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Förfarande : 2012/0242(CNS)
Dokumentgång i plenum
Dokumentgång : A7-0392/2012

Ingivna texter :

A7-0392/2012

Debatter :

PV 21/05/2013 - 11

Omröstningar :

PV 22/05/2013 - 7.6
CRE 22/05/2013 - 7.6
Röstförklaringar
PV 12/09/2013 - 13.5
CRE 12/09/2013 - 13.5
Röstförklaringar

Antagna texter :

P7_TA(2013)0213
P7_TA(2013)0372

Debatter
Torsdagen den 12 september 2013 - Strasbourg Reviderad upplaga

14.10. Europeiska centralbankens särskilda uppgifter i fråga om politiken för tillsyn över kreditinstitut (A7-0392/2012 - Marianne Thyssen)
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Explicaciones de voto orales

 
  
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  Syed Kamall (ECR). - Mr President, when we look at the euro crisis we need to get real, and there are essentially two solutions.

The first is to let the weaker countries go: let them default, devalue and be more competitive. But we know that most people here do not want that to happen because it would be a psychological blow to building the European project – the United States of Europe, the Federal Republic of Europe.

The alternative is to look at successful currency unions and how those work: they have transfers from the richer parts to the poorer parts, and that means you have to be honest with the electorate in many of the richer EU countries and tell them that if they want to keep the euro together, and to stay in the euro, the best way forward is to have transfers from the richer parts to the poor parts. That is the best economic argument but, of course, we know that politicians do not want to be honest with their electorate. At some stage, however, they are going to have to be.

 
  
 

Explicaciones de voto por escrito

 
  
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  Sophie Auconie (PPE), par écrit. – J'ai voté en faveur de ce texte qui donne à la BCE la responsabilité finale et le pouvoir d'intervenir dans n'importe quel établissement de crédit dans chaque État membre participant au mécanisme de contrôle unique (y compris les pays de la zone et les pays hors zone euro qui participent au mécanisme).

 
  
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  Regina Bastos (PPE), por escrito. A fragilidade da situação económica europeia causada por uma crise sem precedentes obrigou a UE a desenvolver ações concertadas e ambiciosas que permitissem sustentar a criação de condições para a prosperidade económica e restabelecer a estabilidade nos mercados financeiros europeus. Neste sentido, um dos passos fundamentais à restauração da confiança na recuperação do espaço económico da união é a construção de uma união bancária sólida, alicerçada em alguns pilares, dos quais o Mecanismo Único de Supervisão é sustentáculo destacado. Este Relatório versa precisamente sobre a criação do Mecanismo único de Supervisão que abrangerá as instituições financeiras da Zona Euro e estará aberto a todos os outros Estados-Membros que a este se queiram associar. Pretende-se definir de que modo o BCE, como responsável último pela supervisão dos bancos europeus, exercerá as suas funções, garantindo a estabilidade do sistema e mantendo a sua independência como responsável pela política monetária. Em março, o Parlamento Europeu fechou algumas negociações com o Conselho da União Europeia sobre este dossier que estão contidas neste Relatório. Após a conclusão do Acordo Interinstitucional com o BCE as suas obrigações de prestação de contas ao Parlamento estão clarificadas e este relatório será adotado com o meu apoio.

 
  
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  Bastiaan Belder (EFD), schriftelijk. − Het verslag Thyssen over Europees bankentoezicht kan ik niet steunen. Dit Europees toezicht vormt de eerste pijler voor een bankenunie. De bankenunie is zonder meer problematisch. Zwakke banken moeten herkapitalisatie krijgen voor ze deel uitmaken van de bankenunie. Het is zeer de vraag of de crisislanden zelf het geld hebben voor deze herkapitalisatie. Kortom, het gevaar is groot dat banken met onvoldoende kapitaal in de bankenunie komen. De aanpak van slechte leningen voorafgaand aan de bankenunie is dus niet gegarandeerd. De omvang van de kapitaalbehoefte is onbekend bij economen. Ook Dijsselbloem bevestigde in Brussel afgelopen week dat we het niet weten. Eerst moeten de cijfers op tafel, zodat eerlijk gesproken kan worden over de verdeling van de rekening. De bankenunie maakt bovendien deel uit van een groter pakket aan bouwstenen van raadsvoorzitter Van Rompuy. Het omvat tevens een economische unie, begrotingsunie en politieke unie met onder meer een sterkere positie van het Europees Parlement. De eurofractie SGP vindt dit geen goed idee, omdat de nationale parlementen de centrale rol verdienen. Het zijn immers de lidstaten die de nodige bezuinigingen en hervormingen kunnen doorvoeren met het oog op herstel van de concurrentieverhoudingen en de economie.

 
  
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  Nora Berra (PPE), par écrit. – La crise bancaire espagnole a confirmé la nécessité pour la zone euro de se doter d'un bouclier anti-crise solide. Les Etats ne peuvent plus continuer à secourir les banques sans s'attaquer aux racines du problème. Le renflouement des banques avec l'argent des contribuables européens doit cesser! Rappelons qu'entre 2008 et 2011, 4500 milliards d'euros d'aides publiques ont été injectées, creusant davantage les déficits publics. Le Parlement européen a donc donné son feu vert à la création d’un superviseur unique des banques de la zone euro : la BCE. Les rapports Giegold et Thyssen, pour lesquels j’ai voté, se sont assurés que cette dernière agisse de manière transparente en rendant compte régulièrement au Parlement de ses activités.

 
  
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  Philippe Boulland (PPE), par écrit. – Dans le cadre de la mise en place progressive d'une union bancaire, ce rapport vise à délimiter les compétences et mission de la Banque centrale européenne. Elle se verra donc confier la mission de superviser l'action des institutions financières des États membres utilisant la monnaie unique. J'ai donc voté en faveur de la dévolution d'une telle mission à la BCE afin de promouvoir la sécurité et la solidité de notre système financier européen.

 
  
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  John Bufton (EFD), in writing. − Against. I voted against this report as it represents yet another long term increase in EU economic control, especially over the City and British economics.

 
  
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  Antonio Cancian (PPE), per iscritto. − Ho votato a favore della relazione presentata dalla collega on. Thyssen perché sono fermamente convinto della necessità di costruire quanto prima una vera e propria unione bancaria che dia stabilità ai mercati, agli investitori ed ai risparmiatori. Questa relazione è senza dubbio il primo tassello per il raggiungimento di un quadro normativo complessivo che riesca ad armonizzare i settori finanziari degli Stati membri, requisito indispensabile per eliminare le disparità ancora presenti e per superare le difficoltà economiche di questi anni. Apprezzo in modo particolare l'attribuzione alla Banca Centrale Europea di un ruolo di supervisione al fine di coordinare l'operato degli Stati membri, e mi trovo d'accordo con la richiesta che questa attività sia pur sempre sottoposta ad un controllo democratico

 
  
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  Maria Da Graça Carvalho (PPE), por escrito. A fragilidade da situação económica europeia, causada por uma crise sem precedentes, obrigou a UE a desenvolver ações concertadas e ambiciosas que permitissem sustentar a criação de condições para a prosperidade económica e restabelecer a estabilidade nos mercados financeiros europeus. Neste sentido, um dos passos fundamentais à restauração da confiança na recuperação do espaço económico da união é a construção de uma união bancária sólida, alicerçada em alguns pilares, dos quais o Mecanismo Único de Supervisão (MUS) é sustentáculo destacado. Este Relatório versa precisamente sobre a criação do MUS que abrangerá as instituições financeiras da Zona Euro e estará aberto a todos os outros Estados Membros que a este se queriam associar. O presente texto pretende definir de que modo o BCE, como responsável último pela supervisão dos bancos europeus, exercerá as suas funções, garantindo a estabilidade do sistema e mantendo a sua independência como responsável pela política monetária. Em Março, o Parlamento Europeu fechou algumas negociações com o Conselho da União Europeia sobre este dossier que estão contidas neste Relatório. Após a conclusão do Acordo Interinstitucional com o BCE as suas obrigações de prestação de contas ao Parlamento estão clarificadas e este relatório será adotado com o meu apoio.

 
  
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  Birgit Collin-Langen (PPE), schriftlich. Ich habe für die Errichtung der einheitlichen Europäischen Bankenaufsicht gestimmt, weil diese einen sehr wichtigen weiteren Schritt auf dem Weg zur Vollendung der Bankenunion darstellt. Sie ist auch ein wichtiger Schritt, um die Finanzkrise zu bewältigen und für die Zukunft finanzielle Stabilität zu sichern.

 
  
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  Lara Comi (PPE), per iscritto. − Mi congratulo con la relatrice e con tutto il team che ha seguito, per conto del Parlamento, questo lungo e importante negoziato. I dettagli concordati in questo provvedimento sono molto importanti perché, in questo caso in maniera particolare, il "come" è almeno altrettanto importante del "cosa" si fa. Per essere più chiari, non basta il pur condivisibile obiettivo di trasferire alcuni poteri di vigilanza prudenziale dalle Banche Centrali nazionali a quella Europea. Se tale trasferimento non viene effettuato tenendo conto del principio di sussidiarietà, si perde efficienza e si spendono solo soldi in traduzioni. Se la BCE non viene dotata di poteri ispettivi e di strumenti legali per poter agire, diventa una farsa. Se il trasferimento delle competenze non è graduale, si apre una voragine in termini organizzativi e di adeguatezza del personale. Ho votato a favore di questa proposta perché ho trovato una grande coerenza fra gli obiettivi e gli strumenti predisposti.

 
  
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  Emer Costello (S&D), in writing. − The allocation of specific tasks to the European Central Bank (ECB) relating to the prudential supervision of credit institutions is a key component of the single supervisory mechanism (SSM), the first essential step for European banking union. Banking union is not an abstract end in itself but is central to breaking the link between banking and sovereign debt and for repairing the flow of credit to the real economy, especially SMEs, which is vital for jobs. Making the ECB responsible for supervising euro area banks will help ensure the stability of Europe’s banking system. The necessary transfer of supervisory powers from national authorities to European level is matched by enhanced accountability of the ECB to the directly-elected representatives of the peoples of Europe in the European Parliament, through the participation of the Chair of the Supervisory Board in Parliament hearings on the conduct of the ECB’s supervisory duties, annual reporting by the ECB on the execution of its supervisory tasks to MEPs, etc. We must now complement this reform with a single resolution framework, as proposed recently by the Commission, and with a deposit guarantee schemes mechanism, which is still stuck in Council.

 
  
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  Rachida Dati (PPE), par écrit. – L’Union bancaire va enfin prendre forme grâce à ce vote. Grâce aux nouvelles missions de supervision de la Banque centrale européenne, nous aurons la possibilité d'avoir une vue d'ensemble sur la santé du secteur bancaire et de ses acteurs. C'est une étape essentielle vers la création d'un euro véritablement européen. Je me félicite tout particulièrement de l'accent mis sur le renforcement de la responsabilité démocratique de la BCE.

 
  
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  Christine De Veyrac (PPE), par écrit. – J'ai voté en faveur de ce texte afin de renforcer la Banque centrale européenne et de contribuer à la sécurité et à la solidité des établissements de crédit ainsi qu'à la stabilité du système financier au sein de l'UE et dans chaque État membre. Je soutiens notamment l'introduction pour les autorités nationales compétentes de pouvoirs d'intervention précoces et des pouvoirs pour adopter des mesures de précaution afin d'assurer une surveillance complète et efficace dans l'Union. Par ce texte, le rôle des parlements nationaux se trouve renforcé, tout en s'assurant d'une coopération efficace avec les institutions de l'Union.

 
  
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  Diogo Feio (PPE), por escrito. Foi hoje aprovado um conjunto de dois documentos legislativos que criam uma Autoridade de Supervisão Bancária Única, o primeiro pilar para a criação de uma União Bancária Europeia. Estamos assim, perante um marco histórico no que respeita à conclusão da união económica e monetária, que a recente crise económica e financeira tinha vindo a demonstrar débil e demasiado fragmentada para fazer frente às adversidades. A partir de hoje, caberá ao Banco Central Europeu a supervisão máxima de todos os bancos e instituições financeiras na União Europeia, que a par com os supervisores nacionais irá garantir a correcta aplicação das novas regras de requisitos de capital, supervisionar os testes de stress e apurar sobre as condições de solvabilidade dos bancos. Deste modo, ficam ainda a faltar dois importantes pilares na construção de uma União Bancária Europeia: a criação de uma autoridade de resolução europeia e um sistema de garantia de depósitos europeus, de modo a acabar com a fragmentação existente neste mercado e fortalecê-lo no espectro mundial.

 
  
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  José Manuel Fernandes (PPE), por escrito. A fragilidade da situação económica europeia, causada por uma crise sem precedentes, obrigou a UE a desenvolver ações concertadas e ambiciosas que permitissem sustentar a criação de condições para a prosperidade económica e restabelecer a estabilidade nos mercados financeiros europeus. Neste sentido, um dos passos fundamentais à restauração da confiança na recuperação do espaço económico da união é a construção de uma união bancária sólida, alicerçada em alguns pilares, dos quais o Mecanismo Único de Supervisão (MUS) é sustentáculo destacado. Este Relatório versa precisamente sobre a criação do MUS que abrangerá as instituições financeiras da Zona Euro e estará aberto a todos os outros Estados Membros que a este se queriam associar. O presente texto pretende definir de que modo o BCE, como responsável último pela supervisão dos bancos europeus, exercerá as suas funções, garantindo a estabilidade do sistema e mantendo a sua independência como responsável pela política monetária. Em Março, o Parlamento Europeu fechou algumas negociações com o Conselho da União Europeia sobre este dossier que estão contidas neste Relatório. Após a conclusão do Acordo Interinstitucional com o BCE as suas obrigações de prestação de contas ao Parlamento estão clarificadas e este relatório será adotado com o meu apoio.

 
  
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  Monika Flašíková Beňová (S&D), písomne V dnešných dňoch je stabilita bankového sektora mnohokrát stále úzko prepojená s členským štátom, v ktorom banky sídlia. Pochybnosti o udržateľnosti verejného dlhu, vyhliadkach hospodárskeho rastu a životaschopnosti úverových inštitúcií vytvárajú negatívne, navzájom sa posilňujúce trhové trendy. Vzniknutá situácia je nezriedka príčinou špecifických rizík v rámci eurozóny, súčasne je oslabovaný jednotný trh s finančnými službami a hospodárstvo upadá. Komisia i z tohto dôvodu v rámci dlhodobejšej vízie hospodárskej a fiškálnej integrácie vyzvala v máji 2012 k tomu, aby sa vytvorila banková únia s cieľom obnoviť dôveru v banky a euro. Jedným z jej kľúčových prvkov by mal byť jednotný mechanizmus dohľadu s priamym dohľadom práve nad bankami. Vychádzajúc z uvedeného sa možno domnievať, že snaha o to, aby sa pri bankovom dohľade v celej eurozóne dodržiavali prísne spoločné normy, sa pričiní o nárast vzájomnej dôvery medzi členskými štátmi Únie.

 
  
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  Elisabetta Gardini (PPE), per iscritto. − Il nuovo sistema di controllo, che rappresenta una componente essenziale dell'Unione bancaria, comporta il trasferimento di notevoli poteri di vigilanza bancaria dal livello nazionale a quello comunitario. Si tratta di un traguardo importante nell’ottica di realizzare una reale unione bancaria. Tuttavia è innegabile che questo trasferimento di competenze richieda un altrettanto forte sistema di controllo democratico. Pertanto auspico che, così come suggerito dalla relazione, il ruolo del Parlamento in tale sistema venga rafforzato, al fine di consentire una maggiore democraticità della Banca Centrale Europea nell’esercizio delle sue funzioni di controllo.

 
  
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  Mathieu Grosch (PPE), schriftlich. Hauptakteure bei der Finanz- und Wirtschaftskrise waren die überhöhten Haushaltsdefizite einiger Länder und die verantwortungslose Spekulation des Bankensektors. Nun haben der Rat und die EZB den Vorschlag des Parlaments endlich angenommen und den Weg für eine „europäische Bankenaufsicht“ geöffnet.

Diese Entscheidung war überfällig, weil die nationalen Behörden die international strukturierten Banken kaum überprüfen konnten. Durch das Verhandlungsgeschick von Marianne Thyssen hat das Europäische Parlament verstärkte Einsicht in diese Tätigkeit, was dieser Aufsicht somit mehr Transparenz verleiht. Das Europäische Parlament zieht somit Konsequenzen aus einer Krise, die leider noch nicht beendet ist.

 
  
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  Sylvie Guillaume (S&D), par écrit. – J'ai voté en faveur de ce rapport car il est grand temps, après la crise bancaire subie ces dernières années et suivie d'une profonde crise économique dont nous subissons encore les effets de plein fouet, de procéder à une réforme importante pour éviter de répéter les erreurs du passé. Je suis tout particulièrement favorable au renforcement de la responsabilité démocratique de la BCE, ce qui passe notamment par une approbation par le Parlement européen de la nomination des responsables de la supervision et par un meilleur accès aux documents.

 
  
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  Krišjānis Kariņš (PPE), rakstiski. − Izaugsme eirozonā ir apstājusies, krīze visvairāk ir jūtama tieši Eiropas dienvidu valstīs, tomēr tā apdraud ne tikai eirozonas, bet arī Eiropas Savienības nākotni. Tādēļ Eiropas Savienības atbilde ir banku savienības izveide. Banku savienība sevī ietver četras daļas — vispārējie noteikumi visām ES bankām, banku glābšanas noteikumi un fonds, depozītu garantiju sistēma un, visbeidzot, banku uzraudzības sistēma. Regula, ar ko Eiropas Centrālajai bankai piešķir īpašus uzdevumus saistībā ar kredītiestāžu uzraudzības politiku. Eiropas Centrālā banka tieši uzraudzīs aptuveni 150 eirozonas banku, kuru tirgus daļa ir aptuveni 80%, pārējās kredītiestādes tiks uzraudzītas ar nacionālo uzraugu starpniecību, vēl tai būs tiesības izsniegt un anulēt kredītiestāžu licences, piedalīties lielu finanšu konglomerātu uzraudzībā, vērtēt kredītiestāžu apvienošanu un attiecīgā valstī noteikt augstākas likviditātes, kapitāla pietiekamības un nodrošinājuma prasības. Latvijas iedzīvotājam šīs regulas ieviešana nozīmēs drošības sajūtu par savu naudu bankā, aizņemties būs vieglāk un lētāk, tādēļ atbalstīju šo regulu.

 
  
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  Wolf Klinz (ALDE), schriftlich. Die Eurozone macht mit der Ansiedlung der Bankenaufsicht bei der EZB einen großen Schritt auf dem Weg, eine echte Bankenunion zu etablieren und die Währungsunion zu vertiefen. Mangelnde Zusammenarbeit der nationalen Aufsichtsbehörden und Unterschiede in der Anwendung der regulatorischen Vorgaben haben neben anderen Faktoren zur Finanzkrise beigetragen. Mit der zentralen Aufsicht bei der EZB soll eine einheitliche Überwachung aller Finanzinstitute im Euroraum sichergestellt werden. Ich begrüße, dass auch Nicht-Eurozone-Mitgliedstaaten zu gleichen Rechten dem neuen Aufsichtssystem beitreten dürfen. Es ist allerdings bedauerlich, dass sie ein Austrittsrecht haben, wenn sie mit der Entscheidung der neuen Aufsicht nicht einverstanden sind. Die EZB hat zugesagt, die neue Aufsicht organisatorisch und personell so aufzustellen, dass Interessenskonflikte zwischen der geldpolitischen Verantwortung und der Aufsicht von vornherein ausgeschlossen sind. Ein Restzweifel bleibt allerdings, da der Gouverneursrat für beide Aktivitäten das letzte Entscheidungsgremium bleibt. Ich bin sehr zufrieden mit dem gefundenen Kompromiss zur Rechenschaftspflicht der EZB bei ihrer Aufsichtstätigkeit. Sowohl das Europäische Parlament als auch die nationalen Parlamente haben jetzt Zugang zu den Informationen, die sie brauchen, um die Aufsicht demokratisch legitimieren zu können.

 
  
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  Giovanni La Via (PPE), per iscritto. − Oggi abbiamo approvato, nonostante un non facile percorso, la relazione con cui si chiede l’attribuzione alla Banca Centrale Europea di compiti specifici in merito alle politiche in materia di vigilanza prudenziale degli enti creditizi. La politica della BCE, soprattutto nell’ultimo periodo, è posta sotto la lente d'ingrandimento dell’opinione pubblica, della politica e degli operatori finanziari. Ciò significa che il suo ruolo è sempre più determinante e che le decisioni che attua risultano decisive, soprattutto quelle riguardanti la politica monetaria. In un contesto di paventato credit crunch e di difficoltà di accesso al credito da parte dell’utenza pubblica, delle imprese e della Pubblica Amministrazione, nuovi compiti specifici della BCE in materia di vigilanza prudenziale devono essere accolti come segnale positivo di un’Unione che vuole procedere ad un’unica velocità e non, invece, come ulteriore “cappello” che la BCE vuole porre sulla sovranità degli Stati. Cedere a questa interpretazione, infatti, significherebbe cedere l’Europa agli antieuropeisti, e si tratta di qualcosa che non possiamo permetterci.

 
  
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  Petru Constantin Luhan (PPE), în scris. − Evoluția crizei economice şi financiare a dus sistemul bancar european aproape la colaps, ceea ce a afectat integritatea monedei unice și a pieței unice, periclitând întreaga dezvoltare economică a Uniunii. Creșterea rapidă a complexității activităților desfășurate de instituţiile de creditare înaintea crizei, a condus la limitarea controlului naţional şi la imposibilitatea de a avea o imagine de ansamblu asupra întregii pieţi interne a serviciilor financiare. Fragmentarea pieţelor financiare a impus o povară grea asupra finanţelor publice pe perioada crizei, aflate deja sub presiune. Toate aceste probleme puteau fi evitate însă, dacă ar fi existat o supraveghere corespunzătoare. Tocmai de aceea, având în vedere experienţa Băncii Centrale Europene cu privire la problemele financiare, consider că avem nevoie urgentă de reglementări noi, care să întărească capacitatea Băncii Centrale de a preveni şi limita riscurile specifice activităţii acestor instituţii, protejând astfel stabilitatea sistemului financiar European.

 
  
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  Astrid Lulling (PPE), par écrit. – Je salue qu'avec le vote d'aujourd'hui une étape essentielle vers l'union bancaire européenne ait été franchie. En même temps, je regrette que le Parlement européen ait été lui-même à l'origine de retards inutiles alors que les obstacles, qu'ils soient de nature politique ou technique, ne manquent pas. Exiger de la part de la Banque centrale européenne une transparence totale au nom de la démocratie relève de la démagogie pure et simple. Qu'une institution européenne dotée de pouvoirs renforcés doive rendre des comptes est tout à fait normal. Mais que l'on demande à ce que tous les comptes rendus des réunions deviennent accessibles est une pure folie. Imagine-t-on quels seraient les effets de divulgations d'informations confidentielles sur telle ou telle banque dans la presse?

La déstabilisation de la banque concernée voire du secteur financier dans son ensemble serait assurée. De plus, les autorités de surveillance nationales n'ont pas ce genre d'obligation vis-à-vis de leur parlement. Après de longues négociations, un compromis a pu être trouvé. Mais sans les demandes exagérées de certains de mes collègues, le Parlement aurait dû se rallier beaucoup plus vite au projet ambitieux et nécessaire de confier la surveillance des principales banques européennes à la BCE.

 
  
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  Светослав Христов Малинов (PPE), в писмена форма Три години Европейският парламент настоява за конкретни стъпки към установяването на единен надзорен механизъм (ЕНМ) за банките в Европа. Днес, след постигането на консенсус, ние отворихме пътя към създаването на интегриран европейски банков съюз, за да възвърнем доверието в банките и за да дадем както на тях, така и на ЕС, усещане за обща стратегическа посока.

Вътрешният пазар на ЕС ще стане много по-силен и сигурен. Европейската централна банка получава нови правомощия и същевременно става пряко отговорна пред Европейския парламент в името на повече демократична легитимност. ЕС задълбочава още повече своята интеграция. ЕНМ естествено засяга пряко и без забавяне членовете в еврозоната, макар че ЕП въведе поправки, свързани със страните извън нея.

България би била засегната, едва след като постигне такова членство. Препоръките на Съвета относно Конвергентната програма на България ясно казват, че еврозоната няма да се отвори за нас при нисък икономически растеж или с догматична фискална политика, каквато бе прилагана последните години.

За да влезе в еврозоната днес, България се нуждае от дълбоки реформи; едва тогава ще се чуе и нейният глас в общия европейски банков съюз. Тази цел обаче си струва усилията и аз съм убеден, че тя ще бъде постигната.

 
  
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  Véronique Mathieu Houillon (PPE), par écrit. – J'ai voté en faveur du texte qui prévoit des missions spécifiques de la BCE en matière de contrôle prudentiel des établissements de crédit, établis dans les Etats membres. La BCE sera exclusivement compétente pour des tâches clés de supervision afin de repérer des risques pour la viabilité des banques, qui requièrent une action nécessaire.

 
  
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  Marisa Matias (GUE/NGL), por escrito. Votei contra este relatório porque, embora seja necessária uma maior supervisão bancária, o BCE não possui legitimidade democrática para o exercício desta função. O poder de supervisão deverá ser entregue à Autoridade Bancária Europeia, assim que esta esteja dotada de plenos poderes e competências para efetuar uma supervisão eficaz e transparente das instituições bancárias.

 
  
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  Hans-Peter Mayer (PPE), por escrito. − He votado en contra de este informe debido a que pretende otorgar más poderes al Banco Central Europeo, pese a que ha desempeñado un papel destructivo para la economía de los países del sur de Europa. Pese a que, a todas luces, esta institución ha colaborado en los crímenes que el sector financiero ha cometido contra los ciudadanos europeos, este informe pretende brindarle una mayor confianza, depositando los poderes de supervisión del sistema financiero en sus manos. Se trata de un paso más para el desarrollo de una Unión Bancaria que imponga su voluntad en los Estados miembros a través del estrangulamiento económico. Hoy son los países del sur, mañana serán otros, hasta garantizar que los beneficios del capital prevalezcan ante la voluntad de los pueblos de cualquier Estado mimbro. Por estas razones he votado en contra del presente informe.

 
  
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  Erminia Mazzoni (PPE), per iscritto. − Analizzando gli effetti della crisi del 2009 è stata riscontrata una struttura di vigilanza europea fortemente frammentata a livello nazionale e soprattutto poco idonea ad affrontare le criticità poste dalla crescente integrazione del mercato unico europeo dei servizi finanziari e dell’attività dei gruppi bancari. Ulteriori criticità sono state rilevate nelle differenze tra regole e pratiche di vigilanza all’interno di ciascuno degli Stati membri, per effetto di una legislazione comunitaria che in tema di normativa bancaria lascia discrezionalità e spazio di interpretazione alle Autorità nazionali impedendo ogni possibilità di condivisione di compiti e responsabilità. Alla luce di queste criticità ho ritenuto opportuno sostenere con voto favorevole la relazione che propone la creazione del meccanismo di vigilanza unico del settore bancario, pur sapendo che la strada da percorrere per garantire la stabilità della zona euro è ancora lunga, ma l´iniziativa del Parlamento Europeo è un primo passo verso la creazione di un’unione bancaria, un passo importante verso gli Stati Uniti d'Europa.

 
  
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  Jean-Luc Mélenchon (GUE/NGL), par écrit. – Ce rapport entérine le renforcement des pouvoirs de la Banque centrale européenne indépendante. Le règlement validé par ce rapport concentre auprès de la BCE des compétences ultimes d’accréditation bancaire, de contrôle et de régulation des grandes banques européennes. La BCE se voit aussi dotée de missions spécifiques de surveillance, auparavant attribuées aux banques centrales et organismes de surveillance et de contrôles des pays de l’eurosystème. Nul ne peut oublier que la BCE a organisé un acte de guerre contre Chypre en coupant de son propre chef la circulation monétaire en euros dans ce pays. Bien que le rapport prévoie que la BCE doit rendre compte de ses nouvelles activités de régulateur bancaire, il conforte son indépendance en dehors de tout cadre démocratique. Je vote contre cette nouvelle étape du coup d'Etat financier dont l'Union européenne est devenue l'instrument.

 
  
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  Nuno Melo (PPE), por escrito. Concordo em conferir ao BCE as funções de supervisão específicas que são cruciais para se assegurar uma aplicação coerente e eficaz da política da União no que se refere à supervisão prudencial das instituições de crédito, devendo outras funções continuar a ser da responsabilidade das autoridades nacionais. As funções do BCE devem incluir medidas adotadas com vista a promover a estabilidade macroprudencial. O BCE deverá desempenhar as funções que lhe forem conferidas com vista a garantir a segurança e a solidez das instituições de crédito, a estabilidade do sistema financeiro da União e de cada um dos Estados-Membros participantes, bem como a unicidade e a integridade do Mercado Interno, garantindo assim também a proteção dos depositantes e melhorando o funcionamento do Mercado Interno. A atribuição ao BCE de funções de supervisão deve ser consentânea com o quadro do Sistema Europeu de Supervisão Financeira (SESF), criado em 2010, e com o objetivo que lhe está subjacente, a saber, a elaboração de um conjunto único de regras e o reforço da convergência das práticas de supervisão em toda a União.

 
  
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  Louis Michel (ALDE), par écrit. – Cinq ans après la faillite du géant financier Lehmann Brothers, le Parlement européen a voté l’instauration du premier pilier d’une Union bancaire européenne en mettant sous surveillance plus de six mille établissements financiers. Ce premier pas paraissait encore irréaliste il y a trois ans. Cependant, les Européens n’avaient pour choix que de s’unir afin d’éviter qu’une telle catastrophe économique se reproduise et que les contribuables payent à nouveau pour l’irresponsabilité du secteur financier. Nous avons franchi une première étape et de nombreux efforts restent à faire afin de mettre en place une réelle Union bancaire. Même s’il s’agit d’un excellent accord, je garde toutefois quelques réserves quant à la situation des pays non-membres de la zone euro qui selon moi doit être davantage clarifiée. Je salue, par ailleurs, l’accord trouvé entre le Parlement européen et la Banque centrale européenne concernant le renforcement du contrôle démocratique du Parlement européen sur les nouvelles compétences octroyées à la BCE.

 
  
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  Vital Moreira (S&D), por escrito. Votei a favor do relatório Thyssen (e também do relatório Giegold) sobre a regulação prudencial única das instituições de crédito ao nível da União, a cargo do Banco Central Europeu, na convicção de que se trata de um dos mais importantes avanços na construção de uma verdadeira União Económica e Monetária. Um autêntico salto qualitativo, como disse o Presidente do Parlamento Europeu. Há muitos anos que defendo que não poderá haver um mercado integrado de serviços financeiros, incluindo um número crescente de bancos com atividades transfronteiriças, com uma regulação fragmentada a nível nacional e sem uma regulação federal ao nível da União. Considero também que essa falha constituiu uma das grandes insuficiências da arquitetura do Euro e do mercado interno de serviços financeiros, tendo contribuído decisivamente para a disseminação da crise financeira em 2008/2009. Por isso, a supervisão unificada do setor bancário - como pilar principal da união bancária - só pode ser saudada por todos que apostam no avanço da UE. Esperemos que os dois restantes pilares - o mecanismo de resolução bancária e o sistema de proteção de depositantes - tenham também um desfecho positivo.

 
  
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  Rolandas Paksas (EFD), raštu. − Balsavau už šią rezoliuciją. Siekiant atkurti finansinį stabilumą ir paspartinti ekonomikos atsigavimą, ypatingas dėmesys turi būti skirimas bankų sektoriaus integracijos didinimui. Atsižvelgiant į Europos Centrinio banko svarbą, yra tikslinga jam pavesti vykdyti specialias užduotis, susijusias su rizikos ribojimu pagrįstos kredito įstaigų priežiūros politika. Tokiu būdu bus užtikrinama griežta didžiųjų bankų priežiūra, užtikrinama aukšto lygio vartotojų apsauga ir užkirstas kelias pinigų plovimui. Atkreiptinas dėmesys į tai, kad prižiūrėdamas didžiuosius bankus ECB veiks ne vienas, jis turės glaudžiai bendradarbiauti su nacionalinėmis priežiūros institucijomis. Tokie klausimai kaip vartotojų apsauga, pinigų plovimo prevencija, finansinių paslaugų ir rinkų priežiūra, kredito unijų ir trečiųjų šalių užsienio bankų filialų priežiūra bus sprendžiami nacionaliniu lygiu.

 
  
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  Alfredo Pallone (PPE), per iscritto. − La proposta di regolamento del Consiglio che attribuisce alla BCE compiti specifici in merito alle politiche in materia di vigilanza prudenziale degli enti creditizi è l'asse portante della futura Unione bancaria dell'UE. Con questo testo, per il quale ringrazio la collega on. Thyssen, la BCE farà da supervisore e avrà il compito di evitare i fallimenti delle banche e prevenire che l'instabilità di un solo istituto di credito possa diffondersi in tutto il sistema bancario scongiurando gli effetti dannosi nell'economia reale a cui abbiamo assistito dopo la crisi del 2008. Si assicura così un miglior monitoraggio delle banche europee ed una maggiore stabilità del settore finanziario e creditizio europeo a tutto vantaggio delle imprese e delle famiglie.

 
  
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  Maria do Céu Patrão Neves (PPE), por escrito. A atual crise financeira e económica fez com que o sistema bancário da Europa se aproximasse do colapso. A integridade da moeda única e do mercado único está ameaçada pela fragmentação do setor financeiro. Votei favoravelmente o presente relatório que apresenta propostas para intensificar a integração do setor bancário, a fim de reforçar a unidade europeia, restaurar a estabilidade financeira e lançar as bases da recuperação económica.

 
  
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  Alojz Peterle (PPE), pisno. − Burno finančno dogajanje v državah članicah je pokazalo, da se evra kot skupne valute ne da krepiti s tako različnimi pravili za delovanje bank - zlasti glede nadzora, s tako šibko koordinacijo gospodarskih politik in s tako različnimi odnosi med bankami in politiko. V pogojih ohlapnih pravil igre smo videli, kako občutljiv je finančni sistem EZ, pa četudi je v težavah manjša država članica. Gledamo pa tudi, kako zahtevno in drago je zdravljenje. Enotni bančni nadzor je ključen element na poti v resnično bančno unijo. S tem vzpostavljamo možnost sistemskega preprečevanja vprašljivega bančništva v območju iste valute, ki je praviloma rezultat vprašljive politike. Kaj nam pomaga suverenost, če suverene bančne odločitve ene države zamajejo ves sistem oziroma oslabijo suverenost celote? Prijateljsko bančništvo je treba preprečiti tudi na nižji ravni. Vse skupaj pa mora delovati pregledno in z visoko stopnjo demokratičnega nadzora.

 
  
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  Raül Romeva i Rueda (Verts/ALE), in writing. − In favour. Very much a result of Greens insisting on enhancing the accountability of the ECB supervision arm, the regulation foresees an interinstitutional agreement to flesh out accountability and transparency provisions. The ECB’s attitude in this negotiation was initially rather shocking, and not imbued with much democratic culture, but improved as the EP team stood firm. The IIA is currently being finalised by written procedure with a view to conclusion in the plenary week.

 
  
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  Petri Sarvamaa (PPE), kirjallinen. − Äänestin luottolaitosten vakavaraisuusvalvontaan liittyvää politiikkaa koskevien erityistehtävien antamista Euroopan keskuspankille koskevan mietinnön puolesta, sillä euroalue tarvitsee parempaa finanssisektorin valvontaa. On järkevää, että Euroopan keskuspankki saa pankkivalvonnassa keskeisen roolin, koska EKP on ainoa mahdollinen elin Euroopan laajuisen valvonnan suorittamiseen. Erityisesti suurten finanssitoimijoiden valvontaan Euroopan keskuspankilla on parhaimmat edellytykset. Samalla on tärkeää, että kansalliset pankkivalvojat säilyttävät roolinsa yksittäisten vakuutuslaitosten valvojina.

Mietintö pyrkii tärkeällä tavalla vahvistamaan koko Euroopan finanssivalvontaa pyrkiessään saamaan myös euroalueen ulkopuoliset toimijat valvonnan piiriin. Tämä on jatkossa tärkeää mahdollisten finanssisektorin epävakaiden tilanteiden estämiseksi.

 
  
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  Salvador Sedó i Alabart (PPE), por escrito. − Hoy se ha aprobado una larga reivindicación de los eurodiputados de revisar el sistema de supervisión bancaria. A partir de septiembre de 2014, el Banco Central Europeo ejercerá un control directo sobre cerca de 150 grandes entidades financieras, dotando al sistema de una mayor transparencia y una rendición de cuentas reforzada. El Parlamento Europeo, por su lado, dispondrá de un amplio acceso a la información del supervisor y podrá proponer investigaciones en caso de posibles errores. De esta manera, esta cámara ejercerá un control democrático efectivo del nuevo supervisor. Este nuevo sistema será obligatorio para los países de la eurozona y estará abierto a los demás Estados que quieran adherirse. Con el tiempo, aspiramos a consolidar una cultura de supervisión bancaria más uniforme en el conjunto de la UE.

 
  
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  Nuno Teixeira (PPE), por escrito. A crise económica e financeira atualmente em vigor na generalidade dos Estados-Membros fez com que o sistema bancário da Europa se aproximasse do colapso, implicando um sério revés à integridade da moeda única e do mercado único. Voto assim favoravelmente o presente relatório, pois entendo que é urgente intensificar a integração do setor bancário e reforçar a unidade europeia, restaurando a tão necessária estabilidade financeira e lançar as bases da recuperação económica. Gostaria ainda de sublinhar que deverão ser atribuídas funções específicas e bem definidas ao BCE, com vista a promover a segurança e a solidez das instituições de crédito e a estabilidade do sistema financeiro na UE e em cada Estado-Membro participante na UE.

 
  
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  Anna Záborská (PPE), písomne Banková kríza naplno odhalila nedostatky v systéme kontroly bánk zo strany národných inštitúcií. Otázkou však je, či centralizácia bankového dohľadu je jediným a najlepším riešením tohto problému. Neviem sa zbaviť pocitu, že politická dohoda členských štátov na tom, že je potrebný centrálny bankový dohľad, je vyjadrením hlbšieho presvedčenia o potrebe federalizácie Európy. Európska federácia však v tejto chvíli nemá legitimitu od občanov. Vyzývam preto k opatrnosti pri prijímaní rozhodnutí, na ktoré nemáme jasný mandát od voličov.

 
  
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  Inês Cristina Zuber (GUE/NGL), por escrito. Tal como o próprio relatório reconhece, a actual crise fez com que o sistema bancário da Europa se aproximasse do colapso. O estabelecimento do mecanismo único de supervisão, no qual o BCE terá um papel central, visa não beliscar o essencial: o funcionamento do mercado interno dos serviços financeiros, a livre circulação de capital. Com este regulamento o BCE assume funções de supervisão que até agora eram desempenhadas por instituições nacionais, como é o caso do Banco de Portugal. Ao contrário do que a argumentação em que se baseia esta proposta podia deixar entender, não foi por falta de mecanismos de supervisão que os bancos viraram o essencial da sua atividade para a especulação financeira, mas tal resultou antes da contradição entre a sobreprodução e sobreacumulação de meios de produção e a contração dos mercados e do consumo provocadas pela perda de poder de compra dos salários (devido à sua contração) e à sua substituição por crédito. Ou seja, os bancos viraram o essencial da sua atividade para a especulação financeira, com a cumplicidade das autoridades de supervisão e do BCE que lhes fornecia crédito barato e assistia impávida e serenamente à especulação com novos instrumentos financeiros e com as chamadas dívidas soberanas.

 
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