

 
  
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  Monika Flašíková Beňová (S&D), písomne. − Súčasná finančná a hospodárska kríza dostala bankový systém Európy na pokraj kolapsu. Integritu jednotnej meny a jednotného trhu ohrozuje rozdrobenosť finančného sektora. V súčasnosti je potrebné zintenzívniť integráciu bankového sektora s cieľom posilniť európsku jednotu, obnoviť finančnú stabilitu a vytvoriť základ na oživenie hospodárstva. V záujme zachovania finančnej stability v Európe a zvýšenia pozitívnych účinkov trhovej integrácie na rast a prosperitu by sa preto mala posilniť integrácia zodpovednosti v oblasti dohľadu.

 
  
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  Lorenzo Fontana (EFD), per iscritto. − Lo scorso settembre 2012 la Commissione ha attribuito alla BCE il compito di vigilanza sulla stabilità finanziaria di tutte le banche dell'Eurozona. Il sistema, entrato in vigore lo scorso 1 gennaio, può essere adottato anche da Paesi che non abbiano aderito alla Moneta Unica. La commissione ECON ha proposto di modificarlo sotto i seguenti profili: mantenere politica di vigilanza e politica monetaria separate, rispettare dimensioni e tipologie degli istituti di credito, consentire il diretto coinvolgimento della BCE nelle banche che ricevono aiuti pubblici e organizzare audizioni con i rappresentanti del Consiglio di Vigilanza. Al riguardo esprimo voto favorevole.

 
  
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  Mathieu Grosch (PPE), schriftlich. Das Thema der Bankenaufsicht ist nicht nur im Europäischen Parlament, sondern auch in den Mitgliedstaaten sehr kontrovers diskutiert worden. Der Bericht von Marianne Thyssen ist ein wesentlicher Schritt in die richtige Richtung und setzt ein Zeichen, dass das Bankwesen einer der Hauptakteure bzw. Verursacher der Finanz- und Wirtschaftskrise war und noch ist. Das Europäische Parlament setzt hier gute Zeichen, die auch von Bürgern Europas erwartet werden. Obwohl die Fristen meines Erachtens wiederum zu lang sind und gewisse Länder dieses Thema schleppend angehen, verdient der Vorschlag Unterstützung, und die legislative Entschließung sollte im Interesse eines koordinierten Vorgehens verschoben werden.

 
  
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  Marian Harkin (ALDE), in writing. − I supported the delay on the Thyssen report on policies relating to the prudential supervision of credit institutions for a number of reasons. As a proposal it has many positive elements. Firstly, if fully transposed into law, it will improve accountability: it allows the European Parliament to establish an inquiry committee, and makes provisions for European Central Bank (ECB) supervisors to be heard in both the European Parliament and national parliaments, including provision of confidential information from in-camera meetings. It also makes provisions for the Chair and the Vice-Chair of the Banking Supervisory Board to be approved by MEPs. A further useful improvement is the clause whereby the ECB will establish a board of appeals for settling complaints and appeals against the bank's supervisory capacity. In an era of unprecedented public distrust for political and financial institutions, these and other provisions will underline the efforts being made at European Parliament level to improve the efficiency, transparency and accountability of credit institutions throughout the EU. I echo the Rapporteur's view that ‘displacing powers from the national level must go hand in hand with creating accountability at the EU level’.

 
  
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  Giovanni La Via (PPE), per iscritto. − La crisi economico-finanziaria, come sappiamo, ha portato il sistema bancario di alcuni Stati membri al collasso e, al tempo stesso, ne ha messo a dura prova la tenuta in altri. Più volte ci siamo spesi come Istituzione per proporre una modifica dei poteri della Banca Centrale Europea, convinti che in questo momento storico occorra un istituto creditizio europeo rafforzato ed efficace nella propria azione a sostegno degli enti creditizi dei singoli Stati. In questo senso, l’abbattimento della soglia dei tassi di interesse è stato sicuramente un primo passo avanti. Per stimolare crescita e sviluppo, però, questo non basta: la BCE deve farsi garante della solidità e stabilità europea e, al tempo stesso, vigilare sulla tenuta dei conti pubblici e dei principali istituti di credito nazionali.

 
  
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  Agnès Le Brun (PPE), par écrit. – Le mécanisme de surveillance unique est un des principaux outils que l'Union européenne doit mettre en place afin d'encadrer l'activité des banques et éviter de nouvelles dérives dans le secteur financier. Il constitue par ailleurs un pas décisif vers une union bancaire. J'ai voté pour ce texte car j'estime que la Banque centrale européenne doit être le principal outil de la supervision bancaire européenne que va permettre d'instaurer ce texte. Cette institution est en effet la seule qui puisse efficacement restaurer la confiance des acteurs dans le marché en favorisant la sécurité et la solidité du système bancaire européen. Il est néanmoins primordial qu'un accord interinstitutionnel soit établi afin de soumettre les nouvelles missions de l'institution financière à un contrôle démocratique adéquat du Parlement européen avant l'entrée en fonctionnement du système.

 
  
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  Constance Le Grip (PPE), par écrit. – J'ai soutenu le projet concernant les missions spécifiques de la Banque centrale européenne en matière de contrôle bancaire. En contrepartie des nouveaux pouvoirs accordés à la BCE, le Parlement s'attache à mettre en place un système de contrôle démocratique de l'Autorité de supervision. Notamment, nous militons pour impliquer davantage les parlements nationaux au processus de surveillance et pour offrir un meilleur accès des documents à l'Autorité européenne de surveillance, au Parlement et aux assemblées législatives nationales afin qu'ils disposent de meilleures ressources pour jouer leur rôle.

 
  
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  David Martin (S&D), in writing. − I note that this resolution asserts that: ‘The present financial and economic crisis has seen Europe’s banking system brought close to collapse. The integrity of the single currency and the single market is threatened by the fragmentation of the financial sector. It is now essential to intensify the integration of the banking sector in order to bolster European unity, restore financial stability and lay the basis for economic recovery.’

 
  
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  Véronique Mathieu Houillon (PPE), par écrit. – J'ai voté le texte sur les missions spécifiques de la Banque centrale européenne ayant trait aux politiques en matière de contrôle prudentiel des établissements de crédit. Le rôle de la Banque centrale européenne doit être élargi et de nouveaux pouvoirs de surveillance doivent lui être conférés. La BCE supervisera directement les grandes banques de l'Union et pourra se prononcer sur la surveillance des autres banques. Nous souhaitons un contrôle démocratique des tâches de supervision de la BCE, avoir accès à l'information et avoir la possibilité de mener des enquêtes. Le rôle de supervision conféré à la BCE s'ajoute à ses compétences en matière de politique monétaire. La BCE travaillera en coopération avec l'Autorité bancaire européenne qui émet des recommandations et développe des pratiques de convergence entre les instances nationales de supervision.

 
  
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  Nuno Melo (PPE), por escrito. Ao longo das últimas décadas, a União realizou progressos consideráveis no sentido da criação de um mercado interno para os serviços bancários. Consequentemente, em muitos Estados-Membros existem grupos bancários com sede estabelecida noutros Estados-Membros que detêm uma quota de mercado considerável, e as instituições de crédito diversificaram geograficamente as suas atividades, tanto dentro da área do euro como da área não pertencente ao euro. A atual crise financeira e económica levou a que o sistema bancário da Europa se aproximasse do colapso. A integridade da moeda única e do mercado único está ameaçada pela fragmentação do setor financeiro. É agora essencial intensificar a integração do setor bancário, a fim de reforçar a unidade europeia, restaurar a estabilidade financeira e lançar as bases da recuperação económica.

 
  
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  Willy Meyer (GUE/NGL), por escrito. − He votado en contra del presente informe por suponer un nuevo ataque a la soberanía que mantienen en materia económica los Estados miembros de la Unión Europea. El informe pretende una cesión de competencias específicas en materia de supervisión bancaria al Banco Central Europeo. Durante años los Bancos Nacionales tenía como objeto la supervisión y el control de los sectores financieros nacionales y, en prácticas casi criminales, han obviado sus responsabilidades permitiendo todo tipo de prácticas perversas en dichos sectores. En el caso de España, la comercialización ilegal de productos, el uso de cláusulas abusivas y todo tipo de excesos que el sector bancario ha cometido se han producido con la connivencia del Banco de España que ha ignorado por completo sus funciones. La mejora del control prudencial del sector pasa por establecer responsabilidades judiciales y llevar a los responsables a la cárcel y no por ceder competencias al BCE. Por ello he votado en contra del presente informe.

 
  
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  Miroslav Mikolášik (PPE), písomne. − Vzhľadom na pretrvávajúcu krízu a jej dôsledky vítam návrh nariadenia, ktorým sa Európskej centrálnej banke udelia špeciálne právomoci týkajúce sa prudenciálneho dohľadu nad úverovými inštitúciami. Osobne vítam aj zvolenie článku 127 ods. 6 ZFEÚ ako právneho základu na prijatie tohto právneho aktu, hoci ma znepokojuje, či je možné rozšíriť pôsobnosť daného nariadenia aj na krajiny mimo eurozóny. Článok 127 ods. 6 je potrebné čítať v kontexte celej zmluvy a zároveň aj judikatúry Súdneho dvora v Luxemburgu. Z tohto dôvodu je potrebné brať do úvahy nielen zásadu lojálnej spolupráce, ktorá viaže nielen členské štáty, ale aj európske inštitúcie samotné, z čoho vyplýva, že Európska únia musí nutne rešpektovať princíp subsidiarity. Článok 282 ods. 4 okrem iného hovorí, že právomoci členských štátov a ich centrálnych bánk, ktorých menou nie je euro, ostávajú zachované. Hoci si uvedomujem nevyhnutnosť jednotnej kontroly nielen vzhľadom na jednotný trh, ale aj na samotnú efektívnosť tohto nariadenia, dovoľujem si vyjadriť pochybnosť, či článok 127 ods. 6 môže byť použitý ako právny základ aj pre akty, ktoré budú adresované aj štátom, ktoré nie sú súčasťou eurozóny.

 
  
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  Claude Moraes (S&D), in writing. − Confidence in the Euro area is vital for the prospects of the UK economy, not least in my constituency of London, which is heavily dependent on the financial sector, most at risk from the current economc crisis. The single supervisory mechanism is a first and vital step towards a fully fledged banking union and breaking the vicious circle between private and sovereign debt – and is a method to shore up this confidence within the Euro area. I welcome the calls from my UK Labour colleagues to put safeguards in place to make sure that the UK is not outvoted on decisions vital to our economic interest.

 
  
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  Younous Omarjee (GUE/NGL), par écrit. – Cette proposition de règlement vise à ériger la Banque centrale européenne (BCE) en centre de gravité du mécanisme de surveillance unique en lui confiant un certain nombre de missions spécifiques de surveillance des établissements de crédit.

Or, l'octroi de tels pouvoirs à la BCE soulève la question centrale de la légitimité démocratique de ces décisions. On ne peut accepter de développer ainsi les pouvoirs de la BCE, une institution opaque outrepassant d'ores et déjà son mandat et qui n'est soumise à aucun contrôle démocratique.

Cette proposition pose de plus le problème de la nécessaire séparation entre les activités monétaires et la surveillance des établissements bancaires et donc le problème des conflits d'intérêt risquant d'émerger si la supervision des banques est ainsi laissée à la BCE.

Je me suis donc opposé à ce rapport.

 
  
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  Rolandas Paksas (EFD), raštu. − Pritariu pateiktai rezoliucijai. Pažymėtina, kad finansų rinkų grėsmės yra nuolat jaučiamos. Finansų sistemos neišlaikys stabilumo, jei nebus užtikrintas kreditų įstaigų saugumas ir patikimumas. Atsižvelgiant į tai, pritariu pasiūlymui, kad Europos Centriniam Bankui būtų pavesta vykdyti kredito įstaigų rizikos ribojimu pagrįstą priežiūrą. Tokiu būdu bus sustabdytas finansų rinkų skaidymosi procesas bei panaikintos netinkamos bankų ir valdžios sąsajos. Manau, kad finansų įstaigos turėtų taikyti verslo modelius, kurie labiau atitinka ES gyventojų, o ne akcininkų interesus. Nepriklausoma bendra visų dalyvaujančių valstybių narių priežiūra, atkurs pasitikėjimą bankų sektoriumi ir atgaivins tarpbankinį skolinimą bei tarpvalstybinius kredito srautus. Pritariu galimybei ne euro zonos valstybėms narėms dalyvauti įgyvendinant bendrą priežiūros mechanizmą. Tai padės siekti labiau integruotos fiskalinės bei ekonominės sistemos, ir pažangos kuriant bendrą pertvarkymo mechanizmą.

 
  
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  Maria do Céu Patrão Neves (PPE), por escrito. Votei favoravelmente o presente relatório sobre a proposta de regulamento do Conselho que confere ao BCE atribuições específicas no que diz respeito às políticas relativas à supervisão prudencial das instituições de crédito por concordar com as alterações efetuadas no sentido do BCE dever velar por uma coordenação plena com as autoridades nacionais competentes para assegurar um elevado nível de proteção dos consumidores e o combate ao branqueamento de capitais.

 
  
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  Alojz Peterle (PPE), pisno. − Burno finančno dogajanje v državah članicah je pokazalo, da se evra kot skupne valute ne da krepiti s tako različnimi pravili za delovanje bank - zlasti glede nadzora, s tako šibko koordinacijo gospodarskih politik in s tako različnimi odnosi med bankami in politiko. V pogojih ohlapnih pravil igre smo videli, kako občutljiv je finančni sistem EZ, pa četudi je v težavah manjša država članica. Gledamo pa tudi, kako zahtevno in drago je zdravljenje. Enotni bančni nadzor je ključen element na poti v resnično bančno unijo. S tem vzpostavljamo možnost sistemskega preprečevanja vprašljivega bančništva v območju iste valute, ki je praviloma rezultat vprašljive politike. Kaj nam pomaga suverenost, če suverene bančne odločitve ene države zamajejo ves sistem, oziroma oslabijo suverenost celote? Prijateljsko bančništvo je treba preprečiti tudi na nižji ravni. Vse skupaj pa mora delovati pregledno in z visoko stopnjo demokratičnega nadzora. Pozdravljam rezultat trialoga v tej smeri in podpiral bom razvoj bančne zveze v smer pravega skupnega nadzorovanja.

 
  
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  Paulo Rangel (PPE), por escrito. Um dos passos fundamentais para restaurar a confiança na zona euro é a construção de uma união bancária sólida, alicerçada, entre outros pilares, num Mecanismo Único de Supervisão. Este relatório versa sobre a criação de um MUS que abrangerá as instituições financeiras da Zona Euro e estará aberto a todos os outros Estados-Membros que a este se queiram associar. Pretende-se definir de que modo o BCE, como responsável último pela supervisão dos bancos europeus, exercerá as suas funções, garantindo a estabilidade do sistema e mantendo a sua independência como responsável pela política monetária. Em março passado, o Parlamento Europeu fechou as negociações com o Conselho sobre este dossier. Ainda subsistem, é certo, algumas dúvidas sobre a pertinência do BCE chamar a si a supervisão direta de todos os bancos europeus e não apenas daqueles com maior importância sistémica. Por outro lado, está ainda a ser concluído um acordo interinstitucional para garantir o controlo por parte do Parlamento Europeu do exercício pelo BCE destas funções de supervisão. Por entender que o BCE é a instituição mais bem posicionada para assumir estas funções, apoiei o presente relatório, fazendo votos para que se acelere a implementação da União Bancária.

 
  
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  Raül Romeva i Rueda (Verts/ALE), in writing. − In favour of the amended proposal, and of postponing the final vote on the legislative resolution. And this despite the fact that some good Verts/ALE amendments were rejected, such as: giving opt-in countries the right to control decisions in the ECB through a binding mediation procedure in the EBA; integrating the ECB’s fees into the European budget, thereby enhancing EP control; ending the possibility of the ECB to adopt ‘regulations’ (the final compromise was to limit these regulations to ‘only where those Union acts do not deal with certain aspects necessary for the proper exercise of the ECB’s tasks or do not deal with them in sufficient detail’ – which is more constrained that in the COM proposal); and considering another legal base or treaty change to render the common supervisor even more attractive for opt-in countries and solve conflicts of interests as well as the exclusion of insurance. (The final compromise requires a review that must consider ‘developing further the SSM on the basis of any provision in the existing Treaties or the treaty changes potentially required in order to make the SSM work more efficiently’ – which is, of course, much weaker).

 
  
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  Licia Ronzulli (PPE), per iscritto. − Con questo voto voglio dare pieno sostegno al progetto di istituire un sistema unico di vigilanza bancaria europea. La Banca centrale europea potrà da oggi supervisionare direttamente le più grandi banche della zona euro e avere voce in capitolo sul controllo di altre banche. Ora è necessario l'ultimo passo, continuando i colloqui in corso con la Banca centrale europea per individuare con precisione le responsabilità democratiche.

 
  
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  Petri Sarvamaa (PPE), kirjallinen. − Äänestin esityksen lykkäämisen puolesta. Trilogivaiheessa saatu alustava sopu on todella tervetullut, mutta nykyisessä tilanteessa, jossa kansalliset parlamentit ovat esittäneet toiveen tulla vielä kuulluksi tässä asiassa, on parempaa lykätä lopullista päätöksentekoa toistaiseksi. Näin varmistumme siitä, että kaikki osapuolet saavat äänensä kuuluviin. Ottaen huomioon edelleen käynnissä olevat neuvottelut Euroopan keskuspankin läpinäkyvyyden ja demokraattisuuden parantamiseksi, on kokonaisuuden kannalta parempi tukea päätöksen lykkäämistä vielä hetken.

 
  
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  Salvador Sedó i Alabart (PPE), por escrito. − Este informe, que es uno de los dos proyectos legislativos por los que se establece el Mecanismo Único de Supervisión (MUS) para bancos, encabezado por el Banco Central Europeo (BCE), supone un paso muy importante hacia la "unión bancaria". En concreto, la propuesta prevé dar al BCE responsabilidades en materia de supervisión preventiva de instituciones de crédito de la zona del euro. También tendrá competencia exclusiva para supervisar y detectar riesgos que comprometan la viabilidad de los bancos y podrá exigir acciones al respecto. Aunque apoyo todas medidas que se proponen en dicho informe, no se ha realizado el voto final a la espera de que ciertos parlamentos nacionales expresen su punto de vista, y a que finalicen algunas negociaciones interinstitucionales entre el Parlamento Europeo y el BCE.

 
  
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  Czesław Adam Siekierski (PPE), na piśmie. − Przyjęliśmy dziś dwa sprawozdania tworzące wstępnie wspólny europejski nadzór dla państw strefy euro. W rezultacie możliwa będzie kontrola transgranicznych grup bankowych, które zdominowały europejski rynek finansowy. Ścisły nadzór nad dużymi bankami pozwoli nam zapobiegać kryzysom podobnym do tego, który dotknął światową gospodarkę w 2008 r., a w Europie nadal odczuwamy jego skutki. Wspólny europejski nadzór bankowy to dopiero pierwszy krok w budowie tzw. unii bankowej. W rezultacie jego utworzenia kompetencje krajowych organów nadzorczych w strefie euro zostaną przeniesione na poziom europejski.

Status europejskiej instytucji nadzorczej uzyskał Europejski Bank Centralny (EBC), który zyskał uprawnienia nadzorcze wobec 150 największych europejskich banków. EBC będzie mógł m.in. egzekwować od tych banków utrzymanie odpowiedniego poziomu rezerw oraz będzie mógł udzielać licencji. Ważne jest jednak zapewnienie rozdziału polityki monetarnej i nadzorczej EBC. Nadal wiele niejasności pozostaje w obszarze podziału kompetencji między poszczególnymi organami nadzoru. Nie ulega wątpliwości, że należy nadal zacieśniać koordynację gospodarczą oraz ujednolicać politykę fiskalną na szczeblu europejskim.

 
  
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  Marc Tarabella (S&D), par écrit. – Nous pouvons encore bien améliorer le texte. Le report de ce vote est une décision vraiment judicieuse et nous remercions le rapporteur de l'avoir admis. Il est temps à présent d'aller plus loin dans ce dossier aux impacts importants pour le citoyen européen.

 
  
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  Nuno Teixeira (PPE), por escrito. O Banco Central Europeu assume uma particular importância na estabilidade da zona Euro e de toda a União Europeia, devendo assumir um papel mais ativo na resolução da crise económica, financeira e bancária em que o território europeu se encontra. Esta crise é evidente pelo quase fracasso do sistema bancário europeu, levando a que a integridade da moeda e do mercado único fosse ameaçada pela fragmentação do setor financeiro. Voto favoravelmente o presente relatório por considerar fundamental que sejam intensificados os esforços para proceder a uma crescente integração do setor bancário, a fim de reforçar a unidade europeia, restaurar a estabilidade financeira e lançar as bases da recuperação económica. Entendo que o BCE deve desempenhar as funções que lhe forem conferidas com vista a garantir a segurança e a solidez das instituições de crédito, a estabilidade do sistema financeiro da União e de cada um dos Estados-Membros participantes. Neste sentido, aprovo o facto do BCE supervisionar diretamente as instituições com ativos superiores a 30 mil milhões de euros ou cujos ativos correspondam a, pelo menos, 20% do PIB anual do país de origem, podendo incluir os bancos que tenham recebido assistência financeira, e pelo menos, 3 bancos por Estado-Membro.

 
  
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  Marie-Christine Vergiat (GUE/NGL), par écrit. – Accroître encore davantage les pouvoirs de la Banque centrale européenne sans aucune garantie de contrôle démocratique, comme d'habitude, alors que l'on connaît les conséquences de ses décisions, notamment pour les pays du Sud de l'Europe, et que l'on sait qu'au regard de ce qu'il est convenu d'appeler la crise financière qui a touché l'Union européenne depuis 2009, elle a également tardé à prendre des décisions, et que ces-dernières, loin d'enrayer la dite crise, ont contribué à plonger un certain nombre d'États dans la récession... Il est maintenant question de lui octroyer des compétences en matière d’accréditation bancaire, de contrôle, et de régulation des grandes banques européennes notamment. Ses nouvelles missions de surveillance, auparavant attribuées aux banques centrales et organismes de surveillance et de contrôles dans les Etats, sont un premier pas vers ce que l'on appelle "l'Union bancaire". Je vote donc, comme l'ensemble des membres de mon groupe, contre ce texte qui attribue des compétences supplémentaires à la BCE en matière de surveillance des banques, qui ne sont ni dans sa pratique actuelle, ni dans ses compétences et encore moins dans le respect de la souveraineté populaire.

 
  
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  Dominique Vlasto (PPE), par écrit. – Je me félicite de l'issue de ce vote qui confirme la garantie des dépôts jusqu'à 100 000 euros et valide surtout la mise en place d'un mécanisme de surveillance unique des banques (MSU). Ce nouveau mécanisme est une réponse forte de notre part aux crises bancaires espagnoles et chypriotes, qui ont montré malheureusement que les autorités nationales de supervision des banques, souhaitant protéger leurs fleurons bancaires nationaux, ont failli à leur tâche. Désormais, c'est la Banque centrale européenne qui veillera scrupuleusement à la bonne santé financière des 6000 plus grandes banques européennes. Elle fera notamment respecter les nouvelles exigences que nous venons d'adopter en en matière de fonds propres, d'endettement et de liquidités, empêchant ainsi un effet boule de neige qui affecterait l'ensemble de la zone euro. Nous espérons désormais que nos collègues allemands du Bundestag valident rapidement cet accord, afin de passer le plus rapidement à la mise en place effective du MSU, qui répond à une demande forte de citoyens pour un meilleur contrôle des banques et qui remplit un de nos engagements pour sortir de la crise!

 
  
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  Angelika Werthmann (ALDE), in writing. − Bearing in mind the current economic situation of Europe and in particular the precarious financial situation of some European countries and Member States (e.g. Greece, Cyprus, Portugal), I strongly favour a new, revised and effective banking supervision approach. The European Union and its members should be able to fully trust the quality of the banking supervision system. The report refers to better, more responsible and efficient monitoring and supervision of banks’ activity and performance across Europe and its Member States. There are positive aspects related to ‘a prudential supervision’ of credit institutions. A ‘single supervisory mechanism’ will secure the financial deposits of our citizens and reduce the imbalances in competitiveness. Among other things, investor confidence will be rebuilt, fostering economic growth and new employment opportunities, and financing methods and loans will strengthen, which will translate into better and more transparent credit availability for the business environment. The EP will give the final vote at a later point of time, so that national parliaments can present their view and negotiations between EP and ECB on an interinstitutional agreement can take place.

 
  
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  Glenis Willmott (S&D), in writing. − A shared currency and close financial integration make the euro area particularly vulnerable to banking crises spilling over from one EU country to another. Proposals have therefore been put forward for a European banking union, which will have overall supervision of all euro area banks. Confidence in the euro area is important for the health of the UK economy; however we were concerned that the creation of a single supervisor for the euro area would lead to non-euro area countries being sidelined on decisions relating to the single market. Labour MEPs recognise that these measures are necessary to restore stability to the EU banking system and are pleased that the final deal, which we supported today, includes appropriate safeguards to ensure that decisions are made with support from both euro area and non-euro area countries.

 
  
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  Jacek Włosowicz (EFD), na piśmie. − Rozdrobnienie sektora finansowego stanowi zagrożenie dla integralności wspólnej waluty i wspólnego rynku. Zasadnicze znaczenie ma ujednolicenie mechanizmu nadzorczego. W tym celu konieczne jest utworzenie europejskiej unii bankowej obejmującej jednolity mechanizm nadzorczy oraz wspólne ramy gwarantowania depozytów, restrukturyzacji i uporządkowanej likwidacji. Unia bankowa powinna obejmować zarówno członków strefy euro, jak i kraje kandydujące. Instytucją właściwą do wykonywania zadań nadzorczych nad instytucjami kredytowymi w uczestniczących państwach członkowskich jest EBC ze względu na jego specjalistyczną wiedzę oraz wiarygodność.

 
  
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  Anna Záborská (PPE), písomne. − Presun právomocí z členských štátov na EÚ v oblasti daňového dohľadu musí sprevádzať posilnenie zodpovednosti a kontroly. Nové pravidlá bankového dohľadu v EÚ, ktoré sú reakciou na zlyhanie bankového sektora, umožnia Európskej centrálnej banke vykonávať priamy dohľad nad najväčšími bankami v eurozóne a podieľať sa na dohľade nad ostatnými bankami. Dnešné hlasovanie o týchto pravidlách však ešte nebolo konečné, pretože stále prebiehajú rokovania s Európskou centrálnou bankou o detailoch jej zodpovednosti ako orgánu dohľadu. Je potrebné nájsť rovnováhu medzi právomocami a zodpovednosťou v oblasti dohľadu nad bankami. Európska centrálna banka (ECB) ako orgán dohľadu musí podliehať prísnejším požiadavkám v oblasti otvorenosti, zodpovednosti a kontroly.

 
  
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  Roberts Zīle (ECR), rakstiski. − Regulas priekšlikums, ar ko Eiropas Centrālajai bankai piešķir īpašus uzdevumus saistībā ar kredītiestāžu uzraudzības politiku, ir atbalstāms. Centralizēta eurozonas (un citu ES valstu, kas vēlas pievienoties) banku uzraudzība mazinās banku bankrota risku, kas saistīts ar nepareizi izvēlētu banku darbības stratēģiju un nepietiekamu kapitāla apjomu. Īpaši svarīga šāda uzraudzība ir finansiāli ievainojamām valstīm, piemēram, Latvijai, kurā ievērojamu risku rada lielais nerezidentu īstermiņa noguldījumu apjoms. Vienlaikus centralizēta banku uzraudzība ir tikai pirmais solis ceļā uz pilnvērtīgu banku savienību ar vienotu banku problēmu noregulējuma mehānismu un kopīgu eirozonas noguldījumu garantiju fondu. Tikai visi šie elementi kopumā var pārraut ES dalībvalstu ekonomikai graujošo saikni starp banku problēmām un valstu maksātspēju. Bez kopīga noguldījumu garantiju fonda arī nākotnē veidosies situācijas, kad lielo valstu bankas piekops agresīvu stratēģiju ES perifērijas valstīs, šīs stratēģijas dēļ nonāks finanšu grūtībās, kuras vajadzēs risināt šo valstu valdībām ar savu nodokļu maksātāju līdzekļiem.

 
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