Връщане към портала Europarl

Choisissez la langue de votre document :

  • bg - български
  • es - español
  • cs - čeština
  • da - dansk
  • de - Deutsch
  • et - eesti keel
  • el - ελληνικά
  • en - English
  • fr - français
  • ga - Gaeilge
  • hr - hrvatski
  • it - italiano
  • lv - latviešu valoda
  • lt - lietuvių kalba
  • hu - magyar
  • mt - Malti
  • nl - Nederlands
  • pl - polski
  • pt - português (селекциониране)
  • ro - română
  • sk - slovenčina
  • sl - slovenščina
  • fi - suomi
  • sv - svenska
Този документ не е достъпен за справка на Вашия език и Ви се предлага на един от горепосочените езици

 Показалец 
 Пълен текст 
Debates
Quarta-feira, 9 de Outubro de 2013 - Estrasburgo Edição revista

Acordo interinstitucional entre o Parlamento Europeu e o BCE sobre a cooperação em matéria de procedimentos relacionados com o mecanismo único de supervisão (A7-0302/2013 - Carlo Casini)
MPphoto
 
 

  João Ferreira (GUE/NGL), por escrito. Um acordo entre o Banco Central Europeu e o Parlamento Europeu, dito de responsabilização e controlo democrático, não legitima um processo cuja essência é ilegítima, antidemocrática e atentatória da soberania dos povos. Qualquer que seja o papel deste parlamento, ele não legitima a usurpação de competências de supervisão das instituições nacionais, nomeadamente do Banco de Portugal, pelo BCE, com a sua falsa independência, intrinsecamente ligado aos interesses grande capital financeiro, à manutenção e ao aprofundamento do processo especulativo e a uma política cujo objetivo é a chamada estabilidade de preços e o controlo da inflação, impondo a destruição de direitos sociais, laborais e nacionais. A UE utiliza a crise para criar mecanismos que facilitam uma ainda maior concentração e centralização do capital financeiro. O caráter altamente secreto e o muito limitado acesso dos deputados - e sem qualquer participação das instituições de soberania nacional - à informação sobre a ação do BCE no quadro do mecanismo único de supervisão, no processo de seleção do Presidente do Conselho de Supervisão, bem como a total ausência de controlo político, democrático, da sua ação, demonstra o que temos vindo a denunciar em relação ao seu funcionamento antidemocrático e que estes mecanismos não significarão nenhuma maior supervisão e controlo da atividade bancária.

 
Правна информация - Политика за поверителност