Índice 
 Anterior 
 Siguiente 
 Texto íntegro 
Procedimiento : 2013/2826(RSP)
Ciclo de vida en sesión
Ciclos relativos a los documentos :

Textos presentados :

B7-0389/2013

Debates :

Votaciones :

PV 12/09/2013 - 13.16
CRE 12/09/2013 - 13.16
Explicaciones de voto

Textos aprobados :

P7_TA(2013)0383

Acta literal de los debates
Jueves 12 de septiembre de 2013 - Estrasburgo Edición revisada

14.21. Presión ejercida por Rusia sobre los países de la Asociación Oriental (en el marco de la próxima cumbre de la Asociación Oriental en Vilna) (RCB7-0389/2013, B7-0389/2013, B7-0393/2013, B7-0394/2013, B7-0395/2013, B7-0396/2013, B7-0397/2013)
Vídeo de las intervenciones
  

Explicaciones de voto orales

 
  
MPphoto
 

  Adam Bielan (ECR). - Panie Przewodniczący! Realizując proeuropejskie aspiracje, większość z państw wchodzących w skład Partnerstwa Wschodniego nieustannie zwiększa swój potencjał gospodarczy, pogłębiając relacje ze Wspólnotą. Umowy stowarzyszeniowe stanowią doskonałą platformę współpracy, obopólnych korzyści oraz gwarancję utrzymania dotychczasowego kierunku polityki. Ukraina, Gruzja, Mołdawia czy Armenia spełniają praktycznie wszystkie wymagania niezbędne do zawarcia porozumień.

Tymczasem kremlowskie władze, w obliczu niekwestionowanej utraty wpływów w krajach WNP, podejmują rozliczne agresywne działania nakierowane na zmianę politycznego kursu tychże państw. Dążąc do utworzenia Unii Euroazjatyckiej, Moskwa ucieka się do szantażu, nie stroniąc od działań inspirowanych dyplomacją w sowieckim wydaniu.

Rosyjska presja wobec Partnerstwa zasługuje na potępienie. Stosowane środki należy uznać co najmniej za naruszenie standardów dyplomacji. Naciski na Ukrainę i Armenię noszą znamiona kwestionowania ich suwerenności. Domagam się zaostrzenia działań dyplomatycznych względem Rosji oraz...

(Przewodniczący odebrał posłowi głos)

 
  
MPphoto
 

  Fabrizio Bertot (PPE). - Signor Presidente, penso che di fronte a uno Stato che difende i propri interessi commerciali, l'Unione europea debba reagire cercando dei punti in comune, degli elementi che possano determinare risultati utili per entrambi.

Evidentemente, i nostri rapporti di partenariato all'Est, che vedono nella Russia lo Stato con il quale abbiamo maggiori rapporti commerciali, devono essere implementati e migliorati ma, quando si ottiene come risultato l'allontanamento della Russia dai suoi partner storici, evidentemente non si è capito nulla.

Immagino sia interesse di questa Comunità europea intensificare i rapporti con tutti i paesi dell'Est europeo, soprattutto con quelli nei quali ci sono maggiori possibilità di crescita per le nostre esportazioni e con quelli dai quali è più facile importare importanti risorse in termini di materie prime.

 
  
MPphoto
 

  Tatjana Ždanoka (Verts/ALE). - Mr President, I voted against this motion for a resolution. Although in the title the pressure exercised by Russia is condemned, it has to be amended because the European Parliament resolution is also a kind of pressure.

People in the countries of the Eastern Partnership know all the pro- and contra-arguments on whether to join or not to join one or another treaty, and you should not underestimate them.

When the Eastern Partnership Programme was launched, we heard a number of declarations that it was not to realise the design of a new wall in Europe, which was called by Brzezinski the Baltic and Black Sea arch. But now we see the proof that just this scenario is taking place. Although the resolution condemns the zero-sum game approach as a paradigm of the European Union and Russia’s relations, we see the same approach in this resolution ...

(The President cut off the speaker)

 
  
MPphoto
 

  Bernd Posselt (PPE). - Herr Präsident! Herr Putin muss endlich zur Kenntnis nehmen, dass die Sowjetunion nicht mehr besteht und dass er sie auch nicht durch die Hintertür des Neokolonialismus errichten kann und darf. Deshalb ist die Entschließung richtig, denn sie zielt auf die Entscheidungssouveränität der früher von Moskau unterdrückten Staaten ab.

Aber wir müssen auch ganz klar sagen, dass die Entschließung noch zu schwach ist. Denn sie weist zwar in einer Ziffer kurz – aber zu wenig deutlich – auf die sogenannten frozen conflicts hin, die eines der Hauptprobleme sind und die missbraucht werden, um die Staaten unter Druck zu setzen – wie die Problematik in Bergkarabach, wie die Problematik in Transnistrien und an anderen Stellen.

Deshalb müssen wir uns darauf konzentrieren, unseren östlichen Nachbarn zu helfen, auf der Basis des Völkerrechts die Östliche Partnerschaft zu nutzen, um die sogenannten frozen conflicts endlich zu lösen, damit sie nicht mehr missbraucht werden können. Dasselbe gilt für Georgien und andere wichtige Partner.

 
  
 

Explicaciones de voto por escrito

 
  
MPphoto
 
 

  Sophie Auconie (PPE), par écrit. – Alors que la souveraineté de chaque pays doit être scrupuleusement respectée sur la scène internationale, la Russie semble exercer actuellement des pressions sur ses voisins afin de les inciter à renoncer à leur relation amicale avec l'Union européenne. Face à cette situation, j'ai voté pour cette résolution qui réaffirme des principes essentiels du droit international.

 
  
MPphoto
 
 

  Philippe Boulland (PPE), par écrit. – Par cette résolution, nous avons enjoint la Russie de respecter le droit des voisins de l'est de l'UE de négocier des accords d'association avec l'Union. Récemment, la Russie a exercé des pressions à l'encontre de l'Ukraine et la Moldavie et des menaces envers l'Arménie afin de les dissuader de signer des accords avec l'UE. Dans le cadre de sa politique de voisinage, l'UE doit assumer la responsabilité qui lui incombe de défendre les pays du partenariat oriental. La Commission et le Conseil devront présenter des mesures concrètes et efficaces afin de soutenir ces pays dans leurs aspirations et choix européens.

 
  
MPphoto
 
 

  John Bufton (EFD), in writing. − Against. In light of the fact that there is no hard evidence of this alleged Russian pressure on the EU’s most eastern countries, we do not feel the need to engage in this matter.

 
  
MPphoto
 
 

  Maria Da Graça Carvalho (PPE), por escrito. Sabendo que a Rússia continua a considerar a região da Parceria Oriental como a sua esfera de influência exclusiva, opondo-se à perspetiva de uma maior aproximação desses países à UE através dos acordos de associação, uma abordagem que vai contra os princípios da soberania nacional, da confiança mútua e das boas relações de vizinhança. Com base nesta neste argumento, apoiei favoravelmente este relatório.

 
  
MPphoto
 
 

  Jill Evans (Verts/ALE), in writing. − I voted in favour of this resolution which condemns the pressure that Russia is putting on the countries of the Eastern Partnership. Ukraine, Georgia and Moldova have the prospect of respectively signing and initialling association agreements with the European Union. These agreements will lead to new, enriched associations with stronger political relations. The position of Russia has gained prominence in recent weeks and Plaid Cymru, the Party of Wales, is keen to build on peaceful agreements.

 
  
MPphoto
 
 

  Diogo Feio (PPE), por escrito. Conforme já tive oportunidade de referir anteriormente, a Rússia encontra-se perante um desafio estratégico importante. Apesar das evidências que parecem contradizê-la, reitero a convicção que, a médio e longo prazo, a Rússia irá reconhecer que os seus interesses serão melhor acautelados se optar por uma aproximação ao Ocidente. A pressão que presentemente exerce sobre os países da Parceria Ocidental dificulta esta aproximação e torna patente uma visão conflitual das relações internacionais. Desejo que os países da Parceria Ocidental deixem estreitar o seu relacionamento com a União Europeia e que a União seja capaz de lhes assegurar a maior solidariedade possível.

 
  
MPphoto
 
 

  José Manuel Fernandes (PPE), por escrito. O empenho permanente no âmbito da Parceria Oriental ofereceu aos países parceiros uma agenda global para a realização de reformas em prol dos seus cidadãos, ao passo que os acordos de associação e os acordos de comércio livres, globais e aprofundados, celebrados entre a UE e os países da Parceria Oriental, representam um compromisso assumido pelas partes dispostas e capazes de reforçar e prosseguir, com êxito, a respetiva cooperação em muitos domínios. Os princípios da igualdade e do respeito dos direitos inerentes à soberania, a não intervenção nos assuntos internos, uma boa cooperação entre os Estados e o cumprimento, de boa-fé, das obrigações decorrentes do Direito internacional, conforme decidido no âmbito dos Acordos de Helsínquia, são fundamentos que regem as relações internacionais entre os Estados independentes e, como tal, não deverão, de modo algum, ser infringidos. Por isso, não se aceita e lamenta-se que, à medida que se aproxima a Cimeira da Parceria Oriental de Vílnius, aumentem os diferentes tipos de pressão sobre os países da Parceria Oriental, que se encontram na fase final de negociação, assinatura ou rubrica dos seus acordos de associação. A Federação da Rússia deve abster-se de exercer mais pressão sobre os parceiros orientais e respeitar plenamente o seu direito soberano de prosseguir as suas próprias escolhas políticas.

 
  
MPphoto
 
 

  Monika Flašíková Beňová (S&D), písomne Je zrejmé, že Rusko kontinuálne uplatňuje a postupne zintenzívňuje nepriateľské hospodárske a politické opatrenia voči krajinám, ktoré sa aktívne snažia o užšie pridruženie a integráciu s Európskou úniou. V snahe odradiť Ukrajinu ako jednu z krajín Východného partnerstva od podpísania asociačnej dohody Ruská federácia nedávno zablokovala ukrajinský import do Ruska. K podpisu zmieňovanej dohody by malo dôjsť koncom novembra toho roku v Litve. Usudzujúc z konania ruskej strany, tá chce zabrániť tomu, aby podpísanie dokumentu prispelo k posilneniu vzájomných vzťahov medzi Úniou a krajinami Východného partnerstva. Akýkoľvek nátlak zo strany Ruska však nemožno považovať za prijateľný. Tieto krajiny ako suverénne štáty by mali mať plnú nezávislosť v rozhodovaní nielen v otázkach zahraničnej politiky, ale rovnako i v problematike posilnenia vzájomnej spolupráce s Európskou úniou. Nátlak alebo zastrašovanie zo strany Ruska či ďalších štátov tu nemajú miesto.

 
  
MPphoto
 
 

  Eija-Riitta Korhola (PPE), kirjallinen. − Olen erittäin huolissani Venäjän tämänhetkisestä politiikasta itäisen kumppanuuden maissa, ja kannatan kyseistä päätöslauselmaa. Venäjä on asettanut sekä sanktioita Ukrainalle mahdollisen EU-assosiaatiosopimuksen estämiseksi että houkutellut Armenian liittymään Euraasian tulliunioniin kyseenalaisin keinoin. Venäjä tietää hyvin, että Armenian päätös tulee ainakin tilapäisesti estämään vapaakauppasopimuksen EU:n kanssa. Toivon kuitenkin, ettei EU syyllisty samaan kuin Venäjä, eli sekaantumiseen naapureiden sisäisiin asioihin - todelliseen suomettumiseen. Vahvin aseemme tässä tilanteessa on sydänten ja mielten vakuuttaminen siitä, että mailla on yhä itsenäinen ja samalla eurooppalainen tulevaisuus. Toivonkin, että Georgia ja Moldova tekevät päätöksensä ottamatta huomioon Venäjän painostusta. EU:n ei tulisi vajota painostuksen tasolle. Tämä heikentäisi positiivisen naapuruspolitiikkamme asemaa. Yksi asia on varma: tarvitsemme yhä aktiivisempaa yhteiseurooppalaista kansalaisyhteiskunta- ja nuorisotoimintaa itäisen kumppanuuden maihin. Toivonkin, että tästä keskustellaan Vilnassa.

 
  
MPphoto
 
 

  Jan Kozłowski (PPE), na piśmie. − Głosowałem za przyjęciem rezolucji w sprawie nacisków Rosji na kraje Partnerstwa Wschodniego, ponieważ uważam, że działania Rosji stanowią próbę ingerencji w decyzje suwerennych państw i są nie do zaakceptowania. Jako strona Partnerstwa Wschodniego mamy obowiązek wspierać te kraje w ich relacjach politycznych z Moskwą. Dlatego też popieram rezolucję Parlamentu Europejskiego, która w jednoznaczny sposób potępia kroki, jakie poczyniła Rosja w ostatnich tygodniach. Najbliższy czas, do listopadowego szczytu Partnerstwa Wschodniego w Wilnie, zaważy na przyszłości tych krajów i naszych wzajemnych stosunków. Kluczowe jest podpisanie umowy stowarzyszeniowej i umowy o strefie wolnego handlu z Ukrainą, z którą negocjacje trwają najdłużej i są najbardziej zaawansowane. Podpisanie umowy będzie wyrazem dwustronnej determinacji i może stanowić impuls dla innych. Dlatego cieszy mnie, że parlament Ukrainy nie ugiął się pod presją Rosji i kontynuuje kurs europejski głosując nad ustawami niezbędnymi do podpisania umowy.

 
  
MPphoto
 
 

  Jean-Luc Mélenchon (GUE/NGL), par écrit. – La résolution commune de la droite, des verts et des sociaux-libéraux est extrêmement agressive contre la Russie. Elle appelle les pays du partenariat oriental (Ukraine, Arménie, Géorgie, Moldavie) à poursuivre les réformes politiques mais aussi économiques selon les standards européens. C'est-à-dire la libre concurrence, la recherche de la "compétitivité". Elle est aussi hypocrite. Ces partis appellent au respect de la souveraineté nationale des pays du partenariat oriental pour protester contre l'influence russe. Mais ils appellent l'UE à renforcer son action dans ces pays pour "promouvoir la visibilité du partenariat oriental et ses bénéfices parmi l'opinion publique des pays partenaires". Et au sein de l'UE cette souveraineté est systématiquement bafouée par ces mêmes partis. C'est un texte arrogant à relent néo-colonial. Je vote contre. D'autant que mon groupe avait déposé une autre résolution. Celle-ci appelait l'UE et la Russie à dépasser leurs oppositions. Elle critiquait le choix de l'UE d'exclure la Russie de sa politique de voisinage à l'Est. Et elle exigeait des référendums dans les pays de l'Est pour que les peuples décident souverainement d'une éventuelle alliance avec l'UE.

 
  
MPphoto
 
 

  Nuno Melo (PPE), por escrito. Defendo que os princípios da igualdade e do respeito dos direitos inerentes à soberania, a não intervenção nos assuntos internos, uma boa cooperação entre os Estados e o cumprimento, de boa-fé, das obrigações decorrentes do Direito Internacional, conforme decidido no âmbito dos Acordos de Helsínquia, são fundamentos que regem as relações internacionais entre os Estados independentes e, como tal, não deverão, de modo algum, ser infringidos. Assim, só posso condenar a pressão exercida pela Rússia sobre vários países da Parceria Oriental no sentido de os obrigar a não cooperarem com a UE no âmbito da próxima cimeira da Parceria Oriental em Vílnius. Tal comportamento é, a todos os níveis, condenável.

 
  
MPphoto
 
 

  Louis Michel (ALDE), par écrit. – Alors que des pays du partenariat oriental (Ukraine, Géorgie, Moldavie et Arménie) subissent des pressions ouvertes et de plus en plus alarmantes de la part de la Russie afin de les dissuader de s’associer à l’Union européenne, nous devons montrer les nombreux avantages d'un tel partenariat tant pour ces pays que pour la Russie. La Russie veut rester un interlocuteur de poids sur la scène internationale, ce qui est compréhensible. Elle partage une histoire commune avec ces pays d'Europe orientale et a établi au fil du temps des relations économiques politiques, énergétiques, commerciales, etc qu'elle entend conserver. Mais le partenariat oriental n’entend pas lui porter ombrage. Bien au contraire, ce partenariat lui permettrait également d’étendre sa zone de stabilité et de coopération le long de ses frontières. L’UE invite régulièrement la Russie à prendre part à ce processus via un engagement constructif. Le sommet qui se tiendra prochainement à Vilnius serait un jalon essentiel dans notre association politique ainsi que dans le processus d’intégration économique avec nos voisins d’Europe de l’Est. Nous avons des intérêts communs qui nous mènent à collaborer.

 
  
MPphoto
 
 

  Andreas Mölzer (NI), schriftlich. Die Unabhängigkeit und die Souveränität der EU-Mitgliedsstaaten wie auch anderer europäischer Staaten ist selbstverständlich auch von Russland in vollem Umfang zu achten und zu respektieren. Wie auch immer geartete Erpressungsversuche oder das Ausüben von Druck auf diese Länder sind strikt abzulehnen. Dennoch muss es natürlich auch Russland möglich sein, seine Haltung und Meinung klar zum Ausdruck zu bringen bzw. auf eine bestimmte Haltung auch mit einer bestimmten Reaktion zu antworten. Dass jene osteuropäischen Länder, die bisher noch nicht der EU angehören und vielfach vorher Sowjetrepubliken waren, im Einfluss- bzw. Interessensbereich der Russen liegen, muss auch in der EU akzeptiert werden. Dies muss bei der Beurteilung der russischen Aktivitäten immer mitberücksichtigt werden. Da die Entschließung dies nicht wirklich zum Ausdruck bringt, habe ich mich der Stimme enthalten.

 
  
MPphoto
 
 

  Maria do Céu Patrão Neves (PPE), por escrito. Votei favoravelmente a presente resolução em que se recorda que a integração europeia pressupõe a existência de um apoio popular maioritário nos países que aguardam a rubrica ou a assinatura de acordos de associação.

 
  
MPphoto
 
 

  Raül Romeva i Rueda (Verts/ALE), in writing. − In favour. MEPs today sent a message of solidarity to the Eastern Partnership countries and called on the EU to do more to support its eastern neighbours. Ukraine, Moldova and Georgia are under serious pressure from Russia not to conclude Association Agreements, including a free trade zone, with the EU. In the face of this, the EU must urgently show solidarity and political commitment to our eastern neighbours by strengthening economic ties and relationships in the region.

 
  
MPphoto
 
 

  Tokia Saïfi (PPE), par écrit. – Fin novembre se tiendra à Vilnius le sommet du Partenariat oriental. Il s'agira d'une chance unique de "remettre à plat'" nos relations avec les pays voisins de l'Est de l'Europe, en particulier nos relations commerciales. En effet, plusieurs d'entre eux subissent actuellement de fortes pressions russes pour s'éloigner de la zone de libre-échange préparée par l'Union et ses voisins de l'Est. Cette résolution, que j'ai soutenu par mon vote en plénière, va au-delà des simples différends commerciaux relatifs à l'Union douanière, en soulignant les pressions politiques et économiques subies par nos partenaires. Elle constitue le message clair du Parlement européen en amont du Sommet de novembre.

 
  
MPphoto
 
 

  Marc Tarabella (S&D), par écrit. – Des responsables européens ont condamné, le 7 septembre, les pressions exercées par la Russie sur les partenaires orientaux de l'Union européenne, Ukraine et Moldavie en tête, à l'approche du sommet du Partenariat oriental qui se tiendra fin novembre à Vilnius. Ces pays, qui pourraient signer ou parapher à cette occasion leur accord d'association avec l'Union, font face à des blocages de leurs exportations aux frontières russes, à des pressions douanières et à une menace d'augmentation des prix du gaz. Ce n'est pas un jeu de peur, ce sont les arguments qui doivent être en compétition, pas les pressions ou d'autres menaces économiques. L'ère soviétique est finie!

 
  
MPphoto
 
 

  Nuno Teixeira (PPE), por escrito. Considerando que o empenho permanente no âmbito da Parceria Oriental ofereceu aos países parceiros uma agenda global para a realização de reformas em prol dos seus cidadãos e que os acordos celebrados entre a UE e os países da Parceria Oriental representam um compromisso assumido pelas partes dispostas e capazes de reforçar e prosseguir com êxito a respetiva cooperação em muitos domínios, o Parlamento Europeu aprovou um documento em que lamenta que, à medida que se aproxima a Cimeira da Parceria Oriental de Vílnius, aumentem diferentes tipos de pressão sobre os países da Parceria Oriental que se encontram na fase final de negociação, assinatura ou rubrica dos seus acordos de associação. Tendo em conta que a prossecução das reformas políticas e económicas nestes países com base nos valores e normas da UE é, em última análise, do interesse da própria Rússia, pois contribuirá para a expansão da zona de estabilidade, prosperidade e cooperação nas suas fronteiras, votei a favor do documento.

 
Aviso jurídico - Política de privacidad