Zpět na portál Europarl

Choisissez la langue de votre document :

  • bg - български
  • es - español
  • cs - čeština
  • da - dansk
  • de - Deutsch
  • et - eesti keel
  • el - ελληνικά
  • en - English
  • fr - français
  • ga - Gaeilge
  • hr - hrvatski
  • it - italiano
  • lv - latviešu valoda
  • lt - lietuvių kalba
  • hu - magyar
  • mt - Malti
  • nl - Nederlands
  • pl - polski
  • pt - português (výběr)
  • ro - română
  • sk - slovenčina
  • sl - slovenščina
  • fi - suomi
  • sv - svenska
Tento dokument není k dispozici ve vašem jazyce a je vám nabízen v jiném, který lze zvolit na liště jazyků.

 Seznam 
 Úplné znění 
Debates
Segunda-feira, 9 de Dezembro de 2013 - Estrasburgo Edição revista

Política Comum das Pescas - Organização comum dos mercados dos produtos da pesca e da aquicultura (debate)
MPphoto
 

  Maria do Céu Patrão Neves (PPE). - A reforma da PCP, alcançada após um longo processo de análise, propostas e negociações, é razoavelmente equilibrada, sobretudo se atendermos à proposta original da Comissão que negligenciava o equilíbrio, agora mais próximo, entre os três pilares fundamentais da PCP: ambiental, social e económico.

Aliás, é precisamente o do desequilíbrio entre os três pilares e da subvalorização das diferenças entre a pesca industrial e a artesanal, entre as pescarias monoespecíficas do norte e as pescarias multiespecíficas do sul, que os problemas maiores surgem. Refiro-me ao objetivo de atingir o rendimento máximo sustentável sempre que possível até 2015 e o mais tardar até 2020, exequível para pescarias limpas, muito difícil para as multiespecíficas. O mesmo se verifica com o calendário para o cumprimento da obrigatoriedade do desembarque da totalidade das capturas, muito exigente para as pescarias mistas do sul, que capturam uma grande diversidade de espécies e exemplares de tamanhos variados, para além de requerer adaptações nas condições logísticas das embarcações e infraestruturas portuárias. Neste contexto lamento que a regionalização da PCP tenha sido sempre mais um ideal do que uma realidade.

Em todo o caso, a nova PCP traz aspetos bastante positivos, tais como a fundamentação científica da decisão política, o estabelecimento de planos de gestão plurianuais, a criação de zonas de recuperação de unidades populacionais, a proteção acrescida das zonas biogeograficamente sensíveis, o reforço das competências dos conselhos consultivos... Apoiemos o setor para o ajudar, nesta transição, a tirar partido dos novos instrumentos estabelecidos.

 
Právní upozornění - Ochrana soukromí