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Menetlus : 2013/2151(BUD)
Menetluse etapid istungitel
Dokumendi valik : A7-0347/2013

Esitatud tekstid :

A7-0347/2013

Arutelud :

PV 24/10/2013 - 9
CRE 24/10/2013 - 9

Hääletused :

PV 24/10/2013 - 12.1
CRE 24/10/2013 - 12.1
Selgitused hääletuse kohta

Vastuvõetud tekstid :

P7_TA(2013)0450

Arutelud
Neljapäev, 24. oktoober 2013 - Strasbourg Uuendatud versioon

13.12. Paranduseelarve projekt nr 6/2013 (A7-0347/2013 - Giovanni La Via)
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Mündliche Erklärungen zur Abstimmung

 
  
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  Andrzej Grzyb (PPE). - Panie Przewodniczący! Kończymy ten tydzień prac w Parlamencie dwoma decyzjami: w sprawie uzupełnienia budżetu na rok 2013 oraz budżetu na rok 2014. Szkoda, że brakło decyzji w sprawie wieloletniego budżetu na lata 2014-2020. Tu opór był niestety również po stronie Parlamentu, a na ten budżet czekają państwa członkowskie i regiony. Co do budżetu korygującego, to jest on konieczny. Wszyscy to widzimy. Potwierdzono to również we wczorajszej debacie, a niektórzy przewodniczący klubów mówili wręcz, jak przewodniczący Daul, że faktury leżą na stole i należy je po prostu zapłacić. Dobrze, że jest zgoda na zwiększenie budżetu, choć o miliard mniej niż potrzeba. Słusznie powiedział kolega La Via (sprawozdawca), że dołożyliśmy czwarte brakujące koło, ale o innym rozmiarze. Samochód co prawda pojedzie, jednak nie tak szybko jak byśmy chcieli. Uzupełnienie budżetu pozwala na uniknięcie drobnej kompromitacji, że w Unii nie reguluje się płatności, na które są podpisane umowy.

 
  
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  Seán Kelly (PPE). - A Uachtaráin, dar ndóigh tá fadhb mhór againn le buiséad leasaitheach Uimh. 6/2013 agus chuir cathaoirligh na ngrúpaí éagsúla sa Parlaimint é sin in iúl inné sa díospóireacht a bhí againn sa Seomra seo. Dá bhrí sin, a luaithe agus is féidir an fhadhb seo a réiteach is fearr é don Aontas i gcoitinne agus d’íomhá na Parlaiminte.

Having said that, I just wanted to say that the debate yesterday was illuminating but also somewhat disconcerting. To people looking in, it would perhaps appear that the Council, the Commission and Parliament were fighting like little children. But the reality is that the Council does not seem to accept the fact that, under the Lisbon Treaty, we now have co-decision. We are, therefore, no longer in a position to be pushed around. For that reason, I hope the Council will wake up, accept its responsibilities, give us the budget that has been promised and let us get on with the work.

 
  
  

Schriftliche Erklärungen zur Abstimmung

 
  
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  Luís Paulo Alves (S&D), por escrito. Aprovo o presente relatório, começando por registar que a descida de cerca de 3 955 milhões de euros na previsão dos RPT e de 384 milhões de euros no recurso próprio baseado no IVA é compensada pelas coimas num montante cumulado de 1 229 milhões de euros. A meu ver, tal se traduz automaticamente num aumento de 3 110 milhões de euros das contribuições complementares baseadas no RNB dos Estados-Membros, ou seja, num aumento líquido de 2 736 milhões de euros das contribuições nacionais (incluindo o IVA). Saliento, reconhecendo, apesar de tudo, o encargo significativo que tal irá representar para os orçamentos nacionais, que este ajustamento técnico do lado da receita não deve ser feito a expensas da cobertura integral das necessidades de pagamento justificadas, que já foram identificadas pela Comissão nos projetos de orçamentos retificativos n.ºs 8 e 9/2013. Relembro ainda ao Conselho a sua posição baseada numa suborçamentação artificial dos anos anteriores e saliento, a este respeito, que a acumulação de orçamentos anuais do período 2007-2013 atinge um nível que é inferior em 60 mil milhões de euros ao limite máximo global dos pagamentos acordado do QFP para o período 2007-2013.

 
  
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  Marta Andreasen (ECR), in writing. − I always oppose any handout of extra cash to the European Commission. However, in the case of Amending Budget Number 6, which was voted today to make up for shortfalls in Excise and VAT resources, I abstained, given that we were informed by HM Treasury that the recalculation resulted in a reduction to the British contribution.

 
  
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  John Bufton (EFD), in writing. − Against The EU is facing quite a financial predicament here – however, it is not the 28 Member States’ job to bail them out. If the EU can demand that countries like Greece and Portugal sell their assets to raise money, then why not the EU as well – starting with the vast chunks of expensive real estate they hold in Brussels, Luxembourg and Strasbourg?

 
  
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  Maria Da Graça Carvalho (PPE), por escrito. Congratulo-me com o relatório hoje aprovado pelo Parlamento Europeu porque pretende evitar uma escassez de liquidez suscetível de conduzir a um défice de execução em 2013, com base no nível de dotações para pagamentos autorizadas no orçamento de 2013 incluindo apenas os orçamentos retificativos n.º 1 a n.º 5.

 
  
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  Lara Comi (PPE), per iscritto. − Con l'adozione d'urgenza di questo progetto di bilancio rettificato, volto a compensare i mancati introiti derivati dalla riduzione delle entrate doganali, siamo riusciti, dopo una lunga trattativa ad evitare che la Commissione non fosse più in grado di onorare i suoi impegni finanziari a partire da metà novembre. Un vero e proprio "shutdown" scongiurato. Ho dunque votato a favore di questa risoluzione, la quale costituisce tuttavia una misura provvisoria: mi auguro vivamente che il Consiglio provvederà rapidamente ad approvare le altre rettifiche necessarie.

 
  
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  Tadeusz Cymański (EFD), na piśmie. − W czwartek 24 października została przegłosowana rezolucja w sprawie stanowiska Rady dotyczącego projektu budżetu korygującego Unii Europejskiej na rok budżetowy 2013. Jak na początku tego roku alarmowała Komisja Europejska, obawiano się, że w unijnej kasie zabranie środków na rok 2013. W związku z powstałą luką finansową, spowodowaną 20% obniżką wpływów do kasy UE z ceł, Komisja Europejska wystąpiła z prośbą do Parlamentu Europejskiego o uzupełnienie tej luki przez państwa członkowskie. Przyjęcie nowelizacji budżetu na rok 2013 jest niezbędne do płynnego działania Unii Europejskiej. Zablokowanie opóźniłoby dalsze działania Parlamentu Europejskiego oraz podejmowanie dalszych kroków związanych z budżetem, takich jak przyjęcie budżetu na rok 2014 oraz przyjęcie wieloletnich ram finansowych. Dlatego w czwartkowym głosowaniu poparłem nowelizację budżetu na rok 2013.

 
  
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  Rachida Dati (PPE), par écrit. – Ce budget rectificatif va permettre d'abonder le budget 2013 de près de 2,7 milliards d'euros, pour permette à l'Union européenne d'honorer ses paiements pour l'année. Mais je déplore l'urgence dans laquelle a été menée cette procédure: la Commission renvoie une image d'amateurisme aux Européens en agissant de la sorte, renforçant la méfiance des Européens vis-à-vis des institutions européennes dans leur ensemble.

 
  
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  Jill Evans (Verts/ALE), in writing. − In this vote I abstained. Despite the fact that one of our amendments succeeded, it is not a strong enough deal for my constituents in Wales. Wales profits enormously from EU funding and during times of such economic hardship, Wales needs investment, not austerity.

 
  
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  Diogo Feio (PPE), por escrito. O projeto de orçamento retificativo n.º 6/2013 abrange uma revisão das previsões dos recursos próprios tradicionais (RPT, ou seja, direitos aduaneiros e quotizações no setor do açúcar), as bases IVA e RNB, a orçamentação das correções correspondentes do Reino Unido e uma revisão das previsões de outras receitas provenientes de coimas, resultando numa alteração do nível e da distribuição entre os Estados-Membros das suas contribuições para o orçamento da União a título dos recursos próprios. Registo positivamente que tal se traduz automaticamente num aumento de 3 110 milhões de euros das contribuições complementares baseadas no RNB dos Estados-Membros.

 
  
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  José Manuel Fernandes (PPE), por escrito. Este projeto de orçamento retificativo n.º 6/2013, alterado em 18 de setembro de 2013 por carta retificativa da Comissão, abrange uma revisão das previsões dos recursos próprios tradicionais (RPT, ou seja, direitos aduaneiros e quotizações no setor do açúcar), as bases IVA e RNB, a orçamentação das correções correspondentes do Reino Unido e uma revisão das previsões de outras receitas provenientes de coimas, resultando numa alteração do nível e da distribuição entre os Estados-Membros das suas contribuições para o orçamento da União a título dos recursos próprios. Este projeto de orçamento retificativo é essencial para evitar uma escassez de liquidez suscetível de conduzir a um défice de execução em 2013, com base no nível de dotações para pagamentos autorizadas no orçamento de 2013 incluindo apenas os orçamentos retificativos n.ºs 1 a 5. Assim, votei favoravelmente este projeto de orçamento retificativo n.º 6/2013.

 
  
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  Monika Flašíková Beňová (S&D), písomne. − Dôležitosť predkladaného návrhu opravného rozpočtu spočíva v zabránení nedostatku hotovosti, čo by mohlo viest k nedostatočnému plneniu predmetných záväzkov v roku 2013. Tento návrh, ktorý Komisia predložila 10. júla 2013 a následné pozmenila 18. septembra 2013 opravným listom, hovorí o revízii prognózy tradičných vlastných zdrojov. Pokles v prognóze tradičných vlastných zdrojov o približne 3 955 mil. EUR a vo vlastných zdrojoch založených na DPH o 384 mil. EUR sa kompenzuje pokutami v celkovej výške 1 229 mil. EUR. Hoci týmto krokom budú národné rozpočty v nemalej miere zaťažené, zmena na strane príjmov by sa nemala udiať na úkor financovania oprávnených položiek v plnom rozsahu, ktoré už boli Komisiou definovane v návrhoch ďalších opravných rozpočtov.

 
  
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  Catherine Grèze (Verts/ALE), par écrit. – Comme d'habitude, là où le Conseil a procédé à de nombreuses coupes, la commission des budgets du Parlement européen a demandé une augmentation. A l'image du budget pour 2014 - 2020, le budget pour 2014 sera très largement inférieur à celui de 2013 (environ - 6%). Cette baisse est absolument incompréhensible en période de crise, alors que la relance pourra seulement venir du niveau européen. D'autant plus qu'on donne à l'UE toujours plus de prérogatives mais qu'on lui baisse son financement ! Face à ce constat, la commission des budgets a décidé de concentrer les efforts sur le développement (coopération au développement et aide humanitaire, Palestine), ce que les Verts ont soutenu. J'ai déposé avec le groupe Verts/ALE un amendement pour réduire les dépenses sur ITER (projet de recherche nucléaire) et l'interdiction de l'utilisation des fonds de la PAC pour la tauromachie. Des économies peuvent être faites sur ces secteurs et les fonds réalloués ailleurs. L'amendement n'a pas été retenu. Au final, j'ai choisi de m'abstenir. Malgré les bons compromis, on ne peut tout simplement pas voter une résolution acceptant un budget en baisse.

 
  
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  Marian Harkin (ALDE), in writing. − I supported the La Via report on the Draft Amending Budget 6/2013 but only on the condition that the Council must urgently adopt Draft Amending Budget 8/2013. We must pay our bills; we owe it to citizens and the European Parliament has a responsibility in this matter. Also, my vote on the MFF 2014-2020 Regulation will depend on the outcome in Council on Draft Amending Budget 8/2013.

 
  
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  Juozas Imbrasas (EFD), raštu. − Susilaikiau balsuodamas, kadangi reikia pripažinti tai, kad tai didelė našta, kuri dėl to teks nacionaliniams Europos Sąjungos valstybių narių biudžetams. Komisija turi Europos Parlamentui pateikti visą turimą informaciją apie tai, kada šie padidinti nacionaliniai įnašai bus pervesti iš valstybių narių iždų į Sąjungos biudžetą ir kaip tai bus daroma. Komisija privalo nurodyti Europos Parlamentui realų poveikį, kurį šie padidinti BNP įnašai darys valstybių narių biudžetų subalansavimui 2013 m. arba 2014 m., jei toks poveikis bus daromas. Tik tokiu atveju būtų galimą kalbėti apie pritarimą siūlymui.

 
  
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  Philippe Juvin (PPE), par écrit. – J'ai soutenu ce rapport. Ce vote portait sur l'approbation en urgence d'un versement de 2,7 milliards d'euros supplémentaires pour le budget 2013 afin d'éviter à l'Union européenne de se retrouver en cessation de paiement le mois prochain. Ce vote était primordial étant donné qu'il conditionne également le vote du Parlement européen sur le budget de l'Union européenne pour la période 2014-2020 qui aura lieu lors de la session plénière de novembre 2013. Le rapport a été adopté avec 428 voix pour, 44 contre et 76 abstentions. Je m'en félicite.

 
  
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  Giovanni La Via (PPE), per iscritto. − Ho più volte sottolineato come l’approvazione del DAB n.6 sia stata una soluzione temporanea, una ruota di scorta per una macchina che fatica a camminare. Procedendo con questa prassi, quella cioè di prendere impegni non seguiti dai successivi pagamenti, l’UE non farà altro che indebolire la propria politica di bilancio a svantaggio di giovani, famiglie, enti ed imprese che ad oggi beneficiano dei fondi provenienti dai programmi europei. È per questo motivo che abbiamo ribadito con forza la necessità che il Consiglio sblocchi quanto prima le risorse necessarie per far fronte agli impegni di pagamento del 2013, così come ci era stato garantito l’anno scorso, a margine dell’approvazione del bilancio. Diversamente, come già ripetuto più volte, non daremo il nostro assenso all’approvazione del Quadro finanziario pluriennale 2014-2020.

 
  
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  Bogusław Liberadzki (S&D), na piśmie. − Debatowaliśmy nad budżetem korygującym numer 6 w warunkach maksymalnie napiętych. Przewodniczący Barroso zagroził, iż w drugiej połowie listopada Komisja Europejska nie będzie w stanie realizować płatności. Jednak Rada Europejska od ponad pół roku prowadzi wysoce niejasną grę z Parlamentem Europejskim, z generalnym zamysłem, jak nie zapłacić za zaplanowane wcześniej wydatki, w jaki sposób szukać oszczędności metodą cięć i ograniczeń. Mam świadomość, iż potrzebujemy jeszcze decyzji odnośnie do budżetu korygującego numer 8, czyli kwoty 3,9 mld EUR w płatnościach. Zagwarantowanie kwoty 3,9 mld EUR jest niezbędnym warunkiem, aby dziś można było się zgodzić na kwotę 2,7 mld EUR, tak potrzebną KE. Kierując się zasadami, powinienem głosować przeciwko, ale kierując się odpowiedzialnością za działania UE, głosowałem za przyjęciem budżetu korygującego numer 6.

 
  
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  George Lyon (ALDE), in writing. − I voted in favour of the resolution on DAB6. Although it is disappointing that the Commission announced that it had problems with payments only two weeks before it would have been unable to pay its bills, it is essential to ensure that beneficiaries of EU funds are paid. I now hope the Council will agree on DAB8 so that we can vote on the MFF at the next plenary session in November.

 
  
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  David Martin (S&D), in writing. − I voted in favour of this report because it was a technical report on the revision of the forecast of TOR, VAT and GNI bases.

 
  
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  Véronique Mathieu Houillon (PPE), par écrit. – J’ai voté en faveur du budget rectificatif n°6/2013 nécessaire pour éviter que l’UE soit en défaut de paiement. En effet, la diminution des revenus issus des droits à l’importation aux frontières extérieures de l’UE doit être compensée par une contribution supplémentaire des budgets nationaux d’un montant de 2,7 milliards d’euros, pour pouvoir financer les dépenses de l’année 2013.

 
  
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  Marisa Matias (GUE/NGL), por escrito. Votei favoravelmente o projeto de orçamento retificativo n.º 6/2013. É uma operação que visa integrar, no orçamento de cada ano, as receitas provenientes das taxas aduaneiras, multas por violação do direito comunitário, que hoje não representam mais do que 15% do total. Houve uma acentuada quebra nas trocas comerciais internacionais em 2012, o que conduziu a uma redução do valor que havia sido previsto. Isto obrigou os Estados-Membros a aumentarem ligeiramente a sua contribuição anual, no valor total de 1,3 mil milhões de euros. A integração destas receitas era urgente, porque, desde o início do mês de outubro, a Comissão não pode proceder a quaisquer reembolsos/pagamentos aos Estados-Membros no âmbito dos fundos de coesão por não ter liquidez. Urge reiterar que este orçamento nada tem que ver com a aprovação pelo Conselho Europeu do orçamento retificativo n.º 8/2013, no valor de 3,9 mil milhões de euros, condição para que o Parlamento Europeu possa submeter a votos o acordo sobre o Quadro Financeiro Plurianual 2014-2020. O primeiro é uma operação corrente anual, o segundo consiste em aumentar as verbas para pagamentos em 2013 que, com base nas estimativas entregues pelos Estados-Membros, ultrapassará os 20 mil milhões de euros já no final deste ano.

 
  
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  Nuno Melo (PPE), por escrito. O presente projeto de orçamento retificativo (POR) n.º 6 para o exercício de 2013 tem por objetivo uma revisão das previsões dos recursos próprios tradicionais (RPT, ou seja, direitos aduaneiros e quotizações no setor do açúcar), as bases IVA e RNB, a orçamentação das correções do Reino Unido relevantes e respetivo financiamento e a revisão do financiamento das reduções «RNB» a favor dos Países Baixos e da Suécia em 2013, resultando numa alteração da distribuição entre os Estados-Membros das suas contribuições para o orçamento da UE a título dos recursos próprios. Uma revisão das previsões de outras receitas, decorrentes da coima no montante de 561 milhões de euros aplicada à Microsoft, e a criação da estrutura orçamental necessária, a fim de permitir a criação dos fundos fiduciários da União previstos no artigo 187.º do Regulamento Financeiro.

 
  
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  Willy Meyer (GUE/NGL), por escrito. − He votado a favor del presente informe debido a que supone un paso indispensable para garantizar que se cubran los compromisos financieros adquiridos por las instituciones europeas a lo largo del ejercicio de 2013. Este presupuesto rectificativo supone el acceso a 3.955 millones de euros que las instituciones europeas deben a los Estados miembros. Se trata de pagos por servicios ya adquiridos y sin la aprobación de este presupuesto rectificativo la Unión Europea hubiera corrido un riesgo considerable de entrar en suspensión de pagos durante el ejercicio de 2013. El Consejo ha tratado de condicionar la "concesión" de este presupuesto rectificativo a la aceptación de su propuesto de Marco financiero Plurianual 2014-2020. Pero este voto solo hace referencia a la liberación de los recursos necesarios para hacer frente al pago de las deudas de 2013. Por ello he votado a favor del presente informe.

 
  
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  Alexander Mirsky (S&D), in writing. − In the resolution the European Parliament approves the Council position on Draft Amending Budget No 6/2013, I voted in favour.

 
  
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  Andreas Mölzer (NI), schriftlich. Im vorliegenden Berichtigungshaushalt geht es um einen Nachtrag in Höhe von 2,7 Milliarden Euro. Diese zusätzlich erforderlichen Gelder begründet die Kommission durch geringe Zoll- und Mehrwertsteuereinnahmen im laufenden Jahr. Es ist schon bezeichnend, dass in den EU-Kassen zusätzlich zum Nachtragshaushalt von 3,9 Milliarden Euro ein Loch in Höhe von 2,7 Milliarden Euro klafft. Die EU ist per Vertrag dazu verpflichtet, ausgeglichen zu bilanzieren. Die EU-Kommission kündigte ja an, Mitte November zahlungsunfähig zu sein, wenn die Auszahlung der 2,7 Milliarden Euro nicht im Dringlichkeitsverfahren angenommen wird. Vor einer Woche, im Zuge der Trilog-Verhandlungen für den Berichtigungshaushalt Nr. 8 in Höhe von 3,9 Milliarden Euro, war noch keine Rede von einer drohenden Pleite. Es ist unglaubwürdig, dass die Kommission erst am Wochenende die angebliche Pleite erkannte. Dass die Haushaltsbehörde in letzter Minute informiert wird, ist eine Schande. Wenn die EU ihren Zahlungsverpflichtungen nicht nachkommen kann, dann muss sie mehr sparen, und Sparpotential ist genug vorhanden. Die erpresserische Vorgehensweise der Kommission ist aufs schärfste abzulehnen, was ich mit der Ablehnung des Berichts auch zum Ausdruck bringe.

 
  
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  Rolandas Paksas (EFD), raštu. − Manau, kad tai yra skubus sprendimas. Grynųjų pinigų trūkumo problema nebus išspręsta. Tai yra tarsi lopas ant skylės. Deficito problema turi būt skubiai išspręsta. Tačiau ji neturi būti užkrauta ant eilinių piliečių pečių. Valstybės narės savo ištekliais yra nepajėgios išspręsti susidariusių problemų. Jos neturi prisiimti atsakomybės, kad ankstesniais metais biudžetas buvo netinkamai valdomas ir įgyvendinamas. Manau, kad deficitas turi būti padengtas naudojant kitus išteklius.

 
  
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  Maria do Céu Patrão Neves (PPE), por escrito. Votei favoravelmente o relatório referente à posição do Conselho sobre o projeto de orçamento retificativo n.° 6/2013 da União Europeia para o exercício de 2013, Secção III – Comissão, em que se solicita à Comissão que forneça todas as informações de que dispõe sobre a altura e o modo como as contribuições nacionais acrescidas, previstas no presente orçamento retificativo devido à diminuição dos recursos próprios tradicionais, serão transferidas dos tesouros dos Estados-Membros para o orçamento da União. Na verdade, importa que a Comissão informe também sobre o impacto líquido que esta contribuição acrescida com base no PIB terá, se for o caso, no equilíbrio dos orçamentos dos Estados-Membros em 2013 e 2014.

 
  
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  Raül Romeva i Rueda (Verts/ALE), por escrito. − Abstención. El pasado 18 de septiembre, la Comisión Europea envió una nota rectificativa (COM(2013)0655) al Parlamento Europeo para revisar principalmente las previsiones sobre los recursos propios tradicionales (es decir, derechos de aduana y cotizaciones en el sector del azúcar) y las bases del IVA para modificar los recursos propios de los que dispone la Unión.

Los Verdes hemos solicitado que un hecho tan delicado no se trate de manera indiferente, sin debate político, sin debate público y sin toda la información que necesita el Parlamento para corroborar el estado real de las cifras del ejecutivo comunitario. Concretamente, los Verdes exigieron una sesión extraordinaria sobre el tema. Cabe recordar que los Verdes junto a los federalistas europeos son también los que mantienen que el marco financiero plurianual 2014-2020 debe ser votado después de las elecciones parlamentarias, para que este sea objeto de debate en la campaña electoral. Además, son los Verdes quienes históricamente han abanderado la lucha por los recursos propios de la UE, hecho que daría más fuerza política a las decisiones del Parlamento frente al Consejo.

 
  
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  Alda Sousa (GUE/NGL), por escrito. Votei favoravelmente o projeto de orçamento retificativo n.º 6/2013. É uma operação que visa integrar, no orçamento de cada ano, as receitas provenientes das taxas aduaneiras, multas por violação do direito comunitário, que hoje não representa mais do que 15 % do total. Houve uma acentuada quebra nas trocas comerciais internacionais em 2012, o que conduziu a uma redução do valor que havia sido previsto. Isto obrigou os Estados-Membros a aumentarem ligeiramente a sua contribuição anual, no valor total de 1,3 mil milhões de euros. A integração destas receitas era urgente, porque, desde o início do mês de outubro, a Comissão não pode proceder a quaisquer reembolsos/pagamentos aos Estados-Membros no âmbito dos fundos de coesão por não ter liquidez. Urge reiterar que este orçamento nada tem que ver com a aprovação pelo Conselho Europeu do orçamento retificativo n.º 8/2013, no valor de 3,9 mil milhões de euros, condição para que o Parlamento Europeu possa submeter a votos o acordo sobre o Quadro Financeiro Plurianual 2014-2020. O primeiro é uma operação corrente anual, o segundo consiste em aumentar as verbas para pagamentos em 2013 que, com base nas estimativas entregues pelos Estados-Membros, ultrapassará os 20 mil milhões de euros já no final deste ano.

 
  
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  Kay Swinburne (ECR), in writing. − I opted to abstain in this vote on the Draft Amending Budget 6. This amending budget is another example of the poor budget management that is so unacceptable at EU level. Our constituents need to see evidence of sound budgetary supervision from the European Commission, instead of these sorts of last-minute requests for funds to cover shortfalls that should have already been identified.

 
  
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  Marc Tarabella (S&D), par écrit. – J'ai voté en faveur du rapport de mon collègue La Via relatif à la position du Conseil sur le projet de budget rectificatif n° 6/2013: révision des prévisions relatives aux RPT et aux assiettes TVA et RNB, budgétisation des corrections britanniques et révision des réductions RNB en faveur des Pays-Bas et de la Suède – autres recettes provenant de l'amende infligée à Microsoft –, création des fonds fiduciaires de l'Union. Rappelons au passage au Conseil la sous-budgétisation artificielle des exercices antérieurs qu'il défendait et soulignons, à cet égard, que le total des budgets annuels de la période 2007-2013 est inférieur de 60 milliards d'euros au plafond global des paiements convenus du CFP pour la période 2007-2013 et qu'un excédent cumulé de 12 milliards d'euros pour la période 2007-2013 a été reversé de facto aux États membres en diminuant de ce montant leurs contributions RNB cumulées!

 
  
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  Derek Vaughan (S&D), in writing. − I supported today's vote to amend the 2013 budget. Making sure that the EU is a position to pay its bills is important. We are now seeing bills for many projects coming in from Member States and the Commission needs to be in a position to honour commitments it has made. This amending budget was a technical measure to adjust revenue due to a fall in import and customs duties and saved the UK GBP 352 million. In future, there needs to be more clarity from the Commission regarding the current situation with the EU budget, but I am pleased that this issue has been resolved swiftly.

 
  
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  Angelika Werthmann (ALDE), in writing. − Draft Amending Budget No. 6 (DAB No 6) represents a revision of forecasts of different revenues to the EU Budget (VAT, GNI and traditional own resources (TOR) – such as customs duties and different levies – e.g. sugar sector levies) and is ‘crucial to avoid cash shortages that could lead to an implementation deficit in 2013’. In order to avoid Europe’s insolvency and other negative effects for the 2014 budget and the Multiannual Financial Framework (where negotiations are still going on) for the new financial period 2014-2020, I think it is of utmost importance that the European Union provides viable solutions, so that Member States/beneficiaries still receive their resources. It makes no sense to stop the ‘economic engine’ at this moment, because payments that need to be made from DAB 6 refer to projects already implemented, eligible from the financial period 2007-2014. In the end payments will have to be made. Postponing this decisions and payments will only mean more ‘financial resources shortfalls’ next year and uncertainty in next year’s budget and financial and programming period; the EU budget is not allowed to have any debts according to the Treaty.

 
Õigusteave - Privaatsuspoliitika