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Procedure : 2013/2841(RSP)
Document stages in plenary
Document selected : B7-0496/2013

Texts tabled :

B7-0496/2013

Debates :

PV 20/11/2013 - 17
CRE 20/11/2013 - 17

Votes :

PV 21/11/2013 - 8.16
CRE 21/11/2013 - 8.16
Explanations of votes

Texts adopted :

P7_TA(2013)0515

Debates
Thursday, 21 November 2013 - Strasbourg Revised edition

9.17. Strengthening the social dimension of EMU (B7-0496/2013)
Video of the speeches
 

Mündliche Erklärungen zur Abstimmung

 
  
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  Mitro Repo (S&D). - Arvoisa puhemies, tämä on ollut erittäin mielenkiintoista ja opettavaista. Annoin tukeni tälle päätöslauselmaesitykselle.

Unionissa on oltava tasapaino taloudellisten ja sosiaalisten tavoitteiden kesken. Sosiaalinen oikeudenmukaisuus on ehdoton edellytys sille, että saamme taloutemme kestävälle pohjalle. Mutta meidän on ensiksi tunnistettava ja sitten tunnustettava sosiaaliset epäkohdat, jotta päästään töihin. Tulostaulu työllisyydestä ja sosiaalisista indikaattoreista on sen tähden välttämätön. Seurannan rooli on tässä erittäin tärkeä. Meidän on huolehdittava siitä, että kerätyt tiedot myös kattavat työllisyys- ja sosiaaliset tilanteet mahdollisimman täydellisesti. Komission tiedonannossa ehdotetut indikaattorit eivät valitettavasti ole riittäviä tähän tarkoitukseen. Päätöslauselmassa on onneksi puututtu tähän asiaan.

Taistelu köyhyyttä vastaan on meidän velvollisuutemme. Komission on myös suunniteltava strategia lapsiköyhyyden poistamiseksi. Myös sukupuolinäkökulma pitää ottaa huomioon indikaattoreissa.

 
  
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  Der Präsident. − Damit sind die Erklärungen zur Abstimmung geschlossen.

 
  
  

Schriftliche Erklärungen zur Abstimmung

 
  
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  Claudette Abela Baldacchino (S&D), in writing. − There is an urgent need to develop a social pillar to a European policy that has so far been dominated by economic indicators and austerity measures. We cannot move towards a social Europe unless we take into account that many people are already losing their jobs or living on the verge of poverty. Europe is more than economics only.

 
  
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  Luís Paulo Alves (S&D), por escrito. Aprovo o presente relatório congratulando-me com a Comunicação da Comissão sobre a dimensão social da União Económica e Monetária e considera-a como um primeiro passo para construir uma dimensão social da UEM. Considero, porém, que são necessárias mais propostas específicas para assegurar que a governação económica respeite a dimensão social. Deste modo, apelo a que sejam colocadas considerações sociais no centro da integração europeia e a que as mesmas sejam incluídas em todas as políticas e iniciativas da União Europeia. Para além disso, considero que a dimensão social deve constituir um fator de conciliação/compromisso em termos de indicadores de referência. Noto, ainda, que a finalidade da dimensão social da UEM é proporcionar segurança social e padrões de vida suficientes para as atuais e futuras gerações e assim considero importante que, portanto, os cidadãos da União Europeia vejam que a sua União é capaz de promover o progresso social, pois considero que o desenvolvimento de uma Europa social tendo por objetivo uma união social é uma consequência obrigatória da integração europeia. No entanto, não deixo de lamentar que os indicadores propostos sejam inteiramente insuficientes para assegurar uma cobertura abrangente das situações sociais e de emprego dos Estados-Membros.

 
  
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  Marta Andreasen (ECR), in writing. − I voted against the oral question to the Commission – Social dimension of EMU because it is an attempt to interfere in an area in which the EU has no competence, healthcare, homelessness, work index, etc. These are all within the competence of the Member States and the UK has no intention of handing them over to Brussels. In addition the oral question refers to a European Unemployment Benefit Scheme, something much desired by European federalists that will never happen.

 
  
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  Elena Băsescu (PPE), în scris. − Am votat în favoarea acestei rezoluții care abordează problemele prioritare cu care se confruntă Uniunea Europeană. Mă îngrijorează faptul că inegalitățile deja existente între statele membre continuă să se accentueze. De asemenea, discrepanțele în creștere, atât în interiorul statelor membre, cât și în cadrul regiunilor și grupurilor sociale din unele țări duc la o polarizare constantă a ratelor șomajului. Nu în ultimul rând, aș dori să susțin și eu propunerea conform căreia indicatorii propuși privind șomajul în rândul tinerilor să includă, în mod voluntar, tinerii până la vârsta de 30 de ani, astfel cum prevede garanția pentru tineri.

 
  
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  Regina Bastos (PPE), por escrito. O panorama do emprego na Europa é preocupante, não só porque há divergências crescentes entre os Estados-Membros a nível do desemprego, como também a percentagem de desemprego jovem é muito elevada. Mais de 20 Estados-Membros da União Europeia têm uma percentagem de desemprego jovem superior a 20%. Estas divergências são contrárias aos valores do projeto europeu baseado na Solidariedade e na Coesão Económica e Social. No contexto de uma União Económica e Monetária, os problemas existentes num Estado-Membro podem também contagiar outros países levando à necessidade de uma ação coordenada nestas áreas. Por isso, saúdo o desenvolvimento de uma verdadeira dimensão social da União Económica e Monetária. Exorta-se o Conselho Europeu de dezembro de 2013 a definir medidas de avanço concretas no que diz respeito ao desenvolvimento de um verdadeiro pilar social, enquanto parte da União Económica e Monetária, com base no método comunitário. Por estas razões, votei favoravelmente esta resolução.

 
  
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  Ivo Belet (PPE), schriftelijk. − Herhaaldelijk hebben het Europees Parlement en de sociale partners aangedrongen op een invulling van de sociale poot van de EMU. De Europese Commissie zet met haar mededeling nu eindelijk een eerste belangrijke stap, die zo snel mogelijk in het Europees Semester moet geïntegreerd worden. Het is goed dat de nadruk gelegd wordt op het belang van sociale dialoog om de maatschappelijke draagkracht van socio-economische hervormingen in het kader van het Europees Semester te vergroten. Het voorgestelde sociale scorebord bevat enkele belangrijke indicatoren, zoals de (jeugd)werkloosheidsgraad, de NEET-graad en het armoederisico, die de gevolgen van het macro-economische beleid van lidstaten voor de tewerkstelling en de sociale cohesie veel beter in kaart zullen brengen. De Europese Commissie moet daarom de sociale indicatoren al in 2014 daadwerkelijk in rekening brengen bij het uitwerken van haar jaarlijkse aanbevelingen aan de lidstaten.

 
  
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  Jean-Luc Bennahmias (ALDE), par écrit. – Dans les traités, l'Union est une économie sociale de marché. Dans les faits, nous en sommes encore loin. La dimension sociale de l'union économique et monétaire fait défaut. Elle est pourtant indispensable si nous voulons que les citoyens européens retrouvent confiance dans la construction européenne. Avec plus de 26 millions de personnes au chômage, l'Union européenne continue de subir les conséquences économiques et sociales de la crise. Avec sa communication du 2 octobre dernier, la Commission européenne montre qu'elle reconnait enfin l’importance du pilier social mais il faut maintenant le concrétiser. La difficulté à s'accorder, notamment au Conseil, sur tous les programmes sociaux, témoigne de l'absence de volonté politique dans certains États membres pour faire avancer l'Europe sociale. Or l'harmonisation sociale et fiscale progressive est une condition sine qua non du "vivre ensemble" en Europe. Je soutiens donc cette résolution, même si je regrette que son ambition ait été réduite par des votes négatifs en plénière.

 
  
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  Philippe Boulland (PPE), par écrit. – J'ai voté en faveur de cette résolution car je pense que le tableau de bord social proposé par la Commission en marge du Semestre européen est une bonne avancée pour que les Etats membres se sentent obligés de prendre en compte les conséquences sociales des mesures économiques prises. La grille analytique des données sociales à transmettre lors du semestre européen en même temps que les données économiques pourra cependant être améliorée.

 
  
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  Alain Cadec (PPE), par écrit. – J'ai soutenu cette proposition de résolution sur la dimension sociale de l'Union économique et monétaire (UEM). Afin de lutter contre le chômage et de faire reculer la pauvreté, l'Union européenne met l'accent sur les lacunes de certaines politiques de l'UEM. J'estime que certaines propositions du rapport sont primordiales au renforcement de la dimension sociale de l'UEM. Par exemple, le rôle important de l'entreprenariat social est affirmé et l'accent est porté sur la pertinence des contrôles menés par la Commission européenne sur les engagements des États membres en faveur de la réduction de la pauvreté et pour l'emploi.

 
  
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  Minodora Cliveti (S&D), in writing. − We know that the unemployment in the EU has reached the alarming level of 26.6 million people and that youth unemployment rates have reached unprecedented levels, averaging 23 % for the EU as a whole. The purpose of the social dimension of EMU is to provide social security and a sufficient living standard for current and future generations, and therefore it is important for EU citizens to see that their Union is capable of promoting social progress. The Council and the Commission should take concrete action to make the social impact of policies and reforms more transparent, through the ex ante and ex post impact assessment and monitoring of policy reforms. The Council should define concrete benchmarks for employment and social indicators in the form of an EU social protection floor, with a view to promoting upward social convergence and social progress. Also, it is necessary to support the great potential of social entrepreneurship in respect of all aspects of social innovation at the European level, in order to foster national social systems, boost growth and create new jobs in the white and green economies, especially for young people, in all Member States and regions.

 
  
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  Lara Comi (PPE), per iscritto. − Non ha senso continuare un'integrazione economica che non preveda, dall'altro lato, la dimensione solidaristica. Il gruppo politico al quale sono iscritta ha, nei suoi valori fondamentali, la solidarietà da affiancare all'economia di mercato: va bene la concorrenza, va bene la sana competizione, ma coloro che non riescono non devono mai essere lasciati indietro. In natura esistono molte specie animali che, quando si muovono in branco, adattano la velocità del gruppo a quella dell'elemento più lento. Noi, che cerchiamo di andare oltre la mera logica animale, dobbiamo cercare di farci carico dei più lenti per continuare a proseguire con passo spedito. In questo senso, un'Unione Europea che è brava solo ad imporre vincoli ed austerità non ha futuro. Per questa ragione ho votato a favore di questa risoluzione.

 
  
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  Vasilica Viorica Dăncilă (S&D), în scris. − Susţin propunerea raportorului ca indicatorii propuși privind șomajul în rândul tinerilor să includă, în mod voluntar, tinerii până la vârsta de 30 de ani, astfel cum prevede garanția pentru tineret, precum şi includerea unor indicatori suplimentari în tabloul de bord, în special a unui indice privind nivelul de sărăcie în rândul copiilor și a unui indice privind locurile de muncă decente, pentru a permite o evaluare adecvată a situației sociale în UE.

 
  
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  Marielle de Sarnez (ALDE), par écrit. – Alors que les chiffres de l'emploi en Europe sont alarmants, il faut de toute évidence, comme nous le disons depuis longtemps, renforcer la dimension sociale de l’Union économique et monétaire. À l'été 2013, presque 27 millions d'Européens dans l'ensemble des 28 États membres étaient au chômage, dont un peu moins de 20 millions dans la zone euro. Parallèlement, la pauvreté et l'exclusion sociale n'ont cessé de progresser depuis le début de la crise. Au delà des objectifs de réduction de la dette et des déficits, l’UEM doit prendre en compte la dimension sociale, et la question vitale de l’emploi. L’Union européenne doit affirmer une volonté de convergence sociale, s’accorder sur des standards sociaux minimaux comme la mise en place de salaires minimums, et agir en faveur de l'emploi et de l'investissement social.

 
  
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  Ioan Enciu (S&D), par écrit. – Cette résolution est une étape de plus dans le combat du Parlement européen et des Socialistes et Démocrates, pour que l'Union européenne renforce la dimension sociale de son Union économique et monétaire. La situation actuelle est préoccupante. Le chômage dans l'Union touche aujourd'hui le nombre alarmant de 26,6 millions de personnes, et le chômage des jeunes atteint des niveaux sans précédent, avec une moyenne de 23 % pour l'ensemble de l'Union. Depuis 2007, les taux de pauvreté dans l'Union ont connu une progression et les revenus des ménages un recul, ce qui a pour conséquence que 24,2 % de la population européenne se trouve aujourd'hui menacée de pauvreté ou d'exclusion sociale. Cette situation est intolérable. Il faut insister pour que les considérations sociales soient placées au cœur de l'intégration européenne. La dimension sociale de l'UEM a pour objet de garantir la sécurité sociale et un niveau de vie suffisant pour tous, les citoyens européens doivent donc prendre conscience du fait que l'Union est à même de promouvoir le progrès social. Enfin, il faut soutenir davantage la mobilité volontaire des travailleurs afin de tirer le meilleur parti du potentiel de l'Union en matière d'emploi.

 
  
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  Jill Evans (Verts/ALE), in writing. − I abstained on this report because it did not give enough consideration to social policy, despite its heading. What my constituents in Wales expect is an EU that aims towards full employment and a good standard of living for all its citizens. To achieve that there has to be more social progress that was outlined here.

 
  
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  Diogo Feio (PPE), por escrito. O desemprego na UE atinge hoje 26,6 milhões de pessoas e os níveis de pobreza têm vindo a aumentar na UE, enquanto o rendimento das famílias tem diminuído, do que resulta que 24,2% da população da UE esteja agora em risco de pobreza ou de exclusão social. A deterioração das condições sociais é evidente e o esforço de consolidação das contas públicas e as medidas de austeridade aplicadas um pouco por toda a UE têm tido impactos sociais que urge minorar. São por isso de saudar as preocupações da Comissão, manifestadas na Comunicação sobre a dimensão social da União Económica e Monetária (UEM), sobretudo para alguém que vem de um Estado que tem sentido, de forma muito particular, os efeitos sociais do esforço imposto pelo cumprimento de um necessário programa de assistência financeira.

 
  
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  João Ferreira (GUE/NGL), por escrito. Em 2 de maio de 1998 foi aprovada a lista de 11 países fundadores da Zona Euro – e afirmou-se que o Euro traria taxas de crescimento elevadas. Outras promessas foram feitas: de aumento do emprego, de convergência real das economias, de convergência de salários, de que o euro seria um escudo contra a crise. Enfim, se o ridículo matasse... A verdade é conhecida. Entre 2000 e 2009, tal como previmos e prevenimos, os desequilíbrios macroeconómicos no seio da Zona Euro agravaram-se, o desequilíbrio das balanças comerciais de alguns países acentuou-se, passámos a ter países devedores e países credores. Por detrás do dito objetivo de estabilidade dos preços, está o objetivo de reduzir os custos unitários do trabalho. Sem soberania monetária e cambial, os únicos fatores de ajustamento recaíram sobre a desvalorização dos salários e o aumento do desemprego. O mecanismo do Pacto de Estabilidade associado ao Euro e seus sucedâneos, como o Semestre Europeu, criaram constrangimentos absolutos a qualquer possibilidade de desenvolvimento endógeno. Agora, preocupados com o aumento das desigualdades e das consequências brutais das medidas de austeridade, defendem que a UEM deve assegurar uma dimensão social. A UEM pode compatibilizar-se com o social? Acreditamos que não. Mais do que procurar minimizar os efeitos desta política, há que rejeitá-la.

 
  
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  Monika Flašíková Beňová (S&D), písomne Návrh tohto uznesenia bol vypracovaný s ohľadom na oznámenie Komisie z 2. októbra 2013 – Posilnenie sociálneho rozmeru hospodárskej a menovej únie. V Európskej únii je v súčasnosti nezamestnaných 26,6 milióna ľudí. Percentuálna miera nezamestnanosti mladých sa vyšplhala na neuveriteľných 23 %. Rovnako sa stále zvyšuje dlhodobá miera nezamestnanosti, ktorá dosahuje najvyššiu úroveň v histórii. Zvyšuje sa miera chudoby a prehlbuje sa sociálna nerovnováha. Je teda nanajvýš potrebné zohľadňovať sociálny rozmer vo všetkých našich politikách.

 
  
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  Sylvie Guillaume (S&D), par écrit. – Doter l'UEM d'une dimension sociale est plus que nécessaire à plusieurs titres : non seulement pour compenser les effets de la crise, mais aussi pour garantir un meilleur fonctionnement de la zone euro et réconcilier les citoyens avec le projet européen. C'est pourquoi j'ai soutenu cette résolution qui approuve notamment la création d'un tableau de bord d'indicateurs clés en matière d'emploi et de situation sociale, qui viendrait compléter la procédure concernant les déséquilibres macroéconomiques. Ce tableau devrait cependant être enrichi d'indicateurs concernant le niveau de pauvreté des enfants, l'accès aux soins de santé et le phénomène de sans-abrisme, ainsi qu'un indice du travail décent, afin de permettre une véritable évaluation de la situation sociale réelle en Europe. Cette démarche devra nous permettre de réduire les écarts sociaux entre les États membres et prévenir tout dumping social.

 
  
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  Danuta Jazłowiecka (PPE), na piśmie. − Kryzys, którego nadal doświadczamy, przyniósł ogromne zmiany na unijnym rynku pracy. W wielu państwach członkowskich gwałtownie wzrosła stopa bezrobocia i liczba osób zagrożonych ubóstwem. Problemy ze znalezieniem adekwatnej do swoich oczekiwań pracy mają de facto wszystkie grupy społeczne. W każdym z państw członkowskich mamy do czynienia z innymi problemami, jednak wiele z nich wymaga interwencji na poziomie unijnym. W tej sytuacji cieszy mnie fakt, że Komisja Europejska opublikowała komunikat na temat wymiaru społecznego unii gospodarczej i walutowej. Jako Parlament Europejski niejednokrotnie zwracaliśmy uwagę na konieczność uwzględnienia w polityce UE kosztów społecznych walki z kryzysem. Jestem przekonana, że opracowanie wspólnych wskaźników mających na celu monitorowanie wdrażania celów związanych z polityką społeczną i zatrudnienia w ramach strategii „Europa 2020” pozwoli na lepszą diagnozę sytuacji w Europie i identyfikowanie poważnych problemów jeszcze na etapie ich powstawania. To z kolei pozwoli na bardziej trafne zalecenia na przyszłość w ramach semestru europejskiego. Rezolucja będąca dziś przedmiotem głosowania to kolejny krok w celu podkreślenia współzależności pomiędzy kwestiami zatrudnienia i polityki społecznej a kwestiami gospodarczymi i monetarnymi.

 
  
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  Philippe Juvin (PPE), par écrit. – J'ai soutenu cette proposition de résolution sur le renforcement de la dimension sociale de l'Union économique et monétaire. En effet, l'Europe continue à subir la crise économique et financière en présentant un chômage touchant 26,6 millions de personnes et une moyenne de 23% de jeunes au chômage pour l'ensemble de l'Union. Il est important que la dimension sociale de l'Union économique et monétaire soit prise en compte et développée. Toutefois, je tiens à souligner que l'élaboration et la mise en œuvre des politiques sociales demeurent principalement du ressort des États membres. Cette résolution a été adoptée avec 387 voix pour, 64 voix contre et 58 abstentions. Je m'en félicite.

 
  
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  Jean-Luc Mélenchon (GUE/NGL), par écrit. – Cette résolution constate quelques vérités quant aux effet de la politique d'austérité: «les mesures d'austérité ont compromis la qualité de l'emploi, la protection sociale et les normes sanitaires et de sécurité ». Mais ce sans pour autant remettre en cause l'orientation libérale de l'UE. La mesure phare proposée pour renforcer la dimension sociale de l'Union économique et monétaire (UEM) est de créer un tableau de bord d'indicateurs clés en matière d'emploi et de situation sociale. Cela me paraît un peu court... Pour faire émerger une dimension sociale, il faudrait changer radicalement l'orientation politique de l'UEM, refuser les diktats de la Troika et de la Commission, et instaurer une coopération entre les peuples. Je m'abstiens pour encourager les passages du texte hostiles à l'austérité.

 
  
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  Claudio Morganti (EFD), per iscritto. − Ho votato a favore di questa risoluzione, che sottolinea giustamente quanto sia importante la dimensione sociale all'interno dell'Unione Economica e Monetaria. Troppo spesso infatti si pensa solamente a valutare indicatori macroeconomici, come se tutto si dovesse basare sul rigore e sul rispetto dei vincoli economici e di bilancio. Il vero dramma risiede invece in quello che tutto questo comporta, ovvero un lento e inesorabile sgretolamento della dimensione sociale dell'Unione, che deve essere assolutamente e immediatamente bloccato. Il dato più preoccupante riguarda la disoccupazione, soprattutto giovanile, che nei Paesi cosiddetti periferici dell'Area Euro ha raggiunto una dimensione allarmante: si tratta proprio di quegli Stati che hanno visto gli interventi, per nulla risolutivi, ma spesso peggiorativi, della tanto famigerata Troika, ovvero Fondo Monetario Internazionale, Banca Centrale Europea e Commissione, o che sono sempre sotto la lente di Bruxelles per qualsiasi intervento di manovra. Accanto alla disoccupazione si continua a osservare un diffuso e mal pagato precariato, stipendi con sempre meno potere d'acquisto, e spesso a causa della crisi si tagliano anche prestazioni sanitarie e assistenziali essenziali. Tutto questo non è ammissibile, e non può essere sacrificato in nome di misure economiche assurde che non stanno portando ad alcun beneficio.

 
  
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  Franz Obermayr (NI), schriftlich. Der Entschließungsantrag fordert explizit den Aufbau einer Sozialunion, welche sich angeblich aus der europäischen Integration ergibt. Dies sei eine Notwendigkeit, da die sozialen Ungleichgewichte im Euro-Währungsraum seit Beginn der Krise stärker angewachsen seien als im EU-Raum. Wenngleich diese letzte Aussage richtig ist, so ist die Schlussfolgerung, dies durch eine Sozialunion lösen zu wollen, absurd. Die richtige Schlussfolgerung wäre, dass die Rettungspolitik die ökonomischen Grundprobleme in den betreffenden Ländern nicht gelöst hat, sondern eine Lösung verschleppt hat. Zudem wurden durch die „Hilfsprogramme“ gewaltige Geldmengen durch „Bail-Outs“ faktisch in Europa umverteilt. Europa nun auch legislativ Richtung Transferunion zu bewegen, ignoriert die einfache Realität, dass die EU nicht die Vereinigten Staaten von Europa sind. Um einen nachvollziehbaren Vergleich zu bemühen: Ein Teilen der Gelder erfordert eine wirkliche „Ehe“ der Staaten in Europa – gemeinsames Handeln, gemeinsame Risiken, gemeinsame Verantwortung. Da dies aber nicht der Fall ist, kann die „Freundschaft“ der Nationalstaaten, welche die EU im Moment dem Wesen nach darstellt, nicht als Fundament für ein Teilen aller Gelder und Risiken gesehen werden, da auch nicht aus einem Guss gehandelt wird (Fiskalpolitik!). Daher habe ich entschlossen gegen diesen verblendeten Entschließungsantrag gestimmt.

 
  
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  Aldo Patriciello (PPE), in writing. − The economic situation in Europe has caused high levels of unemployment, which is a significant obstacle to the development of a social European Union. Therefore, I voted for the proposal to call on the Commission and the Council to provide relevant indicators and improve transparency of related programmes.

 
  
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  Francisco Sosa Wagner (NI), por escrito. − Voto a favor de las enmiendas que solicitan equilibrio entre los indicadores sociales y macroeconómicos en la evaluación de las políticas nacionales porque se afina más y en mejor sentido que en la propuesta de Resolución; por otro lado, la dimensión social debe estar muy presente en el marco de la recién adoptada cláusula de las condiciones que se imponen por razones macroeconómicas en la política de cohesión.

 
  
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  Alf Svensson (PPE), skriftlig. − När Europaparlamentet idag röstade om en resolution rörande kommissionens meddelande att stärka den ekonomiska och monetära unionens sociala dimension, valde jag att rösta för. Med tanke på den höga arbetslöshet som råder i många EU-medlemsstater anser jag kommissionens initiativ om att stärka den sociala dimensionen vara välkommet. Centralt i detta är den fria rörligheten på arbetsmarknaden som måste komma att fungera i praktiken. I sammanhanget är det dock viktigt att poängtera att huvudansvaret för arbetsmarknads- och socialpolitiken ligger på de enskilda nationella regeringarna. I resolutionen röstade jag därför emot skrivningen om att inrätta en social pelare i den ekonomiska och monetära unionen, samt allt för långtgående ändringsförslag som inrättandet av ett europeiskt system för arbetslöshetsersättning.

 
  
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  Kay Swinburne (ECR), in writing. − I am concerned by this resolution’s call for the European Union to score or make comparisons between Member States on areas in which they do not have competence. This is something that I cannot support and therefore I voted against this resolution.

 
  
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  Marc Tarabella (S&D), par écrit. – L'UEM a pour objet de garantir la sécurité sociale et un niveau de vie suffisant pour la génération actuelle et les générations à venir. J'estime qu'il importe, par conséquent, que les citoyens européens prennent conscience du fait que l'Union à laquelle ils appartiennent est à même de promouvoir le progrès social.

À cet égard, je salue la communication de la Commission intitulée "Renforcer la dimension sociale de l'Union économique et monétaire" et y vois une première étape vers la mise en place d'une véritable dimension sociale de l'Union économique et monétaire (UEM), mais j'estime toutefois que des propositions plus spécifiques sont nécessaires pour faire en sorte que la gouvernance économique respecte la dimension sociale.

 
  
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  Silvia-Adriana Ţicău (S&D), în scris. − Am votat pentru rezoluţia referitoare la Comunicarea Comisiei intitulată „Consolidarea dimensiunii sociale a uniunii economice și monetare”. Nivelul sărăciei este în creștere în UE începând din 2007, în timp ce veniturile familiilor sunt în scădere, având drept rezultat faptul că 24,2% din populația UE este expusă riscului de sărăcie sau excluziune socială. Șomajul în UE a atins nivelul de 26,6 milioane de persoane si rata șomajului în rândul tinerilor a ajuns la cote fără precedent, cu o medie de 23% pentru UE. Am votat pentru amendamentul 10 prin care se sprijină crearea unui tablou de bord cu principalii indicatori sociali si de ocupare a fortei de muncă, precum si integrarea indicatorilor sociali si de ocupare a fortei de muncă în tabloul de bord pentru procedura privind dezechilibrele macroeconomice. Sustinem ca acesti indicatori să fie plasati la egalitate cu indicatorii bugetari si macroeconomici existenti în evaluarea politicilor nationale si în recomandările specifice de tară, precum si în deciziile cu privire la corectarea deficitelor excesive si a dezechilibrelor macroeconomice excesive. Am votat pentru amendamentul 11 care invită Comisia să schimbe statutul indicatorilor de ocupare a forței de muncă si sociali (propuși pentru procedura privind dezechilibrele macroeconomice) din indicatori „auxiliari” în indicatori „principali si să includă un indicator pentru a măsura inegalitatea.

 
  
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  Derek Vaughan (S&D), in writing. − I have voted in favour of the enhancement of the social dimension of the EMU. I believe that the importance of better monitoring of the social and labour market within the EMU should be acknowledged. Specifically, I believe that employment and social indicators should be used as part of the ‘European Semester’ process for economic policy coordination. I also would like to see improvement of the coordination of employment and social policies, whilst maintaining respect for national competences and enhancing solidarity and action on employment and labour mobility.

 
  
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  Marie-Christine Vergiat (GUE/NGL), par écrit. – Avec ce rapport, le Parlement européen s'est prononcé sur une communication de la Commission européenne relative à "la dimension sociale de l'Union économique et monétaire". L'intitulé même de ce texte me laisse pantoise quand on sait les ravages sociaux des politiques européennes. La Commission européenne y prône la mobilité des salariés à travers toute l'Union européenne comme modèle de lutte contre le chômage. Cela veut dire que les salariés doivent se plier toujours plus à la loi de l'offre et la demande comme les marchandises. La majorité du Parlement européen a pointé nombre de manques et notamment l'absence d'évaluation d'impact social des politiques européennes ou la non prise en compte des services publics et de la sécurité sociale. Mais ils n'ont pu s'empêcher de se féliciter de cette dimension sociale de l'Union économique et monétaire. Je n'ai donc pas pu voter pour cette résolution du Parlement européen et j'ai choisi l'abstention.

 
  
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  Zbigniew Ziobro (EFD), na piśmie. − Niestety, w obecnej sytuacji gospodarczej potrzebne są jasne instrumenty, cele oraz wskaźniki, więc nie zgodzę się z tym, iż solidarność społeczna będzie wystarczająca, aby zmienić dotychczasową sytuację ekonomiczną. Zważywszy na duży problem bezrobocia w całej UE, szczególnie wśród ludzi młodych, oraz wzrost nierówności społecznych i ubóstwa, należy podejmować konkretne działania. Przedstawione sprawozdanie jest nieczytelne, niezrozumiałe oraz nie przedstawia żadnych nowych rozwiązań poprawiających stan obecnej gospodarki zarówno Polski, jak i innych krajów należących do UE. Zbyt dużo miejsca poświęca się obietnicom, zapominając o konkretach. Kluczowa jest również kwestia instytucjonalno-formalna. Czy wzmocnienie integracji spowoduje spadek bezrobocia? Uważam, że nie.

 
  
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  Inês Cristina Zuber (GUE/NGL), por escrito. Em 2 de maio de 1998 foi aprovada a lista de 11 países fundadores da zona euro – afirmou-se que o euro traria taxas de crescimento elevadas. Mas entre 2000 e 2009 os desequilíbrios macroeconómicos agravaram-se, com países com balanças comerciais muito diferentes, e a criação de países devedores e países credores. Por detrás do dito objetivo de estabilidade dos preços, está o objetivo de reduzir os custos unitários do trabalho. Sem soberania monetária e cambial, os únicos fatores de ajustamento recaíram sobre a desvalorização dos salários e o aumento do desemprego. O mecanismo do Pacto de Estabilidade associado ao euro e seus predecessores como o Semestre Europeu criaram constrangimentos absolutos a qualquer possibilidade de desenvolvimento endógeno. Agora, preocupados com o aumento das desigualdades e das consequências brutais das medidas de austeridade, o PE defende que a UEM deve assegurar uma dimensão social. A UEM pode compatibilizar-se com o social? Acreditamos que não. Os condicionamentos macroeconómicos, baseados na austeridade (governação económica, semestre europeu, two-pack, tratado orçamental), não devem ser minimizados, mas sim totalmente rejeitados. Por isso, votámos contra.

 
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