Zpět na portál Europarl

Choisissez la langue de votre document :

  • bg - български
  • es - español
  • cs - čeština
  • da - dansk
  • de - Deutsch
  • et - eesti keel
  • el - ελληνικά
  • en - English
  • fr - français
  • ga - Gaeilge
  • hr - hrvatski
  • it - italiano
  • lv - latviešu valoda
  • lt - lietuvių kalba
  • hu - magyar
  • mt - Malti
  • nl - Nederlands
  • pl - polski
  • pt - português (výběr)
  • ro - română
  • sk - slovenčina
  • sl - slovenščina
  • fi - suomi
  • sv - svenska
Tento dokument není k dispozici ve vašem jazyce a je vám nabízen v jiném, který lze zvolit na liště jazyků.

 Seznam 
 Úplné znění 
Debates
Segunda-feira, 9 de Dezembro de 2013 - Estrasburgo Edição revista

Intervenções de um minuto (artigo 150.º do Regimento)
MPphoto
 

  João Ferreira (GUE/NGL). - Sob os auspícios da União Europeia e do FMI prossegue o programa de destruição e de saque dos recursos nacionais em curso em Portugal. Prossegue a privatização de empresas públicas estratégicas e rentáveis. Depois da EDP, da REN e da ANA chegou agora a vez dos CTT, os Correios de Portugal.

De um dia para o outro uma empresa pública que levou centenas de anos a construir foi alienada em 70%, mais de 40% ao capital estrangeiro. O Estado vê-se assim privado de instrumentos estratégicos para a promoção do desenvolvimento económico e da justiça social, para além de lucros e dividendos futuros a troco de uma receita que não ultrapassa os 2% do montante global da dívida pública, uma dívida que não cessa de aumentar. Mas este roubo ao país e ao seu povo rende muito a alguns, poucos.

Num país empurrado para o empobrecimento coletivo, as 25 maiores empresas, as 25 maiores fortunas, digo, aumentaram 16% num ano e já valem 10% do produto interno bruto. É este o resultado de uma política que semeia a pobreza, destrói a riqueza, mas cria ricos. É a este caminho que temos que pôr fim o quanto antes.

 
Právní upozornění - Ochrana soukromí