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Debates
Quinta-feira, 12 de Dezembro de 2013 - Estrasburgo Edição revista

Resultados da Cimeira de Vilnius e futuro da Parceria Oriental, em especial no que respeita à Ucrânia (RCB7-0557/2013, B7-0557/2013, B7-0558/2013, B7-0559/2013, B7-0564/2013, B7-0567/2013, B7-0568/2013, B7-0569/2013)
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  João Ferreira (GUE/NGL), por escrito. A reacção à derrota (parcial) que a UE sofreu na Cimeira de Vilnius é, como seria de esperar, arrogante e hipócrita. Esta resolução não oculta a vontade de aprofundar o processo de ingerência nos assuntos internos da Ucrânia e o alinhamento com as forças mais reacionárias do espetro político ucraniano, alinhadas com os interesses da UE e da NATO. O dito Acordo de Associação, que incluía uma Zona de Livre Comércio, pressupunha a abdicação de instrumentos fundamentais para assegurar a soberania económica deste país, abrindo uma economia em situação frágil à concorrência com os grandes monopólios da UE. O acordo far-se-ia acompanhar da assinatura de um programa de ajustamento estrutural, que teria como contrapartida o aumento das tarifas do gás, o congelamento dos salários e mais cortes nas despesas sociais. Independentemente dos desenvolvimentos futuros neste processo, defendemos o fim imediato dos processos de pressão e ingerência externa, permitindo que o povo ucraniano decida soberanamente sobre o seu destino, de forma livre e de acordo com os seus interesses e aspirações.

 
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